Fórum dos Leitores

PLANOS ECONÔMICOS

O Estado de S.Paulo

29 Maio 2014 | 02h08

Decisão adiada outra vez

Como já era de esperar, mais uma vez a decisão dos planos econômicos das décadas de 1980 e 90 foram adiados. Essa talvez seja a decisão mais adiada e antiga de todo o planeta. E por que isso vem ocorrendo? De um lado, a pressão dos bancos, querendo adiar cada vez mais tal decisão e tentando, por meio de subterfúgios e lobbies, dar um calote em milhares de pessoas que fizeram sua poupança com o suor de seu trabalho. De outro, o interesse do governo em não desagradar à Febraban e jogar essa "batata quente" para o próximo governo. O fato é que a nossa Justiça está cada vez mais desacreditada. Não por coincidência, os dois ministros envolvidos nesse adiamento absurdo são Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, que dispensam apresentação. Pobre povo brasileiro, que não tem mais em quem confiar. Sua última instância, o Supremo Tribunal Federal (STF), age de acordo com suas conveniências.

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

Jogo de interesses

Há três décadas usando o dinheiro do poupador e os banqueiros alegam não ter como devolver o que nos é devido? E ainda produzem um verdadeiro terrorismo com cálculos astronômicos de perdas que fazem a Bolsa de Valores despencar, com a desvalorização de suas ações. O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), o mais confiável, apurou que as perdas dos bancos não passariam de R$ 8,4 bilhões. As projetadas pelo Banco Central (BC), R$ 149 bilhões; pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro, R$ 341 bilhões não passam de pura chantagem. Discrepâncias de valores à parte, a verdade é que a dívida existe e é irrefutável. Não esqueçamos que o governo tem grande culpa nisso, já que foi para ajustar índices de inflação das décadas de 80 e 90 que os famigerados Planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II foram editados. Mas uma convergência de interesses fez os ministros da Suprema Corte adiarem mais uma vez o julgamento, agendado para ontem, acatando pedido do Ministério Público Federal, que marcou um gol contra e provocou a prorrogação. Se fôssemos um país sério, tal julgamento jamais existiria e as devidas correções já estariam em nossos bolsos há muito tempo.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Justiça maleável

Se for pouco, damos ganho de causa aos poupadores (28/5, B6); se for muito, damos ganho de causa aos bancos... Que Justiça maleável, assim vai longe!

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

Tarefa ingrata

O STF tem uma tarefa ingrata. Primeiro terá de decidir se os planos econômicos eram ou não constitucionais. Suponhamos que decida que não o foram. Inúmeros contratos firmados na "inconstitucionalidade", e não apenas a relação entre poupadores e instituições financeiras, teriam de ser revistos, como, por exemplo, os contratos de financiamento da casa própria. Quer tenham sido constitucionais ou não, no caso da poupança as instituições financeiras não tiveram, como não têm até hoje, a liberdade de determinar os coeficientes de correção, sempre determinados pela autoridade monetária. Finalmente, já foi demonstrado que os poupadores que não liquidaram suas contas passaram a auferir ganhos caso tenham mantido suas posições por mais de quatro meses (Estado 5/12/2013, B8). Os exercícios que chegam a perdas monumentais, iguais ou até superiores à soma de valores de mercado das instituições financeiras (excluindo a Caixa, que não está no mercado), são simplesmente delirantes. Por esse motivo, ao passar a uma segunda etapa - imaginando que a decisão seja a de ressarcir os poupadores - os cálculos podem ser tudo, menos produto de "achologia". Pela divergência dos valores que circulam na imprensa, não é difícil imaginar o tamanho da confusão.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

FGTS

Correção

Dona Dilma, e cadê a correção do FGTS dos trabalhadores? Dinheiro para a Copa não falta. Nós, trabalhadores, nos lembraremos muito da senhora no dia da eleição, pode ter certeza.

ALMIR MAZZI

amazzi@coplana.com

Guariba

MUNDIAL DE FUTEBOL

Baderna

Agora fiquei mais tranquilo: a presidente Dilma Rousseff disse que baderna durante a Copa, não! Só pode antes da Copa, concluo eu. E ao saber que os nossos aeroportos são "padrão Brasil" fui dormir sossegado.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Presidenta, se o seu governo e o de seu criador tivessem proporcionado a nós, brasileiros, saúde, educação, segurança, transporte, dignidade e tantas outras "necessidades notórias e alarmantes", não precisaria "ocupar-se" (seria essa a palavra?) com a baderna na Copa, que já começou. E a revista Forbes ainda acha a senhora a quarta mulher mais poderosa do mundo entre cem... Pode?!

