Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

11 Julho 2014 | 02h05

A Fifa e os ingressos

Tendo em vista a atuação paralela de pessoa ligada à entidade na "comercialização padrão Fifa" de ingressos, não seria o caso de levar um pontapé no traseiro?

MARCELO FALSETTI CABRAL

mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

COPA DAS COPAS

Seca-pimenteira

Ao contrário do invejoso que ao ver o sucesso de alguém fica tão contrariado que consegue acabar com a alegria do outro, a presidente quis amarrar o sucesso da Copa à população nas ruas e nos estádios torcendo e comemorando as vitórias do Brasil, ainda que aos trancos e barrancos. Até espicaçou quem critica seu governo, a ponto de dizer que, a exemplo da seleção, a economia provará que os críticos estão redondamente enganados quanto à condução dela por seu governo. Foi uma evidente forçada de barra, pois a seleção, apesar das fracas atuações, estava longe de se equiparar ao que o ministro da Fazenda chama de política econômica. Não deu outra: no dia seguinte a seleção conheceu a mais acachapante derrota de sua história, com a Alemanha emplacando 7 x 1, fora o baile. A presidente portou-se como seca-pimenteira. E como desgraça pouca é bobagem, também no dia seguinte o noticiário econômico mostrava que a inflação ultrapassara o teto da meta, a indústria brasileira está minguando e os preços nos supermercados a cada dia abocanham parcela maior de nossos salários.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Confirmou-se o que se dizia: tudo em que o PT põe a mão acaba mal. A foto da presidente segurando a taça foi mau presságio.

ODILON OTÁVIO DOS SANTOS

Marília

Desvio de foco

Dilma tenta se descolar de fracasso da seleção (10/7, A1). Só podíamos esperar isso dessa cambada. Afinal, eles não têm nada que ver com o mensalão, a situação caótica do nosso país é culpa dos americanos, etc.

LUIZ ANTONIO ALVES DE SOUZA

zam@uol.com.br

São Paulo

A orientação agora é virar a página e focalizar em realizações. Podemos destacar o gasto, sem licitação, de bilhões de reais na construção de elefantes brancos em Manaus e Brasília?

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

Continuamos bons...

Não temos a melhor seleção da Copa. Mas temos os melhores marqueteiros do planeta. Conseguiram fazer 200 milhões acreditar que tinham uma seleção!

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

Padrão Felipão

Logo depois da vitória de 3 a 0 sobre a Espanha e da conquista da Copa das Confederações, em 2013, tentando cutucar a Fifa a presidente Dilma Rousseff disse: "Meu governo é padrão Felipão". E agora, depois da vergonhosa derrota de 7 a 1 para a Alemanha e do fim do sonho do hexa, correndo ainda o risco de ter de entregar a taça ao capitão Lionel Messi, da Argentina, em pleno Maracanã, o seu governo (?) continuará "padrão Felipão"? Quem responder "sim" acertou.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Realmente, a presidente Dilma tem toda a razão, o seu governo é "padrão Felipão" em todos os sentidos.

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

Felipão e PT, tudo a ver. A inflação, a violência aterradora, o endividamento crescente das famílias, a gastança com a Copa, o PIB raquítico, a falta de infraestrutura e o desnorteio do governo federal petista há tempos já estão impondo humilhante goleada ao Brasil, como fez a seleção alemã. O PT é o Felipão da Nação brasileira.

TÚLLIO MARCO S. CARVALHO

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

Triste fim

Não, isso não está acontecendo! Nem nos meus piores pensamentos imaginei um final de Copa tão triste. Perder faz parte, mas sete gols foi humilhante. Pior não é estar gravado na história pela derrota, mas a Argentina estar na final em nossa casa.

MÁRCIA CALLADO

marciacallado@bol.com.br

São Paulo

O Brasil preparou a cama e a Argentina deitou.

ADRIANO VICENTE DE AZEVEDO

adrianojbv@uol.com.br

São Paulo

Entrega da taça

Dilma disse que vai entregar a taça ao país campeão. Tudo bem, ela já entregou o porto a Cuba, a infraestrutura a vários países da América do Sul, o metrô a Caracas, o BNDES à África, o dinheiro de Pasadena à Bélgica e uma enorme crise ao Brasil. Então, entregar a taça será um protocolo bem menos complicado.

