Fórum dos Leitores

ENCHENTES

O Estado de S.Paulo

06 Janeiro 2012 | 03h06

Povo iludido

Todo ano é a mesma coisa: enchentes, deslizamentos de terra e alagamentos acontecem aqui e ali. E os governantes aparecem suspendendo as férias em seus hotéis de luxo com a mesma ladainha de promessas de verbas e mais verbas. O povo, coitado, fica na ilusão, esperando que no próximo ano vai ser diferente...

JOSÉ LUIZ MARTIN

jlmartin@estadao.com.br

São Paulo

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Prevenção

Sai ano, entra ano e a história se repete: as chuvas chegam, deixando rastros de destruição. Foi o que aconteceu na Região Serrana do Rio no ano passado - início do mandato da "presidenta" -, quando centenas de vidas se perderam. Sensível à dor da população, dona Dilma prometeu que a prevenção dos desastres naturais seria prioridade. E o que foi feito, efetivamente? Tomamos conhecimento de que 90% de recursos destinados à prevenção de catástrofes foram destinados a uma única região, não por acaso "curral eleitoral" do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. Ante essa revelação, a "presidenta" convocou a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para cuidar dos repasses. Por outro lado, o Ministério das Cidades não empenhou recursos no valor de aproximadamente R$ 500 milhões porque o Ministério do Planejamento não autorizou o gasto, por se tratar de emendas parlamentares. Agora se noticia que o governo federal vai enviar especialistas para as cidades de Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo com maiores riscos de inundações e deslizamentos de terra para verificarem in loco a necessidade da retirada de moradores. Esse grupo trabalhará na resposta aos alertas de emergência emitidos pelo Centro de Alerta de Desastres Naturais, órgão que funciona desde dezembro no Ministério de Ciência e Tecnologia. Enquanto esse batalhão de nababos públicos (Ministérios das Cidades, Integração, Planejamento, Casa Civil, Ciência e Tecnologia) "abdica" do conforto de suas "merecidas" férias, sob a batuta da "presidenta", o povo é tangido (sirene) como gado a deixar suas casas nas encostas, como se tivesse para onde ir. É ou não é muita gente "competente" para cuidar da prevenção de catástrofes?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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Novo escândalo

Se a sra. presidente escolhesse melhor seus ministros, não precisaria ficar fazendo operação tapa-buracos para tentar resolver crises que surgem dos escândalos revelados pela mídia. Cadê a reforma ministerial? Pelo jeito, 2012 não será diferente de 2011: mais corrupção e menos investimentos e reformas tão necessárias para o desenvolvimento do País.

M. CARMEN DEL BEL T. GOULART

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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AMB X CNJ

Esclarecimento

A título de esclarecimento, sobre artigo publicado na página A2 desse prestigioso jornal, de autoria do professor Denis Lerrer Rosenfield (Moral e legal), em nenhum momento a direção da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) pretendeu, ou pretende, esvaziar os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O que a AMB defende é o poder disciplinar do CNJ tal como previsto na Constituição federal, razão pela qual questionou no Supremo Tribunal Federal a validade da Resolução 135; esta, sim, modificou e inverteu o texto da Constituição quanto a essa competência. Não se trata de uma iniciativa corporativa ou individual, mas de defesa da Constituição e da sociedade. A AMB tem agido dentro das regras constitucionais. Tanto é verdade que, hoje, senadores pretendem aprovar emenda constitucional para regular e ampliar o funcionamento do CNJ, de forma legal. O que não pode é mudar a Constituição por meio de resolução.

NELSON CALANDRA, presidente da AMB

jornalismoamb@gmail.com

Brasília

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ANIVERSÁRIO DO 'ESTADO'

Vitória da liberdade

É com grande alegria que celebramos o 4 de janeiro como um símbolo da luta permanente de todos nós por uma sociedade livre e, portanto, com liberdade de informar, criticar e se opor a qualquer movimento contrário a esses ideais. A simples existência de um veículo de comunicação como o Estadão ao longo de todos os dias desde 1875, mesmo nos momentos em que sua voz era tolhida ou compulsoriamente manietada, já é uma vitória da liberdade de expressão, pois cada exemplar nas bancas ou na residência dos assinantes é a expressão dos compromissos do passado e a certeza de que continuaremos a celebrar a cada dia uma nova edição e a vitória da liberdade. Receba da comunidade acadêmica da ESPM nosso entusiasmado abraço e os votos de que essa data seja comemorada sempre!

EMMANUEL PUBLIO DIAS, vice-presidente corporativo

epubliodiass@espm.br

São Paulo

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Razão para comemorar

Dia 4 todos os brasileiros tiveram uma forte razão para comemorar a defesa da liberdade de expressão, um dos pilares da democracia e da garantia dos direitos humanos fundamentais: o aniversário do Estado, Jornal da Tarde, Rádio Eldorado e Agência Estado. A combatividade do grupo para a prevalência desses preceitos se soma à prática de um jornalismo de excelência, pautado por ética, imparcialidade e respeito ao Brasil e seu povo. A indústria gráfica brasileira sente-se honrada em fazer parte da cadeia produtiva da comunicação impressa, ao lado de um jornal com a envergadura, importância nacional e internacional e a credibilidade do Estadão. Cumprimentamos os diretores, jornalistas e colaboradores de todo o grupo, referendando o alto significado de seu trabalho para que o brasileiro seja um povo mais informado, culto, consciente e, portanto, capaz de vencer os desafios do desenvolvimento.