JOSÉ ROBERTO B. RIBEIRO

brighentiribeiro@bol.com.br

Praia Grande

Dona Dilma, não vai ter baderna na Copa ou não vai ter Copa na baderna?

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

Manifestações

A presidente Dilma sempre aceitou qualquer manifestação nas ruas como legítimas, mesmo infernizando a nossa vida. Agora, com a Copa, parece que está mudando de ideia.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Violência 'padrão Brasil'

A imagem de um policial militar (leia-se o Estado), em meados do ano de 2014, sendo flechado por um índio em avenida da capital do Brasil é emblemática. Comprova de uma vez por todas que a violência, por aqui, não tem "padrão Fifa", tem é "padrão Brasil" mesmo. Pobres estrangeiros que virão aventurar-se por estas bandas...

ATALIBA M. DE MORAES FILHO

ataliba@outlook.com

Marília

Diga ao povo que volto

Os portugueses, ao chegarem para a Copa do Mundo, ficarão surpresos, pois vão encontrar a antiga colônia praticamente como a deixaram: índios, flechadas, confrontos e desordem.

ALESSANDRO LUCCHESI

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

 

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‘A COPA DAS COPAS’

A “Copa das Copas” sairá muito mais cara ao bolso dos brasileiros, porque não existe momento melhor para que todo funcionalismo público e privado tente parar as cidades-sede para reivindicar salários. Principalmente aqueles que mais custam à população: segurança pública, transporte urbano, educação e saúde. Com certeza, o aumento recairá para todos os bolsos. Portanto, os bilhões gastos com a Copa serão fichinha perto dos aumentos em  impostos e produtos que virão em cascata depois dessas greves. Será que o ex-presidente Lula que tanta força fez para que sediássemos a Copa, enquanto rasga os céus do mundo em jatinhos emprestado por “empreiteiras amigas”, não sente um pingo de responsabilidade pelo que provocou ao País?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

Grande parte da população brasileira está cansada com o mau uso dos seus impostos. Se a Fifa exigiu 10 estádios para a Copa, porque o governo construiu 12? Na minha humilde opinião, foi para agradar alguns políticos e empreiteiras corruptas. Quantas moradias, creches, escolas e hospitais poderiam ser construídos com esse dinheiro jogado fora.

 

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

 

Aproveitando o clima da Copa do Mundo, Dilma recebeu integrantes do Bom Senso FC. Creio que, nessa linha, sem trocadilho, será também de bom senso que Dilma receba dirigentes da CBF. É saudável que a presidenta queira se informar, realmente, sem ser monitorada por paladinos de araque e pseudoanalistas, dos assuntos ligados ao futebol penta campeão do mundo. Registre-se que a CBF jamais se negou a trocar idéias com Dilma. Foram os parvos ressentidos da banda podre da imprensa que cretinamente criaram um fosso, uma indisposição tola, injusta e absurda, entre a presidenta e dirigentes da CBF. Os mesmos rebotalhos fizeram de tudo para sabotar a Copa do Mundo. Ao mesmo tempo em que faziam intrigas e plantavam sandices e mentiras para afastar Dilma do presidente da CBF, José Maria Marin. É assim que agem os canalhas. Um deles, imaginem, agora chama a presidenta de “Dilma Pop”. É o mesmo rebotalho da crônica esportiva que sonhava em ser ministro dos Esportes com FHC. Tentou depois com Lula. Agora, cinicamente, torce (morro de rir) para Dilma ser reeleita para lamber os pés dela e de Lula para tentar tomar o lugar de Aldo Rebelo. É mais fácil o mar secar. Voltando aos pleitos dos atletas profissionais de futebol. Dilma precisa ser informada, por auxiliar isento e que enxergue os fatos, que a CBF, através de Marin e do presidente eleito da entidade, Marco Polo, nunca deixou de conversar com o Bom Senso FC. Saiba também, Dilma, que sem o aval da CBF dificilmente o Bom Senso FC terá sucesso em suas pretensões. Bobagem se esguelhar e se esfolar. Muito menos ter como padrinhos asnos que jamais ergueram um tijolo em benefício do futebol. São os escolados na bravata e na lorota.  Carlos Alberto Parreira definiu com autoridade e correção: "A CBF é o Brasil que deu certo". A trajetória de êxitos do futebol brasileiro começou com João Havelange, ainda na CBD. Com o ex-presidente da Fifa, que modernizou e tornou milionária a maior entidade do futebol mundial, o Brasil conquistou três Copas do Mundo. A seguir, com Ricardo Teixeira na CBF, o Brasil ganhou mais duas Copas. Agora, com Marin e Marco Polo, o Brasil prepara-se, com determinação e união, para ser hexa campeão do mundo. Fato que seguramente vai doer na alma dos decaídos de espírito.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

