Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

26 Setembro 2011 | 03h06

Boi Barrica

O que esperar do futuro deste país, se o Superior Tribunal de Justiça (STJ), com seus mais renomados juízes, é posto de joelhos diante do todo-poderoso José Sarney, aceitando bovinamente as vontades desse senhor? Se tudo o que for julgado pelo STJ tiver como "cláusula pétrea" a condição de não ferir os interesses dos poderosos? Se os ministros, muito bem pagos para fazer valer a justiça, a ética e a moralidade, agem de forma tão subserviente e vacilante? Se o STJ ignorou os mais elementares preceitos de conduta, transformando-se num arremedo de tribunal? Se os poderosos agem como se estivessem acima da lei, com total anuência dessa Alta Corte? Enfim, se observarmos com mais atenção o silêncio da "oposição", que, apesar dos 43 milhões de votos, finge não estar vendo nada de anormal em toda a corrupção, que não para de crescer, o que esperar...?!

WILSON SANCHES GOMES

sancheswil@hotmail.com

Curitiba

'Suum cuique tribuere'

A velocidade espantosa, comparada aos vergonhosos padrões nacionais, com que foram anuladas as provas da operação da Polícia Federal (PF), desprezando diversos pareceres, dá a entender que a venda nos olhos da Justiça é para "que se atribua a cada um o que é seu", mas só pode abrir o pacote em casa para ver a surprezinha. O percurso e o desfecho do julgamento em prol dos réus causaram "desconforto e desconfiança" entre ministros do STJ. Imaginem o desconforto e a desconfiança do povo brasileiro com essa forma inusual de inocentar sempre os mesmos sem-vergonha...

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

Comuns e incomuns

O relator estudou e decidiu em seis dias o processo da Operação Boi Barrica. Pois eu tenho um simples processo de devolução de indébito no TRF-3, concluso, no gabinete do desembargador há 12 anos e lá continua parado. Parece que a Justiça, além de cega, é muda e paralítica.

LUIZ TERCI SOBRINHO

terzzi65@hotmail.com

São Paulo

STJ e Sarney

Justificável a decisão do STJ. Afinal, com o padrinho que têm os membros do tribunal, seria anormal se a decisão fosse outra. Seremos Ternos com José deve ser o novo significado da sigla.

WALTER FRANCISCO BARROS

walterfbarros@yahoo.com.br

Araçatuba

Homem forte

Avalio que o homem mais forte da política brasileira nos últimos tempos é, sem dúvida, José Sarney. Ele mantém dois Estados sob seu controle, comanda o Congresso, impôs à presidente ministros, altos funcionários e até um diretor da PF diferente do que ela pretendia e ainda controla parte importante do Judiciário. Nem o Lula teve tanta força política.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Censura

Independentemente da atitude indecorosa e corporativista dos ministros do STJ em relação ao clã Sarney, uma simples e democrática pergunta não quer nem vai calar: e como fica a censura ao nosso Estadão?

ANIBAL VILARI

anibalvilari@bol.com.br

São Paulo

GOVERNO ALCKMIN

Institutos de pesquisa

Sempre que pode, o governador tece loas à pujança da agricultura paulista, relacionando-a aos nossos institutos de pesquisa. Realmente, todos os nossos institutos de pesquisa, e não só os relacionados à agricultura, têm instalações primorosas e equipamentos dignos de Primeiro Mundo, construídos e adquiridos que foram em governos passados. A eficiência de nossos institutos se deve à qualidade e ao empenho dos pesquisadores e funcionários de apoio à pesquisa que neles trabalham; a grandiosidade das instalações e a qualidade dos equipamentos de nada valem sem os funcionários que nelas e com eles trabalham. A carreira dos pesquisadores é pequena, entre os da ativa e aposentados pouco passam de 2 mil. O grande entrave é o salário. A Lei 859/99 tornou obrigatória a equiparação salarial entre os pesquisadores e os docentes das universidades públicas, a qual, desde o governo Covas, não vem sendo cumprida. Para fazer valer a lei formaram-se diversos grupos que pleitearam a equiparação nos tribunais. Uns ganharam e outros, não. Assim, pelo fator salário, existem duas classes de pesquisadores científicos, com uma diferença salarial de cerca de 70%. Agora, sempre que fala em salário, o governador cita os que ganharam a demanda, postergando para segundo plano os que perderam, como se o nível salarial fosse aceitável sem considerar que uns poucos ainda ganham mal. Urge reparar essa injustiça, equiparando o salário de todos, nos termos da lei não cumprida. Dado o pequeno número de funcionários envolvidos, a despesa será insignificante dentro do orçamento paulista.

JOSÉ MAURÍCIO DE T. MURGEL, pesquisador científico aposentado

jmmurgel@gmail.com

Jaú

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Casa Modernista

A nota Patrimônio? (coluna Direto da Fonte, 21/9) cometeu vários equívocos. A Casa Modernista esteve fechada durante anos, recebeu obras estruturais do governo do Estado e foi transferida para a Prefeitura para integrar a rede de Casas Históricas da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), em 2008. Seu estado atual está longe de ser precário. A piscina, desativada, mas não "destruída", está protegida por tapumes. Há um projeto de restauro da casa com paisagismo em elaboração no Departamento do Patrimônio Histórico. Mas nada disso impede que a casa continue aberta e com programação. Quanto às grades das janelas e portas foram instaladas pelo próprio Warchavchik, autor do projeto da casa, construída na década de 1920. Portanto, não há descaracterização.

GIOVANNA LONGO, assessora de Comunicação da SMC

giovannalongo@prefeitura.sp.gov.br

São Paulo

N. da R. - A coluna esteve na Casa Modernista e observou que a piscina não está apenas desativada, mas com parte das bordas quebradas e dezenas de azulejos fora do lugar. As grades em portas e janelas não fazem parte do projeto original - fotos da casa na época de sua construção provam que elas foram colocadas depois. E em momento algum a nota publicada pela coluna diz que a casa está fechada ou sem programação.

CRESCIMENTO ECONÔMICO

Será que o Fundo Monetário Internacional (FMI) está mais a par da nossa economia do que nós? Através de relatório sobre a economia mundial divulgado em 20/9, reduziram para 3,8% a projeção do nosso crescimento econômico para 2011, que estamos calculando em 4,5% para o Produto Interno Bruto (PIB), embora a expectativa é reduzida para 4%. Quem vai "acertar"? Esses números são manipulados? Como é feito com o índice divulgado da inflação, muito aquém da realidade? Para 2012, deve ficar em 3,6%. Será que o FMI está mais por dentro do que nós? Em quem devemos confiar?

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

*

LÓGICA BRASILEIRA?

Agora que FMI anuncia que Brasil terá o menor crescimento da América do Sul, Guido Mantega propõe ajudarmos financeiramente a Europa devido ao "buraco" cavado por políticas populistas e eleitoreiras muito acima da capacidade das economias daquele continente. Qual a lógica da política brasileira?

