Fórum dos Leitores

NOVO MINISTÉRIO

O Estado de S.Paulo

24 Dezembro 2014 | 02h03

Tarefa para o MP?

Acredite se quiser: para nomear os novos ministros para seu segundo mandato, Dilma Rousseff deverá fazer uma consulta prévia ao Ministério Público (MP) sobre a folha corrida de cada um, a fim de investigar e saber se está envolvido ou é réu em alguma acusação de corrupção ou desvio de dinheiro público. A que ponto chegamos!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Equívocos de Dilma

Quem deve informar a presidente sobre a idoneidade de futuros ministros não é o Ministério Público, e sim o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, que existe para prestar assistência à presidente, inclusive assessorando-a em assuntos de inteligência federal. Da mesma forma, quem nomeia a direção da Petrobrás é seu Conselho de Administração, não fazendo sentido a presidente dizer que vai alterar o conselho da empresa e preservar a sua diretoria. Desconhecimento, arrogância, prepotência e autoritarismo são os melhores ingredientes dos equívocos.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Presidente sem rumo

Ao cogitar consultar o Ministério Público sobre quem poderá ou não participar de seu ministério, a presidente Dilma confirmou duas coisas: que não sabe montar um ministério por si mesma e que não conhece quem, em princípio, pretende nomear para administrar o País.

CARLOS DA SILVA

carlos_dunham@yahoo.com.br

São Paulo

Ajudinha

Que a presidenta é incompetente é público e notório, haja vista a bancarrota da Petrobrás e a economia do País. Agora, pedir ajuda ao Ministério Público para indicar ministros é demais!

WALTER ROSA DE OLIVEIRA

walterrosa@raminelli.com.br

São Paulo

PETROBRÁS

Graça Foster fica

Dilma Rousseff vai manter a direção da Petrobrás e deixa mudança restrita ao Conselho de Administração da estatal. Ao meu ver, dona Dilma deveria se espelhar no imperador romano Júlio Cesar e no provérbio que diz que "à mulher de César não basta ser honesta, deve também parecer honesta". Qualquer cidadão brasileiro de bom senso sabe que Graça Foster não tem mais condições de permanecer no comando da Petrobrás. Portanto, insistir na tentativa de defender o indefensável só prolongará a agonia e aumentará a suspeita de cumplicidade com o esquema.

JOSÉ DA SILVA

jsilvame@hotmail.com

Osasco

A resposta a Venina

Como advogado e acionista da Petrobrás, fiquei pasmo ao ouvir a resposta da presidente Graça Foster à entrevista da ex-gerente Venina da Fonseca, bem como sua justificativa para o envio da funcionária para Cingapura. Venina revelou ter avisado Graça desde 2008 sobre irregularidades na empresa e que foi transferida para Cingapura para que ficasse longe dos negócios da petroleira. Graça diz que Venina pediu a transferência. Se Graça não foi conivente com o crime organizado, no mínimo foi omissa e ingênua. Para quem conhece o funcionamento de uma empresa de grande porte, só posso concluir que também a Diretoria Jurídica da estatal deve ser composta por bananas e omissos, contra quem caberia até mesmo pedido de apuração de responsabilidade ética na OAB. E, para nós, brasileiros, caberia um nariz de palhaço.

JOSÉ RUBENS MACEDO SOARES

federmacedo@terra.com.br

São Paulo

Mistério

Assombra-me pensar em que forças mantêm no cargo a presidente da Petrobrás...

PAULO RUAS

pstreets@terra.com.br

São Paulo

Gestão Graça

A questão não é tão simples como dona Dilma faz crer dizendo que "não há provas" contra Graça. A presidente da Petrobrás dizer que não sabia da corrupção endêmica na empresa; o valor de mercado da estatal ter despencado nos últimos anos; e a petroleira ter sido incapaz de divulgar um balanço ao final de um exercício fiscal, por si sós dizem tudo sobre a gestão de Graça Foster. Além disso, foi omissa quando o governo quis usar a empresa represando o preço dos combustíveis para conter uma inflação estimulada pelo próprio governo. A concordância de Graça com essa medida é a real paga para que hoje Dilma a mantenha no cargo.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Vão-se os anéis...

De um ponto de vista racional, Dilma está certa em manter Graça no comando da Petrobrás. Qualquer outra indicação para o cargo terá de vir com poderes de fazer uma devassa na empresa. Só Graça, por estar implicada até os ossos, é capaz de tentar conter os estragos, entregando os anéis.

ROBERTO MACIEL

rvms@oi.com.br

Salvador

Incompatível

Ou Dilma diz que vai combater a corrupção ou mantém Graça Foster no comando da Petrobrás. As duas decisões ao mesmo tempo são incompatíveis.

FELIPE DA SILVA PRADO

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

Empreiteiras

Apesar de todas as falcatruas envolvendo grandes empreiteiras nas irregularidades na Petrobrás, sutilmente está sendo urdida em Brasília uma ação para livrá-las da Lei Anticorrupção. Em verdade, uma chantagem: Olimpíada à porta, alega-se que, se não aliviarem para essas gigantes, as obras serão descontinuadas e o projeto olímpico vai à breca.