MIGUEL DA COSTA C. VIDIGAL

miguelvidigal@aol.com

São Paulo

PETROBRÁS

Contestação

Com relação à matéria Adequar Pasadena custa US$ 2 bi (4/7), a Petrobrás esclarece não proceder a necessidade de investimentos nesse valor. Reitera que com a descoberta do pré-sal a companhia reviu seus planos estratégicos e vem concentrando esforços e investimentos no País - caso da expansão do parque de refino, alinhada com o crescimento do mercado doméstico, por meio das refinarias Abreu e Lima e Comperj, em implantação, e Premium 1 e 2, em licitação. No Plano de Negócios e Gestão 2014-2018 não constam investimentos para adequar Pasadena ao processamento de petróleo pesado, e sim os recursos necessários para mantê-la operando normalmente, obedecendo às condições estabelecidas pelas autoridades locais quanto a saúde, meio ambiente e segurança. O mercado de refino é cíclico e com a recuperação das margens ao processar petróleo leve não convencional (tight oil), a refinaria de Pasadena vem apresentando resultados positivos: teve lucro líquido de US$ 63,8 milhões no primeiro trimestre de 2014.

LUCIO MENA PIMENTEL, gerente de imprensa

monicalfrocha@gmail.com

Rio de Janeiro

N. da R. - A reportagem limita-se a descrever o relatório do Tribunal de Contas da União e deixa claro que as prioridades da empresa mudaram, destacando declaração da presidente da estatal, Graça Foster, numa das audiências de que participou este ano no Congresso.

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UMA JOGADA POLÍTICA

A presidente Dilma Rousseff, na véspera do jogo da seleção brasileira contra a alemã, vangloriou-se pelo sucesso da “Copa das Copas”, inclusive afirmando que entregaria a taça ao campeão do torneio e que esperava ser para a seleção brasileira. Disse mais: que aqueles que criticavam o certame pelo fato de o Brasil ter gasto uma verba enorme para tanto estavam, com certeza, decepcionados, da mesma maneira que se decepcionariam com os resultados da sua política econômica, igualmente criticada nos últimos tempos. Ela tentava, assim, defender uma economia brasileira capenga, produto das maquinações de seu governo, tendo à frente o ministro Guido Mantega. Tanto falou e parabenizou-se pelo sucesso que secou a seleção canarinho, como uma seca-pimenteira. Depois da derrota acachapante do Brasil, como nunca antes havia ocorrido (7 a 1), lemos no “Estadão” de ontem que, “após se associar à seleção brasileira com pronunciamento ufanista em rede social e foto imitando Neymar, um dia antes da fragorosa derrota no Mundial, Dilma tenta agora emplacar clima de volta por cima”. Ora, se a postura da presidente antes do jogo foi inapropriada pelo cargo que ocupa - o que certamente se deve às eleições de outubro -, a atitude de agora é vergonhosa e escancara o que todos os críticos sempre disseram: a edição da Copa no Brasil, batalhada pelo ex-presidente Lula, jamais esteve voltada ao aspecto econômico e muito menos esportivo do evento. Sempre foi uma jogada política.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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DERROTA PEDAGÓGICA

Uma torcida que em dois tempos transforma seus heróis em renegados, por si, já é um fracasso moral. Tem muito a aprender com as derrotas de suas fantasias transferidas à realização de atletas cuja função é simplesmente ganhar ou perder, e não serem redentores dos valores morais da Nação. A condescendência que o País tem em relação à corrupção parece não a ter com seus atletas. Tal expediente sugere a transferência da consciência cívica para a politização rasteira do esporte. Mais acima ou abaixo, os buracos são outros. Recomendar seletivamente para que apenas um ou outro seja tapado revela a incapacidade de aprender com experiência em si. E a gente vai levando.

José Roberto Sant’Ana

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

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AS GOLEADAS QUE FALTAM

O “mineiraço” de 8 de julho de 2014, quando a seleção brasileira perdeu para a alemã por 7 a 1, provocou uma comoção nacional. Contudo, não adianta ficar procurando os “culpados” pelo fracasso ou atribuí-lo ao técnico ou aos jogadores. Tudo isso é consequência de uma estrutura arcaica e bolorenta, que domina quase todos os setores da vida nacional. Se participássemos de outras “copas” nas áreas de educação, saúde, segurança pública, saneamento básico, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), produtividade, inovação tecnológica, competitividade industrial e outras, seguramente o placar do vexame seria muito mais elástico. Talvez seja a oportunidade para aproveitarmos a lição e pensarmos em ações mais consequentes, sistemáticas e de longo prazo, sem os casuísmos, jeitinhos e improvisações de sempre. Em vez das bolsas aos carentes, um programa nacional de qualificação profissional e de geração de empregos, principalmente para os jovens. Em vez das cotas raciais, melhoria convincente da educação pública, colocando todas as nossas crianças em escola de boa qualidade. Em vez das reduções ocasionais de impostos, um planejamento a longo prazo para melhorar a competitividade industrial. Em vez dos fomentos governamentais aleatórios e de obras duvidosas, uma definição clara de prioridades. Dizem que errar é humano. Perder faz parte do jogo. Já não aprender com os erros é pura burrice.