Chegamos ao limite de ouvir falácias. Não aguento mais. A presidenta falou (“Estadão”, 28/05/14): “Não se pode usar a Copa para fazer política”. Essa é uma declaração com alto teor de amnésia, pois em 2007, quando o Lula foi implorar de joelhos para o Blatter fazer a Copa no Brasil, ele já pensava que seria bom para a sua reeleição. No entanto, o tiro saiu pela culatra, hoje ela virou um pesadelo, e essa é uma das razões que a senhora não chegará ao segundo turno.

 

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

 

JOANA HAVELANGE

A jovem senhora Joana Havelange, ao se posicionar contra os protestos populares pelo desperdício de dinheiro na organização da Copa, alegando que o que tinha de ser roubado já foi, remete-me a dois personagens. Um, real, a senadora petista Marta Suplicy, que certa vez recomendou às pessoas revoltadas por serem mal atendidas nos aeroportos que relaxassem e gozassem. O outro, fictício, o personagem Justo Veríssimo, de Chico Anísio, que terminava seus quadros dizendo “eu quero que pobre se exploda”. Joana Havelange é apenas um personagem típico de um país que também se situa entre o real e o imaginário.

 

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

 

O Ministério Público ou a Polícia Federal devem abrir um inquérito

para apurar as declarações da filha do Sr. Ricardo Teixeira e neta do Sr. João Havelange, Joana Havelange. Ao dizer que o que tinha que ser roubado já foi, demonstrou que segue a cartilha de seus ascendentes. A sociedade brasileira não pode ficar a mercê desses roubos. Vêm à público e, na maior cara de pau, diz que o que tinha que ser surrupiado já foi? E agora? Nada?

 

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

São Paulo

 

OPORTUNISMO NA COPA

Esta é a palavra da vez: oportunismo. O significado dela, para quem não sabe: “sistema ou prática nefasta política, que consiste em aproveitar-se das circunstâncias adversas para tirar proveito e vantagem”. Desde junho do ano passado, comemorou-se que o povo brasileiro acordou indo às ruas para protestar contra os péssimos serviços oferecidos à população, em contrapartida, gastando rios de dinheiro para fazer a “Copa das Copas”. Acontece que, passado o primeiro frisson das manifestações espontâneas, separou-se o joio do trigo e quem ficou nas ruas foram os “oportunistas”. Diferentes lados, são oportunistas, os black blocs, os sindicalistas, pelegos e todos aqueles que tentam se apoiar na aba do chapéu da força, obtida pelas manifestações populares. O que vem acontecendo nas ruas de São Paulo e de outras capitais do País, nas últimas semanas, trazendo transtornos imensuráveis para a população e travando o transito, é mais uma demonstração de oportunismo, quando estamos em contagem regressiva para a abertura da Copa do Mundo em nosso país. A classe de motoristas e cobradores, de professores, de policiais civis e militares, além de funcionários públicos e de sem tetos, resolveram protestar e paralisar os serviços. Até os índios resolveram aderir aos protestos atirando suas flechas contra policiais em Brasília. Ou seja, o circo está armado para a Copa. É assim que funciona, o que se viu foi o cúmulo do absurdo. Dificilmente não houve quem não sofresse um reflexo dessas paralisações ilegítimas. É porque eles sentem que podem fazer o que fazem! Porque se instalou no País a ordem de que os oportunistas podem mais – podem tudo, aliás, o fato é que a Copa do Mundo virou moeda de troca dos “manifestantes” que nada mais são do que seres oportunistas. Eles enxergam no evento o momento ideal para tirar dos governos e de quem quer que seja os seus interesses garantidos. Quanto mais caos, melhor – mais feio fica e mais o governo cede. Precisa descobrir quem está por trás dessas manifestações. Todos temos o direito de protestar, de reivindicar, mas tudo tem limites, e o povo que estava nas ruas há um ano agora fica refém desses oportunistas. É triste observar os frutos desses protestos e perceber que a movimentação popular não produziu nada de consistente até agora, a não ser o caos e vergonha dos nossos políticos tão oportunistas quanto os manifestantes que estão aí todos os dias nos atrapalhando.