ROBERTO VIANA SANTOS

rovisa681@gmail.com

Salvador

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Aescon-SP, Alto Comissariado das Nações Unidas no Brasil, Antônio Márcio Buainain, Associated Press, Cláudio Moschella, Equipe da Fundação Itaúsa Industrial, Grupo Comunique-se, José Roberto R. Afonso, Marcia Hirota - SOS Mata Atlântica, Mario Ernesto Humberg, Paulo de Tarso Almeida Paiva, Paulo e Tereza Zacari Antunes, Raul Piola, Rubens Barbosa, Safras & Mercado, Sandra Polónia Rios, Sescon-SP, TV Sorocaba e Washington Novaes.

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VAI CUSTAR CARO

Ao afirmar que deseja consultar o Ministério Público Federal para nomear seus ministros, Dilma Rousseff ratifica minha tese de que somos governados por alguém completamente desprovida de neurônios e que fala coisas sem o menor sentido ou sensatez. Fico pasmo e temo pelo futuro de nosso país, ao saber que nossa presidente não sabe de nada do que acontece em seu governo e não sabe rigorosamente nada sobre nossa Constituição. Este governo do PT é de uma incompetência atroz e vai custar muito caro aos nossos filhos e netos.

 

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

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NÃO É FUNÇÃO DO MP

Que me perdoem seus torcedores e beneficiários (porque eleitores, de fato, não são), mas a “presidenta” deveria ser homenageada com uma caixa de frascos de óleo de peroba (remédio para cara de pau). A cada discurso de Sua Excelência ela faz de suas derrotas vitórias, endeusando seus "cumpanheiros" e fazendo apologia de seus insucessos. Que país é este? Agora a sra. “presidenta” quer inibir o Ministério Público tentando torná-lo corresponsável por seus insucessos. Em princípio, segundo Calamandrei (autor de direito Italiano), o Ministério Público é parte ao acusar, mas obrigatoriamente é isento e imparcial ao apreciar o deslinde do processo, ou seja, recorrer ou não da decisão do juiz quando tiver convicção de que a mesma deva ser atacada ou não. O Ministério Público é, por vocação e dispositivo constitucional, o fiscal da correta aplicação da lei, em todos os níveis; não é órgão de informações como aqueles que servem à Presidência da República ou outros órgãos executivos. A estes últimos incumbe descobrir as falcatruas e seus autores, ao Ministério Público incumbe acusá-los e persegui-los em juízo. Acorda, Brasil!

 

Edson José Meneghetti meneghetti@apmp.com.br

São Paulo

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NOVO MINISTÉRIO

 

A nomeação de novos ministros é uma tarefa de alto risco. Vai saber se o sujeito ou a sujeita não recebeu de forma direta ou indireta uma propinazinha de alguma empreiteira ou algum parente pisou feio na bola e a bomba estoura na primeira semana. Ser nomeado ministro no Brasil, na atual conjuntura, é mais arriscado do que dar beijo na boca de cascavel. Tudo bem, o ministro(a) nomeado(a) é realmente honesto, patriota, extremamente competente e domina a área para que foi nomeado como ninguém. Então eu faço a pergunta que não quer calar: por que não foi trabalhar na iniciativa privada para ganhar bem mais? Obs: e faz parte da cota de algum partido, portanto todas as qualidades e qualificações ficam sob suspeita... Chega, não dá para entender (entender a gente entende, mas não pode falar, né?)

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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O SANTO DESCONFIA

Sobre informações solicitadas pela presidente da República sobre os antecedentes de possíveis nomes escolhidos para ministeriáveis, era só ela ir buscar os antecedentes político-administrativos de cada interessado, que não precisaria de ajuda nenhuma para a escolha. A probidade, a honestidade, a integridade já vêm do berço, ela é inegociável e irretratável. Quando se juntam dezenas de deputados e senadores para indicar um cidadão de pouca envergadura, pouca inclinação a estadista, aí vem a máxima: “A esmola, quando é demais, o santo desconfia”. Até hoje nunca vi ninguém patrocinar, indicar um cargo na Petrobrás para Pedro Simon, Jarbas Vasconcellos, Eduardo Suplicy ou para o senador Paim, do Rio Grande do Sul. Acorda, Brasil!

Bruno Clemente Domingos bruclemdo@gmail.com

São Paulo

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ATÉ QUE A POEIRA ASSENTE

 

No café da manhã com jornalistas, tudo o que Dilma Rousseff falou sobre Graça Foster ¬– que ela seria mantida no cargo da presidência da Petrobrás por ser ética e competente –, a nosso ver, não passa de uma estratégia arquitetada pelo PT, pois não é o que a Dilma pensa sobre a presidente da Petrobrás. Se não vejamos. Se Dilma demitisse Graça Foster, ficaria praticamente comprovado que as denúncias de Venina Velosa da Fonseca teriam fundamento, fato que absolutamente não interessa ao PT. Dilma é muito bem orientada pelo marqueteiro João Santana e pelos chefes petistas. É evidente que a única coisa a não ser feita no momento é a demissão de Graça Foster, até que a poeira dos malfeitos comece a assentar. “Tempus omnia solvit” (o tempo se encarrega de tudo), como diz o brocardo latino.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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‘NÃO HÁ PROVAS CONTRA GRAÇA’

 

Isso de dizer que um tal marido passa noites fora de casa, anda caprichando na aparência, não desgruda do celular, vai a lojas de lingerie em busca do presentinho do amigo secreto não passa de pura maldade, não prova nada. Ipso facto, dona Graça deveria ter dito a Venina: “Não me venha com chorumelas. Se você quer envenenar, me mostre o batom na cueca!”.

