Fórum dos Leitores

GOVERNO LULOPETISTA

O Estado de S.Paulo

29 Abril 2015 | 02h05

O silêncio da presidente

É uma pena que dona Dilma não fale ao povo brasileiro pela TV no 1.º de Maio. Poderia revelar detalhes até agora secretos sobre a compra da refinaria de Pasadena, afinal, ela era presidente do conselho da Petrobrás. Aliás, sobre a empresa dona Dilma tem muito a dizer, poderia aproveitar a oportunidade. E as estratégias da campanha eleitoral? Que tema fascinante! Aquelas reuniões com João Santana, quanto assunto interessante. E as decisões do primeiro mandato que afetaram tanto a vida de todos nós e esvaziaram nossos bolsos? Todos adoraríamos saber como ela gastou todo o Orçamento da República e elevou a dívida pública para 64% do PIB. É uma pena mesmo que a presidente não fale aos brasileiros.

CLODER RIVAS MARTOS

closir@ig.com.br

São Paulo

Quem cala consente

O silêncio de Dilma e sua turma confirma o ditado "quem cala consente". Além de sempre dizer que não sabia de nada, como seu antecessor, ela se cala, acuada num governo mais parecido com avestruz, a cabeça dentro do buraco. Tudo se despedaçando por todo lado e o silêncio do Planalto ante o barulho das ruas.

JOÃO BRAULIO JUNQUEIRA NETTO

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Vaias

Em 14/6/2014 o Estadão destacou em manchete de primeira página o pronunciamento em rede nacional de dona Dilma blasonando em alta voz, bom tom e repetidamente que não iria intimidar-se diante das vaias que já então recebia. Ontem o Estadão publicou que Dilma desiste de falar na TV no 1.º de Maio, decisão tomada com seu núcleo político, pela primeira vez desde que assumiu em 2011. Pergunto: não se intimidou, apenas se acovardou?

PAULO BUSKO

paulobusko@terra.com.br

São Paulo

Presidenta, por sua já anunciada ausência no 1.º de Maio, sinta-se de antemão vaiada.

EDUARDO A. DELGADO FILHO

e.delgadofilho@gmail.com

São Paulo

Retrato autêntico

Não bastassem todas as mazelas do seu primeiro mandato, que só vieram à tona, ladinamente, depois das eleições, a presidente reeleita, filiada ao Partido dos Trabalhadores e com o maciço apoio dos petistas, não se pronunciará no dia 1.º de Maio, Dia do Trabalho, com medo do panelaço. Eis o autêntico retrato de um governo que se reelegeu não pelas suas qualidades e realizações, mas principalmente à custa de um marqueteiro "esperto" e de um ex-presidente idem.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Medo de panelaço

A presidente Dilma não fará o tradicional discurso de 1.º de Maio com medo dos panelaços? Pudera! Mentiu tanto para ganhar a eleição que nem o "cidadão da nova classe média" acredita mais nas enganações do PT.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Fugir do discurso no 1.º de Maio para evitar o panelaço é simplesmente admitir a incompetência crônica.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Não é medo de panelaços. Ela já contou tantas histórias, mentiu tanto que nada mais há a dizer.

MOISES GOLDSTEIN

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

Não cola

A declaração cínica do ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, de que a ausência de discurso de Dilma na TV no Dia do Trabalhador nada tem que ver com medo de manifestações contrárias à "presidenta" vale tanto quanto uma nota de R$ 3. É inegável que o objetivo é evitar que Dilma sofra apupos, panelaços e buzinaços, piorando ainda mais seus precários índices de popularidade. A decisão de falar pelas redes sociais tem o único fim de evitar mais problemas. As redes são instrumento impróprio para esse tipo de comunicação, já que os brasileiros ainda têm baixo acesso à internet, ao contrário da TV, presente em quase todos os lares. A decisão de Dilma revela, de forma bem eloquente, o medo que nossa mandatária tem da algaravia que insiste em acompanhá-la aonde quer que vá. A desculpa de "prestigiar" as redes sociais também não cola, até porque a melhor forma de fazer isso seria agilizando o Plano Nacional de Banda Larga, promessa jamais cumprida. Ademais, é da internet que tem vindo a maior parte do barulho contra o desgoverno do PT.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

O que comemorar?

Nada a comemorar neste 1.º de Maio. Além de gastar mais do que poderia, o governo Dilma gastou mal e fez investimentos fora do Brasil, em países alinhados ideologicamente com o PT. Para isso utilizou dinheiro nosso que poderia ter sido usado em educação, saúde e infraestrutura. Deixou a economia desorganizada, com inflação e desemprego, sem falar que está atolada no pântano do maior escândalo de corrupção do planeta. E para tentar consertar a lambança aumentou preços administrados (combustíveis e energia elétrica) e impostos e cortou direitos trabalhistas no momento em que mais se vai precisar deles. Comemoração? Só se Dilma e sua turma pedissem demissão.

