Fórum dos Leitores

MAIS CPIs

O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2014 | 02h04

Metrô e trens

Demorou, mas enfim teremos uma CPI no Congresso Nacional para investigar a corrupção e as obras superfaturadas no Metrô e nos trens de São Paulo e do Distrito Federal. Oxalá essa CPI investigue, apure e puna exemplarmente os responsáveis pelo desvio de bilhões de reais dos cofres públicos. Lamentável a conduta da Assembleia Legislativa paulista, que é dominada pelo PSDB e nunca instaurou uma CPI para investigar tal escândalo no Estado onde os tucanos dão as cartas há quase 20 anos.

RENATO KHAIR

enatokhair@uol.com.br

São Paulo

Para nada

Nossos parlamentares agem como crianças: enquanto a oposição quer apurar as denúncias da CPI da Petrobrás, a situação, em represália, quer as CPIs do Metrô (no Congresso) e da Sabesp (na Câmara Municipal paulistana). Por que eles não se dão as mãos e cantam "ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar"?

VIDAL DOS SANTOS

vidal.santos@yahoo.com.br

Vinhedo

Resultado oposto

A operação abafa do governo federal no imbróglio Petrobrás está surtindo o efeito contrário: quanto mais tenta apagar a fogueira, mais fortes e altas ficam as chamas. A água que deveria dar fim ao fogo virou gasolina. Salve-se quem puder!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Esperteza desperdiçada

Os petistas têm-se mostrado astutos e ágeis tanto na esfera presidencial quanto na Prefeitura de São Paulo. Suas manobras para encobrir falcatruas, erros e incompetência é impressionante. Pena que eles não saibam utilizar toda essa esperteza para o bem do Brasil e dos brasileiros.

WAGNER MONTEIRO

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Licitação fraudada

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), cancelou licitação após suspeita de cartel na contratação de serviços de limpeza e conservação de CEUs e outras escolas. Ou seja, não fosse o Estadão, com seu exímio quadro de jornalistas investigativos, estaria armada mais uma falcatrua, um golpe, etc., para roubar, desviar e superfaturar.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

PETROBRÁS

Confissão

Finalmente, Dilma Rousseff revela o que todos nós sabemos ao afirmar que "o Palácio do Planalto não é um expert em petróleo e gás" e que há "assimetria de informação entre nós, mortais, e o setor de petróleo", território "extremamente complexo tecnicamente e oligopolizado". Esse caminho tortuoso da sra. presidente deixa de lado a simplicidade franciscana: a linguagem das maracutaias é universal.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

Pasadena & Dilma

Diante da afirmação de Dilma de que o Planalto não é expert em petróleo e gás, fica a pergunta: o que ela sabia, afinal, para ter sido ministra de Minas e Energia e, depois, chefe da Casa Civil e presidente do conselho da Petrobrás? É igual ao seu criador, que nunca sabe de nada.

LUIZ LUCAS CASTELLO BRANCO

whitecastel.castellobranco@gmail.com

São Paulo

Estarrecedor ou normal?

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que é "estarrecedor tentar vincular o governo à suspeita de combinação de perguntas da CPI da Petrobrás". Já o ex-líder do PT no Senado, sr. Humberto Costa, argumenta que "não há crime na troca de informações entre as assessorias da CPI e da Petrobrás. Isso acontece em qualquer CPI, qualquer comissão. É absolutamente normal e natural. Não há nada de ilegal nisso". Penso que a presidenta Dilma e o senador Humberto Costa (e outros) não combinaram as suas argumentações: para ela, é estarrecedor; para ele, é normal. E o povo que se dane!

WALTER LÚCIO LOPES

wll@uol.com.br

São Paulo

A escola de Paulo Bernardo

Referindo-se à farsa montada pela Petrobrás e por assessores do Planalto que formularam as perguntas feitas pela CPI aos envolvidos na negociata "Passadilma", o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou com toda a candura que política é assim mesmo, esse deboche vem desde o tempo de Cabral. Certamente ele é da escola que aprende com Pero Vaz de Caminha, o qual aproveitou a carta ao rei de Portugal informando sobre o descobrimento do Brasil para pedir emprego para um parente. E também com o Chalaça, companheiro de esbórnias de dom Pedro I, que, entre outros "malfeitos" superfaturou na redecoração do Palácio de Petrópolis (as cortinas rasgavam-se ao primeiro puxão para abri-las). Esse é um retrato da ética dominante: tomar o poder, locupletar-se e manter o poder!