 

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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O QUE A ENTREVISTA REVELOU

A entrevista de Graça Foster ao “Jornal Nacional” na segunda-feira deixa uma certeza: a malícia que toda mulher carrega consigo passa longe dela! Como e-mails enviados por Venina da Fonseca alertando para irregularidades não deixaram Foster pelo menos com a pulga atrás da orelha? Que falta de curiosidade ou, no mínimo, que falta de cuidado! Uma ingenuidade quererem que acreditemos que a presidente da Petrobrás não percebeu movimentos estranhos dentro da empresa. Mais uma em cargo importante para o clube do “eu nada sabia”? A julgar pelos valores superfaturados das obras, como uma funcionária de carreira não sabe quanto elas custam? Mais absurdo ainda é ter um marido que celebrou contratos com a estatal, sem licitação, coisa que por si só seria motivo para ela ser destituída. Só posso chegar à conclusão de que, se com 15 horas diárias de trabalho a Petrobrás ficou no estado em que ficou, a presença de Foster teria outra finalidade que não a de presidir. Sua presença não redunda em benefícios para a empresa. Por outro lado, favorece negócios espúrios.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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TROCADILHO DO MOMENTO

Se Dilma não substitui Graça, o combate à corrupção na Petrobrás vira uma graça.

 

Paulo Maia Costa Júnior paulomaiacjr@hotmail.com

São José dos Campos

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CONSELHO E DIREÇÃO

É o Conselho de Administração que empossa e controla a direção – a gestão da operação – de uma empresa. Se o conselho é responsável por não atuar contra a corrupção e o desvio de recursos, e por permitir negócios prejudiciais à empresa, a direção também o é. Não há o que discutir. Ambos precisam ser demitidos e processados. Tudo o que passa disso significa conivência do governo. É óbvio.

 

Harald Hellmuth hhellmuth7@gmail.com

São Paulo

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QUEM ENCARA ESSA MÁFIA?

 

O que mais me chamou a atenção no depoimento de Venina Velosa da Fonseca ao “Fantástico”, além da assertividade com que relatou os fatos que presenciou enquanto ocupava gerência na Petrobrás, foi a postura irrepreensível que manteve durante toda a entrevista, a par da segurança com que nela se conduziu. A corrupção rolava de forma tão acintosa e escancarada na estatal – praticamente como um esgoto correndo a céu aberto – que Venina, certa de que outros também estão a par dos fatos, os exortou a, assim como ela, contarem tudo “o que viram” e engrossarem o coro de suas denúncias. Temo, todavia, que os demais não sigam o seu caminho. Não porque não tivessem presenciado a pilhagem, mas porque deverão temer, com muita razão, por si e por seus familiares. Lembremos, afinal, de Toninho do PT, de Celso Daniel e das 6 ou 7 testemunhas do caso de Santo André, que foram morrendo misteriosamente no curso do tempo. A própria Venina asseverou que lhe apontaram uma arma para a cabeça com a advertência “você não sabe com quem está lidando” – coisa de máfia, convenhamos! Com certeza os colegas de Venina na Petrobrás sabem perfeitamente bem “com quem estão lidando”. A pergunta que fica é: e as autoridades? Será que sabem “com quem estão lidando”? E, em caso afirmativo, conseguirão, enfim, proteger eventuais testemunhas que possam – parafraseando Paulo Roberto Costa – “derrubar todo mundo”?

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

 

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GRAÇA NÃO ENTENDEU

 

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, tinha dito que não entendeu o que a gerente Venina Velosa queria dizer em seus e-mails. Os e-mails foram mostrados na mídia e eu não vi dúvida em nenhum deles. Ou a presidente Graça Foster queria que a gerente escrevesse algo do tipo "presidente, a Petrobrás está sendo saqueada". Assim ela entenderia? Para com isso. Para bom entendedor, um pingo é letra. Ela, Graça Foster, estava dando uma de desentendida, como se diz no popular, dando uma de "João sem braço". Se ela desconhecia o que se passava na empresa, não merece o cargo, assim como a presidente Dilma, que disse há dias que não sabia da corrupção na Petrobrás, também não merece o cargo. É uma festa. Ninguém sabia de nada. O que fazem no poder, então?

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  

Rio de Janeiro

 

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MOTIVAÇÃO

 

A manifestação pública de atuais ou de ex-ocupantes de cargos nos vários setores da Petrobrás mostra duas situações que exigem providências imediatas. Em primeiro lugar está a manipulação de verbas, em valores elevados, com uma facilidade que mostra fragilidade inaceitável numa empresa de grande porte. E, para completar, nem as licitações ou concorrências públicas garantem a seriedade nos contratos de obras. Ainda mais quando empresários mal intencionados usam de artifícios para impor preços e ganhar os contratos. Que pelo menos os recentes acontecimentos sirvam de motivação para que providências sejam tomadas. E que os culpados sejam punidos.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br  

Santos

 

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RECADO À PRESIDENTE

 

Senhora presidente Dilma, vi na imprensa a senhora dizer que confia em Graça Foster. Eu, por questões de foro íntimo, na condição de cidadão, não confio nela nem na senhora!

