Fórum dos Leitores

PAC DA COPA

O Estado de S.Paulo

05 Julho 2014 | 02h04

A queda do viaduto

O acidente fatal com o viaduto planejado para a Copa, em Belo Horizonte, deveria servir para que se investiguem não só as suas causas, mas também o mundialmente famoso superfaturamento das obras do torneio da Fifa. Esse lamentável acidente deveria ainda obrigar a uma rigorosa revisão das estruturas temporárias que estão sendo largamente utilizadas neste Mundial.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Responsabilização

A pressa de acabar obras para mostrar serviço ceifou a vida de duas pessoas e deixou 22 feridos em Belo Horizonte. Os parentes das vítimas devem entrar com ações contra o Estado em face da negligência, incompetência e corrupção das empreiteiras e dos políticos inescrupulosos.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

Obras políticas

Quando o prefeito Marcio Lacerda disse que "acidentes, infelizmente, acontecem", ele deveria ter dito é que "acidentes devem e podem ser evitados". É para isso que existem normas, capacitação e fiscalização técnica. Em geral, os acidentes acontecem em obras públicas e políticas. Quem vai bancar a reconstrução? De novo a "viúva"?!

JOSE GUILHERME SANTINHO

msantinho@uol.com.br

Campinas

Exame de Crea

Engenheiro da velha-guarda, dos tempos em que a engenharia civil brasileira era referência mundial, sinto-me compungido e envergonhado com a sequência de desastres que vêm ocorrendo nessa área no País. A mais recente, essa queda sobre a via pública de viaduto em construção em Belo Horizonte, só não ceifou um grande número de vidas por intervenção da Providência Divina. A proliferação de escolas de Engenharia de baixíssimo nível, aliada à irresponsabilidade de empreiteiras que utilizam engenheiros despreparados, ou até mesmo estagiários, é o prenúncio de novas catástrofes. Aos cidadãos só resta sair de baixo, quando isso for possível. Já é mais do que tempo de tornar obrigatório exame do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) para habilitar os novos engenheiros civis ao exercício de suas atividades profissionais. Os Exames de Ordem da OAB (para advogados) atestam a lamentável qualidade do ensino superior no Brasil, transformado em commodity.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@mail.com

São Paulo

Desastre inaceitável

A engenharia e a arquitetura brasileiras não merecem o desastre com o viaduto em Belo Horizonte. Ambas respondem por capítulos fundamentais da história cultural e técnica do Brasil e esse episódio, inaceitável, deve ser apurado com rigor e os responsáveis, rapidamente apontados. Não se admite igualmente, em face da tragédia, que a presidente venha a público declarar simplesmente que está triste com o episódio. As responsabilidades começam de cima para baixo.

FRANCISCO SPADONI, arquiteto, professor da USP

francisco@spadoni.com.br

São Paulo

Pedido de desculpa

No mínimo, a presidenta Dilma Rousseff teria por obrigação de comparecer ao velório das vítimas, em BH, e pedir desculpa a seus familiares por esse erro causado pela engenharia política de seu governo.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Bônus sem ônus

Segundo Miriam Belchior, responsável pela coordenação do comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o governo federal garante os recursos necessários para a execução da obra e o governo local elabora, executa e fiscaliza os trabalhos. A liberação dos recursos é efetuada em etapas e após a visita de engenheiros da Caixa Econômica Federal, que apenas certificam se o andamento da obra está de acordo. Aí eu pergunto: se for apenas para ver o andamento da obra, e não para verificar a qualidade do serviço, para que enviar engenheiros? Um motoboy poderia fazer isso por um salário bem menor... Portanto, de acordo com Miriam Belchior, o desabamento do Viaduto Guararapes, em Belo Horizonte, não é culpa do governo federal... Resumindo: se a obra fica pronta e não cai, Dilma, a "mãe do PAC", inaugura e sai na foto como "dona" do feito; mas se a obra cai antes de ser inaugurada, a culpa é do governo local. E não se fala mais nisso.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

GESTÃO HADDAD

Plano Diretor

Achei muito estranho o raciocínio de reduzir as vagas de garagem para desestimular o transporte individual na cidade de São Paulo. Na opinião de nossos planejadores, só usamos o automóvel para andar na cidade? No mundo inteiro, nos países cuja população tem alta renda, é comum ver famílias com dois ou três veículos que servem para viagens ou lazer em fins de semana, independentemente do fato de essas pessoas usarem o transporte público para ir ao trabalho ou fazer compras. Quando chegarmos a esse nível de renda e só tivermos uma vaga por apartamento, de que forma resolveremos a questão dos estacionamentos na cidade? Talvez tenhamos de recorrer ao uso de jumentos, como nos foi recomendado por um nosso estadista...

