Fórum dos Leitores

PETROBRÁS

O Estado de S.Paulo

08 Abril 2015 | 02h07

Que culpa tenho eu?

O preço do petróleo caiu. A Petrobrás caiu. E os preços dos combustíveis no Brasil são os mais altos do mundo, com impacto na inflação, nos custos dos transportes, na produção industrial, no agronegócio, e tudo porque eles precisam recompor o caixa da Petrobrás, corroído pela roubalheira. Imaginem quem está pagando essa conta. Nós! E o pior, estamos matando o ganho com a queda do preço do petróleo com a alta do dólar, prejudicando a balança comercial. E pensar que temos uma refinaria no Brasil, de capital privado, que pode suprir a demanda interna sem importação, mas nada acontece. Basta ler o editorial econômico deste jornal do dia 15/3 com o alerta da Diretoria-Geral da ANP. É lamentável.

JOSÉ ANTONIO MOREIRA

rsbrasil@real-soft.de

São Paulo

Fábula

Em recente discurso, a presidente Dilma declarou que a recuperação da Petrobrás é compromisso inalienável do seu governo, questão de soberania do País, uma luta pessoal sua. Ora, é indiscutível que a ruína da estatal resultou da gigantesca corrupção montada e operada sob a liderança do seu partido, ao longo dos três últimos mandatos. Assim, estamos assistindo à narrativa de uma fábula insólita, segundo a qual o predador resolve ressuscitar a presa depois de aniquilá-la. Vai ser difícil.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

GOVERNO DILMA

Panorama econômico

"Eu garanto que a necessidade imperiosa de promover ajustes na nossa economia (...) não afetará os programas essenciais e estruturantes do Ministério da Educação" (Dilma Rousseff, presidente da República). Santo Deus, essa senhora ainda não percebeu que sua palavra não é confiável e que ela não está em condições de garantir absolutamente nada, por seu passado de mentiras e de enganação da pobre população brasileira?

JOSÉ CARLOS THOMAZ

josecthomaz@gmail.com

São Paulo

Propaganda enganosa

A presidente Dilma acusa as redes sociais de preconceito e discriminação, com toda a razão! O preconceito é contra a classe política privilegiada. As ofensas e a queda de popularidade são consequência da enxurrada de mentiras durante a campanha. O que vimos foi estelionato eleitoral, falsas acusações contra o adversário e promessas de um Brasil que só existiu até 2004, antes do mensalão. Todos os integrantes desse governo devem tomar muito cuidado ao falar do povo, pois quem os colocou onde estão se juntou aos outros e já são quase 80% contra tudo isso que está aí, criado e mantido por eles.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Dando ordens

E o Lula continua articulando no governo incompetente do PT, dizendo a Dilma: faça isso, faça aquilo. Sua maior preocupação é salvar o PT desse emaranhado, não está muito preocupado com o Brasil e os brasileiros.

WAGNER MONTEIRO

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

Visão ofuscada

Uma doença grave atingiu os olhos do sr. Lula da Silva, ele não enxerga o óbvio: o povo não acredita mais em mentiras, promessas, blá-blá-blá, no PT e em seus membros. C'est fini, o partido já era. Mude de ramo, aplique seu dinheiro e vá viver de renda. Cumpra uma de suas mais antigas promessas, vá fazer churrasco de coelho, deixe o Brasil voltar aos trilhos, o desastre foi grande, vai demorar, mas chegaremos lá - sem o PT.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Basta

É, vá pra casa, Lula, basta, seus cinco minutos se esgotaram. O Brasil agradece.

CELIA H. GUERCIO RODRIGUES

aleguercio@gmail.com

Avaré

Estrelas ausentes

O PT optou por não exibir Lula e Dilma em sua propaganda partidária nacional em rádio e TV, esta semana. A dúvida é se foi para proteger as estrelas petistas ou proteger o partido.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

URNAS ELETRÔNICAS

Dúvidas, de novo!

A cada eleição surgem comentários e matérias sobre a segurança das urnas eletrônicas e sempre os órgãos governamentais, via presidente do TRE - à época da última eleição, o sr. Dias Toffoli -, garantem que elas são invioláveis, etc. Mas depois do exposto pelo leitor sr. Jenner Cruz e esposa no Fórum de ontem, os quais confirmaram que sempre votaram e seus votos não foram computados, gostaria de saber como o ministro explica esse fato. Não poderá alegar que foi um problema pontual, como é hábito deste governo quando não consegue explicações convincentes. Portanto, fica no ar a credibilidade principalmente da última eleição, decidida por margem mínima de votos. Quantos teriam sido os votos não considerados? Fico no aguardo das explicações do sr. Toffoli.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

SACOLINHAS DO HADDAD

Palhaçada

Essa nova lei das sacolinhas de supermercados é uma verdadeira palhaçada! Mais uma medida inócua e demagoga da atual administração municipal. Se a Prefeitura está mesmo preocupada com o meio ambiente, há muitas coisas a fazer antes de se preocupar com sacolinhas, a começar pela fiscalização dos milhares de pontos de descarte irregular de lixo e entulho que há pela cidade. Agora, pagar pelas novas sacolas é o cúmulo! Os mercados aproveitaram a nova lei e arranjaram uma nova maneira de faturar mais. Lamentável.