FABIO ARRUDA MORTARA, presidente da Diretoria Executiva da Abigraf Nacional

fmortara@abigraf.org.br

São Paulo

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Parabéns

Tenho o maior orgulho e respeito pelo jornal que é desde tenra idade meu companheiro, quando só sabia ver os quadrinhos infantis. Parabéns pelo idôneo trabalho de informar com lisura. Longa vida, Estadão querido!

MARIA HELENA CAMPOS

mhelenabcampos@hotmail.com

São Paulo

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CORREÇÃO

Antonio Barbosa é diretor do HSBC, não do Santander (Ajustes no mercado de imóveis,1.º/1, A3).

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LOTEAMENTO ESCANDALOSO

Simplesmente 90% das verbas de prevenção de desastres migraram para o curral eleitoral do ministro Fernando Bezerra (PSB-PE). É nisso que dá o loteamento escandaloso dos ministérios: vidas são ceifadas sem a menor cerimônia, enquanto os premiados ministros praticam a politicagem provinciana e mesquinha. Eis aí o "Brasil para todos" desse governo inepto e irresponsável!

 

Rodrigo Borges de Campos Netto rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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DIFERENCIAÇÃO

"Não se pode discriminar Pernambuco por ser o Estado do ministro", mas muito menos um ministro pernambucano discriminar o Brasil.

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MINISTROS MALANDROS

A vergonhosa distribuição de verbas para melhorar os problemas causados pelas chuvas demonstra claramente que a presidente Dilma Rousseff não tem o menor controle sobre o que fazem seus comandados e se tem, endossa, a bem da malandragem governamental. De outro lado, fica evidente que os ministros não têm o menor medo da presidente e da Justiça. Roubam, desviam, se aproveitam de todas as maneiras sem a menor cerimônia.

Geraldo Siffert Junior geraldo.siffert@ig.com.br

Rio de Janeiro

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VERBAS PARA PERNAMBUCO

 

Soa como uma piada essa da presidente Criatura estar brava com seu ministro bezerra (em minúsculas mesmo) pelo fato dele aplicar 90 % das verbas do ministério em seu estado, Pernambuco. Pera ai! O povão a elegeu para o cargo a mando do  presidente Burla (ainda é)  porque ele garantiu que ela era uma gerentona super-eficiente e prova disso é que fiscalizou tão bem o PAC que no dito programa não ocorreu desvios de verbas ou atrasos de obras. Não é mesmo ?  Então, porque não  fiscalizou para que ralo escorreu o dinheiro federal ? Bem, tudo isso é coisa da nossa imprensa  que mente muito não é isso petralhas unidos ?

 

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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A FARRA CONTINUA

Por mais que acreditemos, por mais boa vontade que tenha um povo, quando vemos a corrupção jorrar como água na fonte, não há como não pensar em mudanças, principalmente quando um ministro que deveria dar assistências aos desastres naturais que ocorrem em várias Estados envia 90% dos recursos para seu Estado de origem.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CRIME

O ministro Fernando Bezerra Coelho cometeu o crime de danos e perdas além da morte de dezenas de cidadãos fluminenses por não destinar nenhum real para a prevenção de situações de risco para o Estado do Rio de Janeiro. Ele deve ser processado criminalmente por isso e indenizar do próprio bolso ou do caixa do PSB as vitimas  das enchentes do Estado fluminense.

Ronald Martins da Cunha ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DISCRIMINAÇÃO

Com razão o ministro Fernando Bezerra. Não se pode discriminar – positivamente – Pernambuco, por ser o Estado do ministro. Proclama o art. 4º, inciso V, da Constituição federal, o princípio da isonomia entre os Estados. Destinar 90% das verbas de uma rubrica orçamentária – anomalia que o ministro não contestou – a um determinado Estado desmerece maiores comentários.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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REGIÃO SERRANA

Mais  um ministro enganador. Dessa vez foi o da Integração Nacional, Fernando Bezerra. Ele  acaba de informar que do dinheiro que foi liberado para a recuperação das cidades de Teresópolis, Nova Friburgo, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto no Rio de Janeiro,  destruída pelas chuvas no ano de 2011, grande parte foi para Pernambuco  com o aval da presidente Dilma Rousseff. Nessas cidades da Região Serrana a  situação  continua a mesma desde janeiro de 2011. Nada mudou. É impossível que o governo do  Estado Rio e as prefeituras desconhecessem o rumo que tomou a grana destinada à recuperação das cidades. Chegamos a conclusão que eles são todos iguais, começando pela presidente da Republica. Verdadeiros caras de pau.

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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MINISTÉRIO

A presidente Dilma Rousseff está com a faca e o queijo na mão. Na prometida reforma do Ministério está a oportunidade para mudar o critério, de político para técnico e assim, reduzir o numero de ministérios, resultando numa economia que compensaria os milhões de reais desperdiçados.