Itiro Iida

iida.itiro@gmail.com

Brasília

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TRAGÉDIA

Convenhamos, a competência da seleção brasileira no jogo contra a Alemanha foi diretamente proporcional à competência do governo lulopetista no caso da compra da Refinaria de Pasadena pela Petrobrás.

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com

São Paulo

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LIDERANÇA

A explicação para os 7 a 1 reside no fato de que a Alemanha é governada por Angela Merkel e o Brasil, por Dilma Rousseff. O resto é papo furado.

Affonso Maria Lima Morel

affonso.m.morel@hotmail.com

São Paulo

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DIFERENÇA

O que diferencia a Alemanha do Brasil no futebol é que lá o esporte é uma diversão bem organizada, e, aqui, na pátria das chuteiras, predomina o fanatismo futebolístico e uma desorganização dominada por corruptos. Precisa mais?

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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FIM DE UMA ERA

Assim como na política e na economia, o futebol brasileiro precisa urgentemente de uma revolução administrativa e gerencial para tirá-lo do atraso corporativista, transformar clubes em empresas, como na Europa, e acabar com a cartolagem parasita e inútil. Ou as goleadas humilhantes vão ficar cada vez mais frequentes.

Renato Pires

repires49@gmail.com

Ribeirão Preto

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COMPARANDO

O governo Dilma parece o segundo tempo do jogo Brasil x Alemanha. Não vemos a hora de acabar o sofrimento.

Fernando Pastore Junior

fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

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O PRÓXIMO JOGO É EM OUTUBRO

Esperemos que essa humilhante derrota no futebol seja o estopim de uma mudança na cabeça dos brasileiros, fazendo-nos enxergar a triste realidade que vivemos na política. Basta de sermos enganados por prestidigitadores que nos entorpecem a mente com palavras e o bolso com esmolas, enquanto fazem desaparecer nossa saúde, nossa educação, nossa segurança, nosso transporte pelo ralo da desesperança, transformando o dinheiro que entra por meio de impostos escorchantes em passaportes para a felicidade (deles). Que a energia gasta inutilmente para levar um time capenga para cima de um imerecido pódio seja redirecionada para tirar do poder quem, em 12 anos, nada fez, a não ser locupletar-se e lambuzar-se com tudo o que o dinheiro alheio pode comprar, chafurdando no lamaçal político onde sempre cabe mais um. Esse jogo nós podemos ganhar.

Percy de Mello C. Junior

percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

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SEM ORGULHO

O hexa saiu do horizonte. Joaquim Barbosa desistiu. José Dirceu sai da prisão para trabalhar. A inflação voltou. A saúde vai mal. O crime domina. Se orgulhar de quê? Restam o hino, cantado à capela, e a cortesia do povo brasileiro. É pouco, muito pouco... Perdeu a seleção, ganhou o Brasil. É chegada a hora da mudança. Viva o Brasil!

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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REFLEXÃO

O resultado tão inesperado do jogo Brasil x Alemanha foi um grande choque, mas pode servir de inspiração para refletir sobre o que é possível perceber no cotidiano do povo brasileiro. Nos estádios, os brasileiros cantam orgulhosamente o Hino Nacional. No dia seguinte, furam fila, jogam papel na rua, desejam mordomias e privilégios, estimulam e praticam a corrupção e aceitam complacentemente um governo infestado de incompetência e corrupção, atualmente suavizadas pela expressão "malfeitos". É uma traição diária, que enraíza uma estrutura social de injustiças ao povo brasileiro. Parece-me um bom momento para lembrar que o principal propósito da atividade política é a construção do bem comum. Genericamente, pratica-se o péssimo exemplo de preferir "levar vantagem em tudo", de embromar, enganar e de deixar para depois. Quando o correto é estudar, treinar, trabalhar duro e se fazer merecedor de um resultado que se colhe por mérito, e não por "jeitinhos". As leis devem ser respeitadas e as greves devem apenas favorecer o reconhecimento de uma causa justa, sem prejudicar sordidamente a população que trabalha arduamente para levar para casa o pão de cada dia. Mais uma vez: a construção do bem comum não é apenas função do governo ou dos legisladores, mas de todas as pessoas de um país, a cada um cabendo sua parcela de responsabilidade, na medida de suas possibilidades. Àquele que não está em condições de conquistar seu próprio alimento, que lhe seja dado o peixe, mas garantindo que ao mesmo tempo lhe seja ensinado o pescar e que lhe seja cobrada a iniciativa própria de segurar com gana a vara de pescar. Por isso, fornecer indefinidamente bolsas auxilia perversamente a manter o povo escravo da miséria e da dependência dos favores alheios e interesseiros. Da mesma forma, também é perverso o sistema de cotas, que obriga os irmãos brasileiros a se apartarem entre raças e cores, institucionalizando preconceitos, quando todos deveriam ser reconhecidos e respeitados, indistintamente, apenas como seres humanos. Se há, de fato, dificuldade de acesso a escolas e postos de trabalho, que se ergam imediatamente mais escolas boas, com professores recebendo um salário adequado ao profissional que deveria ser reconhecido como o mais respeitável e ilustre de todos. Aos idosos e doentes, aos criminalizados, aos desfavorecidos dos benefícios da capacidade criativa humana, a parcela da sociedade com mais possibilidades deve-lhes sempre uma inesgotável compaixão e um permanente pedido de perdão. Miséria só é conveniente para o político esperto, malandro, oportunista, populista, que fala asneira propositalmente, para fazer bonito a quem lhe convém.