ALEXANDRE FONTANA

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

Novamente a velha história das sacolinhas... Ora, por que não proibir também as outras embalagens plásticas, como invólucros de pacotes de cerveja, de leite, de frutas, legumes e todas as demais que se encontram nos supermercados? O prefeito de São Paulo não tem outras prioridades, em vez de se ocupar com sacolinhas coloridas? Se o povo paulistano não tiver sacolas para transportar as compras de graça, passe pelo caixa e deixe a mercadoria lá, sem pagar. Era só o que faltava, pagar pela sacolinha que o próprio supermercado já embutiu no preço das mercadorias.

ORÉLIO ANDREAZZI

orelio@andreazzi.com.br

Suzano

CORTE DE GASTOS

Disposta a equilibrar as contas públicas, a presidente Dilma Rousseff determinou, por meio de decreto publicado no “Diário Oficial” da União, o bloqueio provisório de um terço dos gastos administrativos dos ministérios e secretarias especiais e tudo mais – estimado em R$ 1,9 bilhão por mês. Acaso também Dilma cortará os polpudos subsídios fornecidos para manter vivos o MST e o MTST, para suas idas e vindas e churrascadas? O “exército” de João Pedro Stédile acaba murchando e desaparecendo, porque sem essa ajuda do governo do PT ele não sobrevive, afinal manter uma ONG como esta custa muito caro.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com 
São Paulo 

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RECEITA

São três os ingredientes indispensáveis para o governo voltar a ter credibilidade e a confiança da Nação: cortar, cortar e cortar. Eles sabem como, onde e o quanto. Se não souberem, me perguntem. Terei imenso prazer em ajudar.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com 
Matão 

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LEVY E O AJUSTE FISCAL

O detalhado plano de ajuste fiscal apresentado por Joaquim Levy no CAE do Senado objetiva ao equilíbrio da dívida pública e até sua diminuição, uma utopia nas circunstâncias atuais – dívida que gera este ano perto de R$ 400 bilhões de juros, o maior item dos gastos públicos. O seu amplo projeto representa uma necessariamente revolucionária transformação dos intrínsecos aspectos econômico-sociais e administrativos do País. Aqui cabe também acrescentar o considerável prejuízo da receita fiscal causado pela corrupção e sonegação de impostos, embora já sendo ambas combatidas e condenadas pelas meritórias ações da Polícia Federal e Ministério Público Federal. Entretanto, considerando as sombrias perspectivas da economia, o ajuste deveria considerar também a diminuição dos excessivos e improdutivos gastos “fixos”, requerendo alterações legislativas, como a redução dos 39 ministérios, a dos múltiplos cargos comissionados dos Três Poderes, modificações da discriminaria (inconstitucional?) lei previdenciária, gerando um significativo déficit no setor de funcionários públicos, e a diminuição do excessivo número de servidores públicos (11,1 milhões). Todos esses gastos improdutivos contribuem vastamente para o déficit nominal, que continua aumentando a já enorme dívida pública. É claro, para executar essa parte, seria indispensável uma ampla coalizão partidária, politicamente impensável no momento. Mas, com uma coação das forças vivas, acompanhada de iniciativas semelhantes à lei da Ficha Limpa, que foi aprovada graças à mobilização de milhões de brasileiros, seria mais provável concretizar esse fundamental complemento ao plano do ministro Levy.  

Pablo L. Mainzer plmainzer@hotmail.com 
São Paulo

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GASTOS X INVESTIMENTOS

Em qualquer país decente, em épocas de crise, cortam-se gastos – diga-se despesas – naquilo que dá para viver sem, preservando verba para o crescimento. Mas estamos no Brasil e devemos ver tudo à luz da lógica de quem a aplica. Destinar dinheiro para segurança, saúde, ensino e infraestrutura significa “gasto”, já que beneficia o povo, este tijolo no sapato, no entanto, cortar ministérios, em sua maioria absoluta e absurdamente inúteis, significa cortar “investimento”.