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

*

NOSSO DINHEIRO PARA SALVAR A EUROPA

O problema da dívida, já se disse, tira o sono mais do credor do que do devedor. O efeito em cascata da crise europeia carrega um forte potencial de risco para os países emergentes, pobres com dinheiro,e possuidores de  títulos das economias sujeitas ao furacão, como Portugal e Espanha. Daí a proposta do Brasil de socorrer a Europa devastada, por meio do FMI. 10 bilhões de dólares só de nossos trópicos. Os emergentes nunca foram tão prontamente socorridos. Todavia, visa-se atender aos interesses recíprocos, não manter os habitantes do velho mundo felizes em torno de suas lareiras no próximo inverno. Assim reza o implacável mecanismo da macro-economia globalizada. É o preço da marola.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

PROTEÇÃO DIVINA

A crise econômica que assola a Europa e os EUA é grave. Pode haver profunda recessão mundial. Que Deus nos proteja.

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

*

EUROPA SEM MISÉRIA

Pelo andar da carruagem o programa Brasil sem miséria será lançado na comunidade Europeia, pois aqui no Brasil nada funciona direito mesmo, nem vale à pena, veja só, o fome zero foi um fiasco juntamente com minha casa minha vida, bolsa família serve mais para manter viciados em drogas  do que qualquer outra coisa. Estes recursos retirados do contribuinte seriam mais bem utilizados aqui no Brasil, do que para adquirir títulos podres destes países chamados ricos que sempre esnobaram o nosso terceiro mundo.

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim   

*

ESPECULADORES

Conversa vai, conversa vem, Bolsa despencando, dólar decolando,  e de repente se ouve: isso é obra dos  malditos  especuladores! De quem parte o grito? Em geral, daqueles que fizeram a aposta errada!

Alexandru Solomon  alex101243@hotmail.com

São Paulo

*

COITADO DO GOVERNO

Se o dólar vai para R$ 1,55, preocupa o governo, se vai para R$ 1,84, preocupa o governo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

BRASILEIRO TEM DE SOFRER

Temos emprego, dinheiro no bolso, vida melhorada, mas fomos punidos mais uma vez e o governo dificulta a compra do carro importado e do jeito PT tira mais algum da nossa conta corrente, aumentando o imposto para arrecadar mais. Ora, não seria correto forçar as indústrias automobilísticas a reduzir o preço e elevar a qualidade do carro fabricado aqui no Brasil? E mais, as indústrias daqui não são todas estrangeiras e ganham altos lucros que enviam para seus países de origem? Que vantagem a Maria o Zé Mané leva nisso? Porque não podemos ter um carro melhorado e de preço reduzido? A boneca do PT que está passeando nos Estados Unidos pode nos explicar?

José Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br

São Paulo

*

A CHINA AGRADECE

Desindustrialização? Inundação de importados no mercado? Qual é a novidade? Há anos, vimos assistindo a entrada indiscriminada de produtos chineses e coreanos no mercado. De guarda chuvas a tecidos, tudo foi ficando made in China, no Brasil.  Promoveram o consumo, sim, no país, às custas do desmantelamento da indústria nacional e da importação de produtos chineses, baratos e de qualidade duvidosa  Sem ter um mínimo de visão de futuro, não enxergaram o óbvio. Comemoraram e bateram palmas. Agora, durmam com o barulho que fizeram.  A China agradece.

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

*

ETANOL

O anúncio da redução da mistura de etanol na gasolina, de 25% para 20%, é mais uma medida paliativa que demonstra a ausência e a necessidade de uma política energética perene para este setor estratégico para o País. Além de inócua quanto à garantia de abastecimento e na contenção da alta de preços do produto, a medida vai aumentar a pressão inflacionária, sem falar nos malefícios ao meio ambiente e a saúde da população dos grandes centros urbanos. Diante disso, quero cumprimentar o Estadão pela publicação do artigo Coragem para retomar o etanol (20/9, A2), de autoria do presidente da Unica, Marcos Sawaya Jank. É preciso um conjunto de medidas de curto, médio e longo prazo para ampliarmos e renovarmos os canaviais, aumentarmos a eficiência das unidades produtoras existentes e estimularmos a construção de novas plantas. Para tanto, precisamos de políticas públicas capazes de garantir a estabilidade, previsibilidade e o planejamento para os biocombustíveis. Isso só será possível com uma política de Estado, clara e perene, para assegurar a sustentabilidade do “combustível do futuro”, reconhecido por sua capacidade de gerar empregos e renda no campo, além dos benefícios à saúde pública e no combate às mudanças climáticas.

Arnaldo Jardim, deputado dep.arnaldojardim@camara.gov.br

Brasília

*

NO FIM DA LISTA

O assunto do etanol demanda seriedade, mas que infelizmente tem-se tornado assunto de "politicagem empresarial e eleitoral". Quando os ventos soaram a favor dos interesses empresariais, é uma maravilha, quando não, precisa-se rever. Na política, como sempre, só interessa quando é para gerar votos. De prático, fica o consumidor nas mãos imorais dos politiqueiros e dos empresários que mantêm a politicagem dos interesses circunstanciais. O fato real é que o etanol é uma fonte de energia alternativa, que demanda antes de tudo, moral e ética de quem está no comando das ações. E no caso de moral e ética no Brasil, estamos lá no fim da lista das nações!

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

*

NA CRISTA DA ONDA

Cumprimento o Marcos Jank pela defesa esclarecida do etanol brasileiro (Coragem para retomar o etanol, 20/9). Lembremos que somos respeitados e valorizados internacionalmente por conciliar a alta porcentagem de fontes renováveis em nossa matriz energética com o aumento da produção de petróleo, notadamente dominando a tecnologia de águas profundas, especialmente agora com o pré-sal. Ter um lapso na produção não pode causar um abandono de toda a agroindústria estabelecida. Não podemos ser tão míopes e dar esse tiro no pé. Mas precisamos, sim, de uma política de estoques reguladores, de um incentivo e aumento da produtividade no Nordeste brasileiro para dar um balanço mais favorável na entressafra da produção do Centro-Sul. E também não esquecer o etanol de segunda geração (obtido da celulose) e toda a alcoolquímica que se desenvolve. Semana que vem a  Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) estará lançando um acordo de cooperação científica com uma das maiores empresas de bioenergia do País, mostrando que o etanol está, sim, na crista da onda.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

*

USINAS EÓLICAS

É salutar a preocupação e o desenvolvimento de tecnologia brasileira baseada nessa matriz energética (energia eólica). A necessidade de implantação consciente desse sistema inesgotável de energia se faz, também, porque o litoral brasileiro tem potencial para tal, entretanto, sem esquecer a preservação das aves migratórias que “viajam” pelas rotas das torres. Acredito que as soluções no campo ambiental para a questão da morte das aves são promissoras, e países que ainda passam por esse revés façam um upgrade tecnológico baseado na experiência brasileira.

