Fórum dos Leitores

CONVENÇÃO DO PT

O Estado de S.Paulo

24 Junho 2014 | 02h05

'Nós' contra 'eles'

Começou a campanha petista, está lançado oficialmente o "nós" contra "eles". Quando vai começar o confronto de ideias e projetos visando melhorias para o País? Criar um ambiente hostil é perigoso, pode ter efeito contrário ao esperado e aumentar ainda mais os índices de votos em branco e nulos nas pesquisas de intenção de voto.

ARCANGELO SFORCIN FILHO

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

Máscaras caindo

Dilma Rousseff diz que não faz política com ódio. Todos se lembram, durante o governo tucano, do ódio mortal dos ativistas do PT, sempre gritando "fora, FHC" e sabotando todas as iniciativas para melhorar a vida dos brasileiros, como o bem-sucedido Plano Real. Quando vemos na mídia o rosto da "presidenta" e o do seu chefe, não sentimos ódio, mas desprezo, pois são mistificadores cujas máscaras estão caindo. Mas devemos ficar alertas, pois eles são perigosos e farão o diabo para se manter no poder, como muitos tiranetes deste lado obscuro do mundo.

ALBERTO B. C. DE CARVALHO

albcc@ig.com.br

São Paulo

Farpas inúteis

Não queremos um futuro presidente que não faça "política com ódio" nem fique "de joelhos", como alardeia Dilma. Precisamos, sim, de um presidente que diminua a caríssima e ineficiente burocracia que se incrustou no poder, diminua os gastos excessivos na esfera federal e não seja leniente com a corrupção; um administrador capaz e que trabalhe sempre na defesa dos interesses maiores da Nação. Essas trocas de farpas chulas e inúteis nada de bom acrescentam ao cinzento cenário político atual. A presidente fala em excesso, que não faz política com ódio, mas até hoje não está explicado o falso dossiê engendrado contra a digníssima sra. Ruth Cardoso, esposa do ex-presidente FHC. Chega de palavrório vazio!

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

DR

Se Dilma diz que não faz política com ódio, está na hora de Marilena Chaui fazer uma DR (discutir a relação) com a classe média ou deixar o PT.

IVO DE ALMEIDA PRADO XAVIER

ivoaprado@terra.com.br

São Paulo

Histrionismo

Dilma faz bravatas marqueteiras com expressões emocionais. Está precisando desse recurso enganador porque, de fato, não tem argumentos.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Fio desencapado

Aviso ao público: não encostem em petistas, pois estão dando choque à toa.

KLAUS REIDER

vemakla@hotmail.com

Guarujá

Criador e criatura

Lula diz que é possível "criatura e criador" conviverem. Além da grande demonstração de "modéstia", que já é uma das suas marcas registradas, esqueceu-se de dizer o óbvio: a convivência só é possível se a criatura obedecer cegamente ao seu criador!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Finíssimo

De fato, com suas habituais modéstia e gentileza de maneiras, Lula mais uma vez, e agora em convenção partidária, reduz a presidente a mero sopro de sua costela. Pior: para nossa desgraça, ameaça voltar em 2018.

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

Dilma se repete

Como alunos de baixo conhecimento e pouco empenho na escola, Dilma repetiu no discurso de sábado, na convenção do PT de lançamento do seu nome à reeleição, as promessas, não cumpridas, feitas quando de sua candidatura ao atual mandato. Estas tampouco serão cumpridas caso ela seja eleita - o que é muito incerto, porque as pesquisas indicam queda contínua das intenções de voto e da aprovação de seu (des)governo. Por não existirem, não listou os grandes feitos do seu atual governo - o que há são os escândalos e a gastança dos 39 ministérios.

