Fórum dos Leitores

SANTA CASA

O Estado de S.Paulo

24 Julho 2014 | 02h04

Fácil solução

O Estadão informou ontem o fechamento do pronto-socorro da Santa Casa por falta de material e medicamentos. Ou seja, a Santa Casa está falida, com uma dívida de mais de R$ 300 milhões. Felizmente, o problema é de fácil solução. Para o governo federal, que gastou bilhões nas arenas para sediar a Copa do Mundo, tal quantia, como se diz no popular, é dinheiro de pinga e será quitada imediatamente. Caso essa não seja uma solução viável, basta encaminhar os médicos cubanos para atendimento da população nas arenas.

EDSON BAPTISTA DE SOUZA

baptistaedson@ig.com.br

São Paulo

Coerência política

Por falta de verba a Santa Casa de São Paulo fechou as portas do pronto-socorro. Essa ação está dentro da política do PT. Afinal, o Itaquerão precisava ser construído. Daí canalizar as verbas da saúde e da educação para obras faraônicas. Estas ficam, enquanto as outras "que se lixem". Não ficam para a posteridade.

RONALD MARTINS DA CUNHA

ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

A causa do déficit

Foi com muito pesar que vimos no noticiário de ontem o fechamento da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, causando transtorno a inúmeras pessoas que dela dependem para atendimento. Vimos também inúmeros dados e comentários sobre o déficit mensal entre o que essa instituição arrecada e o que gasta com os atendimentos. E que o governo do Estado doaria R$ 3 milhões, emergencialmente, para o pronto-socorro voltar a funcionar. Porém não vi ninguém abordar o real motivo desse déficit absurdo, da ordem de R$ 50 milhões. Ora, isso se deve, basicamente, aos valores irrisórios que o SUS paga pelos procedimentos realizados, que estão defasados e sem reajuste há muitos anos. Portanto, não adianta o governo doar milhões se não for atacada a causa do déficit. Caso contrário, daqui a alguns meses o problema voltará à tona novamente. Ou o SUS passa a pagar valores coerentes com o mercado ou essa instituição centenária vai fechar definitivamente.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Falência

Em seus 400 anos, a Santa Casa de São Paulo fechou seu pronto-socorro pela segunda vez. Na verdade, o governo federal não consegue mais enganar ou desviar os problemas da saúde, escusando-se, por exemplo, com o Mais Médicos e com os cubanos que vêm e fogem. Todas as Santas Casas deste país estão em situação precária, à beira da falência umas e já falidas outras, mesmo porque não se podem sustentar com a paga do SUS, que representa por volta de metade do custo de uma internação. Assim, o déficit é crescente e assustador. Aliás, é de relembrar à oposição que esse é um tema bastante salutar para o ataque e para manifestações televisivas, porque é patente o descaso do governo federal com as Santas Casas. E só quem conhece a luta para dirigir uma Santa Casa é que sabe avaliar o tamanho da crise que assola esses hospitais no País.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Descaso geral

Têm de fechar todas as Santas Casa do Brasil, pois é total a falta de competência dos governos federal, estaduais e municipais. É o caso de descaso do poder público com os brasileiros, principalmente em se tratando de saúde. Os governos funcionam somente com a pressão e em épocas de eleições. É uma vergonha, mas é a pura realidade.

OSCAR AZUMA

oscarazuma@americatur.com.br

Campo Mourão (PR)

GESTÃO HADDAD

Aumento da Zona Azul

Justiça social, para o prefeito Fernando Haddad, é sinônimo de aumento de preços. Não bastasse o novo Plano Diretor, que vai aumentar o custo dos novos imóveis em algo em torno de 10% (ver estudos do Secovi), agora vem um acréscimo de 67% na Zona Azul. Enquanto isso, a inflação estoura o teto da meta, com o beneplácito do PT.

LUIGI PETTI

luigirpetti@gmail.com

São Paulo

Imobilidade urbana

O anacrônico sistema Zona Azul na cidade de São Paulo terá um aumento de mais de 50% e uma das justificativas, pasmem, é diminuir o número de carros em circulação! É assim que é tratado o grave problema de mobilidade urbana em nossa capital?

MARCOS BARBOSA

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

Caro e inseguro

Estacionamento a céu aberto sem nenhum tipo de segurança, sujeito a multa após uma hora. E, além do pagamento dos R$ 5, após um aumento inexplicável de 67% ante uma inflação por volta de 6%, vem ainda a ameaça dos chamados flanelinhas, que são o "seguro" que o órgão público nos fornece. Sem eles os veículos estão sujeitos a todo tipo de riscos, até de furto. E vamos queixar-nos a quem? Cadê aqueles manifestantes que viraram a cidade de cabeça para baixo por causa de 20 centavos?

CARLOS AVINO

carlosavino.jaks@hotmail.com

São Paulo

Maluquice

Os pedágios da Anhanguera e da Bandeirantes aumentam 6,4% e a Zona Azul, 67%. Será que é porque essas rodovias são estaduais e a Zona Azul é municipal? Ou o prefeito Fernando Haddad endoidou? Pode uma coisa dessas?