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

Contrassenso

Por um lado, o governo federal incentiva a venda de automóveis, mantendo reduzido o IPI. Por outro, serão construídos prédios em São Paulo com menos vagas de garagens. Para variar, tudo sem planejamento...

VIRGINIA A. BOCK SION

vickybock@hotmail.com

São Paulo

Menos vagas?!

Deveriam é incentivar mais vagas por imóvel e diminuir a Zona Azul, dando maior espaço para o trânsito nas ruas. De fato, a presidente da República incentiva a venda de automóveis e o prefeito de São Paulo restringe vagas nos prédios... Imaginem o resto do Plano Diretor!

MARIUS O. ARANTES RATHSAM

mariusrathsam@hotmail.com

São Paulo

BRASIL 2 x 1 COLÔMBIA

Na semifinal

Mais uma vez a canarinho venceu, mas não convenceu. Contra a Alemanha, haja coração!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

BRASIL 2 X 1 COLÔMBIA

Vencemos na raça, mas gostaríamos de uma explicação: Felipão, por que o Fred não sai? 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com 
Sete Lagoas (MG)

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SOFRÍVEL

Em 1984 o Brasil não ganhou, mas foi campeão moral, com um lindo futebol. Hoje, com este futebol sofrível, temos chance de ser campeões, mas imoral.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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A COPA E A PRESIDENTE
 
Tão certo quanto Dilma Rousseff vai ser reeleita por meio da urna eletrônica, o Brasil vai ganhar a Copa por meio da Fifa comprada.
 
Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br 
Bragança Paulista

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ELA VENCEU

Ganhou mais votos. A cada gol, mais perto da reeleição. Valeu a pena, para "eles". E o Brasil, continuará perdendo?

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com
São Paulo 

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BONANÇA

“A Copa do Mundo não pode acabar, a Copa tem que ser prá sempre.” Concordo com o dono da frase, pois desde que os jogos começaram não se fala mais naquela avalanche de crimes que varria o País de ponta a ponta. A segurança é perfeita e tudo funciona como um relógio. Até os escândalos financeiros que diariamente lotavam os noticiários deram uma trégua. Bilhões de reais deixaram de ser surrupiados dos cofres públicos. É uma alegria, uma paz que não vemos faz muito tempo. É o padrão Fifa de viver. Que bom seria se, após o fim do campeonato, continuasse essa bonança!

Luis Fernando Santos luffersanto@bol.com.br 
Laguna (SC)

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UNIÃO SUL-AMERICANA

O verdadeiro legado desta Copa é que os brasileiros comuns estão finalmente percebendo que nossos vizinhos do continente não são bichos-papões. São exatamente como seus vizinhos de prédio ou portão, com as mesmas alegrias, tristezas, virtudes e defeitos. O legado mais desejável é que os povos da América do Sul e Central percebam finalmente que não existem diferenças culturais ou étnicas que justifiquem essa separação entre nossas nações. Com os recursos de que dispomos poderíamos alcançar um nível de qualidade de vida até superior ao da União Europeia, por exemplo. Antes teríamos de nos livrar de algumas pragas, principalmente dos que pregam o populismo e o culto à "personalidade", e que agem como verdadeiros cânceres, que "grudam" no aparelho estatal e vão realimentando novas gerações de aproveitadores e políticos profissionais. Estão aí o peronismo, o chavismo, o lulismo, o sarneysismo, o malufismo e inúmeros outros "ismos" que não me deixam mentir.
 
Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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PADRÃO FIFA

Não entendo as vaias ao Joseph Blatter e sua Fifa. A Fifa visa a lucros. É uma entidade privada e de grande poder. Ela monta o circo mundial do futebol, onde julga conveniente para ganhar dinheiro. Blatter conseguiu que o Brasil gastasse fortunas na estrutura dos estádios, etc, para garantir um bom espetáculo. Fez a coisa funcionar de forma de jamais faríamos se fôssemos cuidar disso por vontade própria. A Copa do Mundo, em qualquer país, não tem que ver com administração pública ou governo local. Futebol é negócio e dos grandes. Como a Fórmula 1 ou Olimpíada. E se ele fosse o dirigente de um país, conseguiria o mesmo? Que tal Blatter e Jérôme Valcke para uma reforma, não nos estádios, mas no nosso Poder Judiciário e sistema político? Já imaginaram uma democracia com padrão "Fifa"?
 
