Fórum dos Leitores

REFINARIA DE PASADENA

O Estado de S.Paulo

23 Março 2014 | 02h07

Os belgas e o Brasil

Tudo tem limites. Não sou dado a arroubos patrióticos, mas agora me sinto bastante ofendido. É o cúmulo "os belgas" enganarem os brasileiros (PT, Lula, Dilma, Mercadante, Palocci, Gabrielli, Cerveró, Dirceu, Falcão, etc.) que, com exaustivo esforço, lideram este país há quase 12 anos. Foi um verdadeiro conto do vigário: venderem por US$ 1 bilhão (isso me lembra quando aqui, em São Paulo, o pessoal vendia o Viaduto do Chá) o que valia US$ 100 mil e por isso merecem uma única resposta: vamos jogar alguns embargos infringentes - sei que Joaquim Barbosa não vai concordar, mas os representantes do PT no Supremo Tribunal Federal (STF) vão driblar o obstáculo - em cima deles. E se eles não devolverem o dinheiro, a gente convoca a Petrobrás, faz uma assembleia e declara guerra, com o imediato bloqueio petrolífero da Bélgica. As nossas tropas, sem nenhuma sombra de dúvida, pela competência demonstrada, deverão ser lideradas pelo marechal Lula e seu poste (que, com certeza, contarão com o apoio do Maluf). Eu cheguei a pensar em sugerir também a invasão de Pasadena, porém é meio perigoso mexer com os americanos. Sinceramente, não esperava isso dos belgas, sempre os achei tão sérios... É uma pena.

JOÃO CARLOS CORREA

taiga.tai@hotmail.com

São Paulo

Negócios suspeitos

Com tanta corrupção e "malfeitos" sempre com o envolvimento dos mesmos caciques, seja direta ou indiretamente, ainda há ministros do STF que dizem não existir quadrilha!

MARCO AURÉLIO REHDER

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

Jurisprudência

Que a celebrada doutrina que contempla o "domínio do fato", graças à tipicidade do caso, arrole para a apuração do ocorrido todas as criaturas envolvidas na nefasta aquisição da refinaria.

CAIO AUGUSTO BASTOS LUCCHESI

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

Ré confessa

O estrago causado, de milhões de dólares, na compra da tal refinaria no Texas, agora explicada em detalhes, já tem uma ré confessa: a presidente da República!

EDUARDO A. DE CAMPOS PIRES

eacpires@terra.com.br

São Paulo

Responsabilização

Da série perguntar não ofende: no caso Pasadena, tamanho descalabro com dinheiro público, não caberia impeachment ou, na melhor das hipóteses, a sra. Dilma ficar inelegível? Pasadena é só mais um caso que se sabe do lulopetismo. E o que não se sabe? Aliás, eles ainda vão culpar o povo brasileiro pelas mazelas que estão aparecendo.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

Negócio da China

Para os belgas, que adquiriram uma refinaria por US$ 40 milhões e após um ano conseguiram repassar apenas metade dela à Petrobrás pela "bagatela" de US$ 360 milhões. A assombrosa disparidade de números levanta suspeitas sobre a lisura da transação. Quem levou e quanto? Todo o Conselho de Administração da Petrobrás, não só a "presidenta", deveria ser responsabilizado pela negociação manifestamente danosa para a empresa.

MARISA D. S. AMARAL

gatarada@uol.com.br

São Paulo

Do jeito que as explicações estão sendo dadas, não há dúvida: o Conselho da Petrobrás na época da compra da refinaria de Pasadena era apenas um amontoado de cabides de jacarandá.

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

Renúncia e devolução

Com toda a celeuma levantada sobre a operação de compra da refinaria de Pasadena, aprovada pelo Conselho da Petrobrás, vai uma sugestão: que todos os conselheiros que ainda estão no cargo apresentem a sua renúncia em caráter irrevogável. E que esses e os outros que já deixaram o Conselho devolvam todos os rendimentos recebidos.

ARTHUR BIAGIONI JR.

biagioni.jr@gmail.com

Campinas

Conselheiros

Que os srs. José Sérgio Gabrielli, Antônio Palocci, Jaques Wagner, José Eduardo Dutra e Dilma Rousseff tenham "deixado passar" um resumo incompleto da Diretoria Internacional da Petrobrás é duro de aguentar, mas, com boa vontade, dá-se um desconto. E o sr. Jorge Gerdau, será que deixaria passar nas suas empresas um resumo incompleto dessa ordem? Que belo Conselho de Administração!