Carlos Augusto de O. Camargo

carlosaocamargo@gmail.com

São Paulo

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INDIGNAÇÃO

O que me indigna mesmo é que os indignados pela goleada que o Brasil sofreu no futebol não se indignam perante tantas goleadas que o Brasil vem sofrendo na saúde, na educação, na segurança, na moralidade, etc.

João Carlos A. Melo

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

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A COPA DA HOSPITALIDADE

O que nos deve trazer muito orgulho de sermos brasileiros é o encantamento que turistas do mundo inteiro tiveram com o povo daqui. Hospitalidade, cortesia, interação, alegria, etc. Nada que tenha que ver com futebol, organização ou governo.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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POPULARIDADE EM QUEDA

Alguns jornais brasileiros afirmam que, após a goleada que o Brasil sofreu contra a Alemanha, Dilma Rousseff está perdendo popularidade. Grandíssimo erro, pois seu partido já começou a perder popularidade muito antes, ou seja, desde que lutou para que a Copa do Mundo fosse realizada no Brasil. Deus perdoa, mas o povo brasileiro não! E é isso também que farei, dando meu voto, em Frankfurt, nas próximas eleições presidenciais. Sempre admirei Lula e Dilma, mas os gastos da Copa à custa do povo - que precisa de enormes melhoras no sistema de saúde e na educação e maior participação no mercado de trabalho - foram demais. Agora basta!

Eustaquio Valencise

valencise@t-online.de

Offenbach am Main (Alemanha)

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‘DEUS É BRASILEIRO’

A grande prova disso nos foi dada com os inimagináveis 7 a 1 e por nos livrar definitivamente de Dilma Rousseff e sua corja de corruptos.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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MAROLINHA OU TSUNAMI

Depois da aula dada pelos alemães aos brasileiros (7 a 1), será que o deus Lula e seus seguidores aprenderam a diferença entre marolinha e tsunami? Depois de quase 12 anos no poder, será que Lula, Dilma ou Mantega poderão responder se a economia brasileira está passando por uma marolinha ou por um tsunami? Será que a inflação terá de atingir dois dígitos para os brasileiros perceberem que estão sendo enganados?

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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GOLEADAS

Como era de esperar, o governo Dilma, que surfava na Copa querendo colar na eventual vitória do Brasil, com interesses políticos eleitoreiros, atacava os “pessimistas” - aqueles que mostravam ser a Alemanha um time superior -, tratando-os por urubus tal e qual a colega Cristina Kirchner trata os credores quando tem de pagar as suas dívidas. Como “a vaca foi pro brejo”, o vício petista culpará terceiros, menos os vencedores, a evitar que o resultado do jogo contagie a campanha eleitoral, embora o vexame dos 7 a 1 não devesse surpreender, por estar bem próximo do 6 a 1 em que o PIB é goleado pela inflação.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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O TRAUMA DA INFLAÇÃO

Em meio à grande decepção da derrota do Brasil para a Alemanha pelo inimaginável placar de 7 a 1, pondo-nos definitivamente fora da final da Copa, outro trauma com que convivemos há vários anos - e contra o qual nada o governo petista tem feito para combater - é a alta dos preços. O índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho bateu os 0,40% e jogou o índice inflacionário no acumulado do ano para 6,52%, ultrapassando, assim, o teto da meta. Se o Brasil ainda pode terminar esta Copa do Mundo num honroso terceiro lugar, a nossa inflação infelizmente se coloca entre as mais altas do mundo. E pode ficar ainda pior porque, no mês de julho de 2013, o IPCA foi de apenas 0,03%. E tudo leva a crer que, com os reajustes já autorizados do preço da energia elétrica para o consumidor final para São Paulo, em 18%, e em Porto Alegre, de 23%, entre outros itens que vêm pressionando os preços no varejo, o índice inflacionário a ser apurado será bem maior. Basta que o IPCA neste mês alcance 0,48%, o que não é impossível, para que a inflação atinja no acumulado do ano os preocupantes 7%. Um índice perigoso e de difícil reversão, que fará com que a sociedade brasileira esqueça rapidamente o vexame da nossa seleção, porque a “Copa das Copas” que estamos perdendo na verdade é a que mexe diretamente com o nosso bolso: a inflação.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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FIM DO CAOS

Inflação elevada, gastos sem controle, corrupção generalizada, desgoverno, "nunca antes" tanta miséria, violência, etc. Solução: vote bem em 5 de outubro de 2014. Mas vote diferente. Com certeza será o fim do caos.