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Chega de tró-ló-ló

O discurso da presidente Dilma na última convenção do PT, revitalizando promessas de sua posse em janeiro de 2011, diga-se, não cumpridas, refere-se a tudo como se o seu partido não estivesse no governo há quase 12 anos, com a oportunidade de grandes mudanças. A falação de Dilma serve como uma denúncia de sua incompetência, tendo em vista que nada se cumpriu, e comprova a verdadeira herança maldita que o próximo presidente vai receber. Que não seja ela! O Brasil precisa de um estadista que nos ponha de volta no caminho do crescimento, com reais realizações e menos conversas vazias eivadas de triunfalismo barato sem contrapartida.

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

Mais quatro anos?

Será que Dilma precisa de mais quatro anos para acabar com o Brasil? Do jeito que vai indo, com mais um ou dois ela termina a tarefa.

ULYSSES FERNANDES NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Paradoxo dilmista

Dilma propõe continuísmo com mudanças. Ora, segundo o Aurélio, continuar é prosseguir ou prolongar sem interrupções. E mudar é deixar ou trocar uma coisa por outra. Logicamente, como se vê, não se pode mudar continuando.

GERALDO SIFFERT JUNIOR

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

Novo slogan

O slogan da campanha de Dilma para a (tentativa de) reeleição é mais realista: "Mais mudanças, mais para o futuro"...

MARIO HELVIO MIOTTO

mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

Autenticidade

Na convenção do PT que indicou Dilma à reeleição faltaram Paulo Maluf, Renan Calheiros e José Sarney, que confeririam muito mais autenticidade à impostura desse partido.

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

alatieugenio@gmail.com

Campinas

 *

DETALHES

O jogo do Brasil que era toca de lado passou a ser tipo "rugby", chuta para frente e a turma corre atrás. Para quê meio de campo!

O Brasil continua time de um só jogador, Neymar. Detalhe, fez sentido os dois gols do México, anulados na partida contra Camarões.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho  

albcc@ig.com.br

São Paulo

*

NÃO CONVENCEU

Goleou um time muito fraco. Não convenceu.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

*

Assistimos aos jogos da seleção brasileira, talvez a mais fraca de todas formada na última década, precisando terminar todas as partidas para se classificar. Movem interesses econômicos pesados, cujo time é desentrosado e o técnico peca por manter a

mesmice da escalação. Se até sábado não formos desclassificados, será um verdadeiro milagre.

Yvette Kfouri Abrão

abraoc@uol.com.br

São Paulo

*

AUMENTATIVOS X DIMINUTIVOS

Nosso PIB não é um PIBão, mas sim um PIBinho. Será que ao final desta Copa teremos um Felipão ou um Felipinho?

Eduardo Villaça Mortari

eduardo.mortari@suprinter.com.br

São Paulo

*

Os brasileiros prefeririam que o Brasil jogasse para ter o 1° lugar em educação e saúde.

Luigi Vercesi

luigiapvercesi@gmail.com

São Paulo

*

SALVEM O FUTEBOL DA FIFA

Todos pagamos submissos 12 estádios e recheamos fartamente bolsos particulares, nacionais e estrangeiros. Quase todos assistimos aos jogos na telinha como faríamos se a Copa fosse na Conchinchina. E torcemos (cuidado com enfartes)! Mas o País sabe desde 2007: num só pacote compramos Copa e vitória. Pagamos também. Convém ler o artigo de título acima (Aliás, 15/6, D2). Lula planejou certinho a apoteose do governo do PT, faltou pensar que o tiro sairia pela culatra.

Eunice Marino

eunicemarino@oi.com.br  

Guaxupé (MG)