 

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

 

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COMPETÊNCIA E HONESTIDADE

 

Se, conforme diz a “presidenta” Dilma, Graça Foster é confiável e honesta, só resta então adjetivá-la como incompetente para o cargo, que exige essas duas qualidades, além do interesse em estar informada a respeito de tudo o que envolva a companhia que preside. Amizade é uma virtude elogiável, mas que não se deve misturar com os negócios. Diz o ditado: “Amigos, amigos, negócios à parte!”. De agora em diante, o Conselho de Administração será, também, responsável pelas decisões importantes. Por quê? Antes não era?

 

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

 

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CREDIBILIDADE RALO ABAIXO

 

Para um presidente da República a credibilidade é um patrimônio valioso. O líder fala e o povo acredita. Dona Dilma, porém, gasta a credibilidade dela como gasta o dinheiro público, com irresponsabilidade. "Não há crise de corrupção nem intocáveis". O que ocorre na Petrobrás é uma crise de corrupção, e a diretoria da empresa até agora não foi tocada – aliás, como tantos outros nestes 12 anos. Será que a presidente não lê jornais e revistas nem vê televisão?

 

Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br

São Paulo

 

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ASSUNTO INESGOTÁVEL

 

A presidente Dilma Rousseff, como presidente do Conselho da Petrobrás, diante dos inúmeros descalabros feitos, fala como se o cargo lhe fora dado só para receber o salário. Ela foi enganada e não puniu ninguém. Ora, ora, ora...

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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NÃO VI, NÃO OUVI, NÃO SABIA

 

Em empresas onde trabalhei, tinha a obrigação de saber o que se passava na minha seção, já que era o chefe. Jamais qualquer ação errada ou desmando era encoberto. Eliminavam-se o erro e quem errou. Tinha horror a donos de empresa que encobriam ou passavam a mão na cabeça de safados, e quando agiam desta forma não restava alternativa a não ser pedir demissão. Não justificava trabalhar corretamente, se o dono da empresa protegia o bandido. Mas esses eram outros tempos. Hoje, ninguém sabe, ninguém viu e quem é chefe aproveita o cargo para enriquecer, roubar, fazer maracutaia, e sempre com a proteção dos divinos donos do poder, que também têm lá suas porcentagens de ganhos. E o povo? Ora, desde que tenha cesta básica, carnaval e futebol, aceita tudo.

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

 

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TODOS NEGAM

 

Agora todos aqueles do governo envolvidos e mais os dos partidos que apoiam são considerados santinhos e afirmam que nada têm com este escândalo. Dá para crer? É piada ou não? Então o delator está enganado? Dá para rir! Em tudo o governo quer ter razão. Parem com isso.

 

João Rochael jrochael@ibest.com.br   

São Paulo

 

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PAPA, O MEDIADOR

 

Sabemos que o julgamento dos políticos saqueadores e beneficiários da Petrobras irão para o Supremo Tribunal Federal (STF). Se até lá o papa Francisco ainda estiver de plantão no Vaticano, sem dúvida alguma ele será convocado para mediar os componentes da Suprema Corte, que serão pró e contra as condenações dos meliantes.

 

Luiz Carlos Tiessi tiessilc@hotmail.com  

Jacarezinho (PR)

 

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HERANÇAS DE LULA E DE DILMA

 

Há vários indícios e fortes comprovações de que a Petrobrás não poderia “sobreviver” com a administração de Lula e Dilma, dois presidentes irresponsáveis e incompetentes. No seu mandato, Lula teria estabelecido com João Vaccari Neto, do PT, um esquema de abastecimento do partido e de associados com recursos desviados da Petrobrás, principalmente de obras da estatal. Igualmente o presidente autorizou a Petrobrás a executar projetos incompatíveis com o caixa da empresa, tendo de suspender alguns, com prejuízos. Lula autorizou também a compra irregular da refinaria de Pasadena, nos EUA, com prejuízo de quase US$ 700 milhões. Quanto a Dilma, quando presidente do Conselho da Petrobrás, efetivou a compra irregular dessa refinaria. Dilma teve, também, parte de sua campanha eleitoral de 2010, no governo Lula, financiada pela Petrobrás. Por causa dessa campanha, a Petrobrás pagou prêmio de US$ 25 milhões para a SBM antecipar entrega de equipamentos. Ao nomear novo presidente da Petrobrás, Dilma escolheu uma diretora setorial sua amiga, mas aparentemente sem experiência para a administração da imensa empresa. Ambos, na qualidade de presidentes da República, levaram a Petrobrás a uma situação de completo descontrole das finanças, sendo partes de recursos desviados para diretores da empresa e políticos do PT e outros partidos, com o conhecimento, igualmente, da presidente Foster. Com isso, ambos os presidentes da República levaram a Petrobrás à insolvência, tendo de reduzir operações por não poder suportar financeiramente as atuais. As administrações incompetentes e desonestas de Lula e Dilma reduziram o porte da empresa de 12.ª maior empresa do mundo para 120.ª, e ela continua caindo. É a maior devedora mundial, com dívida de US$ 135 bilhões, 80% em moedas estrangeiras. Recursos desviados da empresa foram usados também para “comprar” parlamentares no Congresso Nacional, em troca de apoio. Nos 12 anos de governo do PT, situação de perdas da empresa foram escondidas pela atuação de um marketing que vendia a visão irreal da Petrobrás, suas reservas e seus recursos. Afinal, a empresa foi levada a uma situação de rebaixamento por agência de avaliação de crédito, o que aumenta a dificuldade de obter empréstimos, que têm então taxas mais elevadas. Ninguém sabe a situação real financeira da empresa, tantos foram os desvios, que acontecem há muitos anos. A empresa de auditoria se recusou a auditar o balanço da Petrobrás. Sem dinheiro, restam hoje apenas “7 sondas perfurando” – em 2013 já haviam caído para 11. Fora alguns crimes cometidos pelos dois presidentes, a questão jurídica de maior relevância é que a lei manda cobrar das empreiteiras os prejuízos, exigência que a presidente da República e congressistas procuram uma forma de “burlar”. Se não realizado o pagamento, pode ser considerado “crime de prevaricação” da presidente Dilma, sujeito a impeachment. Igualmente o presidente da Controladoria-Geral da União (CGU) quer “anistiar” os empreiteiros. Conta-se que as empreiteiras estão fazendo ameaças a pessoal do governo, pois querem isenção desses reembolsos. Este é um exemplo dolorido do risco de ter estatais em governos desonestos. Comenta-se sobre outras empresas estatais com enormes problemas, como a Eletrobrás e o BNDES. Juristas já apontam crimes cometidos tanto por Lula quanto por Dilma, que a poderiam levar a impeachment, por não cumprir a lei. A recuperação da economia em 2015, para reparar os graves erros de Dilma, será muito mais difícil pela situação crítica das estatais. Heranças de Lula e de Dilma.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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ATÉ QUANDO MENTIRÃO?

