Fórum dos Leitores

GREVE NO METRÔ

O Estado de S.Paulo

10 Junho 2014 | 02h02

Abusiva e ilegal

Um absurdo essa greve, que o TRT considerou abusiva e ilegal. A população está refém desses sindicatos que mandam e desmandam no País, desrespeitam a Justiça e ameaçam piorar a situação, pois querem ganhar no grito. A categoria conseguiu aumento de 8,7%, bem acima da inflação (5,8%). Se fazem a greve, deveriam saber que os dias parados têm de ser descontados, senão é muito fácil: o sujeito não trabalha, inferniza a vida dos cidadãos e ganha no mole?! Isso porque eles têm certeza que vão arrumar um juiz que ainda vai anular a multa de R$ 500 mil por dia imposta ao sindicato. O governador precisa ser firme, punir vândalos, demitir e contratar quem quer trabalhar. Abaixo as centrais sindicais solidárias à greve! Com a chegado do PT ao poder os sindicatos conquistaram o paraíso e os contribuintes vivem no inferno. Basta de manifestações oportunistas! O Brasil precisa mostrar que tem lei e a desordem não pode prevalecer.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Insanidade

Deveras insana essa greve, de propósito inconfessável, inadmissível. Os grevistas não tiveram um pingo de consideração pelos demais trabalhadores que necessitam imperiosamente do metrô para cumprir suas tarefas do dia a dia. Meia dúzia de aproveitadores não pestaneja em deixar milhões sem condução. Eles deixaram suas funções de lado para afrontar a Justiça, fazendo pouco-caso da sentença proferida. Aonde vamos parar, se a própria Justiça é desrespeitada, tripudiada? Onde estão os deputados e senadores, que já deviam ter regulamentado o direito de greve? Há serviços públicos que não podem ser paralisados de forma alguma. Se não estão satisfeitos com o salário, procurem trabalho de maior remuneração. E nem é o caso, pois os metroviários ganham muito mais que os trabalhadores congêneres. O povo tem o direito de ir e vir.

JORGE ONODA

jorge@onoda.com.br

São Paulo

Justa causa

Desculpem minha falta de fé na Justiça do Trabalho, mas se o Sindicato dos Metroviários deixar de pagar as multas acontece o quê? Em outras greves, algum sindicato condenado a multas realmente as pagou? Decretada a ilegalidade, o Metrô tem, sim, de despedir por justa causa todos os grevistas que insistiram em não trabalhar. Letargia em reprimir só estimula outros líderes sindicais a agitar seus bagunceiros profissionais e, assim, conseguir seus 15 minutos de fama.

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

Perda de estabilidade

Muitas das greves políticas, como essa dos metroviários, poderiam ser evitadas se dirigentes de sindicatos que não aceitam decisões da Justiça perdessem automaticamente a estabilidade que lhes é assegurada pela velhusca CLT, de 1943. Tais dirigentes não seriam tão afoitos, pois se queimariam, juntamente com os inocentes que os seguem.

WILSON SCARPELLI

wiscar@terra.com .br

Cotia

Chantagem

O governo dará mostra de fraqueza e submissão à chantagem de uma das categorias mais bem remuneradas no Estado se readmitir os perpetradores de uma das greves mais danosas para os trabalhadores de São Paulo. Sim, porque esses sindicalistas, com sua arrogância, desacataram o Judiciário e, com sua insensibilidade, maltrataram sem piedade a população, principalmente a que ganha salários que não perfazem nem 50% do que eles auferem, além de benefícios que só eles têm. Ouça-se a voz do povo. Cumpra-se a lei! Demissão para quem não respeita a lei nem a sociedade. Se o governo capitular, em setembro a canalhice se manifestará de forma muito pior. Jegue só para a pelegada. Para o trabalhador, transporte e respeito.

RICARDO HANNA

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

Anarquia

Desta vez foram os metroviários, mas os chamados movimentos sociais, como MST e congêneres financiados pelo governo petista, são useiros e vezeiros em não acatar decisões judiciais, salvo se lhes convém. Acrescentando que, graças ao PT, o Poder Judiciário ultimamente não tem sido levado a sério; do cooptado Legislativo, nem se fale... E com a necessidade do Exército nas ruas para garantir a Copa do Mundo, não sei o que mais falta para admitir o começo do fim.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Cobras criadas

No editorial Eles sabem o que fazem (7/6, A3) aparece a figura sinistra do presidente do Sindicato dos Metroviários, ligado a movimentos radicais que querem ver o governo estadual de joelhos. Há tempos muitos neste Fórum vêm alertando sobre uma orquestração para dificultar a mobilidade dos paulistanos e desestabilizar o governo do Estado com diversas ações contra o Metrô, em especial nos horários de pico. Quantas cobras criadas estão operando por lá? Esperamos que a Justiça dê um basta nas pretensões absurdas deles. Aposto todas as fichas em que, seja lá o que obtenham de vantagens, daqui até as eleições eles continuarão a sabotar as operações do mais eficiente meio de transporte, pois sua principal motivação é a tomada do poder em São Paulo, nossa última bastilha.

ALBERTO B. C. DE CARVALHO

albcc@ig.com.br

São Paulo

Última chance?

Se a Justiça declarou a greve abusiva, estabeleça-se a ordem. Polícia! Ou, depois das pesquisas, esta é a última chance do candidato do PT? Lula, Dilma e Padilha terão coragem de aparecer no Itaquerão na abertura da Copa? Vão de metrô ou de jumento?

MÁRIO ISSA

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

Enfim, alguém de coragem

Parabéns, governador, pela não readmissão dos grevistas! Em 1985, a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher enfrentou com determinação, coragem e força a greve dos mineiros. E venceu. É isso que esperamos dos nossos governantes, que devem assumir o ônus dos cargos que ocupam. A aceitação das chantagens de manifestantes baderneiros, como as que estamos vendo, pelo governo federal, ao sujeitar-se ao MTST e similares, mostra irresponsabilidade para cuidar do bem público e estímulo ao desrespeito às leis, à Justiça, ao patrimônio público, à propriedade privada, à população. Se a greve continuar, não será por culpa do governador, mas por ação de sindicatos que escondem a verdadeira causa do seu movimento ideológico-partidário.