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Seguro não cobre dolo

Nas matérias sobre o caso Pasadena e outros da Petrobrás se fala muito no seguro para os administradores, que cobre despesas com defesa em processos judiciais, entre outras situações. Vale lembrar que o Seguro de Responsabilidade Civil - Administradores (D&O) não cobre atos dolosos. Logo, é preciso esclarecer essa questão. Pois se os administradores da Petrobrás fizeram o que fizeram por incompetência o caso segue sendo muito sério, porque alguém os nomeou para os cargos de direção; e se foram intencionais, mais grave ainda. Certamente o culpado não é o mordomo. Quem vai dar essas respostas ao distinto público?

CARLOS BARROS DE MOURA

carlos@barrosdemoura.com.br

São Paulo

Dedetização

Descobertas todas as mazelas e imoralidades cometidas por diretores na Petrobrás, o que falta para demissão imediata, e já atrasada, dos que lá permanecem, permitindo assim que essa que foi a nossa maior empresa possa voltar a merecer confiança e viabilidade futura? Em qualquer empresa minimamente séria e bem administrada esse tipo de gestão seria deletado e seus dirigentes, responsabilizados. É lamentável que se façam CPIs, relatórios e discussões em que todos já sabem os motivos dos prejuízos e de antemão que ninguém pagará, a não ser o povo brasileiro - além do péssimo exemplo de tais práticas. A Petrobrás precisa e merece ser dedetizada.

JOÃO BATISTA PAZINATO NETO

pazinato51@hotmail.com

Barueri

Cartas selecionadas para ­­o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DOAÇÕES DE CAMPANHA

Segundo notícia veiculada ontem por este jornal, o Grupo JBS, do setor de carnes, já distribuiu cerca de R$ 50 milhões a campanhas eleitorais pelo País. Pergunto aos meus botões qual seria o interesse do citado grupo. Se for apenas por entusiasmo cívico e rasgos patriotas, por que não encaminhar tais recursos para várias Santas Casas do País, que lutam com sérias dificuldades e têm muitos pacientes obrigados a se acomodarem em leitos improvisados pelos corredores, justamente em momento da vida em que estão mais fragilizados? Seria tal atitude menos patriótica, ou acaso demonstraria ausência de espírito cívico? Há algo de estranho no reino tupiniquim.

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br 
Itanhaém

*

A ‘BANCADA DO BOI’

O que leva um grupo empresarial a colocar R$ 50 milhões numa campanha política? Qual o retorno esperado? Sim, porque empresários, assim como os escorpiões, picam por natureza, o que é lógico, sem surpresa, portanto. Que compromissos terão os candidatos catapultados por essa dinheirama? A futura “bancada do boi” assumirá o mesmo papel de Tony Ramos? Ou nós podemos “confiar” no espírito público dessa iniciativa? Interrogações que, desconfio, ficarão sem respostas. O melhor é pensar no sabor da picanha e torcer para estarmos livres do colesterol que entope as veias democráticas da Nação.

Ricardo J. Botelho ricardo@ricardobotelho.com.br 
São Paulo

*

DE OLHO NO FUTURO

Na largada da campanha eleitoral, o tucano Aécio Neves arrecadou pelo menos R$ 11 milhões em doações de empresas e de pessoas físicas, mais do que a presidente Dilma Rousseff, do PT (“Estadão”, 7/8, A10). Pelo visto, já tem muita gente de olho no futuro.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

*

SABATINA NA CNA

Na sabatina com os candidatos à Presidência da República na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), em Brasília, a candidata à reeleição teve a petulância de afirmar: “Fizemos a maior reforma agrária deste país”. Será que não foi em Cuba? O que será que essa senhora entende por reforma agrária? E essa não foi a maior mentira, mas foi a mentira-surpresa. Não deixem de ler a matéria na íntegra sobre o evento publicada no “Estadão”, e confirmarão outras leviandades da candidata petista. Até falou em “classe média rural”. Confirmou, também, uma grande verdade, de retomar financiamento à pecuária de corte. É só procurar saber da JBS/Friboi ou de Lulinha: com a liberação de R$ 3 bilhões em investimentos, são os conhecidos “favores”, nenhuma surpresa. Ainda bem que o seu desgoverno está chegando ao fim. Até que enfim!
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