 

Ricardo Bressan ricbressan@hotmail.com

Atibaia

*

PRIVATIZAÇÃO

A telefonia celular vivo que pratica uma das mais caras tarifas do planeta ,tem um atendimento de má qualidade em muitas regiões o sinal falha,agora consegue do nosso glorioso BNDES um empréstimo de 3 bilhões de reais para expandir a rede.Caberia ao governo exigir um serviço de qualidade ,com menos domínio de mercado e ao mesmo tempo uma tarifa adequada,o capital estrangeira agradece a bondade das autoridades nacionais em detrimento do consumidor final.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

*

RODOANEL NORTE

Li em 22/9, no estadao.com, a carta do leitor Hurco Santos, criticando o que ele chamou de legião de ambientalistas, “gritando que a rodovia vai destruir a Cantareira” e pergunta onde estavam esses ambientalistas quando foram ocupadas as áreas de preservação, as áreas da bacia hidrográfica. Complementa que existem ocupações indevidas já na área da Cantareira e os “defensores” querem apenas defender o quintal de casa, enquanto pessoas como ele querem o rodoanel para um trânsito melhor. Pois bem, eu não moro na Cantareira e também não me considero ambientalista de carteirinha, mas acredito que ainda me resta um razoável bom senso, para perceber que o nosso meio ambiente é prejudicial à saúde de todos nós e piora a cada dia. Durante anos os governantes desta cidade foram derrubando as árvores do município e permitiram, por verdadeira falta de cumprimento do dever, a devastação com invasões ilegais e autorizações para as construções de espigões, em substituição às velhas residências unifamiliares. O Sr. Hurco Santos tem razão quando afirma que a serra já tem uma ocupação indevida de casas paupérrimas e casas primorosas. Pois bem, todas devem ser demolidas se lá estão indevidamente. O ex-prefeito Paulo Maluf construiu as marginais, jactando-se que era a solução definitiva para o trânsito da cidade. Não demorou muito para se tornarem congestionadas. Em 2009 o ex-governador José Serra desperdiçou mais de R$ 1 bilhão na ampliação das pistas e com certeza não demorará muito para entupirem também. Esse dinheiro seria muito melhor empregado na construção de linhas do Metrô. O atual governador vai construir uma linha de Metrô aérea, só para atender aos torcedores da Copa de 2014 e evidentemente, isso está muito errado. O reitor da USP resolveu derrubar 1.328 árvores para construir prédios para museus, priorizando a natureza morta. E a prefeitura aprovou. Eu acredito que a diferença existente entre os paulistanos que pensam igual a mim e os que pensam igual ao Sr. Hurco Santos é que acordamos antes para o absurdo de acabarmos com a vegetação da cidade em favor de veículos que nos envenenam cada vez mais com seus combustíveis fosseis. Nosso prefeito resolveu vender 20 áreas municipais para as construtoras, pois os terrenos disponíveis na cidade estão cada vez mais escassos. Nas cidades de países mais desenvolvidos, como Londres, foram adotadas soluções mais lógicas, proibindo os caminhões a adentrar a cidade durante o dia. A alegação de que tal providência encareceriam os fretes, é apenas uma meia verdade, pois as empresas acabariam se adaptando às novas regras, caso contrário seus fretes realmente seriam mais caros do que aqueles que encontrassem soluções criativas. O que não pode continuar é a população da cidade se envenenar indefinidamente à sua majestade o veículo motorizado, principalmente o caminhão. Afinal de contas, 4000 paulistanos morrem anualmente devido a poluição causadas pelos veículos. Todos nós cometemos o pecado de deixarmos os maus administradores estragarem a nossa cidade, mas isso não implica em que continuemos assim, muito pelo contrário, temos que dar um basta a tanta devastação reverter o que for possível. Mesmo assim não daremos aos nossos filhos e netos, a cidade que recebemos dos nossos antepassados. E o Rodoanel Norte é a síntese da destruição que vem imperando há tempos em nosso pobre São Paulo. O Rodoanel, a exemplo das outras vias, congestionará no futuro, se não revertermos essa situação.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

*

O CÓDIGO FLORESTAL X CÓDIGO DA VIDA.

 

Mais uma vez  o Meio Ambiente e a Qualidade de Vida perdem seus poderes para todos os que vivem principalmente nas grandes Cidades Brasileiras, pela votação do Código Florestal Brasileiro que deveria  ser chamado o Código da Vida. Pelo texto aprovado na Câmara e enviado ao Senado, a maioria das áreas de proteção perdem o espaço e a proteção e cobertura vegetal e suas florestas, tudo isso para aproveitarem mais espaços para as monoculturas de soja e pastagens em todo território nacional. A tragédia maior é de que as áreas de APPs, em volta dos reservatórios  ficarão agora  somente a  100 metros  na areal rural e na área urbana somente com 30 metros. Com essas decisões dos supostos donos do Mundo,  em nível de Brasil não teremos mais águas nos rios que abastecem nossas cidades, já que todos os sedimentos das áreas de plantio serão levados pelo barro ,  para dentro dos rios provocando uma enorme desertificação e assoreamento dos rios. Esse  é o legado dos maus políticos e oportunistas que deixarão para seus filhos e netos, daí o porquê das enormes tragédias como no Nordeste, no Rio de janeiro e em Santa Catarina e São Paulo, que choveu mais que o Dilúvio da Arca de Noé , que foi de 40 dias,  em SP, foi 43,  em que os deslizamentos dos morros e encostas vem todos para dentro dos rios, que recebem também o esgoto sem tratamento e o lixo urbano. Esse é o retrato verdadeiro do Código Florestal  Brasileiro elaborado pelos maus políticos e gananciosos pélas áreas de plantio de soja  e pastagens principalmente na Amazônia, Cerrado e Pantanal. Estava certo o Michael Jackson quando disse em seu clipe, que os governantes não ligam para nós, porem eles também irão perecer pela falta de água, quer na agricultura quer nas cidades, daí não adianta reclamar aos Céus com Terços nas Mãos. É a Lei da Causa e Efeito, a Natureza agora começa sua vingança, e que tudo pode acabar em novembro de 2012. Com tristeza pela nossa Biodiversidade e nossas Gerações Futuras.