CARLOS DE OLIVEIRA AVILA

gardjota@gmail.com

São Paulo

Nem o vice escapa

Grupo vaia vice-presidente na Agrishow (28/4, A4). Como podemos ver, atualmente não são necessários muitos manifestantes para desestabilizar o governo. Bastam 50 pessoas para as autoridades - presidente, vice-presidente, ministros e comandados - evitarem pronunciar seus discursos mentirosos. E assim será daqui para a frente. Serão muitos buzinaços, vaias e panelaços. Segundo a última estimativa do IBGE, o País tem hoje cerca de 190 milhões de habitantes e o Bolsa Família favorece cerca de um em cada quatro brasileiros, a maioria do Nordeste. Será mesmo que o governo petista acredita que com essa intencionada "boa ação" conseguirá manter o partido no poder por 20 anos? É só uma questão de tempo, porque, ainda que o Brasil seja um país de milhões de famintos e miseráveis, existem outros milhões que não aguentam mais ver tantos desmandos, tanta ingerência com o dinheiro público. Medo de vaias, buzinaços e panelaços nós já vimos que eles têm. Agora só falta vergonha na cara.

MIRNA MACHADO

mirnama@uol.com.br

Guarulhos

CRÉDITO IMOBILIÁRIO

A partir de agora, a Caixa Econômica Federal (CEF) só vai financiar 50% do valor dos imóveis usados. Que tal a CEF cortar pela metade o patrocínio dado aos clubes de futebol?
 
Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br 
Sertãozinho

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O SETOR DE IMÓVEIS E A CRISE

Com altíssimo estoque de imóveis novos, construtoras e incorporadoras estão soltando fogos com as novas medidas adotadas pela Caixa Econômica Federal (CEF), onde o financiamento máximo para a compra de imóvel usado será de 50% do valor do imóvel a partir de agora. Considerando que o comprador terá de ter recursos próprios de no mínimo 50% do valor do imóvel, sem sombra de dúvidas ele migrará para os novos imóveis, ou então tentará baixar o preço do usado para compensar a diferença dos juros entre a Caixa e os bancos privados, que hoje oscilam em mais ou menos 30%, segundo dados do Banco Central.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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O DISCURSO DE 1.º DE MAIO

No Agrishow 2015, realizado em Ribeirão Preto (SP), o vice-presidente, Michel Temer, foi impedido de discursar por causa das vaias e do panelaço que aguardavam a sua fala. Prestimoso serviço à presidente Dilma Rousseff, que pela primeira vez romperá um protocolo oficial do governo e não falará em cadeira de rádio e televisão no dia 1.º de Maio, Dia do Trabalhador, como é comum nesta data. Dilma preside, mas não governa, é odiada pela maioria do povo, inaugurou no Brasil o regime de triunvirato da antiga Roma ao compartilhar seu poder com Temer, Joaquim Levy e o Congresso Nacional. Foi nocauteada nos primeiros 3 meses de um segundo mandato de prováveis 48 meses. Faria bem ao Brasil se tivéssemos a reedição de outro Jânio, desta vez de saia. A renúncia da presidente Dilma é uma saída nada desprezível. A revista britânica “The Economist” não exagerou ao registrar que o governo Dilma está terceirizado com Joaquim Levy, na Economia, Michel Temer, na política, e, no Congresso, com os presidentes Eduardo Cunha, da Câmara, e Renan Calheiros, do Senado, ambos do PMDB de Temer. Não aparecer em palanques por temer vaias e panelaços é uma prova de que está acuada e se acovarda quando não tem claque remunerada, alimentada e conduzida de graça.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com
Vassouras (RJ)

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JEITO PETISTA DE COMEMORAR

O que leva um político(a) em atividade recusar uma rede de rádio e de televisão, e, portanto, ter uma ampla exposição e divulgação, e perder esta oportunidade para falar à Nação numa data tão especial, principalmente para seu partido? Não ter o que dizer? Falta de prestígio e credibilidade após tantas mentiras eleitoreiras? Quantidade enorme de malfeitos associada a seus pares? Medo de manifestações populares legítimas? Ou o somatório de todas essas coisas? E tantas outras mais? 
 
Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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DILMA CALADA

O panelaço venceu e calará Dilma no 1.º de Maio, Dia do Trabalho. Viva! Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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FUGA DAS PANELAS

Na mais dura fase da Segunda Guerra Mundial, quando Londres era bombardeada terrivelmente a cada noite, determinou-se a transferência da rainha Elizabeth II para o campo, onde estaria segura. Ela desobedeceu a tal determinação e declarou que seu lugar era em Londres, ao lado dos seus súditos. Em vez do campo seguro, trabalhou como voluntária nos hospitais de Londres, onde atendeu com incansável competência os montes de queimados que não paravam de chegar, vítimas das terríveis bombas incendiárias alemãs. Já aqui, em Sucupira, nossa líder tem medo de barulho de colher de pau batendo em panela...

