Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

10 Agosto 2014 | 02h04

País 'submergente'

É impressionante o "morro abaixo" por que vai o Brasil. Pelo que se vê, este ano Dilma Rousseff fará o País, com todas as suas imensas potencialidades, encolher! Pela décima vez consecutiva (!) o relatório Focus, do Banco Central, reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira em 2014, desta vez para 0,86%. Com um desempenho nanico desses, como alguém pode ainda chamar o Brasil de país "emergente"? Dona Dilma que me desculpe, mas, além de "anão diplomático", o Brasil já virou um "anão emergente". Aliás, mais realista seria enquadrar o Brasil petista na categoria de país "submergente", já que em vez de emergir está submergindo, quem sabe em "solidariedade" aos hermanos vizinhos. A expectativa do FMI para o crescimento médio dos emergentes globais em 2014 é de 4,6%. Teremos sorte se terminarmos o ano no zero a zero.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

A pergunta incandescente

O mundo dos emergentes, depois de uma época fugaz de saúde invejável, está anêmico. Em muitos países o potencial de crescimento não supera 3%, segundo previsões da Cepal transcritas em editorial do Estado (5/8, A3). Crescimento pífio aguarda o Brasil em 2014, abaixo da média regional. Além disso, os abutres da inflação sobrevoam nossos horizontes: os preços estão contidos artificialmente e explodirão após as eleições. Nestas, pelo menos, podemos vislumbrar alguma alternativa de mudança. Fora disso, só resta lembrar a descrição de Hugo Ball, em Berlim, há um século. "O mundo e a sociedade em 1913 pareciam assim: a vida está completamente confinada e algemada. Um tipo de fatalismo econômico prevalece (...). A pergunta mais incandescente noite e dia é: haverá em algum lugar uma força potente o suficiente para acabar com esse estado de coisas? E, se não, como escaparmos?".

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Previsão preocupante

A continuar nesse ritmo, em breve o Brasil estará na mesma situação em que deixaram a Petrobrás, que era orgulho nacional até cair nas mãos do PT.

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

De indignações

Leio todos os dias, com a devida atenção, as manifestações de indignação e "pesar" de brasileiros como eu que trabalham honestamente e pagam seus altos impostos. Contribuições para a dança da quadrilha. É obvio que, exatamente por ser assim, nunca tive nenhuma simpatia pelo PT, seria contraditório. Mas pensei bastante e acho que desta vez vou votar pela reeleição de Dilma. Explico por que: só quem é totalmente desinformado não sabe que o País está literalmente quebrado. Pasadena é só um detalhe. Precisamos acabar de vez com essa dinastia podre e levantar o tapete para que o lixo todo apareça. Segundo as autoridades em economia, não passamos de 2016 e essa bomba só tem de explodir no colo da nossa "dama de borracha".

LEONIDAS RONCONI

ronconi@elevacaoconstrutora.com.br

São Paulo

Socorro às elétricas

Não contente em ter ocasionado uma crise perigosa no setor de energia elétrica, o governo federal quer agora transferir o problema para os bancos públicos? Parece ser uma política econômica sem rumo e tapa-buracos.

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Federalismo para o setor

As repetitivas notícias sobre socorro financeiro ao setor elétrico demonstram claramente que seu centralismo - inovador para 1934, quando foi promulgado o Código de Águas - está envelhecido, ultrapassado e muito caro. Afinal, passaram-se 80 anos. No início da década de 30 tínhamos 800 MW de potência instalada, hoje são 130 mil. O processo decisório, porém, parou no tempo. Nenhum país com as dimensões do Brasil tem condições de fiscalizar e administrar um setor com a magnitude atual. Essa é a questão central que, convenientemente para alguns poucos beneficiários, pouco se aborda.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

Usinas térmicas

Assisti a uma reportagem em que a presidenta Dilma disse que em 2015 não haverá enorme aumento da conta de luz por causa dos bilionários empréstimos para socorrer as fornecedoras de energia elétrica pois eles serão amortizados em três anos. Isso quer dizer que não é só em 2015 que pagaremos essa enorme conta acumulada, vai sobrar para 2016 e 2017 também? Ainda pior, se não chover o prejuízo aumenta? Será que não dá para abandonar todas essas caríssimas e poluentes usinas termoelétricas e começar o racionamento? Talvez o prejuízo para o bolso dos brasileiros seja menor.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

Herança bendita

Em visita à Usina de Belo Monte disse a presidente Dilma: "No meu governo não vai ter apagão, como no governo FHC, mesmo com a escassez de água, em função da mais grave crise de falta de chuvas, pois agora temos as usinas térmicas". Só para lembrar, ela está se beneficiando da herança bendita das usinas compradas no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

WALTER SANT'ANNA ZEBINDEN

zebinden@terra.com.br

Campinas

Conta salgada

Graças à presidente Dilma, a partir desta semana a conta de energia elétrica para o consumidor no Espírito Santo será reajustada em 24,7%!

