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ENCHENTES

Chuvas e descaso

As últimas chuvas que têm atingido várias regiões do País denotam o gigantesco desprezo dos governos pela situação dos desabrigados. A Região Serrana do Rio de Janeiro, que há um ano sofreu grande destruição, exibe agora praticamente o mesmo cenário, agravado pelas últimas chuvas. Nesse caso, durante todo o ano de 2011 os políticos envolvidos só pensaram nas parcas verbas liberadas e "desviadas" para seus bolsos. Todos criminalmente impunes e desobrigados de qualquer restituição, como se tornou moda na política atual. O máximo que os atingiu foi, em alguns casos, a perda do cargo, logo compensada pela obtenção de outro. As estradas federais também revelam as consequências do escândalo recente no ministério a que estão subordinadas. As BRs sem concessão exibem péssimo estado, com remendos facilmente desfeitos, prenunciando para breve um possível colapso no transporte terrestre.

PAULO BRAUN

paulobraun01@gmail.com

São Paulo

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Vigilância e transparência

Fiquei envergonhada e revoltada ao saber pela imprensa que 90% da verba destinada a resolver problemas de enchentes no Brasil foi distribuída apenas em Pernambuco, nos currais eleitorais do ministro da Integração Nacional, Francisco Bezerra. Após muitos anos de enchentes anuais em todo o Brasil, o governo federal fala em controlar a distribuição das verbas pelos Estados. Essa vigilância deveria ter sido feita há muito tempo pelos governos federal, estaduais e municipais, com total transparência. Se for cumprida a promessa da presidente, talvez não vejamos mais cenas terríveis de cidades debaixo d'água, destruídas, principalmente em Minas Gerais, e pessoas morrendo ou desabrigadas.

LENIR NOVAIS OLYNTHO

lenir.olyntho@hotmail.com

São Paulo

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Parabéns

Cumprimento o Estadão pelo extraordinário serviço prestado à Nação (Dilma reage após o Estado revelar que reduto de Fernando Bezerra foi privilegiado).

JOSÉ ERLICHMAN

joserlichman@gmail.com

São Paulo

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Imprensa livre e democracia

A intervenção da presidente Dilma no Ministério da Integração por eventuais privilégios de repasse de verbas públicas a Estados ligados à cúpula desse órgão é emblemática. Prova como a ação fiscalizadora da imprensa livre sobre a gestão pública tem esse condão de corrigir tais distorções, comprovando mais uma vez o "mantra" do ex-premiê inglês Winston Churchill: "A democracia é o pior dos regimes inventados, exceto todos os demais".

JOSÉ DE ANCHIETA ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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CUMPRIMENTOS

O mais admirado

Nossas mais sinceras congratulações pelo fato de o conceituado Estado ter sido agraciado com o título de jornal mais admirado do País. Ademais, o Estadão lidera pelo terceiro ano o ranking dos órgãos com a maior pontuação entre todos os veículos da imprensa brasileira. Com os nossos reiterados cumprimentos, subscrevemo-nos, admiradores.

RUY MARTINS ALTENFELDER SILVA, presidente do Conselho de Administração do Ciee, e LUIZ GONZAGA BERTELLI, presidente executivo

São Paulo

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ANIVERSÁRIO DO 'ESTADO'

Orgulho

Parabéns ao Estado pela passagem dos 137 anos de sua fundação! Tenho orgulho de morar na cidade que produz um jornal de qualidade, imparcial e que cumpre desde o início o seu papel de informar e investigar, democratizando a informação, desde os tempos da ditadura. Parabéns à família Mesquita por tornar um sonho realidade e a todos os funcionários que fazem parte do melhor jornal do País!

LUIZ CLAUDIO ZABATIERO

zabasim@ig.com.br

São Paulo

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Qualidade e imparcialidade

Meus parabéns a toda a equipe do grandioso Estadão. Fazer jornal já é difícil. Fazer com qualidade, imparcialidade e clareza, e por 132 anos de vida independente, é merecedor de todos os aplausos e respeito.

IBELSON F. DE SOUSA

ibelson.terrastacruz@terra.com.br

São Paulo

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Referência

O Estadão é referência na prática jornalística democrática e ética. Parabéns.

