Fórum dos Leitores

REFINARIA DE PASADENA

O Estado de S.Paulo

22 Março 2014 | 02h07

Caixas-pretas

O cerco vai se fechando e aos poucos a caixa-preta da Petrobrás se abre. O Ministério Público Federal convidará para depor a presidente da empresa, Graça Foster, o ex-diretor da Área Internacional Nestor Cerveró e o ex-presidente José Sérgio Gabrielli. Nestor é o autor do parecer que, segundo a presidente Dilma Rousseff, não continha informações precisas (mesmo assim ela autorizou a compra). Paulo Roberto Costa é ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás e na casa dele foi apreendido o equivalente a R$ 1,164 milhão - R$ 700 mil mais US$ 200 mil. Além do escandaloso negócio em que foi torrado US$ 1,18 bilhão do erário, outras caixas-pretas precisam ser abertas, como a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, onde a PDVSA entraria com 40%, parceria entre Lula e Hugo Chávez firmada em 2005. A Venezuela não cumpriu o acordo e se estima que o Brasil já gastou ali US$ 20,4 bilhões. Outros projetos, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e as refinarias Premium, no Maranhão e no Ceará, estão indefinidos. A Petrobrás tem-se revelado um monumental ralo de dinheiro público e é a estatal mais aparelhada do governo.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Pelo ralo

Estava claríssimo que havia algo errado na compra de 50% da refinaria de Pasadena. Mais uma vez o nosso dinheiro foi ralo abaixo. Dinheiro que faz muita falta na educação, na saúde e na segurança. Ninguém o repõe e fica tudo por isso mesmo.

M. DO CARMO Z. LEME CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

Imagem destroçada

Li no Estadão de ontem que um ex-diretor da Petrobrás (Paulo Roberto Costa) foi preso por participar de esquema de lavagem de dinheiro. Trata-se de crime de menor monta até na visão do STF, que absolveu os mensaleiros pela prática desse mesmo delito. Essa prisão pode ter o objetivo de desviar os holofotes da imprensa, hoje direcionados para o pedestal trincado, lá no alto do Monte Olimpo, que sustentava a intocável estátua da venerada deusa da administração do PT, que deu um prejuízo bilionário à Nação assinando contrato de compra da refinaria de Pasadena (EUA). O sonho acabou em pesadelo, agora serão necessárias muitas bolsas para recolher os cacos do que sobrou da imagem destroçada da companheira administradora do Brasil.

LEON DINIZ

leondinizdiniz@gmail.com

São Paulo

Dilma se supera

Que a presidente Dilma tem dificuldade para falar de improviso todo mundo já sabia, mas agora ela mesma confessa que também não sabe ler ou interpretar o que lhe é exposto. Levar à falência uma lojinha de R$ 1,99 já não é para qualquer um, que dirá administrar, ainda que como conselheira, uma companhia do porte da Petrobrás. Não é para amadores. E deu no que deu: hoje a Petrobrás vale menos da metade do que valia antes de o PT assumir o governo, mesmo a despeito da interferência dos sindicatos e do PT.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Gestão ruinosa

Discutir sobre a competência da presidente é perda de tempo. Ela não conseguiu gerir uma lojinha de quinquilharias, não conseguiria, é claro, grande sucesso com a gestão da Petrobrás. Muito menos com a do Brasil, basta ver que caminhamos para o cadafalso com a gestão ruinosa da presidente. Contudo devemos olhar com mais cuidado para questões sérias envolvendo corrupção. Essa transação com a refinaria texana pode ter sido usada para evasão de divisas e desvio de dinheiro do povo brasileiro. A investigar.

SÍLVIO RODRIGUES ALVES

silvio.ralves46@gmail.com

São Paulo

Fim do mundo

Os belgas estão morrendo de rir. E faz tempo! Primeiro, pelo excelente negócio que fizeram, com lucro astronômico, isso tudo em cima dos arrogantes membros da alta cúpula do PT. Agora dão gargalhadas ao ouvirem a alegação da dirigente maior do País de que "não tinha conhecimento", etc., etc., algo em torno do "eu não sei de nada" do seu antecessor. Mas dona Dilma não se preocupe, não. Os trouxas que a colocaram no poder à custa de Bolsa Família, Bolsa Prisão, etc., e não entendem patavina do que está acontecendo com o Brasil, já garantem sua reeleição, segundo as pesquisas, ainda no primeiro turno. Isso é o fim do mundo!

