Fórum dos Leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

05 Maio 2015 | 02h04

PF x marqueteiro do PT

Desde que o PT assumiu o poder e é acusado de algo, seus mandatários saem a campo para alegar que é tudo mentira, tudo está dentro da lei, etc. Mas a realidade nos mostra que, toda vez que há fumaça, há fogo com muita labareda. Portanto, basta aprofundar a investigação sobre os US$ 16 milhões trazidos de Angola para as empresas do sr. João Santana que teremos mais um foco de corrupção petista.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

João Santana

O metido a esperto marqueteiro da Dilma, o da enganação, foi também apanhado pela PF em falcatruas de recebimento de dinheiro de Angola, onde atuam empreiteiras contratadas pelo PT, digo, Petrobrás. Ele ainda vai ter muito a contar. Afinal, todo esperto tem seu dia de otário.

ZUREIA BARUCH JR.

zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

Terceirização

Uma vez mais assistimos à decisão da presidente da República pendendo para seu interesse pessoal e de seu partido em detrimento do Brasil. Na lamentável suposição de que vai atrair votos, adotou a bandeira contra a terceirização. Já que deu poderes a Temer e Levy, por que não larga de uma vez o osso e deixa que toquem a economia e a política da forma adequada?

MARIO ANTONIO ROSSI

mario_rossi@uol.com.br

São Paulo

Alto lá!

"Mexeu com Dilma, mexeu com todos nós", gritou Lula, mais rouco ainda, no palanque de 1.º de Maio, andando de um lado para o outro como fera ameaçada. Patético! Finge esquecer que Dilma virou um fantasma acuado, com medo de panelaços, buzinaços e manifestantes, esteja onde estiver. Cheio de si, prefere nem lembrar que a única pessoa respeitada e digna de confiança no governo federal é Joaquim Levy, egresso das hostes tucanas e tido como salvador da Pátria após a herança maldita deixada por estes 12 últimos anos de desgoverno lulopetista, que culminou com as barbeiragens inomináveis do mandato anterior da pupila, sem mencionar o mar de lama em que mergulharam o País. Portando, Lula que tenha cuidado com sua verborragia, porque se foi o tempo em que suas palavras eram recebidas com credulidade. Hoje, pelo que se vê, para o escutarem são necessários shows para atrair "trabalhadores", pagar lanches e diárias, providenciar transporte, camisetas e bonés. Portanto, alto lá! Lula da Silva acha que ainda tem cacife para ameaçar quem quer que seja? Seria mais prudente recolher-se à sua atual situação, a de ex-tudo, sinto dizer!

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@terra.com.br

São Paulo

Festa do vazio

Em 2 de maio, centenas de moradores de rua do centro de São Paulo amanheceram vestidos com camisetas da CUT. Teria a central sindical recorrido aos mendigos para garantir público para Lula falar? Vale lembrar que mais de 15 mil pessoas moram nas ruas da capital.

DEVANIR AMÂNCIO

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

Brasileiros sem paciência

Lula, no palanque, pediu "paciência com a Dilma". Deveria é pedir desculpas à Nação! Porque convenceu os eleitores a eleger a pior candidata possível para o Planalto - e por dois mandatos! -, a Dilma soberba, surda, autoritária, que nos obriga a conviver com uma economia em frangalhos, recessiva, com insuportável inflação. Na reportagem Nova classe média faz malabarismo financeiro e seleciona conquistas (3/5), pesquisa traduz bem a penúria das famílias brasileiras. Para 44% dos entrevistados, o que "mais preocupa hoje" é não conseguir pagar as contas; para 33%, ficar sem emprego. Na questão "o que passou a pesar no bolso", 61% cravaram conta de luz; 58%, alimentação; e 32%, transporte. Em outros itens consta que o trabalhador vai cortar de seu orçamento comer fora de casa, lazer, vestuário, etc. Enfim, o Lula - que hoje tem um belo patrimônio e aposentadorias robustas - pedir paciência com a Dilma ao eleitor, que vem sendo enganado há mais de 12 anos pelo PT, é afrontar a dignidade humana.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Figura materna?

Ora, sr. Luiz Inácio, sua marionete está mais para madrasta. Embora a pior madrasta não consiga fazer o diabo que estamos vendo ser feito pela ex-presidente do conselho da Petrobrás, ex-mãe do PAC. O Brasil ficará feliz quando ex-presidente ela for.