*

HIPÓCRITAS E A CAMPANHA ELEITORAL

Como de costume, recebi e-mail de um petista contestando meu texto publicado no “Fórum dos Leitores” (5/8) em que comentei sobre o perfil da presidente Dilma no Instagram. E, imaginem, o cara me chamou de “hipócrita como todos os que são contrários ao PT”. Um comentário desse, de uma pessoa que apoia o campeão brasileiro de hipocrisia disparado, que é o seu grande líder e ídolo Lula da Silva, chega a ser engraçado. Isso sem citar outros componentes da cúpula do PT que hoje estão na Papuda, onde o ex, acompanhado da atual presidente, deveria estar.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

*

O NEGATIVO POSITIVO

Dona Dilma continua, em sua campanha pela reeleição, regurgitando fatos negativos, mas que, para ela, são positivos para o País. George Orwell, em seu romance “1984”, inventou o conceito de duplipensar como sendo “o poder de manter duas crenças contraditórias na mente ao mesmo tempo – dissonância cognitiva – conflito entre duas ideias, crenças ou opiniões incompatíveis”. Portanto, o perigo ronda o País, porque, em defesa do ego, o humano é capaz de contrariar o nível básico da lógica, negar evidências, criar falsas memórias, distorcer percepções, ignorar afirmações técnicas, científicas e até mesmo desencadear uma perda de contato com a realidade, gerando um surto psicótico.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 
São Paulo 

*

DILMA CONTRA O TRABALHO ESCRAVO

A presidente Dilma Rousseff, na sabatina da quarta-feira (6/8) na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), declarou que está preocupada com o trabalho escravo no setor e que é uma chaga a ser exterminada no País. Por que, então, o governo federal se faz de esquecido dos compromissos de natureza trabalhista – encargos trabalhistas – do programa Mais Médicos, por exemplo, que na verdade se assemelha a um trabalho escravo? A presidente Dilma deveria ter aproveitado a oportunidade para cumprimentar o deputado federal ruralista Ronaldo Caiado (DEM-GO), pela solidariedade e amparo dados à médica cubana (fevereiro de 2014) Ramona Matos Rodriguez, que pediu asilo aos Estados Unidos pois se sentia escravizada no Brasil por este programa. 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

*

INCOERENTE

A presidente Dilma Rousseff afirmou, para uma plateia repleta de lideranças do agronegócio, na CNA, em Brasília, que exterminará o trabalho escravo do País. Disse Dilma: “Uma questão que preocupa é o trabalho escravo e estou certa de que todos os produtores concordam que é uma chaga a ser exterminada de nosso país, inclusive para que bons e sérios produtores não sejam discriminados pelos erros de poucos”. Perfeita a sua observação sobre o trabalho escravo, que eu e a maioria dos brasileiros de boa índole também abominamos. Mas, e como é que fica o trabalho escravo dos pseudomédicos cubanos que trabalham nessas condições no Brasil, contratados pelo governo brasileiro sem que seus direitos trabalhistas sejam regidos pela CLT e respeitados pelo seu próprio governo?

Maria do Carmo Leite m.carmo1946@bol.com.br 
São Paulo 

*

JUSTAS REIVINDICAÇÕES

Com participação realmente expressiva na composição de nosso produto interno bruto (PIB), o agronegócio, com bastante propriedade, deseja mudanças em leis que regem demarcação de terras indígenas, territórios quilombolas, desapropriações para reforma agrária, ampliação de reservas ambientais e vendas de terras a estrangeiros. Nada mais justo que o campo, grande responsável pelo progresso deste país, consiga estabilidade para aqueles que se dedicam à terra, impedindo que sejam alvo vingativo do MST e assemelhados, da mesma forma que a loucura ambiental não tenha amparo legal para sufocar a produção agrícola e pecuária, trazendo insegurança aos ruralistas. As terras indígenas e os territórios quilombolas não podem ser acrescidos de forma anômala, ilegal e somente com fundamentos ideológicos e até contrários à nossa Carta Magna. Assim, os líderes ruralistas precisam mesmo aproveitar a época da eleição presidencial para plantar suas reivindicações, que, talvez, sirvam de estímulo ao atual governo, até agora com os olhos bem fechados para o agronegócio, não se importando com a sua estabilidade e com a sua segurança jurídica.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 
Rio Claro

