Fórum dos Leitores

ECONOMIA

O Estado de S.Paulo

25 Março 2014 | 02h06

Nota rebaixada

Dilma Rousseff e Guido Mantega não fizeram a lição de casa, por isso a "professora" (a agência de risco Standard & Poor's) rebaixou a nota deles (do Brasil). Isso é que dá entregar o País para ser administrado por alguém que faliu uma lojinha de R$ 1,99. Pois é, Lula deixou-nos uma bela herança... maldita! Será que ele ainda tem certeza que quer eleger o terceiro poste?

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

A conta chegou

O "prêmio" por dona Dilma fazer um governo sem cuidar do controle das despesas públicas, apesar das advertências dos analistas, está aí, na redução da nota do Brasil pela Standard & Poor's. Não é possível governar o País com vista unicamente à sua reeleição. Além disso, foi um grave erro recorrer à "contabilidade criativa", alterando números relativos ao desempenho da economia com o intuito de enganar as pessoas. O governo Dilma conseguiu, em três anos, destruir tudo o que se construiu para a preservação do valor da nossa moeda. É muito possível que esses graves erros sejam cobrados nas urnas, recusando sua reeleição.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Ponto de equilíbrio

Declaração do ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges: "A economia está atingindo um ponto de equilíbrio muito grande esse ano e deve ajudar na recuperação da indústria" (Panorama Econômico, 22/3, B2). Então, ponto de equilíbrio (acredito que se referisse ao break-even point) tem tamanho? Como seria um ponto de equilíbrio pequenininho? E como essa coisa "muito grande" vai ajudar a recuperação da indústria? E o que acontece com os outros setores? Será que alguém entendeu essa frase? Socorro!

EDISON LOUREIRO

eddy.loureiro@gmail.com

São Paulo

COPA DO MUNDO

Contra os protestos

Vagner Freitas, presidente da CUT, afirmar que as manifestações contra a Copa são eleitoreiras, praticadas pela direita elitista, é uma aberração, pois os que são contra estão em todas as camadas sociais, todas as classes, apartidárias, pois todos reclamam dos bilhões gastos sem controle, sem sentido, quando poderiam ser aplicados em segurança, saúde, transporte, habitação e cultura, entre outras áreas. Copa que cria estádios gigantes que não serão aproveitados depois. Copa que vai mostrar, sim, os grande problemas do País, inibindo investimentos, afugentando empresas estrangeiras. País pobre em recursos financeiros tem de aplicar dentro de prioridades e a Copa, com certeza, não o era para a maioria da população, apesar do amor ao futebol.

PEDRO FORTES

pec.fortes@uol.com.br

São Paulo

O sr. Vagner de Freitas, da CUT, afirmou que os protestos contra a Copa "são eleitoreiros". Assim como Gleisi Hoffmann afirmou ser oportunista a oposição ao pedir esclarecimentos sobre os rombos na Petrobrás. Afinal, tudo o que eles fazem ou fizeram no País até hoje ou foi eleitoreiro ou oportunista. E os outros é que são cara de pau... Vamos ter muito mais disso pela frente.

JOSÉ ANTONIO GARBINO

garbino.blv@terra.com.br

Bauru

PETROBRÁS

Outro calote

O Brasil leva mais um calote, desta vez da Venezuela. O acordo previa que a Petrobrás teria 60% da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e a Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA), 40%. Os cofres da Petrobrás nunca receberam nada, mas o presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, chegou a anunciar à presidente Dilma, quando de sua visita àquele país em 2011, que "havia cumprido seus compromissos" com a empresa, entregado uma "mala de dinheiro em espécie", e negociado uma linha de crédito do Banco de Desenvolvimento da China. Onde está a mala de dinheiro em espécie que Ramírez disse ter pago ao Brasil? Enquanto isso, os brasileiros amargam mais uma conta. O valor do calote, US$ 20 bilhões, que está sendo divulgado será verdade? A Petrobrás foi procurada, mas disse que nada comentará. Eis aí mais um motivo para convocar uma CPI para investigar e punir, e não para as excelências ficarem trocando acusações e elogios. A sociedade está cansada desse teatro do Congresso.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Muy amigos

Com a Venezuela o nome do negocião do Brasil é Passadona - para trás. Em nós, claro, e o nosso (des)governo vai dando o maior apoio.

FLÁVIO CESAR PIGARI

flavio.pigari@gmail.com

Jales

Opep ontem e hoje

Nos anos 1970 quem sangrava o País financeiramente era a Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Hoje quem nos esfola (e também nos envergonha) é outra Opep, a Organização dos Petistas Exploradores da Petrobrás.