Iria de Sá Dodde

iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PREVISÕES

Dilma Rousseff, de maneira sutil, como o polvo da Copa passada, fez uma previsão precisa do Mundial no Brasil. Lembram o "T" que ela fez com os braços antes do jogo contra a Alemanha? Previsão correta entre duas seleções: ou o "tri" da Argentina ou o "tetra" da Alemanha. Será que ela tem uma previsão para as eleições de 2014?

Silvio Leis  

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

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A ENTREGA DA TAÇA

A pé frio de nossa presidente anunciou as quatros ventos que iria ao Maracanã entregar a taça ao campeão da Copa - leiam bem, campeão. E agora, como fica, porque a “campeã” será a argentina ou a alemã. Duvido que ela irá, pois deverá receber uma grande vaia padrão Fifa.

Natal Sapia

n.sapia@hotmail.com   

Guarujá

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SEGURANÇA AMEAÇADA

Temo pela integridade física da presidente Dilma Rousseff na entrega da taça da Copa no Maracanã.  As consequências da derrota histórica da seleção brasileira ainda não foram definidas, principalmente se houver nova derrota no sábado. A presidente Dilma, que prometeu a Copa das Copas para o Brasil, terá de entregar o prêmio a Müller ou, no pior dos cenários, a Messi. A reação dos milhões de brasileiros fanáticos a tamanha frustração pode sair do controle e teremos não só vaias, mas uma tragédia.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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7 A 1

Muito oportunos os comentários do professor Eugênio Bucci a respeito das entrevistas com os jogadores de futebol ao fim de uma partida (“A lacrimosa novela da derrota anunciada”, 10/7, A2). A Copa foi uma novela de mau gosto, que pouco acrescenta às aspirações sociais da Nação. É preciso investir mais naquilo que visa a combater a desigualdade na educação e na saúde, entre outras que se divulgam nas estatísticas e nos indicadores internacionais. O 7 a 1 estilhaçou as esperanças do povo brasileiro, mas não foi o último capítulo da novela, porque as crianças, representantes de um legado histórico, contarão a outros o que aprenderam e muitos continuarão a serviço da Pátria pela suprema causa da nacionalidade.

Nelly Martins Ferreira Candeias

nellycandeias@uol.com.br

São Paulo

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‘A LACRIMOSA NOVELA DA DERROTA ANUNCIADA’

Na primeira leitura do texto de Eugênio Bucci (10/7, A2), meu lado racional exclamou: Pô, esse é o cara! Aí li uma segunda vez. Comecei a ficar em dúvida. Li a terceira, bem devagar. Conclui: Pô, esse cara é um pernóstico (bonito pernóstico, né não?)! Quando ele "explica", do alto de sua sabedoria, que "um jogador chorando diante da TV depois de um jogo trágico - no sentido completo da palavra - serve apenas para explicitar a que ponto a derrota o devastou, a que limite chegou sua desestruturação psíquica", pensei comigo: Pô, esse cara é um ser humano bem estruturado, psiquicamente falando. Nunca passou por uma crise emocional nem mesmo participou de crises de pessoas próximas a ele. Fiquei com inveja dele! Mas, pensei depois, ele deve ser um chato! Tão perfeito! Será que ele tem um monte de outros "perfeitos" com quem conviver? Ou será que, depois de dar aulas (brilhantes, provavelmente) na USP, ele volta para casa e vai esconder-se dos seres humanos comuns na biblioteca e lá fica até a hora de dar a aula no dia seguinte?

Lourenço de Oliveira

investor@terra.com.br  

São Paulo

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ELES SÃO HUMANOS

Tenho ressalvas sobre o texto de Eugênio Bucci “A lacrimosa novela da derrota anunciada”. Achei-o exagerado, quase pernóstico. Os jogadores da seleção brasileira, durante meses, estiveram no “olho do furacão” da Copa. Sobre suas costas foram colocadas pressões excessivas, certamente demasiadas para atletas que estão preparados, sim, para correr 120 minutos (quem já correu em um gramado oficial sabe como é desgastante), mas não para suportar as expectativas de milhares de câmeras e milhões de olhos, durante dois meses sucessivos.   Não os estou poupando de sua incapacidade técnica dentro de campo, onde foram profundamente incompetentes. Mas exigir que eles não extravasem emoções, talvez até em choros copiosos, após uma partida de Copa, estádio lotado e pressões de toda ordem, é esquecer que são latinos e, principalmente, esquecer que são humanos.