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

FALSIDADE

Sem limites

A alteração falsa do perfil de dois jornalistas na Wikipédia, feita de computador do Palácio do Planalto, somente demonstra, mais uma vez, que o PT não tem nenhum escrúpulo. Para os petistas, os fins justificam os meios. Maquiavel ficaria corado de vergonha!

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

A esse ato condenável e infame se acrescente a informação da assessoria da Presidência da República de que é "tecnicamente impossível" identificar os responsáveis pela alteração. Mais uma mentira para esconder a autoria das mentiras publicadas.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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A EXPERTISE DO PLANALTO
 
No mínimo controvertida a posição de nossa presidente, Dilma Rousseff, ao declarar estarrecidamente ao “Estadão” (7/8, A4) que “o Planalto não é expert em petróleo e gás. Expert é a Petrobras”. Ora, ela é do Planalto. Consequentemente, não é expert em petróleo e gás. Assim, o que fazia ela como presidente do Conselho Administrativo da Petrobrás exatamente na época da aprovação da compra da Refinaria de Pasadena? O bom senso indica que o ocupante dessa função, uma das mais importantes da Petrobrás, tem de ser expert em petróleo e em gás. Consequentemente, a presidente Dilma é expert em petróleo e gás. Pode ela achar estarrecedor ligar o Planalto à suspeita de fraude na CPI da Petrobrás no Senado, mas não há dúvidas de que alguém de fora da empresa foi expert o suficiente para elaborar perguntas para a Petrobrás.
 
Flavio Bassi flavio-bassi@uol.com.br 
São Paulo

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AS PERGUNTAS DA CPI

Dona Dilma disse que o Planalto não é expert em petróleo nem em gás, portanto não poderia ter participado da elaboração das perguntas combinadas da CPI da Petrobrás. Certíssimo. Aliás, o Planalto não tem experiência em muita coisa. Uma de suas experiências mais do que comprovadas é em maracutaias...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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COMPETÊNCIA E RESPONSABILIDADE

"O Palácio do Planalto não é expert em petróleo e gás. O expert em petróleo e gás é a Petrobrás", disse Dilma em seu dilmês castiço em outro discurso sobre a CPI fajuta da Petrobrás. Tentamos traduzir todo o discurso, mas é quase impossível entender os neurônios difusos da presidente, na volúpia de continuar se eximindo de responsabilidades. Seria algo mais ou menos como: ninguém entende de petróleo e gás a não ser a Petrobrás. Assim, os únicos que têm competência para fazer perguntas são apenas eles que entendem do assunto. E, já que cooptaram a mídia, quase toda a imprensa, a Justiça e tudo o mais, essa tão sensível e compenetrada senhora vai se safando do impeachment. E, se vacilar, é capaz até de se reeleger.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

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ESTARRECEDOR 

De escândalo em escândalo, a Petrobrás, respeitada e orgulho nacional, deixou de sê-lo depois do aparelhamento deste desgoverno. E vem dona Dilma defender o indefensável, achar "estarrecedor" alguém de fora da empresa fazer perguntas à Petrobrás? Como assim? Se não existe nada a esconder, por que ficar tão irritada, a ponto de ameaçar deixar a entrevista após a participação na sabatina da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)? A imprensa nada mais faz do que dar voz aos pagantes da esbórnia: o povo brasileiro. O que “elles” querem esconder – isso, sim – de tão estarrecedor?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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APARELHAMENTO TOTAL

Livrar Dilma Rousseff e seu Conselho de Administração da Petrobrás da lambança de nome Pasadena prova que o aparelhamento do Estado ocupou as principais instituições nacionais. O Ministério Público Federal pode reabrir o caso e enquadrar Dilma e seu conselho e até mesmo a atual presidente da estatal, Maria da Graça Foster, todos por improbidade administrativa. Só o cego Bartimeu não veria que houve decisão política.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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SUJEIRA NA PETROBRÁS

Oposição, Ministério Público, Polícia Federal, já deu, antes que eles acabem com a Petrobrás, está na hora de prenderem toda a diretoria da empresa, o chefe em São Bernardo e o pessoal do Planalto. Fernando Collor saiu por muito menos.

Ferdinando Perrella fperrella@hotmail.com 
Sorocaba

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NEGÓCIO ENTRE AMIGOS

US$ 60,9 milhões é o que cada um dos 11 diretores da Petrobrás, mais a sra. Graça Foster e o sr. Zelada, 13 no total, vão ter de repor aos cofres do Tesouro. O PT vai arrecadar estes US$ 792 milhões facilmente, como fez com a patota do mensalão José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. E encerramos mais este negócio entre amigos.
 