FABIO ORBITE

inforbite@yahoo.com.br

São Paulo

Falha de informação

Quem votou na Dilma também foi vítima de informações incompletas e falhas...

CÉSAR FRANCISCO M. GARCIA

cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

Morte lenta

Ao menos a mim não surpreende a caótica situação que a Petrobrás está enfrentando. Há cinco anos venho sugerindo a senadores e deputados (do PSDB) e alguns órgãos de mídia que investiguem os desmandos na estatal. Petistas, sindicalistas - a companheirada, enfim - apossaram-se da empresa e o resultado não poderia ser outro senão esse desastre. Os prejuízos para a Nação são difíceis de calcular, pois, além das negociatas (com prejuízos devastadores), tem o atraso na produção e no desenvolvimento tecnológico. Dilma tem grande responsabilidade, sim, mas a maior é do seu "chefe". E também da oposição, que tem a obrigação constitucional de fiscalizar o governo e nada fez. Como brasileiro me sinto desolado por ver um país riquíssimo sendo dilapidado pela corrupção, pela fome de poder e pelo populismo de toda a classe política. Se aqui tivéssemos governantes sérios, não haveria tanta violência, tanta criminalidade, nem seriam necessárias essas bolsas "fome" que distribuem para um povo sem educação, sem saúde, sem moradia e desinformado. O Brasil é um gigante com mentalidade de anão. Temos de acordá-lo.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

A conta

O petróleo é nosso. A Petrobrás parece que é deles. A conta pela condução irresponsável da Petrobrás é nossa.

FABIO REIFF BIRAGHI

frbiraghi@gmail.com

Jaboticabal

Povo paga o pato

Por que sempre o povo tem de pagar os prejuízos causados pelos péssimos administradores políticos? Por que eles não são condenados a pagar a dívida?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

SE GRITAR 'PEGA LADRÃO'

A Polícia Federal (PF) prendeu na quinta-feira o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa, envolvido num esquema de lavagem de dinheiro e de supostas irregularidades na compra da refinaria "elefante branco" de Pasadena, no Texas (EUA). O ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, responsável pelo "resumo executivo" sobre a refinaria de Pasadena apresentado ao Conselho de Administração da estatal presidido por dona Dilma Rousseff em 2006 e que, de acordo com a própria dona Dilma, era falho e a influenciou a tomar a decisão errada de aprovar a compra do "elefante branco" de Pasadena, viajou providencialmente para a Europa na quarta-feira, quando estourou de vez o escândalo dos R$ 2,76 bilhões jogados fora pelo governo brasileiro na compra da refinaria-sucata. Na Europa também está, preso, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos de prisão no processo do mensalão. Foi preso pelas autoridades italianas porque usou um passaporte falsificado de seu irmão para entrar na Itália, fugindo das prisões brasileiras. Todo mundo sabe que os principais dirigentes do partido de dona Dilma, o PT, que está no poder há 11 anos ou quase três mandatos presidenciais, estão presos na Penitenciária da Papuda, em Brasília, condenados no mesmo mensalão ou Ação Penal 470, que atrapalhou e parou o País por 7 anos, 5 meses e 7 dias. A empáfia, o deslumbramento e, principalmente, a incompetência de dona Dilma não a deixam enxergar que a equipe formada pelo seu antecessor e na qual foi enfiada como uma gaveta está repleta de ladrões e bandidos que há 11 anos fingem que administram a Nação, mas que na verdade a assaltam e a destroem sem a mínima compostura.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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O CRIME E O PODER PÚBLICO

A denominada Operação Lava a Jato, que tenta desarticular conhecida organização voltada à lavagem de dinheiro, já flagrada em outras operações policiais, revelou que integrante do núcleo financeiro do denominado mensalão do PT, já condenado, tinha ligações com a "lavanderia". É noticiado que ex-diretor da Petrobrás, que agora prestaria serviços à empresa Patrimônio Nacional, também se utilizava do mesmo esquema de lavagem de dinheiro. Se perguntar não ofende: foi a organização criminosa que teria se aproximado do poder público ou este que teria se aproximado daquela? E para quê?

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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PÉSSIMO NEGÓCIO

O que motivou essa compra tão absurda e inadmissível? A Petrobrás pagou US$ 1,18 bilhão por algo adquirido por US$ 42,5 milhões. Qualquer um vê que é um péssimo negócio. Dilma Rousseff, que autorizou a compra, é a maior responsável. Não seria uma mera maracutaia com a empresa belga Astra Oil para financiar os gastos da campanha do PT?

