Fórum dos Leitores

HORÁRIO ELEITORAL

O Estado de S.Paulo

21 Agosto 2014 | 02h05

Bizarro

Até quando vamos ter esse ridículo horário político no rádio e na televisão? Precisamos evoluir, essa programação é um verdadeiro circo dos horrores.

JOSE JOAQUIM ROSA

jjrosa1945@yahoo.com.br

São Paulo

Tiririca

Mesmo quem não quer ver esse programa político do horário eleitoral "gratuito" acaba sendo obrigado a assistir à propaganda paga de muito mau gosto. O que o candidato Tiririca está apresentando é degradante. Seu partido deveria ter vergonha de apresentar "aquilo". Como os eleitores terão coragem de votar nesse candidato? Precisamos de gente séria que nos represente, isso não é uma brincadeira.

CARLOS ALBERTO DUARTE

carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo

Eu gostei do Tiririca imitando o Roberto Carlos no horário político. Atuou melhor que os outros que tentaram passar-se por políticos sérios.

MARCELO N. LIBORIO

mnliborio2@gmail.com

São Paulo

A macarronada de Dilma

No programa de abertura de sua campanha na televisão, na falta de melhores atributos a serem exibidos, Dilma Rousseff foi ao fogão e preparou uma macarronada muito elogiada por seu criador, Lula. Na receita dela, a massa é o povão dos grotões, o molho, incrementado com "porções de Lula", são as bolsas que garantem o voto dos famélicos. Quem sabe, nos próximos programas, ela exibirá habilidades em costura e crochê?

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

A dúvida permanece

Pelo tempo que o ex ficou à frente das câmeras e pelos argumentos por ele apresentados quando da abertura da propaganda eleitoral na TV, fica a dúvida se é mesmo a atual presidente a candidata à eleição de outubro.

ALBERTO CARUSO

albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

Piada do ano

E o PT está em dúvida sobre como seria o Brasil governado por alguém sem experiência administrativa?! Elementar, meu caro Watson...

EDGARD MOURÃO FILHO

edgardmourao@hotmail.com

Santos

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Capacidade de gestão

Manchete do Estado de 19/8 diz que PT e PSDB vão questionar a capacidade de gestão de Marina Silva e lançar dúvidas sobre como seria o Brasil governado por alguém sem experiência administrativa. Isso é pura conversa fiada de gente que não tem argumentos para sustentar suas opiniões. Lulla era sindicalista, vociferava em cima de palanque na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, e Dilma era guerrilheira, radicalizou enquanto pôde. Ambos puseram em postos de governo seus companheiros sindicalistas, que nunca entenderam coisa alguma de administração pública. Vejam o caso do assessor de Relações Internacionais, Marco Aurélio Garcia, o "top top", que nada entende de diplomacia. Ora, tanto Aécio Neves como Marina, se eleitos, vão cercar-se de pessoas inteligentes e capacitadas em cada área e certamente farão um governo melhor do que este do PT, que está destruindo o Brasil.

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

Plano de governo

Gostaria de ouvir de Marina Silva que faz parte do seu plano de governo diminuir o número de ministérios - isso não é cabide de empregos -, além de trazer brasileiros experientes, competentes e de ficha limpa para auxiliá-la a ressuscitar o Brasil.

ROBERTO SOARES HUNGRIA

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

Alternância de poder

O destino lançou Marina Silva de volta ao embate presidencial. Mas a candidata, para aí se fortalecer, deverá adotar uma conduta, digamos, mais amistosa, conciliatória, moderada, não somente com os seus pares da política, como também com alguns setores da sociedade. Exemplo: o agronegócio, importante fonte de divisas para o País, que não aprecia incertezas jurídicas, principalmente sobre a posse da terra e a legislação ambiental (já basta ao agricultor o risco natural das pragas e do clima). Certamente Marina nos traz certo alento na perspectiva de uma real alternância de poder, embora lhe falte a experiência no Executivo. Mas, por aí, Lula e Dilma também não a tinham...

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

Marina e o agronegócio

Tucanos e petistas, desesperados com a ascensão da candidatura de Marina Silva, tentarão desqualificá-la afirmando que ela é contrária ao agronegócio. Na verdade, Marina repudia recorrentes práticas como desmatamento, uso de agrotóxicos e hormônios, trabalho escravo, etc., que tendem a prejudicar o agronegócio - na proibição de importação de carne brasileira, por exemplo. O compromisso de Marina com a sustentabilidade só ajudará o agronegócio, pois dará credibilidade à qualidade dos produtos exportados.

WILSON HADDAD

wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

O novo na política?

A coligação liderada pelo PSB faz questão de se apresentar como sendo uma nova maneira de fazer política. Com o infausto passamento do líder da coligação percebe-se que a coisa não é bem assim. Ao deparar com os indefectíveis "papagaios de pirata", notam-se figuras velhas conhecidas, como Roberto Amaral e Luiza Erundina. Por outro lado, nas cerimônias fúnebres chamou a atenção a manifestação liderada pelos filhos do falecido com gestual e palavras de ordem que nos remetem às ideias estabelecidas no século 19. Isso sem mencionar que os líderes mensaleiros condenados as utilizaram em profusão, querendo transformar um crime comum em crime político. Eu só queria entender onde está a novidade!

