Fórum dos Leitores

DILMA NA EUROPA

O Estado de S.Paulo

06 Outubro 2011 | 03h07

Ópera-bufa

A delegação brasileira que foi fazer turismo na Bulgária teve a infeliz ideia de admitir, nos bastidores, que a corrupção naquele país é um obstáculo à cooperação e uma saia-justa para a senhora que está presidente. Então, estamos diante de um caso concreto que nos conduz àquela máxima "o roto falando do rasgado". É uma ópera-bufa!

CLAUDIO D. SPILLA

Claudio.Spilla@CSpilla.org

São Caetano do Sul

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Coincidência

O Brasil não desenvolve mais cooperação e parcerias com a Bulgária porque a corrupção de lá é um obstáculo? Que coincidência! Encontramos, finalmente, um país bastante semelhante ao nosso!

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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Múltipla escolha

Brasil vê corrupção na Bulgária como entrave a parcerias. Assinale a alternativa correta: 1) Seria cômico se não fosse trágico? 2) Seria o porco rindo do toucinho? 3) O Brasil não é um país sério? 4) Todas as alternativas estão corretas.

ANGELO ANTONIO MAGLIO

angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotia

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Passeio búlgaro

Gabrovo, Mombaça, Dilma, Paes de Andrade... Os tempos mudaram, mas as atitudes e quem paga a conta, pelo visto, não.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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Sem noção

Primeiro, a professora Dilma foi a Bruxelas dar uma lição de economia à União Europeia (UE). Não o contente, foi à Bulgária denunciar a corrupção que se espalha no país mais pobre da UE. Parecia um Lula de saia.

ACHILLE APREA

newplay1@terra.com.br

Vitória

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ORIENTE MÉDIO

A 3ª Guerra Mundial

O tirano Bashar Assad anunciou os seus planos para a 3.ª Guerra Mundial. Se a Otan intervier no banho de sangue que ele promove na Síria, em vez de lutar, vai atacar Israel, em ação conjunta com o Hezbollah, do Líbano. Teria o apoio de Ahmadinejad, que atacaria os navios americanos no Golfo. Podemos também supor que o Kuwait seria - novamente - alvo dos acima citados. E assim pode desencadear-se a queda dos dominós que culmina numa guerra mundial. Tudo pelo extremismo violento, sujo, imoral, repugnante de uma trupe de vilões formada por Síria, Líbano, Irã, Arábia Saudita & Cia. Talvez precisemos de um Churchill novamente.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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YOM KIPPUR

Monoteísmo ético

A grande contribuição dos judeus à civilização não foi o monoteísmo (que já existia antes de Jeová), mas o monoteísmo ético, a elaboração de um Deus que exige comportamentos, práticas sociais, e não rituais. Ao recuperar a fala de Isaías, o rabino Michel Schlesinger (Yom Kippur e os fanatismos religiosos, 5/10, A2) resgata a essência do judaísmo, afastando-se de leituras rasas da Bíblia, que acarretam atitudes fundamentalistas, lesivas a práticas sociais e contrárias à harmonia entre as nações. Os amantes da paz e da justiça social estavam merecendo um artigo como esse.

JAIME PINSKY, historiador

jaimepinsky@gmail.com

São Paulo

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PODER JUDICIÁRIO

'O CNJ não pode parar'

Excelente o artigo do professor Modesto Carvalhosa sobre a necessidade de preservação dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) conforme expresso na Constituição federal (5/10, A2). É fundamental para a democracia brasileira, mais que a manutenção, o fortalecimento desse importante órgão de controle de atividade pública essencial. É exatamente seu adequado funcionamento que incomoda os que sempre foram contra a sua criação.

SÉRGIO RABELLO TAMM RENAULT, advogado, foi o primeiro secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, período em que foi criado o CNJ

sr@tsradvogados.com.br

São Paulo

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PLANEJAMENTO

Obras paralisadas

Ao contrário do que sugerem as matérias Número de vetos a licitações cresce 23% e Transporte reúne 23 obras com suspeita de irregularidade (3/10), a recomendação de paralisação de obras diminuiu substancialmente nos últimos anos, expressando a melhoria dos controles internos dos órgãos federais. Para 2011 nenhuma obra foi paralisada pelo Congresso Nacional na Lei Orçamentária. Dentre 39 medidas cautelares citadas, apenas 7 incidem em obras do PAC, de acordo com relatórios do TCU. Dessas, 3 já foram saneadas e em 2 o tribunal determina a adequação de preços, e não a paralisação de obras ou licitações, o que só ocorre em outras duas cautelares. Entre os empreendimentos citados como reprovados pelo TCU (8), só 3 foram objeto de cautelar ou recomendação de paralisação. Segundo o TCU, não são 8 obras da Valec com indícios de irregularidades, mas 3.

GUTO PIRES, Assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

bianca.estrella@planejamento.gov.br

Brasília

N. da R. - Os dados que compõem a reportagem foram retirados dos relatórios do primeiro e do segundo trimestres deste ano comparados a igual período do ano passado. No primeiro trimestre, foram 20 medidas cautelares e 15 licitações e contratos suspensos. No segundo, 19 e 15 respectivamente. Em 2010, o relatório mostrou 19 medidas cautelares e 13 licitações e contratos suspensos no primeiro trimestre. No segundo trimestre foram 14 e 10, respectivamente. Quanto às obras do PAC, os números foram informados pelo TCU por email: do total de 32 obras (remanescentes do ano passado mais as comunicadas este ano ao Congresso) com recomendação de paralisação, 17 são do PAC e 1 PAC e Copa (Guarulhos). Já sobre os empreendimentos da Valec, os dados foram informados por e-mail pelo Ministério dos Transportes e confirmados pela Valec. Na Ferrovia Oeste-Leste, descrita na matéria, a Valec confirmou que 4 lotes de obras estão paralisados.

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GREVES

Correios e bancos

Não vão terminar nunca?

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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GREVE

Os funcionários do Correios continuam e continuarão em greve em São Paulo e em mais seis Estados da União. Isso é uma afronta à população, que paga altíssimos impostos para ter um comportamento destes, tanto por parte deste desgoverno lulopetista quanto desses irresponsáveis funcionários que estão a prejudicar todo um povo refém da baderna. Até quando esse tipo de coisa vai acontecer no País e nada vai ocorrer com este pessoal?

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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PAÍS IMPRESTÁVEL

Como no Brasil o correio é um monopólio estatal, e considerado um serviço essencial, os trabalhadores dos Correios não poderiam estar em greve. Não terem aceito a proposta feita ainda piora a situação. O que querem esses sindicalistas? Impor um porcentual? Não dá para negociar? Ou isso faz parte dos esquemas petralhas? O governo não tomou nenhuma atitude, simplesmente está à espreita. Enquanto Dona Dilma passeia (à nossas expensas)  pela terra natal de seu pai, corremos atrás das contas que não chegam, e pagaremos juros etc., além de perderemos um tempo enorme.  Este país é realmente uma choldra. 

