Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

15 Dezembro 2011 | 03h06

Mensalão

Caros brasileiros, estou perplexo e indignado com as declarações públicas do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prevê, no caso do mensalão, seu voto para o ano de 2013, distante da manifestação do relator ministro Joaquim Barbosa, prevista para abril de 2012. O pretexto de Lewandowski é o tempo que necessitará para estudar o processo, o que poderá fazer desde já, sem prejuízo de suas atividades regulares, em cópia xerográfica dos autos. Proponho uma corrente de mensagens ao ministro Lewandowski apelando por um gesto que preservará a dignidade da mais alta Corte de Justiça do País. Isso não quer dizer que se esteja, por qualquer modo, tentando sugerir ao ministro a condenação dos acusados, mas tão só levar ao plenário sua posição, ainda mesmo, se assim entender, para proclamar a absolvição dos denunciados, embora seja outra a minha expectativa. O caso mensalão, todos sabem, é emblemático, devendo, por isso, merecer a mais inteira prioridade na preparação e na implementação de seu julgamento.

KLEBER AMANCIO COSTA

kleber.amancio@uol.com.br

São Paulo

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Piada de salão

Lewandowski disse que penas do mensalão vão prescrever até seu julgamento. Pronto, aí está a piada de salão. Parabéns, Delúbio!

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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Novidade...

A respeito da prescrição de penas do mensalão, o ministro pensa ter dito alguma novidade? Conte outra, vá. Essa sua é mais velha que as pirâmides do Egito.

LAÉRCIO ZANINI

arsene@uol.com.br

Garça

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Prescrição das penas

Será uma mácula para o STF se de fato vierem a prescrever as eventuais penas dos réus do esquema do mensalão. E mais um péssimo exemplo de corrupção e impunidade no Brasil. O STF passa para a sociedade a mensagem de que o crime compensa e os ricos e poderosos mais uma vez sairão impunes depois de roubarem o dinheiro público. A morosidade e a lentidão do STF para julgar o mensalão escancaram como funciona mal o Judiciário no País.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Mais pão e circo

Os ministros do STF só estavam esperando as festas natalinas para devolver o cargo a Jader Barbalho. A técnica do pão e circo continua muito eficiente. Por que será que o mensalão não é votado com a mesma eficiência?

RICARDO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

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Arquivo ambulante

Não é preciso ser vidente para saber que Marcos Valério não ficaria preso por muito tempo. Assim como o ministro Fernando Pimentel, ele estava "tranquilíssimo" na prisão e na soltura. Eu também estaria se fosse ele. Segundo o noticiário, o homem é um arquivo vivo ambulante. Sabe de coisas muito graves e se soltasse a língua traria consequências inimagináveis tanto para quem esteve no poder num passado recente quanto para quem ainda está lá. Bye, bye, Valério!

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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Lisura

O ministro Fernando Pimentel está perdendo uma excelente oportunidade de comprovar perante o Parlamento a total lisura de seus procedimentos, demolindo de vez as acusações e insinuações e, consequentemente, desmentindo a mídia. Ou será que...?

ARY NISENBAUM

aryn@uol.com.br

São Paulo

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Tem de explicar, sim

O ministro Pimentel parece ter convencido a presidente Dilma de sua inocência. Tanto que ela veio a público justificar que as denúncias são fatos pessoais anteriores à posse. Mesmo assim, ele ainda está devendo uma satisfação ao povo brasileiro. Se realmente tiver bons argumentos, isso poderá livrá-lo da inconveniente suspeita de ter operado um canal de lavagem de dinheiro e de seus clientes serem empresas de fachada constituídas para esse fim. Como cidadão, seus atos devem ser explicados ao Judiciário, mas, em "estando" ministro, também deve explicações à sociedade, a quem precisa provar não ser um ficha-suja. Do contrário...

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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Consultoria

Inspirado no nobre ministro Pimentel, para o qual aparece fila de clientes na base de meio a 1 milhão de reais cada um, com mais de 20 anos no mercado elevei o valor de minhas consultorias, em média entre 10 mil e 15 mil reais cada, para 50 mil. Resultado: meus clientes simplesmente se escafederam. O ministro fica devendo a fórmula de seu sucesso!