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

SENADO FEDERAL

Pauta importante

Os nobres senadores, no reinício das atividades legislativas, vão discutir a eliminação do ç, do ch e do ss da língua portuguesa. Certamente haverá acalorados debates, mesmo porque esse é um tema de vital importância para o País. Bravo, senhores!

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

RUY MESQUITA
 
Os 60 anos de contribuição de Ruy Mesquita para a imprensa brasileira, defendendo a liberdade e a independência com uma postura de homem ímpar, merecem a homenagem do 10.º Congresso de Jornais, da mesma forma que Roberto Civita também faz jus à honraria. Na verdade, todos os assinantes e admiradores do “Estadão” sentem a falta do eminente e grande jornalista, idealizador do “Jornal da Tarde”, periódico que também conseguiu angariar milhares de adeptos e de admiradores. Disse o grande filósofo grego Aristóteles que "a dignidade não consiste em possuir honrarias, mas, sim, em merecê-las". Ambos merecem as homenagens programadas. Nossos cumprimentos efusivos à família de Ruy Mesquita, cuja presença permanecerá sempre em nossas mentes e arquivos.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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ELEIÇÕES 2014

O PT, que tem em Dilma Rousseff a presidente mais inexpressiva e despreparada da história política brasileira, querendo lançar dúvidas sobre a capacidade de Marina Silva governar o País. Antes mil vezes a inexperiente Marina do que mais quatro anos da “super gerente” Rousseff. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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MAIS DO MESMO PIORADO

PT e PSDB vão questionar capacidade de gestão de Marina. Nesta questão, o partideco leva uma tremenda vantagem, já que a riponga foi gerada, parida e doutrinada pelos companheiros trambiqueiros e sua incapacidade gestora é mais do que conhecida, pois a escola onde cursou a matéria é notória em sua incapacidade educacional. Além disso, a figura adquiriu o mesmo cacoete de todos os seus outros  companheiros de maternidade, ou seja, para ela não existem adversários, mas tão somente inimigos. Seu rancor pela humanidade não petista está estampado em sua face. Enganam-se aqueles que pensam ser ela uma alternativa ao que aí está. Marina é apenas mais do mesmo, piorado.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com 
São Paulo

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HORA DE ESCOLHA

O que seria melhor para o Brasil: deixá-lo nas mãos de um PT comprovadamente incompetente e corrupto, que, "em nome da governabilidade", entrega a chave dos cofres em alianças espúrias com os políticos mais notórios que este país jamais viu, ou  dar a chance a Marina Silva, Aécio Neves ou até mesmo Eimael, na tentativa de moralizar a administração pública e voltarmos ao crescimento econômico? Marina e Aécio deveriam se aliar, pelo bem do povo, pois, se a saúva não acabou com este país, o PT o está fazendo.

Paulo Ruas pstreets@terra.com.br 
São Paulo

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HERANÇA ENIGMÁTICA

Passada a comoção da tragédia que culminou com a morte de Eduardo Campos, cabe agora avaliar a herança por ele deixada. Sempre achei que Marina Silva não estava lá muito favorável a suas ideias, e isso era perceptível em seu semblante, sempre carregado. A minha objeção para não votar nele era exatamente pela escolha da sua vice, que, no meu entender, continua sendo uma petista incorrigível e, o pior, da ala mais radical da legenda.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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EMOÇÃO E ELEIÇÃO

Compreendo a dor que abate a família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, cuja vida foi ceifada tão cedo. Todavia, não podemos nos deixar levar pela emoção, tão ao gosto do brasileiro, tendo muita relação com o tal "homem cordial" – o que não significa um elogio – muito bem estudado por Sérgio Buarque de Holanda. Temos de tomar cuidado com as virtudes descobertas “post mortem”, que se dá no mesmo contexto emocional. Acreditar em Marina Silva como a via salvacionista, invocando seu "purismo" – o PT já o foi um dia – é nos colocar em outra aventura eleitoral. O grau de instrução de seu eleitorado também não garante nada, considerando a dificuldade de muitos, em curso de graduação e já graduados, em entender um texto. Punhos cerrados também não são bons indicadores, nem para jovens. É hora de buscar um pouco de serenidade e muita racionalidade.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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A SORTE ESTÁ LANÇADA

Quem arriscaria dizer, há alguns poucos anos, que duas mulheres estariam frente a frente na disputa pela Presidência? De um lado, Dilma PT (pessimismo total) e, de outro, Marina PD (providência divina). “Alea jacta est.”

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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MARINA X AÉCIO

Parece que Marina será a nova presidente da República. Acreditamos que no segundo turno, se Marina disputar com Dilma, a maioria dos eleitores de Aécio votará em Marina, entretanto, a recíproca não é verdadeira. Neste caso, Marina seria eleita com os aplausos do próprio Aécio, que se tornará um apoiador da acreana no Congresso Nacional. A política econômica mudará, assim como haverá a diminuição do desmatamento da Amazônia, o agronegócio se fortalecerá, porque estará produtivo no longo prazo, a seca na Região Sudeste chegará ao fim, porque as chuvas nessa região dependem da evapotranspiração da Floresta Amazônica, e a dupla saúde e educação, consequentemente, deverá melhorar. Como escuto falar desde os tempos de meus avós: "Deus escreve certo por linhas tortas".