ANTONIO ACORSI

vendas2@belflex.com.br

Jundiaí

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Memória nacional

Em nome de toda a magistratura brasileira, parabéns ao Estado e a todos os seus profissionais pelos 137 anos de vida e de História do Brasil, contada, diária e ininterruptamente, numa das mais longas trajetórias do jornalismo em todo o mundo. Inspirado no espírito ousado de seu patriarca Julio Mesquita, o jornal sempre viveu o seu próprio tempo, sintonizado com as inovações tecnológicas que sempre marcaram sua trajetória, como acontece agora com a digitalização de seus arquivos. Além de memória nacional, seu acervo constitui um bem cultural e o dia 4 de janeiro tem importância histórica para o jornalismo brasileiro e para o País.

NELSON CALANDRA, presidente da AMB

teomedeiros@gmail.com

Brasília

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Censura

Os 137 anos de luta pela liberdade de expressão consagram um ideal de democracia e de serviços inestimável à população. Apesar de ter vencido com obstinação todos os atos de força em sua admirável trajetória, o nosso Estadão ainda se depara com obstáculos repressivos que lhe impõem 888 dias de censura. Uma agressão às nossas instituições e um desserviço ao Estado de Direito.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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Resistência

Meus cumprimentos ao Estadão pelos 137 anos de luta por direitos e por democracia. Continue assim. Não se vergue. Mostre que tem espinha dorsal dura, que não se curva por nada. Assim tem de ser um jornal.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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VERBAS PARA OS AMIGOS

O atual ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB) e o ministro baiano Geddel Vieira Lima (PMDB), do governo Lula, mostraram a todo o Brasil que estão se lixando para os seus superiores e para a opinião pública. Eles simplesmente distribuíram a maior parte das verbas destinadas a socorrer as regiões afetadas pelas enchentes no Brasil para os seus redutos eleitorais em Pernambuco e Bahia, respectivamente. O individuo que pratica um ato desses precisa estar certo de que ninguém vai reclamar. Esta foi uma das heranças do modo de governar do Lula. Chama o ministro para uma conversa, troca um voto ali, um apoio acolá, e está tudo resolvido. É a famosa governabilidade brasileira. Mas parece que a presidente Dilma não gostou. Ela determinou que a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, veja o que está acontecendo no ministério do Fernando Bezerra. Muito bem. Vamos aguardar o resultado desta intervenção branca. Todos esperam que Dilma tome uma atitude firme contra estes servidores e não esmoreça com a conversa dos oportunistas que a rodeiam no Palácio do Planalto.

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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SALVE-SE QUEM PUDER

Depois que o ministro pernambucano do Ministério da Integração, Fernando Bezerra canalizou 90% da verba disponível para combate a enchentes, diretamente para o Estado de Pernambuco, a presidenta Dilma mandou fixar critérios técnicos para essa distribuição. Fica evidente, portanto, que o critério anterior era o “salve-se quem puder”...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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A PODRIDÃO CONTINUA

A ONG Contas Abertas, com base em registros do Tesouro Nacional, mostra que a podridão continua fazendo a "integração" dos ministérios. Mais uma vez devemos dar vivas à imprensa, aquela que o PT quer calar. Será que a gerentona realmente não sabe de nada ou aprendeu com o criador a nada saber? A nossa sorte e que não temos inimigos na América do Sul, pelo menos declarado. Caso contrário com a competência da dona Dilma na presidência e do grande Celso Amorim na defesa, o Brasil seria invadido e os dois só ficariam sabendo quando o inimigo chagasse à Praça dos Três Poderes. O país está entregue a ratos, de um lado, e a incompetentes, de outro.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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POLÍTICA BRASILEIRA

Com as últimas notícias do nosso atual ministério político é com asco que as leio pedindo a Deus narinas de um abutre, olhos de uma toupeira, ouvidos de um jabuti, estômago de um ruminante, paciência de um Monge e dissimulação, ao menos um pouco parecida com tais elementos... acho que vou tomar um remédio! 