*

INVASÃO CHILENA

O perdão sumário concedido aos chilenos que invadiram o Maracanã pela prática do crime previsto no artigo 41-B do Estatuto do Torcedor mostra mais um dos “benefícios” trazidos pela realização da Copa no Brasil: a suspensão temporária da legislação brasileira para atender a política do “laissez faire, laisser aller, laissez passer” resultante do conluio Governo/Fifa. Gostaria de saber o seguinte: se houvesse brasileiros dentre os 85 presos, seriam eles também perdoados? Seriam obrigados a deixar a cidade, o Estado ou o País, sob pena de “deportação”? Com que moral, passada a Copa, as autoridades brasileiras vão combater e punir os torcedores brasileiros que violarem o mesmo artigo de lei  nos estádios brasileiros? Afinal, diz a Constituição Federal,  todos  (brasileiros e estrangeiros) somos iguais perante a lei, razão pela qual o que não vale pra um não vale pra todos. Cabe ao Ministério Público do Rio de Janeiro apurar se houve crime de prevaricação da parte do autor dessa generosidade. Como disse o Cônsul chileno, não sem antes agradecer a “compreensão e rapidez” do Governo. Saiu barato  para os Chi-chi-le-le-le.

Pedro Giberti

pgiberti@uol.com.br  

São Paulo

*

O URUGUAI VAI CHEGAR LÁ?

Foi um bom jogo entre uruguaios e ingleses e deixou a falsa impressão que o time sul-americano é uma potência para os mais distraídos, esquecidos que o segundo gol nasceu de duas falhas imperdoáveis dos defensores britânicos: a falha ao cabecear para trás um tiro de meta e “esquecer” um atacante desmarcado, Suarez, que aproveitou a bobeira e faturou. Para quem vê o jogo sem emoção, mas com a razão, duvida que o Uruguai chegará as quartas de finais. Registre-se a cena patética do zagueiro uruguaio Álvaro Pereira, que um após um leve toque na cabeça fingiu desmaiar e quando obrigado a sair de campo aprontou um teatro desgraçado e parecer um herói para sua torcida. Herói só de circo!

Laércio Zanini  

arsene@uol.com.br  

São Paulo

*

A MAIS BELA LIÇÃO

A mais bela lição que os brasileiros tiveram nesta Copa até o momento veio dos japoneses. Finda a partida em que foram derrotados, ainda assim, cada um pegou um saco de plástico que costumam trazer consigo nos jogos e limparam ao seu redor, resultando em áreas limpas que dispensam limpadores. Esse foi um dos créditos que tivemos nessa Copa. Oxalá se reproduza.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br  

São Paulo

*

CONTRA OS INGLESES

Desejo parabenizar a Gaviões da Fiel, maior torcida organizada do Corinthians, cujo departamento jurídico se recusou, segundo dados da imprensa, a defender supostos membros integrantes que brigaram com ingleses, no centro de São Paulo, e foram detidos. Só assim é possível começar a combater a violência ligada às agremiações torcedoras. A Gaviões, neste ponto, merece elogios.

Vanderlei de Lima

toppaz1@gmail.com  

São Paulo

*

O tatu bola ou fuleco foi escolhido para representar o Brasil na Copa do Mundo por inclusive estar em extinção. Mas ele nem aparece, ou seja, mais uma mancada ou furada do maldito padrão Fifa que só veio para nos enganar e, claro, encherem os bolsos da nossa grana. Afinal de contas não precisamos de nada no Brasil, estamos bem em todas as fotos. Nesse meio tempo piorou e muito a vida do nosso tatu bola. Uma vergonha.

Alice Baruk

alicebaruk@bol.com.br   

São Paulo

*

TRISTE ANIVERSÁRIO

Há exato um ano, mais precisamente em 20/06/13, cansada de só pagar a fatura, a população acordou para a realidade.  Saiu da passividade e mais de 1,5 milhão de pessoas de todas as classes, idades e credos foram às ruas exigir mudanças. No entanto, as manifestações, paulatinamente, foram diminuindo. Para acalmar o levante popular, foram anunciadas, com pompa e circunstância pela presidente Dilma Rousseff, propostas que há tempos estavam mofando no Congresso Nacional, porém, até hoje, a maioria não foi cumprida. Transportes, saúde e educação, continuam uma lástima, a economia claudicante e administração pública com gastos extravagantes, ao deus dará, caminham para um trágico fim. As destruições perpetradas pelos covardes integrantes da facção criminosa, Black blocs, movimento plantado por partidos políticos, só não enxerga quem não quer, ou lhes é conveniente, tem sido crucial para o arrefecimento das manifestações pacíficas e com reivindicações justas. Pasmem, segundo notícias e ao que tudo indica, até acordo com a Polícia os mascarados fizeram para a recente baderna no episódio do passe livre. Que aberração!  Que triste aniversário a comemorar.    