 

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

*

MAQUIAGEM MEIA BOCA

    

Deus nos acuda e proteja-nos da criação de mais imposto, pelo menos por enquanto. A Câmara Federal barrou na última quarta-feira (21/9), a criação de uma nova"CPMF", maquiada de contribuição social para a saúde (CCS), novo imposto em que as transações financeiras arrecadadas seriam destinadas a área. A alíquota estava sendo comparada a extinta e indigesta CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira) e já era criticada por muitos, mesmo antes de ser criada. Coincidência ou não, desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu, o assunto mais comentado era justamente a criação de uma nova cobrança que substituísse a extinta CPMF, ou seu retorno. Inicialmente, a presidente se mostrou contrária á volta da contribuição, mas passou a defender a criação de um novo tributo para financiar gastos com a saúde inclusive com apoio de vários governadores inclusive os da oposição. O projeto segue agora para avaliação no Senado onde desde o governo do ex-presidente Lula da Silva, a oposição tem levado a melhor, mesmo sem maioria, o que esperamos é que o resultado não seja tão diferente que da câmara. Acredito cabalmente que há muitos outros meios de se conseguir recursos para os hospitais e outros investimentos para a área sem precisar tirar ainda mais do bolso dos brasileiros. Que tal se o governo tirar esses valores das verbas utilizadas para pagar as viagens e outras "pequenas" regalias dos parlamentares? Investir firmemente para acabar com a corrupção em órgãos do governo. Alguém já tentou saber quanto custa manter por quatro anos os 594 parlamentares, e o que eles fazem lá em contra partida em beneficio do povo? Basta cortar 50% dos gastos desses  inúteis, vai sobrar dinheiro não só para a saúde como também para reduzir e muito a miséria no país. É como diz o ditado: É melhor sentar para não cansar... Deus nos acuda de mais um imposto, já somos campeões mundiais em pagamento de tributos.                 

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

*

PATRIOTISMO

O ministro da Saúde Alexandre Padilha diz que a saúde precisa de R$ 45 bilhões.... E de onde virão os recursos? Simples! Apelando mais uma vez para o patriotismo latente de todos os políticos deste país, presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais e vereadores, que sempre ao candidatar-se alegam que têm como missão servir ao povo. Sugiro que todos, sem exceção contribuam mensalmente com 10% de seus salários em prol da saúde dos mais necessitados. Problema equacionado, e pra sempre!

Mario Miguel ivetemig@terra.com.br

Jundiaí

*

EMENDA 29

Apesar da Emenda 29 aquela que obriga a União a investir 10% do PIB em saúde, ter sido idealizada por um petista o ex-senador Tião Viana do Acre, o próprio PT agora no poder é contra? Ou seja sempre a mesma ladainha e a lesma lerda. Façam o que eu digo e nunca o que eu faço afinal de contas o negocio do PT é fazer marola,media e empregar a cumpanheirada aloprada. Para esses dinheiro a rodo saindo pelo ladrão para o povão um bolsa esmola já quebra um galho,e para a coisa piorar o Romero Juca aquele que parasita todos os governos,cujo irmão deixou bem claro o modus operandi dos Ministérios em Brasília também e contra afinal o estado de origem dele,tem um atendimento da saíde como de 6a categoria e não precisa de verbas. Político bom no Brasil é político no governo, claro bom para ele e a trupe.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

*

SAÚDE PÚBLICA: CALCANHAR DE AQUILES DO BRASIL

É inimaginável que um país que ocupa a sétima potência econômica mundial, de acordo com o PIB (Produto Interno Bruto) de 2010, que nada mais é do que a soma de toda a riqueza durante o período de um ano, pode ter uma saúde pública de países pertencentes ao continente africano. Isso mesmo, a economia brasileira cresceu nas últimas décadas, porém, esse crescimento contrasta com a saúde pública em nosso país. Só para analisar alguns números, uma pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), 37% dos entrevistados consideram a qualidade na saúde pública muito baixa e 44% como baixa. Com isso, muitos brasileiros estão buscando uma segunda via, os convênios médicos particulares, havendo até um sobrecarga de planos em cima desses, comprometendo também a qualidade dos mesmos. Será que os hospitais particulares estão preparados estruturalmente para atender a demanda? É bem provável que não. Partindo desse pressuposto, a riqueza do país não é correspondida no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), dados que avaliam a qualidade da educação, saúde e a distribuição de renda, áreas essenciais para que um país se destaque em qualidade de vida. Considerações finais: O primeiro passo foi dado, à elevação do Brasil entre as potências econômicas européias, contudo, ainda precisamos transformar toda essa riqueza em benefícios sociais, como educação, saúde, segurança, etc. Não adianta termos os pés na Europa, do ponto de vista econômico, e as mãos na África, do ponto de vista social. Reflexão: Toda riqueza tem sentido para um país, entretanto, teria bem mais, se a mesma fosse compartilhada para propiciar a qualidade de vida da população, pois saúde é prioridade.

Alberto Alves Marques albertomarques1104@hotmail.com

Hortolândia

*

INVESTIGAÇÕES

Investigação feita pela Corregedoria-Geral da União (CGU), a pedido do Ministério da Saúde, nos hospitais federais do Rio, apurou, como sempre, superfaturamentos de preços, contratação sem licitação e outras irregularidades. Dinheiro público indo pelo ralo. E o que vai acontecer? Nada. Provavelmente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai dizer que a investigação foi ilegal. Sem falar que a lei, nestas situações, está sempre ao lado do praticante do delito. São nossas leis com viés pró criminoso. E ainda queriam um novo tributo para custear a Saúde. Não precisa. Dinheiro há. O que falta é vergonha e dirigente sério.

Panayotis Poulis ppoulis@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

*

ANARQUIA DEMOCRÁTICA

Sinceramente não sei mais quanto tempo iremos conseguir viver nessa "anarquia democrática" chamada de Brasil, sem nos revoltar (de verdade) para exigir o que nos cabe por direito – aliás, essa é uma das palavras as quais estão no dicionário, mas que desconhecemos seu sentido literal. No dia 20/9/2011, a rede Record transmitiu uma reportagem sobre a prostituição infantil. Viu-se que desde muito cedo, jovens procuram manter sua sobrevivência nas ruas. Um dos casos, que foi relatado por uma menina, mas que é a realidade de muitas outras, é a necessidade de se prostituir porque passa fome. E esses jovens não estão na rua porque brigaram com seus familiares ou qualquer outra coisa, mas sim por não ter o básico que qualquer pessoa precisa para sobreviver, o essencial. Crianças e jovens tendo que se sujeitar a esse tipo de situação desumana, tendo que se submeter ao uso de drogas e condições de vida indignas e deprimentes para se alimentar. Pois bem, com todos os fatos escancarados, a senhora presidente e seus ótimos aliados, discursam - belamente - sobre o desenvolvimento econômico do país, o superávit da balança comercial, e a situação favorável diante do cenário internacional. De que adianta o internacional, se o país não consegue suprir as necessidades básicas para uma condição humanamente digna, se dentro do próprio país as escolas caem aos pedaços e se tornam centros de marginalização ao invés de educação? De que adianta o superávit da balança comercial, se não pode ser distribuído como oportunidades, como fontes de alimento? - Fome Zero é falácia. O desenvolvimento econômico é ótimo, frente aos 147 dias do ano que trabalhamos para pagar somente os impostos - mais do que americanos e argentinos -, para um governo que deixa de lado assuntos nacionais para se auto-enriquecer, mergulhado na pobreza humana, que é o ato de se corromper.   Para onde vão esses meses de trabalho, que deveriam ser investidos no desenvolvimento nacional, nas instituições de ação social, de ensino e saúde? Onde estão os impostos exacerbadamente cobrados para serem investidos nas nossas próprias tecnologias e infra-estruturas? Milhares de brasileiros podem passar fome, mas rebaixar o título do Brasil, de país em pleno crescimento, sustentável e com grande importância no cenário mundial, isso não pode, porque essa visão egocêntrica permite aos grandiosos governantes uma maior manipulação em massa. Você não tem o que comer, mas o seu Brasil é uma nação desenvolvimentista. O único desenvolvimento que se tem é o de crescer os números destes políticos desprovidos da noção de democracia, e suas ideias mirabolantes a “tempo não condizem mais com a realidade”.

