Fórum dos Leitores

CNJ

O Estado de S.Paulo

24 Dezembro 2011 | 03h07

Juízes comprometidos

É gravíssima a denúncia da corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, sobre o elevado porcentual de magistrados que omitem bens em seu patrimônio - 45% dos juízes paulistas. Significa que os magistrados enquadrados no rol da omissão podem, sim, desejar esconder dinheiro obtido de forma irregular. A liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, limitando a atuação do CNJ, tem de ser revertida, pois ao que parece também não poderemos contar com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) que garante o poder do CNJ. Isso porque o PMDB fará de tudo para adiar a votação, em retribuição à questionável autorização de posse de Jader Barbalho no Senado. Com toda essa parafernália jurídica, quem acreditará no Judiciário? Estariam os magistrados e as associações de juízes ligando para o julgamento dos brasileiros?

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Intocáveis

Quem se omite em fazer declaração anual de rendimentos não incorre em crime de sonegação? Ou existe alguém acima da lei?

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Muito alarde

Ninguém de bom senso há de negar a Eliana Calmon, quando no exercício de suas nobres funções, o direito de investigar a fundo as mazelas do Poder Judiciário. O que não lhe cabe bem é se servir da mídia para atacar, constante e generalizadamente, os magistrados paulistas e, o que é pior, alimentando crises dentro da instituição à qual ela mesma pertence. Que exerça plenamente o seu ofício, mas que o faça com a discrição e a compostura que se exigem de todo e qualquer juiz. E, em vista das generalizações que tanto lhe aprazem, coloco à sua disposição todos os meus holerites, extratos de minhas contas bancárias e declarações que faço anualmente à Receita Federal.

LOTHARIO O. DINIZ JUNQUEIRA, desembargador aposentado

lodj@uol.com.br

São Paulo

MENSALÃO

'Jogo de empurra'

O editorial Melhor para a Justiça (22/12, A3) bem esclareceu o "jogo de empurra" entre ministros do Supremo Tribunal Federal no caso do processo do mensalão. A digitalização dos autos jogou por terra a tentativa de transformar o ministro Joaquim Barbosa, relator do caso, em coveiro do mensalão. Se há mais de quatro anos todos os ministros do tribunal podem ter acesso ao conteúdo completo dos autos, então o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, já teria tido a oportunidade de se inteirar do caso. Pegou mal, senhores ministros.

ANA LÚCIA AMARAL

anamaral@uol.com.br

São Paulo

Ninguém sabia

Agora soam ainda mais estranhas as afirmações do ministro Ricardo Lewandowski, para quem alguns dos crimes do mensalão poderiam prescrever porque ele teria de começar do zero a leitura dos autos recebidos do ministro Joaquim Barbosa. Igualmente estranha foi a atitude do ministro Cezar Peluso cobrando de Barbosa, por meio de ofício, a liberação dos documentos do processo. Ou Peluso não sabia que tudo estava disponível na internet - o que é grave - ou fez que ignorava - o que é gravíssimo.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@terra.com.br

São Paulo

MERCOSUL

Venezuela

Ao defender uma minoria contrária à incorporação da Venezuela como membro pleno do Mercosul, o jornal O Estado de S. Paulo posiciona-se contra a integração latino-americana e não leva em conta os benefícios comerciais que essa adesão poderia trazer ao Brasil e demais fundadores do bloco. A entrada da Venezuela - que já é um dos principais parceiros comerciais do Brasil - poderia potencializar a matriz energética do bloco e ampliaria as fronteiras do organismo regional até o estratégico Caribe. Portanto, a integração definitiva da Venezuela só ajudaria a consolidar o Mercosul como um dos polos econômicos e comerciais mais importantes do mundo.

MAXIMILIEN ARVELAIZ, embaixador da República Bolivariana da Venezuela no Brasil

salvarez@entrelinhas.net

Brasília

N. da R. - Primeiro, o sistema econômico da Venezuela é incompatível com o regime de mercado em vigor no Mercosul. Segundo, ao classificar oposicionistas paraguaios como "mãos peludas", o presidente Chávez apenas confirmou um estilo e uma orientação política incompatíveis com um foro multilateral. Terceiro, o atual presidente venezuelano tem sido um fator de desagregação, e não de integração.