LUIZ DIAS

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

Voracidade sem limite

Reajustar em 67% o valor do estacionamento na Zona Azul é mais um ato indecoroso de nosso prefeito, cuja voracidade em espoliar o pacato cidadão paulistano não tem limite.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

Trapalhadas

O sr. Fernando Haddad não tem a culpa maior por sua equivocada administração, esta cabe a quem elegeu um professor sem experiência prévia alguma. As trapalhadas do Ministério da Educação (MEC), sob sua responsabilidade, não serviram de aviso? Começou parando a cidade durante praticamente o dia todo e só agora pensa em criar espaços viários? Com uma economia quase estagnada, queria aumentar o IPTU em nível de extorsão. Não sabe onde cortar gastos, onde dar prioridade a investimentos, só faz (e não só ele, claro) o mais fácil. O pior é que ele voltará das férias.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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DE GETÚLIO VARGAS À ERA LULA

Brilhante o artigo “O 9 de Julho, de Getúlio ao PT”, de Fernão Lara Mesquita (“Estadão”, 23/7, A2),  honrando a sua descendência ao identificar com  clareza os ideais e anseios de todos os paulistas e brasileiros que ainda esperam ver a sua pátria respeitada. Somente com homens probos e cultos construiremos uma nação verdadeiramente democrática. O momento atual é de muita apreensão e instabilidade, muito semelhante ao que vivemos nos dias que antecederam a  queda de Jango. Traçando um paralelo entre a aula de história desse artigo e o início do livro “50 anos esta noite”, de José Serra, identificamos os mesmos movimentos sociais em ebulição, tentando se sobrepor às leis e forçando o golpe de esquerda. É muito preocupante e desalentador, depois de tanto sacrifício imposto à Nação para conquistarmos a liberdade e a estabilidade da moeda, vermos tudo isso se perdendo a cada dia que passa. É inadiável e imprescindível que todos os homens de bem deste país se conscientizem e façam, cada um, o que estiver ao seu alcance para conduzirmos a nossa pátria no caminho da paz e da estabilidade política e econômica, enquanto é tempo. 

João M. Ventura joaomv@terra.com.br 
São Paulo

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QUADRO NEBULOSO

Nesta era petista são tantos os escombros produzidos pelo Executivo federal, resultado das ações excrescentes que se deixam espalhar pelas nossas instituições, que fica difícil explicar onde tudo isso vai desaguar. Mas, felizmente, temos uma gama importante de formadores de opinião que ocupam espaço da nossa imprensa e, com o vasto conhecimento que acumulam do passado e presente da nossa vida republicana, nos brindam com seus artigos publicados. Nesta semana o “Estadão” publicou texto do jurista Ives Gandra Martins com o título “Vocação bolivariana”, em que magistralmente demonstra sua preocupação sobre a ousadia antidemocrática da presidente Dilma, que cria com o Decreto 8.243 os conselhos sociais, a fim de substituir ou calar o Congresso Nacional. E, em outro artigo, o jornalista Fernão Lara Mesquita, sob o título “O 9 de Julho de Getúlio ao PT”, além de discorrer também sobre o perigoso e mal intencionado Decreto 8.243, do governo petista, com rara competência demonstra a similaridade da vocação política entre os ex-presidentes Getúlio Vargas e Lula. Ou seja, fazer qualquer negócio para se perenizar no poder. Escreve o jornalista Fernão Mesquita: “Getúlio traiu, como Lula, a bandeira da ética na política”. E sobre a consolidação da nova Constituição de 1934, “tão democrática que o caudilho não conseguiu conviver com ela, e fechou o País, em 1937, impondo sua própria lei reinstalando a ditadura. Um movimento semelhante ao que o PT repetiu agora com o Decreto 8.243” (que cria os tais conselhos populares...). E segue: “Getúlio criou sindicatos e pelegos sustentados pelo Estado; Lula e o PT são produto direto deles”. E por aí vai. São fatos históricos, incontestáveis, que não foram inventados pela nossa elite, oposição ou pela imprensa, pois que tanto Getúlio como a turma de Lula jamais respeitaram o direito da liberdade de expressão. Mudar todo esse quadro nebuloso que está aí agora depende dos mais de 140 milhões de eleitores brasileiros que vão votar em outubro.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos

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DOIS BRASIS

Excelente aula de História de Fernão Lara Mesquita (23/7, A2). Considerando os tempos atuais, permito-me ampliar a análise para a recente história europeia; vimos, há 20 anos, as antigas Iugoslávia, Tchecoslováquia, URSS se desintegrando em inúmeros países como resultado das políticas comunistas que as levaram à falência econômica e social. Paralelamente, vimos a Europa Ocidental mantendo suas fronteiras e crescendo economicamente com poucas crises. A aplicação petista da estratégia comunista-bolivariana e da luta de classes conseguiu criar dois Brasis: um deles de trabalhadores e empreendedores e o outro, de compradores e vendedores de votos. Não podemos aceitar a perspectiva de 50 anos de desgraça neste país só para os petistas se eternizarem no poder e, a seguir, desintegrarem o País repetindo o círculo vicioso. Se o PT não quer dividir o País, basta começar a respeitar a democracia, corrigir seus equívocos e, finalmente, governar para todos os brasileiros.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br 
São Paulo

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AINDA UMA LUTA

Realmente, parece que São Paulo está sozinho nesta luta para não deixar o PT lançar mão do Brasil por inteiro. Mas, com a eleição de Fernando Haddad, temos de manter essa luta, pois ainda tem gente desinformada ou com grande interesse em continuar mamando sem trabalhar.