EDGAR GUSMÃO DIAS DA SILVA

edgarsilva@mpc.com.br

Campinas

Os srs. Jorge Gerdau e Claudio Luiz Haddad são empresários de sucesso, pelo que se sabe. Assim, também gostaria de saber se em suas empresas eles tomariam decisões sem ler todas as cláusulas dos contratos.

JULIO C. TESHAINER

jcteshainer@terra.com.br

São Paulo

Novelão

Depois da demissão da diretoria da BR, Nestor Cerveró ficará como bode expiatório? Ou vai abrir a boca? Será um novo mensalão? Em breve veremos cenas dos próximos capítulos.

NELSON PEREIRA BIZERRA

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

Viagem conveniente

É, no mínimo, estranha, para não dizer conveniente, essa "viagem de férias" para a Europa do responsável pelo resumo com "informações incompletas e parecer técnica e juridicamente falho", recebido por dona Dilma, sobre a compra da tal refinaria sucateada. O certo não seria a presidente chamar o sr. Nestor Cerveró para esclarecer os fatos? Aí tem...

MARINA R. BLANCO

mmalufi@terra.com.br

Olímpia

Pizza texana

Os atos e atitudes do governo mudam a língua portuguesa. Depois de Henrique Pizzolato "ser fugido", chegou a vez de Nestor Cerveró "ser saído de férias". Pizza texana no Planalto.

NELIO ESQUERDO

nelioesquerdo@terra.com.br

São Paulo

Dupla cidadania

Será que o tal Cerveró tem cidadania de algum país da Europa?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

O ESCÂNDALO DE PASADENA

Dilma Rousseff venceria hoje as eleições com 43% dos votos, segundo o Ibope. Mas só agora, depois dessa pesquisa, é que veio a público o megaescândalo de que a Petrobrás perdeu, numa negociata malandra, nada menos do que R$ 2,7 bilhões quando Dilma presidia do Conselho de Administração da estatal do petróleo e era chefe da Casa Civil da Presidência - isso depois de comandar o Ministério de Minas e Energia. Ela estava por dentro de tudo sobre a compra da Refinaria de Pasadena, mas, como Lula, ela disse que não sabia de nada e que foi induzida a erro pelos seus assessores. Essa tal de SBM Offshore levou todo esse dinheiro sozinha? A troco de quê? A população consciente deste país exige que se crie rapidamente a CPI da Petrobrás a fim de descobrir para onde foi toda essa dinheirama. É preciso saber se, depois da justa distribuição das propinas, o principal da fortuna não foi para os cofres do PT para consolidá-lo na permanência do poder. Porque quem faz uma faz duas. Porque sem dinheiro não há poder. Quando surgiu o mensalão, a oposição, temerosa, titubeante, não teve a devida coragem de pedir o impeachment de Lula, sendo ele o verdadeiro mandante do crime. A vantagem de Dilma sobre seus adversários se sustenta, entre outros motivos, porque a maioria absoluta dos eleitores, 56%, tem pouco ou nenhum interesse pelas eleições e tampouco está por dentro dessa negociata. Então, cabe aos principais candidatos à Presidência em seus pronunciamentos levar ao conhecimento público, de todas as classes, esse escândalo escabroso que não pode permanecer impune em hipótese alguma. Por que não pedir o impeachment de Dilma Rousseff? Falta coragem da oposição outra vez? Se Dilma se omitiu ou concordou com essa patifaria, que ela pague por isso. Dois bilhões e setecentos e cinquenta milhões é muito dinheiro. Isso tem de ser investigado a fundo. Com a palavra, a oposição, ela está aí para isso.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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TROCA DE PILOTO

Após as fortes turbulências do mensalão, que não provocaram grandes rupturas na estrutura do jato petista, obrigando-o a um pouso de emergência e abandono da aeronave, parece-me que agora que, sob o comando da copilota Dilma Rousseff, as coisas parecem se estremecer e provocar um pouso forçado para troca de piloto, este ainda com seu brevê validado, ou talvez - o que melhor seria para a Nação - que essa aeronave desaparecesse do radar eleitoral "per omnia secula seculorum" (até o fim dos séculos).