José Erlichman  joserlichman@gmail.com

São Paulo

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ÁGUAS DE JANEIRO

Até quando as águas de janeiro, realidade da natureza, vão continuar infringindo a nossa gente – agravando com a incompetência e até malversação dos recursos públicos –, tais tragédias naturais.Urge que nós opinião pública ao lado do imprensa livre, pressionemos autoridades fiscalizadores e repressivas (Ministério Público, Tribunais de Contas, Polícias e Judiciário), no sentido de coibir tais comportamentos negativos, de parte dos gestores públicos no país.Só assim preveniremos e combateremos com eficácia os efeitos de tais fenômenos naturais entre nós.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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IRRESPONSABILIDADES

Atualmente, as inundações com as fortes chuvas de verão castigam impiedosamente os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro com mais intensidade que outros estados conhecidamente campeão das inundações, São Paulo. O que está acontecendo em Minas e no Rio é prova da irresponsabilidade dos seus governantes que não apresentam projetos técnicos que realmente venha acabar com as inundações. Gastam muito com obras que não alivia o sofrimento do seu povo.  As prova dessas más gestões governamentais é concreta e visível a quem quiser ver. São as enchentes. A cidade de São Paulo é um exemplo: desde 1950 os governos estadual e municipal já gastaram bilhões e mais bilhões de dólares nessa finalidade e nada resolveram; e pelo jeito, continuará assim. Vamos aguardar a vez de São Paulo com as chuvas de verão para comprovar novamente. E, veja que São Paulo é uma cidade com 750 metros acima do nível do mar, com a possibilidade de vazar o excesso na serra que faz divisa da cidade com a baixada santista.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

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AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ

O ministro Fernando Bezerra Coelho pode continuar suas férias, e o povo de Pernambuco repudiar a atitude desse mau brasileiro, pois amanhã alguém fará o mesmo com Pernambuco. Dilma, faça sua parte.

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

 

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BEZERRA NO BREJO

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), fez uso político de recursos públicos destinados ao combate e à prevenção de desastres naturais, priorizando Pernambuco, o seu estado de origem, com a destinação da quase totalidade desses recursos. Em decorrência da politicagem perpetrada por Bezerra, até agora quase duas dezenas de brasileiros morreram e outros milhares estão desabrigados por torrenciais chuvas, somente na Região Sudeste. Sendo assim, é hora de ir para a “lata de lixo” da história política brasileira mais um ministro do governo da presidente Dilma Rousseff, que, segundo declarou o seu defenestrado subordinado, sempre esteve ciente de todos os seus atos.

 

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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MACHOS E FÊMEAS

Bezerra, aqui nas bandas de Avanhandava (SP), não vale nada, comem muito e não produzem nada, já os machinhos valem um pouco mais.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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TROVOADAS

O ministro da Integração Regional foi totalmente parcial, direcionando verbas exclusivamente para Pernambuco, seu Estado de origem. Desprovido de critérios e conhecimento para exercer o cargo não contava com São Pedro trabalhando contra. A população do Rio de Janeiro e Minas Gerais esta submersa na lama das enchentes e com a verba zero para combate às enchentes. Enquanto isso Pernambuco, esbanjando recursos, continua sequinho! O ministro acabou sendo fumegado pelos raios que mudaram de direção. Fez me lembrar o nome  de uma mini série Ana Raio e Zé Trovão ou seria Ana Arraes e Bezerrão?

 

Mara Fonseca Chiarelli mara.chiarelli@ig.com.br

Mogi Guaçu

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QUEBRA GALHOS

E profundamente lamentável a atitude arbitraria do ministro da Integração Nacional direcionando 90% das verbas contra enchentes para o Pernambuco por ser seu Estado natal e o Governador do seu partido? Por atitudes impensadas e inconsequentes como esta e que regiões como o norte fluminense estão e vão continuar sofrendo pela falta de atitudes sérias e urgentes após tanto sofrimento? Mas no Brasil é tudo assim mesmo infelizmente só na base do jeitinho e do quebra galho? O que um irresponsável ministro como este ainda esta fazendo no governo? Nada ou para ser mais preciso media com o governador do seu estado? E os outros estados que sofrem tanto o que podem esperar? Mais sofrimento e claro, pois no Brasil nada se resolve tudo se transfere? Infelizmente.

Jani Baruki janibaruki@bol.com.br

Belo Horizonte

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UM ESTADO CONTRA OS OUTROS

Como se não bastasse à corrupção de grupos de indivíduos, contra o Estado, que no final, significa contra o povo. Agora aparece a corrupção de um Estado (Pernambuco), através da ação de um individuo (Fernando B. Coelho), contra o restante da União. Aliás, pratica comum na região, como demonstração de poder, lembranças das capitanias hereditárias. Já fez assim, o ex-ministro baiano ao fazer a mesma coisa, o ex-ministro maranhense ao repetir a conduta, o ainda ministro NegroMonte (do bode), o governador de Pernambuco ao emplacar a mãe em instituição, o governador do Ceará ao levar a sogra para passear na Europa à custa do povo e por aí vai. Gestão eficiente, zelo, probidade, necas, não existe, não se fala nisso, neste governo petista, não faz parte do dicionário deles, não existe este compromisso. Tudo que o povo indignado, não quer mais ver e ouvir, eles estão repetindo entra dia e sai dia, num esculacho só. Santa misericórdia, até quando, vamos assistir estas pessoas, jogar na lata do lixo, todo o esforço, de pelo menos 10 anos, da sociedade brasileira para colocar a economia do país nos eixos. Não foram eles, fomos nós, a sociedade, que fizemos isto, até quando vamos dar pérolas a porcos. Ainda dá tempo povo, acordai-vos e marchai-vos.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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A POLITICAGEM COM O DINHEIRO PÚBLICO

A descoberta de que 90% das verbas do Ministério da Integração Nacional destinadas ao combate a enchentes foram destinadas a Pernambuco, estado de militância política do ministro, e só 1,5% aplicados nos municípios da área de risco do resto do país, indica a necessidade de uma urgente revisão de procedimentos. Esses recursos cumpririam melhor sua finalidade se empregados no Rio, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e outras áreas onde hoje ocorrem mortes provocadas pelas ditas forças da natureza. Ainda vem que a presidenta mandou corrigir. Espera-se que o governo seja suficientemente forte para afastar a liberação de suas verbas – que são de todo o país - do preferencialismo político-eleitoreiro. Os ministros e demais dirigentes de órgãos federais têm de ser conscientizados da abrangência nacional de seus postos e a voltarem seus olhos para a magnitude dos problemas colocados sobre suas mesas, jamais para as próximas eleições.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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VERBA ANTIENCHENTE