Roberto Castiglioni rocastiglioni@hotmail.com  
Santo André

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PARA ALÉM DE 2014

Quero manifestar-lhes a grande satisfação de ler o artigo de Fernão Lara Mesquita, de 23/7. Quase acompanho toda essa trajetória histórica com esta visão de tabuleiro, só que lá, de Minas Gerais e de Santa Catarina. Parabéns a todos do “Estadão”. Li, há pouco, outro artigo neste jornal, sobre esta luta de 1932, que nos move até hoje. Artigo histórico. Mas o de ontem é uma visão panorâmica, que nos leva a uma visão de futuro, para além das eleições de 2014. De realização do sonho da gente de São Paulo. Artigo esclarecedor, maduro, com a intenção de alertar-nos a todos. O porquê de nós precisarmos nos envolver e influenciar. 

Antonio Dario Neves antoniodarioneves@yahoo.com.br  
Florianópolis

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HISTÓRIA

Na edição de ontem, 23/7, o "Estadão" enriquece ainda mais suas páginas com o texto “O 9 de Julho de Getúlio ao PT”, de autoria de Fernão Lara Mesquita. O artigo, peça exemplar inclusive pela objetividade, simplicidade e oportunidade do tema histórico, constitui-se texto de alto valor didático para o esclarecimento de muitos, inclusive dos mais jovens que realmente amam o País e procuram entender o contexto histórico de nossa sofrida evolução. Parabéns! Que venham outros.

Ary dos Santos santosary@uol.com.br  
Brasília
 
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9 DE JULHO E O PT

Aplauso. O artigo de Fernão Lara Mesquita é uma aula.
  
Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br 
São Paulo

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O DECRETO 8.243

Extraordinário o artigo do jornalista Fernão Lara Mesquita (23/7, A2). O Decreto 8.243 é um verdadeiro ataque à democracia já combalida do Brasil.

Mario Ertel mario@locatec.com.br 
São Paulo

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FÓSSEIS POLÍTICOS

Fernão Lara Mesquita descreve a ponta do iceberg, sem aprofundar o mesmo. Desde Adão e Eva a forma de governar tem sido do "cacique e dos pajés", cuja moral ainda é mentir para governar. Caudilhos surgem no bojo dessa pajelança, Vargas e Lula não são diferentes de Hitler ou Stalin, ou velhos conhecidos de guerra como Nero e outros bichos políticos que enchem a história. A humanidade de fato tem evoluído, ainda que os governantes insistam em continuar fossilizados na velha pajelança do poder, no Brasil do “pudê”.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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MUDANÇA

Cumprimentos efusivos ao jornalista Fernão Lara Mesquita pelo brilhante artigo “O 9 de Julho, de Getúlio ao PT”.O paralelo traçado entre Vargas e Lula, como traidores da ética na política, é claro como o dia e resume, de forma definitiva, o perigo que o País vive sob o desgoverno petista que aí está. Em outubro próximo, a mudança vencerá a continuidade. A hora é esta. Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com  
São Paulo

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OS TEMPOS SÃO OUTROS

São Paulo, Estado parcialmente livre da Federação. Digo parcialmente pois parte dele já foi tomada pelo governo populista e anarco/comunista na área administrativa da Prefeitura. Procuram agora de toda forma atingir o poder, naufragar a democracia e tomar conta do País. “A luta de 1932 ainda não acabou, em outubro haverá mais uma batalha decisiva” (Fernão Lara Mesquita). O articulista se engana que eles vão perder. Elas já estão ganhas, as urnas lacradas e guardadas (literalmente) da última eleição. O SENHOR (com maiúscula) Lara Mesquita historiou com coragem todos os “haveres” da ditadura que tivemos no Brasil. Em São Paulo (berço nacional da democracia), tivemos até derramamento de sangue brasileiro (MMDC). Temos muitos brasileiros em São Paulo, mas poucos paulistas e quase nenhum paulistano remanescentes da Revolução Constitucionalista. A brilhante e verdadeira crônica esqueceu de mencionar que os tempos agora (modernos) são outros. As urnas eletrônicas são de fácil manuseio e modificação (veja ACM) de resultados, não existe possibilidade de recontagem de votos e, portanto, alardes políticos seriam favoráveis ao governo. As estatísticas regiamente pagas apresentam valores de resultados confiáveis, tendo em vista os mesmos locais pesquisados e sempre em número inferior ao preconizado estatisticamente (Samuel. B. Pessoa). A influencia dos dados favorece a votação dos 30% dos semianalfabetos “não querem perder votos” só votam em quem está vencendo. Os “trabalhadores” do Norte e do Nordeste que recebem Bolsa Família vêm para o Sul votar no Rio de Janeiro e em São Paulo. Lembrando que o ministro do primeiro governo do PT (hoje conselheiro da Papuda), de uma penada só, indicou (sem concurso público) 53 mil apaniguados. Temos de recorrer novamente a 1932. Que saudades de Figueiredo Ferraz, Olympio Mourão Filho, Humberto de Alencar Castelo Branco, Amauri Kruel, todos de saudosa memória. Temos de recorrer a “nós mesmos”. Vou citar apenas uma frase proferida por um ilustre personagem de nossa História: “Quem for brasileiro, que me siga”. PT nunca mais.

Flávio Prada irevenia@gmail.com 
São Paulo

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PESQUISA IBOPE

Como é possível um governo que recebe nota 5,4 dos eleitores, 70% dos quais querem mudanças, poder se reeleger? O povo brasileiro está anestesiado?