M. TERESA SILOTO AZEVEDO PALU

teresa.palu@uol.com.br

São Paulo

*

GOVERNO DEMITE METROVIÁRIOS

O governo estadual já demitiu sessenta metroviários, provavelmente cabeças dessa greve absurda. No lugar dos baderneiros, o governo deveria readmitir os aposentados que aposto assumirão com alegria a função. Terão salário duplo: trabalhando e aposentadoria. Pelas notícias os salários dos metroviários estão acima da inflação, após sucessivos aumentos. O que não pode é um governo refém desses brasileiros comprometidos apenas com “certas categorias sindicalistas” e não com a sociedade que lhes paga o salário. Agora só falta outra greve para que os mesmos sejam admitidos como sempre aconteceu no Brasil. Que o governo não ceda com Copa ou não, para que sirva de lição a outras categorias de serviços essenciais a população. A cidade de São Paulo precisa trabalhar.

Beatriz Campos 
beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

*

Agora até a Justiça é contestada por bandidos travestidos de sindicalistas, que querem mostram que são fortes e estão certos. Lamentável a própria Justiça não os enquadrar e prendê-los sem mais delongas, afinal de contas isto é um país e não a Casa da Marieta. Uma vergonha a Justiça cada vez menos respeitada, e os vândalos deitando e rolando. O governo precisa demitir todos, sem exceção, e também já treinar outros funcionários que queiram trabalhar e não aparecer na mídia como justiceiros.

Alice Baruk 
alicebaruk@bol.com.br 
São Paulo

*

COMO EM NY
 
Na época de natal de alguns anos atrás na cidade de Nova York, quando já era grande a movimentação da população nas lojas da cidade, o sindicato do transporte público da cidade envolvendo trem, metrô e ônibus, anunciava uma greve geral por melhores salários. A greve teve início numa segunda-feira, e na terça- feira a prefeitura ingressava com uma ação na Justiça, sob o argumento de prejuízo para a cidade, justamente no período em que a cidade se encontrava com maior número de cidadãos, especialmente turistas. Na quarta-feira, veio a decisão judicial: a greve é ilegal, o serviço é fundamental e a situação na qual foi deflagrada evidencia o abuso de greve; prazo de 24 horas para retorno do serviço de transporte coletivo, sob pena de prisão de todos os líderes do movimento grevista. Já na quinta- feira, os serviços de transporte na cidade, como trens, metrô e ônibus, voltavam à normalidade. Segue a pergunta: se o direito de greve é direito institucional no Brasil, a prisão dos líderes sindicais por esse motivo não é inconstitucional? Nos Estados Unidos, onde as garantias de liberdade do indivíduo têm assento constitucional há mais de dois séculos, há também o direito de greve, mas há direitos outros que, dada a sua essencialidade, prevalecem quando em confronto com o interesse de uma minoria, cujo objetivo é o aumento salarial. Está aí o que os juristas denominam “segurança jurídica” e que deveria ser mais considerada na greve do metrô de São Paulo, em que milhares de trabalhadores paulistanos foram prejudicados. 
 
Edgard Gobbi 
edgardgobbi@gmail.com 
Campinas

*

PARAR SÃO PAULO

Querem parar São Paulo, mas nós, paulistanos, não deixamos. Operários, empresários, professores, estudantes, artistas, jornalistas, nenhum desses representantes da nossa sociedade se deixa “parar” por greves e protestos. Não estamos satisfeitos com a saúde, educação e segurança, mas ninguém faz o paulistano ficar paralisado. Parabéns a todos nós.

David Volyk 
davidvolyk@hotmail.com 
São Paulo

*

Governador Alckmin, multar sindicato e demitir grevistas por justa causa, só acredito vendo. Até hoje, desconheço alguma multa paga por sindicato e muito menos algum grevista demitido por justa causa. Estou pagando para ver.

Arnaldo de Almeida Dotoli 
arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

*

TIRO NO PÉ

O PT está numa maré de azar incontrolável, fomentaram a greve do metrô em São Paulo para desestabilizar a reeleição do Alckmin. Foi mais um tiro no pé, pois está pondo em risco a Copa do Lula. A premonição do Lula para ir de jegue ver a Copa se concretizou. 

Ivan Bertazzo 
bertazzo@nusa.com.br 
São Paulo

*

Gostaria de parabenizar o secretário de Transporte Metropolitano Sr. Jurandir Fernandes por ter demitido por justa-causa cerca de 60 funcionários do Metrô que estabeleceram o caos na cidade de São Paulo. Talvez por eu ter trabalhado cinco anos em uma empresa suíça e por mais de 30 anos em uma empresa americana que aprendi como  funcionam as coisas. Tenho absoluta certeza que depois dessas medidas tomadas pelo Secretário, todos os outros funcionários do Metrô voltarão ao trabalh,o principalmente aqueles que têm vocação para trabalhar.

Virgílio Melhado Passoni 
mmpassoni@gmail.com
São Paulo

*

LEGADO DE LULA

Antigamente, nas greves, os trabalhadores pacificamente cruzavam os braços em sinal de protesto pelos baixos salários, com isso, chegava-se a um acordo. Nos anos 60 e 70 surgem os sindicalistas do ABC que foram mais convincentes, por usarem o quebra-quebra como forma de pressão. Durante os protestos, alguns veículos, ainda na linha de montagem, tinham seus componentes danificados. Com essa tática de terror, os empresários acabavam cedendo, com maiores vantagens para os trabalhadores, a ponto de o ABC ter os mais altos salários do País, e as fábricas, sem muitas alternativas, buscarem o interior e outros estados, com salários menores e sem a estrutura sindical do ABC para atrapalhar. O que se vê hoje são as sementes daquele terror implantado, porém de uma forma mais virulenta, com mais atores nas manifestações, em que são incendiados ônibus às dezenas, mortes, a ponto de a polícia, para defender patrimônios, ter de usar bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Esse é o grande legado de Lula, veneno, que se volta contra eles e principalmente contra o Brasil.
 
José Sergio Trabbold 
jsergiotrabbold@hotmail.com 
São Paulo

*

GREVE DO METRÔ

Os paulistanos não merecem esta greve irracional e violenta, deixando milhões de trabalhadores prejudicados. Porque não se limitam a liberar as catracas forçando a empresa para uma solução para o conflito, sem atingir à população?