Barbára Luiza e Luiz Fabiano Alves Rosa www.politicaemilitarismo.blospot.com

Curitiba

*

EDUCAÇÃO

Quero que os responsáveis pela educação atual não façam a "besteira" de colocar os alunos dia inteiro na escola; período integral.Parem com isso.Façam turnos no trabalho dos pais para que eles tenham tempo de passear com seus filhos,estudar com seus filhos, brincar com seus filhos,etc...Os pais de hoje precisam acompanhar as crianças principalmente (pais homens) para que sigam um caminho melhor.Educação é dar exemplo.

Sonia Maria Salzano Gentil soniasalzano@gmail.com

Descalvado

*

REFORMA POLÍTICA

Num momento em que o ex-presidente Lula se coloca como um dos atores nas discussões concernentes à reforma política, defendendo propostas que serviriam unicamente para benefício de seu próprio partido - uma delas prevê maiores repasses do fundo partidário às siglas que compõem as maiores bancadas do Congresso, o que é uma piada de mau gosto -, faz-se necessária uma conscientização mais engajada da população acerca da proposta de implantação do voto distrital em nosso sistema eleitoral. Se implementado no lugar do atual sistema de voto proporcional, o voto distrital serviria como mecanismo fundamental no aperfeiçoamento do arranjo de democracia representativa que, no Brasil, só vigora mesmo na teoria; na prática, o que mais se vê no Congresso são subcelebridades, lobistas interessados em legislar em causa própria e locatários de ideologias dispostos a vender a alma ao Executivo em troca de "carícias" financeiras...O voto distrital não é uma panaceia mas, ao aproximar eleitores de eleitos, melhoraria em muito nosso desgastado modelo de representação.

 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

*

LISTA FECHADA

O atual sistema eleitoral baseado no voto proporcional realmente não é o melhor método  para elegermos candidatos, pois permite que votemos num político cheio de qualidades e acabemos elegendo também um desqualificado, um despreparado, um escroque até.  Já há algum tempo zumbe no congresso a proposta de reforma eleitoral do deputado Henrique Fontana (PT/RS) , que conta com a simpatia de muitos de seus colegas, e que  propõe o voto em listas fechadas para deputados federais, estaduais e vereadores. Acontece que não passa de um ardil muito bem elaborado para garantir a reeleição destes atuais políticos, a grande maioria deles já tendo deixado  rastro de lama atrás de si. Segundo a proposta do petista o eleitor não vota em um candidato, mas numa lista partidária e se o partido (ou mesmo a coligação) fizer  votos suficientes para eleger , digamos, 20 deputados num determinado estado, os 20 primeiros da lista estão eleitos, acabando assim com a chance de renovação e aumentando o poder dos caciques. Alerte-se que , enrustidos dentro de uma lista fechada, podem estar deputados de todo tipo, sendo que o tipo mais comum e em maior número são estes mesmos que salvaram a pele de Jaqueline Roriz...e quetais. Não é à toa que José Dirceu é defensor fervoroso do sistema de voto  em listas fechadas. O deputado Francisco Dornelles, PP/RJ propõe uma solução prática viável: o distritão, que acaba com votos de coligação e com sobras eleitorais. Simplesmente são eleitos os candidatos mais votados , independentemente do partido pelo qual se candidataram. Simples, não? Só que não interessa aos políticos de hoje, pois através deste sistema os corruptos serão alijados do poder nas próximas eleições. É tudo que não querem! É tudo que nós queremos!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

*

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA

Enquanto continuar sendo permitida a reeleição, alguma verba caberia a campanha dos novos candidatos,aqueles desejosos em continuar colaborando com a sociedade,basta ria o disposto na Lei Falcão: nome e foto.

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

*

CORRUPÇÃO E CASCO DURO

Nessa questão do "casco duro", vejo much ado for nothing, como diria Shakespeare ("muito barulho por nada"). Tenho a idade de Lula. Somos ambos do tempo em que as cervejas eram fornecidas em garrafas esverdeadas (claras) e acastanhadas (escuras). As últimas eram as preferidas, porque se acreditava que barrassem a entrada de luz e, assim, preservassem a bebida por mais tempo. Todo apreciador das louras, ao chegar ao boteco, ou ao armazém (com aquelas geladeiras de portas de madeira espelhadas), pedia uma cerva e frisava - "Casco escuro!". Vai ver, era nisso que Lulalá estava pensando, quando mencionou o "casco duro". Freud (o de Viena, não o ex-segurança dele) explica. Saúde, Lula!

 

Gil Cordeiro Dias Ferreira gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

*

LULA NO CARNAVAL

No alto, o falcão peregrino. No asfalto, o gavião mensaleiro.

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

OPOSIÇÃO

Do jeito que o país está sendo espoliado, nem espaço para a oposição sobrou. A sanha é tamanha que os ex-adversários se aliaram para dividir o lucro do assalto fraternalmente. E o povo só serve mesmo como massa de manobra.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

*

SENADORES CONTRA AS DROGAS

Realmente a desfaçatez tomou conta de nossos políticos. Enquanto em São Paulo o deputado Barbieri., (PSDB). diz que seus colegas vendem emendas,  lá em Brasília um trem da alegria, formado por senadores, vai à Europa conhecer os programas antidrogras desenvolvidos na Inglaterra, Holanda, Suécia e Portugal. A alegria que o senador Wellington Dias,  (PT-PI), demonstra com a viagem,  deixa a impressão que ele nunca saiu do Brasil e não vê a hora de fazer isso às custas do contribuinte. Sendo o Brasil referência no tráfico da droga, quer seja para exportar, como para importar, não vejo necessidade de gastar tanto dinheiro para se chegar à conclusão que a solução é caseira, está aqui. Sem contar que o que mais se tem em Brasília é droga.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

*

O AVANÇO DO CRACK

O Estado tem obrigação de recolher essas crianças em local adequado, com estrutura e profissionais competentes para tratamento que possa colocá-los novamente  em ambiente social motivador. Eles vêm de famílias desestruturadas cujos pais também são vítimas do vício e passaram pelo mesmo processo assustador. Se não tomarmos medidas agora, o futuro será tenebroso.