Sinclair Rocha  sinclairmalu@uol.com.br
São Paulo

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CPI VIOLADA

Na época da CPMI dos Correios, fuçaram e encontraram o milionário roubo dos mensaleiros no Banco do Brasil, porque à época o PT ainda não havia se formado em malandragem. Mas, quando o ex-presidente Lula se reelegeu, soltaram a franga e desde então a oposição nunca mais conseguiu criar uma CPI de peso, já que CPI é um meio constitucional que a “oposição” tem para investigar irregularidades. Portanto, nem precisamos ser “expert” para entender que Lula tenha enfiado seu bedelho na atual CPI da Petrobrás aconselhando que todos os envolvidos tivessem sintonia com as perguntas feitas pelos senadores, porque, a exemplo da CPMI dos Correios, iam fuçar e encontrar onde foram parar os US$ 792 milhões na desastrada compra da usina de Pasadena. Ao bom entendedor, não seria apenas para livrar a cara da presidente Dilma de suas responsabilidades, mas para encontrar seu verdadeiro mentor e onde foram parar os “milhões” das Petrobrás.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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PETROBRÁS
 
A CPI do Senado virou uma ação entre amigos, com gabaritos vistos e revistos. Se a Polícia Federal não abrir um inquérito, vai virar mais uma pizza. 
 
Marius Arantes Rathsam mariusrathsam@hotmail.com 
São Paulo

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CARTAS MARCADAS

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que combinação em CPIs vem desde Pedro Álvares Cabral. Será que é por esse motivo, caro ministro, que a corrupção impera no Brasil desde o tempo do Império?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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DECORAM E NÃO APRENDEM

A apostila do cursinho da Petrobrás para depoentes de CPIs do Congresso Nacional vem com gabarito das perguntas e respostas padronizadas para serem decoradas.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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VERDADEIRA PASMACEIRA

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao programa "Poder e Política" que a combinação de depoimentos em CPIs "vem desde Pedro Álvares Cabral. Na primeira CPI já deve ter acontecido isso". Então chegamos à conclusão de que já é um comportamento admitido nas hostes de seu partido e que somos todos tolos de acreditar na validade das tantas que foram criadas para avaliar desvios de conduta de políticos do PT. É impressionante que um ministro de Estado se preste ao uso dessa estratégia para defender o indefensável. A forma utilizada pelos governistas para tentar desviar os malfeitos da Petrobrás/Pasadena da presidente Dilma estão na verdade tornando o caso uma verdadeira pasmaceira.

Leila E. Leitão
São Paulo

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O CRIME COMPENSA

Muita fumaça e pouco fogo. Cadê a grana que surrupiaram da Petrobrás? Definitivamente, o crime aqui, no Brasil, compensa para políticos ladrões.

Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo 

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QUEM ROUBOU DO PT?

Com total imprudência, o ministro Paulo Bernardo afirma que combinar depoimentos em CPI “vem desde Cabral” e que a polêmica sobre a Petrobrás é “uma tempestade em copo d’água para ver se alavanca a oposição”, que quer “fazer um circo, fazer barulho, acusar o governo, aproveitar o palanque para fazer acusações”. O alvo do ministro não deveria ser a oposição, mas a senhora presidente Dilma Rousseff, que plantou tempestade ao contar para os brasileiros que “um resumo técnico e falho”, de duas páginas e meia, foi o único documento apresentado pela Petrobrás aos conselheiros que, se conhecessem as cláusulas do contrato, teriam desaprovado a negociação da compra da Refinaria de Pasadena. Paulo Bernardo poderia dedicar-se a uma missão mais nobre: descobrir qual foi o companheiro que roubou do PT a linha divisória entre honestidade e despudor.
 
Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br 
Rio de Janeiro 

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PERDEU-SE A VERGONHA!

Cartas marcadas em jogo é ladroeira. Para alguns elementos participantes de órgãos representativos do povo brasileiro, que deveriam zelar por se conduzirem com independência, ética e seriedade, as cartas marcadas se transformaram em forma de se dar bem na vida, sair bem na foto e receber benesses. Perdeu-se a vergonha! As cartas são marcadas sob os holofotes e festejadas. Muitos membros do Executivo, do Legislativo e do Judiciário não fazem a menor cerimônia em deixar claro, por meio dos seus atos, que jogam com cartas marcadas. Diante dessa situação grave, estão propagando que as eleições serão a forma de trazer a Nação para uma nova realidade, mudar o que aí está. Transformar a podridão que tomou de assalto a Nação. Infelizmente, independência, decência, honradez, honestidade não retornam tão facilmente. O câncer já evoluiu muito. Agora ou se parte para uma cirurgia radical, seguida de sofrimentos com tratamentos complementares, ou o paciente morre. É este o quadro clínico que herdamos nestes 12 anos de descalabros com os recursos públicos e com a Nação como um todo.