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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EM CIMA DO MURO

A candidata Marina Silva descarta campanha conjunta com tucanos de São Paulo e do Paraná. Como perguntar não é ofensa, essa restrição será contra os dois Estados ou aos candidatos Geraldo Alckmin e Beto Richa?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com  
Jandaia do Sul (PR)

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A NATUREZA DELA

Por que será que Marina Silva faz questão de não apoiar um político respeitado como Geraldo Alckmin, a ponto de ter 55% das intenções de voto no maior Estado da Federação, ainda que esse apoio tenha sido costurado pelo seu ex-companheiro de chapa? Não foi ela a dizer que aprendeu a "admirar" as atitudes de Eduardo Campos? Faz lembrar a fábula do sapo e do escorpião, em que o segundo revela ser incapaz de negar a própria natureza.
 
Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br
São Sebastião

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ELENCO

Aécio mineiro, viúva Marina, sinhozinho Lula, dona re-Dilma, Dirceu mensalão... Tá faltando um "santeiro" para acabar com essa saramandaia política e, enfim, nos tirar deste quinto dos infernos em que nos colocaram.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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SEGUNDO TURNO

A maioria do eleitorado brasileiro já sabe valorizar o seu voto e as pesquisas levantadas neste momento, num clima puramente emocional, não são sustentáveis. O embate final, para a eleição de presidente do Brasil, será mesmo entre a presidente Dilma Rousseff (PT), que está levando o País para o "brejo", e o senador Aécio Neves (PSDB), com o seu magro discurso de salvador da Pátria.

José Millei millei.jose@gmail.com 
São Paulo 

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O IMPONDERÁVEL DE NOVO?

A política brasileira convive com a irracionalidade e com o imponderável. Basta lembrarmos a forma como chegaram ao poder Collor de Mello, o "arauto" da moralidade corrompida; Sarney, o que foi sem nunca ter sido; e Lula, um vendedor de ilusões fundamentado na mentira, divisão, incompetência e raivoso por ideologia, a ponto de nos oferecer uma opção que chamam de “poste” e que nos trouxe ao estágio atual de crise econômica, moral e de gestão. Surgem novas possibilidades com Aécio, preparado e pronto; enquanto Eduardo Campos, uma candidatura promissora , é abatido pela fatalidade, com uma opção retrógrada de Marina, humilde, com passado limpo, porém carente de qualquer experiência majoritária e ainda formada na esquerda superada. Assim como na América Latina, padece o Brasil de estadista leal ao seu país e aos fundamentos mínimos de competência e moralidade. Que tenhamos sabedoria para não cairmos, mais uma vez, na repetição errônea de mantermos pessoas despreparadas e ainda comprometidas com o que há de pior nas práticas da moral, princípios e amor a uma pátria tão vilipendiada como a nossa.

João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com
Barueri
   
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DE CAMPOS A MARINA

Nosso Brasil é realmente diferente. Só aqui mesmo um candidato, quando vivo, tinha poucas chances, quase remotas, de ser eleito e, agora, morto, tem chances reais. Pode?

Benedito Antonio Turssi turssi@ecoxim.com.br 
Ibate

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CUIDADO, MARINA!

Cuidado, Marina! Caixa preta desligada, flap com problemas, é muita coincidência! Sugiro que use somente aviões de carreira e, nos transportes terrestres, faça-os sempre com escolta armada. E leve suas refeições feitas em casa.

Orlando Cesar O. Barretto ocdobarr@usp.br  
São Paulo

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POR QUE CAIU O JATINHO?

O brigadeiro Saito, representante da Aeronáutica, quando entrevistado sobre o acidente aéreo em Santos, afirmou que 80% desses acidentes têm origem em falha humana, que pode estar na pilotagem ou na manutenção do aparelho. Tal resposta pode antecipar que, sem os dados da caixa preta, podem encerrar a investigação sem algum resultado ou, no máximo, concluir na falha dos pilotos por desorientação espacial, uma das hipóteses já aventadas. O que seria a tal desorientação espacial? Os dois pilotos não sabiam se estavam subindo, voando em linha reta ou embicando para o solo? Mas, se o jatinho é de última geração, como informado de imediato, ele não tem instrumentação que informaria aos dois pilotos pelo menos a altitude da geringonça? A falta de gravação na caixa preta é resultado do que, de estar desligada ou com defeito? Afora aquelas inspeções normais que a Aeronáutica faz para aprovar as condições de voo para esses aparelhos, ela não pratica algumas de surpresa e aleatórias quanto aos proprietários, para verificar se eles mantêm as condições de segurança? Se não faz, deveria. 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br 
São Paulo

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OS FLAPS E O MOTIVO DA QUEDA