Paulo Sergio Tonholo Silva paulotonholo@gmail.com

São Paulo

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DE OLHO NA ELEIÇÃO

Fernando Bezerra direcionou 90% das verbas para prevenção de catástrofes para Pernambuco, seu estado. Quis preservar da morte o maior número de potenciais eleitores possível.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

A propósito da notícia publicada na edição de 3 de janeiro de 2012 (manchete principal) – Ministro dá ao seu Estado 90% da verba antienchente ¬– gostaria de  fazer o seguinte comentário: Cotado para disputar a prefeitura do Recife, o Ministro Fernando Bezerra teria destinado 90% da verba antienchente do Ministério da Integração Nacional para seu Estado (PE), que teria sido aquinhoado com valor correspondente a 14 vezes o segundo colocado (PR). Enquanto isso, a "chuva castiga o Rio e Minas", Estados que nesses dias - a exemplo do ano passado - registraram várias perdas de vidas humanas em razão das chuvas. Considerando que, segundo dispõe a Constituição Federal, constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil "reduzir as desigualdades sociais e regionais" (art. 3.º, III), e que a Administração Pública obedecerá (imperativo), entre outros, os princípios da impessoalidade e da moralidade (art. 37), é de se indagar: não configuraria, a conduta do Ministro, improbidade administrativa, que o sujeita à responsabilização pela via judicial (inclusive para o afastamento do cargo)? Com a palavra o Ministério Público Federal.

Djalma Gomes djalmamgomes@terra.com.br

São Paulo

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VERBA ANTIENCHENTE

Mais uma vez temos um verão chuvoso com enchentes em vários estados e de novo a inoperância do governo no monitoramento das áreas de risco, na criação de um sistema de aviso antes das chuvas e novamente o ministro da Integração Nacional distribuiu verba apenas para os correligionários do seu estado natal.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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OURO PRETO

Reparem na foto do deslizamento em Ouro Preto (MG), o que está errado? O morro onde ocorreu o deslizamento está desmatado. Só há capim. Aliás, capim para as mulas e burros que desmatam o Brasil. Já pensaram quanto custa o desmatamento para o Brasil? Não adianta,desmatou, choveu, desliza mesmo. Será que nós, brasileiros, não percebemos? E os burros e ignorantes que nos governam, que só sabem roubar e... comer capim.

Ricardo Guerrini ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

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REGIÃO SERRANA DO RIO

O TCE-RJ quer saber onde a Secretaria de Obras do Estado do Rio aplicou R$ 10,9 milhões, de um montante de R$ 70 milhões enviados pelo governo federal para auxilio na recuperação das cidades da Região Serrana castigadas pelas chuvas em 2011. Até agora a secretaria não respondeu. Alguém tem dúvida de onde este dinheiro foi parar? Nem eu. Só por curiosidade. Sabem que este dinheiro saiu do nosso bolso, não?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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DEAVIO DE FUNÇÃO

O ministro Bezerra destinou cerca de 90% da verba para enchentes, do Ministério da Integração Nacional, para o seu Estado, Pernambuco. Na verdade, todo o dinheiro repassado deve ter sido destinado ao asfaltamento do caminho que conduz à Prefeitura de Recife da qual ele será candidato nas próximas eleições. Esses políticos que gostam de levar vantagem em tudo, nada temem. Também, com a impunidade que grassa em nosso país, não há o que temer. E a Presidente Dilma Rousseff, sempre em berço esplêndido, acorda surpresa, mas, rotineiramente, após a

notícia do "malfeito" sair na mídia. Senhora Presidente, como o seu governo será conhecido e lembrado, depois que a senhora sair?

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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‘DILMA REAGE’

A manchete Dilma reage (04/01, A1) mostra bem o estado de coisas nacional. Dirigente que reage a desmandos não tem vocação para dirigir, e vai sempre a reboque dos fatos. Foi o que ocorreu durante o primeiro ano da presidente. Dilma não tem vocação para presidir, foi eleita e assumiu por imposição.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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ADMIRÁVEL

Boa parte do país debaixo d'água, outra parte numa terrível estiagem, inúmeros brasileiros desalojados, perdendo vidas e todos os seus bens. Enquanto isso a nossa Presidente, Ministros, Secretários, Congresso Nacional, Judiciário em sua maioria gozando férias, este é o Brasil do PT, "país rico é país sem pobreza". O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB/PE), enviou 90% das verbas do ministério para o seu reduto eleitoral e os outros? A região serrana do Estado do Rio, vive novo drama, as verbas que foram enviadas há mais de ano, desapareceram? É gente, nem se preocupe 2012 é ano eleitoral, vai correr "solto" o dinheiro, o que intere$$a mesmo é o voto, é admirável.