Carlos E. Barros Rodrigues carlosedleiloes@terra.com.br

São Paulo

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CHEGA DE PALHAÇADA

Enquanto não houver a concessão dos serviços postais para outras empresas e a entrega e o envio de correspondência forem monopólio, os Correios são considerados serviços essenciais. Ninguém aguenta mais a festa do sindicalismo irresponsável que, por dinheiro, faz a sociedade refém. Chega de palhaçada!

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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EMPRESA DESTRUÍDA

Essa greve nos Correios, que prejudica milhões de brasileiros, é culpa única e exclusivamente do Congresso Nacional, que manteve na Constituição o monopólio do serviço a essa empresa que foi modelo, mas que os políticos conseguiram destruir. Quanto à greve dos bancários, hoje, com terminais eletrônicos e internet banking, os banqueiros descobriram que não precisam mais dos bancários da CUT e a cada dia acrescentam mais máquinas e reduzem o pessoal. É mais lucrativo, não fazem greve nem tiram licenças e férias.

 

Moyses Cheid Junior jr.cheid@gmail.com

São Bernardo do Campo

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BANCÁRIOS PARADOS

Certas coisas nos fazem repensar a forma como vivemos e esta longa greve me fez repensar meus hábitos e concluir que nós praticamente não precisamos mais das agências bancárias e portanto dos bancários como precisávamos até há bem pouco tempo. Estou fazendo tudo através dos caixas 24h com muito conforto. Os bancos poderiam aproveitar a deixa e dispensar muitos e com isso baratear os custos e taxas para assim melhorarmos nossa vida, com consumo mais barato pois o dinheiro passaria a custar menos aos tomadores. Há males que vêm para o bem, e este é um deles.

Carlito Sampaio Góes carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

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GRAVES GREVES

A presidenta Dilma fica passeando pela Europa e dando aulas de como tirar “o mundo” da crise. Enquanto isso, aqui, no Brasil, vivemos o problema de duas greves, com graves consequências para o povo e nossa economia.

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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SHOW DE CONTRADIÇÕES

A milhares de quilômetros, na Europa,  Dilma Rousseff  parece expor a nu as contradições do cotidiano político nacional.  Coberta de presunção, na Bélgica, resolveu dar “lições” sobre ajuste fiscal e gestão de dívida pública, esquecendo-se de que nossa própria dívida, de R$ 1,7 trilhão, consome anualmente muitos bilhões do orçamento público, minimizando  que nossa taxa de juros é, simplesmente,  a maior do mundo e olvidando o fato de que, quando o tema do ‘saneamento’  foi enfrentado na gestão tucana, o PT, seu partido – Lulla à frente – fez de tudo para desestabilizar as iniciativas  de FHC para pôr ordem na casa,  opondo-se  até mesmo ao exitoso Plano Real! Em reunião com os dirigentes da Fifa para tratar da Copa 2014,  Dilma deu sinais de transigir em temas relativos à soberania nacional,  a mesma invocada para não entregar Cesare Battisti, criminoso condenado na Itália,  às autoridades judiciárias daquele país.  Por fim, na Bulgária, pareceu ver dificuldade em constituir parcerias com os locais porque, segundo dizem, haveria, ali, corrupção! Deve fazer todo sentido. Afinal, o Brasil, paradigma mundial no combate à corrupção, em particular nos governos petistas, não pode mesmo fazer negócios com gente assim – nem “pegaria bem”.  Como se vê, a cada passo de nossa governante(a), afloram,  espontaneamente, as contradições que marcam a trajetória desses que aí estão dando as cartas.

 

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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RESPONSABILIDADES

Dilma disse, em Bruxelas: "O Brasil está pronto a assumir a sua responsabilidade". Que tal se assumisse a responsabilidade no nosso território, combatendo a corrupção, melhorando a educação, saúde e segurança sem aumentar os impostos que já são insuportáveis? A presidente precisa, primeiro, resolver os nossos problemas de gestão, neste país dominado pelos corruptos, corruptores e malfeitores e, depois, se tiver tempo disponível, sair dando conselhos por aí.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho  albcc@ig.com.br

São Paulo

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‘EU BRAZIL SUMMIT’

Na Europa, dona Dilma deve ter achado coisa da oposição a tradução “literal” do que estava escrito numa placa da pequena tribuna onde discursou: “Comigo o Brasil vai sumir”.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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FAZENDO MÉDIA

Se soubesse que a presidenta Dilma precisaria virar presidente e ter grana para visitar seus ancestrais, poderíamos ter feito uma vaquinha para ajudá-la. Realmente, família são os dentes. Como ela deve adorar os seus antepassados. Não deveria nem ter ido lá, se nunca foi. Fazer média está no currículo do PT.

Anibal Vilari anibalvilari@bol.com.br

São Paulo

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TOLOS

Tratar os estrangeiros como tolos foi o que sobrou da conversa afiada de Dilma nessa viagem. Os brasileiros desligados, alheios a tudo até acreditam no que foi dito, mas os demais países só podem classificar sua fala de “conselhos malucos” além de simulados. Foi pouco.

Leila E. Leitão

São Paulo

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‘A LIÇÃO INOPORTUNA DE DILMA’

Um país que paga sua dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a juros baixíssimos para triplicar a dívida interna à taxa Selic à qual remunera a emissão de títulos da dívida pública repassando parte dela ao BNDES à taxa de 4% a 6% ao ano certamente não tem muito o que aconselhar a respeito de política fiscal. Os governos do PT continuam nos enchendo de vergonha: ética moral e administrativa. Dilma passou do tom e borrou o batom.

Roberto Castro roberto458@gmail.com

São Paulo

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PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

Os políticos picaretas, com o pretexto do socialismo romântico, e contra o capitalismo selvagem, dominam por anos, quase sempre com incompetência e corrupção como regra, e um sem fim de vale tudo, até falirem os países onde seus "esquerdismos" possam destruir, depois, abandonam o povo a própria sorte e a direita assume a bucha, leva a culpa de todo o mal que virão nos próximos 10 ou 20 anos. Tempos depois, de muito sofrimento, desemprego e miséria, a direita arruma a casa. E quando está tudo pronto, vêm os "bonzinhos" da esquerda "liberal" e volta o ciclo: muitas eleições, muitos plebiscitos, muito caixa 2, muito empreguismo, e o ciclo se repete. Acharam que estou errado? Vejam a Europa. Quem destruiu? E quem está assumindo aos poucos? A América Latina e do Sul estão indo para o mesmo caminho. Aqui ainda podemos ir se recuperando aos poucos, ainda não estamos totalmente destruídos, mas com a atual situação, caminhando já a um partido só, PT e aliados, que somam 90% do País, não falta muito tempo para a tragédia anunciada acontecer também aqui. Vamos, a partir das próximas eleições, mudar tudo! Infelizmente, por hora, só podemos votar em vereadores e prefeitos, mas já é um bom recomeço. Fica uma outra indagação: quantas eleições os brasileiros ainda precisarão até aprenderem a votar a seu favor?