Engº José Erlichman 
joserlichman@gmail.com 
São Paulo

*

POLÍTICA É O QUE VALE

Para a oposição ao governo de São Paulo, em sua maioria o PT, querendo impor a mudança em São Paulo na marra, unidos a sindicatos que vivem de arrecadar os recursos dos trabalhadores, às vésperas das eleições, se unem e com a intenção de destruir a imagem do governador. Fazem de tudo, pouco se importando com o sofrimento de toda a população, toda a economia, perdem horários para tudo, gastam muito mais, o comércio perde, até vidas se perdem, espero que a população saiba, e seja bem informada que devemos dar uma resposta a estes que não estão nem aí para toda a população. Vamos votar totalmente no governador Alckmin, para que um dia eles aprendam fazer oposição correta e justa, e nunca mais incomodando o povo. Vamos dar o Maximo de votos ao governador, único modo da oposição aprender que aqui em São Paulo a tática de guerrilha, cubana, bolivariana, dá efeito contrário. O que funciona aqui? Gente que ajuda... Urubus, vão para o lixo caçar carniça. São Paulo não.
 
Roberto Moreira Da Silva 
rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

*

Vejo todos os dias reclamações dos paulistanos das condições difíceis em que se encontram para viver na cidade. A atual greve do Metrô apenas reforça essa percepção. Que tal se pensassem nisso no dia das eleições? Talvez o resultado dessa escolha fosse o caminho para as melhoras de que tanto precisamos.
 
Claudio Jose de Campos 
caocampos@convex.com.br 
São Paulo

*

POR QUE SERÁ?

Será que os metroviários das linhas amarela e safira não aderiram a greve porque estão satisfeitos com os salários ou porque são linhas privadas e não servem para manobras políticas? Aposto que as duas coisas.

Luiz Frid 
luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

*

Até quando nossas autoridades vão permitir que uma minoria irresponsável impeça que milhares de pessoas exerçam seu direito constitucional de ir e vir, prejudicando acesso ao trabalho, hospitais, escolas, etc? Aproveitando, a persistir esta greve, gostaria de saber se o Sr. Lula pretende ir ao Itaquerão de jegue, ou beneficiando-se há mais de 10 anos de seu status de elite, irá de helicóptero?

Luiz Roberto Savoldelli 
savoldelli@uol.com.br 
São Bernardo do Campo

*

ORDEM

Como o sr. Altino Melo dos Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários, sabe que à todo dirigente sindical é vedada a dispensa a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação de entidade sindical ou de associação profissional até um ano após o final do seu mandato caso seja eleito, inclusive como suplente, salvo se cometer falta grave. Então porque não aceitar o que a Justiça decidiu? Ser um conciliador, um verdadeiro líder, e deixar a população ir e vir do trabalho deles? Por que nada afetará o seu emprego, e o endurecimento é político eleitoral. O governador e a Justiça não podem ceder!
 
Tania Tavares 
taniatma@hotmail.com 
São Paulo

*

O QUE EU FALARIA

Se eu fosse o governador de São Paulo, faria a seguinte declaração em alto em bom som: “Em nome do Governo de São Paulo, da Secretaria dos Transportes, da Secretaria de Segurança e, principalmente, da Diretoria do Metrô, devo declarar esta greve irresponsável e totalmente prejudicial à população que necessita dessa modalidade de transporte. Seus responsáveis serão devidamente julgados e punidos por esse ato. Por outro lado, gostaria de mencionar a inteligente e oportuna solução apresentada pelo ex- presidente Lula quando, definindo o metrô como uma ‘babaquice’, apresentou a alternativa nunca antes neste país para os que quiserem ir aos estádios que andem a pé, ou de jumento ou usem carroças. Essa sugestão apropriada inclui agora definitivamente aqueles que querem trabalhar. Problema resolvido na ótica do estadista e mentor intelectual do pensamento brasileiro. Tenho dito, PT. Saudações.”

Alberto Martinez 
alberto.martinez@terra.com.br 
São Paulo

*

Uma desobediência a uma ordem judicial demonstra a falência do País. É o que assistimos com esta greve do metrô, o que nos leva a crer que quem está por cima da mesma sabe que tudo será resolvido pelo STF, portanto, nada mais certo que querem desestabilizar o governo de São Paulo, que com certeza nunca passará o comando deste Estado ao partido PT.

Valdir Sayeg 
valdirsayeg@uol.com.br 
São Paulo

*

ILEGAL E ABUSIVA

No domingo, a Justiça declarou ilegal e abusiva a greve dos metroviários, estipulou em R$ 500 mil diários de multa se não cumprirem a determinação da volta ao trabalho, descontos dos dias parados e reajuste de 8,7 %. Eu ainda tenho dúvidas que será cumprida a determinação, porque é costume ao final dessas greves perdoar tudo. Inconformado, o presidente do sindicato declarou que pedirá à presidente Criatura para vir à São Paulo negociar com o Alckmin, alegando ele ser intransigente. No entanto, duvido que isso acontecerá, porque o governador sabe que o Metrô é deficitário  e não pode brincar com as finanças do estado e dar um reajuste 3% maior que o dado aos funcionários da também estatal Sabesp, por exemplo. Essa segunda feira começou com parte dos metroviários desobedecendo à determinação judicial e mantém o movimento com o propósito  de forçar um recuo do governador, algo inadmissível, por que se  isso acontecer, trairá  a confiança nele depositada pelo paulistano que sofre, mas ainda aprova o Alckmin, porque já sentiu ser  uma greve mais política que trabalhista. O paulistano e paulista em geral esperam que ao final desse movimento aqueles que não obedecerem a determinação legal sejam  punidos com descontos dos dias parados, e também que o sindicato pague a multa estipulada, porque o estado, a lei e a população,  não podem ficar à mercê de indivíduos que claramente agem de forma política. 

Laércio Zannini 
arsene@uol.com.br 
São Paulo

*

SERVIÇOS ESSENCIAIS

Já passou da hora de o governo federal fazer algo judicialmente para acabar com essa pouca vergonha de se fazer o povão otário que votou nele sofrer com greves como a do Metrô de SP. Além disso, os dirigentes dos sindicatos devem ser investigados pela PF e checar-se seus antecedentes, pois muitas vezes esses dirigentes são bandidos travestidos de gente boa. O presidente dos metroviários de SP já esteve arrolado em processos judiciais, então nem deveria trabalhar no metrô. É mau elemento e pernicioso.

