Fórum dos Leitores

ARGENTINA

O Estado de S.Paulo

26 Dezembro 2011 | 03h05

Está tudo nas atas

Sem os rodeios e disfarces que José Dirceu e seus comandados tentam de tempos em tempos usar contra a imprensa brasileira, o Senado argentino aprovou na semana passada a estatização do papel-jornal e o consequente "cala-boca" nos jornais oposicionistas Clarín e La Nación. Sem indiretas, fica bastante claro como as repúblicas democráticas sul-americanas vão lentamente, porém persistentemente, atendendo às normas e diretrizes que constam das atas do Foro de São Paulo...

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

'Verguenza'

Manter sob controle a produção, comercialização e distribuição de papel-jornal, como faz o governo argentino, é o mesmo que escrever a quatro mãos. A liberdade de imprensa não pode ser tolhida, amordaçada, ameaçada nem censurada. A Argentina democrática pela qual os Kirchners lutaram quando estudantes não pode ter a pretensão do monopólio da palavra escrita, seja em que papel for. Una verguenza!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Invasão

Na Argentina, a quadrilha dos hermanos aproveitou a imprensa presente no circo uruguaio montado para deleite das tropas que compõem o falido Mercosul e saiu na frente na disputa com o Brasil pela democratización de la información, invadindo com forças do governo e ocupando por três horas as instalações da TV do Grupo Clarín.

HUMBERTO DE LUNA F. FILHO

hlffilho@gmail.com

São Paulo

Com o aval do povo

Tem gente que não admite críticas mesmo. Por mais que Cristina Kirchner tenha a aprovação da população argentina, não é por aí que o nosso vizinho vai ficar melhor...

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

carlosedleiloes@terra.com.br

São Paulo

ECONOMIA

China e IPI

Não ganhamos nada ajudando a abrir as portas da Organização Mundial do Comércio (OMC) para eles: quando o ministro chinês eleva o tom ao falar do nosso Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que tenta estancar uma concorrência desleal, entrega o jogo de que o setor privado deles não é tão privado assim. Sugere que seu país seja uma megaempresa operando em regime de franquias. E que já quer ditar as ordens no que avalia como nova colônia antes mesmo de chegar. Ou já chegaram? O Brasil que abra o olho, porque os deles estão mais que abertos.

ANTONIO C. DA MATTA RIBEIRO

antoniodamatta@ig.com.br

Guarulhos

Carros importados

Presidente Dilma, se V. Sa. quer dar o exemplo, no caso do IPI, comece trocando seu carro por um nacional ou com 65% de peças nacionalizadas. O seu atual vem da Austrália, 100% estrangeiro!

NELSON PIFFER JR.

pifferjr86@gmail.com

São Paulo

Estranhíssimo

Com referência ao aumento de IPI para veículos importados, que começou a valer este mês, só ficamos informados de que aumentou a alíquota (em 30%). Estranhamente, porém, o valor real da alíquota antiga e o valor real da nova ninguém sabe.

ORLANDO LOVECCHIO FILHO

love@exibir.com

Santos

BANCOS

Taxa Selic

Enquanto o Banco Central e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se esforçam em reduzir os juros básicos, os bancos, incluindo o Banco do Brasil, manobram para auferir mais lucros, cobrando dos clientes tarifas, antes inexistentes, nas operações de descontos de títulos, por exemplo, "compensando" dessa forma a perda de lucratividade. Total falta de ética.

BASÍLIO JOSE BERNAL

bernal@roloflex.com.br

São Paulo

Em ritmo de ano-novo

Diante da conjuntura internacional, da qual o Brasil não está infenso, a corrida desvairada dos bancos para manter lucros recordes os está levando a práticas abusivas. O ministro da Economia, em vez de exibir prognósticos fantasiosos e interpretações capciosas de índices estatísticos, deveria estar atento ao que esse tipo de competição representa para os clientes e, mais ainda, às possíveis consequências para o sistema financeiro, enquanto é tempo.