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão

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ALTERNÂNCIA DE PODER

Dilma Rousseff, como presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, em 2006, ao dar seu voto para a aprovação da compra da refinaria em Pasadena, no Texas (EUA), provocando um prejuízo bilionário à empresa, demonstrou ser uma pessoa incapacitada para gerir negócios. Por essa e por outras decisões falhas, como presidente da República, está levando o País a uma recessão, com risco de colapso na oferta de energia, de inflação em alta, dos preços de alimentos em disparada, portos, aeroportos, rodovias e ferrovias em péssimo estado de conservação, saúde, educação e segurança falidos e, o pior, as instituições democráticas desmoralizadas. Persistir neste desgoverno vai alimentar a corrupção, a impunidade, a mentira e o cinismo. A alternância de poder faz bem à democracia.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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INCÚRIA TOTAL

A grosseira falha da presidente Dilma Rousseff, confirmada por ela mesma, como presidente do Conselho da Petrobrás ao dar seu aval para que a empresa comprasse a refinaria de Pasadena, nos EUA, baseando-se tão somente em parecer "falho e incompleto", foi o mesmo que assinar em papel de pão. Por isso merece investigação profunda das autoridades competentes. Ato-falho também cometeu o ex-ministro Antonio Palocci, o atual governador da Bahia, Jacques Vagner, e os demais subservientes sentados à mesa, que aprovaram por unanimidade a obscura transação, que causou um rombo US$ 1,2 bilhão à já combalida petroleira na época. Aliás, assinar sem ver, sem ler é contumaz no pessoal do PT, José Genoino já alegou essa incúria no episódio do mensalão, quando milhões do dinheiro público foram para o ralo. Num país sério, com certeza, dois cargos públicos, hoje, estariam vagos: a Presidência da República e o de governador da Bahia. Incluindo o autor do contrato (resumo) "furado", hoje diretor financeiro da BR Distribuidora, Nestor Cerveró, o prejuízo pode ser dividido em partes iguais (US$ 300 milhões) aos autores da façanha. Nada que uma "vaquinha" dos amigos do ilícito não possa resolver. Cheguei a não acreditar na lojinha de R$ 1,99...

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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DESPREPARADA

Ao admitir que assinou o contrato de compra da refinaria de Pasadena sem ler todas as suas cláusulas, mesmo sabendo que a sua assinatura seria a mais importante de todas, já que ela era a presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Dilma mostrou aos brasileiros por que o País vem descendo a ladeira desde que ela assumiu a Presidência da República. Trata-se simplesmente de incompetência. A mesma incompetência que ela já havia demonstrado quando comandava uma simples lojinha que vendia artigos baratos, e que faliu. Esse imenso prejuízo de mais de US$ 1 bilhão que ela causou à Petrobras é café pequeno se comparado com os incomensuráveis prejuízos à economia, à saúde e à educação do nosso país, que ela vem causando desde que foi eleita. O prejuízo da Petrobrás já era. Mas os demais poderão ser reparados se o povo brasileiro se conscientizar de que caiu no conto boa gerente e tirar da Presidência quem nunca esteve preparada para o cargo.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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A VERDADE VEIO À TONA

Aquele conceito de capacidade de levar tudo em cima da pinta que a presidente sempre tentou passar cai por terra abaixo com a divulgação da condição (ela sabia de tudo) e aprovou a aquisição da refinaria em Pasadena. Apesar de não acreditar, tenho esperança de que tudo seja devidamente apurado e ela pague. Pelo que conhecemos do PT é difícil acreditar que, além da burrada, não houve desvio de verbas (como sempre fazem) jogando a conta para nós, pobres contribuintes, que sempre estamos com as mãos amarradas e pagamos a conta.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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PETROBRÁS, UMA NOVELA SEM FIM

A Petrobrás, atualmente, virou manchete e diariamente aparece na primeira página dos principais jornais brasileiros, por dois motivos: a aquisição da refinaria de Pasadena por um preço superfaturado em 2006 e a denúncia de pagamento de propinas a funcionários pela empresa holandesa SBM Off Shore. Enquanto Brasília está pegando fogo, em razão das denúncias publicadas, Nestor Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás e atualmente diretor financeiro da BR Distribuidora, saiu em férias e viajou para a Europa; o ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli informou que não falará mais sobre a aquisição da refinaria; Graça Foster, atual presidente da Petrobrás, se fantasiou de "mulher invisível" e sumiu; e a presidente Dilma Rousseff está em campanha eleitoral, entregando casas populares e tratores pelo Brasil afora, em busca de mais votos. Enfim, fica a pergunta no ar: de quem é a culpa pela má administração da Petrobrás? Pela primeira vez, vou concordar com Lula: a culpa é de FHC. A culpa é de FHC, porque ele não privatizou a Petrobrás durante o seu governo. Ironia à parte, pois sabemos o porquê de ele não ter privatizado a companhia, a culpa é de todos os brasileiros que sempre criticaram o programa de privatizações do governo FHC. Atualmente, quem está melhor: as empresas privatizadas (telefonia, Embraer, CSN, etc.) ou a Petrobrás?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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CONSELHOS APARELHADOS