João Alberto Ianhez ianhezrp@netpoint.com.br
Boa Esperança do Sul

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OS ELEITORES BRASILEIROS

Pela primeira vez na história deste país, o número de 8 milhões de eleitores com ensino superior completo supera os 7,4 milhões de analfabetos. Esses dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que também indica que em 2014 o total de brasileiros ou naturalizados com direito a votar em outubro é de 142,8 milhões eleitores. Infelizmente, esses números citados acima de eleitores com ensino superior e de analfabetos nos envergonham: são reflexo cabal de que nestes 192 anos da proclamação da nossa independência, esta nação não foi capaz de alfabetizar seus filhos. E de que, na realidade, não são somente esses 7,4 milhões de analfabetos, porque temos outros milhões de brasileiros analfabetos funcionais, que, com a péssima qualidade do ensino fundamental que temos, não entendem nem o que lêem. É muito triste também saber que temos apenas 8 milhões de cidadãos que completaram o ensino superior. Isso porque a Coreia do Sul, por exemplo, que na década de 1960 era uma nação mais pobre e com mais analfabetos proporcionalmente do que no Brasil, hoje nos coloca no chinelo pelo seu desenvolvimento econômico e pela revolução que alcançou na área da educação: o total de coreanos do sul com ensino superior completo é de 58% da população. E nós mal chegamos a 4% entre os 200 milhões de brasileiros.  Depois reclamamos de que a nossa produtividade na atividade científica e econômica é muito baixa. O reflexo desse vexame está na pesquisa, feita com 136 países, em que nosso Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nos deixa classificados na vergonhosa 79.ª posição.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Paulo

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VOTAR EM BRANCO

O descrédito dos políticos perante a opinião pública está dando margem a que muitos pensem em anular o seu voto ou a votar em branco. Qual das duas hipóteses é a mais válida? Tanto uma quanto a outra seriam negar o nosso direito de fazer mudanças, pois quem não assume o seu direito de buscar melhorias por meio do voto perde o seu direito de reclamar, por uma simples razão: os políticos que hoje estão no poder continuarão a dar as cartas, pois são frutos da compra de votos ou de votos corporativos, principalmente a ala dos que hoje se julgam donos do poder, e o são, tendo em vista que compraram esse direito – com dinheiro nosso (vale esmola).  O Brasil chegou ao ponto de ver as melhores cabeças serem comandadas pelas mais espertas. Ministros, desembargadores, juízes, procuradores, professores, etc. seguindo as diretrizes ditadas por um analfabeto. Será que não chegou a hora de se olharem no espelho e se perguntarem: de que valeram tantos anos de estudo para agora estarmos vendidos a um analfabeto que se orgulha de nunca ter estudado? Ou de uma guerrilheira em cujo currículo não consta nenhuma grande proeza literária, empresarial ou política. Tanto estes aqui citados quanto aqueles que votarem em branco ou anularem o seu voto não merecem a nacionalidade brasileira. Cuba foi modernizada com o nosso dinheiro. Mudem-se para lá.

Ruy Telles ruytelles@hotmail.com 
Brasília

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A URNA E O PROTESTO

A economia brasileira patina e mais uma vez na história não consegue competir em condições razoáveis de igualdade com o mercado internacional. O índice de brasileiros sem acesso a saneamento básico e a água potável é elevado em pleno século 21. Os preços sobem e a inflação camuflada afeta o bolso e a vida do consumidor brasileiro. Nós, eleitores brasileiros, temos razões suficientes para trocar todos os governantes, deputados estaduais, federais e senadores em outubro de 2014. Por que não o fazemos, se reclamamos tanto ao longo dos últimos 20 anos? Para começar, votemos com consciência, não votemos nulo nem em branco, o que apenas reforça o atual sistema. Não brinque com seu voto nem pense que a urna é lugar de protesto, porque nunca foi nem nunca será.    

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br  
Bauru

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APURAÇÃO ELEITORAL

Países de Primeiro Mundo, ricos e berços da informática, por questão de confiabilidade, não adotaram rapidez na apuração eleitoral. A apuração eletrônica, principalmente na transmissão, é vulnerável, passível de fraude. O Brasil deveria adotar uma forma incontestável de transparência para dirimir tais possibilidades. Para manter um documento confiável, que tal em cada seção eleitoral gravar um pen drive sob a guarda do presidente da seção, imprimir e colher assinaturas dos componentes da seção e de todos os fiscais de partidos presentes? Convenhamos, a pressa em divulgar o resultado eleitoral é inimiga da confiabilidade, da segurança e da transparência. Há tempo e recursos mais que suficientes para, em nome da lisura, dificultar a fraude – só não dificulta se não quiser.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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QUEM GARANTE?