A análise da informação sobre o uso dos flaps no Cesssna Citation 560 XLS+ está incorreta, segundo as informações técnicas do folheto comercial da Cessna, página 7, item 3. Structural Design Criteria (http://www.cessna.com/~/media/Files/citation/xls/xlssd.ashx). Os flaps são aplicados em ângulos de 0° (igual ou acima de 370 km/h até 565 km/h indicados, ou Mach 0,75, que corresponde a 75% da velocidade do som, que é de 1.234 km/h em ar seco a 20° C); 15° (igual ou abaixo de 370 km/h indicados); até 35° (igual ou abaixo de 324 km/h indicados). No início da aproximação para pouso, por instrumentos ou não, a velocidade regulamentar não poderia ser superior a 463 km/h, na qual também o trem de pouso já poderia ser baixado aguardando as velocidade de 370 km/h para aplicar os flaps a 15° e, a seguir, 324 km/h para aplicar 35°, reduzindo a velocidade para cerca de 204 km/h para cruzar a cabeceira da pista e completar o pouso. Na eventual arremetida, seria aplicada potência máxima nas turbinas, recolhendo o trem de pouso e aguardando, em subida, a velocidade de 324 km/h para iniciar a retração dos flaps de 35° para 15° e, a seguir, aguardando a velocidade de 370 km/h para retração total dos flaps de 15° para 0°, caso o avião já não tivesse atingido a altitude de 1.200 metros, para início de novo procedimento de descida. A não atenção às mencionadas velocidades (com variações conforme o peso da aeronave e altitudes de operação) pode ocasionar danos estruturais na aeronave, quando excedidas, ou grave perda de sustentação, quando não observados os mínimos recomendados. Essas minhas observações se baseiam em fundamentos elementares de aerodinâmica e pilotagem e poderiam ser enriquecidas com a consulta a algum piloto qualificado em aeronaves semelhantes, caso uma teoria de erro de pilotagem venha a ser desenvolvida em maior profundidade.

J. Eduardo P. Pontes j.pontes@uol.com.br 
São Paulo

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AGORA COMEÇA PARA VALER

A pergunta que se faz no momento é sobre as grandes dúvidas das duas principais campanhas, de Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB), sobre qual é o impacto inicial da entrada da ex-senadora em campo e de onde ela tirará as prováveis intenções de voto que espera-se que tenha nas próximas pesquisas. Na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada segunda-feira (18/8), a ex-senadora Marina Silva (PSB) venceria as eleições num eventual segundo turno contra a atual presidente da República, Dilma Rousseff, que tenta a reeleição. Já Aécio perdeu força e apareceu em terceiro, atrás de Marina. O fato intrigante é que Marina Silva, na pesquisa, não tirou voto de Dilma nem do tucano Aécio Neves para assumir a segunda posição da disputa: Dilma continua com os mesmos 36% e o senador mineiro manteve os 20% da pesquisa anterior, enquanto a ex-senadora aparece com 21%. Infelizmente, a partir de agora seremos obrigados, mais uma vez, a aguentar o blá, blá, blá do intragável horário eleitoral na TV por quase dois meses – o único momento em que segurança, saúde e educação são lembrados. E ouvimos os discursos de sempre, as ladainhas e promessas mirabolantes e todas as outras fantasias que iludem o eleitor com o único objetivo de se darem bem na vida por pelo menos quatro anos. Tiririca que o diga! Por quanto tempo ainda temos de suportar isso? Se enganar é crime, por que o horário político é permitido? E, ainda por cima, pago por cada um de nós! A disputa presidencial começa, de fato, agora, num cenário imprevisível e incomensurável.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com  
São Caetano do Sul

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NADA A COMEMORAR
 
A última pesquisa Datafolha apontou melhora da avaliação do governo Dilma Rousseff em quase todos os perfis entrevistados pelo instituto. Segundo os dados, 38% dos eleitores veem o governo Dilma como “ótimo ou bom”, seis pontos acima da sondagem de julho. A presidente deve também estar feliz por ter caído sua avaliação “ruim ou péssima” de 29% para 23%. É um resultado paradoxal, já que de julho para cá seguimos firmes rumo ao precipício. Todos os indicadores macroeconômicos  – salvo os de inflação –  pioraram desde então e nada justifica a mudança no humor dos entrevistados. Dir-se-á que a inflação arrefeceu – o que é verdade –, mas seus números anualizados não apenas se mantêm altos, como deverão fechar o ano próximos ao chamado “teto” da meta – isso, mesmo sabendo que estão “segurando a inflação pelo rabo” (contendo artificialmente preços administrados) e, com isso, causando enorme embaraço às finanças de gigantes como Eletrobrás e Petrobrás (“Estado”, 19/8, A3), que acumulam prejuízos e dívidas por terem de suportar o ônus da ineficiência da administração Dilma Rousseff. Também fatores como insegurança, inadimplência, endividamento, etc. (negativos, portanto) têm esfriado a demanda e contido os preços. Nada, portanto, a comemorar – menos ainda o resultado dessa pesquisa, que sinaliza algo a mais que o sentimento sobre o governo. Indica, sobretudo, a cabal desinformação de parte significativa do eleitorado do País.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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PROPAGANDA ELEITORAL

O sistema de tempo que os candidatos têm nos programas eleitorais obrigatórios, para se exibir na TV e no rádio, precisa ser modificado, com urgência. Vemos notícias de que os que estão no poder fazem concessões aos partidos maiores, à custa dos contribuintes, para conseguir o apoio e mais tempo, alguns contando lorotas. Acho que os três principais candidatos à Presidência, nesta eleição e nas futuras, deveriam ter o mesmo tempo de exibição. Seria mais justo, porque os da oposição não podem fazer "doações" a outros partidos. Vamos fazer uma corrente nesse sentido?
 
