Fórum dos Leitores

GESTÃO HADDAD

O Estado de S.Paulo

02 Julho 2014 | 02h05

Plano Imobilidade

O Plano Imobiliário, digo, o Plano Diretor da cidade de São Paulo finalmente foi aprovado. Espigões darão o tom à cidade, sem mais nada do que eles requerem. Esqueceram-se de diminuir o desequilíbrio existente na oferta de transporte público de qualidade e de estabelecer a ampliação da malha metroviária da cidade para 500 quilômetros ou mais, de incluir a revitalização imediata da frota de ônibus e de autorizar frota executiva com tarifa especial. Esqueceram-se, ainda, de retirar de circulação na cidade os veículos automotores leves e pesados irregulares, além de vetar a sua entrada no Município. Agora, sem sistema de mobilidade coerente com o porte e a maximização do adensamento da cidade, São Paulo pode parar.

SUELY MANDELBAUM, urbanista

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Mais 250 espigões por ano

O novo Plano Diretor foi aprovado em época de "é dando que se recebe" com representantes das construtoras, e não visando o bem-estar da população. Esta deveria pleitear moradia sustentável com menor custo e menor gasto de energia e água, aumento das áreas verdes da cidade, proteção dos mananciais e recuperação das margens de importantes rios que passam em São Paulo, para devolvê-los à população. Liberam tudo o que as construtoras precisam para ganhar mais dinheiro, deixando esta cidade ainda com mais trânsito e poluição de todo tipo. Os moradores dos espigões aprovados em qualquer lugar da cidade precisarão utilizar elevador, ar-condicionado, colocar grades nas janelas e, se puderem, fechar os quartos com janelas antirruído se quiserem ter uma boa noite de sono. Não quero perder as esperanças de um futuro melhor para os que habitam esta cidade.

MARCIA MACIEL

marciamaciel8@icloud.com

São Paulo

Se é para liberar geral a construção de espigões em quase todos os quarteirões, não é preciso Plano Diretor, basta entregar a administração municipal ao Secovi, de uma vez. E nossos frágeis vereadores deviam ceder seu lugar aos sócios-gerentes das maiores incorporadoras locais, assim ficaria mais fácil destruir o pouco que resta da já sofrível qualidade de vida em São Paulo.

RICARDO HAROLDO RIBEIRO

rharoldo@ig.com.br

São Paulo

Invasões

O Plano Diretor também transforma a tolerância com invasões em "direito adquirido". Era só mesmo o que faltava, um plano legalizador de invasões! Esse é o tal "Arco do Futuro"? Diga aí, prefeito, queremos saber!

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Quer dizer que nós vamos ficar reféns do MTST e a cidade cada vez pior? É muita picaretagem!

JOSE ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

Alerta aos paulistanos

Moro num bairro estritamente residencial e unifamiliar há mais de 30 anos. Sou, portanto, um observador-referência e, nessa condição, vejo as transformações urbanas da minha cidade, resultado de obscura e persistente relação dos poderes público e econômico - com a prevalência do último, claro. Registrei as bordas do bairro passarem ilicitamente a ser de uso comercial, sem nenhuma justificativa de interesse público, exceto a valorização desses lotes em 1.000%, e a instalação da perturbação do sossego a que nos submeteram. E mais: a forma arquitetônica adotada na ampliação de um shopping a 50 metros do bairro amplificou o ruído do trânsito em até 977,2 vezes (você não leu errado!), conforme estudo realizado. Existe legislação ambiental-urbanística, mas a atuação da municipalidade é lenta e burocrática, o que não é novidade no serviço público brasileiro. A Justiça, quando convocada, exibe o despreparo dos nossos juízes de primeira instância em questões ambientais e urbanísticas, negando a tutela antecipada e remetendo os processos ao Tribunal de Justiça, que os devolve entendendo prevalecer a convicção do juiz local. Quem ganha com isso? O especulador! Portanto, com o Plano Diretor recém-aprovado, os paulistanos fiquem alertas para o pseudoprocesso urbanístico ditado pelos especuladores de plantão, exigindo a retirada da população de suas casas abertas para viver em condomínios fechados, verticais ou horizontais, a lucrativa moda imobiliária do momento. Tudo com auxílio e benesse dos agentes políticos que colaboraram para essa situação degradante, até usando maliciosamente movimentos sociais para justificar suas posições. Façam da informação a sua arma e do seu voto o tiro mortal para a exclusão desses indivíduos rotulados como políticos. Eles não falam por nós, falam pelo especulador e por seus próprios interesses.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Contradições

O ministro da Fazenda mantém a alíquota reduzida do IPI de carros. A gastança do governo já é um saco sem fundo, vide as mais variadas propagandas. Até o que nem foi planejado é anunciado. Em contrapartida, o prefeito de São Paulo quer que residências, empresas, etc., não tenham garagens! Como raciocinar com todas essas contradições?