André L. O. Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas

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INDULGÊNCIA PARA A FIFA

A mídia, de modo geral, parece se entusiasmar mais com os assuntos político sem detrimento de alguns que deveriam merecer maior atenção. O caso da indulgência do governo brasileiro aos cofres da Fifa. Do lucro extraordinário da entidade na Copa do Brasil caberia o recolhimento de, segundo informação, de R$ 1 bilhão. Uma das propagandas enganosas do governo de Madame Rousseff que fala em país rico deveria ser mudado para "país rico é aquele que doa as suas riquezas". Se todo o dinheiro doado a países ditaduras africanas, a Cuba, a Venezuela e agora a Fifa, esse dinheiro seria a redenção dos nossos hospitais, das nossas escolas, das nossas estradas e sobraria menos para a corrupção. Façamos uma campanha nacional: "Não ao imposto de bilhão". 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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SUBSERVIÊNCIA À FIFA

O “sumiço” do mascote tatu-bola Fuleco na Copa (4/7, B14) simplesmente anulou a nacionalidade brasileira do evento, tornando-o apátrida e exclusivo da Fifa. Os alegados resultados posteriores, previstos pelo governo federal, podem ser assim muito prejudicados – incluindo na esperada ajuda contra a extinção do animal-símbolo. Quando se trata de controlar e impor a sua vontade aos brasileiros, os petistas o fazem sem reserva e, ainda, prometem endurecer muito mais caso vencer as eleições. Por que o governo-anfitrião não sabe impor essa pequena, mas necessária, correção à Fifa? Seria por ser ela internacional, haja vista que o governo brasileiro só estaria acostumado a receber ordens de alguns estrangeiros – tais como Cristina Kirchner, Fidel Castro, Evo Morales e o ventríloquo Maduro de Chavez – cujos interesses nacionais vem sendo preservados em nosso país? Essa forma de subserviência ao imperialismo do atraso traz prejuízos ao Brasil e ao seu posicionamento na cultura e na economia global de forma relevante.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br
São Paulo

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UMA COPA CURIOSA

Há muito colunista criticando os que se opunham à Copa no Brasil e, para justificar, enaltecem o sucesso da Copa. Ora, o que há de bom são os jogos, que não dependem do governo e da Fifa. E o público que enche os estádios ainda é criticado como mal torcedor, por não ser ter hábito de ir aos estádios. Realmente, as torcidas que matam um torcedor antes do jogo e outro depois fazem mais barulho. E os brasileiros, a tal elite branca, que podem pagar os caríssimos ingressos, e não perturba os demais – só não aguenta presidente da República covarde – são criticados por não criarem hinos. E lá isso é sinal de patriotismo. Muita gente ainda não sabe o Hino Nacional! O povo não reclama da falta das obras de mobilidade, porque ganharam feriados... Ademais, para todo e qualquer povo, uma pequena pausa nas agruras do dia a dia, vai bem. E o avião que entrou no País, com muita grana, e saiu, e Receita Federal e o Ministério Público Federal não viram? 
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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RESPOSTA AOS PESSIMISTAS

A divulgação pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de que o faturamento no mês de junho na sua área foi de R$ 12 bilhões é a melhor resposta  aos pessimistas mal humorados, aqueles que  aplaudem  os protestos raquíticos realizados por agrupamentos oportunistas em algumas cidades brasileiras. E que não impediram a realização de nenhum dos jogos. E vai servir de estímulo para que no Brasil se dê ênfase ao turismo e ao comércio interno. Os brasileiros precisam entender a importância de buscar um país melhor através da participação e não apenas das reclamações oportunistas. E que a nossa seleção supere seus problemas e sejamos hexacampeões.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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COPA 2014 X ECONOMIA
 
Segundo títulos de matérias publicadas no “Estadão” em 4/7, Mundial deve render R$ 1 bilhão a São Paulo e lojas contabilizam prejuízo com a Copa. Afinal, valeu a pena? A Copa deixará algum legado?
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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O ESCÂNDALO DOS INGRESSOS

Joseph Blatter, discípulo de João Havellange e Ricardo Teixeira, implantadores da cultura do trambique na Fifa, fez curso intensivo com o PT e já utiliza, muito apropriadamente e sem sotaques, o jargão manjado de Lula (“Eu não sabia”).  Que nojo!