Mário A. Dente dente28@gmail.com 
São Paulo

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TEMPO DE TV

Não sei por que a presidente Dilma quer tanto tempo de TV na campanha eleitoral. Tirando as fantasias, as produções de marketing e um eventual penteado novo, o que mais ela tem para mostrar?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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DILMA NA TELEVISÃO

Alguém já viu Dilma Rousseff cuidando do jardim do Planalto?
 
Robert Haller robelisa1@terra.com.br 
São Paulo  

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RACIOCÍNIO LENTO

Parece lógico que o tempo de televisão destinado a Dilma Rousseff no horário político seja maior que o tempo somado dos outros três candidatos mais bem posicionados. Com a sua proverbial dificuldade de articular ideias e respostas, sua lentidão mental e o seu escapismo a perguntas embaraçosas, o tempo de TV de Dilma tem de ser maior para haver igualdade com os demais candidatos.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo 

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O DISFARCE TEM DE SER CONVINCENTE

Pelo que estamos observando nas propagandas do ganancioso e oportunista PT, o ora “garoto propaganda” Lula, não mais presidente, apenas candidato a se manter como “capo di tutti i capi”, está falando de todas as coisas boas que fez, herdadas do “maldito” governo Fernando Henrique, com a maior cara de pau e se mostrando o “norte” do partido, na escolha de sua “poste” sucessora e do pretenso “poste” ao governo paulista, o importador de médicos cubanos Alexandre Padilha. O que importou “médicos” sem criar as condições necessárias, diga-se de passagem, para qualquer melhoria nos atendimentos aos brasileiros. Cuba foi o real beneficiário do programa Mais Médicos – ou, como sabem alguns, “agentes infiltrados”. Mas a campanha está em seu início e o povo parece não estar mais vendo as coisas com os antolhos petistas. No entanto, algo me chamou a atenção na cerimônia de sepultamento do ex-governador Eduardo Campos. A ex-petista, ex-verde e caronista na candidatura que agora acaba de lançá-la como mantenedora do legado peessebista, Marina Silva, toda simpática, disse ao senador Eduardo Suplicy que, “se morasse em São Paulo, votaria nele”. Só nos faltaria agora o “capo” Lula entregar o ouro, fazendo apologia da candidata Marina à Presidência. Mas o disfarce tem de parecer convincente. Claro que as origens políticas “arrasantes”, mais o ministério e a consequente ajuda fenomenal para que Pernambuco se destacasse no Nordeste poderiam explicar muita coisa, não? Um ex-governador que não tem sinais de corrupção em sua vida pública também pode se prestar a limpar as imagens manchadas de políticos enlameados. E, ao mesmo tempo, manter o poder sob a aura de alguém que aparentemente deixou o PT por dele discordar, tal qual o ex-governador Eduardo, que planejou ganhar asas sozinho. Muito há para pensar!

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br
Campinas

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POSTE

Lula vai desenterrar o poste, e vai se enterrar no lugar. Finalmente teremos a oportunidade de varrer a horda petista para sempre. Será que ele tem coragem?

Sinclair Rocha sinclairmalu@uol.com.br
São Paulo

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IGUALDADE

O diretório nacional do PT entra com ação no Ministério Público Federal alegando improbidade administrativa do candidato do PSDB à Presidência da República, devido à participação de um servidor do gabinete de Aécio Neves no Senado em alguns eventos da campanha. Ora, então o deputado estadual do PT por São Paulo Rui Falcão, que não comparece em mais de 50% nas sessões da Assembleia Legislativa, cuidando única e exclusivamente da campanha de dona Dilma nestes últimos três anos, deveria perder o cargo de deputado estadual, bem como ser responsabilizado pela maior improbidade administrativa de um candidato a presidente em toda a história política do Brasil. Mais uma vez o PT, Partido Truculento, quer impor regras totalmente diferenciadas para "eles" e os "outros", numa clara demonstração ditatorial de que para os amigos do rei, tudo, e para os inimigos o rigor da lei. Abram os olhos, eleitores brasileiros, nossa única arma é o nosso voto de protesto em outubro, contra a ditadura bolivariana camuflada prestes a ser implantada por este desgoverno petralha no poder há quase 12 anos.
 
Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté  

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A PATÉTICA ESTRATÉGIA DO PSDB

Na eleição presidencial de 2010, o sr. José Serra iniciou a campanha com foto do sr. Lula.  Palavras do “cumpanheiro”: “Adversário que usa minha imagem quer enganar a sociedade”. Na eleição para a Prefeitura de São Paulo de 2012, o sr. José Serra, 2.º colocado nas pesquisas, contemplou seus ataques àquele que estava na liderança (sr. Celso Russomanno) e subestimou a lanterna, sr. Fernando Haddad. Conclusão: fomos contemplados com o pior prefeito que São Paulo elegeu até hoje. Em 2014, a oposição não pode se digladiar quando o inimigo é comum.  Que não morra de amores entre os seus, tudo bem. Agora, lutar por vaidades partidárias em detrimento de um Brasil republicano é para lá de injustificável. O risco de perdermos a Nação para ideólogos tergiversadores e maniqueístas é iminente. PSDB e PSB, orgulho de lado e sem tiros nos próprios pés. Salvem a Pátria!

Altivo Silveira altivosilveira@uol.com.br 
São Paulo

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PROPOSTA

Nenhum candidato propõe a extinção do horário eleitoral gratuito?