MANUEL JOSÉ FALCÃO PIRES

manuel-falcao@ig.com.br

São Paulo

Conto do vigário

Lula é um homem corajoso. Se eu fizesse parte da cúpula do PT, caso dele, depois de todos esses escândalos que vieram à tona, teria procurado um bom cirurgião plástico para mudar o meu rosto e evitar que as pessoas me reconhecessem. Vê-lo em palanques, como nas comemorações do Dia do Trabalho, falando pelos cotovelos, dá para pensar que ele acredita que aquela parcela da população que lhe confiou dois mandatos está disposta a cair novamente conto do vigário.

JEOVAH FERREIRA

jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Mais cargos comissionados

Obsequiosamente, embora compreenda o ceticismo justificado pela imagem de inoperância do Poder Legislativo, manifesto minha discordância do editorial de domingo do Estadão denominado Farra na Assembleia. Determinei a renegociação dos contratos da área de televisão e informática, bem como em outras áreas. No final de maio serão divulgados os resultados. Será feito também um levantamento dos cargos efetivos para melhor otimização. Os cargos serão 12 para uma ouvidoria, que será inédita na história da Assembleia; 50 para um núcleo de fiscalização de órgãos estaduais e dos 645 municípios do Estado. Será chamado um profissional de notória reputação ilibada e capacidade profissional e somente serão nomeados agentes de fiscalização de acordo com a demanda. O provimento imediato por cargos efetivos tornaria difícil a redução ou o aumento do órgão, uma vez que nunca foi testada na prática a eficiência desse tipo de experiência inovadora. Gostaria de um prazo mínimo para poder mostrar um Poder Legislativo muito mais ágil, eficiente e próximo da sociedade.

FERNANDO CAPEZ, presidente

imprensa@fernandocapez.com.br

São Paulo

N. da R. - O prazo a que se refere o missivista começou a ser contado no dia 2 de fevereiro de 1835, data da instalação da Assembleia que atualmente preside.

EPIDEMIA DE DENGUE

“Dengue vira epidemia e São Paulo tem recorde de mortes” (“Estadão”, 4/5). E não é com fumacê, que não tem sido feito, que iremos diminuir o sério problema desta doença que mata. Enquanto não tivermos saneamento básico para todos e enquanto a coleta de lixo não existir para todos, vamos continuar a bater recordes. Falar em educação, neste caso, já virou clichê. 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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CULPA DAS AUTORIDADES

Por falta de saneamento básico e de vergonha na cara dos nossos representantes políticos, a dengue virou epidemia. Assim como a construção de galerias para escoamento de águas fluviais, evitando enchentes nos grandes centros – não são construídas por não darem votos –, outras providências para o combate à dengue e outros males causados à população também não são tomadas. A grande verdade é que a culpa é única e exclusiva das nossas autoridades, de todas as instâncias, que abandonaram o País. Só pensam em estar e se manter no poder, custe o que custar, mesmo que a vida perdida seja a dos menos favorecidos. Não me espantarei nem um pouco se a febre amarela, a tuberculose e o tifo voltarem aqui, no Brasil. Com a cambada de vagabundos e incompetentes que nos governam, tudo é possível.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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SAÚDE PÚBLICA
 
Da mesma forma que a educação, a segurança e a previdência social, a saúde pública é relegada a plano secundário, impondo aos brasileiros assistirem a essa horripilante epidemia de dengue, moléstia que já dizimou por volta de 230 pessoas no País. Na verdade, o povo não contou com atuações preventivas e muito menos com orientações insistentes pelos órgãos de imprensa, cujas verbas foram direcionadas para a satisfação exclusiva dos políticos, especialmente os do lulopetismo. Assim, o resultado não poderia ser outro que não a disseminação da enfermidade em grau inaceitável, ficando o governo a olhar contemplativo o sofrimento do povo, sempre convocado para pagar tributos e encher os cofres públicos. E os seus direitos?

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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TARDE DEMAIS

Falar de dengue é maçante para a maioria das pessoas. Talvez porque a tomem como mais uma forma de gripe, o que não é. Iniciativas tardias, quando as estatísticas já mostravam que o ritmo de contágio era alarmante, não se mostraram eficazes. Agora, em fase de epidemia, busca-se ajuda do Exército, como se isso bastasse para estancar o contágio. A população mal atendida, tantos os casos, tem de apelar aos santos de devoção, já que quem deveria fazer a lição de casa não faz milagres.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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FUMACÊ

Basta o Estado e a Prefeitura quererem que acabam com a dengue em três meses, já que o mosquito Aedes Egypti só vive 45 dias. É só pulverizar com aviõezinhos, o fumacê da madrugada, a cidade, o topo dos prédios cheios de poças d’água, a mata cheia de bromélias e as calhas inacessíveis das casas.