Eduardo Britto

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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DERROTA E CHORO

Os jogadores brasileiros, depois do humilhante vexame em que mostraram total despreparo mental para lutar contra a adversidade, choraram como crianças aquilo que não conseguiram realizar como homens.

Paulo de Tarso Abrão

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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INACEITÁVEL

Há derrotas e derrotas. Perder faz parte do jogo. Agora, tomar uma goleada impiedosa de 7x1, em casa, numa semifinal de Copa do Mundo, da forma como aconteceu, é inaceitável. A Seleção Brasileira pentacampeã mundial e com uma centenária história de glórias, títulos e vitórias, não merecia passar por tamanhas humilhação e vergonha. Parabéns à Alemanha, que teve grande atuação e deu um baile. Nota 0 para o Felipão e para os jogadores do Brasil, que pareciam um time de juvenis jogando contra uma equipe profissional. Decepcionaram 200 milhões de brasileiros. Tomar 4 gols em 6 minutos não existe. Que vergonha!

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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TOTALMENTE ESPERADO

O que aconteceu com a seleção brasileira não foi humilhação, massacre nem surpreendente, foi só um resultado óbvio de uma realidade.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A VERGONHA DAS VERGONHAS

Instituído, em 8 de julho, no país da Copa das Copas, o dia da vergonha das vergonhas.

Luiz Briganti

la.briganti@bol.com.br

São Paulo

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SELEÇÃO EM 3D

O povo se esqueceu de colocar os óculos próprios para assistir ao jogo de Brasil e Alemanha. A nossa seleção jogou em 3D: despreparados, desesperados e desestabilizados.

Araci Campos de Azevedo Marques

fiobrasil@ig.com.br

Mogi das Cruzes

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MEIO DE CAMPO

O meu Corinthians, com um meio de campo com Paulinho, Ralf e Elias, nunca tomaria 7 gols da Alemanha.

Artur Topgian

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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SOMOS UMA GRANDE NAÇÃO

Copa é apenas um torneio mundial de futebol. Grandes seleções também campeãs foram desclassificadas na primeira fase, como a Espanha, por exemplo. Itália, Inglaterra, França e Portugal, que também prometiam com seus grandes jogadores, deixaram a desejar. O Brasil chegou às semifinais, algo que não ocorria desde o penta, em 2002. Sediamos e fizemos uma grande Copa. Jogo é jogo, vitória e derrota fazem parte. Nossa seleção pode ficar em terceiro lugar, como a própria Alemanha que sediou o mundial em 2006 e fez a maior festa com a terceira colocação. Bola para a frente, brasileiros!

Célio Borba

borba.celio@bol.com.br

Curitiba

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FAÇAMOS A NOSSA PARTE

Hoje, após ter-me conscientizado sobre o fato que nos aconteceu no jogo contra a Alemanha, deparei-me com as ruas vazias das bandeiras e enfeites verde-amarelos. Por onde ficaram os patriotas brasileiros de que precisamos para dar força ao nosso país? Esse é o momento para fazermos a nossa parte!

Rainer von Siegert

rvsiegert@uol.com.br

Valinhos

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‘DEIXEM O BRASIL FORA DISSO’

Excelente o editorial “Deixem o Brasil fora disso” (10/7, A3). Destaque para o parágrafo “a chance de isso se repetir, joguem os selecionados dos dois países quantas vezes possam até o fim dos tempos, é ínfima. No acumulado desde 1963, os canarinhos colecionaram 12 vitórias em 22 embates, ante 5 dos rubro-negros e igual número de empates”. Ótima colocação. Brasil ganhar da Alemanha, Alemanha ganhar do Brasil é normal. 7 a 1 foi um acidente, como foi acidente Holanda 5 x 1 Espanha. Não existe tanta disparidade entre esses times.

Bruno Mancini

brunoara@yahoo.com.br

Sorocaba

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ESTAMOS ACOSTUMADOS

Na realidade, estamos acostumados com derrotas, até mesmo quando se ganha, quando aconteceu com a vitória de Lula para o poder ou "pudê". Por outro lado, CBF e Nação não vão à falência, por isso nunca há responsáveis, principalmente nessa derrota vergonhosa de dois times que chegam a uma semifinal. O time foi mal escalado (só molecada sem experiência em Copa), o técnico não tem nenhuma opção de "tática" se a existente não dá certo, e vai por aí afora. É como colocar um bando de artistas a cantar sem maestro. De útil, para o Brasil ficar livre de um técnico falastrão e autoritário e de um partido político que só traz prejuízos à Nação e ao povo.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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FUTEBOL BRASILEIRO

Sou do tempo em que a "Amarelinha" metia medo nos adversários.