*

EXPORTAÇÕES PARA A RÚSSIA

A notícia que diz que a decisão da Rússia de impor barreiras à importação de alimentos dos EUA e da União Europeia vai favorecer o Brasil, em minha opinião, não procede. Isso porque, se, por um lado, as exportações irão aumentar, por outro lado vai fazer com que preços atualmente contidos por uma demanda fraca, como os preços das carnes, subam e, com isso, aumentem a inflação, que hoje é um dos problemas mais sérios do Brasil e só não explodiu ainda por causa dessa contenção dos preços dos alimentos.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com  
Rio de Janeiro 

*

AGRADO AO KREMLIN

Ora, direis, os russos ficaram irritados com as sanções aplicadas pelos EUA, não só pelas agressões à Ucrânia, mas por fato pior, que foi a derrubada de um avião da Malaysia Airlines, em que foram assassinadas 298 pessoas. Como represália, o todo-poderoso “Senhor dos Anéis” das gélidas estepes, o presidente Vladimir Putin, decidiu restringir as compras de alimentos dos EUA e da Europa. E como os vermelhos vivem em concubinato político entre si, os rubros tupiniquins, para não desmerecer a vassalagem que este governo dedica a coveiros da democracia, mandou chamar o embaixador do Brasil em Moscou para discutir a reposição dos alimentos que estarão em falta nos mercados. Cuba, Venezuela e países títeres africanos são mimoseados com o nosso suado dinheiro, agora são os nossos alimentos que devem ir para a Rússia, a preço de banana ou de graça, para agradar ao Kremlin. Ô raça!

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com  
Vassouras (RJ)

*

O PT MURANDO A PETROBRÁS

O Planalto interveio na decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de bloquear os bens da presidente da Petrobrás, Graça Foster. A razão, com certeza, é que essa presidente, em março, disse que faria um levantamento a fundo das denúncias de irregularidades na estatal e que não sobraria pedra sobre pedra. Daí o medo deste pessoal do PT de que ela, que parece ser uma pessoa resolvida e não comprometida com a sujeira, relacionasse nomes como os de Dilma Rousseff, Lula e outros.

Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br 
São Paulo 

*

BOMBEIROS DO PLANALTO

A operação montada pelo Planalto para tentar evitar que a presidente da Petrobras, Graça Foster, seja também responsabilizada pela aquisição da refinaria texana de Pasadena se junta, no estertor do desgoverno Dilma, ao rol de outras “operações-abafa” levadas a efeito para tentar encobrir as malfeitorias dessa turma. Nesse sentido, o último escândalo – o “do gabarito da CPI da Petrobrás”, e que constitui um “escândalo dentro do escândalo” produzido entre funcionários do governo e da Petrobrás – é, também ele, apenas mais um de uma extensa lista de patifarias que mereceram a devida “blindagem”, como as “palestras” milionárias de Pimentel, o caso Rosegate, malfeitorias nos Ministérios dos Transportes, do Esporte, do Trabalho, da Agricultura, das Cidades, o caso Valec, as lanchas de Ideli, as travessuras de Fernando Bezerra, as mutretas de Palocci, Agnelo Queiroz, Orlando Silva, André Vargas & o doleiro Alberto Youssef, o escândalo dos jatinhos da FAB, o Porto de Mariel, as obras superfaturadas e mais uma quantidade inacreditável de outras peripécias com o dinheiro público protagonizadas pelos que juram estar com o “povo”. Isso para não falarmos em outras questões, como os arreganhos autoritários, o alinhamento com ditaduras mundo afora, a perseguição à mídia e o famigerado Decreto 8.243, que cria “soviets” no País. Lastimável que, a esta altura dos acontecimentos, ainda haja quem dê crédito a estes cujo único objetivo é a demolição completa do País.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

*

CAIXA PRETA

TCU adia decisão sobre responsabilidades no caso da Refinaria de Pasadena. As instituições deste país foram tão bem aparelhadas pelos “cumpanheiros” que só vamos ficar sabendo das petromaracutaias nas futuras Comissões da Verdade...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

*

PARA ENTENDER PASADENA

Para entender o escândalo de Pasadena, é preciso entender o que o ex-deputado federal Severino Cavalcanti quis dizer quando falou que seu sonho era obter uma diretoria na Petrobrás, “destas que furam poço”. A presidente Dilma Rousseff realizou a ambição do deputado, que depois foi flagrado e afastado num dos mais patéticos casos de corrupção da história. Entender, também, por que a presidente Dilma foi nomeada pelo ex-presidente Lula para presidir o Conselho da Petrobras é fundamental para entender o que aconteceu com a compra da Refinaria de Pasadena. Quem sabe convidando Severino Cavalcanti para depor na CPI tudo fique claro, quando ele explicar o que quis dizer com aquele sonho. Enquanto o Brasil for refém das nomeações políticas para cargos técnicos, esses escândalos continuarão a ocorrer e o País continuará estagnado. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

*

OPERAÇÃO PASADENA – REPTO

Ou se responsabilizam todos, incluindo Dilma Rousseff, ou então nenhum (!) homem público ou instituição “neçepaíz” terá a menor credibilidade.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

*

COM NADA OU SEM TUDO

Você acha que uma pessoa sem aptidão, sem carisma, sem competência, sem equilíbrio emocional poderia ser presidenta da República? No Brasil pode!