Finalmente alguém denuncia a falta de segurança das urnas eletrônicas, assunto que sempre foi evitado por todos. Quem pode garantir que, após a vistoria do Ministério Público, as máquinas guardadas em depósitos, até serem distribuídas às zonas eleitorais, não possam ser manuseadas por alguém com acesso aos locais? Que tipo de monitoramento policial se faz para garantir a lisura dos votos que serão ali registrados? Detalhe: não se podem conferir resultados, pois não há meios para recontagem. Acredito que, se o sistema fosse bom mesmo, teria sido imitado no resto do mundo. Se quisermos tentar melhorar o futuro, devemos pensar bem antes de votar de novo no mesmo candidato.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 
Rio de Janeiro

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A HORA DA VERDADE

A Copa do Mundo acabou, as despesas absurdas e as dívidas ficaram para todos nós pagarmos. Digo todos porque até numa bala que uma criança compre há imposto. O futebol brasileiro fez a maior vergonha de todos os tempos, mas outra seleção está entrando em campo: a dos candidatos a cargos políticos. Para que o povo brasileiro não seja novamente envergonhado por ter sido enganado, sugiro que todos os eleitores usem a internet para conhecer a vida pregressa de seus candidatos. Há muitas raposas velhas e novas que vêm se reelegendo sempre porque os eleitores acreditam em suas promessas mentirosas. Vamos votar em pessoas idôneas (fichas limpas) e mostrar nosso repúdio aos salafrários (fichas sujas). Muda, Brasil!
 
Abílio Teixeira abilioteixeira@bol.com.br 
Brasília

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CAMPANHA

Começaram as promessas dos candidatos à Presidência da República. Prometem tudo. Farão isso, farão aquilo, etc. Falam das mesmas coisas que diziam outros políticos há 60 anos, e eles repetem. Claro, está dando certo. Gente, vamos acordar. Eles estão vendendo sonhos. Quem vende sonhos é padaria.  

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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O POVO NÃO É BOBO

E não é que dona Dilma Rousseff já começou a carregar e beijar criancinhas pelas ruas. A velha hipocrisia sempre presente nas campanhas. Que falta de criatividade. 
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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O CARÁTER DESSA GENTE 

A presidente Dilma, em termos de desfaçatez e hipocrisia, mostra, além do linguajar chulo, que é bem pupila de seu antecessor e desmerece o caráter e a qualidade do povo brasileiro. Chama de pessimistas quem critica seus heterodoxos desvarios e estragos econômicos, mas disse, ao justificar que guarda R$ 152 mil em casa, que “primeiro, tenho um colchão enorme lá no Palácio do Planalto. Cabe muita grana embaixo. Segundo, porque não confio no banco. Do jeito que a economia vai mal, nunca se sabe o que vai acontecer. Além do mais, a poupança nem está essas coisas”, em que reconhece, claramente, o desastre de sua política. No vergonhoso episódio da CPI da Petrobrás, diz que é questão do Congresso Nacional, quando as perguntas combinadas teriam sido formuladas por um assessor da Secretaria de Relações Institucionais, dirigida pelo notório Berzoini, ou seja, nos desvãos do próprio Palácio do Governo. No passado, disse, desrespeitando a inteligência e a sensibilidade alheias, que o dossiê contra os gastos de FHC e família era apenas um “banco de dados”. Negou, o que a segurança registrou, a ida, chamada por ela, Dilma, da então secretária da Receita Federal ao palácio, para aliviar as investigações da Receita sobre a família Sarney, o cidadão “incomum”, ora em humilhada retirada, com medo da derrota eleitoral, após anos de escancarado patrimonialismo. Agora, exigiu do Banco Santander a demissão da analista, apenas por exprimir a verdade que o mercado sabe. Por que não demite o assessor palaciano, muito mais fácil, pois lhe é subordinado,  bastando uma simples canetada? Ah, mas ele faz parte do fundamentalismo-mensaleiro-petista, que não tem princípios, só fins. Nada diferente do Hamas, que não quer a paz, mas eliminar Israel, o PT quer o poder, mesmo eliminando o Brasil. Que o diga a recente submissão e genuflexão ao notório e nada republicano PR, trocando o ministro dos Transportes e a ética e moral por míseros minutos na TV. Em vésperas de eleição, é bom reconhecer o caráter dessa gente, saber do que ela é capaz e do risco, tal qual Israel, que a sobrevivência do Brasil corre.
 