ALCIDES FERRARI NETO

ferrari@afn.eng.br

São Paulo

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Forças ocultas

Gostaria de ser uma pulga palaciana para saber quais são as "forças ocultas" que fazem a presidente Dillma não tratar as denúncias contra o ministro Fernando Pimentel com o mesmo critério dos outros ministros apanhados com a boca na botija. Como dizem na minha terrinha, nesse caso o buraco é mais embaixo!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Accesso Assessoria de Comunicação e Publicidade, Alkamac Soluções em Máquinas Desentupidoras, Antonio Salim Curiati, Carlos Benedito Pereira da Silva, Célio Franco de Godoy Junior, Clínica Yaga, Comunicação da Febraban, CPH Health, Enoteca Decanter, Fernando Homem de Montes - Colégio Dante Alighieri, Filipe Luiz Ribeiro Sousa, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Pernambuco, Instituto Nacional de Educação e Desenvolvimento (Inaed), Izabel Avallone, José Carlos de Carvalho Carneiro, José Eduardo Zambon Elias e equipe do Centrocor Clínica do Coração de Marília, Laert Pinto Barbosa e família, Lody Brais - Associação Cultural Brasil-Líbano, Manhattan Café Theatro, Revista CityPenha e Roseli e Pedro Galuchi.

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PRESENTE DE NATAL

O Supremo Tribunal Federal (STF) está preparando um excelente Natal para todos os brasileiros, com direito a uma bela ceia com defunto putrefato e tudo: prescrição do mensalão e poderes de senador ao ficha-suja Jader Barbalho. Qual outra bomba virá até o recesso parlamentar? Provavelmente, estão contando com a aproximação das férias, porque brasileiro tem memória curta mesmo! Nós sabemos os motivos para termos um Supremo Tribunal dessa estirpe! É a cara do governo petralha! Preciso dizer mais?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CONTAGEM REGRESSIVA

A contagem regressiva para a prescrição do "mensalão" no STF já começou. Agora é só juntar a horda, encomendar umas pizzas e aguardar para logo comemorar!

Dorival Munhoz Junior junhaomunhoz@terra.com.br

Curitiba

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TRISTE RETRATO DO BRASIL

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, admite prescrição de penas dos mensaleiros, antes mesmo do julgamento, se é que algum dia será realizado. O presidente do STJ estabelece o que é permitido ou não em termos de vestuário, como se isso fosse resolver as mazelas da justiça. O governador Cabral quer limitar acesso de deputados a dados do governo, como se não fosse função essencial destes a fiscalização dos atos do executivo. Marcos Valério já está na rua. Jader Ranário, digo Barbalho, vai tomar posse. O país se curva ante as exigências da Fifa. E ainda dizem que o Brasil é um país sério.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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DELÚBIO VENCEU

E Delúbio tinha razão. Com essa entrevista de Lewandowsky, o STF do PT acaba de perder o restinho de credibilidade que tinha.

 

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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ZELO

Quando aluna do curso de Direito, aprendi que a função do STF é a de zelar pelo Estado. Agora eu pergunto, que zelo é este que coloca novamente no Senado Jader Barbalho? Honestamente , não sei o que mais falta acontecer...

 

Celia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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MORALIDADE PRESCRITA

A moralidade do STF já prescreveu há muito tempo.

Roberto Twiaschor  rtwiaschor@uil.com.br

São Paulo

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STF SEM FUNÇÃO

O presente de Natal do cidadão de bem deste país é a notícia de que o crime do mensalão vai prescrever. O crime formação de quadrilha dá uma pena de três anos e, como foi em 2005, não há motivos para temor. Todos serão salvos. Resta saber como reagirá a sociedade que sempre espera por justiça  da casa (STF)  de onde o notório saber jurídico dá sinais de que cozinhou o galo para o final feliz. Sinceramente é de dar náuseas ler tal decisão. Pelo que se lê, o advogado Marcio Thomas Bastos é o mentor da tese. Por que então não fechar o STF se os ministros que lá estão não têm capacidade para decidir e precisam ser orientados pelo dr. Marcio?  Que seja ele então o portador das decisões da justiça. Deve ficar mais barato para os contribuintes.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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AGORA É COM AVISO PRÉVIO