Depois que o Estadão, sempre prestando serviços à Nação, denunciou que recursos do Ministério da Integração para combate a enchentes, na proporção de 90%, estavam sendo direcionados para o Estado de Pernambuco, origem do ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, para fins políticos, a presidente Dilma reagiu, ordenando que só depois da "adoção de critérios técnicos" é que a distribuição dos referidos recursos poderá ser feita. Parabéns, senhora presidente. Acabou a mamata do "Bezerra"!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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DILMA LÊ

Será que a presidente Dilma não tem gente atenta, ao seu lado para evitar que ocorram aberrações como essa da entrega de praticamente toda a verba nacional para prevenção de desastres naturais a um único estado, como foi feito pelo ministro Fernando Bezerra em favor do seu Pernambuco? O lado bom desse episódio é sabermos que, diferentemente de seu antecessor, Dilma lê jornais e reage. Determinou uma imediata intervenção nas verbas antienchente para evitar uso político. Ai de nós, se não houvesse uma imprensa independente, competente e atenta no Brasil!

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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IMPRENSA LIVRE

A pior das administrações são aquelas em que a desordem faz justificar o trabalho difícil do responsável. A "presidenta" mostra mais uma vez que necessita mais do que nunca da Imprensa livre para se inteirar das malfeitorias, de seus auxiliares, que acontecem ao seu lado. As verbas das enchentes que foram mal distribuídas por seu Ministro para fins eleitoreiros. Dilma funciona no escuro em relação aos atos de seus "sinistros". Haja faxina!

Leila E. Leitão

São Paulo

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A ROUSSEFF SEM MAKE-UP

As manchetes informam: Dilma intervém na Integração para conter uso político da verba contra enchentes. A pergunta é imediata: que gerentona é essa que precisa da imprensa para enxergar os dragões da corrupção e da malandragem acampados na sua sala?

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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CUSTO BRASIL: VIDAS

Quando o Ministro da Integração Nacional,  Fernando Bezerra , indicado ao governo do PT pelo governador  Eduardo Campos (PSB – PB),  coloca 90% da verba destinada à prevenção de acidentes em todo o país, somente em sua “área eleitoral” afim de garantir uma boa votação para a Prefeitura de Recife, está cometendo um crime.Desviou recursos para sua campanha. Neste caso, havia o conhecimento da Presidente Dilma que aprovou os investimentos mas que, entretanto, cortou 70% da verba de R$ 560 milhões destinada a todo o país.  Idêntico crime com cunho eleitoral foi cometido em 2010 pelo então Ministro Gedel Vieira Lima que desviou 50% das verbas ao seu estado, Bahia,  governada pelo PT, durante o período Lula. Não quer dizer que essas verbas salvariam as vidas e propriedades perdidas  em Minas Gerais e no Rio de Janeiro onde ocorreram catástrofes ultimamente. No entanto, ainda há pessoas morando em abrigos desde fins de 2009 no Rio, por conta da falta e desvios de recursos que, mais de um ano depois, o governador Sergio Cabral se propõe a começar a remediar. Quando se fala em custo Brasil referimo-nos à visão econômica, somente. Não nos lembramos dos custos materiais e principalmente, em vidas humanas, provocados pela  insensibilidade de governantes que só pensam em política e poder, como os aqui citados.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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O PROFETA

Fernando Bezerra Coelho (PSB), pernambucano, ministro de plantão da Integração Nacional, candidato a prefeito de Recife e "profeta", prevendo um dilúvio em sua cidade natal transferiu toda verba da pasta para a Veneza Brasileira. Mas já deixou bem claro. Quando as águas baixarem, no dia da eleição, os sobreviventes deverão desembarcar da Arca no monte dos Guararapes e dirigirem-se imediatamente às suas sessões eleitorais.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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O GOVERNADOR REVELAÇÃO E SEU MINISTRO

Quando se é sincero, e principalmente para não ser tomado por bobo ou vaquinha de presépio, não se pede (ou não se deve pedir) desculpas a quem quer que seja.  Por isso mesmo, não me desculpo perante o ministro da Integração Nacional, o pernambucano Fernando Bezerra Coelho, ao devolver-lhe, em réplica, a tamanha besteira que lhe saiu aos berros da bocarra ("Não se pode discriminar Pernambuco por ser o Estado do Ministro", sic) porque, na verdade, o que não se pode – e nem se deve – é discriminar o Brasil para destinar a Pernambuco cerca de 90% das verbas totais do seu ministério, em detrimento de toda a nação que fica agora, mal começado o período das águas, dependente de apenas 10% das verbas anteriormente alocadas.    Fora com ele, que também é da malta, presidente Dilma, e mostre assim que V.Excia. não é.  Quanto ao governador "revelação" Eduardo Campos (PSB-PE), convém que ele se lembre, sempre, do brocardo: "diga-me com quem andas que eu te direi quem és"! A esta altura não fica bem o governador dizer que não aceita a decisão do Planalto de intervir naquela pasta e, não bastasse isso, cobrar apoio ao "seu" ministro falastrão. Para mim, o governador de Pernambuco e o seu PSB saem desse triste episódio completamente chamuscados. O outro protagonista, então, "já passou do ponto e... se queimou"!