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br 
São Paulo

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INSATISFAÇÃO GERAL

Da contundente entrevista dada ao “Estadão” (5/4, B7) pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), integrante da base aliada do governo e apoiador de primeira hora da reeleição de Dilma Rousseff, merecem ser destacadas duas passagens: “O Brasil está indo ladeira abaixo e 2015 é um ano perdido. Em 2016 vão ter de trabalhar muito para fazer com que ele seja melhor do que esse. (...) Não tenho dúvida de que a insatisfação popular vai se manifestar. Acho que todos os candidatos que usarem o número 13 para disputarem as eleições municipais serão derrotados. A insatisfação é muito grande”. Falou e disse.

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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SACRIFÍCIO DE TODOS

Li a entrevista de Blairo Maggi no “Estadão” de domingo. Minha pergunta: o governo é composto por Três Poderes – Legislativo, Executivo e Judiciário. Qual será a cota de corte de despesas nos dois outros Poderes? Pois, se há exigência por parte do governo devido a cargos comissionados, como o senador se refere, no caso do Legislativo há também uma cota imensa de benesses que deveriam ser revistas pelos nobres senadores e deputados federais, bem como pelo Judiciário. Desta forma, aí, sim, a sociedade se sentiria representada pelo governo no ajuste de contas a ser feito por todos. Infelizmente, para governar neste país é preciso fazer alianças, e muitas vezes as mesmas não correspondem. Precisamos mesmo é de uma reforma política em que a barganha de cargos não seja o principal mote de poder dos partidos. Concordo, ainda, com a mudança no financiamento de campanhas. Acho que quem quer se eleger deve contar com seu próprio dinheiro, recebido pelo seus salários, que não é pouco, e principalmente com um trabalho de base nos seus territórios de ação.
 
Márcia Perrone de Monteiro marciaperrone@yahoo.com.br    
São Paulo

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TRÊS SENADORES?

Senador Maggi, por que não se elimina o terceiro representante por Estado no Senado, herança do biônico? Ou é para cortar só na carne dos outros?
 
Cássio Mascarenhas de Rezende Camargos cassiocam@terra.com.br 
São Paulo

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RECORDE

Parabéns ao petelulismo: acaba de fazer o Brasil atingir mais um recorde negativo, fazendo-nos cair 14 posições no ranking global de comércio eletrônico. Despencamos do 7.º para o 21.º lugar na lista de 30 países com maior atratividade no varejo online.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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NADANDO EM DINHEIRO

Como a economia está ótima, o povo está muito bem de saúde, educação, segurança, transporte e energia, dona Dilma resolver doar uma usina térmica à Bolívia! R$ 60 milhões jogados fora! E vivamos nós!

Milton Bulach mbulach@gmail.com 
Campinas

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AJUSTE NO DOS OUTROS

O ajuste fiscal tem sido mais um Robin Hood às avessas, estando bastante tímido no verdadeiro esforço fiscal de equilibrar as finanças no governo mais perdulário que a República já conheceu, principalmente nos gastos com programas assistencialistas e oriundos de aumento de parcerias com programas de infraestrutura de amigos bolivarianos tais como Cuba, Venezuela e Bolívia. No ajuste fiscal de R$ 50,5 bilhões, 62,4% são oriundos de aumento de arrecadação, enquanto 37,6% se referem a cortes de gastos “na própria carne” do trabalhador, como na mudança de regras do seguro-desemprego. O ministro poderia sugerir à presidente a redução do absurdo número de ministros, o sem-número de secretarias e a redução de mais de 20 mil empregos criados para acomodar a militância, além de acabar com a farra dos cartões corporativos. Ao que tudo indica, o ministro já faz parte daquela brincadeira “tudo que o mestre mandar faremos todos”. E la nave va...

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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MICO BRASILEIRO

Brasil de Lula & Dilma e do PT é mico na ONU e pinto em diplomacia exterior.

Yoshio Asanuma yasanuma2002@hotmail.com 
São Paulo

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OPERAÇÃO LAVA JATO

Os petistas Vicente Cândido (SP) e Sibá Machado (AC) pediram ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, garantia de financiamento de bancos públicos às empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobrás que fizerem acordo de leniência com a Controladoria-Geral da União (CGU). A desfaçatez do pedido, intitulado “alinhamento do sistema financeiro”, permite admitir do interesse que a gatunagem continue alimentando o caixa do partido corrupto.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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PREPOTÊNCIA
 
Dilma não perde oportunidade, em suas falas, de esbanjar prepotência. Na posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ela enfatizou “a recuperação da Petrobrás é batalha do meu governo”. Esses pronunciamento arrogantes não nos fazem esquecer de que ela, quando presidiu o Conselho de Administração da estatal e como presidente da República, foi extremamente leniente com os atos de corrupção que afundaram a nossa maior empresa. Por um dever de ofício a nossa presidente deveria abster-se do autoelogio, pois a avaliação de seu governo atingiu níveis baixíssimos, sem precedentes na história do País.
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br  
São Paulo

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MELHOR NÃO!