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br

São Paulo

*

MULTIPLICAÇÃO DAS CRACOLÂNDIAS

Será que os políticos do interior paulistano e do nordeste já aprenderam com a Prefeitura e a Câmara de São Paulo e também estão querendo lá fazer as predatórias concessões urbanísticas para desapropriar terras do cidadão local por abaixo de 10% do seu valor real? A história da carochinha da respectiva cracolândia local eles já tem - em substituição ao necessário tratamento dos viciados de solução óbvia na área da saúde. Eis aí um novo segmento de mercado promissor para a atuação no interior e no nordeste do predatório especulador imobiliário paulistano e lá também conseguir terrenos baratos para a multiplicação de seus lucros crescentes a custa dos cidadãos brasileiros despojados de seus direitos.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

*

MAZELAS JUDICIÁRIAS

Abaixo envio meu comentário publicado no Observatório da Imprensa no artigo O Estadão Desafia Os Deuses: “Como já afirmei em dezenas de artigos e comentários, certos tribunais superiores não passam de burocráticas instâncias de carimbadores de atestados de bons antecedentes para criminosos. A eleição de Ana Arraes para o TCU mostra o espírito "de uma mão lava a outra" reinante nestas pseudo cortes judiciárias. A escolha dos últimos ministros em outros tribunais federais, inclusive para o STF, não passam por uma análise ética. Portanto, aplausos ao Estado de São Paulo, que no fundo defende a Cidadania e a Constituição contra estas elásticas interpretações que só rasgam a Carta Magna, favorecendo o crime e a corrupção. A situação é tão séria que devemos pensar em um grande movimento de desobediência civil, não pagando impostos e exigindo uma limpeza e dedetização de certos tribunais.”

 

Teócrito Abritta teoabritta@gmail.com

Rio de Janeiro

*

O VETO AO AUMENTO DOS APOSENTADOS

A presidente vetou na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a proposição concedente de acréscimo real aos aposentados em pouco mais de 6%. No mesmo ato fixou-se o salário mínimo e/ou piso previdenciário em R$ 620, um aumento de 13%, para 2012. Portanto, em janeiro próximo 8,4 milhões de ex-contribuintes do RGPS-urbano acumularão perdas de 46,7% no valor de suas aposentadorias desde o Plano Real. O piso foi valorizado em termos reais em 100% no período em questão, favorecendo o que representa hoje 70% dos beneficiários do RGPS; sendo 3,7 milhões pelo LOAS/RMS; além de 8,3 milhões inscritos no subsistema rural, onde a concessão não possui caráter ou vínculo contributivo (assistencial). Desta forma, abstrai-se que aos demais 30% amargam a perda supracitada em que pese a analogia entre o valor dos benefícios e nº de pisos correspondentes. O valor das aposentadorias por contribuição, “emitidas” em julho/94 correspondia a 6,1 salário mínimo, em maio de 2011 caiu para 2,4. Em fins de 1999, quando da criação do fator previdenciário, o valor médio de “concessão” (benefício inicial) para este mesmo benefício, era de 5,8 salário mínimo e despencou para 2,4 salário mínimo em maio de 2011 (redução de 59% em 11 anos). A “economia”, a custa de direitos subtraídos, era projetada em R$ 10 bilhões/ano. Passados 11 anos, a Previdência divulga que o total auferido foi de R$33 bilhões, pouco mais de 1,5% da receita do RGPS. Conclui-se ainda que não houve concessão real de ganhos ao salário mínimo; mas sim uma pérfida transferência de renda “de quem tinha alguma coisa para quem tinha menos”. Os defensores do fator ora apresentam a fórmula 95/105, como alternativa (?). Trata-se de bizarra relação entre idade e tempo de contribuição, tal qual fosse nossa expectativa de vida de 90 anos. O “vigente”; deixa de incidir quando um homem atinge 60 anos de idade e 40 anos de contribuição. Atingir 40 anos de contribuição nas economias desenvoltas garante elegibilidade sem nenhum obste a idade do segurado/contribuinte. Nas maiores economias da OCDE, a idade mínima é fixada entre 60 e 62 anos para aposentadoria integral, e são necessários 35 anos de contribuição; contudo, atuam em conjunto regras de proporcionalidade entre idade e tempo de contribuição (95/85 ou só 95). No Brasil o “fator coercitivo à precocidade” deixará de penalizar o segurado (homem), quando este atingir 37 anos de contribuição e pouco mais de 62 anos de idade, o que aduz que atualmente estamos com o “fator 99 a 100”. Este flagrante exemplo, traduz quão é desproporcional o efeito no Brasil em analogia a mecanismos adotados, com o mesmo intuito, em países onde as expectativas de vida são 8 a 10 anos maiores. Mister citar, e pouco referenda, a previdência dos servidores públicos federais -RPPS. Um verdadeiro buraco negro, que produziu entre 2003 a 2010 um déficit de R$ 322,9 bilhões; ou seja, o equivalente a 86,9% do que foi gasto em saúde pública. Atualmente são 980 mil ex-servidores, que custam ao Tesouro quase tanto o que custa à saúde pública de 190 milhões de brasileiros; e isto tende a piorar.

Não há regime, ou mesmo regimes numa mesma economia que tenham formas distintas de reajustes, e incorporam aumentos reais via crescimento da economia e/ou aumento médio dos salários (ativos). Na lógica neoliberal, ao Orçamento da Seguridade Social tudo é válido alegando que não passa de uma questão de contabilidade. Princípio este que exacerba a ordem constitucional e que é por vezes substituída por legislação secundária, como a DRU que entre 2003 e 2011 – desviou R$ 273,7 bilhões do OSS; o que equivale a 24,7% da arrecadação do RGPS (1,3% do PIB). No mesmo período, as renúncias previdenciárias e com características fiscais, subtraíram entre 7% a 8% da mesma receita. Torna-se impróprio alegar falta de recursos, e deturpado propor uma nova CPMF; além da pirraça ao afirmar que a previdência da iniciativa privada é deficitária. Na apatia, e no parco entendimento do Congresso nada prospera, e sua vivacidade para o tema apenas desperta às vésperas de eleições. O subsistema urbano, que concentra os prejudicados é superavitário e a ele não incorrem riscos de sustentabilidade tão apenas arrazoando-se por suas fontes constitucionais de financiamento, mas sim pela subtração destas em favor de outras rubricas e interesses. Esbanja recursos para atender os reclamos dos contribuintes dos benefícios programados (aposentados); e se isso não ocorre não é por impossibilidade de recursos, mas por interesses corporativistas e aéticos à gestão pública. A miséria moral nas políticas públicas está produzindo a miserabilização dos dependentes do RGPS – urbano, cuja elegibilidade de direitos se deu pela compulsória contribuição por décadas a fio. Finalmente, é necessário colocar que apenas um em cada quatro aposentados brasileiros (públicos e privados), não tem direito a aumentos reais. Assim, não pleiteiam reajustes condizentes; é a moralidade que exige isonomia!