LEONARDO GIANNINI

leogann930@terra.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano-novo de Adriano Pires; AGGREGO Consultores; ANDI - Comunicação e Direitos; Andrea Doti - Central Globo de Comunicação; Antônio Correa de Lacerda; A. R. Batista e família; Argeu de Almeida Ferraz Filho; Assist-Card; Au Au Joinville; Camila Conte - PRNewswire; Carlos Cesar e família; Carlos Leonel Imenes; Casa Norte Beauty; Centro Cultural Padre Eustáquio; Claudio Fernandes; Cléa Maria Granadeiro Corrêa; Clínica Médica Sua Pele - São José (SC); Conrado Alberto Bannwart Mortean; Encontros com o Professor; Equipe da Vera Moreira Comunicação; Equipe Veritae; Escritório Paulista de Contabilidade Ltda. ME; Fábio, Solange e Ricardo; Faiwichow Seguros; Família TopMídia; Fernando Fernandez - Unilever; Fuad Maluf; Galeria de Comunicações; Habib Saguiah Neto; Hayai Assessoria de Imprensa; Hornst o Krull; Hotel Península; Humberto Pessoa; Iara Correia - Assessoria de Imprensa NBCOM; Idenir Cecchim, vereador; IDP Insider2; J. Murillo Valle Mendes e Lúcia Andrade Mendes; Josmar Moura; Juvenal Azevedo Comunicação; Luiz Edgard Bueno; Luiz Fernando Rangel de Camargo Fidelis; Malheiros Filho, Camargo Lima e Rahal Advogados; Mara Montezuma Assaf; Marcelo Braga - Search Consultoria em Recursos Humanos Ltda.; Marcia Niemeyer e Equipe; Maurício Avellar de Azevedo Marques; Milton Monti, deputado federal; Nelson Penteado de Castro; Parra Imobiliária; Paulo Vaz e família; Pedro Galuchi; PT Taubaté; Ronaldo Parisi; Roraima Adventures; RP1 Comunicação; Rui Falcão, deputado estadual; Samuel Grossmann, presidente da Associação Brasil Parkinson; e Xavier Lima.

SUSPEITOS?

Não há justificativa para o juiz Nelson Calandra combater o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) somente porque o órgão deseja fiscalizar o uso de carros pelos juízes, quando se sabe que inúmeros magistrados o usam para viagens de férias e outros propósitos pessoais proibidos. Será esse o motivo?  Também não se explica o fato do Ministro Lawandowski paralisar o CNJ por ter o órgão solicitado informações sobre a movimentação de 3000 funcionários da justiça quando se sabe que 10% deles, pelo menos, apresenta situação irregular. Estes dois  como outros elementos do judiciário buscam destruir ou desautorizar o CNJ porque acham que juízes estão acima da lei. Demonstram, apenas  que não são “ cidadãos acima de quaisquer suspeitas”. A sociedade deve apoiar e proteger pessoas como a Ministra Eliane Calmon, que busca acabar com a corrupção num setor extremamente contaminado.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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CORTE FRAGILIZADA

 O STF, entre as instituições dos Três Poderes, era o único porto seguro para nossa sociedade. Não foram poucas as vezes que  pela absoluta inércia do nosso  Congresso e desfaçatez do Executivo, o Supremo era chamado a intervir e decidir as questões mais relevantes, quando prontamente seus ministros atendiam o clamor popular. Agora vemos tudo de cabeça  para baixo.  Ou seja, temos o Fixa Limpa abandonado à própria sorte. O mensalão,  cercado de jogo claramente corporativista, onde estranhamente seu julgamento foi marcado para  maio de 2012, para que candidatos do PT nas próximas eleições municipais  pela possível condenação dos seus quadrilheiros do mensalão, não sejam prejudicados.  E o Fixa Suja, Jader Barbalho, graças a uma negociação mal explicada, é autorizado pelo STF a assumir seu cargo de Senador. Outro sim, duas surpreendentes liminares concedidas pelo STF, sendo uma a que impede que CNJ continue investigando os magistrados  faltosos.  E a outra que suspende as investigações sobre centenas de magistrados dos TJ estaduais, que foram pegos com movimentação financeira vultosa e atípica...  Será que esta classe é uma ilha de cidadãos especiais, e com alto poder  de mandos e desmandos?!...  Literalmente, nesta era petista, a sensação é que estamos totalmente abandonados pelas nossas instituições!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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PRESENTE DE NATAL

Depois desse presente de Natal da corregedora Eliana Calmon desnudando artimanhas de membros da magistratura,  inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF), o Brasil inteiro devia vesti-la de Papai Noel, aplaudir e agradecer a tentativa de iniciar um processo de moralização que deveria prevalecer em todos os poderes constituídos.