Dilma Rousseff estabelece, como um dos objetivos da sua gestão, a recuperação da Petrobrás. Visando a atingir este objetivo, resta definir metas: uma, pelo menos, é de fundamental importância e urgente: a ajuda na recuperação dos valores surrupiados, além da parte já devolvida pelos confessos (senhores Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás, e o doleiro Alberto Youssef), a parte maior “administrada” por João Vaccari Neto, Fernando Baiano e Nestor Cerveró, seguindo o detalhamento dos próprios delatores. Mas, pensando bem, é melhor deixar para outros esta atribuição de recuperar a Petrobrás, considerando que, no período em que tinha ela competência para fazer alguma coisa pela Petrobrás, a estatal afundou, literalmente.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net
São Paulo

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O BURACO DA CORRUPÇÃO

De acordo com um estudo elaborado pelo Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas e pelo Centro de Estudos de Direito Econômico e Social (Cedes), a Operação Lava Jato pode tirar R$ 87 bilhões da economia, o que afetará o PIB brasileiro e o aumento do desemprego. Só faltou constarem na matéria publicada no “Estadão” (3/4, B3) os prejuízos que terão os partidos políticos (PT, PMDB e PP), as empreiteiras e todos os envolvidos nos contratos fraudulentos, que deixarão de receber suas comissões sobre o montante acima. Novamente, estão culpando a Operação Lava Jato pela crise econômica que está afetando todos os brasileiros e eximindo de culpa os verdadeiros vilões. Mas os brasileiros sabem muito bem quem é herói e quem é bandido nessa história, e quem ainda não sabe, basta acompanhar a próxima manifestação que irá ocorrer no dia 12/4 e observar os cartazes e os gritos dos participantes. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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O CAIXA DO PT

Se, com as denúncias incriminatórias contra seu tesoureiro, João Vaccari Neto, o PT ficou sem arrecadação e pode quebrar, de onde mesmo vinha seu dinheiro?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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A QUEM RECORRER

O PT diz que precisa cortar gastos para não quebrar? Devem estar atordoados com a Operação Lava Jato, senão, bastaria recorrer ao “mago” das assessorias, José Dirceu, ou então ao ex-ministro Palocci – e por que não ao “chefe-mor” Lula –, pois, certamente, só esses três poderiam bancar o partido por pelo menos uns 30 anos com o que “amealharam” na “brilhante” carreira política.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br 
São Bernardo do Campo

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O PT SEM DINHEIRO

Quem sabe o Lulinha não faz um empréstimo? 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br
São Paulo

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A FONTE SECOU

Quem diria, o PT vai se acabar por onde começou, metendo a mão grande onde não devia. Agora, sem as fabulosas quantias que diziam ser de doação, acabou, descobriram todas as mutretas e o dinheiro fácil não tem mais. Agora estão reduzindo os gastos e sob o risco de quebrar. Quem diria.

Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br 
São Paulo 

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PERDERAM A FÉ

Era natural que ocorresse o corte de despesas no PT, porque secou a fonte propinada com dinheiro público advindo da corrupção cortejada pela entidade. Entretanto, mais grave é a notícia de que os colaboradores, inclusive os de carteirinha, passaram a não mais efetuar as suas contribuições, em patente demonstração de abandono e de esquecimento do outrora partido catalisador. Como tudo tem começo, meio e fim, estamos a presenciar o caminho do fim para a agremiação. E este chegará em breve, caso não haja uma completa reformulação nas suas teses e propósitos para o Brasil. Na verdade, ninguém mais acredita no PT. Só os que mamam nele.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 
Rio Claro

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O APOIO DOS COMPANHEIROS

Agora iremos conhecer o verdadeiro $ amor dos companheiros pelo partido.

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 
Campinas

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PROPINODUTO

Depois da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, escancarada, tesoureiro do PT alega falta de verbas e corta subsídios e gastos do partido. Ou seja, antes havia verba sobrando, mas tanto o tesoureiro quanto o presidente do partido e Lula da Silva ainda negam o “propinoduto”. Me engana que eu gosto... 
 
Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté

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SE CORRER O BICHO PEGA

Muito esclarecedor o artigo do colunista Denis Lerrer Rosenfield no “Estadão” de 6/4, com o título “PT e a avestruz”. É isto mesmo: o PT e o governo federal como um todo se escondem esperando a poeira baixar ou o tempo tudo apagar. Mas estão muito enganados. Hoje mais do que nunca a Justiça está fazendo o seu papel. Eles não perdem por esperar. A “cana dura” vem por aí!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br  
São Paulo

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SEM ARRECADAÇÃO

O PT está preocupado com a redução dos roubos (ato falho) e com a redução das doações para manter seu sonho de poder perpétuo. Tomara mesmo que as arrecadações minguem. Talvez possam fundar outro PT, em Cuba, Venezuela, ou Bolívia, países que eles tanto amam. A propósito, no final, precisando de alguém para apagar a luz e salgar os pisos dos locais onde foram sediados, contem comigo.

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br 
São Paulo

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ENGROSSANDO AS ESTATÍSTICAS

Confrontado com um fluxo de caixa adverso (fim do dinheiro fácil), o Partido dos Trabalhadores assume comportamento idêntico ao de qualquer empresa em situação difícil e engrossa as estatísticas de desemprego, demitindo funcionários. Chegaram a pensar em socializar o rombo?

José Roberto Jimenez Costa jjimenezxng@gmail.com 
São Paulo

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NO OSSO

O partido trambiqueiro (PT), que acha que todo brasileiro é idiota, não vai largar o osso enquanto tiver carne para ele. 

Jurandir Ienne  jura154@hotmail.com
São Paulo

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LEGADO 
 
O pernicioso legado de Lula contaminou os Três Poderes de tal forma que, para revertê-lo, a começar de agora, vai levar décadas. Chega de paliativos! Para o Brasil se desenvolver, a exemplo de outros países, é preciso plantar hoje a “sementinha do saber” para, paralelamente à descontaminação da herança de Lula, daqui a décadas, sem a demagogia barata de bolsas disso e daquilo e cotas em profusão, voltar de fato a crescer, dando igualmente oportunidade a todos, chance para sobressair por mérito, de forma consistente, honrada e com qualidade. Para tal, precisamos investir em educação, valorizar os mestres com salários dignos, condições financeiras e materiais para ensinar. Em resumo, a educação é o horizonte para a solução de quase todos os problemas. Entretanto, nos Lulas da vida ainda não caiu a ficha de que o professor é a base de tudo, é o cargo mais importante na sociedade. Aqui, porém, desculpe o termo chulo, o professor é o cocô do cavalo do bandido.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br  
Vila Velha (ES)

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FEDERALISMO URGENTE!

Não é possível que, com exemplos de corrupção institucionalizada e incompetência sem limites, conforme demonstra o editorial “A Eletrobrás, outra vítima” (6/4, A3), o País continue aceitando passivamente a atual concentração de poderes em Brasília. Juntos, PMDB e PSDB possuem a quase totalidade dos governadores e prefeitos. Por que não se juntam numa campanha nacional, apartidária, visando à descentralização dos poderes? Nos Estados Unidos, onde o federalismo realmente funciona, até o poder concedente do setor elétrico é descentralizado, profissional e sem ingerência governamental. Por isso é o país onde todo o mundo – sem distinção ideológica – quer depositar suas economias. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 
Valinhos 

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‘A ELETROBRÁS, OUTRA VÍTIMA’

Se no País a Justiça fosse de fato uma instituição independente, moral e ética, bastaria verificar como funciona a PTbrás, e a bandalheira apareceria como passe de mágica. Claro que a cúpula petista faria coro com seu chefe: ninguém sabia de nada, não viu nada, etc., etc. Já passou da hora de esta raça cair fora!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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MANIFESTAÇÕES

As manifestações favoráveis a Dilma Rousseff ontem, pelo Brasil, confirmam que ela está no fundo do poço. Com 100 pessoas em média em cada cidade, algumas até menos. Precisa mais o que para ela pegar o chapéu e dar o fora do Palácio do Planalto? Com certeza tal atitude resultará em manifestações com frequência à altura da sua incapacidade.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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O BRASIL SE LEVANTA