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Activolution; Adilson Alves; Amadeu R. Garrido de Paula; Amil Assistência Médica Internacional; Antonio Bias Bueno Guillon - Fundação Armando Álvares Penteado; Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep); Bandeira de Mello; Bianca Costa - ABC Comunicação; Camila Abranches - Albert Eisntein; Celita Procopio de Carvalho - Fundação Armando Álvares Penteado; Cesa; Cia. City; Ciampolini e Calvo Advogados; Clarínk - Julio Blanck; Eneida Nogueira - TV Globo; ETC; Fundação iFHC; Gilberto Lima Junqueira; Graciela Binaghi; Grupo FCEM; Hidenarii Hayashi - Igreja Messiânica Mundial; Hospital Bertioga; Instituto Anandah; Instituto Ecológico Aqualung; Ipanema Tower; Jorge de Azevedo Pires; Jornal e TV da Segurança; José Eduardo Victor e Lucas Fiorelli Victor; Kazuaki Obe, cônsul-geral do Japão em São Paulo; Kelly Palermo; Lauro Mario Melo de Almeida; Luiz Ricardo Navarro; Maga Fialho Eventos; Mailson da Nóbrega - Tendências Consultoria Integrada; Mara Montezuma Assaf; Marc Bailliart - Air France KLM Brasil; Marcell Moraes; Maria Tereza Murray; Mozarteum Brasileiro; NBCom; Neto Angel e Helena Alam - Hfashion; Paulo Dias Neme; Paulo Piau, deputado federal; Paulo Ricardo Stark - Siemens Brazil; Peggy Beçak; Prefeitura de São Paulo; Projeminas Projetos e Serviços Ltda.; Ritah Oliveira; Roberto Saraiva; Robson Braga de Andrade - CNI; Ruth Hellmeister; Ruy Martins Altenfelder Silva; Sagrado Lamir David; Santa Imaginação; Silvio Natal; Sociedade Brasileira de Coaching; Tree Comunicação; Turibio Liberatto; Santo Antônio Energia; e Unesco no Brasil.

É HORA DE REFLEXÃO!

O espírito natalino já toma conta das pessoas em todas as partes, tornando-as mais solidárias e amáveis principalmente os políticos. Andar por determinadas avenidas, como a Paulista, na capital, ou mesmo as regiões centrais dos municípios, é verdadeira atividade de lazer, pois a riqueza de detalhes e a beleza da decoração natalina encantam adultos e crianças. Entretanto, em meio a todo esse espírito natalino é possível notar que nem todos os brasileiros terão realmente um Natal e fim de ano feliz. Certamente poderia ser diferente se não fosse o fato de que 6% da população brasileira ainda viverem em favelas, muitas delas em situação deprimente, segundo dados divulgados pelo instituto brasileiro de geografia e estatísticas. De acordo com o levantamento, aproximadamente 11,4 milhões de pessoas em todo o país moravam em assentamentos irregulares, como favelas, e comunidades de baixa renda, invasões, em 2010. Esse contingente de brasileiros que vivem a margem da pobreza, são números de pessoas bem maior de que populações de dezenas de países. O estudo mostrou ainda que ocupavam 3,2 milhões de domicílios, concentrados principalmente na região sudeste (49,8%), com destaque para os estados de São Paulo (23,2%) e do Rio de Janeiro (19,1%). Por incrível que pareça os dois estados mais ricos da nação, por outro lado, as regiões sul (5,3%) e centro-oeste (1,8%) detinham o menor número dessas comunidades de baixa renda, o que é no mínimo surpreendente. Ao todo, havia no país no ano passado 6.329 favelas em 323 municípios, nesta quinta-feira(22/12) um incêndio na favela do moinho reduziu esse número para 6.328, no prédio abandonado atingido pelo fogo uma pessoa foi encontrada morta e outras ficaram feridas. O fato é que nossas autoridades governamentais deveriam rever suas prioridades, investindo mais para diminuir o sofrimento desses milhões de brasileiros. O que mais dói é saber que com a imensurável riquezas que temos no país, pessoas ainda vivem em condições desumanas e deplorável por conta de falta de políticas públicas, o que se vê são políticos picaretas guardando dinheiro roubado em meias, cuecas, esgoto muito dele desviado de verba de corrupção. Faceta triste do nosso querido Brasil. É lamentável para dizer o mínimo.   

 

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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NATAL E CONSUMISMO

O Natal virou a festa que lembra o consumismo. O presépio e a lapinha ficaram no passado. A maioria só pensa em comprar presentes que esvaziam o coração. Natal não é dinheiro! Natal é espírito e vida. O presente material vem no fim. A magia do natal é o meio. É mais importante ser feliz no natal que ter uma ceia farta e um belo e passageiro presente. Onde está a família! Onde está o amor e a paz! Temos que salvar o natal que ficou esquecido em uma infância onde acreditávamos em Papai Noel. Hoje acreditamos muito pouco em tudo e vivemos como se o Amor fosse periférico e o possuir coisas e pessoas como o centro. Vamos viver o Amor como centro de nossas vidas. Então teremos natal o ano todo!