Sérgio Dafré

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

*

ATÉ QUANDO?

Quando vi a Polícia Militar agindo na greve do Metrô pensei que esse seria um marco do restabelecimento da ordem em São Paulo. Ledo engano. Eis que esses "canalhas" chamados de manifestantes voltam agir livremente, promovendo prejuízos a quem nada tem a ver com "passe livre" de ônibus. É inconcebível que a PM chegue somente duas horas depois do quebra-quebra e os vândalos debochem de uma corporação importante para a segurança pública. Sr. Alckmin, começo a crer que o senhor é um molenga, e isso não é nada bom para o cargo que o senhor ocupa. Chega de ladainha e esfarrapadas desculpas, o seu mandato é do povo paulista e não lhe foi concedido para assistir à desordem passivamente. Trate de agir.

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

*

Espera aí. Deixa ver se eu entendi direito. O Movimento Passe Livre (MPL) mandou um ofício a PM de São Paulo falando sobre a passeata deles e algumas condições, e a PM disse amém? É isso? Que polícia é essa? Isso é polícia mesmo? Polícia não tem de aceitar nada de grupo de baderneiros. Tem de aplicar a lei. Não sabem nem de longe o que é polícia ou segurança pública. Estão a alguns anos luz de saberem o que é segurança pública e o papel da polícia. Não é só em São Paulo, não. É a nível nacional, mas a ingenuidade da PM paulista é algo surreal. No exterior vão perguntar se a PM de São Paulo é chefiada pelo Inspetor Closeau. E o governo do Estado é do PSDB. Qual o discurso mesmo do candidato do partido a Presidência da república?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

*

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS?

Uma pergunta que não quer calar. Será que o braço brasileiro da Anistia Internacional vai condenar os atos de barbaridade dos Black Blocks em São Paulo com a mesma ênfase com que condenou a atuação enérgica da PM em outras ocasiões?

Fernando Calmon

fscalmon@gmail.com

São Paulo

*

O vandalismo não pode prevalecer. Se não há PM, convoque-se, então, o Exército!

J.S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

*

VANDALISMO OUTRA VEZ

Houve negociações entre o Movimento Passe Livre e os black blocs para começar o quebra-quebra na manifestação. Ou a polícia é demasiada ingênua (o que não acredito) ou é de extrema incompetência.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

Se o Secretário de Segurança  Pública de São Paulo, Sr. Fernando Grella, afirma pela mídia que a  PM errou ao observar à distância o protesto do movimento "Passe Livre", naturalmente  a Secretaria deve ser responsabilizada pelo ato de vandalismo (não entendemos o porque de tanta crueldade), que arrasou com as instalações de empresas privadas. Afinal, os salários de nossos PMS são bancados pelos nossos impostos. Assim, pois, os danos sofridos, em especial pela  Empresa Concessionária de Automóveis, devem ser reparados pelo Estado de São Paulo.  Reconhecemos que é uma lástima, porém é o que prescreve os postulados do Direito.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

*

Os black blocs, mais conhecidos como vândalos, canalhas ou bandidos estão com tudo e não estão prosas no quesito fazer meleca. Quebram tudo, não pagam nada, não vão em cana, a polícia fica dormindo, o governador só fala abóboras e a nossa grande e competente OAB ainda coloca advogados para os defender. Alerto o dono da concessionária Mercedes que entre com um processo contra o governador diretamente, pois o secretário da Justiça é um banana e só fala e não diz nada. Uma vergonha num país dito democrata que na verdade é um balaio de gatos onde as leis são tão fracas que o Ministro do STF tem de cair fora de um processo contra o PT, o mais ético dos partidos políticos desde a chegada do Cabral. Viva a zona, vivam os canalhas.