Júlio Cruz Lima Neto
São Paulo

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DATAS PARECIDAS

Este Primeiro de Maio próximo futuro está mais é para Primeiro de Abril, próximo passado. Muito “papo” e só “grupo” (como se dizia antigamente).

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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PROIBIDA DE DISCURSAR

Uma pequena brutal mudança política. O Brasil todo iria fazer um panelaço na hora do discurso de 1.º de Maio, que é (era) costume do presidente fazer, em homenagem ao trabalhador. A presidente Dilma os traiu várias vezes por isso, não a aceitam mais como líder neste dia. No último pronunciamento antes da eleição, Dilma fez discurso prometendo desconto na conta de luz de todo mundo, com vistas às eleições. Então o tempo passou, a Eletrobrás e todas as indústrias elétricas tiveram grandes prejuízos, alguns quase falimentares, o Tesouro Nacional teve de ajudar o setor com R$ 18 bilhões, que ainda não foram o suficiente. Assim como essa indústria, a economia brasileira estava “quebrada”, literalmente. Ao final do ano o Congresso foi ridiculamente reunido para tirar a “responsabilidade” de Dilma pela situação falimentar do País por “excesso de gastos” e má administração. Assim o papel constitucional do Congresso no policiamento do Executivo foi por água abaixo. A lei foi menosprezada novamente. Fico imaginando por quanto se terá vendido cada parlamentar que votou favoravelmente à presidente, sabendo que estavam sendo desonestos perante a Constituição. Então, neste ano, depois da eleição altamente suspeita de ter sido fraudada, o governo “teve” de contratar um executivo financeiro reconhecidamente competente para o Ministério da Fazenda, para pôr ordem no setor, independentemente da vontade ou preferência da presidente e de seu partido. Assim ele corta despesas e avisa Dilma, sem possibilidade de ela recusar. Isso porque o Brasil não quebrou e as agências de risco não nos rebaixaram pela falta de honestidade da presidente e de responsabilidade do Congresso, porque nos comprometemos a ter um técnico como ministro da Fazenda, não ligado a partidos ou ao que quer que seja e com ordem de “não se submeter a ordens técnicas do governo Dilma”, o que ele está cumprindo magnificamente, mas aparentemente com esperadas enormes resistências. O novo ministro tem o respaldo das agências internacionais de risco, dos principais banqueiros brasileiros e de alguns credores estrangeiros. Assim Dilma chegará ao 1.º de Maio, sem direito de fazer discurso e com medo do povo, que começa a compreender a verdadeira situação de um governo extremamente corrupto e sem competência para a difícil tarefa de dirigir o País. 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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‘O ENTARDECER DA ESQUERDA NO BRASIL’

Excelente o artigo do sociólogo Zander Navarro, professor aposentado da UFRGS, cujos primeiros parágrafos são exercício de meditação filosófica. Parte do dilema de Eurípides, poeta grego, sobre a participação de Zeus ou do acaso nos destinos do ser humano, e faz uma analogia com a política universal e com a brasileira, em particular, analisando os comportamentos da esquerda diante do mercado globalizado. Conclui que “há uma profunda indignação cidadã com o PT no poder em todos os estratos sociais”. E, no último parágrafo, pergunta se alguém acha que Lula passaria incólume, mesmo acompanhado de seguranças, num passeio pelo centro de qualquer capital do País. Diria: boa pergunta. Acrescentaria outra: qual é a mágica que permite a este cidadão continuar andando “livre, leve e solto” depois de tantas denúncias de malfeitos que atingem seus comandados diretos, alguns deles já condenados pela Justiça?
 
Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br 
São Paulo

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OS POSTES DE LULA

Os valorosos retirantes que com a família fugiram da seca e muito colaboraram para o desenvolvimento dos Estados do Sul do Brasil devem estar envergonhados do seu conterrâneo, Lula da Silva, pelo desastre que promoveu neste país, apesar de ter encontrado uma situação local e mundial favorável, ventos a favor ao seu desenvolvimento. Agora verificamos que foi pura enganação, fruto de papo furado, demagogia barata – sua especialidade, haja vista as condições deixadas ao poste que permanece tombado, sua sucessora. Em ambos os governos a ideologia retrógrada junto com a incompetência, a corrupção jamais vista por aqui e o aparelhamento do Estado com gente desqualificada ocupando postos-chave quebraram o País. Agora, para resolver esse caos, usam recursos dos bancos públicos, já escassos, deixando a empresa privada à míngua, restando para sua defesa despedir operários. A solução comum nestes casos é vender patrimônio, nas estatais, pelo menos 51% de seu capital, colocando na sua gestão especialistas, sem interferência do governo.
                                                                                    Itamar Carlos Trevisani itamartrevisani@gmail.com 
Jaboticabal