Conrado de Paulo depauloconrado@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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NESTOR CERVERÓ

Se a compra, em 2006, pela Petrobrás da refinaria de Pasadena, no Texas, que causou um prejuízo de mais de US$ 1 bilhão à empresa, decorreu de uma parecer técnico-jurídico falho apresentado pelo diretor Internacional sr. Nestor Cerveró, como alega a presidente Dilma Rousseff, as perguntas que não querem calar são as seguintes: por que o diretor responsável pelo prejuízo bilionário não foi sumariamente demitido e investigado? Por que razão continua como diretor financeiro da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobrás? Será que sua manutenção como diretor está diretamente ligada ao seu conhecimento do destino que tomou o dinheiro objeto do superfaturamento do valor de compra da empresa? Que o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público desvendem essa negociata e apurem civil e criminalmente os responsáveis, punindo-os exemplarmente.

Adel Feres adel@terra.com.br

Goiânia

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UM MALFEITO ESCABROSO

A bomba explodiu e o ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, eximindo-se de explicações, viaja de férias para a Europa. Vejam que acinte! A presidente Dilma também se exime de sua responsabilidade, no escandaloso negócio da compra da refinaria, alegando que Cerveró foi o responsável pelo "ato falho" induzindo-a a votar a favor da compra. Como pôde a presidente, sendo ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, não perceber que o negócio em si era extremamente danoso ao nosso país? Já se percebe, como sempre, que ninguém quer assumir a responsabilidade por um malfeito escabroso, absurdo, causador de um rombo sem precedentes nas finanças da estatal. Se esse pernicioso desmando não for apurado com o máximo rigor, a falência moral de nossas instituições estará consagrada.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA EXPLÍCITA

O escândalo da aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas, EUA, pela Petrobrás atingiu uma nova dimensão depois da declaração da presidente Dilma, que naquela oportunidade era presidente do Conselho Administrativo da estatal. Esclareceu agora que a aquisição de 50% das ações daquela refinaria foi autorizada em 3/2/206 com base em Resumo Executivo elaborado pelo diretor da Área Internacional, o sr. Nestor Cerveró, e só posteriormente soube-se que tal resumo era técnica e juridicamente falho, por omitir cláusulas importantes do contrato. Pela reportagem publicada no "Estadão", o resumo da negociata nos parece um verdadeiro conto do vigário. A empresa belga adquiriu a refinaria em 2005 por US$ 42,5 milhões. Em 2006, a Petrobrás adquire 50% das ações por US$ 360 milhões, para uma refinaria que já era considerada obsoleta. Em 2007, a Petrobrás recebe proposta para adquirir os outros 50%, mas o conselho veta. A empresa belga entra na Justiça americana exigindo o cumprimento da cláusula "Put Option", que obriga a estatal brasileira a adquirir a outra metade. Para se defender, contrata um escritório de advocacia ligado a ex-integrantes da cúpula da estatal por US$ 7,9 milhões. Perde a ação na Justiça federal do Texas e é obrigada a pagar à ex-sócia US$ 639 milhões, que, no final da disputa, atingem um total de US$ 639 milhões pela outra metade da refinaria, que por fim não refinou nenhum petróleo brasileiro. Ora, como pode um conselho formado pelo alto escalão do governo federal aprovar uma compra de tal magnitude lendo apenas um resumo de um contrato? Só por incompetência, em minha opinião, porque a alternativa, no linguajar do ex-presidente Lula, chama-se maracutaia. E ressalte-se o destino do diretor da área internacional, responsável pelo resumo fajuto, que não sofreu nenhuma repreensão, ao contrário, pelo menos até recentemente ocupava um cargo de diretor na BR Distribuidora. Pois suponho que depois deste escândalo ele devia ter sido demitido. Por fim também me parece estranho que, num contrato dessa magnitude, o então presidente Lula não tenha sido consultado.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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O FIM DO MITO

Agora a Exma. sra. presidenta culpa um documento elaborado pela diretoria internacional da Petrobrás, tecnicamente e juridicamente falho, o que fez com que o Conselho de Administração por ela então presidido autorizasse a compra de 50% da refinaria com base em informações incompletas. Isso de per si já vai contra o mito da competência dessa senhora, alardeado por seu criador e seus seguidores. Afora isso, o responsável pela diretoria internacional era então o sr. Nestor Cunat Cerveró, funcionário de carreira dos quadros técnicos da Petrobrás. Que habilitações teria o sr. Cerveró para ser guindado à diretoria internacional, além do fato de ter sido indicado pelo sr. José Dirceu, conforme anota o "Estadão" (19/3, A6)? Sabe-se agora, e o mensalão confirmou, que entre as atribuições do sr. Dirceu constava a de arrecadação de fundos para o que se serviu das mais variadas formas, entre elas, ao que parece, o superfaturamento da compra da refinaria no Texas. Quanto ao Sr. Cerveró, como "punição" pelo malfeito, foi brindado com a diretoria financeira de serviços da BR Distribuidora, onde certamente encontra campo fértil para sua ação de arrecadação de fundos para o PT.