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

Não teria sido mais razoável o cabotino governador de Brasília dar ordem ao comando militar para usarem o caminhão pipa que com jato d'água certamente dissiparia o confronto? Além de acabar com a “guerra”, ocorreria também uma boa higienização nos contendores, cavalarianos com seus apetrechos militares, seus coletes à prova de balas – porém não de flechas – e seus equinos bem alimentados e adestrados contra índios de tangas, descalços, alguns trajando saiotes, outros com cocares, arcos e flechas, bordunas, tacapes. A cena foi coisa que nem o cinema americano de antanho ousou mostrar nos seus filmes de conquista do oeste lá dos “esteites”. A foto da primeira página da edição de hoje é a comprovação de que regredimos na história da mentira que foi a descoberta do Brasil. Às vésperas da “Copa das Copas” não tem como a imprensa mundial repercutir essa palhaçada brasiliana. E pior, índio flechando polícia. Não falta mais nada para virar piada de português, fazendo jus ao nosso pari passu luso-brasileiro.

 

Nicanor Amaro da Silva Neto nicanoramaro@yahoo.com.br

Bauru

 

Ridícula a atuação da cavalaria da polícia militar de Brasília que se posicionou em linha, estática, aguardando o avanço de um punhado de índios. Que eu saiba, cavalaria em ações de choque, para intimidar, deve tomar a iniciativa, galopando sobre os manifestantes para dispersá-los. Recuar, jamais. Imóveis, transformam-se em presa extremamente vulnerável

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

Se homem branco não governa bem, índio dá flechada.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

ELEIÇÕES

Se os governantes estão todos de TPM (Tensão Pré-Manifestações), imaginem nós, o povo.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

A cada manifestação o candidato Aécio Neves dá demonstração de que efetivamente ainda não tem projeto definido. Ele dizer que os brasileiros estão cansados de tanta incompetência inclui os seus mandatos como governador de Minas? Ou está se referindo aos brasileiros de São Paulo?

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

É injusto com o PT não lhe atribuir algo como marca da sua história, pois nunca antes neste país tivemos tantas greves como nos últimos anos. No assunto transtorno à população, essa turma é imbatível, uma vez que trabalhar nunca foi o forte das lideranças petista.

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

CAMPANHA ELEITORAL

O projeto de poder do governo Dilma está em plena campanha, atacando com força a oposição e distribuindo bondades para os eleitores. O PSDB continua discutindo se Serra sobe ou não sobe no palanque. Será que a oposição vai conseguir se atrapalhar mais uma vez?

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

A propaganda do PT que traz uma mulher sendo inicialmente dublada por uma voz masculina caracteriza um verdadeiro absurdo, uma tentativa de enganar o eleitorado brasileiro. O PT argumenta que somente mulheres poderiam representar mulheres e, por um simples silogismo, poderíamos concluir que a Dilma representa perfeitamente todas as mulheres do Brasil. Alguém concordaria com esse absurdo? Tenho certeza de que nem todas as mulheres se sentiram representadas no governo Dilma, e com qualquer outra governante não seria diferente. A representação no governo vai muito além do sexo, envolve muito mais coisas que são de interesses nacionais, que transcendem qualquer interesse discriminatório. Acorda, Brasil.

 

Felipe da Silva Prado felipeprado39@gmail.com

São Paulo

 

Para ganhar esta eleição Dilma tiraria um dedo da mão, deixaria de depilar o rosto, procuraria cometer erros graves de português com voz rouca e agressiva em seus discursos pelo Brasil afora.

 

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

PADILHA

Depois de saber que Maluf vai apoiar a candidatura de Alexandre Padilha ao Governo de SP, como vão ficar os senhores Paulo Henrique Amorim, Emir Sader, Paulo Moreira Leite, Mino Carta e Marilena Chauí, que dizem que quem faz oposição ao governo Dilma é de direita? E pensar que Marta Suplicy já mandou Maluf calar a boca...