Luciano Harary lharary@hotmail.com  
São Paulo

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ACABOU A TRANQUILIDADE

Quero que todos os políticos saibam de que não sou trouxa, laranja, bode expiatório, palhaço, bobo, idiota, e muitas outras coisas que acham que somos. Estávamos tranquilos, mas apareceu a maldita campanha eleitoral. Passam com veículos com aquela música chula ("vote no Abreu que vai tomar o que é seu") e outras imbecilidades. Não têm nenhuma proposta, apenas acham que no grito ganharão a eleição. Chega de hipocrisia, porque conheço muitos cidadãos que se prezam que vão anular o voto.
 
Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com 
Itapevi

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POLÍTICOS PROFISSIONAIS

A propaganda eleitoral gratuita começou! Um grande desfile com todos os tipos e figuras que se possa imaginar: palhaços, ignorantes, cachaceiros analfabetos, qualquer um pode se candidatar e, contando com o bom humor do povo brasileiro, se eleger. O Brasil nunca perdeu a oportunidade de eleger o Macaco Tião, o Tiririca, o Cacareco, Lula, Dilma, enfim, nulidades de todas as vertentes, que em breve irão governar o País. Seria muito oportuno promover a regulamentação da profissão de político, como existe em todas as outras profissões. Médicos, advogados, engenheiros, economistas, jornalistas, zeladores de prédios, todos têm sua profissão devidamente regulamentada, com sindicatos, ordens que disciplinam as atividades. Está mais do que na hora de regulamentar também a profissão de político. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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A ELEIÇÃO NA TV E NO RÁDIO

Meu Deus, até quando assistiremos a candidatos ignorarem o trabalho para defenderem causas?
 
Adilson Mencarini adilsonmencarini@uol.com.br 
Guarulhos

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A ENTREVISTA DE DILMA NO ‘JN’

Parece-me que a Rede Globo de Televisão deveria revisar a justificativa apresentada para a entrevista de Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada. Isso porque a presidente da República, Dilma Rousseff, foi entrevistada como candidata à reeleição presidencial, e não como presidente da República. Não deveria comparecer ao estúdio do “JN”, da Rede Globo de Televisão, como os demais candidatos? Por essa razão, sem dúvida levou vantagem em relação aos demais candidatos entrevistados no estúdio. Aliás, a Rede Globo de Televisão e também a classe política brasileira deveriam espelhar-se nas últimas eleições presidenciais da França, quando não só o então candidato da oposição, como também o então presidente da República candidato à reeleição, foram ambos entrevistados no estúdio da emissora televisiva francesa. Não houve, portanto, nenhuma vantagem indevida na entrevista em favor do presidente da República candidato à reeleição, dando, assim, a França exemplo de maturidade democrática.

Renato Rua de Almeida renatorua@uol.com.br
São Paulo  

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‘A PRESIDENTE NO SUFOCO’

Parabéns pelo conteúdo muito bem escrito sobre a trágica entrevista da presidente no “JN” (“A presidente no dufoco”, 20/8, A3). Faltou observações sobre o tema "saúde", que a presidente se recusou a responder: o paradoxo de 12 anos de governo PT e o estado da assistência à saúde do povo brasileiro. Revoltante! 

Henrique Oti Shinomata henriqueotishinomata@yahoo.com.br 
São Paulo

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ATAQUE DE NERVOS

A criatura candidata à reeleição estava tão à beira de um ataque de nervos, com a pequena entrevista ao âncora do “Jornal Nacional”, que esqueceu da sua imposição – estupradora da língua pátria – de ser chamada de presidentA,  em dois momentos dizendo “eu sou presidentE”. E, noutro momento, assassinou o português com um “para MIM governar”, mesmo com centenas de livros à sua volta e à frente das câmeras.

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul

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DILMA NO ‘JN’

É esta mulher sisuda, até porque a piada já não tem mais graça, que o Ibope aponta como líder nas pesquisas, com 38% das intenções de voto (18/8)? De onde vem a sua popularidade? Tem de dividir estas intenções de voto por regiões. A novidade é a ascensão de Marina Silva, que foi tocada pela sensibilidade do povo brasileiro, ameaçando o candidato do PSDB. Sobre a entrevista no “JN”, nada demais. Só palavras, palavras de uma boca mentirosa. Não sou nenhum fã da TV Globo, mas as perguntas de William Bonner foram pertinentes. De início listou oito secretarias envolvidas em corrupção, já colocando Dilma e o PT contra a parede. Mas a socialista, com a expertise do tempo da guerrilha, se esquivou e nada apresentou de novo. Citou, por exemplo, que a Polícia Federal ganhou maior autonomia em seu governo, “investigando” e “prendendo”. Prendendo quem, presidente? Se tudo nesta Casa dos Horrores vira pizza? Vocês não se deram conta que o mal é vocês? Porque “preparados estão os juízos para os escarnecedores e os açoites para as costas dos tolos”. Quando colocada na berlinda para responder sobre a “elite” petista envolta em corrupção e condenada pelo processo do mensalão, nossa presidente tergiversou, e deliberadamente se alongava na sua fala vazia. E, quando pôde, sempre usou palavras dóceis sobre os corruptos do seu partido e de outros, em conluio com o seu. “São pessoas de minha confiança”, disse. Os partidos, mesmo sabidamente corruptos, “fazem exigências”, continuou. Não condenou, por exemplo, as ações dos “mensaleiros”, escudando-se atrás de discursos democráticos sobre independência de poderes, mas só quando lhes convêm. Quando, não, cerram os punhos e afrontam a Nação de bem. Uma líder, a modo de impor respeito, controle e discernimento do que ocorre em seu governo, tinha de ter frases e opiniões mais firmes. Ela é, sim, condescendente com a “elite” petista condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como também o é o ex-presidente Lula. Todos eles sabiam. Foi um grupelho de comunistas sujos que tomaram o poder de assalto. Aliás, cadê Antônio Palocci? 