Sebastião Hetem  sebahetem@ig.com.br

Taiúva

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JUDICIÁRIO E HISTÓRIA FUTURA

 

O momento é o presente que logo será passado, logo será história. Em termos de justiça para nós brasileiros é  triste este momento. É mínimo o espaço entre o presente e passado.  Porém o distanciamento, oferece a melhor perspectiva para uma visão de conjunto da história de um povo; sua  cultura  suas leis. Quando no futuro próximo ou distante, alguém se detiver  em estudo sobre a história da justiça  em  nossos País,  certamente,  encontrará o registro deste momento como uma  página negra  do judiciário Brasileiro.

 

Sansão José da Silva sansao@sansaojsilva.com.br

Uberlândia (MG)

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DEMOCRACIA

 

O brasileiro sempre acreditou, que o Judiciário pudesse corrigir os "malfeitos" do Executivo e do Legislativo, e assim, apesar da fragilidade, nosso sistema democrático capenga, ia se virando. Agora essa crença virou fumaça. A sensação é que estamos órfãos de pai e mãe, com nossa democracia moribunda, na UTI sem equipamentos. Que será de nós?  Socorro, Menino Jesus.

 

Luiz Antonio Fescina terrasfescina@terra.com.br

Conchas

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AUTOFALÊNCIA

Ao conceder liminar que protege bandidos togados o STF declara-se cúmplice e decreta sua autofalência perante a opinião pública mundial.

Roberto Twiaschor rwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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CORAGEM

Sra. Eliana Calmom, corregedora nacional de Justiça: resista!!!! O que estão querendo, é o silêncio e sua leniência com os desatinos da nossa Justiça. A liminar do STJ, Supremo Tribunal Federal, limitando os poderes do CNJ, Conselho Nacional de Justiça, é o empurrão que faltava para sufocar a sua voz, Continue, sem esmorecer, pois o cidadão esclarecido, sabe muito bem sobre o que a senhora está falando e se ganhar a batalha, quem ganha é o Pais!

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@terra.com.br

São Paulo

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ALÉM DAS ACUSAÇÕES

A matéria em destaque na primeira página da edição de sexta-feira (23/12) é um fato inusitado. A corregedora de Justiça alegar quer há juízes que omitem dados sobre suas rendas e mais, quase metade dos magistrados paulistas ignora a lei que obriga a exibição das declarações é uma questão que ultrapassa alguns limites. E o principal, por certo, a ideia que se tem de que um Juiz é exemplo de cumprimento de toda e qualquer legislação. De ambas as partes se espera um comportamento adequado, ou seja, que o assunto não fique no campo das acusações e mais que não haja protelação nem adiamento das soluções.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CAIXA PRETA

No início de seu primeiro mandato, o ex-presidente Lula sugeriu a necessidade de um controle externo do Poder Judiciário. Na época, queria desvendar os segredos de sua caixa-preta. Após suas declarações, um silêncio sepulcral sobre o assunto. Por quê? Ele estava certo? O que aconteceu nos 8 anos subsequentes?  

 

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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EXECRAÇÃO

Quando aparece alguém com aquilo roxo, desafiando os podres poderes, a primeira providencia, é desautorizá-lo. D. Eliana Calmon, corregedora de Justiça, disse que quase 50% dos magistrados paulistas descumpre a lei e não apresenta declaração de renda. Isso é ou não é verdade? Alguém vai constatar essa afirmação ou D. Eliana vai ser execrada apenas por ter ousado ?

Victor Germano Pereira    victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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BANDIDOS DE TOGA

A que ponto chegamos: nos tribunais do nosso País, bandidos julgando bandidos. Triste, tão triste que a deusa Têmis está chorando por detrás da venda.