MARIA DE MELLO

nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

ELEIÇÕES EM SÃO PAULO

Traíras

Em certos momentos da vida ficamos confusos ao avaliar a conduta, o bom senso e o caráter dos políticos. Basta ver a atitude repugnante de Paulo Maluf (PP) de virar a casaca para apoiar o candidato Paulo Skaf (PMDB) ao governo paulista, abandonando Alexandre Padilha (PT), com quem se havia comprometido. O que mais enoja nem é o Maluf ter mudado o seu apoio, mas o fato de que os que o aceitaram são igualmente responsáveis e coniventes, conhecendo o seu passado comprometedor.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

O vira-casaca

Para o Lulla, que afirmou que os quadrilheiros do mensalão não eram "gente de sua confiança", o gesto indigno do notório procurado pela Interpol Paulo Maluf de selar acordo de apoio a Padilha com um aperto de mãos faz parte de seus usos e costumes.

PAULO RUAS

pstreets@terra.com.br

São Paulo

Bacanal

Pobre Padilha! Submeteu-se adestradamente ao mico constrangedor para depois amargar a bolada malufista nas costas... É a bacanal política, estúpido!

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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VITÓRIA A QUALQUER PREÇO

Após 64 anos, o Brasil organiza a Copa do Mundo. Estamos recebendo aqui, na nossa casa, as melhores seleções e os melhores futebolistas do mundo, uma honra que todos os países gostariam de ter. Como se comporta, então, nos estádios, a torcida do país do futebol, a pátria do futebol-arte, que, teoricamente, ama o futebol? Simplesmente vaiando as grandes seleções favoritas e seus grandes craques, ridiculamente torcendo para as zebras (Nigéria e Argélia, por exemplo, contra França, Alemanha, Holanda e Argentina), teoricamente mais fáceis de serem derrotadas em possíveis futuros jogos contra o fraco Brasil. Quem verdadeiramente gosta de futebol quer ver os grandes confrontos entre as grandes seleções. Por favor, deixemos essa paixão ser voltada apenas aos nossos times de coração, estes, sim, talvez merecedores disso, e simplesmente apreciemos o grande espetáculo que a nós está sendo oferecido, apesar de todos os problemas. Infelizmente, constato que o Brasil e o seu povo não se prepararam para organizar a Copa, o Brasil apenas quer ganhar a Copa a qualquer preço. Acho que esse fato demonstra um traço bem característico e lamentável do povo brasileiro, infelizmente refletido nos nossos políticos ora no poder: vitória a qualquer preço.

Marcello Menta S. Nico

mentanico@hotmail.com

São Paulo

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FIM DA COPA

Torcedores brasileiros, curtam bastante estes dias que antecedem o jogo contra a Colômbia, pois serão os últimos desta Copa. Depois de gastar R$ 34 bilhões em estádios superfaturados, vem a realidade brutal: não temos seleção! Temos um grupo de chorões mal orientados por dois técnicos ultrapassados e desatualizados, que jogam à base de chutes longos para eventualmente o único craque do time resolver o jogo. Isso é muito pouco, é humilhante ver o futebol arte e grandioso de 1970 ser reduzido a esta bolinha, sem esquema tático e sem o nosso toque de bola refinado. Estarei torcendo pelo Brasil, mas em apostas e bolões vou apostar na Colômbia e na derrota que certamente virá. Não terei motivos só de lamentações, pois não terei prejuízos financeiros e ainda na eleição ficaremos livres do PT, o pior mal que assola o Brasil.

Jose Mendes

josemendesca@ig.com.br

Votorantim   

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ESTRELAS

Após o empate de 1 x 1 e vitória no pênalti por 3 x 2 entre o Brasil e Chile pelas oitavas de final, ficou claro que a seleção brasileira não é nenhum bicho papão e que não existe favorecimento ou que está tudo ajeitado para ser hexa campeão. Muitas pessoas confundem os péssimos e superfaturados investimentos do dinheiro público nas construções dos estádios com os interesses políticos do governo Dilma (PT) e falam muita besteira. Eu sempre fui contra a Copa no Brasil por saber de nossas básicas carências, contudo, torcer contra a seleção brasileira, jamais! Em 5 de outubro tem eleições, e neste dia vote e torça contra os manipuladores. Conclusão: das “estrelas”, que uma seja somada e que outra seja abatida.