Carlos F. Micheletti cfmicheletti@terra.com.br

Ribeirão Preto

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MOTIVOS SUFICIENTES

Sinto muito, presidente Dilma, já não dá mais para esconder os desmandos. Para quem faz "o diabo" para permanecer no poder, às vezes a vingança vem mais depressa do que se imagina. Vocês conseguiram esconder da mídia, por oito anos, o caso da compra da Refinaria de Pasadena. Quero ver que desculpa vai dar agora para sua incompetência. Já temos motivos suficientes para pedir o impeachment da presidente.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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DESCOBERTA

A bandidinha incompetente quis se esconder, mas foi pega com a boca na botija.

Eugênio José Alati alatieugenio@gmail.com

Campinas

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A DESMORALIZADA GERENTONA

Dona Dilma, com que cara a senhora se apresentará em comícios ou reuniões, ao querer dar uma de entendida sobre qualquer assunto nacional ou internacional? Com que cara declamará sobre seus malfeitos administrativos? Ô, quão maldita essa herança que deixará! A presidente tida como gerentona, detalhista, como justificará tal barbaridade administrativa? Com mais desculpas estapafúrdias? Dilma saiu desmoralizada, perdeu o pingo de respeito que a sociedade poderia ter por ela. Sua atitude antipatriótica lesou os cofres públicos - dinheiro, como o perdido em outros malfeitos - que poderia ser capitalizado para obras mais dignas. A presidente já fez autocrítica de seus atos? Não? Não deve ter feito, pois, se tivesse, pediria desculpas ao povo brasileiro, pegaria sua trouxa e iria para a Papuda em companhia de José Dirceu, Delúbio Soares e outros malfeitores

Fernando Pastore Junior fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

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PASADENA

Não estou condenando a presidente Dilma por ter concordado com a compra da refinaria, mas, sim, a forma como foi conduzido o processo pelo seu maior interessado, o presidente da nossa estatal, sr. Gabrielli (PhD em Economia por Boston), amplamente apoiado por Lula. Ela não concordava com a compra, mas, por imposição do Grande Chefe, acabou aceitando. Precisa ser ressaltado que o dirigente/negociador da Astra Oil (que alienou 50% da refinaria para a Petrobrás), o sr. Alberto Feilhaber, foi um empregado por 20 anos da Petrobrás e, portanto, profundo conhecedor do empreendimento e sabia pormenorizadamente toda a situação operacional (estava desativada) da refinaria. Portanto, esse sr. teve as portas abertas na Petrobrás para conduzir essa negociação. Assim, é muito importante que as autoridades desvendem o porquê desta compra e a quem ela realmente interessou. Se foram somente pessoas físicas ou alguma agremiação.

Anibal Fillip aniverofil@uol.com.br

Santos

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A COMPRA DA REFINARIA TEXANA

Sra. presidente, por favor me esclareça: conivência ou incompetência?

Raul Marcos Roberto Sabathe rsabathe@uol.com.br

São Paulo

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CULPADO É O OUTRO

Ao declarar que recebeu documentos falhos de seus imediatos, a presidenta Dilma usa da mesma desculpa do técnico do Corinthians, Mano Meneses, culpando o São Paulo pela desclassificação do Campeonato Paulista. O pior é que os torcedores corintianos são uma parcela da população, e o prejuízo da Petrobras é de toda a nação brasileira. Obrigado.

Modesto Laruccia modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

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COMO GENOINO

A presidente Dilma reconhece, alegando ter assinado a fatídica aprovação da compra da refinaria de Passadena nos EUA sem ter lido com a atenção devida as informações técnicas, tal qual seu "cumpanheiro" o petralha José Genoino com as suas assinaturas nos contratos fajutos de empréstimos solicitados pelo ora prisioneiro Delúbio Soares entre o PT e o ex-Banco Rural. Será que eles continuam achando que somos todos idiotas?