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

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STF, O QUE PARECE?

Espero sinceramente que este jornal conceda-me a oportunidade de exercer meu sagrado direito de externar o que penso, assumindo todas as consequências,  da atual formação do STF. O que deveria ser uma corte de respeito e da mais alta liturgia que  o órgão requer, mas parece um bando de moleques inconsequentes. Espero que estas atitudes não firam de morte a jovem democracia deste país.

 

Sérgio Roberto da Costa sergiorobertocosta@ig.com.br

São Paulo

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A CAIXA PRETA DO JUDICIÁRIO

Fechado como sempre foi, não chega a constituir surpresa tomar conhecimento de que o Judiciário esteja cheio de irregularidades conforme o destemor da ministra Eliana Calmon está mostrando, agora que sua ação incisiva e corajosa começa a levantar, um pouquinho que seja por enquanto, a tampa da caixa preta em que aquele Poder se transformou. Conforme disse um ministro da Corte Suprema dos EUA há muitos anos, é só a exposição à luz do sol que permite coibir os escândalos e privilégios que se vão acumulando por efeito de um mecanismo natural em toda a organização fechada e não submetida a um escrutínio externo. As corregedorias dos tribunais, assim como os conselhos de ética do Congresso, não funcionam e não vão funcionar jamais por causa do corporativismo que fala mais alto do que o impulso de moralização que acaso possa motivar alguns dos membros destes órgãos. Se o conselho de ética da OAB funciona, é porque a classe dos advogados é muito grande e o corporativismo entre eles é mais esgarçado e tênue, ao contrário do que ocorre entre os que trabalham e convivem juntos a maior parte do tempo. A destemida ministra baiana comprou uma briga para valer com todos os seus colegas de toga e só pode merecer o apoio e a admiração de todos nós, brasileiros, que desejamos um país melhor e livre destes escândalos que nos envergonham como nação.

Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

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CORRUPÇÃO E JUSTIÇA

Cumprimentos à corregedora Eliana Calmon pela coragem de seus pronunciamentos, ela vem sendo vítima da força da corrupção e do corporativismo no Poder Judiciário. No Brasil a justiça é lenta, cara e injusta, não passa de um instrumento do corrupto Poder Executivo. Os magistrados para se defenderem da Sociedade usam a toga e ganham indicações políticas. Que em 2012, os mensaleiros de 2005 sejam finalmente julgados, o argumento de prescrição da pena é uma confissão de que o judiciário está a serviço do Crime Organizado que desgoverna o Brasil. Os ministros do Supremo devem transparência, trabalho e explicações a Sociedade Brasileira.

Francisco Anéas francisco.aneas@uol.com.br

São Paulo

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MAGISTRADOS EM POLVOROSA

A corregedora Eliana Calmon nega investigações sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF),  Cezar Peluzo e Ricardo Lewandowski. Além disso, Eliana Calmon, de acordo com a constituição federal, a corregedoria não pode investigar os ministros do Supremo. Ela ressaltou que, pela legislação brasileira, todos os servidores públicos são obrigados a apresentar sua declaração de renda, para que os órgãos de controle examinem quando houver suspeita de transações ilícitas. Outro dado destacado por Eliana Calmon é que 45% dos magistrados de São Paulo não apresentou a declaração do imposto de Renda e, segundo ela, em Mato Grosso do Sul, a situação também é preocupante porque ninguém entregou a declaração. Para entender porque grande parte dos magistrados torcem o nariz quando uma pessoa séria como Eliana Calmon faz suas investigações, não aceitando agrados, e constata tantas irregularidades dessas altas autoridades judiciais que deveriam dar exemplo no cumprimento da constituição e na conduta cívica, então a polvorosa é registrada no meio dessa classe que não quer que a sociedade saibam a verdade sobre seu comportamento desabonador.Nota-se que até o Supremo está preocupado com essas investigações da corregedora Eliana Calmon, porque será? Quem cumpre fielmente seus deveres não tem nada a temer, e tudo partindo de uma pessoa exemplo como essa corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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STF NA CONTRAMÃO