 

Marcelo Cioti marcelo.cioti@gmail.com

Atibaia

 

ORIGEM

 A origem do nome Brasil, segundo alguns estudiosos, foi devido à existência de uma ilha na costa da Irlanda, Ilha Imaginária, que constava nos mapas portugueses na época do descobrimento, mas na verdade inexistente, e era, segundo uma lenda, envolta em uma bruma intensa. Talvez isso explique a origem de Brasília, uma ilha da fantasia com a maior renda per capita do País, e não produz absolutamente nada, somente más notícias, além de ser envolta em uma bruma que esconde tudo o que ocorre nos gabinetes, corredores, salas de café e banheiros. Deve ser verdade, pois na TV até a Petrobrás que está falida é mostrada milagrosamente como uma grande obra do PT e o País é um paraíso em que todos têm tudo – educação, saúde, segurança – e até podem votar (é obrigado, mas foi um direito conquistado com muita luta). Paro por aqui, porque deu um nó no meu limitado cérebro... um direito obrigatório?

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

CPI MISTA DA PETROBRÁS

Das 32 cadeiras da CPI mista da Petrobrás, 14 serão ocupadas por renitentes ou rebeldes ao Palácio do Planalto, significando que muita coisa nova poderá surgir dos trabalhos da Comissão. Certo é que, além dos rumorosos casos da Refinaria de Pasadena e da aquisição da Suzano por preço altamente escandaloso, irão aparecer outros mais, obviamente envolvendo figuras da República e do lulopetismo, a demonstrar plenamente que a petroleira, maior empresa do Brasil, transformou-se em objeto de uso particular dos petistas, tanto que a aparelharam ao seu gosto e molde. Sem dúvida que o Planalto está fazendo e fará de tudo para evitar o aparecimento de escândalos, má gestão e maracutaias próprias do lulopetismo no seio da empresa, mas são tantas as verdades que não conseguirão os governistas escondê-las ou obscurecê-las. Muitos são os rastros e os delatores!

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

Quem são os membros da base aliada da CPI da Petrobrás? Fácil resposta. São a escória política do Senado. Vejam seus currículos. Nada fizeram pelo País, mas muito por si próprios. Submetem-se aos caprichos do Executivo, simplesmente para manterem seus apaniguados e seus próprios benefícios. Fez bem a oposição de não participar dessa farsa. Não diria que acabaria em pizza, mas num chá da tarde, na qual participa a gangue instalada na Petrobrás e no governo para dizer que o que fazem é o melhor para o País. O melhor é aguardar as conclusões da Polícia Federal, Ministério Público e Tribunal de Contas. Esses órgãos ainda não estão aparelhados.

 

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

 

O que se pode esperar da CPI mista da Petrobrás quando se sabe que dos 32 senadores e deputados apenas 13 são da oposição?! “Les jeux sont faits”...

 

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

É o exemplo “privado” da coisa pública do petismo comunista, com o suporte do coronelismo tupiniquim da época do Império. Sobre as burrices na empresa, tanto o governo como a diretoria têm seus membros batendo cabeça. Uns dizem que Pasadena foi um bom negócio, outros que foi péssimo, mas o que ninguém diz é de quem é a responsabilidade, como se fazer m... tanto no governo como na empresa é coisa da política, é assim mesmo. E vamos ter CPI comandada por “neguinhos do governo”, com uma oposição com rabo preso também nas próprias idiotices que fazem. Quer dizer, estamos num balaio de gatos, onde tudo é bicho, mas todos “ratazanas” como se fossem gatos. Até quando?

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

GREVE NA ELETROBRÁS

É o fim da picada! Só no Brasil mesmo. Segundo os jornais, os trabalhadores do sistema Eletrobrás farão paralisação sobre o PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Pois bem. A estatal teve prejuízo de R$ 6,3 bilhões em 2012 e R$ 6,9 bilhões em 2013. Já que os funcionários recebem PLR quando há lucro na empresa, será que eles não estão é querendo dividir também os prejuízos? Com estatais cabides de empregos que já existiam e outras tantas criadas pelos (des)governos lulopetistas, só se pode esperar isso mesmo. Privatizações nas necessárias e extinções das demais estatais (como a do trem bala e a do pré-sal). É o mínimo a fazer pelo bem dos brasileiros que pagam as contas.

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

SITUAÇÃO DOS PROFESSORES

Sou professor da rede municipal, da rede estadual e sou professor universitário. Eu acho que a Prefeitura deve sofrer uma intervenção federal à postura do prefeito e de seu secretário em relação às negociações com os professores. Politicamente o PT está morrendo em São Paulo, pois, se o carro chefe do governo federal é “país rico é país sem pobreza”, a imagem que estamos passando lá fora é que o nosso país é pobre, porque educação não é prioridade. Para eliminar a pobreza de um país é preciso educar seu povo, e educar o povo é dar o melhor de equipamentos e de professores bem remunerados e bem preparados, e um país em que os professores não saem nas ruas pedindo para melhorar a educação é um país sem dirigentes comprometidos com a mudança. Por isso estou em greve, para que meu país melhore, para que no futuro não precisemos de presídios e, sim, de centros culturais para nosso povo.