João Pacheco Amaral Filho imobiliaria.projeto@hotmail.com 
Jaú

*

CPI PREVIAMENTE COMBINADA

Se “combinação de CPI existe desde Pedro Álvares Cabral”, como afirmou ministro de Dilma Paulo Bernardo (PT-PR), está na hora de extirpar e mudar nossa história, exigindo a demissão de todos os envolvidos, até da presidente da República. O Brasil, depois das passeatas de 2013, não quer, não deseja e não se submete mais a conchavos, espertezas e trambiques na República, porque todo e qualquer “conchavo” dói no bolso de todos nós.
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

*

COMO FUNCIONA A CPI

Quem assiste à CPI da Petrobrás tem a sensação de que é o encontro daqueles que não sabem perguntar com aqueles que não sabem responder. Muito elucidativa e gratificante.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br
São Paulo

*

GABARITO MAL FEITO

A distribuição do gabarito da CPI da Petrobrás me traz à memória o passado, quando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi subtraído da gráfica.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br
São Paulo

*

CASO POSTALIS

O Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, comprou títulos da dívida Argentina e o resultado foi um enorme prejuízo em razão do calote dado pelos “hermanos”. Isso é coisa do tempo do pombo-correio. Comprar títulos mais seguros e com maior liquidez, coisas do tempo do Sedex, não fizeram, ou, melhor, não adquiriram. Aí, no mínimo, tem coisa! Ou não?

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

*

MAIOR SECA DO PLANALTO

A estiagem é fruto da natureza e, com o baixo volume nos reservatórios, o racionamento de água é inevitável principalmente em São Paulo. A solução é economizar esse importante produto nestes tempos difíceis. Mas o governo Dilma também sofre de estiagem profunda, mas aquela da falta de recursos. Neste caso, fruto 100% da natureza humana – principalmente desta relapsa gente do Palácio do Planalto, que, por não fazer parte de sua agenda, se lixa para a austeridade e para o uso com responsabilidade dos recursos dos contribuintes. A solução que encontram, infelizmente, é a da facilidade nociva de sugar o quanto possível via dividendos, recursos das estatais. Como agora, com a Caixa Econômica Federal (CEF), que foi pressionada a liberar mais recursos para cobrir o rombo do governo federal. E já que estamos falando de estiagem, até do “volume morto” desta quase falida Eletrobrás querem sugar verbas. Lógico que essa seca irresponsável patrocinada pelo Planalto já atinge o bolso do trabalhador, porque, o PIB não crescendo, a distribuição de renda é nula e, somada à alta da inflação, promove a inadimplência e aflige a família brasileira.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.coam
São Carlos

*

FECHANDO AS CONTAS DA UNIÃO

O marqueteiro João Santana pressiona o presidente do PT, Rui Falcão, que pressiona o ex-presidente Lula, que pressiona a presidenta Dilma, que pressiona o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que pressiona Arno Augustin, do Tesouro, que pressiona Luciano Coutinho, do BNDES e Jorge Hereda, da Caixa Econômica Federal.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

*

FARSA NAS CONTAS DO GOVERNO

É preciso lembrar que um dos fatores decisivos para a instituição da democracia foi a limitação dos gastos do governo pelo Orçamento aprovado pelo Parlamento. O Congresso tem a tarefa de controlar os gastos do governo. Não deve permitir uma farsa de “fechamento de contas”. Não deve haver cobertura de déficits orçamentários sem votação no Congresso. Aliás, a Caixa Econômica é do Estado, dos cidadãos, e não do governo.
  
Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br
São Paulo

*

E AGORA, DONA DILMA?