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br

Cotia

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FALTA DE CHÁ DE ‘SEMANKOVSKY’

Enquanto na Bélgica, com seu comportamento opaco e algumas vezes até mesmo inconveniente;  com sua prosa sem ritmo e fora do compasso e do recato que uma visita presidencial exige, mais que requer; com sua falta de conhecimento – mais que de capacidade – em algumas tertúlias com o primeiro-ministro belga; também – e principalmente- com sua demonstração de completa desobediência ao protocolo,imprescindível em tais ocasiões, a "presidenta" (basta a exigência deste tipo de tratamento para evidenciar seu ímpeto) comportou-se como um leva e traz, a pedido (ou a mando?) do seu "inventor", mestre na esgrima dos arrazoados banais, futebolísticos, descabidos e principalmente sem nexos.  Afinal, era assim mesmo, como ela agora na Bélgica, que elle sempre se comportou quando houvesse possibilidade. Para usar uma expressão norte-americana que bem define o que penso no que sobrou do "tour" sentimental de Dilma Rousseff, eu diria: "shame on the brazilian people!" Podíamos bem ficar sem essa, porque o Brasil não merece tanto contrassenso.  Enquanto isso, o PT bate palmas...  Sempre há quem goste, não é mesmo?

 

João Guilherme Ortola guiortolan@gmail.com

Bauru

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A CASA DA MÃE DIUANA

 

Os dirigentes da Fifa (Federação Internacional de Fãs do Álcool) pensa que o Brasil é a casa da mãe Diuana e vem com imposições para se mudar as leis de nosso país que são mais frouxas que dentadura de gente magra, querendo liberar a venda de bebidas alcoólicas nos estádios porque existe o lado comercial. Eu como defensor apenas de minhas idéias que eu tento ser coerente pergunto:-  Sem bebidas ninguém segura o Brasil e no momento que se vender bebidas nos estádios? Quem segura? Esta tal de Fifa deveria saber que os estádios virarão filiais do inferno e as ruas depois dos jogos serão cenários para filmes Velozes e embriagados - Sem limite para parar. Onde está a soberania de um país que se curva diante de uma entidade que logo a Copa do submundo some para os países civilizados deixando o rastro de destruição para os brasileiros? Com a palavra as autoridades que tem que obedecer as leis e não os gringos que gostam de tripudiar em países atrasados, e a palavra é "Aqui não é a casa da mãe Diuana". Ou será que é?

 

Manoel José Rodrigues criticasdomanoel.blogspot.com 

Alvorada do Sul (PR)

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FIFA

A conclusão é uma só: a soberania é uma coisa a ser usada conforme os gases sopram.

Ricardo Guerrini ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

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VIRA-LATAS

Raciocinemos: Dilma não vai se constranger ao se submeter às imposições da Fifa para a Copa, incluindo a parte que confronta a legislação vigente no País, tal como a de se proibir consumo de bebida alcoólica nos estádios. Isso é um nada! Para um governo que está acostumado a acomodar a lei às suas necessidades, como a lei sancionada em maio, a de número 12.403/2011 que ajuda a esvaziar as prisões tal como cobrava a ONU em prol da comodidade dos bandidos, mas a segurança da população que se lasque; que já conseguiu até desrespeitar acordos internacionais  firmados com a Itália só para beneficiar um tetra assassino e companheiro como o Battisti; o que é passar por cima da lei para acatar ordens da Fifa? Nada para Dilma... mas para nós é uma vergonha, pois estamos sendo tratados pela Fifa como uma Nação de meros cachorros vira-latas!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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PARA PLATEIA...

A Fifa decidiu que o Brasil seria sede do mundial de 2014 em 2007. Não bastasse que a maioria das obras prometidas ainda não foram nem iniciadas, somente agora a presidente Dilma, quer modificar regras estabelecidas por esta entidade!  Como por exemplo, venda de cerveja na porta dos estádios, proibidos pela nossa legislação, e cobrança de meia entrada para estudantes e idosos! Benefícios estes já consagrados há tempos por lei no País...  Então por que agir sempre como um zagueiro pesado (aliás, vocação petista) em questões importantes?! Daqui a pouco, se concedidas pelas Fifa essas alterações (sabe Deus a que custo), vamos ter de suportar palavras de ordem indigeríveis por estes alojados no Planalto, que de a soberania nacional foi preservada, e outras baboseiras! Nesse quesito são especialistas! Mas tocar obras, que seria o esperado, é uma lástima...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VERGONHA NACIONAL

Alguém tem dúvida sobre quem vai vencer essa "queda de braço" entre governo do Brasil e a Fifa, surgida após a reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o secretário-geral da entidade que comanda o futebol mundial, um tal de Jérôme Valcke, ocorrida em Bruxelas, na Bélgica? Na ocasião o executivo da Fifa deu um "acocho" na presidente Dilma, "exigindo" que sejam atendidas, sem demoras, às muitas exigências feitas para que a Copa do Mundo de 2014 possa ser definitivamente confirmada no Brasil, entre as quais podem ser destacadas a extinção da meia entrada para estudantes e idosos, suspensão da proibição da venda de bebidas alcoólicas nos estádios, "flexibilização" dos impostos cobrados sobre os muitos negócios paralelos ao evento, explorados pela Fifa e seus "parceiros", e otras cositas más. Para desespero de dona Dilma, Jérôme chegou inclusive em acenar com a possibilidade da Fifa acionar um tal "plano B", que visaria levar a disputa da Copa de 2014 para outro país, argumento com o qual teria cose a total e absoluta capitulação da presidente brasileira. Dito isso, será que alguém ainda tem dúvidas de que a Fifa conseguirá tudo que quiser, mesmo que às custas da necessidade de que sejas realizados alguns "estupros" na Lei, a exemplo da extinção dos direitos adquiridos por estudantes e idosos? Na verdade, a única coisa que os gestores brasileiros não podem admitir é perder a "boquinha" da realização da Copa do Mundo no Brasil, com todo esse manancial de obras e verbas envolvidas no "negócio". Afinal, o povo que se lasque...