 

Claudinei Lombe educa_esporte@yahoo.com.br

São Paulo

 

Os docentes e funcionários das universidades paulistas (USP, Unesp e Unicamp) receberam como resposta às suas pautas salariais uma demonstração da política equivocada do PSDB em relação aos servidores públicos e em especial aos professores universitários das melhores universidades da América do Sul. Propor zero por cento de aumento num país onde os preços estão descontrolados e tudo sobe semanalmente é uma afronta, uma falta total de capacidade de gerenciamento dos recursos humanos e das finanças do Estado mais rico da Nação. Em tempo: não sou filiado a nenhum partido político nem sou servidor público ou funcionário de nenhuma das universidades citadas, apenas sou alguém que recolhe impostos para São Paulo e para o Brasil e não aceita essa injustiça para com quem deveria ser respeitado e muito no nosso país da impunidade e da falta de investimentos em educação.

 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

 

AVALIAÇÃO DAS UNIVERSIDADES

Mais uma avaliação de universidades, dessa vez feita das latinoamericanas (OESP, 20/05/2014, A18). Há os que, preocupados com a perda de posição de universidades brasileiras, propõem a valorização do impacto da produção científica (medido com base no índice de impacto da revista científica em que se deu a publicação do artigo e pelo número de citações por outros cientistas). Esse critério vai contra a originalidade e a inovação, pois os cientistas acabam se limitando a assuntos em moda, que garantam citações. O interesse do País, da sociedade, fica em segundo plano. Isso me evoca a lista de improdutivos da USP, tornada pública há algumas décadas. Para o reitor da época, quem nada publicou, em determinado número de anos, entrava na lista. Ou seja, para ele, ministrar cursos, independentemente da qualidade, formar profissionais para o setor produtivo e para o ensino, era ser improdutivo. É salutar, para evitar esse tipo de absurdo, não atribuir excesso de importância a esses rankings, sejam eles globais ou regionais.

 

Tibor Rabóczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo

 

Com problemas que estão vindos à tona diariamente, a crise envolvendo a maior e mais prestigiada universidade do País, a USP, é, claro, preocupante. Seus efeitos como ter perdido o posto de melhor da América latina para universidade do Chile.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

 

Decepcionante que a nossa USP tenha perdido o posto de melhor universidade da América Latina para a Universidade do Chile, em 2014. A USP não pode ficar estagnada e nem se perder em questões políticas, administrativas, greves, salários, cotas raciais, etc. Deve investir maciçamente em qualidade, pesquisa, inovação, criatividade e competência. A USP tem que retomar o primeiro lugar na América Latina e se espelhar nas melhores universidades do planeta. É mais um ponto negativo do Governo Alckmin (PSDB) na área da educação.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

A USP não é mais líder na América Latina, perdemos o posto para a Pontifícia Universidade Católica do Chile. Agora estamos batendo um bolão na criminalidade, nas construções de estádios, na corrupção. Estamos avançando também com políticos comprovadamente bandidos, assaltantes a mão armada exercendo cargos de deputado e pleiteando reeleição. É mole ou quer mais? E viva o governo petista.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

MOURA, ROBSON, PCC E CPTM

A intolerância com a corrupção e o banditismo não pode ser seletiva. É público e notório que o PCC cresceu muito nos 20 anos de gestões tucanas, assim como houve o surgimento de máfias (Sabesp, Asfalto) e cartéis (Metrô, CPTM). O próprio filho de Geraldo Alckmin por duas vezes foi vítima do PCC e o governador sequer consegue bloquear celulares nos presídios. Da mesma forma que, se comprovada a ligação de Luiz Moura com o PCC, Jilmar Tatto deve ser responsabilizado pelo apoio dado ao deputado do PT, os governadores Covas, Serra e Alckmin deverão ser responsabilizados pelos desvios provocados pelos cartéis. Foram encontrados milhões de dólares depositados pela Alstom na conta de Robson Marinho em banco na Suíça. Esse senhor era homem de confiança de Covas que o nomeou para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, em que hoje, candidamente aprova contratos da corruptora Alstom. José Serra contratou a reforma dos trens da CPTM que está ficando mais cara que a compra de trens novos, e não é por acaso que o Ministério Público está exigindo um ressarcimento de bilhões de reais. Os cartéis conviveram e ainda convivem com os governos tucanos e Covas, Serra e Alckmin ou agiram com ingênua incompetência ou foram corruptos. Esses políticos, sabidamente, não podem ser acusados de ingênuos.