Paulo Ruas pstreets@terra.com.br 
São Paulo

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NA MESA AO LADO

O homem que "deBlatterava" contra a incompetência brasileira, não sentia, o tempo todo, o mal cheiro que exalava da atividade dos seus colegas, na mesma sala, na mesa ao lado?

Carlos Pacheco Fernandes Filho c-pacheco-filho@uol.com.br 
São Paulo 

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CHUTE NO TRASEIRO

Após a declaração do presidente da Fifa de que não sabia de nada sobre as picaretagens nos bilhetes dos jogos, e do PT querendo faturar em cima da animação eterna de nosso povo sobre a seleção, agora, após a queda do viaduto em Minas Gerais, ambos merecem do povo brasileiro um chute bem dado em suas respectivas  bundas. 
 
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@Hotmail.com 
São Paulo

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A NEGLIGÊNCIA NO CANTEIRO DE OBRAS

No dia 20 de novembro de 1971, a pista do elevado em construção na av. Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro, desabou, esmagando 20 carros, matando 48 pessoas e ferindo dezenas. Agora cai o Viaduto Guararapes, em Belo Horizonte, matando dois e ferindo 21. No mês passado, um operário morreu debaixo do trilho da linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo, que veio abaixo. Nesses quase 43 anos, entre os acidentes do Rio e de Minas, muitas obras públicas e particulares despencaram, matando e causando sofrimento. Obras mal executadas, edifícios erguidos com materiais inadequados, reformas sem cuidados estruturais e outros problemas que colocam em risco a vida, tumultuam a rotina da cidade e deveriam envergonhar as autoridades e, principalmente, os responsáveis pela fiscalização. Chega de mortes causadas pela negligência, pelo ganho fácil e pela ineficiência da fiscalização. Somos hoje um país tecnologicamente desenvolvido e não podemos continuar vivendo como há décadas atrás. Os acidentes realmente podem ocorrer, mas é necessário fazer o maior cerco possível para evitá-los. E se, mesmo assim, ocorrerem, é preciso identificar e cobrar rigorosamente seus causadores... 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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MAIS DESPERDÍCIO DO DINHEIRO PÚBLICO

Não bastando toda a enorme corrupção e obras superfaturadas roubando o dinheiro público, mais uma obra do tal PAC que vira entulho e túmulo por pura incapacidade administrativa e de fiscalização do governo. Dinheiro público sendo literalmente jogado no lixo e sem apontamento dos responsáveis e ressarcimentos dos prejuízos aos cofres públicos. 

Marco Aurélio Rehder marcoarehder@yahoo.com.br 
São Paulo

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QUEDA DE VIADUTO EM BH 

Imagina nos monotrilhos dos metrôs.

Victor Hugo
São Paulo 

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LEGADO

A queda do viaduto em Belo Horizonte, obra sobre a mobilidade urbana, prometida pelo governo federal, referente à Copa, é o primeiro legado precoce deixado pelo campeonato mundial. As prováveis pressa, superfaturamento, incompetência, imperícia, etc., etc., etc. começam a aparecer para o povo de forma explícita. Esperemos que ao decorrer do tempo estes legados não sejam tão agudos e que não permitam que percamos vidas inocentes, porém, vidas serão certamente perdidas com as deficiências de saúde e educação que tiveram seus investimentos desviados para os estádios, viadutos, monotrilhos, estradas, metrôs e, claro, exceção seja feita às ferrovias que estão relegadas aos governos do futuro eterno. 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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PENA

Pena que o viaduto caiu. Pena que, como todas as obras do PAC atrasam, esta também não ficou pronta para a Copa. Francamente foi pena Lula ter exigido 12 estádios, e não 8, como os outros países fizeram, e estima-se que 3 ou 4 deles serão “elefantes brancos”, não terão utilidade no futuro. E pena que continuamos não tendo dinheiro para saúde e educação, que lamentavelmente não foram suas prioridades, nem de Dilma. Pena que alguma autoridade imbecil e incompetente tenha deixado o trânsito passar por baixo de um viaduto em construção, matando dois infelizes que por lá passavam. Pena que as coisas sobre segurança no Brasil sejam assim mesmo, ninguém liga, nem o governo e em alguns casos seguem critérios eleitorais como este. Pena que no próximo jogo na Pampulha os torcedores brasileiros e estrangeiros terão de dar uma enorme volta para experimentarem como atuam, realmente, as autoridades brasileiras. Pena, Lula, que elas certamente deixaram o trânsito passar sob o viaduto para “enganar” que estava tudo pronto, embora esse viaduto, obra do PAC, deverá estar pronto talvez para a próxima Copa. Enfim, pena que Lula não possa ir assistir a nenhum jogo da Copa, assim como Dilma, porque as elites brancas e negras mostrariam o quanto elas estão satisfeitas com os governos petistas. Pena, ainda, que a ganância de Lula por votos e poder tenha estragado o que poderia ter sido uma festa maravilhosa, que mostraria que grande e fantástico país nós temos.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE

Se a inflação dos últimos 12 meses ficou dentro da meta, ou seja, abaixo de 6,5%, como a Agência Nacional de Saúde tem a cara de pau de autorizar esse reajuste de até 9,65% para os planos de saúde individuais? Ou será que os números que governo usa internamente não são os mesmos que ele divulga para os brasileiros, são apenas números de mentirinha?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO

O novo Plano Diretor de São Paulo me fez deduzir que os que entendem do assunto, urbanistas docentes de grandes metrópoles, não foram ouvidos. Ao invés de incentivar garagens, as oneram, impondo o estacionamento em vias públicas, inseguras  estreitas, ou a venda do segundo carro. Mais ainda, a demagogia incentiva invasões, às nossas custas, e torna as ilegalidades perenes. Não falta muito, creio, para que o caos se instale na capital.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com 
São Paulo

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O SETOR IMOBILIÁRIO

O editorial “O Plano Diretor de São Paulo” (2/7, A3) focaliza uma série de aspectos que também preocupam o setor imobiliário. Afinal, precisamos de regras claras para trabalhar e oferecer imóveis para a população. Esse é o nosso interesse, que depende também de um público interessado em morar, trabalhar etc. Portanto, é um típico exemplo de integral convergência entre interesse imobiliário e interesse da população. E cabe ao poder público orientar como ambos serão atendidos. Para nós, do Secovi-SP, isso é básico, pois defendemos uma cidade onde as pessoas desejem viver, com mais áreas verdes, transporte de qualidade e adensamento inteligente e sustentável. A organização do território é aquela expressa pelos mecanismos inseridos no Plano Diretor. Cabe ao mercado cumpri-la  e não  determiná-la. O Estado também foi direto no que diz respeito ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Não foi apenas uma porta que se abriu para esse tipo de pressão que afronta a legalidade, os direitos (incluindo o de propriedade) e invertem a ordem. Abriu-se, em verdade, uma porteira, com o que estamos todos nós, cidadãos, sujeitos ao desrespeito da lei e da propriedade privada, principalmente no que diz respeito a invasão ou depredação do patrimônio. É o estado de Direito substituído pelo estado do medo... Se não for rapidamente restabelecida a lei, a ordem  e a paz,  não sobrará  nem mercado imobiliário, nem sociedade  e nem uma cidade onde seja possível viver com tranquilidade. Inclusive, vale informar que o Minha Casa, Minha Vida, pleiteado pelo Movimento, nasceu dentro do Secovi, que não por acaso se define como o Sindicato da Habitação. Certamente, eles ignoram esse fato. A solução do problema não está no desrespeito a lei e a ordem, mas na criação de condições para a produção de habitações. No que diz respeito às manifestações publicadas no “Fórum de Leitores” na mesma data, respeite-se sim a opinião de cada um, mas que seja esclarecido que a visão estigmatizada do setor imobiliário precisa ser reavaliada. Espigões, forma pejorativa de definir edifícios altos, adequadamente alocados,  representam mais unidades para que mais pessoas possam viver dignamente nos melhores espaços da cidade, pagando um preço adequado. Isso significa, ainda, racionalizar o investimento público per capta em infraestrutura e transporte.
 
Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) shirley.valentin@secovi.com.br
São Paulo

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ELEIÇÃO EM SÃO PAULO
 
A necessidade que o PT tem de retirar o PSDB do governo de São Paulo confirma o "fazer o diabo" dito pela chefa. Então o sr. Paulo Skaf (PMDB), que, pelo jeito, foi incompetente na presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na defesa de nossas indústrias, que vão minguando dia a dia, é aliado do PT. Candidatou-se não para prejudicar o PT, mas para ver se conseguem um segundo turno. O sr. Paulo Maluf deixou seu apoio ao candidato do PT, com certeza com o aval do "cara", para reforçar esta tese: tentar derrubar o PSDB. Skaf é o candidato do PT, digo, PMDB, disfarçado de oposição. Que nós, paulistas e paulistanos, não nos deixemos enganar!
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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ATESTADO DE RUINDADE

Maluf trocou o apoio dado a Alexandre Padilha pelo apoio a Skaf. Não há maior atestado de ruindade do que ser desprezado por Paulo Maluf...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ILUSÃO

Esperto, como sempre foi, Paulo Maluf continua vendendo o que não tem para entregar. 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com  
São Paulo

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CANDIDATURA EM FALÊNCIA

Seria bom que Lula reorganizasse a sua perturbadora prepotência. Ele teve um lampejo de poder quando odiosamente empurrou Fernando Haddad goela abaixo dos paulistanos, porém o castigo veio a cavalo, estamos assistindo à falência da candidatura Padilha.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br
São Paulo

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ENCRUZILHADA  
 
Entre a cruz e o diabo está o povo de São Paulo, pois Maluf largou do PT para apoiar o PMDB, sendo que o candidato a governo, já mesmo antes das eleições, no mínimo, loteou cargos. Então quem der mais leva. Tá na hora de parar o tal de “é dando que se recebe”. Pensemos e não mais erremos!
 
Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com 
São José dos Campos

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MERCADO VERGONHOSO

Demonstração inequívoca da mais pura pilantragem quando vemos este nefasto Maluf, pulando de um lado para outro, manipulado pelo chefe da "sofisticada quadrilha", dá apoio à candidatura de Skaf ao governo de São Paulo. Até quando os brasileiros ficarão cegos? Através do voto teríamos de erradicar do meio político todos os safados que usam esses expedientes claramente nocivos ao interesse público. Acorda, Brasil!
 
Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo 

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BACANAL

Na bacanal eleitoral verde-amarela, o vale-tudo político criou um novo dito popular: em lugar de Maria, "Maluf vai com os outros"... E viva o samba do crioulo doido tupiniquim!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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KASSAB DE VESTAL A CORTESÃ
 
O cenário político dos partidos brasileiros beira a imoralidade consentida entre seus membros, quase todos sem ideologia ou coerência de princípios com que os eleitores pudessem se identificar e merecer algum respeito. As posições dúbias e intencionais do ex-prefeito Gilberto Kassab em se vender para quem mais o cortejasse superou qualquer limite da ética ou princípios. Kassab despontou com ajuda do PSDB, colou no impoluto PT, fundou um partido nos moldes do PMDB adesista em projetos de poder e agora bandeou-se para este último candidatando-se a senador, onde esperamos que tenha êxito igual a zero. Lamentavelmente, Kassab passou de vestal a cortesã, ou seja, mais uma triste e lamentável figura que bem representa os políticos brasileiros. Pobre país o nosso!
 
João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com
Barueri

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ALIANÇAS ELEITORAIS

O disparatado quadro de alianças eleitorais reflete a construção de planos de poder federal/estaduais para obter o máximo possível de tempo de televisão na campanha eleitoral e, posteriormente, o apoio e a sustentação parlamentar mediante a negociação de cargos, verbas, secretarias e ministérios. A excessiva fragmentação partidária na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas reflete o interesse de partidos em barganhar apoio ao Executivo e não em representar demandas sociais. O agravamento da crise de representação talvez acabe por forçar uma reforma política que vise restabelecer canais que atendam anseios da sociedade por saúde, educação, transporte, segurança, emprego e crescimento econômico.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br 
Campinas