 

“O Brasil não vive crise de corrupção nem tem intocáveis”, disse a presidente Dilma. Uma preciosidade. Falou aos brasileiros, por tabela, comentou apenas denúncias de corrupção na Petrobrás, mas para o jornal chileno “El Mercurio”. Será que eles acreditaram? Então, se não é crise de corrupção, o que é então? Até o presente momento o ex e a atual estão intocáveis – difícil de afirmar por quanto tempo. Tudo leva a crer que está por pouco, muito pouco mesmo. Há quem diga que até devem iniciar uma monstruosa reforma na Papuda – nada que ver com a presidente, é apenas na penitenciária (presídio). A mentira tem “perna curta”. E agora?

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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INDIGNAÇÃO

 

A leitora sra. Maria Tereza Murray, no “Fórum dos Leitores” de domingo, está certa: tem-se de ficar indignado. Mas é pior: fizeram com propósito. Também o mensalão foi feito em benefício da "boa causa", que é a subversão da democracia para um sistema socialista. Os mensaleiros se consideraram “injustiçados” e perseguidos políticos, não ladrões dos cidadãos contribuintes. Está sendo a mesma coisa agora. Adicionalmente, recursos são desviados para os bolsos próprios. Dilma é a comandante desta manobra. Agora, a Petrobrás, a Eletrobrás, o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, os Fundos de Previdência estão depredados. Os discursos são produtos de marketing enganoso, ou seja, criminoso aos olhos de democratas verdadeiros.

 

Harald Hellmuth hhellmuth7@gmail.com

São Paulo

 

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INTOCÁVEIS

 

Em entrevista a um jornal internacional, Dilma disse que no Brasil não há “intocáveis”. Que tal propor uma delaçãozinha premiada para ela? Será que denunciaria o Al Capone?

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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NÃO DÁ MAIS...

 

Como já disse o grande estadista FHC, assim não dá, assim não é possível. Depois de tantos escândalos já apurados na desadministração lulopetista, e quando muitos outros ainda vão aparecer, não dá mais para continuar fingindo em nome de uma governabilidade desastrosa, que o último e a atual ocupante do Palácio do Planalto não permitiram a existência de todas essas sujeiradas. Fomos eleitos sem saber quem pagou as despesas de campanha! Pode haver maior cinismo? Eram eles laranjas ou simplesmente despreparados para função? Não basta a mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta! O principio básico da administração é de que a responsabilidade total é, e sempre será, também de quem está no ponto máximo da pirâmide. Sem confiabilidade, não haverá governabilidade, a corda já arrebentou, não adianta emendar, o som jamais será o mesmo! Para o bem geral da Nação, acorda, Brasil!