Assusta-nos o quanto os petistas ignoram de administração. Primeiro, foi o ex-presidente do partido alegando inocência por ter assinado documentos do mensalão, "somente" por ser presidente do partido à época. Ora, sr. Genoino esqueceu que a função de presidente traz toda essa responsabilidade, assumiu-a supostamente por ter inteligência para exercê-la, não tem como fugir. Internacionalmente, e a maioria das grandes empresas brasileiras também segue, há as regras da "Sarbanes-Oxley". Tais regras agregam mais qualidade e segurança à fraude na gestão das empresas. A Petrobrás certamente busca observar essas regras. Todo o Conselho da Petrobrás tem responsabilidades definidas e segue regras iguais ou até mais restritas. Nesse contexto, deter a presidência de entidade ou do conselho da empresa, decidir pelo que é da competência dessa função e depois alegar ignorância e, por isso, inocência, além de totalmente descabido, é um insulto. Resulta em uma desqualificação da inteligência administrativa dos brasileiros, assim como já jogaram na lama os conceitos de ética e da punibilidade. Seria interessante as reportagens do "Estadão" explorarem quem é participante dos conselhos de estatais, em todos os níveis, de forma a trazer a público o aparelhamento que fizeram. Certamente, deve haver quem lá esteja apenas para coletar alguma remuneração, sem nada contribuir para a qualidade da gestão, contrariando os bons princípios de agregar nesses conselhos competências complementares e independentes que assegurem o sucesso das empresas.

José Simões Neto Jose.simoes@thothsimuladores.com.br

São Paulo

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MAU PRECEDENTE

Aceitação de informação incompleta e falha + exame deficiente + decisão totalmente falha = presidenta incompetenta, como queríamos demonstrar. Convém verificar as decisões quanto à maior obra concluída do PAC, o Porto de Mariel.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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TEMOS SANGUE DE BARATA?

Tendo como norte a afronta cometida contra os cofres do Tesouro Nacional (os da Petrobrás já estão vazios, não é?) em terras de Pasadena, nos Estados Unidos, será que, novamente, a nossa oposição marca barbante à quadrilha montada e obviamente comandada pelo PT vai esperar Dilma "sangrar até as eleições", da mesma forma que tentou fazer com o mandante de tudo o que está aí e, por isso mesmo, caiu do cavalo? Minha indagação tem procedência porque por meros R$ 10,00 qualquer "gerentezinho" de boteco é posto no olho da rua! Já passa da hora de criarmos vergonha na cara. Ou será que todos, inclusive as Forças Armadas, temos sangue de barata?

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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PASADENA

É só mais um escândalo, não vai dar em nada.

Angelo Antonio Maglio Angelomaglio@terra.com.br

Cotia

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PROVA DEFINITIVA

A presidente Dilma deveria estar na cadeia junto com José Dirceu e os demais criminosos condenados no mensalão, ou alguém acredita que ela não sabia o que seu antecessor fazia na Casa Civil? O escândalo da Petrobras é a prova definitiva que essa senhora não possui qualquer vestígio de competência para ocupar a Presidência da República ou qualquer dos outros importantes cargos que ocupou. Se essa infeliz tivesse um traço de humildade para enxergar o quanto sua incompetência já custou ao País, ela pediria para sair.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO

Em sua coluna "Feitiço Invertido" (20/3, A6), Dora Kramer sintetiza as peripécias dos governos Lula e Dilma na gestão da Petrobras, que redundou no desmonte da maior empresa brasileira. Desde pequenos casos, como o Land Rover do Silvinho, aos que agora são dados a conhecer, como a negociata (maracutaia, como diria o Lula quando na oposição) da Refinaria de Pasadena ou o caso do suborno de US$ 30 milhões no aluguel das plataformas da SBM Offshore. O que Dora Kramer esqueceu de mencionar é que na campanha eleitoral entre Fernando Henrique Cardoso e Lula, esse acusou o candidato do PSDB de, se eleito, promover a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil, num verdadeiro terrorismo eleitoral. Hoje vemos que, se a Petrobras tivesse sido privatizada, provavelmente as trampolinagens dos petistas e sindicalistas teriam sido evitadas, pois a empresa teria adotado um padrão de governança corporativa mínimo, o que não existe em empresas tocadas pelo governo petista, com propósitos escusos e eleitoreiros.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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QUADRILHA?