Antonio Jose Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

São Paulo

*

DEPREDAÇÕES EM SÃO PAULO

É o reflexo do discurso do PT instigando o ódio entre os brasileiros. O desespero do PT com a possibilidade de perder o poder num processo democrático pode desenvolver o sentimento de ódio entre os brasileiros.

Marcos Sanches

mvasanches@gmail.com

São Paulo

*

DEMOCRACIA DESPEDAÇADA

Saber que a PM paulista fez um "Acordo de Cavalheiros" para que o  "Passe Livre"  pudesse interditar a via pública a seu bel prazer em troca de uma promessa de marcha pacífica é simplesmente o atestado de óbito da democracia. De resto, acreditar em compromissos com esquerda radical é obviamente pura incompetência.

Sônia Maria Benfatti Resstel

sbresstel@gmail.com

São Paulo

*

IMPERDOÁVEL INÉRCIA DA PM

É inexplicável e absurda a afirmação de que a PM foi traída pelo Movimento do Passe Livre. Confiar de que a carta encaminhada à PM, pedindo que ela ficasse afastada da manifestação, gerasse alguma garantia de que não haveria depredações e danos ao patrimônio público e particular foi de uma inocência descomunal e demonstrou que a PM paulista foi negligente e está amedrontada e apequenada, face a segurança pública da cidade de São Paulo. Não podemos mais confiar na proteção da PM paulista, porque simplesmente ela não existe. Não garante a integridade física de nada e nem de ninguém. A nossa segurança física e patrimonial terá de ser feita por nós mesmos, com todos os meios que temos disponíveis. De nada adiantará “chamar a PM”. Simplesmente ela não aparecerá e nem combaterá a violência desses bandidos que depredam tudo o que encontram pela frente. Se eu fosse o empresário da Caltabiano, que teve perdas de mais de R$ 1,5 milhão por causa da inércia da PM, eu processaria o governo do Estado de São Paulo por perdas e danos. A responsabilidade por esses atos de vandalismo é do Lula que está pregando a luta de classes. Certamente que o PT está por trás de tudo com os seus asseclas incitando esses manifestantes, marginais. Esperem por que virão novas manifestações e danos ao patrimônio da população da cidade de São Paulo. Cadê a PM?

Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz

soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

*

PROTESTOS

O maior problema do País não é a tarifa do transporte, é o dinheiro. Para todos os brasileiros que, de fato, trabalham, o dinheiro é pouco e não cresce. Não cresce por que o País não cresce. O País não cresce porque o governo é incompetente, é corrupto, é ineficiente e joga dinheiro bom em coisa ruim, inútil, que começa e não acaba... É a economia nacional que é mal dirigida, maltratada, mal usada demagogicamente, sem planejamento. Quando um país cresce, todos os que trabalham crescem, pagam suas contas, dão educação aos filhos, adquirem saúde, realizam seus sonhos. Então por que só o MPL está mobilizando para os protestos? Por que não surgem novos movimentos, pelo crescimento, pela competência, por mais organização? Ah, como seria lindo ver saírem às ruas milhões pedindo Ordem e Progresso!

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

*

SEGURANÇA

Governador Geraldo Alckmin, o senhor pode, por favor, se definir, pois o entusiasmo que senti pelo senhor quando da solução na greve dos metroviários já arrefeceu e a incerteza sobre o seu desempenho voltou ao ver a inércia de sua polícia para desempenhar o seu papel de coibir ilícitos desses coisas, seja o nome que for que recebem, e de manter a ordem e proteger os cidadãos e os patrimônios público e privado. Esse acordo de cavalheiros, feito com quem foi feito, é risível! Faça um acordo conosco que o elegemos, governador. E só queremos: que todos vocês cumpram o papel pelo qual foram eleitos. Segurança, já!