Asdrubal Gobenati 
asdrubal.gobenati@bol.com.br 
Rio de Janeiro

*

Arruaceiros inconsequentes e irresponsáveis a mando do PT. Até quando vamos ver esses desmandos antes de eleições? Pobre população trabalhadora e honesta! Viver sob administração de pessoas inescrupulosas, que não têm o mínimo compromisso  com o bem-estar  do povo brasileiro, a não ser com a permanência no poder! 

Tânia Pinotti 
tkita@uol.com.br 
São Paulo

*

GREVE IMORAL

Essa greve deflagrada em São Paulo pelos metroviários não passa de um movimento para tentar atingir a imagem do governo paulista. Por essa e tantas outras, já passa da hora da autoridade do Estado realizar estudo no sentido de privatizar as linhas de Metrô de São Paulo, pois milhões de usuários diários desse serviço essencial não podem ficar submetidos à ira de dirigentes sindicais que nem a Justiça respeitam, promovendo uma anarquia geral na maior cidade do País. Tomara que as demissões por justa causa sejam mantidas.
 
Ademar Monteiro de Moraes 
ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

*

GREVE POLITIZADA

Já não chega os inúmeros problemas que os paulistanos têm de enfrentar no dia a dia como violência, transporte caótico, caos no trânsito e outros tantos, agora os metroviários resolveram tumultuar ainda mais suas vidas com a greve paralisando o metrô deixando milhões de pessoas sem transporte, não respeitando a decisão da Justiça que exige a operação total no pico - é  de 70% em outros horários. Quando isso acontece, fica nítido que prestamos atenção a pequenos detalhes, é indício de que essa greve a menos de uma semana da abertura da Copa do Mundo é oportunista e politizada. Depois dos protestos ocorridos no ano passado, quando o aumento das passagens de ônibus serviu de pretexto para a mobilização, o que vemos agora, com essa greve que já dura três dias, vai muito além do que se possa imaginar. Ao mínimo, descontentamento de alguns, muitas vezes instigados por interesses escusos de sindicalistas pelegos e picaretas que não representam ninguém a não ser aos próprios interesses políticos partidário. Muita gente já não hesita em ocupar ruas e avenidas parando o trânsito e provocando o caos à população, que se vê sem saída. Fica nítido que todos reivindicam direitos, mas quase sempre deixa-se de lado os deveres, que é o de prestar bons serviços à população. Direito de protestar e fazer greve é livre, assim como o direito de ir e vir dos demais trabalhadores. O que não se compreende é que, usando vários subterfúgios, meia dúzia de pessoas possam paralisar o trânsito já caótico de uma cidade, sem que os demais possam manifestar os seus dramas, as suas preocupações, os seus prejuízos. No País da pirataria, o falso sem-terra mistura-se com o falso sem-teto e viram massa de manobra de alguns ainda “sem-poder” mas dispostos a conquistá-lo, custe o que custar, deixando a maior cidade do País um verdadeiro caos, enquanto as autoridades ficam de braços cruzados. Eles lutam pelo que dizem ser um direito de homem da terra, enquanto escondem o que seria a grande característica do homem do campo: os calos nas mãos. Falsos caciques, falsos pajés, falsos índios, falsos curumins são os oportunistas da vez. A roupa em muitas vezes traz a grife da multinacional. Os pequenos índios, os sem-terra, sem-teto e sem caráter estão aí, traduzidos pelos mais variados argumentos em que predominam a desordem e o desrespeito aos demais. E os nossos direitos, como é que fica?

Turíbio Liberatto 
turibioliberatto@hotmail.com 
São Paulo

*

Concordo plenamente com a leitora do Fórum dos Leitores, Leila Leitão. Essa greve do metrô é pura politicagem contra o Governo Alckmin. Imaginem o que aconteceria se os milhões de trabalhadores prejudicados sofrendo em baixo de chuva se revoltassem e fossem pra cima junto com a polícia dos baderneiros grevistas. Tenham mais cuidado, porque isso não está longe de acontecer, a população está cansada, o povo pode se unir e ir para cima como uma boiada. Esperamos que o sindicato dos metroviários seja inteligente e pare com essas chantagens covardes em plena Copa, evitando mais uma manifestação que pode resultar em tragédia.
 
Valdy Callado 
valdypinto@hotmail.com 
São Paulo

*

DESOBEDIÊNCIA

Pertenço ao tempo que, quando chegava um alvará judicial, imediatamente parávamos todo o serviço que fazíamos para cumprir as ordens lá estipuladas. Hoje, se vê grevistas desobedecendo a ordens do TRT. Mudaram os valores ou mudaram os homens?
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso 
zaffalon@uol.com.br 
Bauru

*

São comunistas, “assim como o PT”. Com certeza Lula e Dilma já “acertaram” um pacto com essas ratazanas sindicalistas, e durante a Copa estará tudo azeitado. O mesmo acontecerá com a bandidagem e os tais “black blocs”, todos devidamente com as mão adoçadas pelo governo.
 
Ariovaldo Batista 
arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

*

A greve é uma conquista do trabalhador. A população paulistana sempre apoiou a greve, quando é justa. Esta parece-nos abusiva, com endereço certo. Agravante, os metroviários são a categoria de melhor salário no serviço público. Está tudo dominado (pelo sindicato).

J.Perin Garcia 
jperin@uol.com.br
São Paulo

*

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo considerou por unanimidade a greve dos metroviários abusiva e determinou uma multa de R$ 500 mil por dia caso a paralisação continue. Os três dias de greve da semana passada ficam por isso mesmo? Ninguém será punido, ou antes do julgamento a greve não era abusiva? Essa greve é política e a multa deveria retroagir e ser cobrada desde o primeiro dia de greve. Não é possível que um pelego comunistóide qualquer tumultue ao seu bel prazer uma cidade do tamanho de São Paulo, prejudique milhões de pessoas numa suja jogada política e saia cantando vitória, livre, leve e solto. 