Luiz Sérgio Silveira Costa lsergio22@gmail.com 
Rio de Janeiro

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ANO DE ATRASO

Ano de eleição no Brasil é um atraso. Não se pode divulgar nada que fira a imagem dos governos. Por causa de uma eleição não se faz campanha para economizar energia, água, mentem sobre o índice da inflação e adiam o aumento dos combustíveis e de outros serviços. Tudo isso porque o povo é um eterno idiota. É maltratado pelos governos, padece quando necessita dos péssimos serviços públicos, continua pagando impostos escorchantes e continua votando sem cobrar responsabilidade de seus candidatos. Neste ano, o Congresso Nacional decretou férias com a desculpa da Copa do Mundo e, agora, porque as eleições estão aí. Uma vergonha, um descalabro total. Jamais se viu um Legislativo refém do Executivo como neste período em que o PT finge governar. Esse é o preço que se paga quando o poder e o dinheiro falam mais alto. O País, que tinha tudo para se tornar uma grande potência, está se deteriorando. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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PESQUISAS ELEITORAIS
 
Os institutos de pesquisa divulgam a intenção de votos dos eleitores, sempre ressalvando que pode haver margem de erro de 2% para mais ou para menos. Pois bem: se determinado candidato tiver 80% de intenções de voto, com a margem de erro ele ficaria entre 82% e 78% das intenções de voto. Se outro candidato tiver 8% de intenções de voto, com a margem de erro ele ficaria entre 10% e 6%. Analisando os números, tem-se que, no primeiro exemplo, a porcentagem da variação das intenções de votos seria de 2,5% para mais ou para menos. Já no segundo exemplo, a variação seria de 25% para mais ou para menos. Isso ocorre porque o porcentual de erro é aplicado em número absoluto, quando deveria ser aplicado em número relativo, porque as intenções de votos analisadas são diferentes.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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PALANQUE SINDICAL

O apoio da Central única dos Trabalhadores (CUT) a Dilma Rousseff ou da Força Sindical a Aécio Neves, bem como de qualquer outra entidade sindical a qualquer candidato nas eleições, é uma violação absurda à moralidade. O artigo 24 da lei federal 9.504/97 veda claramente “a partido e candidato receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de (…) entidade de classe ou sindical”. Então, o sindicato não doa dinheiro (ao menos, de forma legal), mas faz uma festa gigantesca, ao custo de algumas dezenas de milhares de reais, onde o candidato apoiado pela entidade tem tribuna livre para fazer seu discurso, posa para fotos com o presidente da instituição e este declara apoio à candidatura daquele. Será que o Tribunal Regional Eleitoral (TER) está tão míope a ponto de não enxergar essa indecência escancarada? O que se pode esperar destes candidatos depois de eleitos?
 
Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br 
Pouso Alegre (MG)

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CANDIDATOS SEM PROPOSTA

Os candidatos a presidente precisam se esforçar mais nas propostas para evitar que, no dia das eleições, os eleitores vão à praia aproveitar o feriado. Propostas tipo como enxugar a máquina, reduzindo metade dos ministérios, eliminar os cargos comissionados com altos salários para os amigos, recuperar o ensino dando prioridade à formação de professores em todos os níveis, principalmente no ensino fundamental, como promoverá uma efetiva reforma tributária para valer, como fará para reformar as polícias, que reprimem e controlam a população, mas não consegue protegê-la. Enfim, discutir como fazer um Brasil mais justo e mais humanitário, e como irá fazer para melhorar o atendimento à saúde do povo. O povo tem de ter interesse e vontade de votar.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com 
São Paulo

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PRIMEIRO ASSALTO

Como era previsto, as eleições presidenciais começaram a polarizar entre o PT e o PSDB. Basta ver o festival de ataques entre políticos dos dois grupos. Sem falar em boa parte das redes sociais e da imprensa, tendenciosas, como sempre, que visam a defender seus próprios interesses. De um lado, a manipulação da CPI da (na) Petrobrás, do outro, o aeroporto em Cláudio (MG), assuntos que deverão se arrastar por várias semanas. Correndo por fora, os candidatos da coligação PSB-Rede Sustentabilidade tentam se sustentar, torcendo para cair eleitor na rede, com o perdão pelo trocadilho. E, por falar no pobre e mortal eleitor, aquele velho conhecido que a mídia e formadores de opinião dizem ser o responsável pelos maus administradores que elege e costuma ser desprezado passado o pleito, continua muito mal, obrigado. Obrigado a votar, cumprindo o que defendem ser a lógica da democracia, e a participar de um picadeiro onde o ingresso vale serviços públicos de baixíssima qualidade e corrupção. Muita corrupção.
 