Excelente o editorial Retrocesso Institucional, publicado no dia 21/12 (A3). Pelo visto o Conselho Nacional de Justiça anda incomodando muita gente. Aliás ele não foi instituído para agradar. Ao contrário do que acreditam dirigentes de associações de magistrados, a Constituição Federal diz que o Conselho Nacional de Justiça não precisa esperar o término de procedimentos de denúncias em andamento nas corregedorias dos Tribunais/locais para avocá-los. “Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça... § 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes,...: II - zelar pela observância do art. 37 e apreciar, DE OFÍCIO ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituí-los, revê-los...; III - receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário,... , sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais, podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas, assegurada ampla defesa;” Como se verifica no § 4º, incisos II e III do art. 103-B da CF, o CNJ pode receber sim denúncias sem que tenha existido o trâmite nas, muitas vezes, tendenciosas corregedorias locais. O controle exercido pelo CNJ, ao contrário do que muitos querem, é muito mais amplo que ficar sentando esperando a boa vontade das corregedorias dos Tribunais. Senhores ministros do STF, quem pode alterar a CF são os senadores e deputados federais e não os senhores. Podem ter certeza que, se os senhores (STF) tentarem engessar a competência do CNJ, o Congresso Nacional emendará a CF.

 

Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

São Paulo

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GOLPE BAIXO

O STF deu um golpe baixo ao esvaziar os poderes investigativos do CNJ e decidiu contra democracia. Impedir o CNJ de investigar e punir abusos cometidos por juízes é um ultraje á sociedade brasileira, á ética e ao direito. Causa perplexidade saber que ministros do STF receberam quantias vultosas como desembargadores do TJ/SP, de forma ilegal e sem a menor transparência. Agora, querem 'abafar' o caso e impedir uma investigação isenta. Como pode 17 desembargadores do TJ/SP receberem R$ 1 milhão cada um, na calada noite, e ficar tudo pror isso mesmo ? Só mesmo o CNJ para apurar e coibir esse tipo de abuso. O corporativismo do STF é uma praga que está causando sérios males ao país. Justamente aqueles que deveriam zelar pelo bom cumprimento da Constituição Federal e dos ideais republicanos são os primeiros a violá-los e a desrespeitá-los. Com um STF como este, o povo brasileiro não precisa de inimigos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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É O FIM

Infelizmente, e não é uma opinião pessoal  mas uma constatação mostrada em toda a imprensa brasileira: as últimas atitudes e ações do poder judiciário transformam essa entidade que deveria ser a de maior credibilidade no Brasil em uma verdadeira organização criminosa. É o fim do Brasil. O crime venceu e só não se transforma em bandido quem tem caráter, firmeza de princípios e fé.

André L. O.Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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UMA POR TODOS

Entre todos os questionam a Sra. Eliana Calmon e ela, alguém aceitar a opinião de um leigo qualquer: - Continuo acreditando nela!

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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DITADURA TOGADA

Está instalada a pior das ditaduras que nem a militar ousou:um punhado de seres viventes como nós , auto proclamou-se deuses de uma nação a quem deve vassalagem e subserviência total.Acima mesmo ao  Altíssimo. Ora, o Altíssimo,"que cuide de sua plebe ignaria, pois somos maiores e melhores e não devemos satisfação À ninguém!" Tem cheiro de enxofre essa coisa...

 

Klaus Reider vemakla@hotmail.com

Guarujá

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REFORMAS

Reformas, reformas, reformas. O Brasil precisa de reformas. Institucionalmente o País está parado. Cheio de problemas mas nada muda. A crise do judiciário é mais uma prova disso. Falta liderança legítima, não só populista. Quem sabe na primavera...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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QUE PAÍS É ESTE?

Escândalos sucessivos pelo poder da credibilidade. Uma vergonhosa ação do STF, sem  conseguir justificativas que venha realmente minimizar a nossa simpatia e nos deixar  convencidos. A idoneidade moral dessa Casa, não está  mais acreditada pelo humilde povo brasileiro.Este é o país bonzinho, mas para a elite e para os políticos. Então diríamos: que país é este?