Alex Tanner

alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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A COPA E A INDUMENTÁRIA

Nos jogos, os brasileiros, numa viva demonstração de civismo, usam o amarelo e o verde; mas, no jogo político, diante da realidade da educação mal educada, da saúde doente, da segurança insegura, dentre outros, a cor escolhida é a do camaleão.

Jorge Mema Bernaba

jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba

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CHORIZO OU CARNIÇA?

Se a seleção argentina fosse eliminada pelos suíços, 100% dos torcedores argentinos, em trânsito pelo Brasil, aproveitariam a oportunidade para pedir asilo temporário até que a presidenta, dona Cristina Kirchner, consiga se livrar dos fundos “abutres”.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CHORORÔ NA COPA

Chora México, chora Argélia, chora Grécia, chora Nigéria. Será que essas seleções estariam pensando que chegariam a uma Copa do Mundo, enfrentando seleções tradicionalíssimas do futebol mundial, como Brasil, Argentina, Alemanha e Itália, e arrebatariam o caneco numa boa? Sem dúvida a emoção da perda gera descompasso emocional. Até aí, é cabível e plausível entender, mas em seguida acusar arbitragem e Fifa pela desclassificação no tapetão já é demais.

Manoel Braga

manoelbraga@mecpar.com

Matão

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MEIA-BOCA

Tudo bem que na Copa tudo está transcorrendo com relativa tranquilidade, só o futebol que está meia-boca. Sejamos coerentes, está fraquinho o certame, ou seja, nivelado por baixo. Tá pintando Costa Rica campeã.

Jose Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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A PUNIÇÃO A LUIZ SUÁREZ

A pergunta que não quer calar os amantes do futebol: se Leonel Messi, Cristiano Ronaldo ou Neymar dessem uma mordida, passassem a mão na bunda ou agarrassem o sexo do adversário para não deixá-lo fazer o gol, os dirigentes da toda-poderosa Fifa teriam coragem de aplicar a mesma penalidade que aplicaram ao profissional Luiz Suárez, do Uruguai? Já vimos coisas piores acontecerem dentro das quatro linhas durante uma Copa do Mundo e a Fifa não ir tão longe. Um exemplo: a cabeçada de Zidane, da França, em Materazzi, da Itália, quando o árbitro Nestor Elizondo e seus fiscais Luiz Medina, Dario Garcia e Rodolfo Otero tentaram fazer vistas grossas, não sabemos a mando de quem. Querem saber de uma verdade? Já vi jogador cuspir e dar rasteira em juiz e nada acontecer. Exagerada a punição.

Leônidas Marques

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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PADRÃO FIFA

Se mordida é punição rigorosa, imagine outra forma de lesão! Queremos punição padrão Fifa.

Roberto Nascimento

robenasya@yahoo.com.br

São Paulo

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FIFA FAN FEST

Gostaria da ajuda do “Estadão” no sentido de tentar conseguir com a organização do Fifa Fan Fest ou da Prefeitura do Município de São Paulo que o show que antecede o primeiro jogo e o realizado entre o primeiro e segundo jogos do dia tivessem volume de som mais baixo. Trabalho num edifício com ar-condicionado central, portanto com as janelas fechadas, mas o volume dos shows é tão alto que, mesmo nessas condições, não se consegue falar ao telefone. Os edifícios da Rua Líbero Badaró e de todo o entorno do Vale do Anhangabaú sofrem com a constante realização de shows, que são promovidos desde que a prefeita Luiza Erundina modificou o projeto de seu antecessor, o prefeito Jânio Quadros, transformando o Vale do Anhangabaú numa grande praça. As autoridades, por medida de segurança, têm fechado o acesso de automóveis pelo Vale do Anhangabaú nos dias de jogos da seleção brasileira, impedindo que os motoristas utilizem as garagens, cuja entrada é feita pelo Vale. Ninguém na região está contra a Copa, mas as empresas precisam produzir para poder inclusive, pagar os impostos. Já estamos sendo prejudicados pelas dificuldades no acesso, que, além da utilização da garagem, atrapalha a entrega de cargas e suprimentos das empresas e os materiais para as empresas que estão executando reformas. Gostaríamos de pelo menos ter a chance de poder falar ao telefone ou fazer uma reunião em nossos escritórios.