 

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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POUCO CASO

É profundamente lamentável ver a atitude dos nossos governantes que fazem pouco caso das tragédias brasileiras, principalmente sobre enchentes.  É incrível que um governador, no caso o do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, fazer o possível e o impossível para liberar recursos para a Copa do Mundo de futebol e não mover uma palha para liberar recursos para as pessoas que moram em áreas de risco. Pelo que vi no Jornal Nacional, existia a verba, mas nenhum centavo foi utilizado. Vergonha maior ainda é o caso do ministro que privilegia projetos no seu Estado, no caso Pernambuco. Onde já se viu gastar mundos e fundo em um evento esportivo e nada ou muito pouco quando se trata de eventos que não trazem aos governantes as luzes dos holofotes? Mais uma vez vou dizer: eu tenho VERGONHA de ser brasileiro.

 

Marco Antônio Gonçalves Motta marcoantonio33@hotmail.com

São Paulo

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CHILIQUE DE BEZERRA

Até quando a Sra. Dilma Rousseff permitirá que sua autoridade continue sendo questionada, como tem sido feito por alguns de seus ministros e alguns partidos da base aliada? A quebra de hierarquia, o desrespeito à autoridade presidencial, tem que ser punidos exemplarmente. É insegurança, medo, existe algo de que não se tem conhecimento que impeça tomadas de decisões mais

firmes e rápidas? A continuar esses arroubos de políticos e seus partidos, as coisas só tendem a piorar e a Presidente passe a ser

vista como dócil, fraca, sujeita à manipulação dos mais espertos. Urge uma tomada de atitude que os deixe boquiabertos e assustados daqui para a frente. Vamos lá, senhora presidente, faça jus ao cargo para o qual foi eleita.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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CHUVAS E DESMANDOS

O ministro da Integração da era lulupetista, Geddel, carriou 90% das verbas de seu ministério para a Bahia. Agora um Pernambucano não deixa por menos, é modelo desta era de governo, 90% para seu reduto eleitoral, Pernambuco, é muita cara de pau e de seriedade! Aliás, isso é uma bagunça generalizada, sem fiscalizações e respeito ao contribuinte. Este atual ministro talvez saia nas próximas eleições como governador de seu Estado beneficiado e ainda nega veementemente. Assim fica muito esquisito! E como se recuperam os mineiros e cariocas  castigados constantemente pelas chuvas? Só se nomearem um novo ministro daqueles Estados, senão jamais voltarão à normalidade. Isso demonstra mais um caso de desgoverno, e o pior, o Congresso, que teria comando para fiscalizar e distribuir corretamente as verbas, faz vistas grossas e nada faz, como sempre, a não ser aumentar seus auxiliares, seus salários e coisas afins, diminuir o tempo de suas aposentadorias precoces, bem como auxílio saúde indeterminado a si e sua clã. Onde vamos parar com tantas chuvas e tantos desmandos?

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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CHUVAS, ENCHENTES E INUNDAÇÕES

A ocupação desordenada de áreas ribeirinhas, a construção ilegal de imóveis urbanos e rurais, somadas a má qualidade das obras públicas, potencializam os danos matérias, recorrentes, causados pelas chuvas torrenciais de todo verão em nosso país.

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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ESCOLHAS POLÍTICAS

O episódio envolvendo o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, acerca das verbas destinadas a Pernambuco é mais um exemplo de que as escolhas para cargos importantes não deveriam ser políticas, e sim por mérito. Ocorre que na classe política dificilmente será encontrado um cidadão que tenha perfil ético aliado à competência.  Atualmente, o que se vê com frequência é um apetite para a corrupção.  É inadmissível que uma presidente precise dizer a seus ministros que observem os critérios técnicos na distribuição de recursos, pior ainda quando o ministro vem a público e diz que o fato era do conhecimento da presidente Dilma. A reforma ministerial virá com que finalidade? Trocar as peças de lugar? Dona Dilma, chegamos em 2012, faça escolhas das quais a senhora não se envergonhará.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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DE BICICLETA

Como os maus exemplos das nossas "autoridades", no caso dos ministros de governo, repercutem em toda opinião pública. Foi detido um traficante entregador de "drogas" de bicicleta, já que com a nova lei da impunidade (12.403) quase ninguém fica preso, na qual havia uma placa com a seguinte frase: "malandro que é malandro não pára, só dá um tempo". O que nos aguçou a curiosidade de saber o que aconteceu com os seis ministros envolvidos em "roubalheiras" e corrupções no atual desgoverno, para surpresa apenas um deles, o ex-ministro da agricultura responde inquérito junto a Polícia Federal, para os outros cinco nem vão precisar "dar algum tempo", não aconteceu e não vai acontecer nada, afinal por essas e por outras estamos no Brasil do PT, "país rico é país sem pobreza". Para o primeiro ano de desgoverno sete ministros foram substituídos, mais duas "troca troca", três estão sendo investigados e, está prevista a saída do ministro da educação para troca com o ministro da ciência e tecnologia, que deverá receber um novo ministro, o total já chegará a quatorze ministros, ainda bem que faltam mais três anos de mandato, vai sobrar tempo para acertar os outros vinte cinco ou vinte seis ministros que restarão, que tal reduzir o número de ministérios? Que herança maldita o ex-presidente deixou ao povo brasileiro. Presidente Dª Dilma, como não acontece nada mesmo, o que será melhor... Dar um tempo para troca dos "malandros", deixar como está ou mandá-los "passear" de bicicleta? Chegou a hora de resolver, ano novo, ministério novo!