 

Antonio Rochael Jr. antoniorochael@gmail.com

Iguape

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A CRISE SE AGRAVA

O editorial de hoje sobre as liminares do Supremo Tribunal Federal contra a “devassa” nas contas da magistratura (A crise da Justiça se agrava, A3) esclarece uma verdade ainda mal digerida: a de que a crise da Justiça só explodiu por causa do corporativismo de seus quadros. Prova disso foi a reação de associações da classe na tentativa de constranger, emudecer, e, por que não?, chantagear a Ministra Eliana Calmon, do Conselho Nacional de Justiça. O CNJ está apenas cumprindo o seu papel de vigilância e fiscalização, autenticado pelos próprios juízes quando da sua criação em 2005. Investigar e punir estão previstos como atribuições do CNJ no artigo 103-B, § 4º, II, da Constituição Federal. Todos sabem, não obstante, que o Judiciário sempre foi o mais fechado dos Poderes da República. Seja pelo poder que acumula, seja pela fução que exerce, ele sempre se achou pernosticamente acima da lei. Agora que alguém do meio decidiu publicar os “bandidos de toga”, resta ao único Poder que se salva, a Imprensa, dar-lhe a voz que merece. Está na hora de promover uma "glasnost" como a de Gorbachev no Judiciário do País. Uma democracia de verdade, afinal, só se faz com transparência. O resto é malfeito.

 

Yan Rodrigues dos Santos yan.rodrigues.santos@gmail.com

Atibaia

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OS INFALÍVEIS.

Por que ter um órgão controlador da Justiça, precisa? Depois da liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que tira o poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar Juízes, então não falta mais nada? A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), também conseguiu liminar para limitar os poderes desse órgão, "os infalíveis jamais podem ser investigados", eles não falham, não erram e nem se enganam, são perfeitos... Foi só a corregedora Ministra Eliana Calmon afirmar que a magistratura "está com infiltração de bandidos que se escondem atrás da toga", está causando todo esse imbróglio, estranho, muito estranho! Então o melhor é acabar de vez com o CNJ, para justificar a impunidade generalizada que se instalou no país? São medidas extremamente equivocadas, como essas, que estão passando ao povo brasileiro, que causam o total descrédito na Justiça.

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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QUEDA DE BRAÇO

Essa queda de braço entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), continuando, mostrará à população a podridão que envolve nossa Justiça com a "parcialidade" e "cumplicidade" que estimulou o atual nível de "corrupção" no País.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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NO LIMITE

 

Quando o medo supera o respeito, é sinal de que não existe mais respeito... Só um silêncio profundo, por precaução.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

São Paulo

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ENCONTREM UM CAMINHO DECENTE

O Judiciário é o único poder vitalício. Daí a extrema gravidade dos acontecimentos atuais. O verdadeiro titular do poder - o povo - clama por soluções. Guerra nunca foi solução. Impõe-se um mínimo de bom senso entre as partes envolvidas, na busca de um consenso ético, sem o que a democracia brasileira estará irreversivelmente carcomida; que sangrem uns e outros, mas encontrem um caminho para essa impasse jamais noticiado na história brasileira.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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JUÍZES

É mais do que evidente que a reação das associações de juízes e principalmente dos ministros Lewandowski, Peluso e Marco Aurélio, do STF, comprova, por si só, que eles não querem ser investigados e cobrem-se com uma peneira quando o sol tenta jogar luz sobre o Poder Judiciário. Tenho a mais absoluta certeza de que os juízes são competentes e dignos, exceto poucas exceções que comprovam a regra e que devem ser expurgadas. Não permitir que isto seja feito, infelizmente pode acabar denegrindo, indevidamente, como já vem fazendo, a imagem geral.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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JUSTIÇA BRASILEIRA

O velório da justiça brasileira me remete ao tempo da série Os intocáveis!

 

Eduardo Marcondes Frutig eduardo.frutig@gmail.com

São Paulo

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UMA LUZ

Diante de tudo que vem ocorrendo no meio político brasileiro, pressuponho que a ministra Eliana Calmon seja uma luz no fim do túnel.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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MÚSICA

A entrevista de Eliana Calmon ao Estadão soa como música para ouvidos acostumados com desmandos, apadrinhamentos, aparelhamentos e faxinas pela metade. Sra. corregedora, continue firme em seu propósito. Parabéns!