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS

Não é possível que a presidente da República tenha que ficar criando regras pontuais pra combater os desatinos e favoritismos praticados por seus ministros e menos ainda que o faça a partir de denúncias feitas por jornalistas, que ao que tudo indica tem mais competência para descobrir falcatruas do que os próprios agentes públicos. Será que estamos diante de uma quadrilha gigante a nível nacional, onde todos participam, seja atuando ou fazendo vistas grossas? E os expoentes do PT só vão ver os exageros depois das denuncias? Por favor, gente! Há que se tomar rapidamente uma atitude mais abrangente que faça com que essa gente folgada pense 10 vezes antes de abusar do desvio de dinheiro público ao seu bel prazer... E também não são só os critérios para distribuição que devem ser mudados. A punição para o uso incorreto das verbas deveria ser tal que desestimulasse essa pouca vergonha. Sim, porque eles não erram por ignorância do correto e sim por conta da impunidade.

Maria Christina Rodrigues Galante crisgalante@uol.com.br

São Paulo 

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RIO DE JANEIRO

Não sei se é para rir ou chorar: a tv mostrou que no orçamento de 2011 do estado do Rio de Janeiro, consta uma verba de pouco mais de 200 milhões de reais,  destinada aos municípios que foram devastados pelas chuvas do ano passado. Ao ser perguntado sobre a razão da não utilização dessa verba, o secretário das finanças, candidamente explicou que a verba na verdade não existe "fisicamente", sendo apenas uma peça do orçamento. O governador Sérgio Cabral então esclareceu que quem socorrerá as vítimas será o governo federal, através do "minha casa, minha vida". Em nenhum  outro lugar é possível  reunir tanta besteira e irresponsabilidade em tão curto espaço: orçamento estadual fictício, negação de responsabilidade, prefeituras que não sabem elaborar projetos para solicitar verbas, enfim os cariocas precisam parar de acreditar nas letras desses sambas que só falam de sol, mar, morenas, e tomar um banho de realidade para perceber o quanto são explorados pelos políticos oportunistas.

 

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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ESTRADAS

Gostaria de fazer algumas objeções à limitação de velocidade em estradas bem conservadas. Os carros dos últimos dez anos, aproximadamente, são equipados com freios eficientes, e complementos de segurança. A motorização prevê  velocidades mais altas, sem sacrifício mecânico. Viajo constantemente em carro, e já vi acidentes por embriaguês, ultrapassagem proibida, sonolência e, eventual excesso de velocidade; sei que, para a concessionária é vantajoso cortar qualquer custo, bem como para o Estado arrecadar, mas não é justo limitar a velocidade ao ponto de causar sonolência. Nenhum motorista é suicida, tampouco quer colocar em risco seu patrimônio. Especificamente várias rodovias paulista poderiam ter o limite de 140 km/h, cabendo ao motorista o discernimento dos momentos.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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CRACOLÂNDIA PAULISTANA

Respondendo à indagação se “a presença da PM na região (nominada de cracolândia em São Paulo) é positiva”, o dr. Guaracy Mingardi diz que essa presença é mera “perfumaria” (o Estado, 4/1/2012). Com a devida vênia, discordo. É atribuição institucional da Polícia Militar realizar o policiamento ostensivo para preservação da ordem pública. Ora, sabemos que onde esse policiamento se faz presente, salvo situações excepcionais é claro, diminui a freqüência dos delitos de rua. No caso, portanto, da cracolândia, a presença de policiais militares irá coibir a presença de pequenos traficantes e, mesmo, a presença de usuários adquirentes de drogas. O noia, diante da falta de oferta de material para o seu vício, irá procurá-la em outros sítios. No meu entender, assim pensar não é perfumaria argumentativa; aliás, a presença do policial militar só irá melhorar os cheiros da região, ao lado de proporcionar segurança para os freqüentadores de outras naturezas na mesma região. Solução para o problema, qualquer ciência política não proporciona nada. “Convencer” para fazer um tratamento é coisa praticamente utópica, pois o usuário “noia” dificilmente, assim vem sendo noticiado, procura tratamento e, se chega a realizar algum tratamento, isso acontece compulsoriamente, ao lado de ser temporário. Combater o tráfico é preciso, o que é óbvio. E policiar ostensivamente a “cracolândia” é um começo para combater o tráfico, tanto na região como em outras paragens. É enganoso pensar que o policiamento vai “esconder” pessoas – sejam elas usuários, noias, ou traficantes de qualquer tamanho; o policiamento vai proporcionar aos outros cidadãos um pouco de segurança, no mínimo a de não ser assaltado e roubado por noias em busca de dinheiro para manter o vício. Antes de criticar a presença do policial militar, melhor seria sugerir(?!) uma solução possível e exequível para o problema, uma solução inovadora já que a de internamento/tratamento (espontânea ou compulsória) não é nada nova e não surte os efeitos desejados senão excepcionalmente.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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CRACOLÂNDIA