O professor Delfim Netto, “ex-tudo”, inclusive conselheiro da presidente Dilma “Ruimssef”, declarou, em matéria publicada ontem na imprensa, o seguinte: “O governo controla a gasolina, mas destrói setor de etanol”; “A intervenção do BC mantém câmbio abaixo do equilíbrio”; “O governo está muito sensível, reage a qualquer crítica com violência”; e “A prioridade do governo é o custeio e não o investimento”. Pois agora, dona Dilma, vai pedir a cabeça do emérito professor e seu conselheiro ou vai escalar o ministro Mantega para refutar as afirmações? Contra fatos e a verdade não há argumentos, a única solução é correção de rota, mesmo em época pré-eleitoral, custe o que custar.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo 

*

O LUCRO DOS BANCOS

Para alguns, pode ser motivo de satisfação, mas a verdade é que, para muitos, beira o surrealismo o lucro divulgado no segundo trimestre por um grande banco nacional. E não se trata de caso isolado, pois o histórico mostra elevações absurdas nas grandes instituições financeiras já há muitos anos. Um banco ter lucro na casa do bilhão, num país como o nosso, se não é criminoso, é imoral e antiético. Nada produzem, tratam muito mal os clientes e sugam os funcionários a ponto de ser a categoria profissional com maiores problemas psicológicos, sem falar dos inúmeros casos de assédio moral. É um absurdo lucrarem mais do que setores produtivos como fábricas, serviços e o agronegócio. Aliás,os bancos só conseguem essa insensatez pois financiam os políticos, de todos os partidos, que não querem perder essa boquinha.

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com 
São Paulo

*

POUPADORES ESQUECIDOS

No mês de maio de 2014 o digníssimo procurador-geral da República, dr. Rodrigo Janot, que deve ter uma dezena de técnicos de alto conhecimento em Matemática, pediu dez dias para rever os cálculos sobre os planos econômicos. Os cálculos foram revistos. Estamos em agosto de 2014 e um novo julgamento ainda não foi marcado, e, assim, os poupadores são esquecidos. Antes era para rever os cálculos e, agora, seria por causa da Copa do Mundo ou das eleições? Nestas últimas duas décadas e meia de luta para obtenção dos nossos direitos como poupadores, tivemos cerca de sete Copas do Mundo e cerca de cinco eleições para presidente da República. E os bancos estão por aí, obtendo lucros e mais lucros. Como diz o ditado: “A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem”.

José Luiz Martin jlmartin@estadao.com.br
São Paulo

*

O PROBLEMA DOS LIXÕES

Lixo é problema urbano, que é resolvido com municípios autônomos, com governantes com mais moral e ética e tecnologia para isso. Basta “copiar” o que as abelhas ou formigueiros fazem para ter cidades altamente densas, altamente tecnológicas etc. Temos ciência para isso? E, mais ainda, temos governantes para isso? A esclerosada ONU se contenta em manter “circos de reuniões” pelo mundo afora, caríssimas, com um exército de Prêmios Nobel ou caça Prêmios Nobel, ongueiros, politiqueiros, etc. Cada reunião tem a única finalidade de analisar os insucessos da anterior e propor outras besteiras para a próxima. Essa é a ONU que conhecemos hoje, diferente daquela cuja origem foi reconstruir estragos da Guerra e evitar outras guerras, e criada por meia dúzia de nações que ainda a sustentam, sem sequer ter voz ativa alguma. Assim é a ONU hoje, uma instituição de caridade que direciona as questões ambientais, claramente controladas pela pajelança dos banqueiros. O “deus milagreiro” hoje se chama dinheiro, que fica nas mãos dos banqueiros! Os lixões são a clara fotografia dos governos de hoje, lixos mesmo, tanto piores quanto mais atrasada é a nação.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

*

‘E OS LIXÕES CONTINUAM’

O mais surpreendente na falta de implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é que lixo dá dinheiro (“E os lixões continuam”, 7/8, A3). Em muitos lugares, passam dois ou três catadores de material reciclável toda semana. A preguiça do gestor público leva a esse disparate, que interfere no saneamento, na saúde e na movimentação da economia.