 

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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ANVISA

Espero que a carta de Alexandre de M. Marques, publicada no Fórum dos Leitores de 23/12, criticando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por proibir a venda de certos produtos sem receita médica – inclusive colírios que estão há décadas no mercado –, repercuta no órgão federal. Há anos que uso o colírio Vigamox, que contém um leve componente antibiótico; quando ele está terminando, começo a preocupar-me com a consulta e a receita, nesses dias conturbados e cada vez mais curtos.

Gildo V. Muchiuti gvmuchiuti@gmail.com

São Paulo

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A ANVISA E OS MEDICAMENTOS

Em relação à carta do leitor intitulada Anvisa e publicada na edição de sexta-feira (23/12), esclarecemos que ao contrário do afirmado pelo leitor, o prazo de validade das receitas de antibióticos é de 10 dias. Por indicação do médico e pela necessidade de um tratamento prolongado, a receita poderá ter validade de 90 dias. A Anvisa melhorou o controle da venda dos antibióticos tendo em consideração os estudos que apontam um crescimento da resistência microbiana relacionado ao uso destes medicamentos.  Por fim, desde as década de 70 do século passado os antibióticos são medicamentos sujeitos a prescrição médicas e não podem ser vendidos sem receita.

 

Carlos Augusto Moura Twitter: @anvisa_oficial

Brasília

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EFEITO BUMERANGUE

Ao invés de desejar um Feliz Natal e bom Ano Novo a Presidenta Dilma e todo seu staff, nós aposentados vamos torcer para que tudo,tanto na vida pessoal como na profissional seja a pior possível. Que todos seus atos sejam marcados pela corrupção que a rodeia e que os escândalos sejam cada vez mais evidentes e sua administração pautada para o que existe de pior. Que as forças da escondida legalidade se pronuncie contra essa quadrilha que infesta o Pais. Aproveito para cumprimentar o PTB pelo seu magnífico programa eleitoral que mostrou a verdade do roubo que é praticado contra os aposentados e da escandalosa proteção oferecida pelo governo aos corruptos. O Deputado Roberto Jerfferson merece nossos aplausos por mostrar a verdadeira face desses Nazistas e Assassinos de idosos e inválidos e tudo para facilitar o acumulo de recursos para fazerem caixa para distribuição de recursos públicos em  ultrajantes bolsas do falso combate a miséria e enriquecimento de ladrões.

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@bol.com.br

Sete Lagoas (MG)

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A LEI DA COMPENSAÇÃO

O governo vetou aumento para funcionários públicos aposentados e  aposentados do INSS que ganham acima de um salário mínimo, agora só falta a "presidenta" Dilma Rousseff  criar uma lei que tudo que essas duas categorias consomem , também tenha  seus preços reduzidos.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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APOSENTADOS

Só para a Desvinculação de Receitas da União (DRU) foram mais de R$ 630 milhões, dá para perceber por que não tem dinheiro para os aposentados... Vamos fazer campanha pela internet para acabar com essa corja, vamos começar pelos vereadores e prefeitos...

Delcio da Silva delcio796@terra.com.br

Taubaté

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CRISE NO JUDICIÁRIO

A ministra Eliane Calmon pôs o dedo na ferida. Ferida causada, a meu ver, por vários fatores, entre eles a lerdeza (endêmica ou provocada) dos processos, facilitando, até a prescrição; os julgamentos feitos sob pressões políticas ou outras de pior natureza e, por fim (last but not least) o corporativismo alimentado por uma fonte das mais nocivas da natureza humana – a soberba.

Hoover Americo Sampaio hoover@mkteam.com.br

São Paulo

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MORALIZAÇÃO DA JUSTIÇA

A nação e a mídia esta indignada com os nossos ministro de STJ, que estão tentando atrapalhar o trabalho da ministra Elena Calmon, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por ter descoberto que dos 33 juízes do tribunal de justiça de SP,  que recebiam auxilio-moradia retroativos do ano de 2000 parcelado, só dois deles receberam de uma só vez mais de $ 1 milhão de reais, os ministro Cezar Peluso e Lewandowski, agora que foram descoberto os outros perguntam porque eles não respeitaram a lei de legalidade e igualdade (Isonomia), como ministros eles deveriam ter dado exemplo de ética e respeitar a lei, deveriam ter reconhecido o erro, e não de quererem atacar a Ministra Calmon, colocando obstáculos nas investigações serias do CNJ, que tem mais de 150 juízes suspeitos no Estado de São Paulo, precisamos que a mídia continuem a informar a nação, para que os  homens honrados  éticos moralizem  a justiça do nosso Estado de SP.