MAURÍCIO RODRIGUES DE SOUZA

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Congestionamento recorde

Sexta-feira 21 de março, por volta de 19 horas, novo recorde de trânsito na cidade de São Paulo, com 239 km de vias congestionadas. É o momento de darmos os parabéns aos responsáveis pelo incrível feito: o prefeito Fernando Haddad, o secretário dos Transportes, Jilmar Tatto, e os burocratas da CET. Eles conseguiram novamente!

FÁBIO AULÍSIO

faulisio@hotmail.com

São Paulo

Prefeito de 'parar o trânsito'

As decisões que o sr. prefeito toma em relação à mobilidade urbana da metrópole, baseadas em populismo descarado e "estudos" (?) com a profundidade de um pires, só ratificam o erro abissal que foi elegê-lo. Como usuário de transporte público, tomo a liberdade de dar algumas dicas para melhorar o serviço dos ônibus na capital paulista: semáforos que não apaguem ao primeiro sinal de vento e chuva, desobstrução e manutenção das galerias fluviais para impedir o alagamento das vias, poda e cuidado das árvores próximas dos corredores, aumento da oferta de ônibus e renovação da frota.

RENATO GENTILE ROCHA

rerocha65@gmail.com

São Paulo

CORREÇÃO

No artigo Tolerância, de Denis Lerrer Rosenfield (24/3, A2), onde se lê "160 milhões de agricultores familiares" - na produção de tabaco -, o correto é 160 mil.

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A FALÊNCIA DA PETROBRÁS

Com os R$ 2,76 bilhões de prejuízo causados pela autorização da compra da refinaria sucateada de Pasadena, no Texas (EUA), por dona Dilma Rousseff, quando era presidente do Conselho Administrativo da Petrobrás, e mais US$ 18 bilhões que deveriam ter sido pagos pela estatal petrolífera venezuelana (PDVSA) à Petrobrás e que tiveram de ser assumidos pela estatal brasileira na construção da Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, está explicada a falência da maior estatal do Brasil e grande orgulho dos brasileiros. A dupla de ilusionistas Dilma e Lula é a grande responsável por essa catástrofe. Dilma, pela irresponsabilidade na presidência do conselho, e Lula, pela irresponsabilidade de aceitar um "acordo de camaradas" com o finado fanfarrão Hugo Chávez, que nunca assumiu o compromisso acertado com Lula em 2005 de se responsabilizar por 40% do empreendimento em Pernambuco.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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MÁS NOTÍCIAS

Atualmente, a Petrobrás está gerando muito mais notícias ruins do que petróleo. Viva a administração Dilma!

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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NÓS VIMOS NO QUE DEU

O ex sr. Lula, com sua enrolação costumeira, agride seu ex-aliado, que hoje virou inimigo, falando no Paraná que Eduardo Campos "está aparecendo um jovem como em 1989, isso me preocupa, pois todos viram o que aconteceu", comparando o governador de Pernambuco a Fernando Collor. O Brasil viu e está vendo no que deu a eleição de Lula em 2002. Nós vimos no que deu a Petrobrás, que perdeu quase 60% do seu valor patrimonial em ações e perdeu mais R$ 18 bilhões com a PDVSA, da Venezuela, no acerto entre o senhor Lula e Hugo Chávez para a construção de refinaria em Pernambuco. Nós vimos que o BNDES está quebrado em razão das obras do sr. Lula em Cuba, na África e na Venezuela. Nós vimos também que ele colocou dois postes no governo do Brasil e de São Paulo: a presidente Dilma, que compra refinaria no Texas sem ler o contrato (Petrobrás perdeu US$ 1,2 bilhão no negócio), e Fernando Haddad, o pintor de faixas brancas das ruas de São Paulo.

Celso de Carvalho Mello

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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PARA COMPARAÇÃO

Dilma compra refinaria da "Astra" de US$ 42,5 milhões por US$ 1,2 bilhões. Por muito menos, uma "Elba" de R$ 20 mil, Collor foi defenestrado.

Carlos Alberto Roxo

roxo_7@terra.com.br

São Paulo

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SIGAM O DINHEIRO

Se o povo não conhece a própria história, está condenado a repeti-la. "Folow the money."

Jan Eichbaum

jan.eichbaum@gmail.com

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO

Será que a nossa presidenta não vai ser responsabilizada pela compra da Refinaria de Pasadena? E quanto ao fato de a Petrobrás estar ignorando o calote do governo da Venezuela? O governo federal está se esforçando para quebrar a Petrobrás! É por essas e outras que governos nunca deveriam ser responsáveis pela administração de empresas. Devemos lutar pela privatização da Petrobrás, assim como pela de todas as outras empresas e bancos nas mãos de governos federais, estaduais e municipais. Chega de roubalheira e do uso do emprego de nossas empresas para fins políticos eleitoreiros. O País não aguenta mais corrupção, desmandos e incompetência!