Nem mesmo a inoportuna prisão de Marcos Valério encabeçando novas e rendosas falcatruas na Bahia desestimulou ministros togados de Lula a promover a prescrição dos crimes de importantes mensaleiros. Márcio Thomas Bastos, embaralhando o processo ao pedir ao STF que só os réus com foro privilegiado (João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry) sejam julgados no Supremo, e desta forma o processo recomeça do zero dando tempo hábil para que prescrevam os crimes de Dirceu et caterva. O ministro Joaquim Barbosa deu sua ajuda efetiva aos mensaleiros petistas ao empurrar com sua dor de coluna o processo, ampliando o tempo normal de demora... e assim, para ser julgado agora é necessário que assuma um revisor, no caso Ricardo Lewandoviski. Pois bem, Lewandoviski já se queixou do tempo exíguo que sobrou para ler toda a papelama do processo antes de dar seu voto, pois "não pode condenar alguém sem ler volume por volume e inteirar-se de todas as provas”... claro... e  assim tratou de anunciar com toda naturalidade como se estivesse a tratar de assunto banal... a possível prescrição de alguns crimes do mensalão. Agora a maracutaia vem com aviso prévio! Vale a pena lembrar que desde os anos 70, quando Lewandoviski foi secretário de Assuntos Jurídicos na Prefeitura de São Bernardo do Campo, que ele é um homem de Lula, e como tal, foi designado por Lula para ocupar seu posto no STF. Sempre ouvi dizer que a Justiça é cega, mas o STF atual é cérebro, olho, boca e ouvidos do PT de Lula... e tudo fará para livrar os companheiros quadrilheiros da condenação. Que me provem que estou errada em meu julgamento.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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PIMENTEL RESISTE

Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, não prestará esclarecimentos sobre as consultorias que, em apenas dois anos renderam R$ 2 milhões. Dilma mandou um recado à bancada governista para que evitassem, ou melhor, barrassem qualquer tentativa de depoimento de Pimentel no Senado. Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, disse que o ministro já deu explicações ''satisfatórias''. E acrescentou: ''Temos, em primeiro lugar, o apoio da presidente''. Este é um país onde a amizade de várias décadas imuniza os malfeitos desde que seja tripulante do ''Pérola Negra'' do Planalto, onde todos se sentem ''tranquilíssimos'' e riquíssimos. Dilma declarou no JN de 13/12 que Pimentel vai ao Congresso se quiser. Enquanto isso o ministro das Cidades, Mário Negromonte, vai ganhando sobrevida. Não há nenhum setor da vida pública que não esteja contaminado por esse vírus corruptor. A violência que apavora a sociedade, com homicídios, latrocínios, assaltos a residências que parecem imitar o que vem acontecendo com os políticos em Brasília. Os crimes não têm punição. O final desse filme merece um Vale a pena ver de novo.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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TRANQUILA

Pimentel no olho da Dilma é refresco...

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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BLINDAGEM É POUCO

Que blindagem que nada, o que houve mesmo foi a falta de vergonha, moral e ética de oito senadores que, comandados pelo senador Humberto Costa (PT/PE), atenderam à determinação da presidente Dilma Rousseff e chafurdaram-se para livrar o ministro Fernando Pimentel das contradições em que por certo ele cairia quando questionado sobre as ações envolvendo a  empresa P-21. Certamente o eleitor gostaria de ver registrado em todos os jornais do País os nomes desses senadores que desconhecem o verdadeiro Pimentel.

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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INVENÇÕES RENDOSAS

Duas invenções rendosas dos governos petistas: as ONGs fajutas e as consultorias quiméricas dão muitos dividendos partidários e pessoais e, o que é mais confortável, não há custas e muito menos trabalho, tudo sem o menor esforço. E ainda querem ser respeitados pelos cidadãos pagantes.

Leila E. Leitão

São Paulo

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CONSULTORES

Nas empresas privadas, consultores são profissionais prestadores de serviço que vendem a sua experiência através de diagnósticos ou soluções em determinados assuntos ou especialidades. Na política brasileira, consultor é o político que possui informações sigilosas devido ao cargo que ocupa, ou ocupou na administração pública e as vende para quem pagar mais.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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FARRA MINISTERIAL

Será que avisaram a D. Dilma que ela é presidente da República do Brasil?

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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DILMA, FELIZ 2012!