Anderson Aparecido dandersonaparecido@yahoo.com

Hortolândia

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PRIVILÉGIO DOS MAGISTRADOS

Estes pagamentos milionários que privilegiam os magistrados mesmo que fossem legítimos não deveriam seguir o mesmo ritual tortuoso dos precatórios e na ordem conforme regras orçamentárias do estado como se sujeitam todos os pobres mortais cidadãos ou seriam os magistrados mais cidadãos dos que os meros mortais!

Arthur M. Mazzini arthur@mellomazzini.com.br

Vinhedo

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JUDICIÁRIO

Maravilhada recebi a notícia de que o nosso Judiciário é a única instituição no mundo e em todos os tempos imune a qualquer mal feito, desvio de dinheiro público, negociatas, comércios escusos e outros atos de corrupção tão comuns aos seres humanos. Estes impolutos  servidores, que deveriam estar num altar,  não estão recebendo as honrarias que merecem, já que cada tribunal deveria ser um centro de romarias. Mas como  em todo paraíso existe uma serpente, a odiosa figura da corregedora teima em jogar lama nas imaculadas togas. Felizmente, valentes defensores, São Peluso e São Levandowski  não têm medo de por suas limpas mãos no fogo pela honra de todo os membros do Judiciário. Continuem assim, nobres ministros. Acreditamos na sua causa. Sabemos que a Justiça triunfará  e a caluniadora será punida  e esmagada por sua arrogância. Despeço-me agora, pois vou finalizar os preparativos para receber Papai Noel.

Lizete Galves Maturana lizete.galves@terra.com.br

Jundiaí

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EXPULSÕES NA USP

Gostaria de parabenizar o reitor da Universidade de São Paulo (USP), João Grandino Rodas, e o professor Carlos Alberto Ribeiro de Moura, pela punição exemplar, pautada na ética, aos baderneiros da USP. As leis e os estatutos existentes na instituição foram cumpridos, coisas que não acontecem neste Brasil sem rumo. Isto se deu através de pessoas que honraram seus postos de trabalho onde após mestrado, doutorado, livre docência etc., acabam ganhando muito menos que as" estrelas do STF", que esta semana, nos deram um péssimo exemplo, ao se curvarem ao malfeito! Ainda existem no Brasil pessoas grandes, com envergadura proporcional, aos cargos à que foram talhadas.

Ainda resta uma esperança!

 

Mara Fonseca Chiarelli mara.chiarelli@ig.com.br

Mogi Guaçu

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COMO NO ITA

No intuito de colaborar com uma maior responsabilidade para os alunos da USP, sugiro que seja implantado um regime igual ao do ITA, ou seja, o número de dependências não pode ultrapassar duas por ano, e o aluno não pode repetir de ano porque será expulso. Provavelmente 100% dos baderneiros serão expulsos.

Atenciosamente.

 

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br

São Paulo

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CRISE MORAL

Se tivéssemos mil homens como José Mariano Beltrame, Antonio Ferreira Pinto, João Grandino Rodas ou Carlos Alberto Ribeiro de Moura, professor da FFLCH-USP, tudo estaria a caminho de se resolver. Porque a crise – no Brasil, como no mundo – é moral. Não de “estruturas”.

Ricardo Ferreira fredrfo@gmail.com

São Paulo

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PUNIÇÃO

Parabéns ao José Nêumanne (21/12, A2), ao reitor e professor da USP, enfim, nesse país uma atitude que nos orgulha: punição aos baderneiros! E que seja exemplo mesmo, em todos os âmbitos, porque estamos cansados de sermos "trouxas" e sempre pagar a conta dos abusos generalizados desse nosso Brasil.

Maria Teresa Stricher tetestricher@gmail.com

São Paulo

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UMA LIÇÃO

Ao ler o editorial do Estado de 21/12 Expulsões na USP e o artigo de José Nêumanne A USP dá exemplo para o Brasil seguir, me senti realizada e com esperanças. Parabéns a todos que contribuíram, reitor, professor  Carlos Alberto Ribeiro de Moura ,a imprensa, governo e secretarias, para que este episódio “bárbaro” terminasse. Deixando uma lição a estes alunos do que é a democracia, ordem e justiça. Fatos como este despertam muita  esperança em nós, simples cidadãos, que  trabalhamos muito ,pagamos os impostos e temos um grande interesse em manter esta magnífica universidade, para os que estão e para os que virão no futuro.