Luiz Sergio dos Santos Valle

luizsergiovalle@gmail.com

São Paulo

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RODÍZIO EM SP

Muitas notícias recentes dão conta de estudos da Prefeitura de São Paulo no sentido de mudanças e possível ampliação do rodízio de veículos, e por isso tomo a liberdades de tecer vários motivos pela extinção ou diminuição do horário de restrição a veículos no centro expandido. Considerando uma frota de 8 milhões de veículos, deveriam ficar fora de circulação no horário de rodízio 1,6 milhão de automóveis, isto é, 20% da frota. Vamos, primeiro, considerar as isenções: 1,3 milhão de motos, mais milhares de veículos dos Três Poderes, que estão cadastrados no município, mais ambulâncias, veículos de emergência, concessionárias de serviços públicos, táxis transportadores de valores, veículos que transportam cargas vivas, de portadores de necessidades especiais, etc. Podemos considerar, também - e tenho certeza de que isso nem a CET sabe - os veículos que não trafegam normalmente no centro expandido, como por exemplo o do trabalhador de Capão Redondo que trabalha em Santo Amaro - e olha que a cidade é muito grande. Temos também a injustiça tributária, visto que, ao adquirir um automóvel, você esta pagando mais de 40% de impostos e não pode usufruir o bem integralmente nem tem nenhuma compensação tributária. As pessoas que podem ter mais de um veículo substituem facilmente aquele que está impedido de trafegar. Isso além da inoperância do Estado em fornecer transporte público de qualidade, dando a opção de escolha a cada um dos munícipes de usar o meio público. Assim, poderíamos sugerir uma diminuição no horário da restrição para, por exemplo, das 7h30 às 9h30 e das 17h30 às 19h30, ou até mesmo extinguir de vez esta aberração que prejudica e não traz benefício à maioria dos cidadãos. Com a extinção do rodízio, teríamos ainda o benefício de ter agentes da CET disciplinando o trânsito em toda a cidade e durante todo o dia, não somente no horário de pico e na área de restrição.

José Renato Nascimento

jrnasc@gmail.com

São Paulo

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A SECA NO CANTAREIRA

A ameaça de a atual seca que assola as regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas se estender pelos próximos meses e de repetir em 2015 o baixo índice de chuvas, mesmo no período do verão, é muito mais provável do que tem sido afirmado pelo governo estadual paulista. Até mesmo uma estatística esquisita e risível, que indica a probabilidade de este evento não voltar a ocorrer nos próximos 3 mil anos, foi divulgada pelas autoridades no afã de ocultar ao público as verdadeiras possibilidades de esta catástrofe vir a nos assolar, atingindo o território abastecido hoje pelo Sistema Cantareira e englobando mais de 8 milhões de pessoas. Essa parte da população que não poderá ser abastecida por algum outro sistema hídrico, em caso de esgotamento do Cantareira, não terá outra alternativa senão procurar domicílio temporário, não se sabe por  quanto tempo, em outras regiões que disponham de água para o uso diário. Por que as autoridades paulistas, já no decorrer do último semestre de 2013, quando os técnicos começavam a alertar sobre o regime hidrológico medíocre que se avizinhava, não emitiram os alertas para a população iniciar a economia de consumo de água? E por que as referidas autoridades não iniciaram no final de 2013 o racionamento rotativo, que já se impunha? Quais serão as medidas possíveis do governo para evitar o final catastrófico que pode se avizinhar antes de dezembro de 2014, com o esgotamento até mesmo do chamado volume morto do Cantareira? A inépcia governamental, dirigida pela única preocupação eleitoral deste segundo semestre, de não levar ao público a possibilidade de ocorrer a extensão do período de seca nas regiões metropolitanas citadas, poderá causar uma das piores catástrofes que já afligiram o nosso Estado. Oremos!

Tomás Arruda

tomasarruda@terra.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2014

A chapa puro-sangue do PSDB - Aécio Neves e Aloysio Nunes Ferreira - mostra claramente que o candidato Aécio Neves não empolgou quase ninguém disposto a segui-lo. Logo, sem escolha, colocou o nome de um tucano que certamente não soma nada para as pretensões eleitorais de mineiro.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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IDEAL

O ideal para o Brasil seria: presidente Aécio Neves e ministro da Justiça Joaquim Barbosa.

Artur Topgian

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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CHAPAS

Enquanto Aécio Neves anuncia chapa puro-sangue, a presidente Dilma continua com os pangarés.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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O PAGAMENTO

É vergonhosa a arquitetura das coligações brasileiras para as próximas eleições. Bandidos soltos, como Paulo Maluf, e bandidos presos em regime “semiaberto”, como José Dirceu, Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, dominam a banca de negociação de votos. Tenho certeza de que, em caso de vitória da situação, a primeira parcela do “pagamento” será feita na forma de uma anistia no Natal. Aliás, o mesmo dar-se-á caso Dilma Rousseff não saia vitoriosa. Afinal, o que haveria mais a perder?

Roberto Maciel

rvms@oi.com.br

Salvador

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QUEM DÁ MAIS?