Mensalão, petrolão, Zelotes, dólares na cueca, consultoria dada de dentro da prisão, mentiras, falas grotescas, etc., etc., etc. e tal. Parece que a corrupção está institucionalizada no Brasil como algo normal em todos os níveis de atividades, quer na iniciativa privada, quer no setor público, nos governos federal estaduais, municipais, no Judiciário, etc. Parece que não existe mais vergonha na cara desta corja que se apoderou do País nos últimos anos. O desgoverno lulopetista, que se iniciou em 2003 e que vem sistematicamente dilapidando o País em todos os setores, ainda se julga inabalável, apesar de todas as provas em contrário. Quase a totalidade do PT e dos partidos que lhe dão sustentação estão diretamente envolvidos nestes escândalos todos. Fazendo menção ao esclarecedor e pertinente artigo escrito pelo dr. Miguel Reale Júnior no sábado (4/4/2015), no “Estadão”, em que cita claramente o crime de prevaricação da presidente Dilma, o que poderia abrir as portas para o seu indiciamento criminal por este crime, mostra a extrema importância da leitura deste artigo mostrando com clareza a realidade dos fatos e sua conclamação às manifestações a serem realizadas no próximo dia 12 de abril em todo o País. Está mais do que na hora de o País se levantar contra este tipinho de gente que se apoderou e quer permanecer eternamente no poder, com o único propósito de continuar nos roubando todos os dias, sem ter a menor vergonha. Caso permaneçamos em nossa zona de conforto, este pessoal, que não tem o menor nível de escrúpulos, irá conseguir seu intento de nos afrontar e nos roubar eternamente.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br 
São Paulo

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DESAPREÇO À DEMOCRACIA

Se a pesquisa realizada pelo Projeto de Opinião Pública da América Latina (Lapop) em março e abril de 2014 indicou que 47,6% dos brasileiros se dizem favoráveis a um golpe militar, com a corrupção desenfreada nos dias atuais, certamente essa pesquisa indicaria um índice muito mais elevado. E mais, se for aprovado o Projeto de Lei (PL) 980/2015, do nobre deputado federal Wadson Ribeiro (PCdoB-MG), que prevê a detenção de três a seis meses, ou multa, para a apologia ao retorno de ditadura militar, vários estádios de futebol ou arenas, considerados como elefantes brancos da última Copa, não seriam uma alternativa como prisão para essa grande quantidade de brasileiros infratores?  É brincadeira?!
 
Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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DA RECLAMAÇÃO À AÇÃO

Quando é que o eleitor, o mesmo que escreve carta para jornal para desabafar e pregar o pessimismo, vai se conscientizar de que precisa participar de organizações que debatam os problemas e as propostas para solucioná-los? E mais, que reflita que os Executivos e Legislativos são escolhidos com ou por falta de seu voto. E chega de acusar apenas a classe política, quando a prática tem mostrado que empresários históricos estão envolvidos com falcatruas e desvios de verbas públicas nos contratos de obras por esse país afora.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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MOMENTO ÚNICO

O Brasil vive um momento único. Embora este momento seja pontuado por desmandos de toda natureza, temos de aproveitar para mostrar à população que o Brasil é maior que os partidos que dele tentam tirar até a última gota de sangue, distribuindo benesses para Republiquetas latinas. Temos de ter uma Polícia Federal autônoma, sem a ingerência de políticos. A PEC 412 é o melhor caminho para isso.

Joao Camargo democracia.com@estadao.com.br 
São Paulo

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A CONFERIR

Nos próximos dias teremos certeza da independência ou não do Supremo Tribunal Federal (STF). Especialmente a da Segunda Turma, responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato, na qual está o ministro Antonio Dias Toffoli, que no mensalão deu sucessivos votos favoráveis aos mensaleiros, hoje na sua maioria livres, leves e soltos. Ex-funcionário do PT na Câmara, ex-assessor de José Dirceu e advogado-geral da União no governo Lula. Este xeque-mate se apresenta diante do julgamento do pedido de soltura do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, e dos demais executivos presos. Assim o Brasil avalizará a independência ou não do Executivo. É a Operação Cala Boca em andamento.
  
Glória Anaruma gloria.anaruma@gmail.com 
Jundiaí 

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FALIDA MERITOCRACIA

Cai Muricy Ramalho, porém Dilma Rousseff continua no comando do Planalto...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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TERCEIRIZAÇÃO E RETROCESSO

Se há um direito que verte sangue, suor e lágrimas, é o direito do trabalho. Se há um direito que pulverizou o programa marxista-leninista da luta de classe é o direito do trabalho, pelo qual os capitalistas deram os anéis, para não sacrificarem os dedos. Se há um direito que permitiu a sobrevivência do capitalismo no seio de uma democracia liberal e social é o direito do trabalho. O Tribunal Superior do Trabalho (TST), guardião máximo do direito do trabalho, solidificou jurisprudência no sentido de que a terceirização somente pode ser aplicada às atividades-meio, não às atividades-fim das empresas. Para não ser extinto pelo lulopetismo, paradoxalmente, o direito do trabalho volta a ser escrito por letras suadas, lacrimosas e vermelhas do sangue dos trabalhadores, como vimos nos lamentáveis acontecimentos de ontem, em Brasília. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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FALTA-NOS TUDO

Pobre o país que perde horas e horas de noticiário em toda a mídia a respeito de um entrevero do rapper Mano Brown com a polícia, por problemas de documentação de um automóvel. Falta-nos muito!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava 

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MANO BROWN

O motorista-astro estava com a CNH vencida. Já seu político-scort, com tudo vencido...