Luiz Fabiano Alves Rosa fabiano_agt@hotmail.com Antonina (PR)

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PATROPI
 
Dilma na Globo: Escândalos e corrupção no PT? “Oh, Bonner, cê veio numa ve-lo-ci-da-de...”. Mensalão? “Oh loco, bixo!”. Troca de ministros? “Padaqui, padilá”. Saúde? “Sei lá, entende?!”. Inflação alta e economia do País? “Sem crise, meu.” É, Dilma, definitivamente “cê parece que não sei”.
 
Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com
Casa Branca

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INFLAÇÃO QUASE ZERO

Sra, Dilma, zero de inflação só se for nos últimos 15 minutos!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

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PASTOR EVERALDO NO ‘JN’

O pastor Everaldo tocou no assunto da privatização da Petrobrás na entrevista no “Jornal Nacional” de terça-feira. Mas acho ser uma esperança vã. Tem muita gente de influência mamando na estatal, mesmo estando ela no vermelho. Além disso, os salários e o empreguismo não permitirão margem para enfrentar a concorrência sem a ajuda do governo. E aí, como sempre, a conta de mais essa despesa vai sobrar para nós. Agora, que esse candidato chamou a atenção pela lucidez e pela firmeza das suas propostas, isso aconteceu. E, deixou muito eleitor que sonha com um Brasil mais eficiente, mais competitivo e mais evoluído com a pulga atrás da orelha. Se os evangélicos começarem a migrar o voto para ele, não sei não se o páreo ainda não vai ficar interessante.

Miguel Pellicciari emepe01@uol.com.br
São Paulo

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A PRISÃO DE ROGER ABDELMASSIH

O facultativo Dr. Roger Abdelmassih foi para a Penitenciária de Tremembé. Pergunta-se em bom juízo: qual o motivo desta diferenciação, se o réu Abdelmassih já é condenado a duas centenas de anos e, além disso, foragido. Ora, a legislação é pacífica que, uma vez julgado e condenado, não existem regalias do curso superior. Ora, se há uma penitenciária especializada em recebê-lo bem, como a todos os estupradores, ela se localiza na Cidade de Serra Azul (SP). Ou será que, por ser monetariamente diferenciado, a ele é dada a opção de escolha? Eu só queria entender. 

Heitor Azevedo heitorazev@gmail.com 
São Carlos

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POR QUANTO TEMPO?

Preso, enfim! Ao chegar, vai passar a ver, como se diz, "o sol nascer quadrado". Porém, é o que todos questionam: por quanto tempo Roger Abdelmassih ficará na prisão por causa dos 278 anos a que foi condenado? Afinal, noticia-se que há um "recurso" pendente de julgamento no Tribunal de Justiça.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

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MÉDICO E MONSTRO

Preso, enfim, o nosso Dr. Jekyll and Mr. Hyde, assim como na obra de Robert Louis Stevenson, este caso do monstro Roger Aldemassih segue a linha de psicopatas sem explicações maiores.
 
Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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FICHA

O médico canalha e maníaco finalmente foi preso. Foto sugestiva do meliante algemado (“Estadão” de 20/8). Roger Abdelmassih foi fichado na polícia com o número 7237. Caso coincida com o número de registro de algum candidato, o ilustre vigarista ainda será processado por apropriação indébita. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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CADEIA NELE?

Foi graças a um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes que o médico estuprador Roger Abdelmassih empreendeu fuga para fora do País três anos atrás. Que ninguém se iluda, não demora muito, outro documento de igual teor será emitido em favor desse crápula, não tenham dúvida. Resta saber qual será o ministro do STF que irá assiná-lo. Façam suas apostas.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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INVESTIGAÇÃO

Perguntar não ofende: o excelentíssimo ministro Gilmar Mendes, que liberou o passaporte de Abdelmassih, será incluído na investigação da  suposta rede de favorecimento que permitiu sua fuga?

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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A CRISE DA ÁGUA EM SP

Esperemos que nosso estimado governador Geraldo Alckmin tenha recebido relatórios corretos dos consultores sobre a crise da água em São Paulo. Caso as providências adequadas não estejam sendo tomadas, o filme 2012 vai parecer brincadeira de criança se a estiagem continuar para além do tempo previsto.
 
Vitório F. Massoni suporte@eam.com.br
São Paulo

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REPRESAS SEM ÁGUA

Represas em São Paulo e de outros Estados estão secando. Muitos dos nossos rios estão poluídos pela ação predatória do homem. Só existe uma solução em longo prazo: replantar as matas ciliares que foram devastadas ao longo dos tempos e nossas emissoras de televisão incutirem no nosso povo outra cultura sobre o melhor convívio com o meio ambiente. Caso contrário, iremos todos morrer de sede num futuro próximo.