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

*

FATOR PREVIDENCIÁRIO

Nós aposentados, gostaríamos de saber qual a verdadeira razão da  mensagem  que  o deputado Paulo Pereira da Silva ( PDT-SP ) , tentou nos passar  quando, usando o horário nobre de TV  disse : “Nós do PDT vamos trabalhar para derrubar o Fator Previdenciário” É difícil de acreditar que o  deputado, ou melhor os deputados do PDT, ainda não saibam que o Fator Previdenciário já foi derrubado pela Câmara e Senado e recebeu o VETO do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Senhor Paulinho, não há necessidade de uma autópsia, já é do conhecimento de todos que o famigerado fator foi sepultado pelo governo do PT. Está na hora do senhor e seus pares acreditarem que os aposentados não usam antolhos e que não são idiotas. Certamente nas próximas eleições, nossas famílias vão dar o troco.

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

*

CARTÓRIOS E A PEC 741/05

Noticia-se que será votada a Emenda Constitucional nº 741/05, em que fraudulentamente, os congressistas (sempre eles) querem dar os cartórios de presentes aos substitutos, sem prestação de concurso público. Pergunto: Por que não rasgam logo a Carta Magna? É mais fácil e mais econômico. Ou aproveitam a oportunidade para negar esse disparate, bem como, o do Quinto Constitucional, as nomeações políticas para os Tribunais de Contas (União, Estados e Municípios). Enfim, nossa Constituição está velha e ultrapassada. Que tal uma mexida? Acabar com regalias de ser considerado culpado só com o trânsito em julgado, evitando-se, assim, prescrições a rodo. Presumo estar correndo muito, mas muito dinheiro mesmo, por baixo dos panos. Será uma vergonha e tanto, de tantas e tantas criadas por políticos grotescos e corruptos.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

NADA RACIONAL

O governador Alckmin sugere um novo aeroporto para atender a grande São Paulo! Discordo.  Cumbica tem área suficiente para ampliar e bem a demanda, como novas pistas de pouso, embarque, desembarque, construção de garagens, etc. Desde a gestão anterior do Geraldo, e passando pelo Serra, houve promessas firmes de construir um trem especial da Estação da Luz até o aeroporto de Cumbica. Foi engavetado! O governador recentemente prometeu também uma nova via férrea até o ABCD, que vai encurtar o tempo de viajem. Então por que não colocar em prática as promessas citadas, que levaria celeridade e conforto de locomoção dos passageiros da grande São Paulo até Cumbica, sem precisar passar pelo trânsito caótico da cidade?! Por outro lado este aeroporto internacional está ao lado de importantes estradas como a Dutra, Carvalho Pinto, Fernão Dias, e também do Rodoanel que será concluído dentro em breve. Ou seja, estrategicamente melhor impossível. Por esta razão o Alckmin deveria gastar suas energias políticas, para que o governo federal como já prometeu privatize este aeroporto com urgência, para que receba investimentos maciços, e não faltam interessados para tal, para sua modernidade e conforto dos paulistanos e turistas. O resto é papo furado...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

CONCESSIONÁRIAS

Ouvindo denúncia feita pelo jornalismo da rádio Bandeirantes de São Paulo, que os carros envolvidos no grave acidente da semana passada na rodovia Imigrantes, quando  seus proprietários com ferimentos e engessados,  foram até o pátio da Ecovias, concessionária das rodovias Imigrantes/Anchieta, para onde os veículos foram levados, tomar a providências para sua remoção, ficaram perplexos  em ver o estado de seus carros, pois além dos danos sofridos pelos veículos no engavetamento, estes  foram "depenados", ficando sem rodas, rádios, estepes , suporte de bicicletas e outros pertences que estavam  no interior dos mesmos, além de encontrarem seus carros "no mato" do lado de fora do pátio. Quer dizer,o negócio da  dona  Ecovias é só cobrar altos pedágios, nem para guardar os veículos  tem competência, mas cobrar a estadia ela soube e bem como declarou um dos acidentados para o repórter da emissora.  Nem  comboio para a subida dos veículos ela se preocupa em fazer, ou tomar medidas como a proibição de veículos pesados de subir a rodovia nessas condições, já que a neblina tolda a serra, tornando perigoso o tráfego desses veículos. A Ecovias é negligente e incompetente, pois na rodovia Anchieta, nem os postes que ela já trocou faz anos, alegando que os velhos que lá existiam, suas pétalas não eram mais fabricadas e assim  com a troca pelos novos postes, eles aterrariam a fiação, para que estas não fossem roubadas,  até hoje os novos postes não ficam todos acessos. Tanto os do sentido SP/Santos do km10 até 23,5 na altura da Volkswagen,  em São Bernardo do Campo, onde esses postes estão  fixados e vice versa,  boa parte destes ficam apagados, e não adianta reclamar, pois morei na região, e por mais de 5 anos, troquei "trocentos" emails com Ecovias, fui jogada pela concessionária para a Eletropaulo, que também não solucionou o apagão existente. Cansada com a incompetência de ambas, fui reclamar com a Artesp, que deu-me respostas evasivas, mostrando-se também  incompetente. A menos de um mês, fui visitar parentes que lá tenho, e continua tudo do mesmo jeito, vários postes em ambos os sentidos apagados.  Ter concessão como é o caso da Ecovias, sem ter responsabilidades, como foi demonstrado na guarda dos veículos envolvidos no grave acidente da semana passada, e com esse problema da iluminação, que denuncio, demonstra que a concessionária não passa de cabides de empregos, já que  não tem o mínimo respeito pelos usuários das rodovias Imigrantes/Anchieta. O governador Alckmin falou grosso quanto à responsabilizar a Ecovias nesse acidente, esperemos que a Concessionária seja de fato  apenada, e que providências sejam tomadas com relação a iluminação da rodovia  Anchieta desde km10 até 23,5 em São Bernardo do Campo, cujos postes lá estão  para  trazer  segurança aos  que transitam de São Paulo até São Bernardo do Campo e vice-versa, já que esse trecho da rodovia  tornou-se  uma grande  avenida. Como é, dr. Alckmin, até quando a Ecovias, Eletropaulo e Artesp  continuarão a não prestar serviços pelo que pagamos?