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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RESPOSTA ESPONTÂNEA
 
A reação dos entrevistados na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, quando instados a responder de forma “espontânea” sobre a sucessão presidencial, chamou minha atenção. Nesse tipo de pesquisa, em que o pesquisador não cita nome algum para a “escolha” do entrevistado, Dilma Rousseff é lembrada por apenas 26% dos eleitores, o que corresponde a praticamente ¼ do eleitorado. Ora, Dilma é a presidente da República desde 1.º de janeiro de 2011, expondo-se diuturnamente na mídia. Não bastasse isso, faz tempo que está em campanha. Com toda a mídia falando dela dia sim, dia também, ao menos em tese, todos os brasileiros deveriam estar “carecas de saber” que ela disputará a reeleição, independentemente da ajuda do entrevistador, mas, mesmo assim, seu nome resta esquecido mesmo entre os que dizem “aprovar” sua administração. Num ambiente assim, surpreende que Aécio Neves, este, sim, desconhecido de grande parte dos eleitores e com exposição incomparavelmente menor, desfrute de 12% de citações na mesma pesquisa “espontânea”. Considero o fato bastante alentador, juntamente com outros que indicam crescente desprestígio da atual administração, e, em particular, o dado que mostra 50% do eleitorado a “desaprovar” a forma como Dilma governa o País.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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O EFEITO COPA

O comentarista José Roberto de Toledo sofisma ao afirmar que o resultado da Copa do Mundo não teve nenhum impacto na eleição presidencial. Atrevo-me a afirmar que, se tivéssemos conseguido o hexa, a pesquisa estaria indicando reeleição em um único turno.

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br 
Resende (RJ)
                                   
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DOENÇA RARA

Dilma, em todos os lugares que frequenta, é vaiada. Todos estão contra a forma de seu governo. Ninguém vai votar nela. Então vemos as pesquisas de intenção de voto. Dilma vence no primeiro e no segundo turnos, se houver segundo turno. É a chamada doença raça: os cientistas não conseguem saber a causa da doença e não têm remédios para combatê-la.
 
Carlos Avino carlosavino.jaks@hotmail.com 
São Paulo

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MÁ GESTÃO

Eleitor, observe o que vem ocorrendo em nosso país. De quem é a responsabilidade de o PIB ficar abaixo de 1%; de a inflação subir acima do teto; pela criação, por decreto, dos famigerados conselhos junto aos Ministérios; de o aumento dos planos de saúde atingir mais de 70%; pela má gestão da Petrobrás, na educação e na saúde? Na Copa, foi considerada pé-frio e aclamada pela torcida como “Dilma Jagger”. Em outubro, dê o troco e escolha um bom candidato por um Brasil melhor.
 
Roberto Hungria rosohu@bol.com.br 
Itapetininga 

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EM FOGO BAIXO

As eleições de outubro poderão levar o País ao já delineado e previsível abismo, caso a massa eleitoral mantenha sua esperança atrelada às miragens ilusórias do lulopetismo. O primeiro tiro – de pequeno alcance (aeroporto em Cláudio) – já foi disparado contra o opositor de maior potencial. O risco é de que o eleitor se deixe influenciar pelas acusações e não as ponha na balança contra a péssima realidade com a qual já se acostumou. O sapo morre sem reagir, se for cozinhado lentamente. Pobre do povo que aceita um pouco de sal para temperar a sopa, sem perceber que está sendo cozinhado dentro dela...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br
São Paulo

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O AEROPORTO MINEIRO
 
O mais novo escândalo aéreo do momento foi protagonizado por Aécio Neves. Pouco antes de deixar o governo mineiro, o ex-governador decidiu construir um aeroporto numa fazenda de sua família, utilizando R$ 14 milhões dos cofres públicos do Estado de Minas. O local escolhido para a nova pista foi a fazenda do tio de Aécio, que está localizada no município de Cláudio, a menos de 5 km do “Palácio de Versalhes”, de propriedade do ex-governador. Apesar de ser considerado ilegal pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Aécio utiliza o aeroporto todas as vezes que visita sua propriedade rural. Certamente, Aécio Neves, caso eleito presidente, vai criar o programa Meu Aeroporto, Minha Vida.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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POVO MASSACRADO

Será que agora, que será dada a largada para a campanha eleitoral, temos de aguentar o ex-presidente Lula bradar em alto e bom som que o Ministério Público tem de investigar Aécio Neves, candidato à Presidência, sobre a construção de um aeroporto em terras de seus ancestrais? E por que será que ninguém questiona ou denuncia o enriquecimento ilícito de Lula e de seu filho, que até ontem trabalhava no zoo de São Paulo? Será que todos os adversários políticos – assim temos de defini-los, repito, adversários ­– têm o rabo preso? Meus Deus, olhe para este povo que está sendo usado e massacrado por homens que defendem somente os seus próprios ideais!