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IMPEACHMENTS

Quando vejo pessoas gabaritadas se posicionando contra o impeachment de Dilma Rousseff, vem-me à lembrança a atuação dessas mesmas pessoas e da mídia a favor do impeachment de Fernando Collor. Não me parece que Collor malversou tanto o dinheiro público e das estatais como o governo Dilma em seu primeiro mandato e anteriormente, como conselheira da Petrobrás. Teria sido, então, pela demissão dos 100 mil funcionários não concursados e pelo fechamento de metade dos ministérios que Collor foi sadicamente massacrado pela mídia? Pelo confisco das cadernetas de poupança é que não foi, pois nem os governos que o sucederam nem a mídia jamais se preocuparam com isso.
Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br 
São Paulo

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RAÇÃO

Mandarei pelo correio uma caixa de ração para todos os formidáveis deputados e senadores que insistem em exigir o impeachment de Dilma.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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MOVIMENTO BRASIL LIVRE

A “baixa adesão” à caminhada até Brasília para pedir o impeachment da presidente Dilma é porque não podemos deixar nossos empregos, e não por falta de vontade e de apoio ao Movimento Brasil Livre. Eu vou participar e apoiar esses heróis quando eles estiverem passando aqui, em Americana (SP). Cumprimento estes jovens que estão lutando por um Brasil melhor, cumprimento os políticos que estão apoiando esse movimento: PPS (Roberto Freire), DEM (Ronaldo Caiado) e Solidariedade (Paulinho da Força) e cumprimento a mídia, que está divulgando o evento. E meus pêsames ao senador eleito pelo meu voto: José Serra (PSDB).

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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NOVO PACOTE DE INFRAESTRUTURA

O governo, açodadamente, quer promover mais privatizações em alguns aeroportos e estradas secundárias. Não que não deva, mas a pressa em fazer sem nenhum critério e estudo, por causa da situação econômica por que passa o País, é desaconselhável. Pretende flexibilizar as exigências. E uma delas é o gatilho de duplicação da via passar de 5 anos para 10 anos, isto é, a duplicação só seria exigida se fosse atingido um determinado fluxo de veículos. É o caso da Via Lagos, no Rio de Janeiro, que tinha um gatilho desses para a construção da mureta divisória entre as pistas. Quantos acidentes com vítimas fatais aconteceram por falta dessa mureta, que está sendo construída agora? A mesma coisa vai acontecer nas estradas secundárias.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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OS ALIADOS

Aos poucos os “aliados” do governo vão pulando do barco, como ratos apavorados. Agora é a vez do PDT, do conhecido Carlos Lupi – aquele que disse um dia, cinicamente, amar dona Dilma –, pular da nau atirando para todo lado: “A gente não acha que o PT inventou a corrupção, mas roubaram demais. Exageraram”. Também criticou o Bolsa Família, afirmando que o programa cria dependência e não tira, mas mantém, as pessoas na miséria. Até aqui, nada que não estejamos cansados de saber. O interessante foi o que pudemos ler nas entrelinhas da conclusão deste senhor, ao dizer que não querem ser ratos, para abandonar o navio à primeira água, mas também não querem ser o comandante, para afundar junto com o barco. O que são, então? Meros oportunistas, é claro! Uma perguntinha: roubar pouco pode?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 
São Caetano do Sul 

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ALOPRADOS

Depois de algum tempo, vemos que os aloprados ainda estão por aí. S. Excia. o presidente do PDT fez à oposição dois favores: 1) reconheceu que houve um “exagerado” roubo feito pelo PT; 2) e disse que pegaram o PT porque ele exagerou na quantidade roubada. E fala isso de cara limpa, sem estranhamento. Perguntamos a S. Excia.: qual seria, então, o montante da cifra que seria de bom tamanho para que o roubo não aparecesse? Foi dito que R$ 40 milhões desapareceram do caixa público. Para S. Excia., R$ 20 milhões  ainda seriam exagero? Ou quem sabe R$ 10 milhões ou R$ 5 milhões? Ou R$ 2 milhões, talvez? S. Excia. ficou nos devendo qual a cifra de tutu do povo brasileiro devemos todos nós pagar para tapar este buracão que petistas, aliados e caterva nos estão legando.

Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br 
São Paulo

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VERSÃO LUPIANA

Gostaria de entender a versão do sr. Carlos Lupi sobre o roubo “exagerado”, ou seja, podemos (eles) roubar, mas não vamos exagerar... E pensar que este sr. foi ministro de Estado...