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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A FIANÇA MALDITA

A justiça fixou em R$ 20 mil a fiança do envolvido em acidente que matou a senhora Lilian Maria dos Santos, que carregava em seu ventre uma vida, também ceifada. O juiz Alexandre da Cunha Filho destacou em sua decisão que é "extremamente reprovável" a conduta de Carlos Alberto de Souza Dias Fiore, motorista envolvido na tragédia, que consumiu álcool e cocaína antes de pegar seu veículo. Extremamente reprovável Meritíssimo é a complacência de nossa justiça para com estes assassinos. Em termos gerais, estas fianças estipuladas a esmo equivalem a dizer aos familiares: Ele matou, mas achamos que R$ 20 mil é um valor justo que serve de pagamento da estadia dele em nossas dependências até que o advogado logre êxito em seu habeas corpus e ele retorne são e salvo para casa.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

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PISTOLA DE CHOQUE

Esta semana vimos cenas mostrando a grande dificuldade enfrentada pela Polícia Militar, tendo que travar uma luta corporal com usuários, traficantes de drogas na região da Cracolândia para algemá-los. É inexplicável a utilização da força para esta finalidade, pois além de não ser uma atitude ideal, pode vir a causar danos maiores desnecessariamente. Uma vez que existe e está comprovada sua eficiência a "pistola de choque" que imobiliza por alguns segundos o meliante sem lhe causar nenhum dano à saúde. Comprovado cientificamente.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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CRÍTICA VAZIA

Somente criticar as ações governamentais sem apresentar soluções como fazem os psiquiatras Dr. Marcelo Ribeiro e o Dr. Feliz Kessler (C1, 5/1/2012) não condiz com o cargo que ocupam. As críticas devem sempre vir acompanhadas de soluções ou alternativas, objetivas e eficazes. A demagogia barata, não deveria servir de exemplo.

Hideo Matsuoka hideo.matsuoka@hotmail.com

Paranavai (PR)

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ENFIM!

Enfim alguma autoridade está fazendo alguma coisa com a Cracolândia, esta região que é um verdadeiro tapa na cara da sociedade civil, também precisamos evitar que o crack chegue até nossos jovens antes de sequer formarmos uma Cracolândia.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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O FOCO SOBRE A CRIMINALIDADE ESTÁ CORRETO?

 

Há anos o tratamento dado pela imprensa às ações policiais me parece não estar muito correto. Nesta manhã, por exemplo, ouvindo um repórter de uma rádio de primeira linha relatando a ação policial que culminou na interrupção de um seqüestro relâmpago e em tiroteio com a morte de um criminoso, fiquei chocado em ouvir a insistência do repórter em dizer que a arma do ladrão não havia sido encontrada. Na ação havia 3 ou 4 criminosos que tinham em seu poder um refém, o qual conseguiu ser liberado, e no tiroteio que houve, um criminosos foi morto e outro foi preso, enquanto os demais se evadiram. Em lugar de enaltecer o fato de que um crime foi interrompido, o qual poderia ter conseqüências mais graves, como um latrocínio, a preocupação do repórter era a de questionar se a polícia agiu corretamente reagindo ou iniciando um tiroteio, ou algo assim. Há alguns anos, os principais jornais de São Paulo publicaram longas reportagens com fotos de grande tamanho sobre uma ação de dois policiais que abordaram dois menores nos baixos de um dos viadutos da Avenida Sumaré. Os policiais sacaram suas armas, porém, em nenhum momento, como comprovam as diversas fotos feitas apontaram para os meninos, foi um ato preventivo e de defesa. As reportagens, no entanto, "massacraram" os policiais por essa atitude. Talvez os jornais preferissem que esses policiais, chefes de família, fossem mortos pelos meninos. Pois bem, no fim de semana seguinte a esse fato, estava almoçando na casa de um amigo, que era à época comandante de um Batalhão da PM, quando ele pediu licença para se retirar pois precisava comparecer ao velório de dois soldados que haviam sido mortos em tiroteios com bandidos. Curioso, procurei em vários jornais nos dias seguintes para ver as notícias a respeito e, em apenas um deles, havia uma notícia, de uma coluna e poucas linhas, citando que dois policiais foram mortos em tiroteio. Balas perdidas, para a imprensa, são sempre da polícia. É verdade que devido às restrições orçamentárias dificilmente os policiais voltam aos estandes de tiro para prática, depois de concluídos os cursos de formação, ao contrário do que ocorre com as melhores polícias do mundo. No entanto, daí fazer uma colocação genérica e constante de que as balas perdidas sempre vêm da polícia, parece uma campanha armada. De forma muito rara são feitas reportagens sobre as famílias de policiais vitimados em ação. Viúvas e órfãos ou mesmo policiais paraplégicos que foram vitimados e vivem em condições precárias. Nosso país, pelas estatísticas recentes, é tristemente líder no número absoluto de homicídios no mundo. Temos mais mortes por homicídio do que os países que estão em guerra declarada, ou em estado de revoltas ou vítimas de conflitos internos. Nada se faz para interromper essa escalada tão violenta, ao contrário, cada vez mais se dão privilégios aos criminosos. Como uma rádio de São Paulo tem divulgado, temos a pena de morte no Brasil. Sim, aplicada pelos criminosos, os quais têm liberdade e, quando presos, rapidamente são liberados, aproveitando-se os institutos da legislação que são feitos para preservar os direitos dos cidadãos, mas muito mais dos cidadãos honestos. Sob o pretexto de criminosos primários, são liberados indivíduos que têm dezenas de processos em andamento, e continuam praticando crimes. Um delegado no Rio de Janeiro definiu muito bem a situação quando dava uma entrevista sobre bicheiros que prendeu por várias vezes e eram liberados por seus advogados, pouco depois de adentrarem na delegacia. Disse que a sociedade tem que se definir, enquanto trata delitos como crime ou contravenções, por outro lado gera legislação que impede a punição adequada dos mesmos.