Osnyr Bandeira Filho osnyrbf@hotmail.com

Tietê

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RISCO

Temo pela vida da corregedora Eliana Calmon... Interessados há que cometem atos sem que o primeiro e direto interessado saiba!...

 

Renato Guimarães Jr. renatogjr@yahoo.com

Campinas

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ESPÍRITO PÚBLICO

Se há alguém imbuído de espírito público, e honra o cargo que ocupa, é a ministra Eliana Calmon, e nada podemos fazer para ajuda – lá, além de nos manifestarmos onde pudermos. Fatalmente, seu futuro, por ser correta, já está sendo solapado. Parece que as autoridades de Brasília continuarão nos envergonhando sempre.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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APOIO

Juíza Eliana Calmon, saiba que milhões de brasileiros comuns e que lutam por justiça, estão contigo e não abrem a guarda, para juiz nenhum e em especial aqueles que se colocam acima das leis que os mesmos em juramento disseram fazer prevalecer! Parabéns!

Edivelton TAdeu Mendes  etm_mblm@ig.com.br

São Paulo

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MULHER DO ANO

A nobre Dra Eliana Calmon nordestina da boa Cepa,precisa e deve ser eleita a mulher nota dez ou mulher do ano, por todos os órgãos brasileiros e sociedades que prezam a justiça e a ética. Quanto mais baterem nela alguns a coisa vai piorar e, por favor, STF, não se fala mais nisso

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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LENTIDÃO DOS CORREIOS

 Minha correspondência de natal (mais de 50 cartas) com destino à Alemanha - via prioritária, nos últimos dois anos chegou  a demorar  4 semanas para ser  entregue  em seu destino.   Para que isso não voltasse a acontece. Mandei este ano  minha correspondência (note com carimbo vermelho Prioritário)  ainda bem  mais cedo. Até hoje (dia 23)  nenhuma carta de natal foi recebida. Por que esta demora? No tempo do Zeppelin um carta do Brasil à  Alemanha levava 7 dias conforme minha coleção de cartas de Zeppelin (explo: carimbo de São Paulo 31.8.1931, carimbo de chegada na Alemanha 7.9.1931). Hoje  vivenciamos verdadeiro  retrocesso , um  absurdo total! Parece que nosso correio  esta sabotando o serviço prioritário e enviando as cartas de São Paulo via aérea para África e de lá via caminhão para Alemanha. Este seria o preço do serviço econômico. Paguei pelo serviço   "Prioritário" e as cartas foram carimbados com um o carimbo vermelho "Prioritário". Na década 70,  o Correio brasileiro era exemplar!   O chefe da União Postal Universal UPU foi um brasileiro. Uma honra nacional por muitos anos. Neste tempo as cartas  à Alemanha levaram 5 - 7 dias e dentro do Brasil as correspondências eram   entregues bem mais rápidos. Hoje precisamos  pagar SEDEX (parece suborno)  para ter certeza de que a correspondência chegue  no dia seguinte. Antigamente isso era  obrigação normal do correio. Também o setor filatélico depois da mudança de Brasília para Rio de Janeiro não funciona mais com competência.  O setor filatélico chega a mandar selos defeituosos, mal carimbados e colados fora da margens dos envelopes para as filatelistas. É  triste  para não dizer lamentável o que somos obrigados a aturar!

Michael Peuser mpeuser@hotmail.com

São Paulo

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AINDA EM GREVE?

Parece que os Correios ainda estão em greve, tamanha a demora na entrega das correspondências e encomendas. Todas as contas a pagar estão chegando vencidas, algumas com uma semana de atraso, causando problemas para os destinatários, que têm que se virar correndo atrás de internet ou outros meios para pagar suas contas em dia, muitas vezes sem conseguir, o que gera prejuízo, já que os remetentes não dispensam suas multas. Se antes da greve o serviço já andava há meses ruim, agora estão ainda piores. É preciso uma solução urgente para a situação.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

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