 

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife

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ALERTA

Senhores turistas que virão para a Copa de 2014 e ficarão no Rio de Janeiro, preparem-se para grandes emoções. Bueiros-bomba, arrastões, bondes trem-fantasma, ninguém sabe para que lado vai virar, e na saideira dos estádios é gás pimenta, bala de borracha e gás lacrimogênio e, se der sorte, leva umas cacetadas da polícia. Emoção como essas, só na Cidade Maravilhosa totalmente pacificada. E por tudo isso você não terá despesa alguma. Tudo cortesia do Estado... O público do Rock in Rio que o diga.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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PERIGO

Poderiam avisar a nossa presidente sobre os problemas da Olimpíada? A Grécia fez uma Olimpíada que o mundo inteiro elogiou e aplaudiu. Vejam onde a Grécia foi parar! Sem contar a Copa do Mundo na África do Sul...

 

Laerte de Paiva Filho paivalaerte@hotmail.com

São Paulo

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DE VOLTA, O CASO PALOCCI

Quando o ex-ministro Antonio Palocci deixou o governo, saiu sob aplausos do PT e da presidente Dilma. À época, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, concluiu que não havia prática de delitos, nem que Palocci usara seu mandato de deputado federal para beneficiar eventuais clientes de sua empresa e por isso optou por arquivar representações de partidos de oposição que pediam a apuração de suspeitas de irregularidades na empresa de consultoria Projeto, de propriedade do ex-ministro. Passados quatro meses,  o Ministério Público Federal afirmou ter encontrado fatos novos numa investigação envolvendo as atividades empresariais de Palocci. Mais uma vez a imprensa traz à baila o caso Palocci. Será que interessa a  oposição  ressuscitar caso?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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OUTRA VEZ?

Antonio Palocci, sumido desde junho/2011, quando caiu da Casa Civil, perdendo o cargo de ministro, retorna ao noticiário. Dois procuradores do Ministério Público Federal dizem ter descoberto "fatos novos", que encaminharam ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e agora? Anteriormente o procurador-geral dissera que não havia indícios de crime, no entanto, o ex-ministro, no momento não possui a prerrogativa do foro privilegiado. Vai começar nova investigação, será que as novas provas serão anuladas? É ruim... Mais uma nova frustração para o povo brasileiro, a exemplo de outras tantas, tais como: Maluf, Collor, Sarney e outros. Pelo visto, vai ter pizza para todos, outra vez?

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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E O PALOCCI?

Infelizmente, o brasileiro não tem memória, tem uma vaga lembrança. Por essas e por outras, os políticos deitam e rolam, na nossa cara. Agora, o Ministério Público vê indícios de irregularidades em toda aquela historia de Ribeirão Preto, onde o Palocci está embrulhado até o pescoço com um tal de Leão. Ainda bem que algumas autoridades nos relembram, pois senão fica tudo no esquecimento e, de repente, os caras aparecem na maior cara de pau, virando otoridades? O Palocci até hoje também não explicou o aluguel do apê em Moema e a multiplicação dos investimentos. Para que já saiu do governo? E deve estar faturando mais com lobby que antigamente? O mundo gira e os políticos ficam cada vez mais ricos.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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LEI INOPORTUNA

 

Se o Projeto de Lei n.º 6.613, que beneficiará 4.800 servidores do Judiciário com supersalários, for aprovado pelo Congresso, configurará um   total desrespeito aos cobres públicos. Num momento de crise mundial, da qual seguramente o Brasil não ficará imune, é inoportuna e descabida a aprovação do aludido projeto. Estarrece-nos a insaciável busca de benefícios acintosos pelos servidores do Judiciário, especificamente em tempos de crise da qual não escapam vários países europeus e também os EUA. Esse quadro grave  poderá também trazer sérios problemas ao Brasil em diversos setores. Falta de patriotismo e de responsabilidade norteiam os apetites descabidos dos funcionários da Casa das Leis, indiferentes aos  preocupantes rumos da economia brasileira, já vitimada por inflação em alta e desemprego à vista.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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EU NÃO DIZIA

A notícia sobre a proposta do Judiciário para elevar os vencimentos de servidores fará com que o número de funcionários que recebem  supersálarios possa aumentar de pouco mais de 500 para quase 5.000 elementos, digo indivíduos. Estamos à frente de muitos países de primeiro mundo nesse quesito.  E temos que nos orgulhar pois somos uma potência riquíssima com petróleo jorrando por todos os poros da terra (e do mar);  arrecadação trilionária: nada a ser melhorado pois em termos de saúde estamos perfeitos – não à toa o criador da criatura, em visita a Dona Canô – mãe de Caetano e Bethânia – disse que ela deveria procurar tratamento no SUS(to). Transportes, então, nem se fala: o trabalhador é conduzido como gado, inclusive no  aéreo, já que todos estão felizes por poder viajar para "relaxar e gozar".  Educação? Perfeitíssima: as trapalhadas (caríssimas) dos (in)comPeTentes do Ministério da Educação são irrelevantes, e o digníssimo ministro já é o favorito do "cara" para ocupar a prefeitura da maior cidade do País.  Como não há espaço, ficamos por aqui mesmo. É surpresa ou absurdo a notícia?  Não... Afinal de contas são funcionários para lá de especiais, muitos – talvez a maioria – com QI (Quem Indica) de fazer Rui Barbosa se revolver no túmulo e resmungar: Eu não dizia?

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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O JUDICIÁRIO E SUA CRISE

Após vários decênios de militância na advocacia e com exercício em cargos diretivos da OAB, chega-se à conclusão que os problemas que afetam o Poder Judiciário não se resumem, somente, em aumentos salariais, férias, informática ou outros acessórios. O volume de litígios levado ao Judiciário pelos Poderes Públicos, executivo e legislativo, está por volta de trinta por cento da quantificação de ações constantes das pautas para andamento e julgamento, o que afeta, sobremaneira, as postulações da iniciativa privada. De outro lado, é enorme o volume de ações de valores exíguos da iniciativa privada e que poderia até ser evitado, caso houvesse uma aplicação de valores altos de custas e preços públicos para o respectivo ajuizamento, como ocorre, por exemplo, na Inglaterra, determinando-se, então, que se efetivasse a desejável composição amigável, fora dos trâmites jurisdicionais. Outrossim, apesar da bela obra do ministro Luiz Fux e de seus colaboradores, na alteração do Código de Processo Civil, não deveremos ter sensível celeridade processual no cível, enquanto demais providências não forem tomadas. Finalmente, a atuação livre e desembaraçada do Conselho Nacional de Justiça, que desejam injustamente sobrestar, poderá servir de coroamento a todas as providências de celeridade, porque, na verdade, há magistrados que trabalham muito menos que outros, desestimulando, eles próprios, a celeridade dos mais  aplicados no trabalho árduo de julgar. É por tais motivos que o tema precisa ser debatido, constantemente, não só entre os que fazem parte da aplicação da Justiça, mas, também, entre o povo, que sofre com as consequências da falta de celeridade.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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COMPETÊNCIA DO CNJ

Caso fosse elaborada uma ordem que declinasse do mais indigno ao mais desprezível dos comportamentos, neste quadro teriam que ser inseridos os membros corruptos do Poder Judiciário! Na hipótese do Supremo Tribunal Federal (STF) ceder a um eventual código de conduta corporativista, isto é, aceitar as razões daqueles que não querem ser coibidos nas suas corrupções, as 19 aposentadorias compulsórias por corrupção já aplicadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) serão anuladas, e surpreendentemente 19 bandidos, dentre eles Paulo Medina, poderão retornar às suas carreiras desprezíveis!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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E  A  NOVELA  CONTINUA...