Mauricio Miranda mauricio.miranda@hotmail.com.br 
São Paulo

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REUNIÃO MINISTERIAL

A presidente Dilma, com sua gestão dinâmica, fez sábado, dia 25/4, uma reunião importante com 13 dos seus ministros mais seus articuladores políticos, que levou mais de 10 horas, para discutir infraestrutura, estradas, etc. No final, NADA foi resolvido. Isso mostra por que o Brasil está nesta situação caótica, sem confiança e investimentos, com a economia rolando ladeira abaixo. Que diferença das promessas de julho, agosto e setembro passados.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

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IMPRODUTIVIDADE

Dez horas de reunião entre a presidente Dilma e 13 ministros e nada de resultados? Isso que é improdutividade, marca do governo dos projetos empacados. No rastro da incompetência, relançarão algum PAC de obras inconclusivas e superfaturadas e ainda dirão que é implicância da mídia com o PT.

Fernando Pastore Junior Fernandopastorejr@gmail.com
São Paulo

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ATA DA REUNIÃO

Reunião de 10 horas de Dilma com ministros, no sábado, terminou inconclusiva. Não é verdade. Essa reunião concluiu pela necessidade de marcar outra reunião. Assim funcionam o PT e os seus governos desde sempre. E haja...
 
Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 
Campinas

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ENCONTRO NO FIM DE SEMANA

No governo PT é assim: reuniões longas com muita comida e bebida e tudo é discutido, mas nada é resolvido.

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com
Monte Santo de Minas (MG)

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INDETERMINADAMENTE

Dilma poderá se reunir por 24 horas que continuará sem qualquer conclusão.
  
Robert Haller robelisa1@terra.com.br 
São Paulo

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PÁGINA VIRADA É UMA FARSA

A presidente Dilma, do alto da sua soberba, disse que a Petrobrás teve crise de gestão, porém “superou seus problemas” e “virou a página”. É muita desfaçatez! Como virou a página e superou seus problemas com os R$ 6,19 bilhões de perdas com a corrupção, inclusive em seu governo? E mais: quase R$ 22 bilhões de prejuízo e R$ 44 bilhões de perda de valor de ativos! Que página virada é esta, se ainda dorme no balanço da estatal uma dívida monumental de R$ 351 bilhões, na sua maioria contraída nesta era petista em razão do absoluto desprezo e perversidade na administração da Petrobrás? 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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ENCICLOPÉDIA DE MALFEITOS

Dilma tenta virar a página da Petrobrás.  O problema não está nas páginas, pois são todas iguais. Tem mesmo é de trocar o livro, que, na verdade é uma verdadeira enciclopédia de malfeitos.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br   
São Paulo

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COMBATE À CORRUPÇÃO?
 
A presidente Dilma, com a maior cara de pau, diz que a Petrobrás “virou a página”. Ora, será esse também o tratamento que dará a toda corrupção e malfeitos da sua administração?
  
Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 
São Paulo

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PÁGINA ABERTA

“Sem sobra de dúvidas”, “página virada” é o cúmulo da desfaçatez de bravata para dispersar a atenção da gravidade inacreditável de fatos. Dilma, do PT, e PT promoveram e aproveitaram a corrupção. Precisam ser afastados por falta de idoneidade e por crime administrativo praticado com competência. Roubaram e dilapidaram patrimônio público para aplicar o butim na campanha da reeleição.
 
Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br
São Paulo

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A TRAGÉDIA CONTINUA

A decisão de fazer o ajuste de R$ 6.900.000,00 contabilizado pela Petrobrás, iniciativa inédita em todo o mundo, e quiçá violando normas de contabilidade, baseado no montante das propinas e subornos pagos pelas construtoras, como se por ela tivessem sido efetuados, cria mais problemas do que soluções, não podendo por isso ser considerado o epílogo da tragédia. É muito importante analisar o fundamento do ajuste, já que somente na hipótese de o pagamento ter sido feito pela Petrobrás é que a escrituração nos seus livros seria apropriada. Em última analise, ela está vetando componentes de custos e despesas que considera irregulares, incorridos por um terceiro, seus contratados construtores, como se tivesse direito a esse tipo de consequente censura. Mais ainda, esse ajuste ocasionou uma segunda perda aos acionistas, sendo a primeira ocasionada pelo desvio de recursos resultante da fraude (os R$ 6.900.000,00 pagos pelos construtores saíram de sua caixa) e a segunda pela retificação contábil do custo. Por falta de suporte doutrinário, o ajuste parece ser um jogo de cena para a sociedade. Provavelmente, se realmente essa prestação de contas é necessária, teria sido muito melhor, em defesa dos interesses dos acionistas e maior respeito às normas de contabilidade, ter inventado a ocorrência de um caixa 2, em que houve entrada de recursos subsequentemente desviados para pagamentos de propinas e subornos. Mais ainda, a declaração da presidente Dilma quanto à recuperação dos respectivos recursos, de quem ela irá pleitear a devolução, tendo em conta que não foi a Petrobrás quem os pagou? Será que ocorreu um ato falho? Em vez de virar a página, não teria sido melhor, no interesse dos acionistas, ter rasgado essa página?
 