A.Fernandes standyball@hotmail.com
São Paulo

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EXPLOSÕES EM BANCOS NO INTERIOR DE SP

Diversas cidades pacatas do interior paulista tiveram bancos violentamente e covardemente atacados com explosivos, prejudicando inúmeros cidadãos. Uma providência que ajudaria um pouco a prevenir ou, senão, facilitar futuras investigações seria as prefeituras locais colocarem câmeras de monitoramento em pontos estratégicos de entrada e saída das cidades. Fora isso, mais importante seria as delegacias especializas se aprofundarem no trabalho de inteligência policial para investigação da autoria de referidos crimes.  

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com  
Itapetininga

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URBANISMO E SEGURANÇA

As vias públicas pertencem a todos na cidade, e vender as ruas sem saída (5/4, A1 e A18) só serviria para encher as burras da prefeitura. Segurança Pública é direito do cidadão e dever do Estado, e essa ausência contumaz de proteção aos paulistanos também requer prioritária intervenção de Promotoria atinente do Ministério Público Estadual para garantir à população de bem se apropriar das ruas e ter tranquilidade em toda a cidade – condição necessária ao urbanismo de qualidade.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br 
São Paulo

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VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

Não há como aquilatar o sofrimento dos parentes das pessoas mortas nas comunidades do Rio de Janeiro pelas supostas “balas perdidas”. Não adianta, a exemplo do governo federal, ficar jogando a responsabilidade por esse estado de coisas para personagens do passado, como Leonel Brizola. Aqui não se trata de “heranças malditas”, e, sim de completa desorganização do aparato policial. Em primeiro lugar, o conhecido “cagaço” dos soldados, que atiram a esmo, sem enxergar os alvos, guiando-se somente pelo som dos tiros adversários. Fala-se muito das incursões da polícia pelos morros, mas e o comando? Quem ordenou essas ações? Quantos oficiais se envolvem nesses atos? Quais os objetivos? Estavam à procura de quem? Havia mandados a cumprir? Do outro lado, o lado dos “foras-da-lei”, também há completa desorganização. O verdadeiro crime organizado do Brasil está somente nas altas esferas, como se observa no mensalão e no petrolão. A grande quantidade de armas ilegais nas comunidades do Rio não é destinada só à defesa contra a polícia, mas é devida principalmente à rivalidade entre os diversos bandos. Se não houvesse tanta exibição de armas, não haveria necessidade de incursões policiais. Portanto, a burrice, essa praga nacional, impera nos dois lados da questão, e quem sofre, como sempre, é o povo.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Em respeito à cidadania consciente e por acreditar neste jornal, do qual sou assinante há mais de 25 anos, à vista do material publicado no caderno “Aliás” (5/5, E1, E2 e E3), sobre a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados que sugere a redução da idade penal para 16 anos, parece que cabe aqui o poema “Se”, de Kipling, pelo avesso: “Se você é mais um diplomado ignorante, que não sabe pensar; se é um religioso de fachada, que esqueceu da fraternidade; se é pessoa ética, desde que isso lhe renda votos ou cifras; se, em lugar de escola, você defende presídios, que rendem contratos alvissareiros na construção; se você acha correta a prisão de jovens negros, pobres e favelados, muitos analfabetos e abandonados pela família e pelo Estado; se você alega ser contra a violência, mas lucra, direta ou indiretamente, com as estatísticas criminais, as manchetes sangrentas e o medo na população; se esquece que seus filhos, netos, sobrinhos e irmãos adolescentes também podem ser vítimas das armadilhas que você criou; se jamais pensou num programa nacional de segurança pública e prevenção criminal, envolvendo as famílias, as escolas, as empresas e os Três Poderes do Estado – Executivo, Legislativo e Judiciário; se aceita uma polícia para o “combate ao crime” e não bem preparada para evitar as infrações e oferecer segurança à população; então, você é, de fato, por falta de conhecimento e ponderação, o maior inimigo da coletividade anestesiada, defende a vingança como “justiça” e lhe faltam cidadania e bom senso.
 