Adilson Roberto Gonçalvesprodomoarg@gmail.com 
Lorena

*

NOVOS MUNICÍPIOS
 
Na contramão, o Senado abre as comportas para elevar ainda mais as despesas com a ineficiente máquina pública. Não faz sentido facilitar a criação de 200 municípios, mais sorvedouros dos escassos recursos – aí é que vai reduzir ainda mais os raros investimentos públicos. Cada município tem, no mínimo, sete vereadores, com uma porção de funcionários, um prefeito e várias secretarias. Haja imposto para sustentar tanta gente.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

*

A MÁGICA CONTINUA

Parece que a mágica da criação de novos empregos para políticos e funcionários públicos continua funcionando, apesar de causar despesas ao País. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir da promulgação da Constituição de 1988 o Brasil sofreu um aumento de 1.533 municípios e, consequentemente, de despesas para sustentar as máquinas municipais, prefeitos, vereadores, funcionários e todos os penduricalhos que os governos municipais têm em suas administrações. Se considerarmos ainda a corrupção que geralmente é exacerbada nos confins do País, sem nenhuma possibilidade de controle, já que no interior do País ainda impera a lei do mais forte, com revólver na cinta, podemos concluir sem muita dificuldade a maracutaia que está por trás da aprovação dos novos municípios pelo Poder Legislativo federal. O fato é que o povo está exausto de tanto deboche, corrupção e mentira de “seus representantes”.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

*

OCUPE URBANO – RECIFE

No Recife, um grupo reunido por redes sociais juntou-se sob o nome muito apropriado de Ocupe Urbano para exigir um Plano Diretor para a cidade. As pessoas participam exigindo que tal plano preserve as praias, a fauna e a flora locais e moradias comuns. Não se podem construir espigões de 40 andares, de uso misto, desfigurando toda a paisagem do Cais Estelita, expulsando os moradores para as periferias, os antigos moradores. É louvável a participação de Fernando Gabeira, que nos expõe tal trabalho mostrando como as pessoas são mal tratadas, sem ter para onde ir, sem ter como conviver com seus iguais e seu comércio, serviços essenciais como médicos, arquitetos, engenheiros, professores, alunos, postos de saúde, etc. É necessário encontrar meios de convivência digna entre esses grupos, permitindo que todos os seres humanos não percam sua identidade construída há varias gerações, conservando seus valores. Esse é apenas um caso desvendado. Enquanto há um grupo enorme de parlamentares querendo desmembrar municípios, só se for para aumentar o número de vereadores e prefeitos de pires na mão, aumentando o nosso custo Brasil.

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 
São Paulo

*

CRISE HÍDRICA EM SP

A primeira opção da Sabesp era o rodízio, que foi descartado pelo governador Geraldo Alckmin, irresponsavelmente, pois candidato à reeleição. Mas esse rodízio já acontece nas periferias, pois, a partir das 21 horas, as torneiras secam – e não precisa ir para as periferias para constatar isso, no centro da cidade acontece a mesma coisa, os bares e restaurantes vêm sofrendo prejuízos em razão da falta de água no período noturno. 
 
Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

*

RACIONAMENTO

A quem este pessoal quer descaradamente enganar? Declaram diariamente que não farão racionamento de água. Há já um bom tempo que minhas torneiras, às 23 horas, diariamente, secam e, às 5h30, acordo com o barulho da minha caixa d’água voltando a encher. Se isso não é racionamento, vou pedir para que me expliquem então do que se trata. Detalhe: moro na Vila Mariana, praticamente no centro de São Paulo. O que me irrita nesta história, mais do que o racionamento em si, é como este pessoal subestima nossa inteligência.
  
José Carlos B.Napolitano dudunapolitano@uol.com.br
São Paulo

*

AQUEDUTO

Na edição do jornal “O Estado de S. Paulo” de ontem havia uma matéria sobre um “Mineroduto” de mais de 500 km entre Minas e Rio. Se oleodutos são construídos para saciar a demanda, pergunto: Por que não construir aquedutos para resolver a falta de água em certas regiões do Brasil, com o excesso de água de outras regiões? Meu primo que mora em Águas de Santa Bárbara diz que o excesso de água que jorra das nascentes é jogado no rio da região. Se a represa de Avaré está baixando, não seria possível construir um aqueduto entre as duas cidades, distantes mais ou menos 40 km, e não desperdiçar essa água? A mesma ideia poderia ser usada, como disse acima, para aproveitar os excessos de algumas regiões para outras que enfrentam a falta de chuva e a seca.