Na tentativa de comprar um medicamento imprescindível à continuidade de combate à uma infecção que contraí e que me ocasionou uma hospitalização, e que não consigo adquirir em nenhuma farmácia, porque o médico ao colocar a data da receita que era 29/9/2011, cujo nove referente ao mês ficou parecendo um cinco; que me levou a enviar a este jornal uma carta relatando o fato e cuja carta foi publicada em 3/10/2011 no Fórum de Leitores, sob o título Já passou da hora, volto a solicitar a publicação do relato abaixo: Minha esposa foi ao hospital procurar o médico para solicitar uma nova receita com a correção da data. Lá foi informada que o referido médico não mais compõe o quadro daquele hospital, e que outro médico não poderia aviar a receita substituta. Desta forma foi orientada a marcar uma consulta para mim em um ambulatório médico do SUS, ocasião em que o médico deverá fazer uma avaliação do meu caso e se necessário emitir uma nova receita. Enquanto o meu tratamento encontra-se interrompido, podendo agravar meu quadro, terei que cumprir uma burocracia estúpida, ocupando o horário de atendimento, sabe-se lá de um outro paciente que possa estar precisando urgente de uma consulta. Em nome da população brasileira manifesto veementemente meu protesto, alertando que os problemas da área da saúde não é falta de recursos financeiros e não é a criação de impostos que trará soluções, mas a administração competente do setor em amplo sentido, pois os absurdos que pude ver em 10 dias de internação, aliado a esse incidente ridículo em que me encontro envolvido, é o retrato de uma administração incompetente, irresponsável e inconsequente.  

 

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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COMO LIXO

Onde a ministra Ideli Salvatti está com a cabeça em pensar em aumento de carga tributária, como o novo CPMF? Ninguém aguenta pagar tanto imposto e ainda pagar escola particular para os filhos ou a si próprio, assim como seguro de vida, plano de saúde e previdência privada, pois estes serviços quando prestados pelo Estado tratam-se de um verdadeiro lixo.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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BASTA DE IMPOSTOS

Para muitos a saúde pública do Brasil é péssima, com raras exceções de algumas fundações ou hospitais-escola, pela falta de verbas e de má gestão. Para outros ou o problema é de gestão ou falta de verbas e para poucos, a saúde no Brasil beira à perfeição. Mas um fato a meu ver é inconteste. Não há orçamento público ou até privado em qualquer país do mundo que permite oferecer o que há de melhor na área médica e para todos. Então é até maldoso tentar convencer a população que um novo imposto resolveria esta questão. Mesmo se houvessem recursos ilimitados esbarraríamos na má formação profissional oferecida pela maioria das escolas médicas bem como na péssima remuneração profissional e a capacidade de oferecer atrativos para que se desloquem bons profissionais para áreas distantes dos grandes centros. A verdade é o que se espera de um dirigente responsável e não novos impostos.

Luiz Nusbaum, médico lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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NOTA DEZ NA DESFAÇATEZ

Somente na última semana, dois exemplos clássicos da desfaçatez e do pouco caso com que os políticos deste país tratam a coisa pública, ambos relacionados com a provável criação da CSS: 1 - Maluf sugerindo que não é necessária a criação da nova contribuição. Basta reduzir ou acabar com a corrupção vigente e sobrará dinheiro para a saúde. Eis aqui a opinião sensata e abalizada de um perito no assunto de desvio de dinheiro. 2 - Dilma garantindo que a CSS somente será criada em 2012, depois que o governo melhorar a gestão do caixa atual. Fazendo isso com a habitual (in)disposição e a pouca qualificação do pessoal disponível da área, a própria população/contribuinte acabará concordando com a sua criação. Isto significa o seguinte: O governo vai fazer a sua parte, mas já sabe de antemão o resultado. Quer queira o governo, quer não queira população, a CSS vem aí.

Clodomir de Jesus Redondo clodoredondo@bol.com.br

Araçoiaba da Serra

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UMA LUZ

Parabéns ao leitor Sr. Sylvio Loeser pela carta Alternativa mais Justa (2/10), que traz uma luz na questão do imposto para a saúde. Os trabalhadores em geral, políticos municipais, estaduais e federais bem como juízes cederiam um dia de trabalho para socorrer o sistema da saúde pública. Além de ser uma solução democrática, aliviaria o saque compulsório de um dia de trabalho somente nos salários dos trabalhadores para o caixa dos sindicatos que como o MST não prestam contas à ninguém. Os sindicatos por sua vez viveriam das mensalidades dos associados conforme sugestão do leitor.

Edgard  Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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A VOLTA DA JOGATINA

Mesmo com arrecadação acima de R$ 1,2 trilhão em tributos, nosso governo idealiza  retomar as jogatinas para melhorar a saúde. Na minha opinião, se implantarem jogos de azar novamente, a única certeza que tenho é que  a pressão arterial e os  números de infartados serão maiores. Quanto  à qualidade da saúde, provavelmente continuará como outrora e sempre.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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YOM KIPPUR

Um primor o artigo do rabino Michel Schlesinger  Yom Kippur e os fanatismos religiosos (5/10, A2). Merece moldura e lugar central na parede de quantos possam e queiram aprender com suas sábias palavras sobre o comportamento perante Deus e o próximo,seja qual for o credo de cada um. Da dicotomia entre o que se reza e o que se faz resultam guerras, intolerância, terrorismo, brutalidade e ausência de paz há milênios. Respeitar, conviver e coexistir com o diferente é, de maneira simplista, o que

poderá conduzir a Humanidade a tempos menos turbulentos, odiosos e sangrentos. Devemos todos pedir e praticar o perdão não apenas numa única data do ano,senão diariamente. Shalom!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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DIA SAGRADO JUDEU

Excelente e didático o artigo assinado pelo advogado e rabino Dr. Michel Shlesinger. Parabéns.