 

O grande e saudoso Tobias de Aguiar, se vivo estivesse, estaria morrendo de vergonha ao ver sua gloriosa Polícia Militar de São Paulo, preparada para enfrentar criminosos, estampada na capa deste Estadão e na capa no caderno Metrópole de hoje, em confronto com uns infelizes que um dia caíram na esparrela de usar Crack. São verdadeiros "trapos humanos" a enfrentar nossa PM de tantas glórias. Como se o problema estivesse só alí na Cracolândia, onde os políticos ao invés de mandar prá lá uma tropa de assistentes sociais, ou voluntários que tratam do problema, manda uma "tropa de choque" !  Esquecem-se eles que em cada rua, em cada cidade por menor que seja têm a sua Cracolândia. Fingem não ver ( em todos os escalões), não aplicam recursos em Clínicas de Recuperação, em Casas de Restauração, achando que o problema está na casa do vizinho e não na nossa... Acordem ! As  drogas se alastram com fogo, e está já na casa do rico, do pobre, do formado e na do analfabeto... Algo tem que ser feito além de dar uma "mangueirada de àgua" como fazem.  E não adianta por isso debaixo do tapete. Cada cidade, por menor que seja tem que ter a sua Secretaría Municipal Anti-Drogas. isso é o mínimo e prá já. Isso não dá votos mas poderá cuidar de vidas !

 

Sidney Cinti sidneycinti@globo.com

São Paulo

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O GOLPE DE BUSAPESTE

Nenhuma Constituição - conservadora ou não - foi adotada na Hungria, mas um estatuto jurídico opressivo rotulado de Constituição, que é a mais respeitável manifestação do povo majoritário em seu soberano querer político. As ruas tomadas pela oposição à pretensa Carta demonstram que se trata de um golpe de mão contra as liberdades mais caras à cidadania. É possível que comecemos o ano com a primavera de Budapeste.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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HUNGRIA

Interessante a campanha internacional para desmoralização da Hungria, agora que os comunistas estão sendo extirpados do poder e quiçá da história. O que mais chamou-me a atenção, foi algumas críticas da esquerda a medida aprovada por Orban que estabelece que crimes cometidos pelo regime comunista antes de 1989 podem ser ainda punidos, como classificou o Estado de São Paulo na pessoa do correspondente Jamil Chade, uma "caça as bruxas". Mas, esse não é o sonho da esquerda brasileira? Não é isso que os apoiadores da dita Comissão da "Verdade" apoiam? O fato que se fosse uma caçada para punir crimes cometidos por algum governo de direita o Estadão estaria aplaudindo. Podem chorar, a esquerda continuará caindo em todo o mundo e no Brasil não será diferente, pode demorar, mas a verdadeira direita conservadora (mesmo ainda sem partido) vai chegar ao poder nesse país.

Jefferson Nóbrega jeffersonnobrega@gmail.com

Ceilândia (DF)

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Por que uma nação que finalmente conseguiu se livrar dos 43 anos de terror, de perseguição e abuso de poder do antigo regime comunista, mais vinte anos de má administração e incompetência  dos governos também de esquerda  não pode eleger e apoiar um governo de centro Pro- Hungria? Lembrando que 2/3 do pais elegeu esse novo governo. Os que reclamam são a minoria, são apenas aqueles que foram beneficiados pelo antigo esquema corrupto do regime comunista e estão perdendo seus privilégios.