 

Paulo Sergio Fidelis Gomes psf.gomes@ig.com.br

São Paulo

 

O deputado do PT Luiz Moura, aquele que é parasita do Tatto, disse que apenas participou de uma reunião com os ditos grevistas e gente do PCC. É um tremendo cara de pau, só não disse o porquê do PCC lá. Óleo de peroba nele e perda do mandato isso seria o que o PT pediria se fosse oposição. Nada de dó nem piedade, a gente que até declaração de miserável já pediu e o patrimônio dele de mais de R$ 5 milhões. Me engana que eu detesto.

 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

 

Fim do mistério. Queríamos entender porque somente os ônibus, na cidade de São Paulo, eram depredados e nada acontecia com as vans e os micro-ônibus. Há muito tempo que a “famiglia” Tatto explora – e domina – o setor de transportes públicos efetuado pelos micros e, segundo evidências, “auxiliada” pelo PCC. Luiz Moura, por sua vez, deve estar altamente envolvido com transportes, já que estava presente na reunião de março, com os integrantes do PCC, além de Tatto, atual secretário de que mesmo? Ah, claro, de transportes. Ora, não é segredo que o PCC é o braço armado urbano do PT, assim como o MST é o braço armado rural. Na equação Tatto/Luiz Moura /PCC/doação de R$ 200 mil para campanha de Moura, o resultado parece ser o seguinte: eu te financio e você me protege, ao mesmo tempo em que destrói os ônibus para provocar crise de segurança e, assim, desestabilizar o governo estadual, do PSDB. E o Alexandre Quadrilha, digo, Padilha, vai dizer o que sobre isso? E Rui Falcão? E o prefeito Haddad? Já estou imaginando Lula vir dizer que é babaquice se apurar isso e sugerir que andemos de jumento aos nossos trabalhos. Aguardando pareceres e respostas.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

O secretário dos Transportes da Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto, do PT, aquele que, na oposição, adorava jogar gasolina onde tinha um começo de fogo, agora deixou a máscara cair – ou a casa? Ele doou mais de R$ 200 mil ao bandido deputado que estava na convenção do PCC para bagunçar a cidade e colocar a culpa na PM e no Estado, algo que o PT adora fazer, por ser o mais antiético partido do País e adorar uma falcatrua.

 

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

 

Apareceu a cereja do bolo podre que o PT está enfiando na goela dos brasileiros. Jilmar Tatto (PT) fazendo 33 doações de mais de R$ 200 mil para campanha de bandido condenado ligado a PCC. O que mais é necessário aparecer para as pessoas concluírem que o PT não tem nenhuma inibição nem vergonha, nenhuma ética ou limite no que diz respeito a manter o poder?

 

Adriana M. de Souza Drimfrrr70@gmail.com

São Paulo

 

PLANOS ECONÔMICOS

Conforme noticiado no Caderno de Economia do Estadão de hoje (28/05), por ingerência do BC, MP, Mantega, dos bancos cada vez mais lucrativos, a maioria dos ministros do STF mostram-se inclinados a mais uma vez adiarem a votação do ganho pelos poupadores dos planos econômicos dos aloprados José Sarney (sob investigação) e Collor de Mello (sob investigação) para após as eleições! Trata-se de mais um ato desse grupo de ministros pelegos da bancada pró-PT que se instalou no STF e quer por que quer prejudicar aqueles que já foram enormemente prejudicados por esses dois ex-presidentes de araque que agora são mais uma vez investigados por suas falcatruas recorrentes. Caso mais esse adiamento seja confirmado, ficará bem claro a quantas anda nosso judiciário como um todo e como não poderemos mais contar com a Justiça no Brasil.

 

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

 

O ministro Gilmar Mendes não tem que “achar” nada! Mas, sim, tomar decisões solidamente alicerçadas nos princípios que promovam justiça. O que já ficou claro pelas decisões anteriores do poder judiciário, e constituem jurisprudência, é que os bancos devem e têm de pagar o que devem como qualquer empresa ou cidadão comum. Ou será que se uma empresa ou cidadão comum que deve pode alegar que pagando a dívida ficará em dificuldades financeiras e quebrará o STF o isentará desse pagamento. Se isso acontecer, estará criada uma jurisprudência com efeitos funestos, não só para o sistema financeiro, mas sim para toda nação.