Dalmir Medeiros dalmir@sportpromotion.com.br 
São Paulo

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PRIMEIRA PÁGINA

O que será que está acontecendo, será milagre? O “Estadão” colocando na primeira página suposta corrupção do PSDB, referente a uma construção de aeroporto na fazenda de parentes do sr. Aécio? Será por que o valor é pequeno, correspondendo apenas a R$ 14 milhões, não atingindo a categoria do bilhão, como aconteceu com as outras corrupções? Só pra recordar: privatizações, R$ 124 bilhões; metrô de São Paulo, R$ 2 bilhões; reeleição de FHC, esta nunca vamos saber o valor; mensalão do PSDB, este nem será julgado e cairá no esquecimento, e olha que no caso do mensalão do PT, com valor de R$ 75 milhões, a quadrilha foi presa, além de ficar dois anos na primeira página do “Estadão”; sr. Preciado, parente de José Serra, R$ 470 milhões; sr. Januário Montone (merenda escolar), ninguém se lembra; sr. Alexandre Schneider (contratação sem licitação), a sociedade não sabe; srs. Hussain Aref e Eduardo Jorge, por onde andam? Cheguei à conclusão de que, assim como temos categorias para cumprir e ser atingidos pela lei, como é o pobre de maneira geral, a corrupção política também tem categorias distintas. Observem: da relação feita acima, os senhores viram alguém na cadeia? Ou será que todos são inocentes?
 
Carlyle Antonio Cunha carlyle.cunha@uol.com.br  
São Paulo

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EM TEMPOS DE ELEIÇÃO

Em tempos de campanhas eleitorais, são noticiadas possíveis irregularidades envolvendo a ação de políticos em campanha. Está sendo discutida a construção de uma pista em área que foi de parentes do candidato Aécio Neves, quando ainda governador. Parece que o assunto seria objeto de procedimento do Ministério Público Estadual desde 2009. Em 2014, nada ainda estaria esclarecido. Por outro lado, o Tribunal de Contas da União (TCU), que não é órgão do Poder Judiciário, decide que a atual presidente da República e demais membros do conselho administrativo da Petrobrás não têm responsabilidade alguma na autorização da operação envolvendo a empresa de Pasadena. O que o Ministério Público Federal (MPF) está pensando a respeito também não se sabe. A colunista Dora Kramer comentou o uso da coisa pública – dependências da sede do governo federal – para reuniões do comitê da campanha da atual presidente da República. Também não se sabe o que o MPF pensa a respeito. Bem, possivelmente, nas eleições de 2018, os assuntos poderão ainda estar em discussão, pois certas instituições parecem ser eclipsadas diante de certos temas.
 
Ana Lúcia Amaral, procuradora regional da República aposentada anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

O ministro José Jorge, relator no TCU do processo sobre a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, EUA, isenta a presidente Dilma e todos os demais integrantes do conselho de administração da Petrobrás em 2006, ano da compra da primeira metade de Pasadena. Dessa forma, devem se livrar da responsabilidade pelos prejuízos e eventuais irregularidades relacionadas ao negócio. Pergunto: qual é, portanto, a necessidade de haver um conselho de administração? Mera formalidade ou cabide de empregos mesmo?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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MUITO ESTRANHO

Muito estranho o parecer do relator do TCU sobre o processo da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, que isentou a presidente Dilma dos prejuízos da Petrobrás no negócio, às vésperas da eleição para presidente e em plena campanha eleitoral. Se dona Dilma e os demais conselheiros do conselho de administração da estatal, que aprovaram a compra do elefante branco em 2006, não têm responsabilidade, quem tem? Um presidente de conselho administrativo de uma empresa do tamanho e do gabarito da Petrobrás é rodeado de assessores que servem exatamente para isso, verificar se os documentos que estarão sendo assinados na reunião têm base sólida, são confiáveis ou são falhos. Se não for assim, eu, você ou qualquer um de nós pode ser presidente do conselho administrativo da Petrobrás, pois não sabemos de absolutamente nada e não nos responsabilizamos por absolutamente nada.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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COISA DE LOUCO

Todas as consultorias econômicas consultadas pelo Banco Central para a elaboração do seu relatório Focus apontaram um "crescimento" de 1% da economia este ano, e alguns bancos e demais participantes estão prevendo "crescimento" abaixo de 1%. Ontem, na primeira página do “Estadão”, tivemos a ilusória, não sei até que ponto, ideia de que será possível crescer mais de 1%, atingindo a absurda previsão de 1,8%. Precisamos mostrar o calendário e o relatório Focus, do próprio (des)governo, às nossas “otoridades” econômicas. A não ser que eles tenham azia e não leiam, como o ex atual "chefe". Coisa de louco, que nem Freud seria capaz de explicar!

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br 
São Paulo

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LETARGIA ADMINISTRATIVA
 
É ponto pacífico que os rumos da economia brasileira mostram um horizonte turvo, sem maiores perspectivas de um desenvolvimento que atendam ao interesse geral. O que nos intriga é saber que o governo Dilma, mesmo tendo reduzido a precisão de alta do produto interno bruto (PIB) para 1,8%, não toma uma iniciativa para o enxugamento da pesada, cara e ineficiente burocracia que compõe sua administração. Fica claro que o bom senso administrativo, quando as coisas não caminham bem, é enxugar despesas o quanto possível, visando ao equilíbrio das contas públicas, o óbvio ululante, como dizia Nelson Rodrigues. Mas o que vemos é uma total e ampla falta de iniciativa do governo em modificar as coisas. É evidente, portanto, que a manutenção de empregos de filiados ao PT tem mais primazia que os maiores interesses da Nação. A pergunta já sovada, mas sempre necessária, é esta: para que 39 ministérios e outras secretarias, presidente Dilma, quando algumas são plenamente dispensáveis?
 