Michelle Schott mschott@sti.com.br 
Santana de Parnaíba
   
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LULA NO PALANQUE

O pífio discurso do ex-presidente Lula no evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 1.º de maio, com plateia garantida, não rendeu os frutos que ele queria. O PT de Lula está mergulhado numa profunda crise institucional e sua sucessora não dá conta de gerir a Nação. Ela terceirizou todas as decisões econômicas nas mãos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e as políticas nas de seu vice, Michel Temer, enquanto seu criador corre por fora ameaçando voltar à Presidência em 2018. E, na tentativa de desviar o foco das acusações e denúncias que pipocam a cada minuto envolvendo o PT e Lula, ele insiste em seu discursinho de que a imprensa é culpada. O Judiciário está comprado, o procurador-geral da República faz vista grossa, assim como Tribunal de Contas da União (TCU) e Advocacia-Geral da União. O tigre de papel diz ser bom de briga e usa as expressões de sempre: “são os ricos que o temem”. Lula, que sempre disse ser a mãe dos pobres e o pai dos ricos, está declinando de seu papel? 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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PACIÊNCIA?

No seu discurso de Primeiro de Maio, Lula afirmou que as elites têm medo que ele retorne à Presidência. Aqui vale a pergunta: Lula não é elite hoje? Por acaso, continua sendo “povo”, como ele se refere? Ou transformou-se em polvo? Esse seu discurso velho, surrado, repetitivo não cola mais. Lula é passado e não se atualiza. Ele pediu também paciência em relação a Dilma. Paciência é o que temos de sobra. Ouvir promessas mentirosas de campanha e as que ela fez em redes sociais na sexta-feira, na sua fala desconexa e afastada da realidade, autoelogiando o seu primeiro governo, sem que tivéssemos uma crise nervosa, significa que temos paciência demais, mas que, dia a dia, está se esgotando, em velocidade cada vez maior.

Jaime Luiz Leitão Rodrigues jaimeleitaoo@gmail.com 
Rio Claro

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ATÉ QUANDO?

O ex-presidente Lula, em discurso no dia Primeiro de Maio, pediu à população que tenha paciência com a presidente Dilma Rousseff, a “gerentona” que ele recomendou em 2010 para substituí-lo da Presidência da República. E o resultado deu no que deu. A economia brasileira, que havia sido recolocada em seu rumo correto no governo FHC e mantida assim durante o governo Lula, desandou novamente, fazendo com que perdêssemos todos os anos anteriores de correção, não sem grandes sacrifícios pela população. A presidente, em seu primeiro mandato, juntamente com o seu ignóbil ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, aliás, sumiu do mapa, cometeram tantos desatinos e tantas demagogias em nome de um pseudoprogresso que mereceriam uma CPI no Parlamento. O que perpetraram contra a Petrobrás, e neste caso o ex-presidente foi partícipe, não tem paralelo na história do Brasil. Reeleita com o auxílio de um marqueteiro amoral e a interferência direta do ex-presidente, não demorou nada para começarem a aparecer as maracutaias enrustidas durante a campanha. E agora, vivemos com uma inflação alta, um desemprego crescente e impostos idem, pois o novo ministro da Fazenda tem de consertar os estragos realizados anteriormente. Com tal panorama e constatação que caiu numa esparrela ao reelegê-la, a população está por demais irritada e chega a ser ridículo que o ex-presidente ainda peça paciência, apesar do seu indiscutível carisma. Sou de opinião de que o impeachment, que muitos pedem, com o apoio de parlamentares da oposição, não tem sentido. Além de a Constituição não deixar dúvidas de que as possibilidades são bem complicadas, as alternativas são péssimas. Dentro do regime democrático em que vivemos, depois de duas décadas de ditadura militar, entre aqueles que poderiam vir a ocupar a Presidência da República em seu lugar eu prefiro ainda a presidente Dilma. Mas ter paciência já é pedir demais. A presidente vai ter de realizar muito mais o que vem realizando para conseguir um mínimo de nossa compreensão. Começando por diminuir, e bem, o número de ministérios, e mais, exonerando uma enxurrada de cupinchas empoleirados em cargos de livre provimento, sem a mínima necessidade e ou capacidade. Isso, sim, será cortar na carne.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 
São Paulo

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CANSADOS DE ESPERAR

Lula pediu paciência com Dilma. Como assim? O ex-presidente pede que tenhamos mais paciência ainda com Dilma? Nossa paciência já se esgotou há muito tempo, e não há mais o que esperar. Os erros cometidos pela teimosia e por administrar o País como se fosse um sindicato nos levaram ao descalabro que vemos no País hoje. O País não é um sindicato e deve ser administrado para todos os cidadãos, sejam eles de esquerda, de direita ou de qualquer outro lado que queiram classificar. Queremos educação, respeito com os professores do Paraná e do Brasil, queremos respeito entre os cidadãos, paz nas cidades, segurança pública, penalidades aos criminosos ricos ou pobres, queremos um país civilizado onde nossas crianças possam viver com dignidade. Como diria Cícero: “Quousque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?” 
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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UM LULA QUE NÃO ARREBATA MAIS