A presidente Dilma terá  a oportunidade de iniciar o seu governo  em 2012   a partir da reforma ministerial  livrando-se da herança maldita que Lula lhe legou. A presidente  poderá  aproveitar  o expertise dos seus partidários do PT em  bisbilhotar a vida alheia e montar dossiês,  para examinar cuidadosamente os currículos  e também as "Capivaras"  dos nomes  dos candidatos a  ministros que lhe forem sugeridos pela "base ali(e)nada". Como tudo indica que a lei da ficha limpa será referendada pelo STF,  a presidente poderá  se antecipar e começar a seleção ministerial pautando-se pelos mesmos princípios, mas não antes  de implementar uma saudável redução no número de ministérios. Se tiver esse cuidado mínimo  não será surpreendida,  como já o foi nos sete casos até o presente momento,  de ministros indicados pelo seu mentor,  pegos em flagrantes casos de "malfeitos".

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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BURACOS

A presidenta Dilma esta com um chuveiro nas mãos. Com seus dez dedos, ela não consegue tampar os furos, para conter o vazamento da corrupção, que jorra como água.

 

Mara Fonseca Chiarelli mara.chiarelli@ig.com.br

Mogi Guaçu

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PAC

Um feito extraordinário: o Ministério Dilma, conseguiu em pouco tempo transformar o PAC, em "Plano de Ajuda à Corrupção". Parabéns, Brasil!

 

Viviano Ferrantini engferrantini@ig.com.br

São Paulo

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DOENÇA INCURÁVEL

Ninguém tem dúvida de que no Brasil a corrupção é uma anomalia genética que passa de pai pra filho com muita facilidade, doença que a medicina moderna vem encontrando resistência no tratamento pelo fato do vírus ser mutante, que reproduz com muita facilidade entre as pessoas. Na data em que foi celebrado o dia internacional de combate à corrupção, no Brasil, tivemos pouco do que comemorar. O movimento resulta em uma oportunidade de exercício  da cidadania. Um dos direitos mais importantes do cidadão além da liberdade é o de não ser vítima da corrupção. Sob todas as ópticas, a corrupção é um dos grandes males que afetam o poder público, é um crime punível com pena severa, já que o dinheiro desviado pela corrupção é justamente o que falta, para a saúde, para segurança, para educação e para moradia. Ademais todo corrupto conhece como ninguém, por isso mesmo deveria ter uma punição dobrada para os demais crimes.  E também pode ser apontada como uma das causas decisivas das profundas desigualdades econômicas entre as cidades do país. Política e corrupção parecem acompanhar a saga humana na perspectiva  do exercício do poder. No Brasil em particular,parece que acompanham-na como um mal inevitável, como uma conjugação fatal. É como a corrupção fosse parte constituinte do ser político brasileiro. No entanto de tempos em tempos particularmente no período que antecede dispostas eleitorais, casos emergem e ganham o primeiro plano dos noticiários. O ingrediente novo parece ser a situação do PT neles, o partido que cresceu, formou-se e conquistou o poder do país ancorado em discurso anticorrupção, antiético, ou seja: incorruptível embora não apena. O novo é estar vendo também esse partido no lamaçal da corrupção como é o caso que acontece hoje com o governo do Distrito Federal, envolvido até o pescoço com denúncias de corrupção e outras patifarias. Diante disso, pergunta-se: Afinal será que estamos diante de uma conjugação inevitável, fatal, entre exercício de poder político e corrupção? Ou ainda onde se situa a linha tênue que separa ação publicamente de defensável do poder e corrupção? A tentação á corrupção perece ser um fato normal no sentido de que aconteceu e acontece. Ceder a ela, toda via, não é uma necessidade lógica de seu exercício. Ceder, de alguma forma, não ser punido, parece ser ainda pior, pois o crime , nesse caso, é protegido por outro. A presente crise política, deve desembocar  na reforma política  e essa só será eficaz se aplicar o conceito democracia, exigindo a participação da população nas decisões, requerendo proximidade do representante de seus eleitores. Mas em meio a tudo isso o procurador da república, Ramiro Rockmbach, entrou com ação na Justiça Federal cobrando do governo a construção de um presídio federal para encarcerar corruptos, se isso de fato ocorrer já está sendo feito tarde. Segundo palavras do procurador "a policia federal prende os gatunos, o MPF denuncia e a justiça federal condena", mas o Brasil ainda não tem uma prisão para condenados por crimes federais. Por que será? Pesquisa recente aponta que atualmente existem 1.400 condenados por corrupção no país, e ninguém sabe onde estão os gatunos, será que não sabem mesmo? Calcula-se que o governo tenha deixado de aplicar mais de R$ 1,8 bilhão no sistema penitenciário do país, porque será? Onde foi parar toda essa verba?  