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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O ÁPICE DO DEBOCHE

Ao habitual e consagrado "não sei de nada" o desgoverno brasileiro acrescenta agora o "assinei sem ler". Só falta adotar o "e daí?" para fechar o estilo escancarado do deboche.

Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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BILHÕES PELO RALO NA PETROBRÁS

A revelação de que a presidente Dilma Rousseff deu seu aval à compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), por um valor absurdo e, pior, sem observar minimamente cláusulas importantíssimas do contrato, é sem dúvida um crime de lesa-Pátria! Perto dele, o famoso assalto ao "cofre do Adhemar", de que Dilma se orgulha de ter participado, é "pinto": coisa de US$ 2 milhões, que, corrigidos, dariam uns US$ 20 milhões nos dias de hoje. Dilma, a bem da verdade, não votou sozinha: acompanharam-na na reunião do Conselho que decidiu a compra do "mico" o então ministro Antonio Palocci (Fazenda) e Jacques Wagner (Relações Institucionais), este atualmente governador da Bahia, todos petistas. A expertise mambembe do governo do PT levou nossa estatal a desembolsar, ao final, quase 28 vezes (!) o valor pago pela belga Astra Oil um ano antes de repassar o abacaxi ao Brasil. Convenhamos, não é todo dia que surge um negócio assim... Em qualquer país sério do mundo, isso daria combustível mais que suficiente para fazer cair o governo responsável pela "proeza" e levaria, certamente, os responsáveis para a cadeia. Já aqui, malgrado tudo, Lula saiu popularíssimo, ajudando a eleger sua sucessora, Dilma Rousseff, a principal responsável pelo desatino que tanto dano causou à Petrobrás. Mas, pensando bem, e como tudo é relativo, o que seria o prejuízo deste quase desprezível US$ 1 bilhão perto dos muitos bilhões que a Petrobrás perdeu em valor de mercado nos últimos dois anos?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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PASSA-MOLEQUE

Dilma Rousseff não pode alegar ignorância ou culpar um parecer falho. As desculpas que ela agora apresenta são tão inverossímeis e infantis quanto as de Genoino e João Paulo Cunha no processo do mensalão, ou de Lula, que nunca sabe nada sobre aquilo que não lhe convém. Estamos diante de duas únicas situações, ambas graves: ou de incompetência na gestão ou de desonestidade. Aliás, a aquisição da refinaria de Pasadena deveria ser chamada de Refinaria Passa-moleque. Depois do mensalão, da Refinaria Passa-moleque e da denúncia, na Justiça da Holanda, do pagamento de propinas a funcionários da Petrobrás, o que mais se pode esperar dessa gente no poder?

Francisco A. de Jesus Venegas Falsetti fsfalsetti@falsetti.com.br

São Paulo

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CALADA FARIA MELHOR

Dilma teve o desplante de afirmar que o rumoroso caso da compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, pela Petrobrás, foi devido a um parecer "técnico e judicialmente falho". É bom que a nossa sofrida e lesada sociedade saiba que foi a poste, ou a gerentona Dilma de Lula, que autorizou essa compra que deu um prejuízo monumental à estatal. Se a empresa belga pagou pela empresa 12 meses antes de sua venda US$ 42 milhões, por que a Petrobrás foi obrigada a desembolsar U$S 1,18 bilhão por ela? Dilma quis sair pela tangente, como se estivesse dando uma satisfação digna e republicana sobre este escândalo ao povo brasileiro. Só aumentou a nossa indignação! E, se ela não honrar o cargo que ocupa, talvez tenha de explicar no Supremo Tribunal Federal (STF) para o bolso de quem foi desviada grande parte dessa dinheirama toda. Isso é caso de impeachment.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CARA DE PAU

Seguindo o exemplo do seu guru Lula, Dilma, com a maior cara de pau, quer nos fazer de otários ao afirmar que aprovou a compra da refinaria de Pasadena sem conhecer itens do contrato.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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DOENÇA

Os membros do PT sofrem de uma grave doença, a doença do "não saber". Mesmo quando conhece o fato, dizem "não saber". A sra. Dilma também foi acometida. Trata-se de doença contagiosa, e ainda não há cura. A sua erradicação só será possível com a exterminação da espécie contaminada. A vacina estará disponível nos postos das próximas eleições. Só quem tem coragem, educação e, o mais importante, "for um brasileiro consciente do futuro do País" poderá ser imunizado.