Victor Germano Pereira 
victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

*

UM SOFISMA CÍNICO

De acordo com reportagem publicada pelo “Estadão” em 08/06, os metroviários têm conseguido aumentos salariais maiores que a inflação, de tal modo que enquanto empregados do setor tiveram 4,9% de aumento real entre 2011 e 2013, os metroviários conseguiram 6,26%. E cabe aqui destacar que muitos trabalhadores no mesmo período só empataram com a inflação, e os mais afortunados conseguiram muito menos de aumento real. Argumentam que dada à superlotação do sistema, o reajuste deveria acompanhar a produtividade. Ora, a superlotação não significa um aumento linear da produtividade, pois além dos custos fixos da mão de obra que independem da produtividade, a superlotação implica em um desgaste mais acentuado do equipamento e a diminuição de sua vida útil e todos os custos que correspondem a essa nova realidade. A tarifa está congelada há dois anos, exatamente devido a movimentos populares que agora querem ajudar os metroviários a enfrentarem o governo, inclusive a Polícia Militar, se seus pleitos não forem atendidos, entre eles o Movimento do Passe Livre. Se por um lado as suas aspirações de melhores condições de vida são justas, os métodos não o são, pois acabam afetando seriamente o restante da população que merece condições de vida melhores, tanto quanto eles. Ontem à tarde o TRT de São Paulo julgou a greve dos metroviários abusiva por oito votos a zero, determinou a volta imediata ao trabalho e estipulou uma multa diária de R$ 500.000,00. Mas os metroviários em assembleia de hoje decidiram continuar em greve, apesar da existência de opositores entre eles. A justificativa do presidente do sindicato foi de um cinismo homérico: “Tem uma Copa do Mundo, o maior evento esportivo do mundo. O governo do Estado tem eleições no fim do ano, tem de negociar. Temos de enfrentar o governo”. Ora, a direção do sindicato se baseia no fato de que eles têm o poder de atravancar e parar a cidade como estão fazendo há dias e de que existem condições excepcionais para tumultuar São Paulo, por ser aqui o jogo inaugural da Copa do Mundo.  Isso não é bem um argumento, é chantagem pura e creio que justifica desde já as demissões que o governador prometeu aplicar. Todos os trabalhadores brasileiros não ganham o que precisariam ganhar e o que merecem. É evidentemente que todas as categorias de trabalhadores são essenciais em nossa sociedade para o desenvolvimento do País. Mas a maioria não pode chantagear a população como, por exemplo, os trabalhadores dos transportes públicos. Por exemplo, arquitetos e engenheiros de todas as modalidades da Prefeitura de São Paulo estão em greve inédita e executam serviços de suma importância para a cidade, mas as suas atividades próprias das carreiras irão interromper serviços indispensáveis para a população. Mas elas não aparecem de imediato  e só por isso não só esse prefeito como quase todos os anteriores se deram ao desplante  de conceder-lhes, desde a ex-prefeita Marta Suplicy, reajustes anuais inconstitucionais de 0,01%. Já estamos em junho e até agora Haddad só atendeu aos professores por motivos óbvios. E tal fato se repete para muitas categorias profissionais, tanto para os servidores públicos como para os demais trabalhadores da iniciativa privada.

Gilberto Pacini 
benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

*

A LEI DOS METROVIÁRIOS
 
Os metroviários da capital paulista devem ter o seu próprio código de leis, porque simplesmente desconhecem o julgamento do TRT e continuam em estado de greve, ocasionando sérios e graves prejuízos à população dos trabalhadores paulistanos. Mesmo com a declaração da ilegalidade da greve pelo TRT 2ª Região, continuam a abusiva greve, merecendo, então, uma intervenção mais incisiva por parte do governo estadual, como a demissão. Entretanto, o governo deste estado precisa atuar mesmo e não só ameaçar, porque os metroviários estão prontos para desafiar todas as autoridades constituídas, sejam do Poder executivo, sejam do Poder Judiciário. Daí que é necessário ir ao encontro de suas pretensões e atitudes, com medidas mais sensíveis e mais drásticas.

José Carlos de Carvalho Carneiro 
carneirojc@ig.com.br 
São Paulo

*

ABUSIVA OU NÃO?

De forma justa e correta, a Justiça do Trabalho decidiu que a greve dos metroviários de São Paulo é abusiva e que deve ser encerrada. Apesar disso, os grevistas decidiram manter a paralisação do metrô, desobedecendo à decisão judicial. Como pode uma coisa dessas? Que país é esse em que decisões judiciais são solenemente ignoradas e desrespeitadas por um sindicato? A população tem o direito de ir e vir e está contra a greve, que é abusiva e oportunista. A única coisa que o governador Alckmin (PSDB) tem a fazer agora é demitir sumariamente os grevistas que insistirem em cruzar os braços, em prejuízo de milhões de paulistanos. Tudo tem limites. Não podemos ficar á mercê e nem como reféns de oportunistas e chantagistas que não respeitam as leis e nem os direitos da população.
 
Renato Khair 
renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

*

PÂNICO NO PT

Positivamente estamos assistindo a uma tentativa de desconstrução do governo do PSDB em São Paulo. “Delenda Alckimin” é o discurso do governo petista diante do fiasco da tentativa de mais um poste, este rejeitado pelos modernos bandeirantes que, além de se constituir na “locomotiva do Brasil”, são também as maiores reservas para que se processem as mudanças que não podem mais ser procrastinadas. O que está acontecendo com a população paulistana, está claro, é estratégia do PT para desincompatibilizar o governo paulista, provocando-o a tomar decisões impopulares que possam decolar a candidatura do poste Padilha como a prisão e demissão de grevistas. A decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) em declarar abusiva a greve dos metroviários e determinar multa de R$500 mil por dia é jogar para a plateia. É abusiva, mas é um direito legal. Essas multas aplicadas alguém tem na memória alguma delas que foram pagas? Isso está acontecendo em São Paulo porque a casa da Mãe Joana está ruindo, e a jóia da coroa precisa ser conquistada.

Jair Gomes Coelho 
jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras

*

Tempo de radicalização. O governador quer demitir todo mundo por justa causa, mas sem funcionários o metrô não poderia funcionar. O TRT fez um julgamento em pleno domingo e determinou o encerramento imediato da greve, sob ameaça de multa diária. A manutenção da greve até quinta-feira custará R$ 2,5 milhões em multa, mas se o sindicato decidir levar o confronto até o fim, e pagar para ver, terá cobertura da mídia mundial na quinta-feira na estreia do Brasil na Copa do Mundo.