Fábio Zatz

fzatz@uol.com.br

São Paulo

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QUEBRA

A Petrobrás, em 2010, valia R$ 380 bilhões, hoje vale R$ 178 bilhões. Pelo andar da carruagem, breve passará a se chamar Petroquebrás.

Gattaz Ganem

gattaz@globo.com

Carapicuíba

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O PREJUÍZO É DO BRASIL

Para quem trabalha mesmo a Petrobrás? Para seus milhares (ou milhões?) de acionistas brasileiros ou para sr. Albert Frère, o homem mais rico da Bélgica, ou para a Venezuela de Nicolás Maduro? Sr. Frère, dono das empresas Tractebel e Astra Transcor Energy, que doou R$ 300 mil (só o que apareceu na contabilidade oficial) para a campanha de Lula, e que foi um dos patrocinadores do filme "Lula, filho do Brasil" ganhou um lucro de US$ 1,137 bilhão na negociata da refinaria de Pasadena, pois ele havia comprado a mesma um ano antes pela bagatela de US$ 42,5 milhões. Agora descobrimos que a Venezuela, num "contrato de associação", tem 40% da Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, e com nada contribuiu, apesar de a Petrobrás sozinha já ter gasto cerca de US$ 18 bilhões na obra. A dívida da PDVSA, companhia de petróleo venezuelana, simplesmente foi se acumulando. E nós não podemos cobrá-la, nem as multas previstas, pois o contrato definitivo ainda não foi assinado. Êta negócio "pai d’égua"! Os "cumpadres" Lula e Hugo Chávez apertaram as mãos num projeto sugerido por Chávez, a Petrobrás está tocando o projeto sozinha, e os acionistas brasileiros estão sendo explorados pela Venezuela, que vai acabar "negociando" nossos (des)governantes para assumir seus 40% de alguma forma no interesse deles. Esse é o padrão PT de governar, ou nos embrulhar. Que mudem logo o nome da Petrobrás para PetroBel, PetroVen ou PetroPT. Os acionistas da Petrobrás, antes tão sólida e respeitada, não merecem isso. O Brasil não merece um governo tão perdulário!

Silvano Corrêa

scorrea@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL DOADOR UNIVERSAL

Vemos que na condução do patrimônio nacional os governos do PT, com Lula e Dilma, até agora nunca protegeram o que é nosso. O País está sempre perdendo sob sua administração. Citando alguns exemplos: refinaria da Petrobrás na Bolívia, foi entregue por Lula ao companheiro Evo Morales; refinaria nos Estados Unidos que valia US$ 42,5 milhões foi comprada pela Petrobrás por US$ 1,2 bilhão. Não há análise de contratos ou riscos? Lembram de ex-presidente da empresa, em fotos de jornal, encontrando ex-ministro em hotel às escondidas? Diretor da Petrobrás preso por evasão de divisas. R$ 10 bilhões de movimentação para quem? Refinaria Abreu e Lima, suposta parceria da Petrobrás com a PDVSA, da Venezuela, do companheiro Hugo Chávez, construída com projeto que partiu de R$ 4 bilhões e ainda não foi concluída, mas a Petrobrás já gastou R$ 22 bilhões e a Venezuela não colocou um centavo. Nós pagamos a conta inteira para uma refinaria feita para processar o petróleo venezuelano. Onde estão a PDVSA, a Venezuela e Maduro? Porto em Cuba? Fizemos o terceiro maior da América Latina, por US$ 750 milhões. Receberemos os pagamentos financiados pelo BNDES? Pelo programa Mais Médicos, Cuba recebe o dinheiro e os médicos, não. Com quem fica o excedente que o Brasil paga? Mercosul, Argentina, etc., sempre perdemos nas negociações ou fazemos o que não interessa ao nosso país. Portanto, o Brasil é uma potência doadora universal, para um plano político do qual se servem. Se nas próximas eleições não mudar essa história, se perpetuarão.

Celso Zaffarani

c.zff@hotmail.com

São Paulo

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CRIME NA PETROBRÁS

Após vir à tona a revelação tardia do escandaloso imbróglio PT (Pasadena), o Brasil aguarda a instauração imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), seguida do julgamento e da condenação de toda a diretoria envolvida com a assinatura do malfadado contrato à época, incluída, por óbvio, a então presidente do Conselho de Administração, Dilma Rousseff. É crime inafiançável de lesa-Pátria.