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

*

INCOMPETÊNCIA

Após este ato criminoso de Marcos Alexandre Martins em atropelar e matar mãe e filha na calçada. Comprovadamente embriagado e em alta velocidade. Só está aguardando estipularem o valor da fiança. Para que ele possa obter a liberdade e ter tempo suficiente para prescrever os assassinatos. Dedução esta dado a justiça incompetente que temos e pelos exemplos recentes com os casos de: "Higienópolis","Itaim Bibi", "Vila Madalena" e etc.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo                              

*

MAIS BLITZ E MENOS ACIDENTES

 

No sábado retrasado, duas senhoras foram vitimados por um motorista visivelmente alcoolizado na Marginal do Rio Pinheiros.

Algumas horas depois, pouco depois das 06:30 do domingo retrasado, outro motorista visivelmente alcoolizado e imprudente, provocou um acidente de graves proporções cruzando o sinal vermelho da Av. República do Líbano com a Av. Ibirapuera. Atingiu um carro que vinha cruzando o semáforo em velocidade normal e que foi projetado contra um poste. O saldo foram 3 pessoas feridas com certa gravidade, sendo o casal do carro atingido e a acompanhante do motorista infrator. Este, saiu praticamente ileso. Quase foram atingidos viaturas, motos e profissionais e voluntários do CET que ali estavam preparando o início da ciclofaixa. O motorista já havia percorrido centenas de metros da Av. República do Líbano desrespeitando a sinalização com os picolés da ciclofaixa. Caso tivesse ocorrido alguns minutos depois poderia também ter vitimado ciclistas e pedestres que por ali circulam. Esse casal vitimado, há uma semana estava celebrando o aniversário do marido e se dirigia a um evento em homenagem ao mesmo, onde mais de 70 pessoas os aguardavam. Em lugar disso, passaram o domingo no hospital e o marido ficou internado em observação. Nos próximos dias, ou semanas, estará tratando as seqüelas do acidente. O motorista? Este, obviamente, negou-se a fazer o teste do bafômetro e, provavelmente, estará à caça de novas vítimas nos próximos dias. Pedimos maior rigidez nas blitz para que menos tragédias ocorram. Chega de impunidade.

 

Edison Roberto Morais ermorais@uol.com.br

São Paulo

*

MAIS DESPESAS INVENTADAS

Restaurantes de São Paulo passaram a cobrar pelo estacionamento que até agora era cortesia. Alguns ainda incluem na nota este valor, cobrando assim mais 10% de serviço. Retaliação pela Lei do Couvert?

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo

*

CONSTRUTORAS, BAIRROS E SHOPPINGS

 

O sr. Adolpho Linderberb deu entrevista ao Estado de 27/9, (B21), em que comenta seus empreendimentos imobiliário e tendências, citando um lançamento em Ribeirão Preto. Como morador da cidade, residente nas proximidades e prejudicado na acessibilidade de minha residência, questiono suas afirmações. Os shoppings não trazem desenvolvimento imobiliário no entorno. Muito ao contrário, trazem o caos urbano. Ao analisar seu empreendimento, por exemplo, constata-se que está sendo implantado em bairro já totalmente ocupado por casas. Localizado na principal via de ligação com a zona sul da cidade, certamente trará mais confusão ao caótico trânsito desta, já adensado com a implantação de um hipermercado próximo, que está a 500 metros de outro, dentro de outro shopping (sic). Isso comprova como determinados empreendimentos, além de conflitarem com outros já existentes, destroem cidades, situação ainda mais agravada pela ausência de planejamento urbano por parte do Poder Público municipal ( o "m" minúsculo, no caso de Ribeirão, é proposital). Estranhamente, em contraponto aos lançamentos imobiliários, a população da cidade permanece em 610 mil habitantes, sinalizando que o propalado crescimento não passa de ação marqueteira aliada ao oportunismo de negócios, em nada relacionado ao real crescimento urbano estruturado e ordenado, e sim, como consequência do poder econômico sobrepujando livremente o interesse público.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

*

CENTER NORTE

Todos nós sabemos do poder econômico dos donos do Center Norte em São Paulo. Agora, o nobre prefeito nunKassab vem ameaçar o mesmo até de fechamento. Será que ele já olhou quem anos atrás deu ou autorizou o alvará quando isso deveria ter sido negado? Mas quem tem peito? Se foi construído em cima de uma bomba de efeito retardado, não deveria ter sido autorizado e ze fini? Mas como tudo no Brasil tem um jeitinho, isso deve ter acontecido e agora a Inês esta morta e enterrada. Duvido que o nunKassab faça algo? Ele está preocupado mesmo é com seu novo partido, e a cidade que se exploda.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

*

PARQUE VÁRZEAS DO TIETÊ

No grandioso projeto já iniciado, não vi referência à despoluição do rio Tietê. Pergunto às autoridades se não seria o caso (se há viabilidade técnica) de se fazer dois canais laterais  nas margens, com o corte dos taludes existentes, para captar as águas poluídas

dos afluentes, a exemplo do Tâmisa. Ou seja, duas galerias com aberturas (janelas laterais) para a época das cheias. Sobre essas galerias, ciclovias surgiriam naturalmente.

Carlos de Fraia carlosdefraia@uol.com.br

São Paulo

*

CONCORRÊNCIA NA EDUCAÇÃO

Grande negócio a compra da Uniban pela Anhanguera antes que algum Di Genio pulasse na frente. Temos de ter grupos fortes e sem proteção de políticos mensaleiros e lobistas. Isso mostra que no Brasil, felizmente, temos uma concorrÊncia sadia e não um corporativismo na área da educação, que é fundamental para o nosso desenvolvimento.

Marieta Barugo mbarugo@bol.com.br

São Paulo

*

ZARA, LUCRO ACIMA DO ESPERADO

Lamentável que a empresa espanhola de roupas 'Zara' tenha obtido lucro de 14% em suas operações, acima do esperado pela própria empresa. Depois das graves denúncias do uso de trabalho escravo de bolivianos pela 'Zara', em São Paulo, não dá mais para continuar comprando roupas da 'Zara'. Todo consumidor consciente deveria boicotar quem age de forma ilegal e imoral como fez a 'Zara'.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

MACHADO DE ASSIS

O maior escritor brasileiro, Joaquim Maria Machado de Assis, grande seguidor da verdade, gostaria de ver complementada a notícia publicada no caderno de Economia (B19), Caixa tira do ar comercial com Machado de Assis, pois  sua origem foi citada e assinada pelo presidente da CEF dizendo que ele: O  Bruxo do Cosme Velho "era afro-brasileiro".  O certo é: "era afro-luso-brasileiro", pois sua mãe Dona Maria Leopoldina Machado de Assis era de origem portuguesa  natural da Ilha de São Miguel pertencente ao arquipélago dos Açores (Portugal). Com respeito à verdade, despeço-me.

José Pedro Baptista Gonçalves jotapebege@terra.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.