Luiz Roberto Da Costa Jr. 
lrcostajr@uol.com.br 
Campinas

*

Este país está tão bagunçado que nem ordem judicial é obedecida. Isto é absurdo. Sr. governador, tome uma atitude de quem manda. Mande embora por justa causa estes que não querem mais trabalhar. Acabe e mande prender estes sindicalistas que acham que mandam no País. É só atraso.

José Claudio Canato 
jccanato@yahoo.com.br 
São Paulo

*

LERO LERO

Os metroviários que não obedecerem aos juízes que decretaram ser a greve ilegal devem ser sumariamente demitidos. Ou nunca mais ninguém vai obedecer nada neste país. E a desordem vai virar regra. Num país civilizado, já estariam na rua. Os funcionários da linha amarela continuam trabalhando e servindo à população que, no final das contas, é quem os paga. Por que os das outras linhas, que são estatais, não querem fazer o mesmo? A resposta é uma só: para fazer parecer que o governo estadual não funciona, para cobrir de indignação os cidadãos que tem de usar o metrô. Sr. governador, chega de lero lero. Rua para estes desordeiros!
 
Maria Tereza Murray  
terezamurray@hotmail.com 
São Paulo

*

O ATO ABSURDO DO PREFEITO

A TV Bandeirantes reprisou nessa sexta-feira, 06/06, o pronunciamento extraordinário do prefeito Haddad aos mais de 5.000 invasores de um terreno de dois milhões de metros quadrados situado na Estrada do M’Boi Mirim em área de mananciais e proteção ambiental, próximo à Represa de Guarapiranga. O terreno foi declarado área de interesse público pelo Decreto n° 51.713/2010 para a construção de um parque municipal, exatamente por ser área de preservação ambiental e de mananciais. Quem assistiu a esse vídeo não pode deixar de ficar estarrecido. Disse o prefeito, ao subir no caminhão de som dos manifestantes, que naquele dia já tinham provocado a paralisação da nossa cidade durante todo o dia, em determinado instante: quem sabe se vocês se dirigissem à Câmara Municipal, poderiam pressionar os vereadores para aprovarem as mudanças que todos nós queremos para São Paulo. E o resultado, como todos sabem, foi que no dia da votação do Novo Plano Diretor da cidade, os invasores depredaram as instalações daquela Casa e ameaçaram os vereadores. De lá para cá o MTST criou mais asas ainda e continua intimidando os representantes eleitos por toda a população paulistana para que aprovem mudanças na legislação municipal que permitam, nada mais, nada menos, que transformações de áreas invadidas, em áreas de interesse social. Ora, o prefeito na verdade extrapolou o que lhe permite o cargo que ocupa. O Artigo 73 da Lei Orgânica do Município reza em seu caput que: “O Prefeito perderá o mandato, por cassação, nos termos do inciso II e dos parágrafos do artigo anterior, quando: IV - atentar contra: b) o livre exercício da Câmara Municipal.” Ora, em minha opinião de leigo, já que não sou advogado, foi exatamente o que prefeito fez ao incitar os arruaceiros a pressionarem os vereadores. Além disso, não é o que todos nós queremos para São Paulo. Nós estamos perdendo há anos os nossos mananciais e estamos indo captar água cada vez mais longe, exatamente por culpa de demagogos como o atual prefeito. Se tivéssemos impedido no passado ações semelhantes, provavelmente não estaríamos hoje sofrendo tanto com a estiagem que assola a capital atualmente. Sim, porque ao contrário do que diz o prefeito e fazem os invasores, a população de São Paulo não quer nenhuma ocupação em áreas de mananciais e muito menos próximas às nossas represas. Quem afirma que um agrupamento humano estabelecido em áreas de mananciais, com todas as infraestruturas apropriadas, inclusive com coleta de esgoto, não afeta as suas nascentes, ou acredita em cegonha ou nunca visitou as áreas próximas às Represas Guarapiranga e Billings. Ou está fazendo demagogia mesmo.

Gilberto Pacini 
benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

*

SEM MEDO DE AGIR

Nossas autoridades não podem mais ter receio de agir! Não devem ficar de braços cruzados. Os eleitores esperam atitudes, não omissões ou palavras vazias. Se querem votos, votos conscientes façam o que forem eleitos para fazer. O que não é possível  é continuar a permitir que grupelhos mal intencionados e mal informados façam a  distorção de  reivindicações legítimas em  caos e desordem em desrespeito às leis e às autoridades legalmente constituídas. O decreto absurdo que o poder de Brasília tenta nos impor para legitimar às avessas estes grupelhos terroristas - pois quem impôs à cidade tamanho caos e sofrimento só pode ser chamado de tal alcunha - ainda não está em vigor e tenho fé que conseguiremos extirpá-lo para não aumentar ainda mais a nossa vergonha e os nossos fracassos.

Priscila Ferro 
pyscynahh@gmail.com 
São Paulo

*

PROTESTOS, COPA E TERNURA

Chegamos à semana de abertura da Copa do Mundo. Pena que o evento esportivo tenha se transformado em objeto de protesto. A greve dos metroviários, que ameaça deixar sem transporte os torcedores da abertura da Copa e de outras partidas no Itaquerão, vai além do sensato. Ao confrontar a ordem judicial de cessação do movimento, abre a guarda para retaliações trabalhistas e o uso da força para o restabelecimento da normalidade no transporte. Antes de ser um mero protesto, o movimento é resultado do desleixo e da leniência das autoridades que, em eventos anteriores, dessa e de outras categorias, não atenderam devidamente às reivindicações, deixaram de cumprir suas prerrogativas e, inclusive, fizeram vistas grossas para a infiltração de grupos oportunistas e baderneiros. Com as classes de serviços essenciais, deveriam abrir negociação pelo menos 60 dias antes da data base, para evitar a greve e o sofrimento da população. O que vivemos hoje é resultado da anárquica caricatura democrática que as autoridades e a classe política criaram ao longo dos últimos 30 anos. Permitiram a criação e o crescimento do poder paralelo, perderam o respeito da população e, agora, marcham para o impasse. Para evitar o mal maior, durante a Copa e depois dela, nossos governantes e lideranças não devem perder de vista a frase que embalou a juventude de boa parte deles: “Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura” - Che Guevara.