Pedro Sergio Ronco

sergioronco@uol.com.br

Ribeirão Bonito

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A CRUCIFICAÇÃO DE FELIPÃO

Felipão foi pentacampeão em 2002, semifinalista com Portugal em 2006 e campeão da Copa das Confederações em 2013. Após a derrota para a Alemanha, ele é sistematicamente crucificado pela imprensa esportiva e por um certo "empresário" de jogadores de futebol. A imensa maioria dos cronistas esportivos brasileiros é composta de "engenheiros de obras feitas". Depois que o jogo acaba e já se sabe o resultado, todos têm todas as soluções para a seleção. Gostaria muito que esses jornalistas tivessem dito, antes da Copa, quem deveria ter sido convocado no lugar de Fred, artilheiro da Copas das Confederações.

Leão Machado Neto

lneto@uol.com.br

São Paulo

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ESPECTADOR

Nesta Copa, o único privilegiado foi o jogador Fred, que assistiu a todos os jogos dentro do campo.

Arnaldo Luiz de O. Filho

arluolf@hotmail.com

Itapeva

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DE CASA

Na coletiva de "explicações" para a imprensa, Parreira leu uma carta de uma fã, dona Lucia, agradecendo e elogiando o trabalho da Comissão Técnica. Será que o nome completo dessa senhora não seria Lucia Parreira? Ou Lucia Scolari?

Decio Fischetti

etcmkt@terra.com.br

São Paulo

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FOI APAGÃO?

Felipão e Parreira justificam a derrota acachapante para a Alemanha e explicam: “Foi apagão”. Então há alguma anormalidade, tem o “dedinho” de dona Dilma, que afirmou garantir energia para a Copa - e apagão é com ela mesma! Quem será que negociou a Copa de 2014, foi com a Alemanha ou com a Argentina? Pelo visto, o apagão foi proposital. Passado algum tempo, ficaremos sabendo - será que foi o PT ou a CBF que se locupletaram? Os históricos nos deixam dúvidas. Que venha a Holanda! A vitória da Argentina ajuda a amenizar a atual crise desse país vizinho. Para a Alemanha, o que interessa é o “tetra” e a hegemonia do futebol europeu, enquanto o Brasil fica com o “apagão”. Até quando?

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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FELIPÃO E PARREIRA

Por que não se calam e parem de falar tantas inverdades e desculpas sem pé nem cabeça?

Hans Dieter Grandbeg

h.d.grandberg@terra.com.br

Santos

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MORDIDOS

O jogador uruguaio Luiz Suárez pegou um gancho de quatro meses por morder um adversário. Quantos anos Luis Felipe Scolari deverá pegar por machucar 200 milhões de brasileiros?

Wilson Solani Brinkmann

wsbrink@gmail.com

Atibaia

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BAJULAÇÃO DEMAIS

O técnico disse "equipe pentacampeã", mas nenhuma equipe foi ou será pentacampeã. O País soma 5 campeonatos. Não confundir as coisas. Alguns jogadores participaram de duas, três seleções. Menos ainda estavam nas duas vitórias consecutivas, 1958 e 1962, e poderiam ser chamados "bicampeões". A verdade é uma só: em todas as Copas, muito antes de começar, já temos a mídia bajulando os jogadores, comissão técnica, etc., fazendo-os pensar que ganharam o título antes de entrarem em campo. Muita mordomia para pouco resultado.

Odilon da Silva Rocha

odilon.rocha@globo.com

São Paulo

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O PALCO DA DERROTA

R$ 38 bilhões (ou mais) torrados para a organização do teatro que propiciou a maior vergonha da história do futebol brasileiro. Um fracasso do tamanho da arrogância - e que eclipsou por completo a digna derrota no Maracanã em 1950. Francamente, o placar de 7 a 1 foi mesmo injusto. A Alemanha entrou no segundo tempo recuada e se poupando, e relaxou no "gol de honra" do Brasil. Se tivesse mantido o ritmo, o resultado lógico seria 12 a 0, no mínimo. Depois do vendaval, hora de lembrar que uma nação é feita de muitas outras coisas além do futebol.

Alfredo Luiz Paes de Oliveira

Suppia alsuppia@gmail.com

Sumaré

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O GOLEIRO BRASILEIRO DE 1950

Descanse em paz, Barbosa, você foi superado de goleada.

Alessandro Lucchesi

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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A COPA DO PT

Estava torcendo para que a seleção brasileira caísse fora desta Copa petista o mais rápido possível. Perder por 7 a 1 nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar. Sem dúvida, a Divisão Panzer destruiu os Sacis Pererês chorões de Felipão, que, depois de um encontro com o então presidente Lula, não ganhou mais nada.

José Francisco Peres França

josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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LULA

Por onde anda o boquirroto?

Joaquim Quintino Filho

jqf@terra.com.br

Pirassununga

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SOLIDARIEDADE

Lula não esteve sumido durante a Copa. Fez companhia ao Fuleco. Entocado...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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BORDÃO

Será que Lula vai dizer que também não viu o jogo entre Brasil e Alemanha?