Turíbio Liberatto Gasparetto  turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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‘PRIVATARIA TUCANA’

Estranhei a carta do leitor Victor Germano Pereira (14/12), sobre o livro A Privataria Tucana, do jornalista premiado Amaury Ribeiro Jr, dizendo das máfias e quadrilhas das privatarias (privatizações-roubos) ocorridas em São Paulo e no Brasil como um todo, via PSDB, regida pelo incompetente e corrupto tucanato amoral, envolvendo ainda os ainda impunes FHC, Paulo Renato, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, o gerente-capo, e, pior, o líder-mor, o mais corrupto de todos, José Serra. Que vergonha! O sr Victor parece que se alia à banda podre das privatizações corruptas, defende-as, estranhamente comparando o incomparável, porque não sacou ainda que a mídia é aliada do PSDB com seus agiotas do capital estrangeiro (o tal capitalhordismo americanalhado do Brasil S/A movido pela corrupção), paraísos fiscais, antros e esgotos, e que na gestão anterior, incompetente e corrupta, foi dez vezes pior e tudo passou batido, tudo corria à solta, porque a mídia como ainda hoje, protege, blinda, os corruptos do PSDB, para engabelar incautos, iludir aqueles que acreditam e sofrem o open-doping de grande parte da mídia moral e leviana, tendenciosa e parcial. Parece que o Sr. Victor, alienado dos tantos podres de antes, defende a Tucanalha, talvez por má formação ou má informação. De qualquer maneira, devemos correr um abaixo-assinado interpelando os tribunais superiores para tentar rever a alta grana pública que rolou por baixo do tapete, botando na cadeia José Serra e familiares, envolvidos nas comprovadas tramas e por formação de quadrilha, como já se atestou comprovadamente.

Ou a tal elite da justiça brasileira só vale para o PT, para o PSDB é mamão com açúcar? PSDB do DEMO? Vade retro! E Samparaguai cada vez pior; corrupção por atacado, impunidade generalizada, do crime do Metro ao Deic, Denarc, CDHU, Roubo-Anel, Aslom, e professor em SP ainda ganhando 30% a menos do professor do Piauí, e a já lenda da Dieta Alckmin, “Emagreça e morra de fome dando aulas no Estado de São Paulo”. Só não vê quem é alienado. Ou votou na quadrilha, sendo, portanto, parte dela. Shakespeare dizia: Quem sorri para o ladrão que o rouba, é ladrão também, ladrão de si mesmo, de sua ética, cidadania. Justiça brasileira? Boa piada? Justiça de Sampa? Chapa-branca. Que nojo!

Delmiro T. Latz delmirot@bol.com.br

São Paulo

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APURAÇÃO

Se o autor do livro Privataria Tucana foi acusado, em 2010, durante as eleições, de ter sido o autor da encomenda de quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB, não vem ao caso. O seu livro é uma denúncia e precisa ser apurada. O Sr. José Serra classificou o livro de lixo. Lixo foram os governos do PSDB que venderam patrimônio constituído com dinheiro público, e nada funciona. Essas privatizações merecem uma CPI, sim, e uma audiência pública para debater as denúncias. O povo foi roubado e enganado. O Sistema Telebras estava avaliado em R$ 45 bilhões (+ ou -) e foi vendido por R$ 18 bilhões. Tem de explicar onde foram parar R$ 27 bilhões, Sr. José Serra. Foram para o lixo? A do Sistema Telebras é só uma amostra, há muito mais a ser apurado.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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FUNDO DE VERDADE

A única coisa que sei é que não é possível alguém em sã consciência inventar tantas coisas de um caso tão polêmico e comentado como foram as privatizações do tempo de governo FHC. Aí tem coisa. Queiram ou não, e descontados os exageros, todo boato tem um fundo de verdade. O alto tucanato deve estar em polvorosa com essa privataria toda.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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REPORTAGENS ESTARRECEDORAS

Inacreditáveis as reportagens nas revistas semanais (14/12) que estão nas bancas. São denúncias seriíssimas envolvendo José Serra e também o Partido dos Trabalhadores. É muito difícil dizer qual é mais grave. É preciso ler.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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COMÉRCIO EXTERIOR

É necessário verificar se o atirador na Bélgica responsável por matar 5 e ferir 123 não tenha conseguido comprar o fuzil utilizado no massacre o AK-47 e as granadas nos morros do Rio de Janeiro, comercializados pelos traficantes. Caso se confirme a aquisição, não podemos deixar de contabilizar esse valor na balança de Comércio Exterior a nosso favor!