Nova guinada na direção. O nobre deputado Paulo Maluf resolveu apoiar outro candidato, agora é a vez de Paulo Skaf. Abandonou Alexandre Padilha no porão do navio à deriva. O ex Lula, sentindo o naufrágio, também se escafedeu e abandonou seu poste. Como estamos curtindo a Copa, com nossa seleção treme-treme, portanto muita coisa (ruim) ainda vai rolar, aguardem!

J. Perin Garcia

jperin@uol.com.br

São Paulo

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PP + PMDB = PT

Quem pensa que aquele procurado pela Interpol (do PP) está traindo aquele que não se deve nominar (do PT) por se unir àquele (do PMDB) na disputa pelo governo de São Paulo está redondamente enganado: são todos ratos da ninhada de picaretas que infestam os porões da re(s)pública! Fazer “o diabo” é com eles mesmos!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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MORALIZAÇÃO DA POLÍTICA

Depois de corromper o Legislativo com o mensalão, aparelhar o Judiciário com os “cumpanheros” e montar o maior esquema de latifúndio da máquina pública com 39 ministérios e milhares de cargos públicos em todas as áreas, o PT quer moralizar a política. Confesso que não achei a menor graça da piada.

Vagner Ricciardi

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

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COMIDAS TROCADAS

Após um assessor haver colocado uma bandeja com a comida da ex-ministra Marina Silva, que segue dieta específica, na frente de Eduardo Campos, ele afirmou, em tom de brincadeira: “Faço tudo pela aliança, mas comer a comida de Marina nunca. A aliança acaba aqui”. Brincadeiras à parte, acho que a aliança está invertida, porque a ex-ministra deveria ser candidata a presidente, tendo Eduardo Campos como vice na chapa, visto que o nome Marina Silva é muito mais conhecido do eleitor do que o do ex-governador de Pernambuco e ela recebeu quase 20 milhões de votos nas eleições para presidente em 2010.

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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E A JUVENTUDE?

“Há corrupção, falta de transparência, de vitalidade das democracias e isso leva os jovens a aderir à indiferença e ao desprezo pelo social e pelo político, o que acho muito grave.” Frase pronunciada em recente entrevista por uma personalidade importante dos tempos atuais, ligada à literatura, à política e às questões sociais, o Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, a afirmativa resume muito bem a crise que vivem hoje as democracias mundo afora. Seria desejável que os políticos brasileiros, ao encararem o espelho diariamente, se deparassem com o desabafo do escritor e passassem desde já a rever suas atitudes antiéticas e suas manobras de pragmatismo individual na luta pelo poder, que a todo momento agridem a sociedade. Que o façam antes que a democracia brasileira corra risco de implodir, com consequências imprevisíveis. O conteúdo e o sentido da frase, dirigida na verdade a todos os líderes democráticos que estão atualmente no poder, brasileiros incluídos, vaticina, a médio prazo, dias complicados, com a participação caótica, cética e debochada da juventude que, via desconfiança generalizada do poder público, levará  os países, mais cedo ou mais tarde, a um estado de anarquismo endêmico. Senhores políticos que se julgam guardiões da democracia, já passou a hora de despertar para uma realidade que clama por urgência.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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SÍNDROME DE FHC

Como já comentei várias vezes, o ex-presidente Lula - e ele ainda não entendeu que é ex - tem uma doença psicológica conhecida como “Síndrome de FHC”, que ataca, também, grande parte do partido que atualmente está no poder. Senão, vejamos: para tudo o que é (será que é mesmo?) feito pelo partido no poder diz-se que “nunca antes...”. E isso mostra que a competição da pessoa em questão é - e sempre foi - com Fernando Henrique Cardoso (FHC). Ele não concebe, nem mesmo passa por sua cabeça, o fato de que haja um presidente da República que tenha sido mais competente do que ele - o que, diga-se de passagem, não é nada difícil. Então vamos analisar as grandes realizações dos governos liderados por Lula - afinal Dilma não passa de um marionete (dito pelo próprio Lula: “criador e criatura”). Ponto 1: o Bolsa Família nada mais é do que o Bolsa Escola, criado por dona Ruth Cardoso (esposa do à época presidente FHC), com uma enorme  diferença em relação ao atual programa paternalista do partido atualmente no poder: o programa de dona Ruth Cardoso previa que as famílias somente receberiam o benefício se as crianças fossem matriculadas e frequentassem uma escola. Essa seria a verdadeira ascensão das classes menos privilegiadas a um patamar superior, com a possibilidade de sua inserção no mercado de trabalho. Ponto 2: Minha Casa,  Minha Vida nada mais é do que a ampliação - em nível nacional - do que já acontece há mais de 15 anos no Estado de São Paulo, com os programas da CDHU. Cópia pura e simples. O partido no poder federal não inventou nada. Só copiou o que os governos paulistas estão fazendo há mais de 15 anos. Ponto 3: o Pronatec não passa de cópia mal feita das Etecs, que foram criadas em São Paulo há mais de 10 anos. Apenas como comentário: as Etecs de São Paulo atendem a mais de 250 mil estudantes (só em São Paulo) - e com qualidade comprovada. Ponto 4: as grandes “descobertas” de pré-sal da Petrobrás aconteceram em razão dos investimentos e das pesquisas realizadas no governo Fernando Henrique. O que Lula diz que é dele não passa de apropriação indébita de realizações de governos anteriores. Aliás, o que é normal para o partido no poder. Poderia me alongar na relação de “pretensas realizações” do partido que está na posse do Poder Executivo, e que não passam de balelas. Aliás, lembro-me de uma frase do à época candidato a qualquer coisa Lula: “Fernando Henrique não percebeu ainda que tem de vestir um pijama, afinal ele não é mais presidente”. Ora, será que este senhor (Lula) não se esqueceu de também vestir um pijama? Será que ele ainda não percebeu que sua exposição na mídia está se tornando cada vez mais perto de uma chamada ao fanatismo? Ou, quem sabe, isso seja exatamente o que ele pretende? Afinal, sua chamada “guerra de classes” está chegando. E ele e seu partido a alimentam, porque isto é o que realmente pretendem: a guerra entre brasileiros. A guerra de classes. Uma guerra civil, que o Brasil nunca teve. Na verdade, Lula e sua equipe querem o confronto. Não importa a que preço. Eles são os terroristas do Brasil.