Livio Mario Sassi Piraino pira1@uol.com.br 
São Paulo

*

A DÍVIDA DOS CLUBES DE FUTEBOL

A Câmara dos Deputados deixou para depois das eleições a votação do projeto de mais um refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol. Os clubes não cumpriram nenhum dos anteriores. Devem tributos federais a bancos, Timemania, encargos sociais, dívidas trabalhistas, etc. Não cumprem nem pagam nada. O presidente do Botafogo disse que o clube não recolhe impostos há oito meses. O ex-presidente Márcio Braga disse, referindo-se à atual gestão do Flamengo, que o importante são títulos – se sobrar dinheiro, paga, se não, não paga. Por isso ele é responsável por mais da metade da dívida do clube durante suas gestões. Vejam que declaração irresponsável! É para esses dirigentes que o governo vai conceder novo prazo para pagamento das dívidas? Deveriam era executar as dívidas e que os clubes se entendessem com esses irresponsáveis. Como a sociedade, o cidadão comum, vai se sentir vendo uma sem-vergonhice desta? Aliás, já está acostumado. Este país tem várias sem-vergonhices por dia. Mais uma, menos uma, não faz diferença. Por isso que o País patina ou dá uma de caranguejo, anda para trás. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

*

MANIFESTANTES E A CADEIA

O que não faz a ideologia na cabeça de uma pessoa, mesmo que seja um professor? Falo do artigo publicado no “Estadão” de 7/8 “‘In dubio’, cadeia neles”, do professor Eugênio Bucci. Em primeiro lugar, o professor diz que um dos réus, Fábio H. Harano, foi seu aluno, e o elogiou. Ora, seu “brilhante” aluno, certamente um rebelde sem causa, estudou ou estuda na USP e o curso foi pago por nós, contribuintes. E parece, ainda, que ele trabalha ou dá expediente na USP, também com salário pago por nós. Mas a principal ocupação do tal rebelde é participar de badernas, destruir patrimônio público e privado, além de conturbar o direito de ir e vir dos paulistanos. O professor também defendeu o outro suspeito no caso dos manifestantes presos na época da Copa, o professor de inglês Rafael Marques, que, ao invés de dar aulas, tem como passatempo o mesmo do “cumpanheiro” de arruaças Fábio. Não me causa espanto ver o professor Bucci defender os dois réus, mas me espanta que o “Estadão” lhe dê espaço com três colunas para que ele defenda o indefensável, já que os jovens não são marinheiros de primeira viagem e são acusados de outros graves crimes. Lamentável o posicionamento do professor contra a Justiça, assinando cartinha em favor de seus vândalos. Estamos fartos de assistir a tantos atos de impunidade!

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com 
Porto Feliz 

*

‘‘IN DUBIO’, CADEIA NELES’

Quero registrar que valeu a pena, durante meus 40 anos como professor na Faculdade de Direito da USP, ter tido alunos como o hoje jornalista e professor da ECA Eugênio Bucci. Não fosse por outras tantas razões, basta ler o seu artigo em defesa da incontornável preservação do princípio da inocência, seja em matéria penal, seja em matéria civil. Imenso é o orgulho que sinto!

Walter Piva Rodrigues w.piva@globo.com 
São Paulo

*

TOLERÂNCIA ZERO

“In dubio”... deixa para lá. O professor Bucci e mais 22 colegas assinaram carta dirigida a autoridades judiciais, “clamando” em favor de um aluno envolvido em processo em curso na competente esfera judicial. Seria interessante que esses 23 professores se inteirassem de que a cidade de Nova York, nos EUA, diminuiu a criminalidade e aumentou a segurança de sua população depois que introduziu o conceito de “tolerância zero”. É de tal tipo de comportamento e de atitude que estamos a precisar neste país. Chega de “bom-mocismo” e de discursos politicamente corretos. As pessoas de bem querem resultados, e não demagogia.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
Campinas

*

O VÍRUS EBOLA E OS CUBANOS

Alguns países da África Ocidental estão com sua população ameaçada pela disseminação crescente do vírus Ebola. A África realmente precisa de ajuda. Será que neste momento a gerontocracia cubana, que “fabrica” médicos em série e os “vende” a países incautos como o Brasil, não aventou ainda a possibilidade de enviar alguns voluntários para essa nova guerra? Em 1975, milhares de jovens cubanos foram enviados a Angola para lutar contra o “apartheid” e implantar o socialismo modelo cubano por lá, numa guerra puramente ideológica. Ficaram por lá até 1991. Por que agora não podem prestar a sua “ajuda” humanitária para salvar vidas? Ao que consta, há médicos sobrando em Cuba e até mesmo muitos dos que estão por aqui poderiam ser “reexportados”. Ah... esquecemos que os médicos voluntários que estão na África trabalham de graça, apenas por idealismo. Condição que, definitivamente, não está nos planos os irmãos Castro.
 
João Natale Netto natale@natale.com.br 
São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.