Esse novo governo quer acabar com a herança maldita deixada pelos ex comunistas , hoje verdadeiros capitalistas selvagens. Hoje 80% da mídia , TV, e jornais estão nas mãos dos filhos e netos dos governantes do ex-regime comunista ,usado como escudo que impede da verdade vir a tona sobre os crimes cometidos contra humanidade durante a guerra fria até 1989. Acredito que Hillary Clinton deveria se preocupar em criticar cuba, china, coréia do norte, Rússia, e deixar que o povo húngaro finalmente livre, tome suas decisões sem intervenção de nenhuma outra nação. Chega a ser hilário a indignação que vem de Washington, USA,  da noticia de um banqueiro do banco central de Budapest  que teve o salário reduzido  por ser abusivo. A mídia pouco falou das razões das limitações do banco central da Hungria. Essa era uma delas. No ano de 2006 ocorreu uma manifestação pacifica em comemoração aos participantes da revolução húngara de 1956 ( a segunda nação que se voltou contra ao regime comunista.), e o ex governo de esquerda mandou a policia armada com balas de borracha e gás lacrimogêneo, o resultado foi que muitos manifestantes tiveram seus olhos perfurados com as balas, até hoje não ouve uma condenação de quem deu a ordem de atirar, e muito menos divulgado na mídia. Sim o povo Húngaro da um basta ao regime totalitário de esquerda e coloca seu país numa nova direção. Todos sabem que o ex regime teme por seus crimes que ainda não foram julgados, e que a verdade ainda esta por vir. Cabe ao mundo deixar a Hungria em paz, e deixar que Viktor Orbam coloque ordem em seu país afinal ele foi eleito pela maioria absoluta para isso.

Antal Almásy, naturalizado brasileiro, refugiado de 1956 attila@aercamp.com.br

São Paulo

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AFAGO?

Acredito que um jornal sério como o Estadão deveria propor a seus colaboradores que pesquisasse mais o contexto das informações que se propõem a divulgar para que o compromisso fosse maior com a verdade dos fatos do que o sensacionalismo da chamada. Na matéria Afagos de Alckmin a servidores fazem folha crescer 1,5%, o exemplo é perfeito. Afago? É assim que se chama um direito do funcionário de ter uma remuneração digna, algo que ainda com o tal "mimo" está longe de acontecer. Saiba o repórter que em alguns casos a alteração nem foi ainda efetivada, assinada pelo governador. Está ainda na promessa, no compromisso de fim de ano, época bonita para se "presentear".  Assinatura que é bom, nada ainda, no caso dos pesquisadores científicos do qual me refiro. Um pesquisador com doutorado, entra hoje no Estado com salário inicial de R$ 2.700 bruto em regime de dedicação exclusiva. Não raro em eventuais saídas para eventos não tem diária disponível nem dinheiro para combustível, tendo que desembolsar desta fortuna. Realmente se considerar esta miséria de salário o aumento é um ato de bondade, mas o fato é que falta mesmo respeito por parte do governo, de quem fala sobre o assunto sem conhecimento e com preconceito ao funcionalismo, como ficou exposto nesta matéria.

Ana Paula Silva anapaula@iea.sp.gov.br

São Paulo

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BAIXOS SALÁRIOS

O jornalista Lucas de Abreu Maia deveria, antes de escrever sua reportagem, Afagos de Alckmin a servidores fazem folha crescer 1,5%, em 30 de dezembro de 2011, informar-se adequadamente sobre os baixos salários dos funcionários públicos do estado mais rico do Brasil – e não desinformar seus eventuais leitores. E deveria saber que áreas como as de educação, ciência e tecnologia, meio ambiente, saúde, são investimento e não despesa para o Estado! Afinal, o orçamento do Estado é decorrente dos impostos pagos pela população paulista, que merece receber em troca bons serviços públicos! Os cientistas de São Paulo que trabalham nos institutos de pesquisa recebem os menores salários do Brasil – o jornalista não está informado sobre esse fato?!

Roseli B. Torres rbtorres@iac.sp.gov.br

São Paulo

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AUMENTO SALARIAL

Bom depois de 20 anos de estado, com um salário, se é que posso chamar de salário, após 16 anos mais ou  menos sem aumento, me deparo com aumento de 240% mais ou menos dos bonitinhos, nossos políticos, que quase não trabalham e possuem vários auxílios, pois bem aumento para funcionalismo não tem verba, mas para os coça saco o dia todo tem?