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 
aspomilpm@terra.com.br 
São Paulo

*

“No meio do caminho tinha uma pedra”, escreveu Drummond de Andrade. No meio do caminho da abertura da Copa tinha a linha 3 Vermelha do metrô.

J.S. Decol 
decoljs@globo.com 
São Paulo

*

SÓ PARA GUERREAR?

Como é que o governo petista convoca militares das Forças Armadas para reprimir?

Sergio S de Oliveira 
ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)                                

*

FIASCO DA COPA

Às vésperas do início do Mundial não há como negar a verdade que muitos insistem em ignorar: esta Copa já é um fiasco. O time do Brasil pode até sagrar- se campeão e tem condições para isso, mas essa verdade não calará. A FIFA seguramente aprendeu uma grande lição: porque não se deve realizar uma Copa num país de terceiro mundo. Perdoem-me, emergente...

Luciano Harary 
lharary@hotmail.com 
São Paulo

*

COPA NO RIO DE JANEIRO
 
Início da Copa: omelete em Copacabana a R$ 100 com seis ovos pequenos. Dez dias após o início: R$ 60 com seis ovos pequenos. Vinte dias após o início: R$ 30 com seis ovos pequenos. Na última semana: R$ 10 com os ovos “enormes”.
 
Luiz Ress Erdei  
gzero@zipmail.com.br 
Osasco

*

Em 58 tivemos Pelé, em 62 tivemos Garrincha, em 70, de novo, Pelé, em 94 tivemos Romário, em 2002 tivemos Ronaldo e em 2014 teremos Hulk; devo continuar ou posso parar e começar a ficar verde de vergonha?

Francisco José Sidoti 
nsidoti@gmail.com 
São Paulo

*

‘PADRÃO BRASIL’

A senhora esteve no recém reformado aeroporto de Brasília, anteontem, após a chuva? É esse o padrão Brasil? O padrão que merecemos? Sim, porque se os turistas não vão levar os aeroportos e tudo mais na mala, tudo pode continuar como está. Os brasileiros é que se danem, ou não foi isso o que a senhora quis dizer?

Elisa Andrade 
elisa@spcesar.org 
São Paulo

*

A expressão “padrão Fifa”, que sugere rigor, exatidão e excelência,  esteve na boca do povo nos protestos de junho de 2013, quando a massa saiu às ruas, inconformada, exigindo saúde e educação de qualidade equivalente ao que a entidade máxima do futebol exigiu dos estádios para poder sediar a Copa do Mundo no Brasil. Há dias, Lula chamou de “babaquice” a justa aspiração da massa em ter metrô próximo aos estádios, emendando que o povão tinha mesmo é que ir a pé, de bicicleta e até de jumento ver os jogos... Padrão “Lula” de exigência !  Quando Dilma diz, agora, que “os aeroportos no Brasil não têm o padrão Fifa, têm o padrão Brasil”, ela parece aceitar, resignada com os fatos de seu desgoverno,  a ideia de que os referidos aeroportos tenham um padrão inferior ao modelo de excelência ambicionado por todos. Como Lula e seu jumento, Dilma, com sua administração “padrão PT”,  não deixou claro sobre o que entende por “padrão Brasil”.  Seria, por ventura, o padrão a que estamos acostumados a ver nos hospitais e escolas públicas? Nas rodovias e ferrovias? Nas delegacias de polícia?  Nas penitenciárias? Nas casas de custódia para menores infratores? Nos portos congestionados, assoreados e sucateados? Nas cracolândias que se alastram pelas cidades brasileiras? Na gestão “morro abaixo” da economia?   Se for esse o “padrão Brasil”, muito obrigado, Sra. presidenta ! Dispensamos tanto o jumento do Lula quanto o seu baixíssimo nível de exigência para nossa infraestrutura e continuamos aspirando ao “padrão Fifa” a que todo brasileiro - apesar de vocês - um dia haverá de ter direito!
 
Silvio Natal  
silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

*

Dona Dilma rebaixa as pretensões dos brasileiros assim como Lula disse que o povo tem de ir de jegue para os estádios. Se fazem de espertos para se isentarem das responsabilidades que lhe serão imputadas.

Cesar Romero Galardo 
crgalardo@terra.com.br 
São Paulo

*

JÁ GANHOU

Quando vejo Parreira dizer que a Copa já é nossa, lembro de FHC que se sentou na cadeira de prefeito antes da eleição e perdeu-a para seu adversário Janio Quadros.

Mario Ghellere Filho 
marinhoghellere@gmail.com 
Mococa

*

REMUNERAÇÃO DE PROFESSORES

O Brasil poderá vir a ser um país de primeiro mundo no dia em que os professores receberem tratamento igual ao dispensado aos jogadores de futebol.  Os professores dedicam sua vida à formação de nossos filhos.  Vivem de seu trabalho e não de qualquer modalidade de Bolsa Família.

Benedito Lima de Toledo, Professor Titular da FAUUSP
bltoledo@uol.com.br 
São Paulo

*

POUCOS DIAS PARA A COPA

Porto de Mariel está pronto e obras da Copa ficam a ver navios.

Roberto Twiaschor 
rtwiaschor@uol.com.br 
São Paulo

*

CONSELHOS POPULARES

Esses Conselhos Populares criados pela Presidente, além de causarem danos estruturais nos três Poderes e Instituições Públicas, quando efetivamente forem postos em funcionamento trarão mais despesas, constituindo-se em cabide de empregos para militantes e afilhados políticos. Em seus gabinetes bem montados e aparelhados, seus dirigentes terão inúmeros funcionários. É incrível com que facilidade os governantes avançam no bolso do contribuinte. Enquanto isso, falta dinheiro na educação, não se podendo construir novas escolas, nem reformar as existentes caindo aos pedaços, não se pode pagar salários condizentes aos professores. Faltando recursos também para cuidar da saúde da população carente que busca socorro nos hospitais sucateados, não têm raios-x, tomógrafo, remédios e médicos. Os doentes enfrentam filas intermináveis, são atendidos muitas vezes em macas espalhadas pelos corredores, que vergonha! Somente a economia não garante o progresso. Desse jeito nunca deixaremos de ser um país emergente.