 

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

 

LEI DA ANISTIA

A nova interpretação que o Ministério Público e a Justiça estão dando à Lei da Anistia – de que seu texto não perdoa crimes comuns – já resultou no indiciamento dos militares envolvidos no frustrado atentado ao Riocentro (1981) e dos envolvidos no desaparecimento do deputado Rubens Paiva (1971). Sem qualquer juízo de valor sobre os fatos em si, ocorridos há mais de três décadas, é impossível não atentar para os efeitos da nova interpretação sobre todos os que estiveram envolvidos na luta armada dos anos 60/70, muitos deles hoje no poder. A transformação dos casos pendentes em processos criminais revoga o cerne da Anistia, que em 1979 permitiu a volta dos exilados, perdoou os punidos e seus perseguidores e possibilitou a volta do País à normalidade institucional. Os participantes do conflito hoje estão com mais de 65 anos de idade, alguns já passaram dos 90, idades em que a punibilidade é restrita. A criminalização do ocorrido não resultará em punição, mas poderá trazer a insegurança jurídica e a intranqüilidade aos já provectos revolucionários, além de consumir o tempo e os esforços que o país precisa empregar na solução dos problemas do presente e na construção do futuro. Os fatos do passado devem interessar exclusivamente à História. Sua judicialização, por mais dotada de aparente embasamento legal, dá um sentido restrito ao processo da Anistia e em nada contribui para o Brasil de hoje. Todos os envolvidos, independente do lado em que estiveram, por tudo o que viveram, já enfrentaram o julgamento da própria consciência e, não tardará, irão ao Juízo Final.

 

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

Quando foi aprovada a Lei da Anistia, ela foi elaborada para abranger, pacificar sentimentos e oferecer um perdão definitivo às duas partes envolvidas nos conflitos ocorridos durante o período da ditadura: o governo brasileiro que mandava no País via Forças Armadas e os ditos revoltosos de linha comunista com objetivo de implantar um regime tipo cubano que, à época, era sinônimo de sucesso, mas mostrou ser um fracasso com o tempo somado ao  abandono da Rússia ao ditador Fidel Castro. O grupo perdedor, inconformado com a derrota, desde então buscou motivos para contestar até conseguir criar um grupo que pesquisasse crimes cometidos contra o ser humano durante o período ditatorial, grupo esse oficial e denominado Comissão da Verdade, na qual faltou adendo:  a  palavra única, porque seus membros acham-se no direito de apurar como crimes apenas os que envolviam operações do governo usando membros do exército e policias civil e militar, deixando fora os atos terroristas cometidos pelo ditos revoltosos, o que significa considerarem válidas toda e qualquer ação mesmo que implicasse em mortesm mas  desde que  praticadas por aquele bando de desequilibrados, atitude de um cinismo como só uma formação retrógrada como a comunista dessa tal comissão “justifica”. Pelo seu comportamento cínico, hipócrita, ficará conhecida como a “Comissão da Verdade Única”.

 

Laércio  Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo  

 

O Juiz Federal Caio Márcio Gutierrez Taranto, de 38 anos, aceitou denúncia do Ministério Publico Federal do RJ contra os cinco militares reformados, acusados da morte do ex-deputado federal Rubens Paiva, pois, no entender dele, esse tipo de crime não deve ser incluído na Lei da Anistia, promulgada em 1979. Entretanto, nós gostaríamos de saber como serão considerados pela Justiça brasileira os crimes cometidos pelos terroristas, que, com a pretensão de implantar o regime comunista no Brasil, na mesma época do Regime Militar, foram responsáveis por casos de morte de inocentes, bem como de roubos a vários bancos e também a casa do governador de SP. Obviamente, passarão impunes e nem sequer lembrados pela Justiça e tão pouco pela “Comissão da Verdade”. Por outro lado , o caso do terrorista italiano que foi condenado em seu país por quatro assassinatos e entrou no Brasil ilegalmente, após ter falsificado a documentação necessária, não será levado em consideração e nem julgado como deveria pela nossa Justiça. Lamentável que esses processos fossem tomados por dois pesos e duas medidas, o que me faz lembrar  de um velho ditado: “aos amigos do Rei, tudo, aos inimigos, a Lei”. É muita contaminação de “bolivarianismo” na demorada Justiça brasileira .

 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté   Afinal, a Lei da Anistia era para anistiar, ou não? Os dois lados neste aspecto (crimes), eram iguais ou havia os mais iguais?

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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