Cláudio de Melo Silva melo_riodoce@hotmail.com 
Olinda (PE)

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TRANSPOSIÇÃO

O leitor Roberto Twiaschor sugeriu (18/8) que Alexandre Padilha transponha as águas do Rio Amazonas para encher as bacias hídricas de São Paulo. Melhor seria trazer do Rio Madeira, que condiz com a cara de pau do candidato.

Jair Freire assim.soja@gmail.com 
São Paulo

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CICLOVIAS EM SÃO PAULO

Novamente a Secretaria Municipal de Transportes improvisa mais uma ciclovia, a exemplo do que vem fazendo com as faixas exclusivas para ônibus, bagunçando ainda mais, e sistematicamente, o trânsito da capital. É lógico que ninguém em sã consciência pode ser contra os corredores exclusivos para ônibus. Já as faixas exclusivas são quebra-galhos e, para serem implantadas, demandam estudos mais sérios. Também as ciclovias, a exemplo do que vem acontecendo em inúmeras cidades do mundo, são muito importantes, inclusive para diminuir a poluição do ar, que em São Paulo é responsável pela morte de mais de 4 mil paulistanos por ano. Mas implantá-las açodadamente, como vem fazendo a atual administração municipal, só se explica pelo fato de este ano ser um ano eleitoral e o poste de Lula municipal ter de tentar alavancar a candidatura do poste estadual do grande chefe. Há muito tempo não visito o bairro da Chácara Santo Antônio, mas conheço a região, como conheço quase toda a minha cidade, e, quando li a notícia da implantação de ciclovias naquele bairro, percebi imediatamente que ela iria provocar transtornos insanáveis que hoje, com certeza, tem um trânsito muito maior do que quando por lá eu trafegava. Assim sendo, somente uma decisão política teria feito a CET, que tem técnicos competentes, implantar aquela ciclovia sem os estudos técnicos indispensáveis. Agora a administração já admite rever a citada implantação naquele bairro, obviamente com todo o desperdício de verbas aplicadas ali. E o pior é que o mesmo esquema vem ocorrendo por toda a cidade. Até a chegada das eleições periga a Secretaria Municipal de Transportes instituir os serviços de ciclo-riquixás em São Paulo, a exemplo do que existe em grandes cidades orientais. E que fique claro que isso não é uma sugestão.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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ESTÁ ERRADO

Se o paulistano for observador, perceberá que todas as faixas de ciclovia espalhadas hoje pela cidade ficam às moscas nos dias de semana. Só vemos sua utilização nos fins de semana, quando o trânsito é menor e os paulistanos as aproveitam para lazer. Na segunda-feira morreu uma ciclista na Marginal, atropelada por um caminhão que se evadiu do local sem socorrer a vitima. Não seria melhor que essas faixas fossem utilizadas durante a semana pelas motos e, nos fins de semana, por bicicletas? Nos hospitais do SUS, em São Paulo, 80% dos atendimentos diários são de motociclistas acidentados que serpenteiam entre os automóveis sem nenhum cuidado. São Paulo não tem perfil de cidade para uso constante de bicicletas, mas tem motoqueiros aos milhões. Parece que Fernando Haddad colocou uma viseira para qualquer fato que não esteja em seu script de governo. Recuar, admitir erros, também é compatível com um bom administrador. Covarde é aquele que não admite e segue em frente persistindo nos erros.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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A DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS

Eduardo Jorge, candidato do PV à Presidência da República, participando da série “Entrevistas Estadão”, defendeu a legalização e a regulação do comércio da maconha. Caso fosse eleito, será que ele pretendia descriminalizar as drogas por meio de medida provisória? A descriminalização das drogas é matéria para ser discutida no Executivo ou no Legislativo? O Brasil seria bem melhor se cada macaco ficasse no seu devido galho.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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CANABIDIOL

É comovente a história dos pais que lutam e têm despesas gigantescas para importar e tratar os filhos com o CBD (canabidiol) no Brasil. É incompreensível o descaso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do governo brasileiro ao impor barreiras burocráticas e legais para a liberação do uso desse remédio, sem que haja argumentos válidos e reais, apenas o preconceito  por ser um derivado da maconha que não causa efeito entorpecente e seu uso já é permitido na Alemanha, no Uruguai, em Israel, na Espanha, na Holanda e nos Estados Unidos. A Anvisa tem a atribuição de liberar agrotóxicos, e mesmo assim é interessante notar que o Brasil é uma das nações mais atrasadas no controle de agrotóxicos: dos 50 produtos químicos mais aplicados na agricultura, 22 são proibidos pela União Europeia (UE) e pelos Estados Unidos, mas continuam sendo largamente utilizados em território brasileiro, apesar dos riscos que oferecem à saúde e, em última análise, causam as doenças que o CBD combate. A sociedade civil brasileira, o Senado federal e demais órgãos são insensíveis e desumanos ao ignorar o sofrimento extremo das pessoas que sofrem convulsões, epilepsia e outras doenças que são tratadas com eficácia com o uso desse remédio. Historicamente, o homem usou derivados de drogas para o tratamento de diversas doenças, principalmente o uso de opiáceos para diminuir a dor extrema, mas infelizmente não existe remédio para diminuir o preconceito, a ignorância e o descaso com o próximo.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com 
Virginópolis (MG)

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