É muita demagogia e desfaçatez de Lula sair das cinzas da corrupção e afirmar, no 1.º de Maio, que “mexeu com a Dilma, mexeu com a classe trabalhadora”. O sofrido trabalhador brasileiro, que tem seu salário corroído pela alta da inflação e convive com o fantasma do desemprego, só está nessa difícil e angustiante situação por culpa exclusiva da incompetência do governo Dilma, ao desestruturar a nossa economia e utilizar práticas administrativas que o próprio TCU considera crime de responsabilidade fiscal. Lula, hoje, destila ódio e está mordido também porque será investigado pelo Ministério Público Federal, por práticas supostamente ilícitas, conforme destaca a revista “Época” desta semana. E ele não pode cantar de galo a favor do trabalhador, porque também é o responsável direto pela corrupção que permeia o País, já que centenas de obras de infraestrutura estão paralisadas e milhares de trabalhadores, sendo demitidos. Mesmo assim, Lula arrota superioridade e demonstra mais uma vez que não tem cumplicidade com a liberdade de expressão. Ele ofendeu, em seu discurso, jornalistas das revistas “Veja” e “Época” afirmando que essas revistas “são um lixo”. Disse ele: “Pega todos os jornalistas dessas revistas, enfia um dentro do outro, e não dá 10% da minha honestidade”. O tamanho da honestidade de Lula nós conhecemos muito bem. Está estampada na corrupção do mensalão, na Operação Lava Jato, nos desvios de recursos dos fundos de pensão e nos de outras dezenas de estatais. Lula, hoje, é uma figura pública desmoralizada. E a imagem estampada na foto de capa do “Estadão” de sábado (2/5), é de um homem acabado e cheio de rancor contra a elite e a imprensa, que sempre ajudaram a construir este país. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.coam
São Carlos

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FOTOS

A foto de primeira página do “Estadão” de 2/5 é chocante. Enquanto, no Anhangabaú, Lula aparece com aspecto raivoso, ao lado de membro da CUT; na zona norte, Aécio está sorridente ao lado dos deputados Eduardo Cunha e Paulinho. 

José Erlichman joserlichman@gmail.com
São Paulo

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10% DE HONESTIDADE

O que na verdade Lula queria dizer quando se referiu a jornalistas era que, se ele tivesse 10% da honestidade dos brasileiros e dos jornalistas, o País não estaria mergulhado neste mar de corrupção e degradação social e econômica em que chafurda. Lula vocifera ódio ao se referir à mídia, faz chantagem e ameaça quem não se calar com “o exército do Stédile” e sindicatos. Lula hoje luta pela sua sobrevivência política e a ele juntam-se os ameaçados pela Justiça no processo do Petrolão. Quem sabe a hora deles chegou?

Fernando Pastore Junior fernandopastorejr@gmail.com
São Paulo

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IMPOSSIBILIDADE FÍSICA, ÉTICA E MORAL

“Enfiar um jornalista dentro do outro” talvez seja possível. Já Lula botar um pouco – só um pouquinho! – de vergonha na cara...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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BOM DE BRIGA

Nunca antes neste país ou mundo um ex-presidente que não sabe de nada tem, pelo visto, seu exército próprio, e se diz bom de briga. Ao invés de processar jornais, revistas, jornalistas, etc. que citam o seu nome, se não tem culpa, por que fazer tudo o que governos autoritários fazem?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br 
São Paulo

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QUAL É O LIMITE DE LULA?

Depois de tanta mentira, de tanta ignorância, de tanta incompetência, de tanta malandragem, de tanta manipulação podre da politicagem, Lula da Silva inaugura uma nova fase, com uma retórica de rufião. Nós não queremos briga. Nós só queremos que seja desmascarado. 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br 
São Paulo

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AMEAÇA PIOR

Antigamente se dizia “ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”. É necessário atualizar a praga: ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil.

F. G. Salgado Cesar fgscesar@hotmail.com 
Guarujá

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DELÍRIO

Quando o presidente Lula (de fato), em seu verborreico discurso, disse que, se juntassem 20 jornalistas das revistas “Veja” e “Época” e enfiassem um dentro do outro, não teriam 10% de sua honestidade, obviamente estaria num estado de “delirium tremens”, porque nem ele acredita nisso.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br 
Garça

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DESEQUILIBRADO

A expressão de Lula na foto publicada no site UOL, dizendo que as elites têm medo de sua volta, mostra uma pessoa desequilibrada naturalmente ou artificialmente.