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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EMPREGO

Em junho, foram criadas 25,4 mil vagas de emprego, o pior mês desde junho 1998. Será que isso também é culpa da elite branca?

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

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O VOTO É O QUE INTERESSA

No mês da Copa o emprego com carteira assinada foi menor em 83,9%, com relação a junho de 2013. Barbaridade! Enquanto a “Copa das Copas” se desenrolava, a geração de empregos formais caia ao menor patamar dos últimos 16 anos. Mas a Copa foi espetacular, não foi não? Enquanto o nosso atual e medíocre futebol disputava o quarto lugar, o emprego foi para as cucuias. Ambos chegaram ao fundo do poço. O ministro do Trabalho disse que o mercado vai aquecer, sem dúvida. Mas quando? É o Brasil caminhando de mal a pior. Justo agora, que se iniciam as campanhas políticas visando às eleições de outubro. Só por isso os nossos congressistas vão trabalhar apenas dois dias até outubro. Claro, recebendo o salário integral... Não é muito? Para o PT, “o voto é o que interessa, o resto não tem pressa”. 
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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NÃO FOI POR FALTA DE AVISO

O fraco desempenho do setor de serviços no Brasil, numa “fase próxima da paradeira”, como bem classificou Celso Ming na coluna do dia 18 de julho, em parte é reflexo da política tributária adotada pelo País. Apesar de inúmeros alertas feitos pelo empresariado, inclusive com a apresentação de estudos que comprovam quão abusivas são algumas alíquotas, nada foi modificado. Em 2002, com a adoção do regime da não cumulatividade de PIS e Cofins, por exemplo,  os custos referentes a essas contribuições aumentaram 150%. Uma extorsão. Com 90% do faturamento destinado ao pagamento de salários e encargos trabalhistas, as empresas de serviços não têm a opção de abater o imposto. E com isso a economia desacelera e o mercado de trabalho começa a dar sinais de enfraquecimento. Não foi por falta de aviso. Infelizmente.

Vander Morales, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo presidencia@sindeprestem.com.br
São Paulo

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PÓS-COPA
 
A alegria pode virar tristeza, pois, findo o torneio mundial, não sabemos como ficará: com um PIB negativo; sem reforma fiscal e política; empregos escassos; CPI sem investigação dos desmandos; com aumentos imprevisíveis nas bebidas, energia elétrica, combustíveis, pão, transportes; com salários achatados e sem poder de compra para os trabalhadores. Como vamos recuperar os postos perdidos e reativar nossa economia? Só tem uma solução: pensar muito antes de votar, para não continuarmos paralisados. Se já pararam o Brasil, temos de evitar que continuemos essa política recessiva. 
 
Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com 
São José dos Campos

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SANTA CASA DE MISERICÓRDIA

A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com uma dívida de R$ 350 milhões, pede misericórdia. É isso. Diz que R$ 50 milhões são a dívida para com fornecedores. E o(s) credor(es) dos R$ 300 milhões, com quem se está negociando, quem são? Em suma, as notícias não esclarecem quem são esses credores e como se chegou a uma dívida desse montante. Não bastam notícias sobre o estrago constatado: é preciso que o cidadão, usuário da misericórdia ou não, seja informado sobre o que aconteceu e está acontecendo para que, em seis anos, a dívida tenha passado de estimados R$ 70 milhões para os mais de R$ 350 milhões. E que seja informado quem são os credores.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br  
São Paulo

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SINAIS DOS TEMPOS

Não tenho perfil religioso para ficar dizendo que isto ou aquilo é sinal do “fim dos tempos”, mas certos episódios até que balançam minha armadura de impassividade. Assim foi com o que se assistiu na TV esta semana, com um cidadão rolando de dores em frente a um hospital, acabando por morrer sem socorro. Isso é especialmente impressionante num país que alardeia o caráter alegre, hospitaleiro e sem preconceitos do seu povo. Duvido que num outro país, com povo taxado de "frio", como Dinamarca ou Suécia, o cidadão não teria sido imediatamente socorrido. O que impressiona também é que não aparece nenhuma alma mais caridosa para ajudar o cidadão em sua agonia, amparando-o e lhe transmitindo palavras de esperança – apenas se limitam a filmá-lo. Deve ser um sinal dos tempos.
 
Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br  
São Paulo

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MAIS MÉDICOS E POLÍTICA DE SAÚDE

A presidente Dilma Rousseff rebateu comentários do candidato Aécio Neves sobre o programa Mais Médicos, justamente quando pesquisas internacionais divulgavam aumento dos casos de aids no Brasil, enquanto diminuíam no resto do mundo. Nós sabemos que o programa Mais Médicos surgiu apenas para resolver problemas econômicos da ilha da fantasia dos irmãos Castro, em detrimento de políticas públicas de educação a jovens, já que o PT está no poder há 12 anos. A maior taxa dos novos infectados pelo vírus HIV foi de jovens entre 15 e 25 anos que alegaram desconhecer a gravidade da doença. Eles mal saíam das fraldas quando os petistas subiram ao poder e o custo para a saúde pública no Brasil não terá tamanho. Se não morrerem cedo, ficarão a vida toda dependentes de remédios e cuidados específicos. Saúde e educação estão entre as reivindicações das passeatas em 2013, lembra, presidente Dilma? Neste caso faltaram educação e prevenção à saúde. Fica difícil de ficar rebatendo opositores quando se tem culpa no cartório.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  
São Paulo