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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LIBERDADE

Ao ver o atentado na Bélgica, as brigas em toda a Europa, isso porque estão há dias sendo roubados pelo governo, que faz as "melecas", são metidos, os "caras", só que quem paga a conta é a população, sempre, aqui no Brasil assistimos há duas décadas de governos caros, um mais corrupto que o outro, não temos um parlamentarismo monárquico para nos defender de um monte de "Zés ninguém" que entram, fazem o que querem e vão embora, sem ter alguém a dar explicação, não temos um rei que representa o povo, que nunca iriam dar fora pois, tem a sucessão a zelar, e vemos pessoas aparentemente inteligente que não quer a monarquia por não querer sustentar "vagabundos". Primeiro: já sustentamos a monarquia brasileira; segundo: eles saem bem mais barato que a República e controlam muito bem estes corruptos que o povo elege, temos uma República de picaretas, impostos que matariam os "bolcheviques" de inveja, aceitamos também, sermos obrigados a votar, quem tem um mínimo de amor próprio terá que exigir eleições livres, e não obrigatórias, e urgente diminuição de impostos.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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SÍRIA E OS DIREITOS HUMANOS

Se o governo brasileiro quer bons motivos para censurar o governo sírio e apoiar as votações na ONU dou apenas um que foi inclusive relatado pelo observador brasileiro: o assassinato de 300 crianças.

David Volyk

São Paulo

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PERSONALIDADE DO ANO

Ao ver a capa da revista Time sobre a justa homenagem aos manifestantes do mundo que neste ano saíram às ruas desde a Primavera Árabe, Atenas, Wall Street a Moscou passando pela bela luta pela educação de qualidade no Chile, pela nossa pequena "Marcha contra Corrupção" até as marchas pela maconha no Brasil, a lição que fica é de que é a vitória da democracia.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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NEWT GINGRICH X PALESTINOS

Alvíssaras! Acabou a hipocrisia! Finalmente, o pré-candidato favorito dos republicanos à presidência dos EUA toma coragem e solta o verbo: "Os palestinos são um povo inventado", disse o professor de história Newt Gingrich. Se não, então diga-me alguém o nome de um poeta, escritor ou filósofo palestino de 200 anos atrás! Qual a moeda que usavam há 300 anos? Um rei, presidente, ditador ou líder de 180 anos atrás! Jamais houve! Finalmente, um pouco de verdade.

 

George Martinelli george_martinelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PLEBISCITO INJUSTO

Foi a forma como se decidiu que o Estado do Pará não deveria ser dividido em três, com todo respeito à legalidade do plebiscito, mas o modelo dele foi incoerente e injusto, visto que a maioria de votos do colégio eleitoral que decidiu pela continuidade da unificação, não era das regiões que clamavam por sua “independência”, ai é onde reside meu questionamento e meu apoio a prefeita de Santarém, que decretou luto diante do resultado que foi de desagrado de 98% desta região que sonhava com sua emancipação. Como se pode uma região adquirir sua autonomia se outra pode decidir por ela? É tipo alguém escolher por você, qual time você deve torcer. Por essa premissa não vi sentido do plebiscito, afinal era público e notório que a região da capital Belém que detém maior parte votante, sabe-se lá o porquê, obstruiu uma legitima pretensão dos povos Tapajós e Carajás. É preciso colocar que não se trata de uma total independência do Estado Brasileiro, como aconteceu na antiga Iugoslávia, Tchecoslováquia, URSS ou até mesmo do Brasil que resolveu sair do jugo de dominação que Portugal outrora exercia nas velhas terras de Santa Cruz, não é nada disso, estas regiões paraense apenas acham imperioso seguirem sua própria trajetória dando os rumos necessários àqueles povos, mas infelizmente lhe foram subtraído seus rompimentos do cordão umbilical do Pará.