Geraldo Roberto Banaskiwitz

geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

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A APOSENTADORIA DE JOAQUIM BARBOSA

O ministro e agora ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, que acaba de renunciar a seu cargo para se aposentar, não caiu de pára-quedas na Corte Suprema. Mesmo filho de uma família humilde, estudou muito, é poliglota e, como homem público, deixa um legado extraordinário para a Nação. No STF, principalmente no julgamento do mensalão, como relator, foi implacável ao privilegiar a ética nas nossas instituições, ajudando a condenar os réus que desviaram milhões de reais de recursos públicos, sob o patrocínio exclusivo do governo Lula. E neste caso, contrariando os poderosos desta República, até ameaça de morte vem sofrendo. Mas o legado de Joaquim Barbosa é inquestionável. Exemplo raro neste país tão maltratado é o de um cidadão como Barbosa, que assumiu um honroso cargo público e com dignidade ímpar procurou servir à Nação. Diferentemente de um ex-presidente como Lula, que     também era de origem pobre, mas, infelizmente, continua desprezando a ética e incontinenti apoia todos os seus corruptos, incluindo aqueles trancafiados na Papuda. Ao brasileiríssimo Joaquim Barbosa o nosso muito obrigado!

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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JOAQUIM BARBOSA DEIXA O STF

Valeu, JB!

J. S. Decol  

decoljs@globo.com

São Paulo

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‘O STF E O ESTADO DE DIREITO’

O texto de Ruy Martins Altenfelder Silva é um resumo importante sobre “O STF e o Estado de Direito” (1/7, A2). No entanto, creio ser também relevante a discussão sobre o papel do STF para dirimir dúvidas constitucionais e atuar quando o legislador se omite ou confunde, independentemente de ser provocado. Agora, ficou patente a ação controversa da Suprema Corte no julgamento da Ação Penal 470, ao adotar princípios como o “domínio do fato” e a “presunção da culpabilidade”, que causaram desgaste aos magistrados e, provavelmente, tenham tingido sobremaneira com cores políticas esse fórum.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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A TESE DE BARBOSA

A manchete de primeira página do “Estadão” de 26/6 estampava: “STF derruba tese de Barbosa e autoriza Dirceu a trabalhar”. No entendimento de juristas, a tese não é de Barbosa, é o que consta na Lei de Execuções Penais: “Só após o cumprimento de um sexto da pena”. De 10 ministros do STF, 9 foram a favor de jurisprudências e repetições? Se o favorecido pelo beneplácito do STF não fosse quem é, certamente seria obrigado a cumprir o mínimo de “um sexto” da pena. A experiência da vida comprova que as nossas leis passam do exagero, mas não são cumpridas nem pelos juízes, apenas são “interpretadas” de acordo com o entendimento individual de cada julgador. São inúmeros os processos que ficam esquecidos, abarrotam os fóruns das instâncias inferiores até os tribunais. É a evidência de que a Justiça atrasada não faz justiça. Uma demonstração da impunidade vigente em nosso país. A tese não é do ministro Joaquim Barbosa, que julgou os condenados da Ação Penal 470 (mensalão) ao pé da lei, qualquer leigo sabe. O Poder Judiciário está se confundindo com os demais Poderes, que decepcionam todos os brasileiros de bem. As leis existem para serem cumpridas, mas são julgadas de acordo com a conveniência e os interesses individuais, ou é a “tese” do julgador? Óbvio que deve haver exceções.