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O QUE DILMA SABE SOBRE A SAÚDE

Nós não sabemos se a presidente Dilma sabe muita coisa a respeito da assistência médica no Brasil, além de sua importância política eleitoral... É preciso dizer-lhe que a assistência médica, para ser bem feita, precisa ser exercida por médicos com muito boa formação profissional e ética. Naturalmente, isso não se pode esperar de médicos formados/fabricados em Cuba, funcionários do governo cubano e produtos de exportação/renda de Cuba para qualquer país do mundo. Não se sabe também por que o atual governo do Brasil não exige que eles passem pelo Exame de Revalidação do Diploma, legalmente exigido para médicos estrangeiros que desejarem exercer a medicina em nosso país, como o é exigido também em países sérios do mundo. E, além disso, o nosso país faz a gentileza de pagar a Cuba algumas centenas de reais, casa e comida e mais algumas outras centenas de reais a cada um desses médicos para fazer o atendimento primário médico clínico de pacientes brasileiros, e que a maioria desses médicos cubanos está em São Paulo, onde um candidato a governador pertence ao SEU partido político. Deveria saber a nossa presidente que, se, além do que é hoje pago a um médico cubano no Sistema Único de Saúde (SUS), fosse dada ao nosso médico brasileiro uma remuneração melhor, mais digna e, necessariamente, uma infraestrutura também mais adequada para desenvolver profissionalmente suas atividades, certamente nós teríamos muito mais médicos brasileiros cuidando da saúde pública em qualquer parte do nosso país. Deveria também saber que a má distribuição geográfica de médicos não será resolvida política e popularmente com a importação de mais médicos, nem com o plano de mais escolas de medicina sem a disponibilidade de professores e infraestrutura, a serem implantadas em regiões menos desenvolvidas do País. Deveria ainda saber que a assistência à saúde é um problema enorme, muito sério, muito importante e que precisa ser resolvido por profissionais especializados e planejados de acordo com os mais recentes avanços técnicos científicos existentes na área.

José E. D. Oliveira jeddoliv@fmrp.usp.br 
Ribeirão Preto

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NOSSOS ‘PRESOS POLÍTICOS’

No editorial do “Estado” “Os nossos ‘presos políticos’” (23/7, A3), podemos entender a extensão da perversidade daqueles que estão no poder no Brasil. Elegeram-se pela democracia, aparelharam o Estado ao tempo de comprar apoio com dinheiro público e aos poucos exercem seu plano de poder. Desmoralizam as instituições democráticas, apoiam ativistas para ocupar espaços públicos infernizando a vida dos cidadãos e usam como braço armado militantes vândalos para inibir protestos legítimos nas ruas. Talvez os verdadeiros "presos políticos" sejamos nós, cidadãos, já com poucos armas para lutar contra esta onda de malfeitos, senão o voto nas eleições presidenciais de outubro.

Carlos de Oliveira Avila gardjota@gmail.com
São Paulo

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REVOLTADINHOS SEM CAUSA

Enquanto o governo e seus asseclas continuarem a classificar o vandalismo, os saques, as depredações, pilhagens entre outras bandalheiras de “manifestações populares”, continuaremos a ter estes revoltadinhos sem causa a reivindicar qualquer coisa e a atrapalhar a vida de quem trabalha, produz e paga impostos. Quando pegos na contravenção, escondem-se e querem ser reconhecidos como “presos políticos”, tentado até asilo em outro país. Até quando?

Leila E. Leitão
São Paulo 

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VANDALISMO E ASILO ‘POLÍTICO’

Quando bandidos pedem asilo "político", mostram que no Brasil já ficou impossível distinguir quem é quem...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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LEMBRANDO CESARE BATTISTI

Gilberto Carvalho disse que “o Uruguai agiu bem”. Olhem quem está falando a respeito do assunto. Dá vergonha e revolta lembrar que o governo do PT deu asilo a um assassino de gente de bem e pais de família na Itália. Que diferença de caráter e postura ante os fatos.

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br 
São Paulo

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FALTA DE DECORO

A deputada estadual Janira Rocha (PSOL-RJ) deveria ser processada por falta de decoro. Deu carona num carro oficial. Deu carona com dinheiro público, além de ter dado fuga a três ativistas que foram pedir asilo na Embaixada do Uruguai e tiveram o pedido negado.
 
Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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ADVOGADA ‘PERSEGUIDA’?

Sugiro à advogada Eloísa Samy e aos 22 manifestantes que tiveram seu pedido de asilo político negado pelo Uruguai, cujo presidente socialista foi incapaz de compreender o sofrimentos destes perseguidos políticos aqui, no Brasil, que peçam asilo a Cuba ou então à Venezuela, ou mesmo ao Equador, quem sabe à Bolívia. Garanto que os mandatários destes gloriosos paraísos democráticos levarão em conta com grande carinho esse pedido humanitário. Tadinhos! Mas como esses manifestantes não têm mais o que fazer, sugiro também que lhes deem um bom trabalho forçado para descarregar toda essa energia que não têm onde gastar, a não ser fazendo baderna e maquinando a próxima traquinagem, geralmente inconsequente, mas que já levou à morte um cinegrafista da Band. 
 