 

Antonio Ramos toninhoramos47@gmail.com

Atibia

 

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PREJUÍZOS EM CADEIA

 

Além de uma sangria colossal em seus cofres, a Petrobrás agora começa a ter de encarar os prejuízos advindos de uma má administração durante os governos petistas. Começou com a incapacidade de publicar o balanço do último trimestre, que implicou uma queda inédita das suas ações nas bolsas de valores e o seu rebaixamento na classificação das agências de risco. Não bastassem todas essas perdas, agora, com problemas de caixa, a estatal terá de abandonar os seus projetos de prospecção e se concentrar na produção nos poços existentes. A decisão, conforme informou matéria publicada no “Estadão” de 21/12, pegou de surpresa os seus fornecedores, e mais, implicará prejuízos para eles, que fizeram grandes investimentos, além de demissões de profissionais especializados, o que se estenderá para toda a cadeia do setor. Obviamente, o sonho da riqueza advinda do pré-sal vai sendo adiado e as empresas prejudicadas poderão entrar na Justiça em busca de ressarcimento. Eis um pequeno panorama do que a quadrilha causou à Petrobrás e ao próprio País, além dos efeitos colaterais, que não são poucos e também de grande importância. Priorizando o pré-sal, o governo federal nesse período relegou a planos inferiores as demais matrizes energéticas, como o etanol, a energia eólica, a solar e outras, remando em sentido contrário aos demais países do planeta em busca de matrizes perenes e menos poluentes. O Poder Judiciário deve tratar com rigor e com a máxima presteza possível para condenar os quadrilheiros em questão, evitando até o limite da lei as chicanas, pois os prejuízos que causaram à Nação foram inéditos, sem contar os demais periféricos, que mal começaram a ser computados. Nos últimos 12 anos, o governo federal conseguiu aliar o péssimo planejamento com a incompetência administrativa.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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CORTE DE INVESTIMENTOS

 

Sem dinheiro, a Petrobrás corta investimentos em poços. Como é que a presidente da estatal e sua diretoria, que não sabiam de nada, ao menos não perceberam que o caixa estava se esvaziando?

 

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

 

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O PT CONSEGUIU

 

O famigerado PT – sempre ele – conseguiu o impossível: quebrar uma empresa inquebrável como a Petrobrás! Nunca antes na história deste país! Muitos tentaram, mas só o PTzão conseguiu! Viva o PT! Viva Lula, herói do trouxa povo brasileiro!

 

Renato Pires repires@terra.com.br

Ribeirão Preto

 

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O BRASIL HOJE

 

O BNDES subiu a taxa de juros em 5,5% para compra de maquinários e afins. A inflação está arrochada pelos especialistas para não desandar de vez. A Petrobrás, à beira da falência pelos mandos e desmandos dos aloprados (quem sabe não será vendida para algum grupo dos países árabes?). O déficit da balança de pagamentos este ano está nas alturas. E o ex-ministro Antonio Palocci fica alterado por causa da sua citação no caso Lava Jato (“Fórum dos Leitores”, 22/12). Como diz o ditado: quem não deve não teme. Não seria o povo quem deveria estar alterado pelos acontecimentos que enchem páginas e páginas de jornais no mundo todo? Pobre povo brasileiro.

 

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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TEM JEITO?

 

Um amigo perguntou ao outro: a Petrobrás tem jeito, tem conserto? Não, não tem, respondeu o amigo. Deu "PT", ou seja, perda total.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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‘VAI PASSAR’

 

Cai perfeitamente à situação da Petrobrás (e a outros malfeitos em outras áreas) o seguinte verso de Chico Buarque na belíssima canção "Vai Passar": "Num tempo / Página infeliz da nossa história / Passagem desbotada na memória / Das nossas novas gerações / Dormia / A nossa pátria mãe tão distraída / Sem perceber que era subtraída / Em tenebrosas transações". A história se repete?

 

João Paulo Mendes Parreira jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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PARADOXOS

 

A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula deram dois depoimentos públicos nos últimos dias. A primeira, em entrevista a um jornal chileno, disse que a Lava Jato investiga um esquema suspeito de ter décadas de existência, e mais, que no seu governo “não há crise de corrupção nem intocáveis”. E o segundo, Lula, em vídeo, afirma que “o povo quer mais ética”. Ambos estão incorrendo, sem a menor dúvida, numa paradoxalidade, pois o que ambos disseram constituem conceitos mediante aparentes contradições com a atual realidade político-governamental ou com situações incompatíveis com a verdadeira e atual conjuntura política. Senão vejamos: se a presidente Dilma alega que a Operação Lava Jato investiga casos de corrupção praticados há décadas, portanto antes do seu governo, por que não tratou de apura-los para, como alega, “qualquer um que não trate o dinheiro público com seriedade e honestidade deve pagar por isso”. Assim, ela prevaricou, faltou por interesse ou má-fé aos deveres do seu cargo. Quanto ao ex-presidente Lula, dizendo que “na lição que ficou o povo quer mais democracia, mais participação, mais esperança, mais ética”, portanto, reconheceu que o seu duplo governo foi negligente, incapaz, inapto, falho para atender a tais necessidades do País, e, ainda, fala-se que ele (Lula) quer voltar em 2018. Que a divina providência livre o Brasil de tão nefasto desiderato!

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

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‘NÃO SIGNIFICA NADA’

 

Ao participar da inauguração de um conjunto habitacional em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em Taboão da Serra (SP), o ex-presidente Lula, no habitual descontrole emocional atiçando a diferença de classes sociais, disse que, “para a pessoa que nasceu na Avenida Paulista, isso não significa nada. Pra quem nasceu no Plano Piloto não significa nada. Pra quem nasceu de frente pra Praia de Copacabana não significa nada”. Deixou, porém, de considerar que, para quem nasceu em Garanhuns, mora numa cobertura em São Bernardo do Campo e tem um triplex no Guarujá, aquilo também não significa nada, exceto demagogia com desfaçatez. Assim como o pouco significado dado na comparação com a qualidade das obras das grandes empreiteiras, aliás, as mesmas parceiras e cúmplices nas roubalheiras na Petrobrás, sendo que uma delas, com os principais diretores presos, foi exatamente a que entregou antecipadamente à família Lula o apartamento de veraneio.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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JUSTO ELE

 

Justo ele, o principal responsável pela implantação da "falta de ética" no País, vem, com a sua costumeira cara de pau, afirmar, em vídeo (22/12, A6), que “o povo quer ética”. Justo ele, que nunca a teve – aliás, duvido que ele saiba o que é isso. Afinal ele nunca sabe de nada...