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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MENSALEIROS TRABALHANDO

Será que, com carteira assinada, os condenados do mensalão perderão direito ao auxílio reclusão

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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PORTEIRA ABERTA

A porteira está aberta e em breve não teremos mais nenhum réu do mensalão preso. O pulso e a coragem do ministro Joaquim Barbosa, nos seus derradeiros dias na Corte, serão substituídos pela lhaneza e o tratamento urbano para com os ladravazes do dinheiro público e companheiros de falcatruas. E assim caminha nossa Justiça, na nau da impunidade e aos ventos de que o crime compensa.

Yvette Kfouri Abrão

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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MENSALEIROS, PRIVILÉGIOS E PERGUNTAS

E os outros milhares de presos em regime semiaberto deste país não vão entupir a Justiça com solicitações para trabalharem fora do presídio? E a exigência do cumprimento de 1/6 da pena para que possam receber o benefício é invenção do ministro Joaquim Barbosa? Ou petistas mensaleiros presos têm mesmo regalias?

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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O NOVO RELATOR DO MENSALÃO

O novato ministro Luiz R. Barroso, atual relator do mensalão, disse a que veio: favoreceu o coordenador do mensalão José Dirceu e revogou a tese do cumprimento de 1/6 da pena para que o condenado possa trabalhar fora do cárcere. Investido de historiador, fez um preâmbulo elogioso à biografia de José Genoino, esquecendo-se de que a partir de 1980, em razão das faltas de provas, as biografias ficaram problematizadas pelos historiadores profissionais e buscaram a ruptura com antigos estudos valorativos. Barroso cometeu um ato-falho ao dizer que dentro de dois meses Genoino cumpriria o 1/6 de regime fechado e já estaria quase com possibilidade de cumprir pena no regime semiaberto. Os ministros do Supremo deveriam ser eleitos pelo povo de uma forma que certamente é difícil, porém não impossível. A ausência de Joaquim Barbosa tirou a graça dos julgamentos do mensalão, sobretudo pelo “circo” da Copa do Mundo, que funciona eficazmente desde os tempos da Roma antiga, como uma espécie de trégua ou droga relaxante para o populacho.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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JOSÉ GENOINO

Alguns fatos chamaram a atenção no recente julgamento do pedido de prisão domiciliar do recluso José Genoino. O advogado de defesa não se exasperou. O médico que deu o atestado anexado pela defesa apresentou o óbvio ululante ao dizer que “o ambiente doméstico seria mais adequado do que o prisional para o seu tratamento”. Que o bom senso foi mantido ao dar crédito aos laudos médicos oficiais que atestaram por duas vezes que a doença não é de natureza grave a ponto de não ser passível de tratamento dentro do sistema carcerário. E que os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski foram os únicos a votarem a favor do pedido, confirmando e evitando, talvez, quem sabe, mais uma frase do grande Nelson Rodrigues, de que “toda unanimidade é burra”. Só espero que continuem a fornecer a medicação prescrita e que o paciente tome realmente a medicação.

Luiz Nusbaum, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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NOSSO DRAMA

Acabo de ler todas as cartas dos leitores (todos de São Paulo) do “Fórum dos Leitores” de 28/6, no jornal “O Estado de S. Paulo”. Invariavelmente, nelas os participantes condenam a decisão do STF de liberar para “trabalhar” fora das celas gente que passou boa parte da vida sem conhecer o que significa trabalho. Entre as manifestações, uma se destaca pela angústia e dúvida de um pai, sr. Sergio Menke, ao indagar: “Como explico aos meus filhos que criminosos que roubaram a Nação podem sair da prisão e trabalhar?”. Pelo desabafo do missivista, com quem me identifico neste drama, conclui-se que no Brasil atual, na realidade dura dos cidadãos, o crime compensa. Em outubro, a sociedade tem uma ótima chance de dar um basta na situação desconfortável em que todos estamos.