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

*

A POLÍCIA, A MÍDIA E OS BLACK BLOCS

Assim não dá, se a polícia age, ela é violenta, se não age, é frouxa. A população e a mídia precisam decidir se apoiam ou não o emprego da força policial para conter a fúria dos baderneiros, pois é impossível acabar com o quebra-quebra entregando uma rosa aos Black Blocs. E também não adianta a polícia prender os vândalos e a Justiça liberá-los em seguida, pois isso apenas aumenta a motivação para os baderneiros continuarem a aterrorizar a população de São Paulo, além de provocarem enormes prejuízos. A liberação dos vândalos presos, só deveria ocorrer após o reembolso dos prejuízos contabilizados.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

São Paulo

*

O governador tem de determinar o fim das passeatas e manifestações nas vias públicas, as vias públicas são de todos e para todos, e não podem ser para alguns em momento nenhum. Liberar, no máximo, alguns espaços fechados, e por tempo determinado, como o sambódromo no Anhembi, facilitando, assim, o trabalho da PM na fiscalização.

Arcangelo Sforcin Filho

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

*

PREOCUPAÇÃO DE ALGUNS BRASILEIROS

Na qualidade de brasileiros, pais de famílias, estamos preocupados, não é de hoje, com os últimos acontecimentos. Mascarados destruindo bens públicos e privados, impunemente; bandidos comandando o crime de dentro dos presídios; e a omissão das nossas chamadas "autoridades", que permitem um governo paralelo comandado por traficantes e outros bandidos, inclusive os bandidos de colarinho branco. Depois eu completo, estou com pressa neste momento.

Julio Jose de Melo

julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

*

A IMPUNIDADE PROSPERA ENTRE OS IGUAIS

Governos federal, estadual e municipal siletentes com esses movimentos espúrios dos Sem Teto, Sem Terra, Passe Livre, Contra a Copa e etc., e culmina com o absurdo acordo da Polícia Militar de São Paulo para que não houvesse repressão com tais movimentos! É indigno. E os cidadãos íntegros dessa sociedade degenerada, governados por um poder deteriorado, pagam elevado preço.   

Vitorio Pasqual Soldano

soldano@uol.com.br

São Paulo

*

BRASIL SEM LEI

Protestar e reivindicar pode e faz parte da democracia. Mas tenho assistido a cenas de violentas depredações e vandalismos que causam prejuízos a lojas de carro de luxo, mas também a pessoas simples como donos de banca de jornal, pequemos comerciantes e um pobre coitado dono de uma Brasília velha que teve seu carro destruído por esses vândalos, criminosos travestidos de manifestantes. Eu sinto como se vivêssemos em uma terra sem lei. Vândalos mascarados ou não estão soltos e impunes. Eles teriam de arcar e pagar os prejuízos que causaram porque senão essa democracia que garante o direito a protestos fica fragilizada por essas quase milícias de arruaceiros.

David Volyk  

davidvolyk@hotmail.com

São Paulo

*

MÁSCARAS PARA QUÊ?

Quem faz reivindicações justas precisa de máscaras para quê? Será que o movimento “passe livre” teria algum benefício atraindo para si o medo e a antipatia da população? Há algo de  estranho  no reino tupiniquim.

Arlete Pacheco

arlpach@uol.com.br

São Paulo

*

SECTARISMO SELETIVO

É ilógico os black blocs atuais queridinhos da PM descarregarem seu ódio contra os banqueiros estilhaçando portas e janelas de vidro de suas agências. Deviam saber que grande parte do lucro auferido pelos bancos provém dos títulos emitidos pelo governo federal, adquiridos por aqueles com deságio. Se querem fazer algum tipo de justiça social, deviam protestar em Brasília diante do Ministério da Fazenda. Mas como o Alckmin não está lá, eles protestam por aqui. Não é mesmo? Já não tão ilógico é a preferência dos vândalos encapuçados por destruir carros da marca Mercedes Benz. Quem, como eu, já teve oportunidade de observar, sabe que alguns petistas graúdos simpatizam bem mais com uma outra marca de carro também importado da Alemanha.