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FIM DAS ESPECULAÇÕES

Meses de negociações e já definidos os candidatos majoritários e seus respectivos vices, além dos postulantes ao Congresso Nacional, e para as Assembleias Legislativas para o pleito de outubro, com direito a blefes e traições políticas entre aliados de todas as partes, etc. Se o Planalto, para tentar reeleger Dilma Rousseff, prepara as suas estratégias e promete fazer até o diabo nesta corrida presidencial, já que a candidata do PT só despenca nas pesquisas, assim como também a imagem do partido ante o eleitorado, o PSDB, tirando suas diferenças internas, acaba de indicar para o vice de Aécio Neves o senador Aloysio Nunes Ferreira, um dos raros representantes do nosso Parlamento que com dignidade tem honrado seu mandato. Portanto, os tucanos vão de chapa “puro-sangue”. Se em 2006, para reeleger Lula, que tinha uma imagem mais favorável do que hoje tem Dilma, perante a grande massa de eleitores, mesmo carregando nas costas as denúncias de corrupção, o PT abriu os seus cofres em paraísos fiscais e em bancos como o falido Rural, para comprar apoio de aliados, com milhões de reais extraídos ilicitamente das nossas instituições, que resultou no mensalão, o que o partido de Lula não seria capaz de fazer neste momento de quase ostracismo que vive o partido?! Será que neste período pré-eleitoral, ou seja, até outubro não teremos denúncias mais graves ainda do que o mensalão envolvendo petistas, especialistas na arte de aliciar os famintos partidos por verbas para suas campanhas, talvez mais milionárias ainda do que em 2006, já que se diz que só da Petrobrás alguns bilhões foram desviados, como consta inclusive na Operação Lava Jato? 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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PÃO E CIRCO

"Panis et circus", tradução: bolsa família e grandes estádios! Eis o grande slogan do PT com o qual pretende vencer as eleições!

Eugênio José Alati alatieugenio@gmail.com 
Campinas

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A APOSENTADORIA DE JOAQUIM BARBOSA

O ministro Joaquim Barbosa pode não ter agradado a vários setores da sociedade por vários motivos. É inegável, entretanto, a coragem que teve em se manter fiel aos princípios da verdade e da legalidade, sem restrições e sem ceder a pressões de quem ousou a ainda ousa se achar acima da lei. Foi um belo exemplo de ética, pena que não terá substitutos à altura. Deixará saudades.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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DIREITO E JUSTIÇA PARCIALMENTE ACÉFALOS

Com a precoce aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal (STF), a Justiça e o Direito brasileiros perderão um grande defensor e aplicador das leis de qualquer das suas naturezas, federais, estaduais e municipais quanto a sua constitucionalidade. Ele é um estadista indiscutível, um verdadeiro homem de Estado. Disse textualmente: “Saio absolutamente tranquilo, com a alma leve”. Realmente com a alma leve, porque como ministro e como presidente da elevada Corte, sua cultura jurídica, sua consciência, sua transparência, sua independência, sua coragem nunca se deixaram levar por interesses escusos envolvendo malefícios à sua dignidade pessoal e profissional. Se teve “atuação pesada”, é porque nos casos em que funcionou, principalmente como relator do mensalão, foram casos pesadíssimos que na balança da Justiça o sopesava, não tinha o menor equilíbrio para amenizar sua decisão, visto o prato das inflações pelo seu peso, jogar a Justiça para a estratosfera. “Ius est ars boni et aequi” (o Direito é a arte do bom e do justo), ensina o brocardo jurídico.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis
   
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GRUPOS DE PRESSÃO

Joaquim Barbosa já por duas vezes acusou os novos ministros da Suprema Corte de pertencerem a grupos de pressão, graças aos quais foram indicados e aprovados para compor o STF. Ninguém lhe deu atenção, a imprensa, o Ministério Público, a Polícia Federal, os partidos de oposição, ninguém.

Ademir Valezi adevale@gmail.com 
São Paulo 
 
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MATREIRO

O ministro Joaquim Barbosa, com a "alma leve", despediu-se do Supremo Tribunal Federal. E mais uma vez ocupa espaço de destaque na imprensa com as suas insinuações matreiras, como a de que a Corte não é lugar para pessoas “ligadas a grupos de pressão". E termina dizendo que, a partir do dia da publicação da sua aposentadoria, será um cidadão como outro qualquer. Espera-se que seu substituto ou o juiz que for escolhido para relator do mensalão tucano de Minas Gerais não transforme o STF em palanque. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br  
Santos