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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ESQUEÇAM A CPI

Esqueçam a instalação de uma CPI para apurar a compra lesiva da Refinaria de Pasadena pela Petrobrás. Pura perda de tempo e dinheiro. Assim como no mensalão, entre idas e vindas, o julgamento final demoraria cerca de oito anos. Daqui a oito anos, no Supremo Tribunal Federal (STF), alguns ministros de respeito estarão aposentados e novos ministros indicados por Dilma estarão lá para defendê-la, com a possibilidade de o STF estar sendo presidido por um juiz petista. Está tudo dominado, daqui a oito anos a "famiglia Corleone" ainda estará dirigindo o crime organizado em Nova York.

José Carlos Degaspare

degaspare@uol.com.br

São Paulo

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OPOSIÇÃO DESCONECTADA

Fazendo eco ao oportuníssimo editorial "A CPI não pode esperar" (23/3, A3), está mais do que na hora da nossa "mezzo" oposição mostrar pra que serve. Dando aulas em Sorbonne, o ex-presidente FHC deve ter sabido que na terra de Luís XIV a punição para o uso do dinheiro e da máquina pública para fins privados não tem momento e é levada às últimas consequências. Além disso, o Congresso daquele país, preventivamente, tratou de blindar suas instituições da ação de políticos e governantes desonestos, sejam eles da esquerda ou da direita, limitando a um terço os cargos dos conselhos de administração das estatais possíveis de ser escolhidos pelo Executivo. Solução ao problema existe. Basta que os políticos decentes, independentemente de suas legendas partidárias, se unam contra a degradação das nossas instituições (estatais, agências e tribunais).

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos

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NÓS QUEREMOS SABER

A presidente Dilma não deve usar o jargão "não sabia de nada". A responsabilidade é dela, "errou" haverá de pagar as consequências, como todo bandido. Sabia o motivo da desvalorização das ações da Petrobrás, maquiou e levou milhares de brasileiros a perder bilhões de reais. O brasileiro acreditou na Petrobrás a ponto de virar "piada de salão". Em países mais sérios, o seu pronunciamento de desconhecimento do contrato de compra da refinaria na sua íntegra, habitualmente, se seguiria de renúncia de qualquer cargo eletivo para facilitar a investigação policial. Eu é que "não sei de nada" do que acontece no porão do Planalto.

Yoshio Asanuma

yasanuma2002@hotmail.com

São Paulo

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RESPONSABILIDADE DELA

Não adianta tentarem esconder o fato grave denunciado pelos jornais, inclusive com a agora demissão de Nestor Cerveró, diretor da área internacional da Petrobrás na época da compra da Refinaria de Pasadena. A realidade nua e crua é a seguinte: Dilma, quando ministra e presidente do Conselho Administrativo da Petrobrás, errou e errou feio ao aprovar a superfaturada compra da refinaria no Texas. Todo mundo (ou os mais informados) sabiam que era Lula que a pintava como boa administradora, boa gerente. Recordemos que, na campanha à Presidência, nos apresentaram Dilma como pós-graduada em Economia, o que foi desmentido depois. Um razoável administrador teria lido totalmente qualquer contrato, quanto mais um que envolvia milhões de dólares. Tentar tirar o foco da atual presidente como um dos grandes responsáveis pelo prejuízo da estatal (e de todos os brasileiros) não pode prosperar. Ela tem de assumir suas responsabilidades. Afinal, um negócio que custou US$ 1,18 bilhão foi oferecido para venda em 2013 pela Petrobrás por apenas US$ 180 milhões. Mesmo assim, não houve interessado. A má administração não para aí. Até agora ninguém foi capaz de explicar por que a Refinaria Abreu e Lima, em obras no Nordeste, orçada em 2005 por US$ 2,3 bilhões, custará para a Petrobrás pelo menos dez vezes mais. E o petroleiro João Cândido, lançado ao mar em 2010, com grande pompa de Lula e nenhuma condição de navegar? Outro engodo eleitoreiro para vender a imagem da "grande administradora". E as contas, quem pagará? Pergunta idiota. Seremos nós mesmos.

Éllis A. Oliveira

elliscnh@hotmail.com

Cunha

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O SÁBIO CERVERÓ

Na semana passada o sr. Nestor Cerveró, diretor da Petrobrás demitido mesmo estando em férias, falou ao repórter que o entrevistara que, pela forma como as "coisas" foram impostas, o mais sensato seria o silêncio. Lógico, sabendo como o PT (Partido da Truculência) trata seus desafetos, o melhor mesmo é tomar muito cuidado, vide o caso de Celso Daniel, prefeito de Santo André. Muito sábio este sr. Cerveró, que goza de férias na Europa enquanto os acionistas da Petrobrás se martirizam vendo o capital desta que já foi a 20.ª empresa no mundo minguar 53% nos últimos três anos! Será por incompetência ou "malfeito" mesmo?