Daniel L. de Assis

daniel.assis947@uol.com.br

Vitória

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AGORA É ‘SPTF’

Com a competente e decidida atuação dos ministros Lulandowski e PToffoli, apoiados obedientemente pelos demais ministros do ParTido, agora em folgada maioria, a justiça pregada pelo PT começa, finalmente, a ser ministrada. Ainda que tardia. O líder Dirceu e principais subordinados logo, logo terão a liberdade parcial, agora decretada, transformada em liberdade plena, podendo voltar a apoiar a presidenta Dilma Rousseff, antes mesmo do próximo mandato. Os escritórios deles no Planalto estão, como sempre estiveram, à espera. O dr. Genoíno vai direto para a liberdade, sem precisar ficar em casa. É só ter mais um pouquinho de paciência. “Liberdade (para os do PT), ainda que tardia” é o lema do atual “SPTF”, cujo perfil não será alterado nas próximas décadas. Dificilmente teremos outro Barbosa. Os demais condenados, a parte operacional (das maiores penas), ficam lá. Já cumpriram a sua parte, a financeira. Só falta perdermos a Copa.

Nelson Carvalho

nscarv@gmail.com

São Paulo

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ENTREVISTA COM PEPE MUJICA

A entrevista de Pepe Mujica ao “Estadão” (29/6, A10) é a revelação de um autêntico estadista sul-americano. O presidente do segundo menor país da América do Sul (em primeiro, Suriname), exemplarmente de vida simples, sem a ostentação do poder, expõe sua visão continental de governança sem destacar pessoalidade, enaltecer partidos ou indicar autoria em programas e realizações. Ao contrário, comentando o superporto que será lá construído, enaltece a integração pan-nacional que ele trará, sem nenhuma tentativa de reivindicar a paternidade do projeto. Quanto ao Brasil, diagnostica que não é um único país, são vários, sem a desejada autointegração, além de nos mostrar como fazê-lo. Aponta as possibilidades de a burguesia industrial de São Paulo se transformar em representativa força produtiva, porém realisticamente reconhecendo que esses empresários não enxergam além do fim do mês em razão da ausência de uma política pública nesse sentido. Olhando nossos dirigentes políticos atuais e os candidatos, constata-se que nossos hermanos, mesmo perdendo um lugar nesta Copa (das Copas, sic), continuam a ter um admirado e consagrado líder, com postura de estadista, aprimorando o país em que vivem. Enquanto nós...   

Honyldo Roberto Pereira Pinto

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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O BOM EXEMPLO

Pepe Mujica, o presidente do Uruguai, é o melhor exemplo de bom político que temos no mundo de hoje. Ético, modesto, simples, progressista, Mujica mostra que nem tudo está perdido, que ainda há pessoas sérias, idealistas, competentes e que estão ao lado do povo, na política. Precisamos de alguém como ele aqui, no Brasil. Aliás, o meu voto para presidente já está mais do que decidido: Mujica.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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MUJICA E OS NOSSOS PRESIDENTES

O presidente Mujica, ao contrário de Lula e de Dilma, não fica falando mal da “elite branca”, criando guerra de classes, algo que deveria ser crime. Ele é um demagogo que pelo menos vai ao pronto-atendimento popular, anda de ônibus, não faz como o nosso pobre e coitado Lula, que vai de helicóptero aos estádios de futebol e aos comícios e chama os outros de “elite branca”.

Roberto Moreira da Silva

rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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A TRAGÉDIA DO IRAQUE

Em seu artigo “O destino previsível do Iraque”, publicado pelo “Estadão” de 29 de julho de 2004, Stephan Richter leva a crer que a atual tragédia do Iraque teve seu início com a invasão americana de 2003. Seria mais apropriado datar como o início dessa tragédia a Guerra do Golfo, de agosto de 1990, quando o Iraque invadiu o Kuwait. Conforme uma das versões, para que essa invasão se realizasse, os Estados Unidos, informados sobre o plano iraquiano, não teriam manifestado sua desaprovação, o que teria levado o Iraque a ir em frente. A partir daí, sob um forte regime de sanções internacionais, o Iraque passou por uma rápida decadência que tornou um Estado moderno num inferno medieval.

Gilberto B. Schlittler, ex-secretário do Comitê de Sanções contra o Iraque da ONU

gschlittler2@mac.com

São Paulo

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OS JOVENS ISRAELITAS

Onde estão os defensores dos direitos humanos, aqueles que protestaram contra a construção do murro divisório em Israel? Por que não dizem nada, nem pêsames nem meus sentimentos, às famílias dos três jovens israelitas assassinados na Cisjordânia? Gostaria de ver o que aconteceria se fosse o contrário.

Moises Goldstein

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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ASSASSINATO NA PALESTINA

Diante do horrendo assassinato de jovens estudantes, inocentes e desarmados, resta-nos apresentar nosso desencanto com este grupo que cada dia mais prova ao mundo que, definitivamente, não é gente de paz ou com quem se possa fazê-la!

Joe Diesendruck

joediesen18@gmail.com

São Paulo

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ORIENTE MÉDIO

Será que os adolescentes assassinados em Israel só causam indignação ao povo judeu?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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