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A OUTRA CURVA

Já são tantos os pontos fora da curva que eles já estão a formar uma outra curva, diferente da que era considerada normal  pela sociedade consciente e responsável. Esta outra possui ordenadas que atingem valores até então nunca vistos. Alguns deles: os ares de urgência pontual, operacionalizada por membros recentes do plenário do STF, com o objetivo de atender demandas de condenados e presos do mensalão, apressados, que desejam trabalhar enquanto presos, quando há tantas questões urgentes que se avolumam nas gavetas e terminais digitais da justiça, sem pressa para serem resolvidas; o baixo nível das barganhas políticas levadas a efeito pelo governo, ao negociar com partidos nanicos visando à apropriação de mais alguns minutos de televisão como parte da campanha eleitoral, que se anuncia desleal, objetivando a permanência da atual equipe ou seus prepostos à frente dos destinos do país, numa espécie de continuísmo viciado; uma inflação contida artificialmente, arquitetada para se manter falsamente baixa até as próximas eleições; a atuação, como até hoje não se viu igual em qualquer outro país, de um presidente virtual, fora do cargo, que, dos bastidores, desfia responsabilidades alheias, por problemas iniciados e fertilizados durante seus mandatos, além de alimentar uma cisão entre a classes sociais, projeto do qual na verdade nunca se afastou desde que assumiu o poder; a manifestação do atual chefe de estado real que, quando exposto em local público se depara com um repúdio cuja causa real não confessa mas que atribui  à ação de uma absurda elite branca, em discursos cujas retóricas são inconsistentes. Estes são alguns, mas não todos, os pontos que formam a nova curva, cuja tendência, e muito menos a convergência, se houver, ninguém poderá prever.  

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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SUBSTITUTO

O que deve ter de gente de ilibada reputação e notório saber jurídico correndo atrás da vaga de Joaquim Barbosa no STF deve ser coisa inacreditável, no que pese o nome do novo ministro, muito provavelmente já ter sido escolhido desde quando do anúncio da saída de Barbosa para sua aposentadoria precoce. O resto é um leve "me engana que eu gosto". E já já o nome será revelado. Que se conformem os mais afoitos.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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DILMA PRESSIONADA

A presidente Dilma terá que escolher alguém bem jovem para ocupar a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. Alguém de confiança, da juventude petista, para defendê-la por longos anos dos processos que ela deverá começar a responder em breve. O primeiro processo será sobre a lambança na compra da refinaria de Pasadena. O argumento da defesa da presidente, que mesmo sendo ministra chefe da casa civil e presidente do conselho da Petrobrás, recebeu informações "falhas e incompletas" para decidir sobre o bilionário negócio, e mesmo assim seguiu adiante com o negócio ruinoso, é na verdade um agravante que comprova a incapacidade administrativa da presidente Dilma, que resultou em prejuízos irreparáveis para o País.  

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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DESAMPARADOS

Nesses últimos anos no Supremo Tribunal Federal, se houve algo para que pudéssemos nos orgulhar de nossa Justiça, lamentavelmente nos deixou a partir de 1.º de julho. Tal perda refere-se à aposentadoria de seu presidente o Exmo. sr. ministro Joaquim Barbosa.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

Os brasileiros não esperavam do negão alma leve e dever cumprido, mas mão pesada e dever comprido até 2024.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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CHEGA DE MITOLOGIA

Joaquim Barbosa aposentou-se, ponto final. As razões interessam somente a ele próprio. Agora, como cidadão comum, os comentários que fizer terão o mesmo valor das considerações feitas por qualquer um de nós. Se desejasse que sua opinião tivesse maior peso, deveria ter continuado no cargo. Temos que acabar com essa verdadeira síndrome das razões ocultas e do culto a personalidades que se retiraram do palco do cotidiano, por razões várias (inclusive por morte). Ainda tem gente que acredita que Tancredo Neves foi assassinado, atribuindo ao mesmo qualidades que não tinha. Ayrton Senna é outro, constantemente citado por 10 entre 10 comentaristas de automobilismo, como se suas conquistas fossem não suas próprias e das escuderias, mas sim do Brasil. Chega de mitologia e lamúrias. Se o STF está sendo conivente com os desmandos do governo atual, existe uma mágica que se chama eleições, mesmo considerado que as alternativas ao petismo não são lá muito interessantes, afinal um dos principais candidatos tem justamente base num dos mitos acima.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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O SUCESSOR DE BARBOSA

Para o STF o sujeito tem de ser profissionalmente competente e pessoalmente moral e ético. Para ser estadista, ainda precisa ser político, dispensável no STF. Num governo em que a moral, a ética e a competência já foram para a lata do lixo há muitas décadas, o que restou do STF, que tinha 5 ministros confiáveis, agora fica com 4, e o próximo será alguém do tipo dos 4 "nomeados politicamente", pois "duas" ficam apenas em cima do muro, observando para que lado o vento sopra. Quem vai ser o sucessor de Barbosa? Está na cara que não será nenhum dos 4, e muitos menos "estadista", que nem se precisa, precisa-se de moral e de ética, principalmente.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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