Margarete Regina Rosa meg@igeologico.sp.gov.br

São Paulo

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FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

É com muita indignação e preocupação que vejo o Estadão veicular uma matéria desta natureza com este enfoque equivocado.  Se o objetivo, infelizmente, era repercutir a notícia, tenho certeza foi alcançado. O que o repórter chama de  afagos são na sua grande maioria reajustes (não aumentos), que vêm inclusive atrasados com relação à inflação (que segundo alguns está sob controle) e às perdas aquisitivas se compararmos o aumento do salário mínimo ao longo dos últimos anos.  Senhores repórteres, funcionário público não recebe seus vencimento atrelados ao salário mínimo como vocês. O pagamento por nosso serviço depende de Lei, de processos morosos e de vontade política. Só como exemplo vou citar o caso dos Especialistas Ambientais da Secretaria do Meio Ambiente do Estado, carreira criada em 2006 e sem reajuste desde então. Senhores, estamos em 2012, alguém lembra qual era o salário mínimo à época. É importante ressaltar que os especialistas não fazem parte deste pacote de "afagos".Seria afago do executivo a reposição da perda salarial e o restabelecimento da dignidade destes servidores?  O serviço público ganha em qualidade pagando salários aviltantes? (incluem-se aqui os dos professores). A evasão de pessoal selecionado mediante concorrida seleção, capacitado e especializado é de interesse da Administração Pública?

Eduardo de Andrade eduardo.karate@bol.com.br

São Paulo

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AFAGOS, NÃO

Sugiro que o nobre jornalista Lucas de Abreu Maia também publique o lado dos funcionários. Por acaso ele sabe o quanto recebe um servidor? Um professor? Um técnico de apoio a pesquisa? Um bombeiro? Um médico? Um jornalista? Sabe da política salarial? Por quanto tempo os servidores estiveram sem receber reenquadramentos? Se o jornal se presta a informar, deveria informar todos os lados da questão, não apenas aquilo que lhe interessa. Quem move o Estado são os servidores. O governador, secretários, deputados apenas passam por ele.

Maria José Brollo mjbrollo@gmail.com

São Paulo

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ABORDAGEM ERRADA

Texto assinado pelo jornalista Lucas de Abreu Maia e publicado pela Agência Estado no último dia 30, que tem como título Afagos de Alckmin a servidores fazem folha crescer 1,5%, apresenta uma visão tendenciosa de um assunto que não deve ser abordado de forma tão generalizada e preconceituosa. O artigo que inicia com: “O pacote de bondade concedido aos funcionários públicos pelo governo de São Paulo em 2011…” deixa transparecer que o reajuste de salários dos servidores estaduais é algo ruim e que deve ser evitado, não um direito de todo o trabalhador. Como servidores públicos, que vivem de salários que ficaram por anos sem reajuste, ficamos revoltados com tal abordagem. Em nossa opinião o jornalista foi muito infeliz na forma dada ao artigo e com certeza desconhece com a profundidade necessária os fatos de que trata a matéria.

Paulo R. N. Carvalho paulorncarvalho@gmail.com

São Paulo

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REDUÇÃO

Quando o Governo do Estado de São Paulo se gaba de ter dado um aumento de 7% a 40% para o funcionario público, eu  aposentado da secretaria da Saúde tive uma redução de 0,382% no meu salário.

Antonio C. Marinheiro familiamarinheiro@yahoo.com.br

São Paulo

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DISPARIDADE SALARIAL

Na reportagem de 2/1/2012 sobre salário médio dos trabalhadores somos informados que este caiu para R$1.440,00 por mês para o Setor de Serviços, uma queda de 1.1%. Porem o artigo não esclarece o leitor que o salário médio  dos Servidores Públicos aumentou muito mais que a inflação neste mesmo período. E que estes Servidores Públicos ganham 5 (cinco) vezes mais que o trabalhador comum , não somente enquanto estiver na ativa mas também quando se aposentar e que esta diferença está crescendo ano a ano e continuará crescendo por causa do Sindicalismo que se infiltrou na política nacional.