João Batista Piovan jbpiovan@gmail.com

Osasco

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VAQUINHA

Que tal a turminha do PT, tão solidária na arrecadação de dinheiro para os mensaleiros Dirceu, Genoino e Delúbio, ser solidária com o bolso do povo brasileiro e arrecadar os R$ 2 bilhões de prejuízos que o seu partido, o PT, causou na Petrobrás?

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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MENSALÃO OU REFINARIA

Afinal, o que foi que custou mais caro aos cofres públicos brasileiros, ou melhor, para nós mesmos? O mensalão ou a refinaria lá no Texas?

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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QUE PROSSIGA A INVESTIGAÇÃO

Como sempre fez, o "Estadão" está em cima do caso da aquisição da Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela vultosa soma de US$ 1,18 bilhão, transação ocorrida quando a atual presidenta ainda ocupava a presidência do Conselho Deliberativo da Petrobrás. Alega, no entanto, a presidenta que concordou com a aquisição porque se fundou num parecer. Noticia, ainda, o "Estadão" que o autor do referido parecer viajou para o exterior. Trata-se de viagem cômoda, mas que não conseguirá impedir o andamento da investigação jornalística, fundamental para que tenhamos um panorama geral de culpabilidades e responsabilidades. Afinal de contas, o erro cometido, porquanto a refinaria é sucata improdutiva, resulta no impedimento de o País contar com mais centenas de escolas e dezenas de hospitais, setores em que a Nação está carente e impondo sofrimento aos brasileiros, carentes ou não.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PIADA

Uma das piadas do grande humorista José Vasconcellos: um ladrão transportava nas costas um porco. Ao ser surpreendido pelo fazendeiro, indagou "Porco, que porco?". "Tire esse bicho daí, tira esse bicho daí." Bilhões de dólares de prejuízo na compra de uma refinaria. Dona Dilma votou a favor da operação e, após investigação, declara que foi um erro de avaliação. Enfim, o que são R$ 2,7 bilhões no País que é referência em qualidade da saúde, educação, segurança, etc., etc. Tire esse bicho daí, tire esse bicho daí!

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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MALUF NO CHINELO

Diante do feito histórico da Petrobrás em Pasadena, a gente vê como Paulo Maluf é amador diante do pessoal do PT.

Gattaz Ganem gattaz@globo.com

Carapicuíba

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LAUDO 'FALHO'

Dilma, imite o Lula. Diga que foi traída...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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CASO PASADENA

E agora, dona Dilma? Qual será a mentira desta vez?

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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A GOTA D'ÁGUA

Depois de saber das notícias da compra e dos desmandos da Petrobrás, somados às intervenções políticas na empresa, confirmei meus sentimentos e conceitos sobre a presidente Dilma. Infelizmente, o Brasil não merecia uma representante tão despreparada como ela. No passado, constou em sua página na internet que era doutora pela Unicamp, informação retirada após a descoberta da farsa. Vários eventos ratificaram seu comportamento incompreensivo diante dos fatos que sujaram seu governo. No começo houve a teatral faxina nos ministérios, depois, os dribles aplicados ao Supremo Tribunal Federal com as alterações dos componentes da Corte do mensalão, com as explicações ininteligíveis, por causa de seu Português confuso, com sua explícita subordinação ao ex-presidente Lula, com a sua autossuficiência de conhecimento econômico equivocando-se em baixar os juros "por decreto", baixar as tarifas de energia, afrontar Angela Merkel com suas "aulas" sobre a crise europeia, com suas sugestões sobre os cidadãos para que estudassem muito, com seus gastos excessivos nas viagens internacionais, com o descaso dos aposentados, com a falta de compreensão dos problemas ambientais, enfim, deu-se um rosário de fatos patéticos que ocorreram e ocorrem em seu governo que me entristecem e me deixam preocupado com o futuro de meus filhos e do Brasil. Sinto vergonha das atitudes da presidente perante a opinião pública internacional e nacional. O caso da Petrobrás foi a gota d'água para esticar o fio de esperança que ainda sustentava minha esperança no futuro de meus filhos.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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FORA DILMA

Não é possível que o Brasil tenha de continuar assistindo ao espetáculo de incompetência da gestão Dilma. O Brasil não é grande o bastante para sobreviver a mais quatro anos de prejuízos bilionários da gestão Dilma. É imperativo encontrar alguma forma legal de afastar esta senhora do governo, caso contrário, logo teremos de ver os tanques do Exército subindo a rampa do Palácio do Planalto para impedirem que a infeliz acabe de arruinar o País.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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A BOLA DA VEZ