Que absurdo! Lendo a matéria completa e estarrecedora do "Estadão" de 20/3 (páginas A4 e A5), fico pensando como pode tanta gente envolvida na aprovação/compra da Refinaria de Pasadena, ministros e parlamentares indicados pelo presidente Lula (PT), dentre tantos a atual presidente Dilma (PT), na época ministra-chefe da Casa Civil, ministro Antonio Palocci (PT), ministro José Dirceu (PT), senador Delcídio Amaral (PT) e tantos outros que davam suporte às decisões da presidência, José Sergio Gabrielli (PT) e o atual governador da Bahia, Jacques Wagner (PT). Já que não se pode mais falar em quadrilha, após este termo ter sido praticamente abolido após a indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), srs. Teori Zavascki e Luis Roberto Barroso, pela própria atual presidente do Brasil sra. Dilma (PT), os quais livraram da prisão em regime fechado os principais organizadores do mensalão, devemos ao menos classificar toda esta gente de incompetentes, visto que uma decisão tomada com base em documentos incompletos e falho é inaceitável, ainda mais se tratando de operação que causou um prejuízo mais de R$ 2,7 bilhões, o equivalente a mais de 40 mil casas populares. Duvido que, antes de se tornarem políticos, tomariam uma decisão de comprar um imóvel para uso particular sem análise de mercado. Empresas que têm dono jamais tomariam decisões em negócio desse porte, sem análise profunda do negócio, elaborada por pessoal altamente qualificado com parecer técnico de auditoria independente. O Brasil virou a casa da mãe Joana (PT), com o perdão a todas as Joanas brasileiras.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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RESUMO

O escandaloso, mal explicado e colossal prejuízo de mais de US$ 1 bilhão da Petrobrás no imbróglio Pasadena, Texas, resume-se em duas palavras: presidenta incompetenta. Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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CONIVÊNCIA

Alguém acredita em tamanho despreparo, de tantos setores envolvidos na compra de Pasadena, dentro da Petrobrás? Para mim, é evidente a conivência, como em tantos negócios nebulosos que a envolvem. E a presidente, auxiliar de confiança do ex, já não o fora no governo anterior (conivente, no mínimo)? Uma comissão presidida pela situação é um absurdo, e redundará no mesmo que vimos no STF, com os ministros comprometidos. As quadrilhas, infelizmente, proliferam e esperamos atitudes independentes do Ministério Público, da Procuradoria-Geral da União, do Tribunal de Contas da União.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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PIZZA

Como tudo e como sempre, mais uma vez cabras tomaram conta da horta. No caso da negociata da refinaria de Pasadena, comissão da Câmara que julgará a Petrobrás é composta por maioria de governistas. Quanto a nós, o povo brasileiro, já ciente e calejado de tantas falcatruas, só nos resta escolher o sabor da pizza. Eu, por exemplo, não vou abrir mão da mexicana.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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MANCHETE MENTIROSA

A manchete principal do "Estadão" de 20/3, "Dilma tinha acesso a detalhes da compra de refinaria", é mentirosa. A exemplo de Lula no episódio do mensalão ("não sei, não vi, desconheço"), a então presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, a gerentona Dilma Rousseff, desconhecia detalhes de um negócio que custou pouco mais de US$ 40 milhões para um país e quase US$ 2 bilhões para nós, brasileiros. No Japão, país mais sério, o responsável faria um haraquiri, mas aqui... a culpa nunca é de ninguém.

Luís Cláudio Marchesi pmarchesi@globo.com

São Paulo

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UM REFINADO GOLPE?

Este "imbróglio" da compra de uma refinaria em Pasadena (EUA) não poderia mesmo dar boa coisa. Senão vejamos: a Petrobrás presidida por Sérgio Gabrielli, sindicalista que hoje ambiciona o governo da Bahia, o Conselho de Administração presidido por Dilma Rousseff, cuja experiência administrativa na iniciativa privada se limita a uma loja de R$ 1,99, e, tendo entre outros membros, os notórios Antonio Palocci e Jaques Wagner, que por sinal elegeu-se governador da mesma Bahia. Então, considerando que a Petrobrás possui uma bem montada divisão jurídica, é espantoso que o Conselho tenha autorizado uma compra no valor de US$ 360 milhões, baseando-se somente num resumo apresentado por um diretor de área. É quase impossível que qualquer advogado não tivesse notado o potencial desastroso da cláusula contratual "Put Option", que causou outro rombo de US$ 820,5 milhões. Aliás, a companhia é uma verdadeira heroína nacional - nos dois sentidos, ou seja, para a classe política é uma droga viciante, que todos buscam sofregamente; no sentido feminino de herói é que ela se destaca, pois vem resistindo bravamente às más intenções e incompetência dessa mesma classe política. Entre as peripécias a que foi obrigada, a Petrobrás chegou a comprar petróleo árabe a prazo, para vendê-lo à vista no mercado de Roterdam com prejuízo, para cobrir o rombo do Banco do Brasil na época. Apesar de tudo, ela vem resistindo, mas tudo tem um limite.