Silvana Piccinini de Azevedo silvanaa@br.inter.net

Campinas

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IRRESPONSÁVEIS

Gostaria de parabenizar o  magnífico comentário do prof.  Ribeiro de Morais  afirmando que  não se trata de crianças... A USP tomou a decisão certa. (expulsão da USP) O cálculo da frequência está certo, as aulas são computadas quem quer assistir estão lá. Os alunos invadiram a reitoria que pertence ao povo, quebraram nosso patrimônio, pois, os estudantes universitários deveriam saber a repercussão de seus atos.    

                                                                                               

Reynaldo Kramer reykramer@ig.com.br

São Paulo

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INFLUÊNCIA

As universidades principalmente públicas sempre foram ninhos de socialistas e comunistas, cuja contribuição à sociedade se resume na gritaria de caras pintadas, quando a ideologia lhes interessa.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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MADE IN EXTERIOR

Nossas universidade tomadas há anos pela “esquerda” mofada e ultrapassada, em grande parte adepta do PT, tornaram-se uma vergonha nacional. Encontram-se nas piores colocações em concursos internacionais sendo que a melhor delas, a USP,  é a 165º colocada entre as 200 melhores do mundo e a única brasileira. Prova dessa incompetência do país é a enorme quantidade de jovens que estão indo estudar fora.  Agora  o governo comprova a completa destruição de nossa educação, “encomendando” no exterior 100.000 novos cientistas para o país, com entrega até 2014.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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VÂNDALOS

Porque o jornalista Paulo Saldaña, em sua matéria USP expulsa seis alunos por ocupação (Cidades/Metrópole C7 - 18/12) , busca enfatizar que tal medida, decidida por uma comissão formada por três professores e acatada pelo reitor, tem como fundamento o regimento de 1972, época da ditadura militar? Para mim fica clara a intenção de , com esta citação, favorecer a argumentação daqueles que tomam o partido dos vândalos que resultou no extravio de milhares de documentos e de aparelhos eletrônicos como computadores e impressoras. Os que criticam a medida: o diretor do Diretório Central dos Estudantes, Thiago Aguiar, que considerou absurda a decisão, e o presidente do Sindicato dos Servidores da USP (Sintusp) Magno Carvalho. O que deveria ser enfatizado pelo jornalista nesta matéria é que os citados defendem os vândalos e ladrões de documentos equipamentos que pertencem ao Estado, e que por tais ações é que foram expulsos da maior e melhor universidade do país. Se o regimento de 1972 utilizado foi o instrumento que permitiu colocá-los para fora da maior e mais conceituada universidade do país...ele é apenas uma prova de que nem tudo que vigorou durante o regime militar foi tão negativo como hoje querem fazer provar.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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‘A USP E A CORROSÃO DO CARÁTER’

Ótimo e oportuno o texto do filósofo Roberto Romano (23/11/2011). Apenas acho que tudo o que ele diz se aplica a um pequeno grupo de espertos aproveitadores e profissionais do nada, que "fazem a cabeça"de um grande número de bobocas,ingênuos

e alienados pseudo-estudantes que são feitos de idiotas úteis.

Carlos Augusto Pereira Lima guto@fazendamutuca.com.br

Mococa

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VELHO SCRIPT

Estudei na USP na década de 70. Repete-se mais uma vez o script daquela época. Uma imensa maioria apenas querendo lá estudar sendo desrespeitada por uma minoria que sabe-se lá o que quer...

Roberto Gerab gerab@kallasnet.com.br

São Paulo

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PROPAGANDA

Acabo de assistir, de certa forma compulsoriamente, o programa politico do PTB, protagonizado pela figura impoluta do seu líder maior, Roberto Jefferson. É emocionante assistir esse senhor falando sobre valores religiosos e morais e contra a corrupção e o mau uso do dinheiro público, com a autoridade moral que certamente sua brilhante carreira de homem público lhe confere.

Pior do que a experiência de, como cidadão, se sentir invadido em seu lar por essa notória figura é saber que, como contribuinte, somos involuntariamente os patrocinadores dessas bizarras apresentações. Robertinho, por favor me poupe!

Waldyr Pilli pilli.waldyr@gmail.com

São Paulo

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JOSÉ SERRA

Revoltantes, mas não surpreendentes, as declarações do ex-tudo, José Serra em O governo que não começou (22/12, A2), em que a presidente Dilma Rousseff é duramente criticada, mas não atingida. Declarações infelizes, plenas de ressentimento e inveja, desse que, até hoje, não disse a que veio, porque, em verdade, foi-se, sem nunca ter vindo, felizmente. UDN de novo, não, Sr. Serra!

Hilton Jorge Valente gogo.mus@uol.com.br

São Paulo

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