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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O VÍDEO DE LULA

 

Espero que o “Estadão” comente, em editoriais, o vídeo abominável, desrespeitoso e descabido do ex- presidente Lula. É de uma cara de pau sem tamanho.  Lula envergonha este país, há tempos penso dessa forma. E a imprensa tem o dever de se posicionar abertamente contra gestos marqueteiros, denunciando e combatendo os absurdos que o Brasil enfrenta, as desigualdades brutais. Espero que o “Estadão” seja sempre combativo e lidere uma imprensa lúcida  e  corajosa.

 

Cristiana Cardoso ccardosoc@yahoo.com

São Paulo

 

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SILÊNCIO

 

Sobre Graça Foster e a Petrobrás o sr. Lula da Silva não quer falar nem dar palpites. Logo ele, que é o maior palpiteiro da América.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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JUSTIÇA DUPLA

O Departamento de Justiça Americana condenou a empresa Alstom a uma multa de US$ 772 milhões pelo pagamento de propinas para assegurar contratos internacionais. Aqui, a Justiça brasileira desbloqueou, em caráter provisório, R$ 148 milhões da mesma empresa, acusada de estar ligada ao cartel dos trens em São Paulo.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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CINISMO INFINITO

 

Até ontem, Paulo Maluf era disparado o campeão brasileiro do cinismo. Foi, agora, superado por seu atual parceiro Lula, que registrou em vídeo do Instituto Lula: “Nós devemos conversar sempre com o povo no sentido de fazer com que nada seja escondido. Continuar a política de combate à corrupção onde toda e qualquer coisa deve ser dita e tem que ser dita porque um governo não pode esconder nada”. De fato, ele nunca escondeu nada, pois nunca soube de nada! Depois do mensalão e do petrolão, para ficar só nisso, ele bem poderia ter sido o protagonista da seguinte história: de madrugada, carregando às costas uma leitoa recém-roubada de um sítio, o larápio foi flagrado por uma patrulhinha da polícia e, ao ser indagado de onde havia roubado a leitoa, respondeu à moda Maluf/Lula: leitoa, que leitoa? Quem botou esse bicho nas minhas costas? Tirem logo esse bicho daí.

 

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

 

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MALUF E A JUSTIÇA

 

Que vergonha! A lerda Justiça brasileira não é páreo para Maluf, como bem mostrado na matéria “Maluf vence a corrida contra a Justiça” (21/12, A12). Esse cidadão é um criminoso procurado no mundo inteiro, menos no Brasil, justo de onde saiu a dinheirama dos cofres públicos para alimentar contas irregulares no exterior civilizado. Um conhecido humorista dos anos 60 dizia: “Criminosos brasileiros brilham na Inglaterra, onde a polícia só está preparada para crimes inteligentes”. A pergunta a ser respondida é: para esse tipo de crime a nossa Justiça não está preparada?

 

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

 

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REPÚBLICA DE BANANAS

 

Enquanto houver no País políticos “fichas-sujas” protegidos e beneficiados pelo foro privilegiado diante da lei e da Justiça, mesmo após a comprovação de envolvimento em escandalosos e escabrosos esquemas de desvio de dinheiro público, entre outros crimes de natureza gravíssima, o Brasil continuará sendo visto mundo afora como republiqueta de bananas e território livre da bandidagem. Até quando?

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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CUBANOS E OS ‘VÍCIOS’ DO CAPITALISMO

 

Têm razão os cubanos em temer os “vícios” do capitalismo, mas, depois de alguns comunistas brasileiros se mostrarem mais (ver mensalão e outros), acho mais temíveis os vícios dos comunistas, em que prevalece só a cúpula. Lá pode tudo. O resto é controlado e fiscalizado. Daí tem de controlar a mídia. Já pensaram no “Granma” do Brasil?

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

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EUA E CUBA

 

Estas retomadas de negociações para o reatamento das relações entre Cuba e Estados Unidos suscitaram duas dúvidas. Para os bolivarianos, os Estados Unidos continuam como “imperialistas ianques”? Se Dilma, Maduro, entre outros são a favor, posso acreditar que é coisa boa? Espero que sim.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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DIPLOMACIA

 

Relações reatadas, Cuba não sabe agora em quem pôr a culpa...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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REGIMES DE GOVERNO

 

Quem ficará para a História como o vencedor neste acordo entre EUA e Cuba?

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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A MEDIAÇÃO DO PAPA

 

O papa Francisco mostrou que ele, sim, é “o cara”, e não um tupiniquim metido a estadista e corrupto. Ele quer porque quer que o mundo seja melhor e mais fraterno, algo que há tempos não existe. Só espero que todo o esforço dele mexa também com os cubanos e eles mudem a raiz de todo esse isolamento, sendo mais democratas e respeitando opiniões alheias e diferentes. Mas independentemente disso, o papa já é o meu candidato a Prêmio Nobel da Paz.