Odiléa Mignon 
cardosomignon@gmail.com 
Rio de Janeiro

*

Neste ponto Dilma tem razão: “Muitas cabeças pensam mais do que apenas a cabeça do Executivo”. Mas não são conselhos formados por organizações não governamentais e nem pela companheirada, em vez desses tais conselhos formados a dedo. E se realmente Dilma quer saber o que o povo pensa, basta consultar pesquisas já realizadas, como a do Datasenado em 2011 e em 2013 promovido pela Confederação Nacional da Indústria e realizada pelo Ibope. Pode também a Presidência da República contratar mensalmente o Ibope ou a Datafolha para saber através de milhares de cabeças que realmente pensam mais que a cabeça do Executivo. 

José Carlos de Castro Rios 
jc.rios@globo.com 
São Paulo

*

O ENGOMADINHO

Ao abrir o jornal hoje, na página A4, tive o desprazer de me deparar com o vice-presidente Michel Temer. Sabe-se há muito que no Brasil, o cargo de vice-presidente é um daqueles inúteis, ineficientes e pouco representativos. A julgar pelo seu desempenho na condição de vice-presidente, Temer sai melhor nas colunas sociais como um vistoso engomadinho de festas da “night”, porque não tem competência sequer para defender os interesses do estado de São Paulo, hoje tragado pela desordem do grevismo incitado pelos partidos ultra radicais de esquerda gerenciados  pelo PT. Na verdade, não sendo líder para nada, e sempre sob o pretexto de “acatar” as decisões de seu partido - que há décadas vive fazendo “alianças” (sempre em busca de poder, diga-se) com os inquilinos do Planalto - o PMDB - termina se curvando às decisões da Dilma Rousseff. No passado, o PMDB se dizia um partido de oposição. No entanto, com o passar do tempo e com as manhas e experiências adquiridas no conúbio do poder - processo semelhante ao da simbiose, relação pelo - couro -, passou do status de uma “p... velha” para o de amante do PT.

Gilberto Motta da Silva 
gmottas@yahoo.com.br 
São Paulo

*

PÉ NA ESTRADA 

Ao decidir pela construção de 270 aeroportos, a presidente Dilma Rousseff justificou sua decisão fato de que algumas regiões do Brasil só podiam ser alcançadas por meio de aeroportos. A presidente destacou, ainda, que o governo investe e “tem o desafio” de assegurar que em uma distância de até 100 quilômetros das cidades médias tenha um aeroporto. Só não explicou como os passageiros vão vencer a última etapa da viagem, de até 100 quilômetros, para chegarem às suas cidades.  É possível que a presidente esteja fazendo um pensamento paralelo com aquele do ex-presidente Lula, que considera uma “babaquice” essa preocupação, tipo primeiro mundo, de que torcedores durante a Copa necessitam de metrô para se chegar aos estádios. O brasileiro, disse Lula, nunca teve esse problema “em andar a pé”. Assim: “Senhores passageiros, foi um prazer tê-los tido a bordo. Ao deixarem este aeroporto, dobrem à direita para atingirem seus destinos finais. ‘Vai a pé, vai descalço, vai de bicicleta, vai de jumento, vai de qualquer coisa’”.

Flavio Bassi 
flavio-bassi@uol.com.br 
São Paulo

*

O desgoverno deste partido incompetente tem colocado o Brasil em últimas posições nos índices mundiais em todas as categorias. A educação está tão precária que o desempenho dos brasileiros em matemática ficou em 58º. lugar entre os 65 países que fizeram a prova! Em leitura, 55º.  em Ciências, 59º.  No ranking mundial de IDH, estamos na 85ª posição, atrás dos nossos vizinhos da América do Sul e, pasmem caros leitores, Bósnia e Azerbaijão estão à nossa frente! Até a Albânia nos supera. Como se não bastasse esta vergonha, temos mais um resultado negativo para se juntar aos demais: o Brasil perdeu 16 posições no ranking de competitividade global, saindo do 38.º para o 54.º lugar entre 60 países. Entretanto, no quesito corrupção e mau uso do dinheiro público, estamos nas primeiras colocações. Se não mudarmos o cenário político nas próximas eleições, fatalmente estaremos descendo a ladeira abaixo. Não será uma década, mas uma geração perdida. 

Claudio D. Spilla 
Claudio.Spilla@Cspilla.org 
São Caetano do Sul

*

APESAR DO PT

Mais uma mentira do (des)governo Dilma, vulgo PT, vai sendo desmascarada: apesar de todo o trabalho de desinformação e sucessivas tentativas de corporativização do IBGE, os números do PNAD começam a ser conhecidos. E o desemprego é maior do que o anunciado pelo (des)governo petista. Mas, mais importante, e pouco divulgado, é o fato de que o volume de pessoas que migraram para a inatividade (não estão procurando emprego, principalmente por receberem benefícios federais) cresceu para 62,6 milhões de pessoas. Isto é: 30% da população brasileira é inativa! São indivíduos que, em sua maioria, poderiam fazer parte do mercado de trabalho, mas resolveram “se aposentar” precocemente, graças aos Bolsa Família, Bolsa Escola, Cesta Básica, etc... Sou a favor da transferência de renda, desde que feita com critério e responsabilidade. E não como uma ferramenta de alienação e compra de votos, tão descarada como vem sendo feita pelos governos petistas. E, o que é pior: tudo isto vem sendo realizado com as reservas - morais e financeiras - deixadas pelo governo Fernando Henrique, e cuja paternidade foi assumida com extrema competência pelo partidão. No entanto, não basta falar. É preciso agir. E quem quer se ver livre do cancro petista tem de ir à luta. É preciso colocá-los para fora dos governos estaduais e do governo federal. O Brasil depende disso.

Geraldo Roberto Banaskiwitz 
geraldo.banas@gmail.com 
São Paulo

*

POR QUE O PIB BAIXOU?

Nos últimos 10 anos a frota de automóveis aumentou de 11 para 22 milhões no Estado de São Paulo. Assim, 11 milhões de famílias conseguiram comprar primeiramente um automóvel. Na cidade de São Paulo, 2 milhões de pessoas entraram em um apartamento novo ou casa nova. Quatro pessoas por família significa que somente na cidade de São Paulo 500.000 famílias compraram um lar novo. Logicamente, essas famílias que compraram automóveis e/ou lares precisam pagar agora as prestações. E assim podem comprar menos nos supermercados. Assim tem uma baixa no desenvolvimento do PIB.

Michael Peuser 
mpeuser@hotmail.com 
São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.