Paulo A. Santi pasanti@terra.com.br 
Vinhedo

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O BALANÇO DE 2014

Não entendo como apenas este último balanço da Petrobrás pode ter sido brecado pelos auditores até que apresentasse os prejuízos e desfalques.  Pergunto: e os anteriores? Estavam todos corretos e levaram centenas de pessoas e empresas a acreditar neles? Os auditores desses balanços não deveriam responder por seus atos?

Decio Squassoni deciosquassoni@yahoo.com.br
São Paulo

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FUNDO DO POÇO

A Petrobrás é “delles”, digo, é nossa! E agora vendem ativos da respectiva empresa para salvá-la e chamam isso de “nova fase”. Vendeu, quem comprou? Privatizou? Vejamos com otimismo: “elles” poderiam estar entregando para os irmãos Castro, ou Evo Morales, ou, pior, talvez um projeto venezuelano, “O Mais Maduro – uma nova fase!”. O fundo do poço negro.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com 
Jales

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MENOS CARNAVAL

O julgamento do petrolão e muitos outros de natureza política deveriam ter sido investigados pelo Ministério Público Federal: menos carnaval e mais segurança para os advogados, em termos de prerrogativas e contraditório.
 
Roosevelt de Souza Bormann  rooseveltbormann@hotmail.com 
São José do Rio Preto

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BECAS LOUVAMINHEIRAS

Lambido por salamaleques e discursos louvaminheiros, o juiz Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu, na segunda-feira, aqui, em Belém, o Prêmio OAB de Direitos Humanos, na abertura da VI Conferência Internacional de Direitos Humanos. Ele merece: nunca na história do STF um julgador foi tão advogado quanto Lewandowski no julgamento do mensalão. Com intervenções ostensivamente protelatórias em defesa da bandidagem do PT, Lewandowski chegou a ser chamado de “chicaneiro” pelo presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, episódio também inédito nos anais do Supremo.

José Maria Leal Paes josemarialealpaes@gmail.com 
Belém 

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PODER JUDICIÁRIO

Após a leitura do texto “Captura corporativista do CNJ”, do sr. Luciano Rolim, procurador da República, publicado em 23/4/2015, fiquei no mínimo inconformado com os privilégios que o projeto apresentado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, propõe para os magistrados (auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-educação, auxílio-plano de saúde). Considerando que entre as cláusulas pétreas da Constituição brasileira (artigo 5.º) está determinado que todos são iguais perante a lei garantida a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, por que os juízes, cujos salários seguramente estão acima da média da maioria dos trabalhadores brasileiros, recebem tantos “auxílios”, enquanto os demais profissionais não? Minha remuneração profissional é baseada em produtividade. O que recebo é diretamente proporcional ao que produzi. Como não creio que todos esses “auxílios” serão estendidos às demais classes trabalhadoras, e baseado no direito de igualdade, sugiro que o Congresso Nacional, que tem a função legislativa em nossa República, proponha uma lei determinando que a remuneração de nossos magistrados também seja baseada em produtividade, o que seguramente iria diminuir o número de processos pendentes. A redução desses privilégios estimularia o sentimento de moralização no uso do dinheiro público e o montante economizado com a suspensão desses “auxílios” poderia ter destinos mais justos, como o combate à dengue e à corrupção, a construção de escolas, de creches, de obras de saneamento básico, etc. Os brasileiros pagadores de impostos e nossa sociedade de forma geral ficariam mais satisfeitos.  

Ricardo Gonçalves Lorenzo r.glorenzo@yahoo.com.br 
São Paulo

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REPÚBLICA DE BANANAS

Finalmente o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão, será extraditado para o Brasil. A Justiça italiana, muito mais séria do que a nossa, decidiu que o criminoso brasileiro deva cumprir pena no Brasil. Entretanto, o mesmo não acontece com Cesare Battisti, criminoso italiano que, apesar de ter cometido crimes na Itália, tem no Brasil defesa e abrigo. Essa é a diferença entre um país sério, de Primeiro Mundo, e uma República de bananas recheada de picaretas e malfeitores.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com 
São Paulo

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DE ROMA A BRASÍLIA

“Governo de Roma considerou combate à corrupção mais relevante que o princípio de não extraditar um nacional.” E a petralhada dá abrigo e cidadania a um assassino italiano. Deu para perceber a diferença?
 
Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br 
São Paulo

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PIZZA NA OPERAÇÃO LAVA JATO?

Não confunda Pizzolato com pizza na Lava Jato.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br
São Paulo

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RUMO À DELAÇÃO?