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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A PIOR FAXINEIRA DO BRASIL

Dona Dilma é a pior faxineira que o Brasil já teve. Resolveu demitir Nestor Cerveró depois de oito anos, por ter ele produzido um relatório falho. Essa história não acaba aqui. O PT aparelhou a Petrobrás. Se tivéssemos uma oposição competente, muito lixo sairia debaixo do tapete, mas parece que é mais conveniente a todos alegar motivos políticos e nada ser investigado.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CAIU PARA CIMA

Não dá para ignorar a informação de que o ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, responsável pelo "resumo executivo técnica e juridicamente falho" que deu embasamento à decisão do Conselho Administrativo da Petrobrás de comprar o maior "mico" de sua história, saiu de férias rumo à Europa (local incerto e não sabido) justo neste preciso momento em que emerge toda a lambança na administração da estatal no período Lula. Mas o pior nem é isso - afinal, sair de férias é direito de todos e aqueles que acreditam em Papai Noel e em coelhinho da Páscoa haverão de botar fé nessa coincidência. O pior é Cerveró, que teria recebido um bom "chute no traseiro" caso trabalhasse na iniciativa privada em 2006, ao revés, continuou prestigiado no governo, na diretoria financeira da BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobrás que é "apenas" a 2.ª maior empresa brasileira em faturamento, segundo a revista "Exame". Em outras palavras, Nestor Cerveró, ao invés de ser demitido pelos prejuízos infligidos à petroleira naquela época, fora promovido, caiu para cima! Se alguém, malgrado tudo o que se viu até aqui, tinha alguma incerteza sobre a qualidade da gestão pública que o governo do PT oferece ao Brasil, esse episódio, de per si, dirime todas as dúvidas.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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BODE EXPIATÓRIO

Petrobrás elege Cerveró como bode expiatório de Dilma.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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O DOCUMENTO FALHO

Supondo ser verdadeira a resposta de Dilma Rousseff, culpando pelo prejuízo bilionário da Petrobrás um relatório "técnica e juridicamente falho", ficam as perguntas: 1) qual punição os responsáveis (Sergio Gabrielli, Nestor Cerveró, etc.) terão? 2) Quando a presidente aprova transações de centenas de milhões de dólares, ela tem o hábito de fazer uma análise detalhada ou se limita ao "onde é que eu assino"? Esse caso chega a dar saudades dos tempos em que superfaturamento era de 10%.

Luciano Nogueira Marmontel

automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

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PEGA NA MENTIRA

Diz o ditado popular que "mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo". Dilma está certa. Se o relatório estivesse em escrita cuneiforme, o resultado não seria diferente. Há uma sutil diferença entre um relatório técnico e um fuzil AK-47 russo. Dizer que o relatório era falho e incompleto, só agora, depois de vir à tona essa maracutaia de mais de US$ 1 bilhão, surge à luz da verdade quando, no governo Lula, ocupando os mesmos cargos que no caso Pasadena, madame Rousseff havia aprovado em 2007 a aquisição de parte de uma refinaria no Japão tendo o colegiado neste caso avisado das cláusulas ignoradas por Dilma. O lado mais fraco da corda começa a funcionar: Nestor Cerveró, o autor do parecer, foi demitido pela Petrobrás. Pasadena envolve mais de US$ 1 bilhão, mas muitos punhados de dólares envolveram a transação japonesa; a refinaria Abreu e Lima, em parceria com a PDVSA, da Venezuela, que já consumiu do Brasil mais de US$ 18 bilhões, sem a participação do parceiro; o Porto de Mariel, em Cuba; a indulgência de dívidas de ditaduras africanas; o programa Mais Médicos. Convenhamos, é muita grana que está fazendo a farra do "país de todos" (os espertalhões). No ano eleitoral em que o Partido dos Trabalhadores joga todas as suas ficha no "ad aeternum" do poder, acreditem, todos esses escândalos estarão dormindo o sono dos maganos, dos bucaneiros desta, ainda, Ilha de Vera Cruz.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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DADOS INCOMPLETOS?

Os dados dessa confusão continuam muito incompletos. A cláusula "Put Option" não é a grande vilã da história, porque apenas define que, se houver uma divergência entre as partes, um dos sócios pode comprar a parte do outro. Por que a Petrobrás comprou? Por que ela não vendeu? Ela não sabia que era tão caro comprar? Por que os valores subiram tanto? Qual foi a grande divergência que motivou a venda? Por que ela foi acionada na Justiça para comprar? Quem deu o aval para a Petrobrás comprar dos belgas? Outro relatório incompleto? O que é feito da refinaria hoje?

Ricardo Nóbrega

cnc.eng@terra.com.br

São Paulo

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INCOMPETENTES!