Victor Hugo Albernaz vhalbernaz@uol.com.br

São Paulo

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JEJUM

Que belo artigo escrito pelo rabino Michel Schlesinger! Eu, como católica, o parabenizo pelo sentido preciso do jejum. Só é válido quando acompanhado de um comportamento ético e moral. Parabéns.

Regina Célia Belia  reginabelia@uol.com.br

São Paulo

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PETRÓLEO BRASILEIRO

Os resultados da exploração do petróleo e gás na costa brasileira provoca muita expectativa, pois vai ter reflexos muito positivos, graças à tecnologia que nossos especialistas estão desenvolvendo. E traz à discussão uma questão das mais importantes que é  a destinação dos "royalties", e que já motivou a iniciativa do deputado federal gaúcho Ibsen Pinheiro de apresentar um projeto que está provocando muitas discussões no Congresso Nacional. Alguns Estados onde se darão as explorações não aceitam que os demais tenham participação nos "royalties". Mas há um assunto  muito mais importante do que este. Por que não se discute de forma ampla e transparente alguns projetos no campo  social onde esses valores devem ser aplicados. Em qualquer Estado brasileiro. Afinal de contas, a Petrobras é do Brasil todo. E que leve vantagem nessa "briga" o Estado ou região que apresentar projeto mais viável e que atenda interesses mais amplos. Isso vai evitar inclusive qualquer manipulação de interesse político-partidário.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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OS ROYALTIES E A CPMF

O Brasil vive um impasse na distribuição dos royalties do pré-sal entre Estados produtores e não produtores, o petróleo é brasileiro, e nada mais justo distribuir esta riqueza entre todos, e não entre poucos. Os Estados que já se beneficiam desta distribuição mostram que este dinheiro não é aplicado em melhoria da população, nem na saúde, educação, nem saneamento, prova então que o dinheiro não está sendo aplicado corretamente. Minha sugestão, até para acabar com as disputas no Congresso e nos Estados, é designar toda a distribuição do pré-sal para a saúde, desde o início da arrecadação, para sempre, vinculado à melhoria de toda a população brasileira. Teremos, então, uma saúde de excelência mundial.

Eugênio Iwankiw Junior iwankiwjr@hotmail.com

Curitiba

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GARANTIAS DA PDVSA

Finalmente, a PDVSA apresentou duas cartas de fiança no valor de R$ 4 bilhões, como garantia ao BNDES para a participação na construção da Refinaria Abreu e Lima (O Estado, 4/10, B8). É o momento de utilizar o linguajar CVMês padrão: “Os termos "antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas”.

Dessa maneira, ninguém poderá dizer que esse texto é capcioso.

“Acredita-se” que o custo atualizado da refinaria seja de R$ 26 bilhões, sendo esse valor algo como o triplo do inicialmente projetado. O acordo firmado entre Suas Excelências Lula e Chávez previa que a participação venezuelana seria de 40%. Esse percentual foi o resultado de intensa negociação. Agora, a boa notícia. O BNDES aprovou as garantias, e as apresentará à Petrobrás. Pergunta óbvia: O que tem que ver a Petrobrás com o uso que o BNDES fará do dinheiro? Perguntará ao BNDES se tem certeza que vai emprestar à PDVSA, ou que receberá o dinheiro de volta no prazo pactuado? Uma notícia morna:  As cartas de fiança apresentadas atestam que o português Banco do Espírito Santo cobrirá 75% do valor e o ‘nosso’ BB o restante (25%). Ou seja, a PDVSA receberá RS 4bilhões do BNDES, com um quarto disso garantido pelo BB. Além de entrar com um petróleo de pior qualidade, fato que “deverá” encarecer a obra, o que fará a PDVSA, além de cobrar através de Chávez maior espírito de colaboração da Petrobrás, onde de acordo com o presidente venezuelano “há setores que não querem o acordo, assunto que será tratado com “minha querida Dilma”? A má notícia: Se o custo for de R$ 26 bilhões, como se “antecipa”, a parte da PDVSA seria um pouco maior que os RS 4bi que o BNDES emprestará. Calma, a PDVSA, por enquanto “objetiva” cobrir, apenas 40% dos custos incorridos até agora. Depois... “prevê” integralizar o restante. Não haverá problemas, mesmo porque a obtenção das garantias atuais foi bem rápida – alguns meses de tensas negociações. Evidentemente há “riscos envolvidos”, mesmo nesse negócio entre irmãos. Não cabe analisar de quem são os riscos, embora a resposta seja óbvia. De qualquer maneira, até a PDVSA fornecer seu quinhão de petróleo, “antecipa-se”  que o BNDES financiará também a parcela restante da PDVSA. Não cabe discutir a relação BNDES Petrobrás, porque tudo estará em casa. Talvez , um ou outro minoritário da Petrobrás questione. Problema dele. O que se pode “prever”, a curto prazo, é uma longa discussão para identificar o quanto já se gastou, para determinar o valor dos 40% venezuelanos – sem necessidade de CPI. Chávez não é tolo! Como as condições do financiamento do BNDES não devem ser escorchantes, o projeto se pagará com relativa rapidez e a PDVSA poderá “planejar” quitar o empréstimo, com o resultado da empreitada, e sobrará apenas uma pergunta: Para que essa parceria, já que em breve o pré-sal, além da discussão sobre o pagamento de royalties, estará produzindo à toda, a OGX do empresário Eike deixará de produzir apenas “fatos relevantes” e poderá vender parte de sua produção de petróleo à refinaria Abreu e Lima, sem contar a HRT e outros produtores menores? Depois de assentada a poeira, a PDVSA ficará com 40% do resultado de exploração e... poderemos, mais tarde, imaginar que ela ‘pretenda’ reviver o “episódio Itaipu”. Seria temerário “acreditar” que sem grandes gastos – não limitados apenas ao custo das cartas de fiança –, a PDVSA “deverá’ se tornar sócio na proporção 40/60 da mais moderna refinaria da América do Sul?

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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ÁLCOOL-GASOLINA

Se bem conheço meu Brasil varonil, essa porcentagem de 5% de álcool que, dizem, será diminuída na gasolina será, com certeza, substituída por água, já que aqui ninguém fiscaliza ninguém com a devida eficiência.