 

Zureia Baruch Jr zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

 

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‘ARMADILHA INSTITUCIONAL’

 

Sobre o artigo do professor Marcio Pochmann no caderno de “Economia” de domingo (21/12), não consegui entender, dadas as minhas limitações em Economia, quando ele escreveu o seguinte sobre o sistema produtivo brasileiro: “A retomada do investimento atual requer o diálogo permanente com o futuro a ser dirigido por meio do esforço coletivo da tomada de decisão no âmbito dos atores relevantes”. Além de não ter entendido, fiquei pensando nos tais atores relevantes. Quem seriam?  Dando continuidade, o professor Pochmann falou na “reorganização do sistema produtivo estatal e o novo compartilhamento de tarefas com o setor privado”, como sendo fundamental para um país com as características do Brasil. Estou tentando entender a dimensão do nosso sistema produtivo estatal. Ao final de seu artigo, o professor Pochmann perguntou a quem interessa uma Petrobrás frágil? Ora, meu caro professor, pergunte ao PT e à nossa “presidenta”.

 

João Leonardo Martins de Oliveira joaoedabh@gmail.com

Belo Horizonte

 

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CRISE À VISTA

 

A situação econômica do Brasil anda tão ruim que os mercados estão fazendo promoção de panetone antes de a festa começar.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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PLANO DE MILHAGEM SMILES-GOL

 

Recebi um e-mail da Smiles com três promoções com o objetivo de voltar a ser cliente: 1) milhas em dobro: transfira os pontos do seu cartão para o Smiles e receba milhas em dobro; 2) acesse sua conta e ganhe mil milhas; 3)50% de desconto: compre milhas pela metade do preço. Recebi um segundo e-mail que, além de informar as promoções acima, oferecia uma promoção de “passagens para a Europa de Iberia em classe executiva por apenas 65.000 milhas” (por perna). Como achei essa promoção interessante, transferi milhas do meu cartão e comprei também algumas milhas para completar as milhas necessárias. No dia seguinte, percebi que faltavam ainda 5.110 milhas, pois soube que o Visa desconta 25% das milhas transferidas. Tentei acessar minha conta Smiles para comprá-las e apareceu a seguinte mensagem: “Esta operação não é permitida quando não há registros exibidos (SBL – DAT 00215). Liguei para a Smiles e abri o primeiro Protocolo, de número 1-19627635101, em 6/11/2015. Até hoje já abri cinco protocolos, sendo o último de número 1 – 20432392208, em 11/12/2012. Sou sempre informado de que em 72 horas serei contatado, mas até hoje não recebi nenhuma comunicação.

 

Eric Sun ericsun@globo.com

São Paulo

 

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SEQUELAS DO ‘NÓS’ E ‘ELES’?

 

Pesquisa Datafolha realizada no início deste mês e divulgada segunda-feira pelo Terra aponta que a imagem que os brasileiros têm dos paulistanos piorou nos últimos dez anos. São, na visão dos outros compatriotas, mais orgulhosos, egoístas e invejosos. O Datafolha apurou que o desempenho dos paulistanos é sempre pior entre os entrevistados dos nove Estados do Nordeste. No total, 67% dos nordestinos acreditam que os paulistanos se consideram melhores que o restante dos brasileiros (51% concordam totalmente com essa afirmação, 17% concordam parcialmente). Para 48% dos nordestinos, os paulistanos têm inveja dos compatriotas, e 76% concordam que aqueles nascidos em São Paulo "se importam mais com seus problemas do que com os problemas dos outros".

 

Lucia Melchert luciamelchert@gmail.com

São Paulo

 

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SEGURANÇA PÚBLICA EM SP

 

Responsável pela maior crise hídrica vivida pelo Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin imita seu correligionário Fernando Henrique Cardoso, responsável pelo maior apagão elétrico do País. Dados da Segurança Pública paulista, obtidos com exclusividade pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, revelam um crescimento constante dos roubos e homicídios. Diante dessa situação insustentável, parte da elite paulistana está mais preocupada em criticar a instalação de ciclovias, faixas e corredores de ônibus, recomendada por especialistas em mobilidade urbana, do que com a crise hídrica e com a crônica falta de segurança na nossa cidade. Talvez estejam inconformados pela população de baixa renda ser beneficiada pelo fato de o transporte público ser privilegiado, em detrimento do particular, e que seus carros blindados circulem com menos rapidez.

 

Paulo Sergio Fidelis Gomes psf.gomes@ig.com.br

São Paulo

 

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ECONOMIA DE ÁGUA

 

Ao parar num posto para abastecer meu veículo, a frentista ofereceu uma ducha rápida, gratuita. Recusei a oferta e ela perguntou se era porque eu estava com pressa. Respondi que não era pressa, era para economizar água. Neste momento, ela me olhou como se eu fosse um alienígena, pronunciando algo estranho, ininteligível. O governador Alckmin tem toda a razão em exigir cobrança de multa para os que desperdiçam água. Parece que uma parcela da população ainda tem dificuldade de entender a gravidade do momento e a suma importância de exercer a cidadania para o bem de todos.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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