Nestor R. Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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MEA CULPA

O artifício do "eu não sabia" evocado pela presidente Dilma no imbróglio da compra da Refinaria de Pasadena é conversa para boi dormir. Desconhecimento de leis contratuais não exime nem atenua responsabilidades. O discurso da presidente é irritantemente defensivo. Seria melhor e mais honesto se fosse em tom de "mea culpa".

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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PETROBRÁS E VALE

Os execráveis detalhes de mais um mezzo a mezzo, "incompetência & rapinagem", perpetrado pelos lulo-incompetentes na Petrobrás, explicam o ódio irracional do presidente Lula e seus mentores a Roger Agnelli, ex-presidente da Vale do Rio Doce. Que cambada! Se o caso da Vale foi privataria tucana, segundo a ideologia do PT, o que é a rapinagem petista na estatal de petróleo?

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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FAZENDO 'O DIABO'

Dona Dilma disse que poderia fazer "o diabo" para ganhar a eleição. Seu vaticínio começou, ela esticou a corda para o Congresso Nacional, ajoelhou-se diante do blocão e satisfez a fome voraz dos seus aliados. Não existe almoço grátis, muito menos em Brasília. O custo Brasil está um caos. O aumento da energia elétrica ficou para 2015. Após as eleições tudo pode acontecer, o aumento dos combustíveis, o aumento da inflação, aumento de impostos, o desemprego e a crise social. O ano de 2015 promete grandes e importantes mudanças. Se para melhor ou pior, vai depender do voto do cidadão.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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BARGANHA POLÍTICA

Lamentável o espetáculo de barganha política que o PT e os partidos da chamada base aliada estão exibindo à perplexa sociedade brasileira. São beicinhos, cochichos, muxoxos, más intenções fingidas e rebeliões festivas que envergonham o pobre contribuinte. Com pilhas de projetos de importância, referentes a questões de interesse público, alguns há décadas encalhados nos porões do nosso desprestigiado Congresso, as principais agremiações e seus duvidosos líderes estão empenhados numa mesquinha luta por espaço político visando a satisfazer basicamente as ambições particulares de poder. Com uma drástica redução dos dias de trabalho neste ano de oba-oba e eleições, sem alteração dos salários dos deputados, senadores e apaniguados que pululam nos gabinetes, o nosso Parlamento gastará incríveis R$ 23 milhões por dia em 2014. Trata-se de um preço demasiadamente alto para manter uma democracia onde o voto é obrigatório, os representantes do povo se engalfinham, sem nada produzir em nome de seus representados e os dois poderes estão dominados e aparelhados pelo executivo, ansioso também por amordaçar os meios de comunicação através da tentativa de imposição de suspeitos marcos regulatórios. Não há dúvida de que a democracia é o melhor dos sistemas mas se sua relação custo-benefício atinge níveis desumanos, como parece ser o caso nessa terra de pindorama, isso significa que está mais do que na hora de rever o modelo vigente. Mas por aqui, quem estará interessado em tal revisão? Só resta bradar desesperadamente por socorro!

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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REFORMA MINISTERIAL

O ministério de dona Dilma é tão vasto, tão sem propósito, que a troca de meia dúzia de ilustres desconhecidos que deixam meia dúzia de cargos de coisa nenhuma, para a entrada de outros ilustres desconhecidos, além de confirmar que nossa presidente se dobrou à chantagem do PMDB, serve para quê? É melhor nem anunciar esse tipo de maracutaia, o Brasil que trabalha honestamente agradece...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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NOVOS MINISTROS

Outra vez se trocou seis por meia dúzia.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Vicente

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FAZENDO AS CONTAS

Nas trocas, a grandeza dos números do ministério da presidenta Dilma. Dos 39, serão 6 por 1/2 dúzia.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A INSATISFAÇÃO E AS VAIAS

A presidenta Dilma Rousseff foi vaiada no Estado do Tocantins, em protesto ocorrido em evento do Minha Casa, Minha Vida. São vaias que devem ser acrescentadas a tantas outras ocorridas em regiões diversas do País, em patente demonstração do estado de insatisfação que reina no País, de nada adiantando a presidenta passar regras de conduta ou de comportamento em resposta, porque as manifestações brotam em decorrência de seu governo. Pelo visto, ainda será vaiada muitas vezes, devendo ficar oculta para evitar os apupos, inclusive nas solenidades da Copa do Mundo. Neste passo, cabe um questionamento: diante de tantas vaias, como as pesquisas podem assegurar que dona Dilma ganhará a eleição no primeiro turno ou mesmo no segundo? Que mistério impulsiona essas votações das pesquisas?