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos prof.tenorio@uol.com.br

Monte Alto

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USP, UNICAMP E CLAUSURAS DO CONHECIMENTO

A Universidade de São Paulo (USP) conquistou o primeiro lugar dentre as Universidades latino-americanos e de outros importantes países. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) cravou a terceira posição. Esse conhecimento, porém, está entranhado em torres de marfim. Não é aproveitado pela sociedade. Não qualifica, por exemplo, nossas instituições administrativas. Basta ver o emperramento do Estado. A nulidade de licitações, a ilegalidade de aditamentos contratuais, a má execução de obras públicas, esse é o triste universo em que o Tribunal de Contas da União se apresenta como uma necessária barragem. De outra parte, não vemos contribuições dessas instituições às reformas de que tanto necessitamos: tributária, política, administrativa, agrária, judiciária, etc., etc.  Ética, é outra coisa que os citados centros de inteligência, ao lado dos demais que qualificam a educação superior brasileira, poderiam espraiar pela sociedade. Por fim, ter excelentes universidades, mas péssimas escolas públicas e de educação básica, é conviver com uma pirâmide cujo vértice oscila constantemente sob os mais brandos ventos, porquanto a base está erguida sobre areia de praia.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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O ADVOGADO E  A ARMA ILEGAL

De nada  adiantaram as restrições do Estatuto do Desarmamento, referente ao caso do professor de direito de Brasília, o qual assassinou uma aluna ex-namorada. Ele usou uma arma comprada num feirão ! Portanto não foi uma arma legal sua, com registro e porte e todas aquelas restrições do citado Estatuto.

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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POLITICAMENTE CORRETO

Estou meio perdido com tantos impedimentos impostas pelos governos à sociedade. Não pode possuir armas de fogo (os bandidos podem); onde pode fumar; quanto pode ingerir de sal; quanto pode ingerir de álcool; que tipo de gordura deve ingerir; a que velocidade deve dirigir; quais os dias que poderá usar seu veículo; a quantos centímetros deverá para da faixa de pedestre; quantos mg de antiinflamatório poderá tomar; que as maiorias aceite as imposições das minorias; de que maneira as mulheres devem dar notícias não muito agradáveis aos maridos, se apenas de calcinha ou de burca... etc.  Em vista disso, para evitar uma conduta "reprovável" decidi ir à sede do PT comprar um manual do "politicamente correto". A verdade é que hoje, aliás, há quase nove anos, o país é dirigido por gente incompetente, principalmente a nível federal. Inclua-se aí os três poderes da República que juntos resolveram pensar e decidir por nós. Tornaram-se a verdadeira consciência da nação. Todo esse lixo autoritário é inaceitável para mim, principalmente vindo dos desqualificados gigolôs da república sindicalista. Os 20% da sociedade esclarecida precisa reagir, dar um basta a tudo isso, antes que compulsoriamente, tenhamos de grudar na lapela e no traseiro a estrela do PT.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PINOCCHIO

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promete zerar o déficit de creches e de vagas até o ensino fundamental, além de acabar com o terceiro turno, Ao revelar essa metas que com certeza não às realizará, nem "vermelho" ele ficou. Agora só resta esperar e ver se seu "nariz" crescerá.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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CARTA A GILBERTO KASSAB

Caro senhor Gilberto Kassab, em seu primeiro mandato, quando enfrentou “corajosamente” os poderosos publicitários implantando a “Lei Cidade Limpa” e eliminando outdoors, painéis luminosos, letreiros e propagandas que poluíam o visual e escondiam fachadas, tive orgulho, pela primeira vez, de um político brasileiro que, aliás, chegou ao poder graças à ganância, destempero e desrespeito de outro político (José Serra).  Começou assim de forma abrupta, mas digna, uma carreira que é malfadada por todos, tendo em vista a necessária prestação de contas imposta pelo cargo em questão. No entanto, infelizmente (mas não surpreendentemente), sua atuação foi se moldando ao estilo dos demais políticos quando chegam ao poder. Tanto é que, hoje, sua preocupação número um está voltada para si próprio, almejando cada vez mais espaço nesse ambicioso (e egoísta) meio político, em detrimento aos interesses dos cidadãos que o elegeram e lhe deram um voto de confiança. Assim como seus antecessores, bramiu aos quatro ventos que tornaria esta cidade um orgulho para os paulistanos, mais limpa, com transporte público digno, menos violenta, mais turistas etc., etc. A velha ladainha de sempre, que engana os eleitores e beneficia os seus eleitos. Passados mais de cinco anos sob sua gestão, o que se vê hoje é uma cidade triste, deixada à própria sorte daqueles que nela habitam. Apenas como exemplo, cito a famigerada revitalização do centro histórico. Entra prefeito, sai prefeito, e tudo não passa de vaga promessa. O senhor, por acaso, já passou à noite pela famosa esquina da avenida São João com a Ipiranga? Caminhou, a pé, pelas adjacências da República, Vale do Anhangabaú e Sé, especialmente à noite? Imagino que não, pois ficaria “rubro” de tanta vergonha de ser o prefeito desta cidade. Vou descrever apenas uma cena que vi, entre tantas outras cenas escatológicas, naquela esquina que um dia foi imortalizada por Caetano Veloso. Um grupo de turistas vindos do Bar Brahma (único sobrevivente da região) esforçava-se para tirar uma foto ao lado da placa que registra os nomes das avenidas (aliás está mal conservada, capenga e amassada) quando em meio aos mendigos, drogados, sacos de lixo rasgados e uma inesperada ventania, voaram papéis higiênicos usados na cara dos visitantes. Ao fundo, compondo a foto, prédios abandonados, sujos e pichados, crianças fumando crack, caçambas de entulhos e buracos pelo chão. O retrato de sua cidade, senhor Kassab. Fico me perguntado: por que isso não muda? Será por causa do descaso do brasileiro que não sabe cobrar dos políticos o cumprimento de seu dever ou será pura incompetência e falta de escrúpulos daqueles que foram eleitos para administrar a cidade? Já sei, o senhor dirá que não pode fazer tudo sozinho, que esse é um problema de todo o Brasil, que não tem verba para resolver etc., etc... Concordo com o argumento. Se é para dividir a responsabilidade então vamos lá, estou disposto a ajudar, e tenho certeza que muitos outros paulistanos também estão. Se a calçada na frente da minha casa está mal conservada, com buracos e degraus desnecessários, devo ser responsabilizado por isso e pagar multa; se há sujeira e pichação nas minhas paredes e muros, devo pagar multa por isso; se derrubo uma árvore sem permissão da prefeitura, devo ser multado por isso; se deixo o lixo exposto na calçada antes da hora do lixeiro passar, devo ser penalizado por isso; se jogo papel na calçada ou bituca de cigarro pela janela do carro, multa! Estou de pleno acordo com tudo isso. Mas por que isso não acontece? Da mesma maneira, a prefeitura e suas concessionárias (Sabesp, Telefônica, Comgás, empresas de ônibus etc.) devem ser penalizadas por aquilo que é de sua responsabilidade. Parques mal conservados, ruas onduladas e esburacadas, calçadões sem ladrilhos, pontos de ônibus quebrados e sem informação, guias mal rebaixadas, iluminação precária e outros tantos descasos devem ser reparados e indenizados. Isso é exercer a cidadania e administrar com responsabilidade, sem agir com hipocrisia e demagogia. Se a lei já existe, faça ela valer com fiscalização competente! Se ela ainda não existe, mobilize sua bancada e faça ela acontecer! Não deixe o cargo de prefeito como muitos outros o deixaram, pensando apenas no seu próprio umbigo. Seja digno e tenha orgulho de seus cidadãos. Faça desta cidade o que ela realmente merece ser, uma metrópole justa e moderna, referência nacional e mundial.