O sonho de a presidente Dilma ser reeleita já no primeiro turno pode virar pesadelo. O que virá no bojo das denúncias contra a Petrobrás, inclusive, o rombo de milhões de dólares ao erário que a empresa deu ao comprar uma refinaria em Pasadena, nos EUA, e o fato de ela, como ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração, não saber que a coisa era um péssimo negócio, podem tornar sua campanha muito mais difícil. Nos próximos meses, que antecedem a Copa do Mundo, a presidente, que já era a bola da vez, vai entrar em campo acompanhada de possíveis superfaturamentos, "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho" e muitas outras coisas, para deleite da torcida do time da oposição e dos cidadãos honestos deste país.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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CPI DA PETROBRÁS

Por que será que Fernando Henrique Cardoso é contra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás?

Aldo Matachana Thomé aldo@projex.com.br

São Paulo

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TIRO PELA CULATRA

Está certo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em não apoiar a criação de uma CPI, como quer Aécio Neves, para investigar a compra desastrada da refinaria de Pasadena, EUA, que causou um prejuízo de US$ 1,2 bilhão à Petrobrás e minar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, principal alvo do obscuro negócio. Primeiro, a criação de uma CPI demanda tempo e dinheiro e, se criada, o assento principal, como sempre, ficará com os "companheiros", e os opositores como simples coadjuvantes. Segundo, vai virar nada e ainda a presidente poderá sair fortalecida, pois sua confissão de que assinou um contrato milionário sem a devida atenção será usada como um ato de coragem e honestidade, e jogará o ônus, pois isso aprendeu muito bem com seu padrinho, o ex-presidente Lula, do monumental prejuízo a "aloprados" que apresentaram um "resumo" de um contrato falho e incompleto. Se hoje, com todos os contras, a reeleição da presidente é quase certa já em primeiro turno, segundo última pesquisa do Ibope, lá na frente, com a poeira assentada, vai ser uma barbada.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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ESTÁDIO DE BRASÍLIA

É um escândalo que o Estádio Mané Garrincha (DF) tenha custado absurdo R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos, sendo que cada assento do mesmo teve um custo 62% mais caro do que a média dos demais estádios da Copa do Mundo do Brasil, de 2014, que já são caros. Há forte suspeita de superfaturamento e do desvio de ao menos R$ 431 milhões. O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), deve responder civil e criminalmente por tamanho descalabro, assim como os demais responsáveis, que não podem ficar impunes e terão de devolver o dinheiro aos cofres públicos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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A CONTA DO ESTÁDIO

"Custo do Estádio Mané Garrincha dobra e chega R$ 1,6 bilhão." Quem será que irá pagar por isso? Dilma, Lula ou a sofrida sociedade, que não suporta mais pagar tantos impostos para matar a fome do maldito leão do Imposto de Renda?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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ELEFANTE BRANCO E CARO

Claro que ninguém colocaria no "orçamento" o custo dos "mensalões públicos" à cúpula política concentrada em Brasília. É claro que a construtora que assumiu o "pepino" sabia que o pepino era só "pagar os diversos pedágios", principalmente do PT e do PMDB. O maior problema do Mané Garrincha será garantir sua manutenção, com a meia dúzia de gatos pingados que irá assistir aos jogos lá, depois da Copa. Ou terá de ser bancado pelo Estado ou será um elefante branco da megalomania de políticos ladrões. Sempre poderá ser um local para os políticos manterem sua forma física.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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SUPERFATURAMENTO?

Estádio Mané Garrincha superfaturado, Arena do Corinthians sem dinheiro público. Carneirada vai sendo tosquiada sem berrar. Isso é Brasil! Só rindo, para não chorar.

Aloisio A. de Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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A CULPA É DA COPA