Carlos R. Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br 
Ourinhos

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REFORMA POLÍTICA

Depois de discursos em comícios, a exigência de exame toxicológico, de alcoolemia e teste do bafômetro.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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VALENTÃO

No dia 1.º de maio, no Anhangabaú, o Jeca criticou a imprensa a propósito da matéria da revista “Época” que o classifica como lobista internacional. Disse que a revista não presta e que não tem medo de briga. Pergunto: e quem tem medo do Jeca? “Elle” continua vociferando em cima de palanques e não se dá conta de que todos somos pó e ao pó voltaremos.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André

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CONTROLE DE QUALIDADE

A imprensa do Brasil deveria ter mais respeito à inteligência de seus leitores (também somos cidadãos, consumidores e contribuintes) e não mais publicar declarações e frase do chefe da organização criminosa nazipetista. Está pior do que o “nada a declarar” dos nossos antigos e infames generais. Num momento em que nosso país é governado por gente medíocre, encher as páginas de jornal com lixo de ex-presidente e sua corja não dá para aceitar. Não é censura. É controle de qualidade.
 
André Coutinho arcouti@uol.com.br
Campinas 

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EXPLICAÇÕES

Em tom de ameaça (“não me chame para a briga porque eu volto”), o ex-presidente Lula se dirigiu aos brasileiros no dia 1.º de maio. Sim, Lula, queremos a sua volta, para explicar sua participação como lobista das empreiteiras deste país que, com recursos do BNDES, construíram dezenas de obras em países coniventes com o governo petista. Até onde sabemos, esse banco nasceu para financiar o desenvolvimento do Brasil, e não o desenvolvimento de alguns brasileiros privilegiados. Na posição de ex-presidente, Lula detinha informações privilegiadas e influência, e usou isso em benefício próprio. As leis brasileiras dizem que isso é crime. Foi remunerado por este serviço? Informou ao Imposto de Renda o recebido? O dinheiro foi depositado aqui ou em conta no exterior? Foram feitos depósitos em seu nome ou em nome de “laranjas”? Volte, Lula, o Brasil quer as respostas.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br
São Paulo

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CARA DE PAU

Aquele que nunca esteve afastado diz que, se for convocado, vai voltar! É muita cara de pau! Já passou da hora de ele ficar no seu devido lugar e nos deixar em paz.

 Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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A ‘CRIAÇÃO’ DE LULA

“Lula, foi o PT que te pariu?”
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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NAS RAIAS DO RIDÍCULO

Lula perdeu o senso crítico há muito tempo, mas no 1.º de Maio, Dia do Trabalho, no palanque da CUT, chegou às raias do ridículo. Parecia tomado por forças do mal, suas palavras de ódio faziam transparecer o grande medo que o invadiu. Quem não deve não teme, e ele parece dever muitas explicações sobre os “malfeitos” do seu governo e do governo de Dilma. Ódio, raiva e embromação foram o que o ex-“grande líder” destilou aos gritos. E pensar que este senhor já ocupou o cargo de presidente da República. Lamentável! 

Leila E. Leitão
São Paulo 

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DESESPERO

“Lulla” está com medo, muuuuito medo...

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com 
São Paulo

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PROMESSINHA & PROMESSÃO

Nos anos 50 viveu em São Paulo um punguista, ladrãozinho de galinha, chamado Promessinha. Ficou famoso porque poucos crimes aconteciam na época e porque falava se vangloriando deles. Hoje Promessão nos assombra, um meliante sagaz, esperto, que rouba bilhões. Promessinha, quando pego, se calou e não se ouviu mais falar dele. Promessão começa a se calar. Sem voz, não tem discurso. Sem discurso, não tem palanque. Sem palanque, não tem poder e, sem poder, tem prisão.

Nelio Esquerdo nelioesquerdo@terra.com.br 
São Paulo 

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DILMA SÓ NA WEB

A presidente Dilma Rousseff optou por não fazer, neste ano, o seu tradicional discurso do Dia do Trabalho na televisão. Preferiu se manifestar via internet, utilizando outros “modais da comunicação”. Em entrevista a jornalistas, o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, negou que a decisão fosse resultado do “panelaço” realizado em inúmeras cidades brasileiras durante a fala da mandatária sobre o Dia Internacional da Mulher. Será verdade? A telinha ainda é o carro-chefe da comunicação no Brasil, logo, fica difícil entender o porquê da omissão. Uma coisa não anula a outra. O discurso poderia – e deveria – ter sido veiculado tanto na TV quando na web. Que o ministro não zombe de nossa inteligência.
 