Se Henrique Pizzolato e João Vaccari Neto resolverem optar pela delação premiada, será a hecatombe das principais figuras do PT. Nem Dilma e Lula escapariam da Papuda, e os delatores se tornariam heróis nacionais.
 
Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br 
São Paulo

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DUAS CONSIDERAÇÕES

1, se a sra. Giselda (esposa de João Vaccari Neto) depositava o dinheiro na própria conta bancária, que tal saber se a agência é próxima à sua residência, o quanto depositava e quem a abastecia (origem da grana)? Talvez seja interessante investigar também o escritório do dr. Greenhalgh (o da Lubeca), que pagou a “indenização” por danos morais (!) no caso do mensalão. 2, Pisada na bola da LG, que, ao saudar a chefe de governo da Coreia do Sul, a nivela por baixo chamando-a de “presidentA”! Respeito com ela!

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br 
São Paulo  

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A DÍVIDA DE SÃO PAULO
 
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vai às TVs e rádios anunciar que vai entrar com recurso contra a União para pagar a dívida da cidade de São Paulo de acordo com o novo índice de correção, ainda não aprovado. Ponto para o prefeito. No dia seguinte, ele anuncia que tomou esta atitude avisando, ou pedindo autorização à Presidência da República antes do anúncio. Ou o prefeito Haddad e a presidente Dilma acham que somos idiotas, inocentes úteis ou algo parecido? Além de submissão, o alcaide faz papel de pau mandado para valorizar a si mesmo e a presidente Dilma. Lamentável...
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

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SÃO PAULO NA JUSTIÇA

As leis existem para serem cumpridas. No direito público, são inderrogáveis, impositivas. É inacreditável que municípios tenham de recorrer ao Judiciário para que este lhes garanta o comando da lei vigente. A Municipalidade de São Paulo não pode ficar vinculada a uma obrigação de R$ 62 bilhões, quando a lei lhe assegura pagar R$ 36 bilhões. A diferença é inexigível, somente é devida segundo o já todo poderoso Joaquim Levy e seu ajuste. Para ele, a lei deve ser outra leviandade praticada no anterior governo de Dilma Rousseff. Leigos em Direito não percebem que a lei, posta em vigência, fica desgarrada de seus autores, de seus momentos históricos e das vicissitudes de seu processo legislativo. É lei, dura lei, inegociável no plano das relações federativas. O governo federal nos legou a miséria do Estado e o partido no poder – PT – briga ferozmente sob o mesmo teto, a justificar a primeira lição de economia política: “Em casa onde não há pão, todos gritam e ninguém tem razão”. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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MODELO FALIDO

Muitos Estados e bastantes municípios não conseguirão rolar seus débitos para com a União, donde resultam duas alternativas: ou a briga na Justiça ou o calote em marcha, para não sacrificar a folha de pagamento dos servidores. O endividamento é crescente e, com a recessão, a consequência disso é a diminuição das receitas, com a queda da arrecadação e a mudança da estrutura do ICMS no comércio eletrônico. O fim da centralização do bolo da arrecadação nas mãos da União é matéria inadiável, que deve ser pautada para aliviar o modelo falido federativo.
 
Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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QUADRO AMPLIFICADO

As Assembleias Legislativas e as Câmaras de Vereadores deveriam constituir arenas de ideias e debates no sentido de melhorar as condições de vida das populações dos respectivos estados e municípios. O que se presencia, no entanto, em todas as unidades representativas, Brasil afora, é a ação de grupos que lutam encarniçadamente por espaços de poder, sem a menor preocupação pelo interesse público. Assim, deputados históricos, com prole já marcando presença, e ambiciosos vereadores, se digladiam, se ofendem, boicotam e fingem trabalhar com afinco em prol dos que, sem alternativa, face ao viciado sistema eleitoral vigente, neles votaram. Na realidade, porém, tudo fazem para reforçar suas paliçadas com o objetivo exclusivo de consolidar os loteamentos preestabelecidos, envidando o melhor dos seus esforços para que um grupo não invada os domínios do outro, à semelhança, por exemplo, dos traficantes da capital carioca, ao disputarem a bala os pontos nas comunidades mais pobres, estas sem segurança e assistência, exatamente por omissão de seus representantes. Será o Brasil este quadro amplificado? Tudo indica que sim.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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‘ENCRUZILHADA DEMOGRÁFICA’

Completa e sucinta análise do editorial “Encruzilhada demográfica” (24/4, A3), apresentada num texto preciso e enxuto. Dele podem-se extrair diversas linhas de reflexão sobre as consequências de como, por exemplo, o atual, porém momentâneo, pico de demanda por creches na cidade de São Paulo até a crescente necessidade futura de garantir uma população mais jovem que nações mais previdentes resolvem por meio da adoção de política migratória proativa orientada às suas necessidades. Como faz, por exemplo, a Austrália, aspecto que o Brasil nem sequer cogita...
 