Você pode. Nós podemos!

Ricardo Acedo Nabarro ricnab@gmail.com

São Paulo

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ROCK IN RIO

O Rock in Rio acabou. Neste mega evento da música, a parte que eu mais gostei foi quando alguns cantores falaram da podre política brasileira, destaque para o cantor da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, que cantou Que país é este, expressando sua revolta com as injustiças e corrupção na política do Brasil, e falou sobre o “todo poderoso” José Sarney, que é um verdadeiro ditador da “moderna democracia”, que censura a liberdade da mídia (o Estadão). O que é democracia? Quantos partidos existem neste país? Quem é de esquerda ou direita e o que isso resolve? Os militares dos anos 60, 70, e 80, foram trocamos pela liberdade do voto, elegemos de lá para cá, Tancredo Neves (faleceu) e quem assumiu foi Sarney, depois Collor, que foi cassado e assumiu Itamar, depois FHC, posteriormente Lula e Dilma.  O sistema político nacional é podre e doente, quem entra é contaminado pelo vírus do poder, tendo que conviver e se aliar com cobras e sangue sugas humanos, que exploram o povo em vantagens meramente pessoais! Enfim, “que país é este?”.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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ELOGIOS A SARNEY

Estendo todos os elogios que as bandas de rock fizeram ao Sarney, aos eleitores dele que o colocaram no Senado, quem deu assento a ele na Academia de Letras e aos corruptos em geral, e o pior que ele acha que ficar tanto tempo no Senado é um sacrifício em favor a Nação, realmente ninguém merece.

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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MELHOR IMPOSSÍVEL

No apagar das luzes do Rock in Rio, 100 mil pessoas "homenagearam" José Sarney. Foi de arrepiar!

 

Celia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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SARNEY E WILSON, DUAS IMAGENS DE MARANHENSES

 

Nos últimos 30 dias, duas imagens do Maranhão foram mostradas em cadeia nacional através de condutas de maranhenses. As duas expressam verdades ligadas a dois tipos humanos conhecidos de todos nós. Um tipo, o político malandro à da Matta, é aquele que consegue fazer da política um meio de enriquecer com a família e apadrinhados, perseguir inimigos e condenar o povo às várias formas de misérias humanas. O outro tipo, o trabalhador honesto, é aquele que com determinação e fé consegue perseverar e aproveitar uma daquelas raras oportunidades de licitamente poder amparar toda sua família. A primeira ocorreu no Rock in Rio, no dia 24/9 (sábado), e vai ficar para a história como mais uma daquelas situações em meio à qual os maranhenses que as vivenciassem tratariam de negar pelo menos três vezes a terra natal. Nesta, o líder da banda de rock brasiliense Capital Inicial, o curitibano Dinho Ouro Preto (1964-), antes de cantar a música Que país é este?, da banda Legião Urbana, anunciou que a dedicaria “ao maior corrupto do país, o senador maranhense José Sarney”. Como expressão de apoio a Dinho, as mais de 100 mil pessoas presentes, entre elas muitos maranhenses, gritaram a frase: “Sarney vá tomar no c...” (Vide Youtube). A segunda ocorreu no sábado (1/10) e teve como protagonistas, de um lado, o paulista Luciano Grostein Huck (1971-), do programa de TV Caldeirão do Huck, quadro Mandando Bem; do outro, o maranhense de Caxias, José Wilson. Nascido no interior do município de Caxias, o produtor musical José Wilson, 39 anos, é casado, mais não vive com a mulher, tem dois filhos, mora no bairro Mutirão, onde tem um modesto estúdio de gravação, e trabalha com artistas locais como José Adelmo, Jakson Douglas, Rayla, entre outros. Após enviar uma carta ao programa de Luciano, foi sorteado e fez bonito com sua simplicidade, sinceridade e honestidade. Nos vários momentos em que foi abordado no Rio de Janeiro por artistas e técnicos (Som Livre, Radio Globo, TV Globo), dominado pela emoção e pelas marcas da sua vida simples, repetia: ¬ – Nooossa! Ou, – Cara, que bom! Luciano, por sua vez, concluiu: – Obrigado, Wilson, por sua carta, sua história e seu exemplo! Os caxienses, neste sábado emocionante, em que tivemos a oportunidade de nos vermos através de uma pessoa, cuja trajetória de vida se assemelha às trajetórias da maioria de todos nós, tratamos de chegar cedo às nossas casas para acessar o Caldeirão. Foi vibrante ver o músico Wilson, com sua calma, sua simplicidade e seu ouvido educado pela curiosidade musical, vencer os obstáculos que o quadro do programa apresenta (destaque para as quatro moedas nas mãos das assistentes de palco... achei demais!). Lavamos nossas almas caxienses, sujas pelas vezes que foram enlameadas na mídia nacional em matérias como a da “vacina vencida aplicada a diabéticos”, “da merenda estragada servida aos alunos de escola pública”, “das aulas ministradas sob árvores”, “da venda ilegal das ações da CEMAR”, “das agressões físicas do ex-prefeito ‘corajoso’ e dos vereadores a educadores do município” e da “pedofilia praticada por diretor de escola municipal”. Ao músico e produtor musical José Wilson, que poderá proporcionar às outras regiões do país dizerem: vamos ao Maranhão, lá tem aquele estúdio de gravação cujos primeiros clientes foram a banda paulista Restart (recomeçar) e o cantor alagoano Djavan (o preferido por mim e pela minha esposa Solange Morais), meus votos de felicidades e o pedido de continuar merecendo minhas lágrimas caxienses emocionadas. Ao senador José Ribamar Ferreira Araujo da Costa Sarney (1930-), vergonha nacional, escárnio da mídia do Centro-Sul, a renovação do meu compromisso, como historiador maranhense, de fazer com ele o mesmo que ele fez com o “corsário” escocês Thomas Alexander Cochrane, quando da visita daquele ao túmulo deste na cidade de Londres (Vide Laurentino Gomes, 1822, p. 173 e 185).

Francinaldo Morais francinaldo.ufpi@bol.com.br

Caxias (MA)

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