Com o gravíssimo caso da Refinaria de Pasadena e de outros casos, sempre sangrando os cofres da Pátria, seria o caso de refletir se devemos votar em candidatos incompetentes, que não gostam de estudar, que não gostam de ler, que nunca sabem de nada e que nomeiam assessores também dessa laia. Incompetentes não nomeiam competentes, porque os ofuscam. O mínimo que se espera de alguém com vergonha na cara é fazer como os estrangeiros: renunciar ou se matar. A Lei das SAs responsabiliza os administradores. E agora? Quem vai devolver o dinheiro aos cofres públicos? Os belgas fizeram um negócio da China com o Brasil.

Alpoim da Silva Botelho

alpoim.orienta@uol.com.br

São Paulo

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COMEÇOU A ENGANAÇÃO

Após o autoestrago que Dilma fez com sua imagem de gerentona, e contou muitos pontos para a oposição no caso do descaso com o dinheiro da Petrobrás, começou a enganação. Então vejamos: Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás, é preso em operação da PF; Nestor Cerveró, ex-diretor internacional apontado como feitor do tal resumo executivo "falho" e então diretor financeiro da BR Distribuidora, é demitido. Tudo para tirar a atenção dos mais atentos a essa história muito mal contada e no mínimo esquisita que os governistas estão querendo nos passar. Depois que Lula disse que Dilma deu um tiro no próprio pé e de Gabrielli, ex-presidente da empresa, contradizer a presidente em suas afirmações, e também depois de ler as notícias de que a própria Dilma teria assinado a compra de outra refinaria no Japão, sob as mesmas condições, vai ficar impossível a turma do encobre fazer acreditar em tudo com desculpas esfarrapadas sobre o escândalo dessa compra de Pasadena. Só conseguirão engabelar aqueles ignaros que só querem saber se a bolsa do governo estará no banco no dia combinado.

Leila E. Leitão

São Paulo

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E OS SINDICATOS?

Diante de contínuas revelações assustadoras envolvendo várias empresas governamentais, não se ouve, a esse respeito, uma única manifestação dos sindicatos de seus funcionários. Entendo que, mais do que propugnar por incrementos salariais, a saúde financeira e moral das empresas estatais deveria ser sua preocupação fundamental, pois envolve o moral dos funcionários e até a garantia futura de seu emprego. De nada adianta anunciar "novas conquistas", se a "galinha dos ovos de ouro" está doente e pode até morrer pela ação dos aventureiros que se revezam na sua dilapidação.

Níveo Aurélio Villa

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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ESCASSEZ DE ÁGUA

O problema da escassez de água no mundo vem sendo discutido há muito tempo. O exame deste problema ao nível nacional é muito antigo, haja vista as secas no Nordeste. No Brasil existe o exemplo recente do desvio das águas do Rio São Francisco, que está eternamente em andamento, desde que o bispo Luiz Cappio, da Bahia, em 2007 desistiu de suicidar-se. Vários estudos sérios foram feitos sobre o tema: no final do século 19, a comunidade científica do Rio de Janeiro estudou tecnicamente a transposição do Rio São Francisco, concluindo que ela seria prejudicial tanto ambientalmente quanto socialmente; Euclides da Cunha, em seu famoso livro "Os Sertões", abordou este assunto no início do século 20. O desvio das águas do Rio Paraíba do Sul, assim como do Rio São Francisco, apresentam complexidade física e social, motivo pelo qual sugiro que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, contrate a consultoria do ex-presidente Lula, que tem larga experiência no assunto.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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RIO PARAÍBA DO SUL

Aos petistas e paulistas desinformados, o Rio Paraíba do Sul nasce em São Paulo. Nosso governador não tem de pedir nada ao governador do Rio de Janeiro, é só informar o governo federal e o governo do Rio de Janeiro que vamos utilizar a água do nosso rio. Eles é que devem se preocupar com os estudos. Está na hora de nós, paulistas, pararmos de dizer amém para tudo, chegou o momento de começarmos a cuidar melhor de nossas coisas. Chega de sermos usados pelo governo federal e pelos outros Estados do País. O governador Alckmin deve tomar cuidado com a sua complacência, pois tem mais um poste novo de outro Estado na sua frente. Chega de paulista ser bonzinho.

Ferdinando Perrella

fperrella@hotmail.com

São Paulo

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O RIO É DO BRASIL

É de uma idiotice inigualável essa disputa sobre a quem pertence o Rio Paraíba do Sul. Ora, não pertence a São Paulo porque nasce lá. Tampouco pertence ao Estado do Rio porque deságua em Campos. O rio pertence ao Brasil e ao povo brasileiro. Deve atender às populações de acordo com sua vazão. Estudos devem ser feitos para não criarem um desastre ecológico e social no País das águas. Não estamos no Saara. Os políticos precisam saber que eles apenas estão nos governos. São meros passageiros do cargo. Brevemente, estarão esquecidos. Que tratem de administrar os Estados com seriedade e sem picuinhas.