Rogerio Belda rbelda@terra.com.be
São Paulo

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PÁTRIA VERDADEIRAMENTE EDUCADORA

A ler o contundente depoimento do sr. Benedito Lima de Toledo sobre sua participação na restauração do simbólico edifício Caetano de Campos, no “Fórum dos Leitores” de domingo (26/4), não pude deixar de me comover com as memórias que vieram à lembrança dos tempos em que lá estudei. Com que orgulho consegui entrar no ginasial tendo tido de submeter-me a um dificílimo exame de admissão e com que felicidade adentrava todos os dias por aquelas portas que representavam o símbolo da excelência em Educação no País. Hoje ainda não há uma vez em que passe por lá sem  sentir o mesmo antigo orgulho de ter feito parte dos alunos de tão conceituada e imponente escola! Dias passados, entretanto, o povo paulista foi submetido a cenas de horror ao assistir a vândalos mascarados tentando destruir a todo custo aqueles belos portais de ferro que permitem adentrar no edifício histórico que tanto simbolismo têm para a Educação do nosso Estado de São Paulo. Tenho a mais absoluta certeza de que a classe dos professores deve ter sentido muita vergonha e profunda revolta pelo que fizeram estes que nada têm que ver com a mais bela profissão que existe, a mando de uma associação, a  Apeoesp, há muito dominada pelo PT e pela CUT, impregnada com seu costumeiro rancor e destrutividade contra todos que não comungam de sua ideologia. Qualquer reivindicação salarial pode ser tratada de forma civilizada e construtiva, caso não fosse o interesse que este sindicato tem em desestabilizar um governo de partido de oposição ao PT. Mas, afinal, até quando professores de escola pública aceitarão passivamente serem representados por gente que nada tem a ver com Educação, mas tão somente com oportunismo político? Aqueles que desejam realmente ser valorizados, que tenham uma atitude condizente com sua nobilíssima profissão e se coloque contra este triste e vergonhoso episódio de violência retratado por todos os jornais do Brasil. Os alunos que tanto precisam ter nos professores seus exemplos, agradecerão e o País também, sobretudo os que verdadeiramente desejam uma “Pátria Educadora”.  
 
Eliana Benazzi França Leme efleme@terra.com.br 
São Paulo

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A BADERNA DA APEOESP

Acredito que, entre os professores em manifestação na Secretaria Estadual de Educação, estavam infiltrados elementos preparados para a violência, inclusive com “uma grande barra de ferro”. Um grupo de cerca de 60 baderneiros, a maior parte encapuzada, como convém a quem se coloca fora da lei”, e, portanto, devia estar sujeito a prisão.

José Erlichman joserlichman@gmail.com
São Paulo

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PROFESSORES E MÉDICOS

Para o desenvolvimento e futuro do Brasil, seria bem melhor trazer professores finlandeses, japoneses e coreanos em vez de “médicos” cubanos. E gastando menos.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 
São Paulo

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CONDENAÇÃO NA INDONÉSIA

Por convicções pessoais, não sou favorável à pena de morte. Mas não consigo sentir pena quando um traficante de drogas encontra esse fim. Os brasileiros Marcos Archer e Rodrigo Gularte sabiam do risco ao tentarem entrar na Indonésia portando drogas traficadas. Só não achavam que se dariam mal. Foram condenados ao fuzilamento naquele país. Eu gostaria de saber quantas vidas esses criminosos destruíram e quantas famílias eles desgraçaram. Infelizmente, nenhum defensor dos traficantes se preocupa com isso.
 
Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br 
Pouso Alegre (MG)

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REPÚBLICA DA VINGANÇA

O que Rodrigo Muxfeldt Gularte fez foi crime, sim, indesculpável e inafiançável também, porém, acima da prisão perpétua não há punição que possa ser exercida pelo homem, afinal, executar premia a vingança, o que ultrapassa qualquer senso de justiça.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 
Niterói (RJ)

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MERCADOR DA MORTE

O traficante foi ganhar dinheiro num país decente e deu-se mal. O intrigante é as autoridades daqui dizerem que combatem o tráfico, mas pedirem clemência a esse grande bandido. Gente falsa!

João Carlos Ângeli j.angeli@terra.com.br 
Santos

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ANÁLISE

Brasileiro condenado na Indonésia foi fuzilado. Milhares de brasileiros não são condenados por nada e são fuzilados. Tudo deve ser analisado pelos defensores dos direitos humanos.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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ANTÔNIO ABUJAMRA (1932-2015)

Morreu o ator e diretor Antônio Abujamra, aos 82 anos. Crítico e questionador, Abujamra deu importante contribuição à cultura e à arte do Brasil. Descanse em paz.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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