Renzo Orlando renzoorlando@netpartners.com.br

São Paulo

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DESRESPEITO AO FUNCIONALISMO

Há 5 anos sem reajuste ou aumento salarial, li indignada, matéria sobre os salários dos funcionários. Mal informado, o jornalista, passa para a sociedade a ideia de que o governador fez “afagos” ao funcionalismo, chamando de “pacote de bondade”, a reposição de perdas (e não aumentos) aos servidores públicos. Enquanto a sociedade tem se beneficiado com a melhora da economia do país, nós funcionários, que não somos cidadãos de segunda categoria, não temos usufruído disso. Seria bom se a imprensa parasse de tratar nossa categoria como desnecessária e conhecesse melhor os fatos.

Rosana de Oliveira Pithan e Silva rpithan@iea.sp.gov.br

São Paulo

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AUMENTO PARA OS SERVIDORES DO ESTADO

Qual foi a intenção da matéria assinada por Lucas de Abreu Maia? Informar o leitor não teria sido, pois neste caso a matéria teria que ser, de fato, complementada com informações referentes à ausência de aumento salarial por anos para várias categorias de funcionários do estado de São Paulo. Falo isto com propriedade porque sou funcionária pública, pesquisadora científica, e o valor anunciado (ainda não recebido) do reajuste da categoria  mal cobre as perdas referentes à inflação. Foram mais de quatro anos sem qualquer reajuste!!! e tivemos que lutar muito, inclusive fazendo manifestação em frente ao Palácio dos Bandeirantes, ao final de novembro, com a presença de cientistas de várias instituições como Instituto Butantã, Adolfo Lutz, Agronômico de Campinas, Biológico, de Economia Agrícola entre outros. Se o próprio Governador tem anunciado a necessidade de valorar o funcionalismo, me surpreende que o discurso deste veículo de informação seja ainda tão rançoso e, disponibilize espaço tão precioso para comunicar que os reajustes concedidos para várias categorias representam "afagos" e "pacote de bondade" do governador. Lamentável.

 

Lenise Mondini lenise@iea.sp.gov.br

São Paulo

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DANIEL PIZA

Há exatamente um ano eu escrevi o email abaixo, elogiando este excelente jornal do qual continuarei assinante por todo o sempre. Na ocasião comentei sobre meu ritual para com o jornal aos domingos de manhã, ritual que, confesso, faço também aos sábados, em virtude do magnífico suplemento Sabático. No ultimo sábado, porém, este ritual não se repetiu, pois meu jornal ficou molhado devido a chuva que caiu em minha cidade (seria um aviso?). Mas, como assinante, resolvi acessar o portal para ler o jornal. Nunca, em toda minha vida, senti tanta tristeza por uma noticia como a daquela manhã no portal. A morte do jornalista Daniel Piza foi lida como uma flechada em meu peito. Roberto, acredito que este fato ainda doe no peito de muitas pessoas, imagino no peito de vocês. Como mencionei no email, Daniel foi o meu colunista predileto, ele nos ensinou politica, esportes, cinema, teatro e literatura, mas acima de tudo, nos ensinou cidadania. Um exemplo. Meus simples rituais de “pegar o jornal”, no quintal, perderam um pouco a graça. O O Estado de S. Paulo continua com a qualidade e maestria de sempre, mas com uma estrela a menos, pela perda deste grande e inesquecível jornalista.

Marcelo Brunelli marcelo.brunelli@philips.com

Itatiba

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PÊSAMES

Gostaria de expressar nosso mais profundo pesar pelo falecimento de Daniel Piza, profissional com o qual tivemos convivência próxima nos últimos três anos por ocasião da produção de dois livros que abordaram o tema medicina. O Daniel deixa um legado de riqueza incomparável no jornalismo e na cultura brasileira. Mais do que isso, era uma pessoa com as mais elevadas qualidades e que fará muita falta. Em nome do Grupo Fleury,  registro aqui nossos mais sinceros sentimentos à Família e a todos profissionais de O Estado de S. Paulo.

Omar Magid Hauache, presidente Grupo Fleury omar.hauache@grupofleury.com.br

São Paulo

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DANIEL PIZA

A Literatura está de luto. As idéias estão de luto. Eu estou de luto. Triste, muito triste!

Rebeca Gelse Rodrigues rebecapoesia@gmail.com

São Paulo

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