Fernando Arábia Poeta_arabia@hotmalis.com

Gravatá (PE)

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ESTADOS BRASILEIROS

A verdade é que se tivesse havido plebiscito, os estados de Mato Grosso e Goiás não teriam sido divididos.

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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GRATO

Paraenses, obrigado pelo não. Meu bolso agradece mais ainda...

Armando Stelluto Junior armandostellutojr@estadao.com.br

São Paulo

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NÃO

Parabéns ao povo do Pará por ter dito não à criação de novos cargos políticos – governadores, secretários, deputados, senadores et caterva.

Sergio Giudice sergiudice@gmail.com

Campos do Jordão

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CARGOS

Com a rejeição à criação dos Estados de Tapajós e Carajás, não serão criadas vagas para dois governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e um incontável cabide de emprego para assessores, secretários... Parabéns, cidadãos paraenses, o povo brasileiro agradece.

Antonio Boer toboer@uol.com.br

Americana

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OPORTUNIDADE

Boa oportunidade para o povo paraense expurgar da política os politiqueiros que bolaram a divisão. De grão em grão, ou melhor, de malandragem em malandragem, poderemos um dia ter políticos que de fato representem o voto que recebem.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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‘O MENINO, O REI E O BOM VELHINHO’

Quero cumprimentar o Estadão pela publicação e manifestar a minha alegria e gratidão ao cardeal arcebispo de São Paulo diante do artigo publicado no sábado sob o título O Menino, o rei e o bom velhinho. Nada contra o Papai Noel que faz a alegria da criançada no Natal. Mas, nós, cristãos, não podemos perder o foco, Jesus é a razão da celebração do Natal. Como disse Dom Odílio, a celebração da Páscoa tinha mais relevância no início do cristianismo, dando ênfase ao anúncio do Evangelho, centrado, sobretudo, no significado dos padecimentos, da morte e ressurreição de Jesus. Tem razão o eminente Cardeal de São Paulo quando diz que o Natal tornou-se a festa de Papai Noel ao propor a pergunta:"E o Menino Jesus, onde ficou?". Temos de resgatar o verdadeiro sentido do Natal e manifestar a Deus a nossa alegria porque Ele nos deu o Salvador Jesus. O presente do shopping é o acessório, o secundário; Jesus é a essência, o mais importante, a pessoa principal do Natal. Ele é o único que venceu a morte e pode dar vida eterna a todo aquele que nele crê. Aquele que amou e ama pecadores e pode acolher como amigos, gente que não deixaríamos entrar em nossa casa, nem com a fantasia de Papai Noel. O encontro com Jesus é singular e o seu amor não tem medida. A mesa está posta todo dia, e no Natal também. O que Dom Odílio ensinou é que sempre há tempo de apreender (ou não esquecer). É só prestar atenção nas palavras do próprio Jesus, que afirmou que ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. Nenhum humano poderia fazer isso pelo outro, mas Jesus fez isso por nós na Cruz do Calvário. Por isso Ele é a pessoa mais importante do Natal. Ele morreu e ressuscitou e continua oferecendo vida eterna a quem nele crê. Diante da lucidez de suas ponderações e da autoridade de sua palavra, fica aqui uma sugestão para o eminente cardeal arcebispo de São Paulo. Dom Odílio, por que não publicar um artigo alertando sobre o engano da esperança da salvação sustentada em muita vidas, já que está escrito na Bíblia, com todas as letras e em todas as traduções, que "aos homens foi ordenado morrerem uma só vez e depois disso o juízo" ? (Carta de Paulo aos Hebreus, Capítulo 9, verso 27).

 

Amilton Alvares amilton@2registro.com.br

São José dos Campos       

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UMA AULA

A palavra de Dom Odilo P. Scherer, cardeal-arcebispo de São Paulo, impressiona-me, alegra-me. Em seu artigo O Menino, o Rei e o bom velhinho, de 10/12, sobre Jesus, Herodes e o Papai Noel, não podia ser mais clara e encantadora. Uma grande aula! A mensagem de Sua Excelência Reverendíssima, sempre forte e cativante, faz-se necessária neste prestigioso veículo de comunicação.

Gildo V. Muchiuti gvmuchiuti@gmail.com

São Paulo

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