Sebastião Paschoal

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ÁGUAS DE SÃO PAULO

Cumprimento nosso governador por enfrentar os problemas que a falta de água acarretarão à mega metrópole. Quanto à polêmica levantada pelo governo do Rio de Janeiro, tenho a dizer o seguinte: São Paulo funciona há muitos anos como caixa d’água do Rio de Janeiro, sacrificando 214 km quadrados do seu território nos municípios de Paraibuna, Redenção da Serra e Natividade. O Rio Paraíba do Sul se forma no encontro dos Rios Paraibuna e Paraitinga, logo após a sede da cidade de Paraibuna, e desce após passar pelo vale paulista, por Minas e Rio de Janeiro, onde encontra com o oceano. Ocorre que no Estado do Rio, em Barra do Piraí, o Paraiba do Sul é desviado para o sistema Guandú, para serem usados pela população mais ou menos 26 metros cúbicos, e o restante dos 140 metros cúbicos serem usados para lavar a sujeira de esgoto não tratado, tornando o rio num ribeirão, prejudicando toda uma população ribeirinha. Fui prefeito de Paraibuna por três mandatos e por quatro anos fui presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas do Paraíba do Sul (CBH-PS). Já debatemos incansavelmente o assunto, mas na reunião ordinária do dia 26 próximo discutiremos novamente o polêmico assunto. Caso seja tecnicamente viável, São Paulo com certeza irá usar a água para nossa sobrevivência. Antes de criticar, cuidem melhor das suas águas.

Luiz de Gonzaga Santos

lg.santos@terra.com.br

Paraibuna

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ALTERNATIVA PERIGOSA

A interligação do complexo Paraíba do Sul com o complexo da Cantareira só será viável se houver um plano de comprometimento mútuo de contenção do crescimento urbano que abranja tanto a região metropolitana do Rio de Janeiro (Grande Rio) quanto a região metropolitana de São Paulo (Grande São Paulo).

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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O LOBO E O CORDEIRO

Essa história da discussão entre os governos do Estado do Rio de Janeiro e o de São Paulo, sobre a transposição do Rio Paraíba, que corta os dois Estados, me está parecendo a fábula do lobo e o cordeiro, em que o lobo bebia a água pura em local acima do riacho e o cordeiro, mais abaixo. O lobo revoltou-se com o cordeiro porque achou que o mesmo estava poluindo e usando a água que ele bebia acima. Portanto, essa história bizantina em discussão entre os dois poderosos Estados está parecendo uma idiotice bizarra.

José Carlos de Sylos

sylosjunior@hotmail.com

São Vicente

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AQUÍFERO GUARANI

A presente crise climática causadora de ausência de chuvas que possam suprir tanto a geração de energia como o consumo de água pelas populações afetadas pela extemporânea seca servem como um aviso dramático da magnitude dos problemas que vamos enfrentar. Infelizmente, nossos governantes não possuem as qualidades exigidas pela imperiosa necessidade de planejamentos a médio e a longo prazos, revelando uma indescritível ignorância dos conflitos que já ocorrem em muitas partes do mundo na questão do suprimento de água. O conflito embrionário entre Rio e São Paulo no tocante ao desvio de águas do Rio Paraíba do Sul serve como a ponta de um iceberg do que está por vir. Ironicamente, São Paulo está em cima de uma riqueza líquida incomensurável, o Aquífero Guarani, e já devia há muito desenvolver planos e projetos para usar suas potencialidades a fim de suprir a escassez atual e a futura que já se pode antever. O novo ciclo de mudança climática que estamos entrando constitui um alarme a ser levado a sério para evitar o agravamento dos prejuízos e desastres que advirão primordialmente à sua agricultura e ao crescimento incontrolável de suas áreas metropolitanas.

Edmundo Radwanski

ed.elo@terra.com.br

Rio de Janeiro

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‘INAÇÕES’

Saiba o que o "fenômeno" e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha "sonhou" sobre a crise da água em São Paulo. Leia baixinho, para não incomodar os outros, o "cara" não sabe nada de nada e quer ser governador do Estado de São Paulo. Revelou que a crise da água em São Paulo é motivada pela "inação" do governo Alckmin. Antes de falar essa asneira, deveria pensar um pouco. Não lembrou das inações do desgoverno federal? O que é estiagem? No Brasil temos estiagem? E, como temos, lembrou do sertão nordestino? É inação de quem? A transposição do Rio São Francisco, que já gastou o dobro do orçamento e está em pleno desuso e destruição do poucos, é inação de quem? Não é possível relacionar as inúmeras inações do desgoverno federal, porque faltariam espaço e papel. Era melhor que tivesse ficado calado, não é mesmo?