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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ANTIBIÓTICO DE LARGO ESPECTRO

Não sou médico, mas meu saudoso pai era, e dos bons! Lembro-me perfeitamente de que quando algum paciente, da família ou de sua clientela, estava com uma infecção séria, ele ministrava um antibiótico de largo espectro. Ou seja, um medicamento que combatia todas as bactérias que assolavam aquele organismo doente. Da mesma forma o poder de nosso país está infectado e precisando de um "tratamento de choque". Precisamos de um "remédio" que combata todas as "bactérias" que se instalaram no poder. Este poderoso remédio chama-se união das oposições! Sem essa combinação "medicamentosa", corremos o grave risco de a doença permanecer e, até, se agravar e muito, levando o "paciente" a óbito! Srs. políticos de oposição, Marina Silva, Aécio Neves, Eduardo Campos e Joaquim Barbosa, o mais recente "herói" nacional, em nome deste "organismo doente, agonizante", peço que olhem menos para suas carreiras individuais e unam-se formando uma chapa de "largo espectro" para combater esta infecção. As pessoas de bem deste país, em peso, votarão a apoiarão e lhes serão eternamente gratas.

Heymann A R Leite heymann.leite@gmail.com

São Paulo

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PROPAGANDA

Lamentável saber que o governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB-PE), irá gastar R$ 100 milhões em publicidade oficial, em seu final de governo, em seu Estado. Esse dinheiro deveria ser usado em saúde, educação e na melhoria de vida do sofrido povo pernambucano, e nunca em propaganda. Por aí se vê como estamos carentes de verdadeiros homens públicos no Brasil e como a classe política brasileira só pensa em si mesma, nos seus interesses pessoais, e nunca no povo nem nos interesses nacionais.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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QUEM PERDE É O BRASIL

Pelas estimativas de verbas que serão gastas em propaganda política para candidatos que irão concorrer ao cargo de presidente da República, ganhe quem ganhar, nosso amado Brasil será em 2015 um país bem mais pobre que é hoje.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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A CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA

A irresponsabilidade do governo Dilma-PT parece não ter limites. Preocupados em proteger a imagem de gestora da presidenta, já bastante arranhada pelos pífios resultados do nosso crescimento, o Ministério da Fazenda amplia sua criatividade e posterga o aumento nas contas do consumidor, necessário para o equilíbrio do setor elétrico, para 2015. Com isso pretendem evitar os riscos de perda no controle da inflação e dos resultados na próxima eleição. Assim, subliminarmente, mantém estimulado o consumo de uma energia que o Brasil não tem disponível. Para fazer frente à escassez de energia e o risco iminente do apagão, apela para as térmicas, que, pelos seus custos, sufocam as distribuidoras, que necessitam, neste momento, recorrer ao mercado livre para comprar mais energia. Tragédia reiteradamente anunciada pelos técnicos e especialistas isentos, obrigaria, hoje, o aumento das tarifas em perto de 23%. No próximo ano o acréscimo na conta deverá ser muito maior. Mas aí as eleições terão terminado. Se o PT vencer, o que torço e trabalho para não acontecer, a culpa terá sido de São Pedro e dos governos tucanos, que não se submeteram aos desvarios da presidenta. Se o PT perder as eleições, o prejuízo será do eleitor e o custo das correções de rumo, objeto de forte crítica do PT e seus aliados. Isso é um crime contra a economia popular. Embora estejam todos juntos, PT e governo, não combinaram nada e não podem ser acusados de terem formado uma quadrilha para dilapidar deliberadamente os cofres da Nação. Pelo menos seria esta a interpretação do Supremo, composto sob medida para absolver seus mecenas e apoiadores.

Milton Flávio M. Lautenschlager, presidente do Diretório Municipal do PSDB-SP miltonflaviol@gmail.com

São Paulo

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UM DIA

Por que será que nossa presidente Dilma Rousseff não usa também uma rede nacional de TV e rádio para fazer um pedido aos brasileiros que economizem água e paguem mais pela conta de luz? Deve ser mais fácil culpar São Pedro do que assumir a total falta de competência em gerenciar uma das mais importantes áreas do País (Minas e Energia, ministério que ela comandou no governo Lula). Os assessores de marketing devem proibir, pois deve ocasionar perda de votos, claro. Um dia o povo vai receber educação suficiente para não se deixar enganar.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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SETOR ELÉTRICO EM SINAL AMARELO