Eliana França Leme efleme@terra.com.br
São Paulo

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MÍSSEIS VENEZUELANOS

Cumprimento o jornal por noticiar que a Venezuela dispõe de mísseis do mesmo tipo do que pode ter derrubado um avião civil na Ucrânia, causando a morte de quase 300 pessoas. Há algum tempo são escassas as notícias sobre esse país, que está cerceando a liberdade dos seus cidadãos, que são impedidos de se manifestarem contra o governo. Dezenas de opositores estão presos, assim como em Cuba, que tenho convicção plena de que também possui esses tipos de mísseis.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com 
Rio de Janeiro

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CONSOLO DIVINO

Enquanto o mundo inteiro se via chocado com a queda do avião malaio em território ucraniano, nossa ilustre presidente Dilma Rousseff pedia calma em analisar os fatos e não se imputar ao seu querido “companheiro” e déspota Vladimir Putin a responsabilidade pelo ocorrido, o que era ululantemente óbvio. Houve perdas de vidas inocentes, muitos importantes cientistas que contribuíram para avanços no tratamento da aids, mães e mulheres que perderam seus amados, e somos obrigados a poluir nossos ouvidos com impropérios de nossa governante maior. Que Deus nos proteja de tanta hipocrisia, é o único consolo que resta a este pobre povo brasileiro.

Solange Jana solangejana@terra.com.br 
São Paulo

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UCRÂNIA, IRAQUE E SÍRIA

A Ucrânia, o Iraque e a Síria mostram que há conflitos que não conseguem ser resolvidos pelo uso da força militar, nem pela diplomacia e tampouco por sanções econômicas. Atores antagônicos no cenário mundial não têm interesse político em resolver esses conflitos regionais, pois lucram com o apoio logístico e a venda de armas bélicas. A expansão da influência econômica do Ocidente em conquistar novos mercados agora enfrenta resistência da Rússia, da China e do Irã, que procuram se afirmar como potências regionais e aumentar o espaço vital do ponto de vista econômico. As turbulências no mundo tendem a se agravar nos próximos anos, pois está havendo o uso de conflitos políticos (pró-Ocidente versus pró-Rússia) e de conflitos religiosos (cristão versus muçulmano) para camuflar as divergências econômicas: o modo de consumo da vida ocidental não consegue se impor como valor universal.

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br 
Campinas

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CONFLITO ISRAELO-PALESTINO

Em pleno século 21 o conflito entre Israel e a Palestina continua. Li nos jornais que já morreram mais de 600 pessoas somente nos últimos dias, e cerca de 90% dos quais são palestinos e cerca de 10% são judeus. O conflito existe desde 1890, época do sionismo. E pelo jeito não tem fim. Por quê? Será que a imprensa poderia se unir e fazer uma convocação internacional para a realização de manifestações ao redor do mundo para que haja um acordo de paz? Alguma coisa tem de ser feita, pois os atores do conflito não têm mais ânimo e tampouco cabeça para desenvolver qualquer entendimento. Vejo que também não adianta nada os EUA, Egito, Vaticano, ONU fazerem acordos, pois já fizeram ene acordos e não aconteceu nada de concreto. Acho que a solução está nas mãos do mundo todo e, principalmente, nas mãos da grande imprensa internacional, portanto, imploro ao bom senso dos senhores que influenciam com a formação da tendência da humanidade.

José Luiz Martin jluizmartin@yahoo.com.br 
São Paulo

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CESSAR FOGO

Qual será o número de palestinos mortos suficiente para o Hamas aceitar um cessar fogo?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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ISRAEL E HAMAS

Os que acusam Israel de ser um Estado agressor e opressor ignoram ou estão mal informados acerca de alguns "detalhes". É de conhecimento público que o Hamas é uma organização terrorista islamita que tem como item principal da sua cartilha de intenções a destruição do Estado de Israel. É público também que recebe armamento pesado de países e organizações anti-sionistas, e que usa civis inocentes como escudo (protetor?) para suas instalações terroristas. Nunca teve e nunca terá intenção de se sentar à mesa de negociações, ao contrário de Mahmoud Abbas. Não há dúvida de que Israel deve conceder, e muito, para conviver bem com seus vizinhos. Só que a palavra "paz" não consta na cartilha de intenções do Hamas. Detalhes...

Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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GUERRA EM GAZA

A toda ação corresponde uma reação em sentido contrário e de igual intensidade. No caso da guerra entre o Hamas e Israel, é previsível que a intensidade da reação não é igual, e, sim, proporcional ao poderio bélico de quem diariamente é alvo de mísseis provocadores. Sabendo disso, por que o Hamas provoca Israel lançando mísseis e covardemente usando crianças como escudo de terroristas? A solução para o conflito seria um acordo de paz, com concessões de ambos os lados.  No entanto, o Hamas não aceita negociar pacificamente com Israel. Então que aguente o tranco e não fuja à responsabilidade pela morte de crianças inocentes.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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ARIANO SUASSUNA

Vão-se o sorriso do lagarto e o auto da compadecida, enquanto os marimbondos de fogo insistem na permanência por aqui, entre nós, estes pobres de nós seres urbanos. Dói!
  
Gilberto M. Costa Filho marcophil@uol.com.br
Santos

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BIBLIOTECA CELESTE

Ficando cada vez melhor a biblioteca e o charme do céu, com as altivas presenças de Ivan Junqueira, João Ubaldo Ribeiro e Ariano Suassuna.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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