 

Edison Roberto Morais ermorais@uol.com.br

São Paulo

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IMPLOSÃO EM SÃO PAULO

Perguntar não ofende: com relação à implosão fajuta ocorrida em São Paulo no último fim de semana (aquela a qual o prefeito Gilberto Kassab atribui "nota 10"), que manteve praticamente em pé o edifício que deveria ter demolido, a Prefeitura de São Paulo não deveria exigir da empresa responsável pelo serviço que este seja refeito? Afinal, qualquer cidadão sabe que ao contratar um serviço, este normalmente prevê garantia da sua qualidade ou, então, o dinheiro de volta. E no caso da implosão, o dinheiro dos contribuintes será devolvido aos cofres públicos?

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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ERA DA INCOMPETÊNCIA

O prefeito Gilberto Kassab criou um partido, não conseguiu implodir um prédio que já estava caindo, foram gastos quase R$ 4 milhões com a incompetência dele, mas está explodindo com a vida dos funcionários administrativos, operacionais, aposentados e pensionistas sem reajuste  de salário a mas de dez anos.

Severino Neves Batista Filho bat.filho@hotmail.com

São Paulo

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CORONÉ

Kassab é como suas obras na Prefeitura, porcas e inacabadas, e está se tornando um "guru" de partido, como foram Vargas, Brizola e Lula. Um conselho para Kassab é se tornar "prefeito em alguma capital do nordeste", se quiser alçar voos mais altos, como conseguiu Lula. Acontece que Lula é nordestino e pode contar com os "cumpanheiros" no sudeste, Kassab não tem essa "cumpanheirada". Não menosprezo nossos irmão do Nordeste, menosprezo sua subserviência coronelista, desde a era colonial, por isso o conselho a Kassab, se quiser ser um coronel do poder, tem que antes que ser um "coroné do pudê"! Lula teve a sorte de o ser por nascença. Foi assim que modernamente, Sarney e Collor chegaram lá.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CPTM

Acabo de ler o bom editorial do Estadão (4/1, A3), que faz justiça aos avanços da CPTM. Tendo costume de escrever em blogs de transportes públicos coletivos, entendo ser questão crucial para a RMSP. O Estadão tem feito a sua parte, com bons textos e acompanhamento atencioso da questão. Pontos que dificilmente vejo abordados em profundidade, que seriam de grande importância e interesse: - Criar um Meio de Pagamento realmente Único para transportes públicos coletivos da RMSP e extinguir pagamento em espécie dentro dos veículos. - Pesquisas/entrevistas sobre onde estão as maiores prioridades para metroferroviários e corredores de ônibus. Já que a PO/D (origem-destino) do governo seria muito lenta, um bocado imprecisa e não tão abrangente (aos 39 municípios da RMSP). - Porque rotas de demanda reprimida enorme, como Robert Kennedy/M´Boi Mirim e Cotia/Raposo Tavares/Embú nunca entram nos planos concretos. - Porque o corredor da Marginal do Tietê e o Cebolão são tão pouco considerados nas rotas metroferroviárias existentes e projetadas. Como engenheiro, meu interesse também é profissional (migrar de telecom para transportes/ferrovias), mas sem nunca esquecer a consciência cidadã e a paixão por São Paulo, minha cidade natal. Hoje moro em Cotia e sempre trabalhei em São Paulo.

Luiz A G Vilela luiz.vilela@uol.com.br

Cotia

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‘O BELO SEGUNDO O DUO CAMPANA’

Gostaria de parabenizar o Estado pelo texto escrito pelo Olívio Tavares de Araújo, sobre a exposição dos Irmãos Campana, publicado em 28/12/2011. Há quanto tempo eu não lia uma crítica de uma exposição. Reli uma segunda vez para ter certeza, pois hoje em dia, não temos mais criticas de arte e todas as exposições são fantásticas! Parabéns a todos!

Sergio Scaff sergioscaff@gmail.com

São Paulo

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‘VELHO OU NOVO, OUTRO ANO DA TARTARUGA’

O economista Roberto Macedo, à vista de seu artigo de ontem (A2), ainda não entendeu que o aumento do salário mínimo em níveis melhores do que no governo do PSDB e anteriores, é um dos motores da grande virada que levou para a classe média milhões de brasileiros antes miseráveis. O passo de tartaruga do PIB levou o Brasil rapidamente à sexta maior economia do planeta, coisa que também ele faz questão de fingir que não viu.

Antonio do Vale adevale@uol.com.br

São Paulo

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INDIGNAÇÃO

Li com indignação a notícia do jornalista Lucas de Abreu Maia assinada na reportagem de 2/1/2012 publicada pela Agência Estado, que tem como título Afagos de Alckmin a servidores fazem folha crescer 1,5%. Esta apresenta uma visão errônea, altamente tendenciosa de um assunto de extrema importância que não deve ser abordado de forma distorcida e tão generalizada e preconceituosa. Seria recomendável que este senhor jornalista, bastante desinformado ao meu ver, tenha mais cuidado ao escrever suas notícias, informando e mostrando a real situação que se encontram os funcionários públicos do estado de São Paulo e aqui especificamente o da carreira de Pesquisador Científico e de Apoio. A notícia deveria mostrar todos os lados da questão e não somente o que interessa ao Sr. Governador.