Gabriel Bocorny Guidotti gabrielguidotti@yahoo.com.br 
Porto Alegre

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PRONUNCIAMENTO PRESIDENCIAL

Falar o quê? Quando não se tem nada de bom para falar, melhor é ficar calado. Esse é um excelente conselho mundial.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br 
São Vicente 

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FUGA DO PANELAÇO

Dilma Rousseff, a representante máxima dos trabalhadores do Partido do Trabalhadores, não quis se pronunciar através da rede de televisão no dia dos trabalhadores, temendo a reação dos trabalhadores em suas residências com panelaços. Gostaria de lembrar a presidente de que ela está apenas no quarto mês de seu mandato, que durará, ou ao menos está previsto para durar, 48 meses. Sua péssima assessoria acredita ser possível não se pronunciar em rede de rádio e de TV nos próximos 44 meses? Ou acha que as coisas vão melhorar como por encanto, diante do quadro de insegurança no apoio dos políticos “aliados”, na economia totalmente desacelerada e incerta, sem falar na crise moral e criminal que atingiu em cheio o seu partido?

Gattaz Ganem gattaz@globo.com 
Carapicuíba

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AUSÊNCIA NO DIA DO TRABALHO

Dilma foi derrotada por WO.

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 
Campinas

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EM OUTRO MUNDO

Com a desculpa de dar oportunidade a novas plataformas de comunicação, a presidente Dilma claramente esquivou-se do som das panelas trocando a televisão pela internet. Sua atitude, no entanto, não evitou que ela fizesse um pronunciamento vazio e, como sempre, desconectado da realidade do País que diz dirigir, fazendo parecer que vive num mundo de fantasia e mentira.

Alexandre Funck afunck1@gmail.com
Bragança Paulista

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FRASE DE EFEITO

Lula: “Dilma fará o brasileiro voltar a sorrir”. Com essa frase, ele já conseguiu.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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A MALDITA REELEIÇÃO

Gostaria de saber a quem interessa, nesta altura dos acontecimentos, o impeachment de nossa presidente. Aos juristas contratados pelo PSDB? Esquecem-se de que graças a esse partido estamos há 12 anos aguentando o PT? Forçaram a emenda da reeleição e essas são as consequências! A pergunta que não quer calar: uma vez declarado o “impeachment”, quem assume a Presidência? De acordo com nossa Constituição, quem assume é o vice-presidente (PMDB). Ora, quando Michel Temer viajar, teremos o “impoluto” Eduardo Cunha” a nos presidir? É isso o que pretende o PSDB? O estrago foi feito, anos atrás, por causa da vaidade de alguém... Que, aliás, teve a máquina eleitoral a seu favor. Que se extinga esta aberração que é a reeleição, é o que podemos fazer no momento. E confiar em Deus e em nossa equipe econômica!

Viviana G. Toni vgiacon@gmail.com 
São Paulo 

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FHC PERDEU A CHANCE

Um “pequeno” problema na análise de Francisco Ferraz para o “Estadão” (“Fernando Henrique, ponto fora da curva?”, 2/5, A2): ele não leva em consideração que “o estadista” “vendeu a alma ao diabo” para ter um segundo mandato que não utilizou para fazer as reformas estruturais de que o País precisa até hoje! FHC não é (e nunca foi, no meu ponto de vista) um “estadista”, mas um diplomata, um sociólogo, que esteve no lugar certo, na hora certa quando um “cavalo encilhado” lhe foi designado por Itamar. Sua “capacidade” limitou-se a “liderar” alterações no campo econômico, imprescindíveis naquele momento histórico e que tiverem operadores capazes. E, claro, mostrar sua capacidade de pairar acima dos mortais.

Jorge Alves jorgersalves@2me.com.br
Jaú

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‘FHC, PONTO FORA DA CURVA?’

Ao ler o excelente texto do professor Francisco Ferraz (2/5, A2), lembrei-me de um pensamento: “A sua consciência é a medida da honestidade de seu egoísmo”.
 