O problema não são os R$ 33 bilhões investidos nos 12 estádios que sediarão os jogos da Copa. O problema é justamente a falta de investimento no que é realmente necessário. O que vocês acham que é mais necessário? A Arena Amazônia, com seus 42 mil lugares, que sediará quatro jogos da primeira fase do campeonato, ou um hospital decente para a população ribeirinha? Arena Pantanal, em Cuiabá, idem! O mais interessante é que o governo federal alega falta de recursos para a construção de novos hospitais e escolas, alega desconhecimento do problema quando denúncias envolvendo pacientes mortos esperando por socorro em hospitais acontecem, alega que não são verdadeiras as denúncias de alunos tendo de estudar apenas em dias alternados por falta de carteiras em escolas. Mas, quando se trata de investimentos para a Copa do Mundo, ah, aí se dá um jeito e a falta de recursos antes informada dá lugar a um cronograma de investimentos. R$ 10 bilhões, R$ 20 bilhões, R$ 33 bilhões... Outro ponto de atenção: a violência. Não seria mais prudente se, ao invés de investir R$ 33 bilhões em infraestrutura, o governo investisse pelo menos R$ 3 bilhõezinhos em segurança? R$ 5 bilhões em saúde e R$ 5 bilhões em educação? Para o governo, e tomando como exemplo o cronograma de investimentos apresentado, alguns bilhõezinhos não são "nada", mas, acreditem, R$ 5 bilhões investidos em educação fazem toda a diferença para nós. É, Brasil, conseguiu a Copa, certamente conseguirá o hexacampeonato no Brasil, conseguiu que o mundo inteiro centralizasse aqui os seus holofotes, só não consegue melhorar nossa saúde, nossa educação e nossa segurança. E a nós, brasileiros, cabe não nos contentarmos com a política do pão e circo (em referência à política da Roma Antiga "panis et circense") que nos foi imposta. Chega de nos contentarmos com o mínimo de comida e um grande show que ganharemos com a Copa do Mundo no Brasil. É esperar para ver... Ver as próximas desculpas do governo, o destino que terão as Arenas Pantanal e Amazônia, a violência durante os jogos da Copa, o trânsito (que os investimentos na tal infraestrutura prometeram melhorar) e até mesmo o resultado do campeonato. Brasil, pentacampeão de futebol e tanto ainda a aprender.

Antônio Dias Neme professorneme@ig.com.br

São Paulo

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PAÍS DE APROVEITADORES

O aluguel de imóveis perto do Itaquerão para a Copa do Mundo custa até R$ 390 mil. Você está assustado? Esse sempre foi o comportamento do brasileiro, louco para tirar vantagem. Não é somente a Copa do Mundo que gera tanta especulação e preços abusivos. Em bairros onde passará o metrô, construções de novos apartamentos custam R$ 18 mil o metro quadrado. Vendem o metrô, mas não entregam. Essa é uma atitude de país pobre, com gente mais pobre ainda. Ao invés de o brasileiro estar preocupado em mostrar ao turista um país limpo, organizado e seguro, como se vê lá fora, vai mostrar a desorganização, a violência, a sujeira e outras coisas mais. Que tristeza, o Brasil tem a fama de ser o país dos espertalhões, ou seja, dos aproveitadores, dos desonestos. Até site falso de ingressos para a Copa inventaram. Dá para acreditar? Que feio!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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'IMPRENSA DE ESQUERDA OU IMPRENSA DE DIREITA'

Por ocasião do artigo de quinta-feira "Imprensa de esquerda ou imprensa de direita" (20/3, A2), quando um cidadão critica o governo federal e suas atitudes ele tem respaldo e direito garantidos pela Constituição. Hoje no Brasil pessoas que criticam o governo são chamados de "direita reacionária". Que direita? Quem é direita no Brasil? O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, foi eleito após pedir a bênção de Paulo Maluf, figura máxima da direita do País. Dilma tem na sua base de apoio nada menos que José Sarney e Fernando Collor, dois senadores provenientes do pior conservadorismo do Nordeste, e os ministros Edison Lobão, Garibaldi Alves e outros, hoje do PMDB, mas provenientes do antigo PFL (sucessor da Arena dos tempos do governo militar). Assim, não temos mais no País a visão "de esquerda ou de direita", mas, sim, o ético e o antiético; a honestidade e o banditismo. Com quem ficaremos?

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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O VALOR DO DEBATE

É lamentável quando alguém se recusa a ler uma reportagem de jornal por alegar que tal redige pró ou contra o Estado. É fato que os jornais podem ter ora comportamento de direita, ora de esquerda, mas eles estão bem mais sofisticados do que isso. Não são mais meros veículos informativos nem se limitam às tais posições simplistas, como bem explicado por Eugênio Bucci ("Imprensa de esquerda ou imprensa de direita", 20/3, A2), e, sim, são grandes formadores de opinião. Nada é mais saudável na esfera política que o debate e, diante dessa riqueza que temos nos meios de informação, a visão do jornal está aí para ser refletida, comparada, não sendo aceita, portanto, como presunção.

Jefferson Rodrigues jeffersonrsousa@yahoo.com.br

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