 

Paula Gênova paula@pesca.sp.gov.br

São Paulo

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‘AFAGOS’

Sobre a matéria do dia 30/12/2011, "afagos" aos servidores, acredita mesmo o Sr. Lucas de Abreu Maia que o Governo do Estado de SP importa-se com o funcionalismo para dedicar-lhe "afagos" e "bondade"? Por acaso tem conhecimento de que os Pesquisadores Científicos das Instituições de Pesquisa do estado não recebem sequer a reposição salarial desde 2007? Todos os trabalhadores têm seus direitos cumpridos por seus empregadores, exceto quando o empregador é o Estado de São Paulo, que sequer cumpre a legislação da data-base nem Lei Complementar editada em 1993. Política salarial também não existe no governo PSDB há anos. O que conseguimos a muito custo e após rompimento da palavra empenhada por parte do governo foram ínfimos 20% a partir de novembro de 2011, sob alegação de reposição de perdas salariais desde 2007, e que nem foi publicado ainda como Lei Complementar. Se feitas as contas dá para falar em "bondade" do governo? A responsabilidade do jornalismo deveria ser a de divulgar à população informações corretas e concretas, e não baseadas em discursos. E o jornal deveria divulgar nossa indignação não somente no jornal eletrônico, mas também impresso!

Lígia Ettori lcettori@yahoo.com.br

São Paulo

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AFAGO DE QUEM PARA QUEM?

Caro jornalista Lucas de Abreu Maia, gostaria que ficasse mais claro em sua reportagem do dia 30/12/2011 quem está fazendo afagos em quem. Ao que nos parece é o Nosso excelentíssimo Governador quem está recebendo afagos de sua parte, por ter a intenção de conceder reajuste salarial aos seus mais de 900 mil servidores estaduais. Esta reposição ou reajuste salarial não pode ser confundida com aumento uma vez que nós estamos sem correção de vencimentos desde 2007, como bem lembrado pela sua colocação, desde o 1º ano do governo de José Serra. Somos Funcionários Públicos Estaduais sim, com muito orgulho, pois apesar de sermos esquecidos por anos sem reajuste, correção, dissídio, ou qualquer outro nome, trabalhamos em uma máquina maior que presta serviços essenciais à sociedade, em nosso caso particular serviços de melhorias na saúde. Só para lembrar, muitas outras classes de funcionários públicos que representam grande importância para a sociedade (por exemplo: saúde direta, educação e segurança) também devem ter salários dignos e carreira condizente. Sentimos orgulho também por não participar de uma classe de funcionários públicos que controla seus próprios aumentos salariais, já exorbitantes, como Deputados, Vereadores, Secretários, Prefeitos, Sub-prefeitos, etc, sem considerar o devido respeito ao próximo. Não queremos ser comparados com eles. Queremos apenas ser tratados com o respeito que merecemos, por termos estudado muito, prestado concursos para ingressarmos e crescermos na carreira publica, e sermos reconhecidos por sermos profissionais qualificados. Gostaríamos de perguntar ainda se o salário da iniciativa privada, como os de jornalistas por exemplo, ainda é o mesmo que em 2007. Enfim, para esclarecer mais um ponto, o “afago” a que o Sr. se refere, ainda não foi concretizado pelo nosso Excelentíssimo Governador, pois ainda nada foi assinado.

Patricia Bianca Clissa clissapb@butantan.gov.br

Osasco

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DANIEL PIZA

Ainda estou aturdida com a morte de Daniel Piza.  Eu amava e colecionava seus textos.  Vou sentir muita falta, assim como muitos outros leitores.  Estamos órfãos. Espero que o blog seja mantido como uma homenagem a ele. Tantas preciosidades não podem simplesmente se perder. Ainda me surpreende o fato de uma pessoa tão jovem, que presumivelmente se cuida e se alimenta bem, morrer repentinamente de AVC. Fica aqui o pedido de uma série de reportagens sobre AVC e outras causas de morte súbita, possíveis causas e prevenção. Uma pergunta final: ele não merece um instituto cultural em seu nome, para dar continuidade à sua bela obra?

Eurídice Sacramento Mariani sacramentomariani@gmail.com

São Paulo

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DANIEL PIZA

Condolências ao jornal e à família pelo passamento do brilhante jornalista e intelectual.

Aldo Mattos aldo@aldomattos.com

São Paulo

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MARCOS

O goleiro do Palmeiras decidiu terminar a sua brilhante e vencedora carreira. Mas não foi apenas nos campos de futebol, que Marcos foi um vencedor. Não sou torcedor do Palmeiras nem tampouco o conheço pessoalmente, mas o seu comportamento simples e simpático em frente as câmeras,assim como sua postura sincera nas emblemáticas e polêmicas entrevistas aos finais dos jogos,cativaram milhares de simpatizantes de outros clubes e o tornaram em um personagem único nos últimos tempos.Basta comprovar diante dos garotos,independente do time que torçam,o enorme legado deixado por ele,que resume e exemplifica muito bem toda a sua carreira.Marcos encerra suas atividades profissionais, atingindo um status  que pouquíssimos atletas alcançaram de maneira tão natural: o de um ídolo de todas as torcidas. A partir do momento que deixa os gramados, Marcos entra automaticamente para as páginas mais ricas da história do nosso futebol.

 

Filipe Luiz Ribeiro Sousa filipelrsousa@yahoo.com.br

São Carlos

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