João Direnna joao_direnna@hotmail.com 
Quissamã (RJ)

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O AEROPORTO

Na Fazenda da Mata, interior de Minas Gerais, de propriedade de seus familiares, Aécio Neves, quando governador, construiu um aeroporto com dinheiro público, num valor de quase R$ 14 milhões.  E as chaves do aeroporto ficam com familiares do hoje senador e candidato a presidente do Brasil, Aécio Neves. E a pista de pouso fica perto do refúgio favorito do candidato tucano, a própria Fazenda da Mata. Aécio Neves diz que os parentes não se beneficiaram com a obra, mas já existia outro aeroporto a 50 km de distância. Pega muito mal para um candidato que promete ética e boa gestão pública. Mas, como dizem os políticos, o aeroporto construído com dinheiro público em terras particulares foi mera coincidência.

Carlos Iunes carloiunes@gmail.com 
Bauru 

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AÉCIO NEVES

Ou explica ou explica. De vez! Caso contrário, a "biruta" do tal aeroporto lembra ventilador...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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PROMESSAS AO VENTO

Se o governo de dona Dilma Rousseff não tem competência para terminar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e muito menos o PAC 2, por que quer lançar o PAC 3? Serão mais promessas de palanque não cumpridas!

Milton Bulach mbulach@gmail.com 
Campinas 

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INFRAESTRUTURA

Quem falou que falta infraestrutura neste país? Vejam a que montaram no Palácio do Planalto e que nós pagamos, para o PT poder montar um serviço de espionagem para perseguir jornalistas que não comungam com as opiniões deles. Essas são a ética e a moral deste governo.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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TREM PARADO

Na medida em que o tempo passa, ficamos sabendo cada vez mais das falcatruas do petelulismo referentes ao PAC 1 e ao PAC 2, o tal Programa de Aceleração do Crescimento, que até hoje não soubemos praticamente de nenhuma obra que tenha sido iniciada e concluída, mas, sim, de inúmeras paradas e até abandonadas. Apesar disso, já se fala no PAC 3. Prova disso é que o Tribunal de Contas da União (TCU) divulga que o projeto do trem de alta velocidade, que ligaria São Paulo ao Rio de Janeiro, terá de recomeçar do zero, pois o apresentado em 2009, que custou a bagatela de R$ 29,1 milhões, é considerado ultrapassado, como também o estudo de viabilidade técnica e econômica. Vergonhoso, ridículo, absurdo.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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APOSENTADOS VILIPENDIADOS

Questionar dona Dilma é chover no molhado, portanto questiono o candidato Aécio Neves: Qual a previsão dele, se eleito, de corrigir a situação de milhares de aposentados do INSS que foram vilipendiados em seus proventos após a Constituição de 1988, que, apesar de rezar que não poderia haver redução de proventos, o governo – com aprovação do Congresso, encabeçado pelos senadores Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e José Sarney – resolveu adotar as novas regras com efeito retroativo, jogando por terra um direito adquirido de quem contribuiu sobre as leis vigentes na ocasião? Aos 81 anos, aposentado com 8 salários mínimos, recebo hoje menos de 3 salários, o que classifico como uma bofetada daqueles que impuseram tal sequestro. Portanto, como ele está se apoiando na figura do avô, deveria resgatar sua memória perante tantos aposentados e eleitores (idoso nunca se ausenta das urnas) para corrigir tal erro. Aliás, um projeto aprovado pelo Senado hiberna, há anos, nas gavetas da Câmara com total desprezo aos que sofrem há 26 anos.

João Roberto Gullino jrobertogullino@gmail.com 
Petrópolis (RJ)

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O PESO DOS APOSENTADOS

Os aposentados pela Previdência Social são uma classe que envolve aproximadamente 30 milhões de eleitores, calculando por baixo. Pois, se se considerar apenas mais um voto para cada aposentado da Previdência, então, sim, terão um número de votos suficiente para decidir uma eleição presidencial. E tudo está indicando que isso irá acontecer em outubro. O PT, com a atual presidente Dilma Rousseff, demonstrou durante esta década que pouco se interessou pelos direitos constitucionais dos aposentados e, até agora, nada de concreto apresentou em seu projeto de governo indicando que corrigirá o desrespeito aos direitos dos aposentados da Previdência. O candidato Aécio Neves também não disse nada que dê esperanças aos aposentados sobre a recuperação dos seus direitos constitucionais – tudo indica que ele, o segundo mais bem cotado na eleição, irá trocar seis por meia dúzia. O candidato Eduardo Campos diz que irá assegurar a integração orçamentária da Previdência, mas também não diz da recuperação dos direitos constitucionais dos aposentados e das injustiças que esta classe vem enfrentando em todos os governos pós-regime militar. Qual deles receberá o apoio maciço da classe?