Bismael B. Moraes bismoraes@uol.com.br 
São Paulo

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POPULISMO PENAL

Se jovens de 16 anos não têm maturidade para assumir os crimes que cometem, também não têm maturidade para votar e eleger o Congresso, que estabelece as leis que todos nós temos de respeitar, nem para eleger o presidente da República, que nos governa. Ou são maduros para tudo aos 16 anos, ou não o são para nada. Idades distintas para a maturidade são uma completa incoerência.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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MEIO TERMO

Finalmente parece que o assunto maioridade penal vai deslanchar no Congresso! Fica, aqui, uma sugestão no meio termo: o menor infrator, independentemente da idade, seria julgado e, se fosse o caso, condenado. A pena seria cumprida em parte na Fundação Casa (antiga Febem) até completar 18 anos, se fosse o caso, e, depois, após análise por uma equipe credenciada, poderia ser libertado sob condicional. Caso voltasse a delinquir, voltaria, já como maior, para cumprir as penas antiga e nova.

Richard Ocaña Zangari rozangari@gmail.com 
Londrina (PR)

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UM LONGO CAMINHO

Após 22 nos passou na CCJ a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Mas, até ser definitivamente aprovada, a PEC 171 terá um longo caminho pela frente. Será discutida em 40 sessões de debates, uma comissão analisará o mérito do texto, antes das duas votações em plenário e 305 dos parlamentares terão de aprová-la. Só depois será enviada ao Senado, que também terá duas sessões para a aprovação. O envio para o Supremo Tribunal Federal (STF) não está descartado. Não sei quanto tempo vai levar esse enduro, mas com certeza o tempo suficiente para que os “patrões” dos menores infratores comecem a treinar meninos e meninas de 10 a 15 anos para substituírem os “de maior” de 16 anos. Ou seja, a criminalidade vai continuar enquanto não for atacado o cerne da questão: a precariedade da educação e da saúde. Mas a “Pátria Educadora”, ao contrário de países sérios, reduz as verbas para essas pastas para cobrir rombos no Orçamento da União causados pela corrupção. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí 

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NECESSIDADE MODERNA

A redução da maioridade penal para 16 anos é uma necessidade moderna. Um garoto de 16 anos não é mais um garoto: é um adulto. Estamos no século 21 e a concepção de maioridade mudou. A responsabilidade é um atributo de pessoas que sabem distinguir o bem do mal e conhecem o arbítrio. Qualquer menino sabe quando está fazendo qualquer coisa do mal, tanto é que o fazem às escondidas e/ou com dissimulações. Sempre que se quer argumentar qualquer coisa sem consistência, os políticos usam o “chavão”: isso não resolve o problema. Como assim? Existem muitas coisas no Brasil malfeitas que não resolvem os inúmeros problemas do País e nem por isso deixam de ser feitas. Quem peca deve pagar sua pena ou no purgatório ou no inferno!
  
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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DEBATE IDIOTA

Afinal, por que tanta discussão sobre a maioridade de jovens entre 16 e 17 anos? Se eles podem escolher votar no sr. Jair Bolsonaro ou noutro candidato, por que não entre o bem e o mal? Esse debate quase idiota das autoridade e políticos chega às raias do ridículo. Esses jovens criminosos podem agredir, assaltar e até matar, só não podem é responder por tudo isso como merecem. Não são mais crianças, têm a crueldade no coração e as armas nas mãos. Se pretendemos melhorar a educação das crianças, a reeducação dos adultos e a nossa própria segurança, temos de tentar impedir que esses jovens delinquentes possam progredir e ser futuros chefes de organizações criminosas.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 
São Paulo

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PRESÍDIOS SEPARADOS
 
A matéria “Crianças em penitenciárias para gente grande” (“Metrópole”, 1/4) informa que a revista “The Economist” publicou há poucos dias uma reportagem mostrando que alguns Estados americanos estão revendo suas políticas de encarceramento de jovens. Estão fazendo isso após constatarem que adolescentes presos no sistema destinado a adultos reincidem 35% a mais nos crimes do que aqueles que ficam no sistema de reeducação juvenil. Partindo do princípio de que, se a gravidade do delito é a mesma, seja praticado por adultos ou jovens, a pena deveria ser aplicada com o mesmo rigor para todas as idades, só que em presídios diferentes, porque o menor deve receber reeducação diferenciada, porque tem maior chance de recuperação.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net 
São Paulo

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SEIS POR MEIA DÚZIA NO MARANHÃO

Redigir e assinar um decreto revanchista para trocar os nomes de escolas batizados por homens ilustres que se dedicaram ao bem do País é muito fácil. Mas governar é um pouco mais complicado, sr. Flávio Dino, governador do Maranhão. Isso fica claro quando, apesar de todas as informações da inteligência, quatro presos fugiram após um ataque à vergonhosa instalação carcerária de Pedrinhas, que, até agora, o senhor governador não mandou nem mesmo dar uma mão de cal. Lastimo pelos maranhenses que votaram no sr. Dino achando que estariam renovando a vida pública do seu Estado. Ledo engano. Trocaram seis por meia dúzia.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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