Hermínio Silva Júnior

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

*

Sr. governador Alckmin, quando começarão as demissões na Secretaria de Segurança? Chega de desculpas e do não sabíamos da reunião do seu secretário Trela ou Grela? Não se esqueça que as eleições são este ano.

Antonio Acorsi

acorsi.antonio@gmail.com

Jundiaí

*

CADÊ O BOM SENSO?

A polícia só sabe trabalhar com extremos. Assistimos a um policial jogar spray de pimenta nos olhos de um manifestante quando ele já estava imobilizado e agora, sem a ação da polícia, inúmeros vândalos quebraram o que quiseram. Nem oito nem oitenta, procurem um meio-termo, pois temos de proteger os manifestantes, a população e evitar o vandalismo.

Felipe da Silva Prado

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

*

PARABÉNS GOVERNADOR ALCKMIN E TRT

Após ler o artigo do Almir Pazzianotto Pinto (21/06, A2), só tenho de elogiar a posição firme do governador Geraldo Alckmin em demitir legalmente 42 grevistas arruaceiros na greve dos metroviários em São Paulo, bem como a decisão do desembargador Rafael Pugliese do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT) em bloquear as contas bancárias dos sindicatos envolvidos para o pagamento de multas diárias - eu desconheço caso de haver sido paga em outras greves - pelo descumprimento de decisão judicial.  A enérgica decisão do TRT deixou claro aos trabalhadores paulistas em geral que há, sim, o direito de greve, mas há direitos outros que, dada a sua essencialidade, prevalecem quando em confronto com o interesse de uma minoria cujo objetivo é aumento salarial. Que a decisão tomada pelo governador Geraldo Alckmin e o desembargador Rafael Pugliese do TRT sirva de exemplo para as autoridades em todo o País.

Edgard  Gobbi

edgardgobbi@gmail.com

Campinas  

*

RODÍZIO

Depois de tentar a implantação de feriado nos dias de jogos do Brasil, gostaria que Haddad, agora metido a gerente da CET, nos explicasse o porquê do rodízio também em períodos que não são de pico, como no período de dez ao meio dia, em dia que o jogo do Brasil no Itaquerão começa somente às 16h. É a mesma falta de lógica que impera na implantação indiscriminada de faixas exclusivas de ônibus, sem o mínimo de bom senso e sem qualquer estudo logístico. São Paulo não merece tanta incompetência.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

*

VOLUME MORTO

A ironia é arma mortal embora, às vezes, volte-se contra o autor, que comete suicídio. Vejam o caso de Dilma em relação à Alckmin: apelidar pejorativamente o governador (que busca minorar o problema da escassez de água em São Paulo) de Volume Morto, por sua busca desesperada para suprir a nossa maior metrópole, pode ser tão contraproducente quanto foi, em comício em Salvador, faz um ano, tratar de "governo pequenininho" a possível prefeitura da cidade, caso a vitória fosse de ACM Neto, um baixinho arretado. Com esta ajuda Neto ganhou no primeiro turno. Isso sim é falta de respeito!

Paulo Mello Santos

policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

*

REELEIÇÃO DE DILMA

O PT oficializou a candidatura de Dilma Rousseff ao segundo mandato: pelo tempo que ela vem fazendo campanha presumo que nem seria necessário.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

Lançada como candidata a presidenta pelo PT, dona Dilma se enganou na flexão de número ao afirmar estar recebendo o “legado perverso de décadas perdidas”. Para ser coerente, deveria ter afirmado estar recebendo o legado perverso de uma década perdida.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