Por ordem expressa da nossa "chefa maior", ninguém ligado ao Poder Executivo pode usar um adjetivo ruim. Por exemplo: este ano é um ano hidrológico não bom. Também os petistas, que adoram o vermelho, vão ter de se curvar ao patriotismo, se limitando ao uso, exclusivamente, do verde ou do amarelo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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MAUS SINAIS

O governo diz que setor elétrico está em sinal vermelho; e nós complementamos, só para alertá-los mais uma vez, que o setor de abastecimento de água está em sinal vermelho para roxo; o setor da saúde está em sinal vermelho além de caótico; o setor segurança em sinal vermelho e abandonado; o setor de educação em sinal vermelho e falido; e o setor de transportes em sinal vermelho e podre.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE TEMPO?

O risco da falta de energia, que era no começo do ano, de acordo com o assustador ministro Lobão, totalmente descartado, passou para baixíssimo, baixo, 5% e agora já estamos no sinal amarelo. É bem possível que a situação de hoje reflita o esgotamento dos reservatórios que se iniciou em 2012, pela demora na utilização das térmicas. Questão de tempo?

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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NEGÓCIOS DE ELETRICIDADE

Empresa de Força e Luz é aquela que fornece eletricidade às residências, às indústrias, ao consumidor rural, etc. Para tanto, ela constrói, mantém e opera redes de distribuição, linhas de alta tensão e usinas geradoras de eletricidade. Quando não dispõe de eletricidade suficiente para suprir o seu mercado, compra em grosso de outros produtores. Para que o custo da eletricidade fique baixo e as tarifas em níveis que atendam ao poder concedente, a empresa otimiza a operação de seus reservatórios e de suas térmicas de tal forma que a compra em grosso, quando necessária, seja fora do pico e a mínima possível. Quando a falta de energia elétrica ocorre - por acidente ou por carência de oferta -, é dela, e só dela, a responsabilidade. Nunca do governo, de terceiros e muito menos do "sistema". Nessas condições, por ser um serviço público monopolístico, a empresa de eletricidade tem preferência nas concessões de usinas próximas à sua área de distribuição e responde por esses direitos com pesadas multas, incluindo a perda da concessão, nas hipóteses de apagões ou quebra de qualidade no fornecimento atestados por um poder concedente descentralizado, profissional e sem vínculos com partidos políticos. É esse arranjo organizacional simples e fácil de ser entendido que prevalece na maior parte do mundo. Respeitando os contratos vigentes, não será preciso inventar a roda para que o Brasil tenha uma energia confiável, barata e lucrativa aos investidores sérios. Basta que no próximo governo o ministro da área entenda - pelo menos - a natureza do negócio que irá gerir. Não é pedir muito.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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O ANDAR DA CARRUAGEM

Nós, brasileiros que já vivemos uma ditadura de direita, devemos abrir os olhos para o andar da carruagem deste desgoverno, pois tudo indica que os passos a caminho estão se delineando para uma ditadura de esquerda. Embora a "carruagem" esteja devagar como manda a cautela de seus carroceiros, o que assistimos na Venezuela, hoje em pé de guerra, é o caminho perfeito para ser igualada a Cuba, e o nosso desgoverno dando total apoio ao já sanguinário filhote do ditador Hugo Chávez, Nicolás Maduro. Prestemos muita atenção, por exemplo, no tal programa de Dilma Mais Médicos, que trouxe junto com os possíveis "profissionais" olheiros cubanos que com toda a certeza estão recebendo dinheiro nosso para num futuro se transformar em guardiões do "governo". Enquanto acharmos que o que acontece no país vizinho é um problema só deles, o nosso problema está sendo cozinhado em banho-maria. Ainda há tempo para dar um basta nesse desastroso caminhar.

Leila E. Leitão

São Paulo

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BRASIL E VENEZUELA

Na Venezuela, o chavismo está caindo de "Maduro". Aqui, o lulopetismo está caindo de podre.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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CRISE VENEZUELANA

Ate quando o Brasil vai ficar em cima do muro? É hora de mostrar liderança na região. Será que os EUA farão o papel que cabe ao Brasil? Sabe quando teremos assento permanente no Conselho de Segurança da ONU? Nunca.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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ESTRANHA COINCIDÊNCIA

A Venezuela está pegando fogo porque Maduro é verde! Talvez seja sua falta de experiência aliada ao excesso de gasolina a causa de tudo. Se o país fosse um ônibus, a história com certeza seria outra.

Eduardo Ciciliati eduardo.ciciliati@hotmail.com

São Paulo

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