Adilson Mencarini adilsonmencarini@uol.com.br 
Guarulhos

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‘TODOS SOLTOS’

Num dos debates presidenciais realizados antes do segundo turno das eleições do ano passado, Dilma Rousseff disse que os corruptos da compra de votos da reeleição (suposto escândalo sobre o qual os petistas estranhamente nunca se debruçaram, mesmo tendo a caneta na mão por 12 anos) estão “todos soltos”, assim como os do metrô de São Paulo e os da “privataria tucana”. Pois na semana passada alguns dos principais protagonistas do maior esquema de roubalheira de que se tem notícia na história do País também passaram à categoria do “todos soltos”, com a decretação, pelo Supremo Tribunal Federal (tirando as honrosas exceções do decano Celso de Mello e da ministra Carmen Lúcia), de prisão domiciliar para os empreiteiros envolvidos no petrolão. Dilma Rousseff não vai demonstrar indignação pelo ocorrido? Acho que não, pois o que ela deve ter sentido mesmo é alívio com a triste notícia. Alívio pelo fato de que alguns dos larápios prontos para fechar acordos de delação premiada já não mais se encontrarão dispostos a contar tudo o que sabem, por estarem apostando ainda mais na impunidade, agora que gozam do conforto de seu lar – entre eles Ricardo Pessoa e Léo Pinheiro, que guardam segredos devastadores sobre, por exemplo, verbas da campanha presidencial do PT da eleição passada e polêmicas sobre um certo ex-presidente da República que possui um sítio milionário registrado em nome de um sócio do filho e reformado pela OAS, construtora enrolada até o pescoço no escândalo que devastou a Petrobrás. Os empreiteiros já perceberam que, quando a corda começa a apertar, o governo encontra um jeito, manobra e os livra da enrascada para garantir sua própria sobrevivência, não importando o quão imoral tudo isso seja. Todos soltos, Dilma. Todos soltos, Lula. Comemorem com moderação. 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br 
Pindamonhangaba

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FINALMENTE LIVRES

Que ótima oportunidade têm os empreiteiros de se livrarem definitivamente do jugo sujo e obrigatório do PT, que é “ou você paga ou você não trabalha e não ganha”. Esses empreiteiros entraram nessa bandalheira e ficaram por tempo indefinido amarrados a essa pestilência chamada PT. Agora, que tudo já foi para o brejo e que eles já estão livres da necessidade da delação premiada, esses empreiteiros poderiam fazer suas declarações de livre e espontânea vontade, e ficariam livres destes vigaristas ladrões que estão destruindo o País. E assim deixariam um país melhor para sua descendência.

Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br 
São Paulo

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CRIME E CASTIGO?

No artigo de Luís Eduardo Assis (“Crime e castigo”, 4/5, B2): “O Brasil tem construído um ambiente regulatório que torna a vida de corruptores e corruptos cada vez mais difícil”. Uma das leis de Murphy diz que, “quando os fatos desmentem a expectativa, despreze os fatos”.
 
Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br 
São Paulo

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O SUPREMO E O PETROLÃO

O regimento interno do STF deve ser modificado, para que o ministro Joaquim Barbosa retorne ao colegiado e o ministro Teori Zavascki volte para Porto Alegre, junto com suas teorias para livrar os empreiteiros corruptores.
  
Olavo Fortes C. Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com 
São Paulo

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BASTANTE PUBLICIDADE

O julgamento do Petrolão, e muitos outros de natureza política, deveriam ter sido investigados pelo Ministério Público Federal. Menos carnaval e mais segurança para os advogados, em termos de prerrogativas e contraditório.
 
Roosevelt de Souza Bormann  rooseveltbormann@hotmail.com 
São José do Rio Preto

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ÁUDIOS DESTRUÍDOS

A Petrobrás destruiu gravações do Conselho de Administração. Por quê? Os registros em áudio e vídeo continham discussões sobre obras envolvidas na Operação Lava Jato e a participação da presidente Dilma na compra da Refinaria de Pasadena... Passa, Dilma, passa! A justificativa da estatal é de que a eliminação está prevista no regimento interno da empresa. Mesmo que a questão esteja “sub judice”? A eliminação de provas é indício e confirmação do delito e da irregularidade. E agora? Que pé$$imos exemplos nos dão e$tes governantes. Mais um desrespeito à legislação que também é objeto e pode ser utilizado para o pedido de impeachment. Ou não? 
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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PROFESSORES EM GREVE

É inaceitável que os professores sejam covardemente agredidos pela Polícia Militar, como aconteceu em Curitiba, no Paraná, a mando do péssimo governador Beto Richa (PSDB). Foi um atentado contra o direito de greve, a liberdade de expressão, os direitos humanos e contra a própria democracia. O tucano Beto Richa deve ser imediatamente afastado de cargo e deve responder civil e criminalmente pela violência e pelos danos causados aos professores. Triste retrato do Brasil de hoje e do neoliberal PSDB, que trata os professores como se fossem bandidos perigosos, com brutalidade e truculência. Foram cenas deploráveis e que causam repulsa e indignação diante de tamanhos autoritarismo, covardia e estupidez. Nem na ditadura militar vimos algo semelhante.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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BLACK BLOCS EM CURITIBA
 