Mari do Carmo Leite Alves m.carmo1946@bol.com.br 
São Paulo 
 
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EU E A COPA DO MUNDO

Sou engenheiro agrônomo, com doutorado pela Esalq, portanto estudei por mais de 20 anos, trabalhei como pesquisador científico por mais de 30 anos no IAC, publiquei mais de 50 trabalhos científicos e de divulgação, percorri todos os Estados brasileiros ministrando aulas, participei de inúmeros congressos, representei o Brasil oficialmente por várias vezes em diferentes países, participei em missões da FAO em países africanos, escrevi um livro editado em sua segunda edição como o primeiro CD de Banana no mundo e hoje estou aposentado por moléstia grave. Por outro lado, a presidente Dilma sancionou em 5/6/2012 a Lei n.º 12.663, aprovada pelo Congresso Nacional, a chamada Lei da Copa do Mundo Fifa 2014, que estabeleceu a concessão de prêmio e auxílio especial mensal aos jogadores titulares ou reservas das seleções campeãs do mundo em 1958, 1962 e 1970, que, em seu Capítulo IX – Disposições Permanentes, estabelece em seu artigo 37 § I prêmio em dinheiro e em seu § II auxílio especial mensal aos jogadores sem recursos ou com recursos limitados, e, em seu artigo 38, que o prêmio será pago uma única vez, no valor fixo de R$ 100 mil ao jogador e, no artigo 39, estende este prêmio aos descendentes desse jogador, sendo que no artigo 41 isenta todos os que receberem esse prêmio do pagamento do Imposto de Renda e da contribuição previdenciária. Para não me alongar, informo que aos jogadores da Copa de 2014 os valores de cada um são maiores e variáveis e estão especificados conforme listagem que está na internet. Entretanto eu, que nunca joguei futebol, recebo apenas cerca de 10% do que qualquer um deles.

Raul S. Moreira raulmoreira@mpc.com.br 
Campinas

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BRASIL – RÚSSIA

“Reação da Rússia a sanções comerciais pode elevar as exportações brasileiras”, disse manchete do caderno de “Economia e Negócios” de quinta-feira (7/8) do “Estadão”, sobre retaliação da Rússia às sanções dos Estados Unidos e da União Europeia por causa da crise na Ucrânia. Com certeza, a preferência dada ao Brasil tem muito que ver com o encontro reservado de Dilma Rousseff com Vladimir Putin durante a reunião de cúpula dos Brics realizada recentemente no Brasil.

Maércio Garbelotti maerciogarbelotti@hotmail.com 
Fartura

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AMEAÇA À PAZ

A Rússia está em guerra (não declarada) contra a Ucrânia, armando os rebeldes que derrubaram um avião civil, e nenhuma nota do Palácio do Planalto condenou esse ato bárbaro, este crime de guerra. Agora a Rússia quer importar do Brasil tudo o que a Europa se nega a fornecer e o governo brasileiro, servil, apoiador de toda e qualquer agressão à União Europeia e aos EUA, vai fornecer o que a Rússia pede. Um país governado por um ditador sanguinário, assim como Fidel Castro. Quantos ucranianos já morreram por armas russas? E as vítimas civis do avião derrubado? Esta guerra, para o governo Dilma, é justa! O modelo de governo de Vladimir Putin é o ideal para o Brasil. O governo brasileiro não é apenas um anão diplomático, é uma ameaça à paz mundial aliando-se a tudo o que não presta no planeta.
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

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EBOLA

Tal qual o vírus da aids, o vírus da Ebola é uma ameaça ao mundo globalizado e um desafio aos governos e cientistas em busca de drogas eficazes no tratamento das pessoas contaminadas.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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AMEAÇA AO BRASIL

O governo brasileiro está sendo negligente e omisso ao permitir o transporte de mercadorias e de pessoas de e para áreas onde há o surto do vírus Ebola. É desnecessário dizer que não temos estrutura física nem profissional para lidar com um surto desse vírus, pois a população não recebe atendimento adequado sequer para tratar de uma simples gripe ou para receber um parto humanizado, quem dirá conter um vírus que causa a morte de 90% dos infectados. Ressalto que não temos nenhuma garantia de que os médicos cubanos entendam de Medicina (não fizeram o Revalida), nossos hospitais estão sucateados e com excesso de pacientes e a maioria das verbas destinadas aos hospitais públicos é desviada. Cabe ao governo brasileiro observar as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e seguir o exemplo de outros países que suspenderam voos com regiões afetadas pelo Ebola. Caso o vírus entre no Brasil, teremos um cenário catastrófico, com prejuízos humanos e materiais incalculáveis.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com 
Virginópolis (MG)

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