Arlete Pacheco

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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ENQUADRADO PELO PROTOCOLO REAL

Atualmente, o rei Pelé só comparece a estádios por exigência da Emirates Airlines, sua patrocinadora. Já Neymar Jr., coitado, ainda sob o efeito de fortes analgésicos, vai ter de comparecer à Granja Comary e ao estádio Mané Garrincha. Fica a pergunta: por solidariedade aos companheiros de seleção ou por exigência da Nike?

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CASO DE POLÍCIA

A ação da polícia brasileira merece amplo destaque. Uma quadrilha que tinha um esquema de venda de ingressos e com gente liga à Fifa agia desde 1998. E passou por vários países, mas no Brasil se deram mal. O esquema foi descoberto, eles estão sendo presos. É mais um ponto para justificar o sucesso que a Copa do Mundo está alcançando no nosso país.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CORRUPÇÃO

Que ninguém é perfeito todos sabem, mas a que ponto chega “um” membro da Fifa para passar ingressos da Copa para cambistas? Disse o delegado Fábio Baruche que o chefe da quadrilha, Lamine Fofana, negociava os ingressos mais valiosos (camarotes). De nacionalidade franco-argelina, ele estava hospedado no Copacabana Palace. É grave. Soubemos que alguns ex-jogadores campeões das últimas quatro Copas estariam envolvidos. O lucro por jogo era de US$ 1 milhão e, por Copa, o grupo chegava a faturar US$ 200 milhões. Que rentável o negócio e de quatro em quatro anos. Vida fácil e mansa. Na máfia do ingresso imperava a corrupção, que às vezes demora para ser descoberta, mas um dia a “casa cai”, não se salva ninguém. É, Fifa, CBF, COI, etc., a bandidagem impera. Estamos perdidos!

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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CAMBISTA PADRÃO FIFA

É inacreditável que, além dos bilhões de dólares faturados legalmente com a organização de uma Copa do Mundo, entre receitas de patrocinadores, direitos de televisionamento, placas de propaganda, entradas para os estádios e desoneração do pagamento de tributos locais, a entidade máxima do futebol esteja envolvida com a venda de ingressos no mercado paralelo. A descoberta do esquema pela 18.ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro revelou os bastidores do submundo do futebol e apresentou a figura do cambista padrão Fifa. Pode?!

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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JOGO DE CENA

A Fifa tem realmente interesse em colaborar na investigação dos ingressos ou é só jogo de cena? Pelo comportamento da entidade, ela não demonstra nenhum interesse nesse sentido. E a CBF? Vai ser apurada também ou vai funcionar o "deixa pra lá"?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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TRABALHO INVESTIGATIVO

Cumprimento o extraordinário jornalista Jamil Chade, pelo brilhante trabalho investigativo no caso da máfia dos ingressos para os jogos da Copa. Aliás, Jamil já havia feito num passado recente um outro trabalho similar, envolvendo Havelange, Ricardo Teixeira, Grondona, Blatter e outros mafiosos dentro do futebol. Interessante que depois dessas denúncias Teixeira esteja usufruindo dos lucros obtidos longe do Brasil, e ninguém pede sua extradição. Provas não faltam.

Eloi Quadrado Neto

eloi_1944@hotmail.com

São Paulo

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FATOS INCOMUNS

Fatos incomuns podem tornar o noticiário até comovente e espantoso. É, em primeiro lugar, o caso do roubo perpetrado contra a Samsung em Campinas, cujos autores, com extrema experiência no delito, mantiveram por volta de cem reféns e acarretaram um prejuízo de mais de R$ 80 milhões à empresa. O que causou estranheza foram a audácia e a tranquilidade dos larápios na realização do delito, significando que existe, em plena liberdade, quadrilha de roubo de cargas. De outro lado, notícia espantosa é a prorrogação da aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, após tuitar bastante sobre a nossa Copa, diz que só se aposentará no dia 6 de agosto, após o recesso da Corte. Com certeza, muita coisa ainda pendente no mensalão ainda terá a sua mão no resguardo da dignidade da Justiça. É só esperar.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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JOSÉ SEBASTIÃO WITTER

O historiador e professor José Sebastião Witter, como adequadamente registrou a nota de “O Estado”, “foi um dedicado ativista cultural, sobretudo na área da preservação histórica e proteção dos acervos documentais”. O empenho e entusiasmo com que se dedicava às suas pesquisas eram fonte de motivação para todos estudiosos à sua volta. Some-se a isso suas qualidades de administrador. Witter constitui um referencial básico na Universidade de São Paulo (USP).

Benedito Lima de Toledo, professor titular da FAU USP

bltoledo@uol.com.br

São Paulo

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