Em 2013, na pacífica manifestação em São Paulo, os black blocs, paus-mandados infiltrados no movimento tumultuaram a reivindicação com quebra-quebra e confronto com a polícia, contaminando e desestabilizando a força repressiva e os manifestantes. Novamente em Curitiba os black blocs, desta feita quase imperceptivelmente, agiram da mesma maneira para conseguir o seu intento. A polícia reagiu de forma contundente e a conta foi debitada ao governador Beto Richa. Parabéns aos black blocs, fizeram jus ao ganho, Beto Richa está no fundo do poço. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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PROFESSORES, SAL & SALÁRIOS

Foi uma fina ironia o banho de sal que os professores grevistas deram nas calçadas da Secretaria da Educação em São Paulo. Pena que pouquíssimos de seus alunos, pela qualidade do ensino que recebem, compreenderiam a relação histórica entre sal e salário. Uma vez eu estava em Nova York e, num domingo, havia uma movimentação incomum de pessoas numa praça. Havia tanta gente que até a polícia estava intervindo para organizar a travessia pelas avenidas. Muitos traziam faixas e cartazes, e vi, então, que se tratava de professores. Havia um grande palco e dezenas de oradores se revezavam nos protestos contra os baixos salários. Mas tinham escolhido um domingo para sua manifestação, justamente para não prejudicarem as aulas e o trânsito da cidade. Percebe-se, então, a diferença que existe quando pessoas recebem desde o berço boas noções de educação e civilidade. De que adianta parar as avenidas se os cidadãos que ali estão parados no trânsito não podem fazer nada pelos abnegados professores? De que adianta danificarem edifícios públicos? Numa pátria tão pouco educadora como a nossa, a ausência de aulas ou aulas dadas com má vontade fazem com que jamais alcancemos um nível de educação de Primeiro Mundo. Então, professores e entidades de representação, que tal pararem com a chantagem e passarem a discutir construtivamente com a sociedade e as autoridades?

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 
São Paulo

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GREVES INTERMINÁVEIS

Em alguns Estados, como Paraná e São Paulo, professores promovem greves que duram mais de um mês. Isso não pode ser permitido no setor público, ainda mais quando traz grandes danos à população. Se os profissionais pedem aquilo que é demais e não pode ser concedido pelos governos, não se pode permitir então paralisação eterna. Deve ser aplicada a legislação dos servidores, quando o governante tem de mandar abrir inquérito administrativo para apurar as faltas por mais de 30 dias, com possibilidade de demissão.
  
Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br 
Araruama (RJ)
 
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MORTE NA REPRESA

A morte dos dois funcionários da Sabesp na represa nos leva a considerar por que eles não estavam usando coletes salva-vidas. Essa atitude, estranha, põe em risco a vida de outros funcionários, em acidentes semelhantes, que podem vir a acontecer. O cidadão merece saber o que está ocorrendo. Esse detalhe nunca é abordado nas reportagens a respeito, em todas as mídias, o que é, também, estranho.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com
São Paulo

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CRIMINOSOS LIBERTOS

Vivemos, realmente, num país sem nenhum conceito do que seja justiça. Basta ver que, enquanto se discute a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, a Justiça do Rio liberta jovens infratores, entre eles autores de crimes como estupro e homicídio. Vergonhoso! Imoral! 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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‘O PAPEL RESISTE’

Sobre o editorial do “O Estado de S. Paulo” de domingo (3/5), “O papel resiste”, venho acrescentar que a edição digital, que faz a réplica do jornal impresso, também deixa muitos leitores felizes, principalmente para quem gosta de ler um jornal de cunho nacional como se caracteriza o “Estadão”, em que vivem nos lugares mais remotos do Brasil, onde não temos a oportunidade de ter a versão impressa. No meu caso, moro no interior do sertão baiano, na cidade de Brumado, e, para mim, é muito gratificante poder ter à minha disposição nas primeiras horas do dia a réplica da edição para baixar no meu tablet. A tecnologia veio para que a informação seja devidamente difundida por vários meios e hoje agradeço a isso, por ter o privilégio de ler o jornal como se eu morasse em São Paulo. 

Valdir da Cruz Barbosa bvaldir@gmail.com 
Brumado (BA)

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O JORNAL IMPRESSO

Outra interpretação do estudo sobre o jornalismo impresso, muito bem apresentado no editorial “O papel resiste” (3/5, A3), é que os leitores buscam a informação de qualidade. Ainda não há um estudo equivalente no Brasil, mas é importante a discussão do papel do papel na atualidade. A proliferação de mídias imediatas não traz profundidade ou autoridade nas informações ali contidas. O jornal impresso mantém, assim, sua confidencialidade.
 
Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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