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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PADILHA, UM POSTE OPORTUNISTA

Lamentável o oportunismo barato do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, incompetente como os demais ministros do PT, criticando o governo paulista na questão do abastecimento de água no Estado. Como todo poste, não tem argumento ou sequer desconfiômetro, assim como Fernando Haddad, outro "indicado" de Lula, que realiza sua gestão por tentativas e erros de forma irritante. O PT deveria, em primeiro lugar, preparar homens e técnicos e, a partir dessas premissas, candidatar-se e fazer gestões éticas e competentes, como há muito esperamos. Que tal olhar para o próprio quintal? Vide Eletrobrás, Petrobrás, PACs, etc., realmente deploráveis em suas gestões temerárias.

João B. Pazinato Neto

pazinato51@hotmail.com

Barueri

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A CRISE DA ÁGUA

De fato existe crise de água, mas por causa da seca. Crise mesmo tem na Petrobrás, e provocada pela turma do partido de Padilha. E agora um escandalozinho novo está vindo à tona no ministério que Padilha dirigia. Mas ele também "não sabe de nada", não é? Bom mesmo é Padilha ficar caladinho, porque petista nos dias de hoje tem de tentar ficar invisível, certo?

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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IDIOTAS

Está começando a campanha ao governo do Estado de São Paulo, pelo "poste 2", Alexandre Padilha. Como bom petista que mal conseguiu cuidar da pasta da Saúde e desesperado ao chamamento à atenção, ele começa culpando o nosso atual governo do Estado pela "crise da água" diante de suposta paralisia, que o bom senso indica estar mais para a das chuvas do que para o governo, desconsiderando da responsabilidade pelos "apagões federais" pelo governo do qual fez parte. Todavia, em se tratando de candidato do Lula, aquele que nunca sabe de nada, não se pode esperar nada melhor em sensatez. "Como nunca antes neste país", inventor e invenção iniciaram a campanha política na região de Ribeirão Preto, das mais prejudicadas com a política energética suicida em destruir o biocombustível gerado pelo bagaço da cana-de-açúcar e, como bons confusos petistas, antes da oficialização da candidatura do "poste 2", ansiosamente foram atrás de indivíduo local a vice-governador, como se fosse tudo o que faltava para solucionar o setor em grave crise econômica, diante das ações do governo federal na Petrobrás. Desta vez, reconheça-se, eles não nos consideraram idiotas, são os próprios.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, transformaram o encontro em que o governador foi pedir o apoio da Força Nacional para ajudar no policiamento do Rio - e em particular nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) - em palanque. A coisa no Rio está feia, insegurança por tudo que é lado, assaltos, roubos, furtos, sequestro voltando e o governador e o ministro discursando, como se estivessem num palanque em campanha política. Precisava daquele discurso? Não ficaria melhor se, ao término da reunião, cada um tratasse dos seus afazeres? Que distribuíssem uma nota sobre o encontro para a imprensa. Mas não, querem aparecer. Principalmente o governador Sérgio Cabral.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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OCUPAÇÃO FEDERAL

O hábito de utilizar militares das Forças Armadas para funções policiais quase regulares, como a ora pretensa ocupação de favelas no Rio de Janeiro, é algo inviável. Isso principalmente porque nosso Exército é formado por uma maioria de soldados conscritos temporários. Eles não estão servindo para serem policiais e a remuneração desses praças é baixíssima, mesmo a daqueles que são carreiristas e ingressaram por concurso, o que só ocorre com marinheiros e fuzileiros navais. Soldados das Polícias Militares, em todo o Brasil, já têm remuneração mínima na faixa de R$ 3 mil, contra a média de R$ 1 mil soldado das Forças Armadas. Se querem usar forças federais, devem ser compostas por carreiristas policiais, apropriados para a tarefa, com remuneração à altura, como os integrantes da Força Nacional e da Polícia Federal.

Heitor Vianna P. Filho

bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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O SALUTAR REFORÇO DAS UPPs

Incontestável o acerto do governo do Rio em solicitar à União reforço de tropas federais para engrossar a atuação das UPPs, ameaçadas por perigosa facção de marginais paulistas que tenta se instalar em solo fluminense. Resta assim dessa união de esforços das autoridades a possibilidade de extinguir no maior nível possível as máfias urbanas que tanto infernizam a vida da população ordeira de nossas grandes cidades.

José de A. Nobre de Almeida

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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CRIME ORGANIZADO

"Temos concepção clara: governo federal e do Rio são mais fortes juntos que o crime organizado." Um paradoxo, uma vez que a sede do crime organizado fica no governo federal. Em que sentido são mais fortes? E, se assim não fosse, por que o problema não foi resolvido há mais tempo?

José Domingos Batista

jbd.13@hotmail.com

São Paulo

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