APOIO DE JEFFERSON

O apoio de Roberto Jefferson a Aécio é uma vitória da oposição contra a corrupção. Roberto Jefferson foi o principal responsável pela prisão dos mensaleiros José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e pela revelação do nojento esquema de corrupção implementado pelo PT na compra de votos dos corruptos do Congresso Nacional. Jefferson está pagando sua pena com dignidade e sem agressões ao Supremo Tribunal Federal e com a consciência tranquila pelos seus atos. A presença de Jefferson na oposição é um sinal de que está na hora de mudar e que a presidente Dilma não está em um bom momento e que a questão do mensalão não foi resolvida ainda.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

*

MINISTRO DA FAZENDA

Só um país como o nosso com um governo petelulista incapaz, ineficaz e corrupto pode manter no cargo de ministro da Fazenda um nome tanto e quanto igual. O teleguiado e manipulado Guido Mantega, né não?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

As diferenças de salários entre profissionais do mesmo nível nas diferentes organizações do serviço público federal apontadas mostram que o loteamento político das organizações impede que tenhamos recursos humanos devidamente estruturados e se comunicando. A disparidade entre o Legislativo e as Forças Armadas vem sendo apontada há muito tempo! Naturalmente da eficácia e eficiência das organizações do Estado depende a democracia que desejamos. Infelizmente temos observado o estímulo para o loteamento político e para os eleitos se servirem do Estado e não servirem o mesmo. O custo dos serviços do funcionalismo incompetente resulta em impostos elevados.

Darcy Andrade de Almeida

dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

*

AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA

É muito importante a defesa da autonomia acadêmica e administrativa das universidades paulistas, como fizeram os reitores da Unesp, Unicamp e USP ("Autonomia, impactos e compromissos", Opinião, 18/6). A mesma questão já havia sido defendida pelo Prof. José Goldemberg ("As universidades paulistas e a autonomia", Opinião, 16/6). No entanto, lembremos que há também um sério problema de gestão que precisa ser urgentemente corrigido. Como exemplo, a Fapesp também tem dotação orçamentária regulada constitucionalmente por fração do ICMS e consegue realizar todas suas atividades administrativas sem esbarrar nos limites impostos por essa legislação.

Adilson Roberto Gonçalves, pesquisador científico

prodomoarg@gmail.com

São Paulo

*

ATENÇÃO

Com a falência da Argentina oficialmente declarada pela Justiça americana, temos de abrir os olhos para o governo paz e amor de D. Dilma que costuma presentear ditadores cubanos com portos de última geração e ditadores africanos com o perdão de dívidas.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

*

MORREU OBERDAN

O palmeirense está mais triste. O velho palestrino deixa rolar lágrimas de saudade. O Palmeiras chora a perda de um dos seus maiores ídolos.  Morreu Oberdan Cattani. A Muralha. O goleiro que segurava ma bola de capotão com uma só mão. Vai, Oberdan, glória nossa, para glória de Deus. Reencontre-se com os outros mágicos de 1942, da Arrancada Heroica: Fiume, Junqueira, Og, Dacunto, Lima e outros. De repente, acho que choveu nos meus óculos. E, dentro da nossa memória, sempre ouviremos o locutor gritar: “Vem o chute violento, no ângulo, defendeu Oberdan!”

José Ivanil Saragiotto Mattédi

jacynil@globo.com  

São Paulo

*

Morreu aos 95 anos o grande Oberdan Cattani, um dos maiores goleiros do Palmeiras e do Brasil de todos os tempos. Jogou no Palestra Itália/Palmeiras de 1941 a 1954 e participou da “Arrancada Heroica” de 1942, quando o Palestra Itália virou Palmeiras e em seu primeiro jogo, na final do Paulistão - 42 contra o SPFC -, venceu por 3x1, no Pacaembu lotado. Tinha mãos enormes e era palmeirense de coração. Casou-se e celebrou suas bodas de prata e de ouro no clube que tanto amava. Um gigante. Os palmeirenses e os amantes do futebol jamais o esquecerão. Descanse em paz.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br  

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.