Fórum dos Leitores

'BRASIGUAIOS'

O Estado de S.Paulo

09 Fevereiro 2012 | 03h10

Governo pusilânime

O governo brasileiro sempre demonstrou covardia quando, atacado pelos vizinhos "nacionalistas oportunistas" movidos pela vetusta retórica do imperialismo, eles expropriaram bens provenientes de empreendimentos de empresas brasileiras, estatais ou não. Não é diferente agora, diante do que vem acontecendo ultimamente com os brasileiros que emigraram para o Paraguai, trabalhadores devotados que levaram tecnologia moderna à agricultura - e o resultado reflete até no aumento do PIB paraguaio. E os líderes brasileiros fecham os olhos ante a atitude do amigo presidente Fernando Lugo, deixando à deriva os "brasiguaios", cuja valente conduta deveria inspirar o comportamento do nosso pusilânime governo. Fora os desmandos e os eufemísticos malfeitos, esse é mais um motivo de vergonha.

CARLOS FERNANDO BRAGA

cafebraga@yahoo.com.br

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO

Ágio

O sindicalismo petista estatista vai passando recibo de incompetência e deixa empreendimentos para quem sabe fazer. Se leiloar o PAC, vai dar ágio maior do que os aeroportos.

LUIZ HENRIQUE PENCHIARI

lpenchiari@gmail.com

Vinhedo

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Leilão dos aeroportos

As enormes diferenças entre os preços mínimos estabelecidos e os lances feitos pelas empresas que competiram no leilão de segunda-feira devem ser extremamente preocupantes para nós, brasileiros, principalmente para os que usam com frequência o transporte aéreo. Está bastante claro, para quem analisa as propostas dos participantes do leilão, que as projeções de crescimento do número de usuários e das respectivas taxas de embarque devem ter sido demasiado elevadas - possivelmente baseadas nas estatísticas dos últimos anos - ou a taxa interna de retorno utilizada nos cálculos não deve ter sido a adequada para esse tipo de atividade. Assim, tenho grande preocupação quanto à efetivação dos projetos de ampliação dos Aeroportos de Viracopos, de Brasília e, principalmente, de Guarulhos. Receio que, para a geração dos lucros e dos fluxos de caixa componentes dos projetos, as necessárias obras e adaptações não sejam efetuadas no devido tempo e, ainda para piorar, as taxas de embarque cobradas dos passageiros sejam elevadas de maneira absurda. Sou de opinião que as empresas vencedoras devem ser questionadas a respeito das projeções efetuadas e que devem ser estabelecidas sérias punições para elas no momento em que ocorrer algum descumprimento das cláusulas dos contratos de privatização que serão assinados.

PAULO JOSÉ C. DE ALBUQUERQUE, economista

pjcalbuquerque@uol.com.br

São Paulo

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Os fins e os meios

Interessante como o poder muda certas pessoas. O partido da presidente Dilma sempre foi radicalmente contra privatizações: "Estão vendendo patrimônio do trabalhador". E agora faz uma grande privatização! Isso pela pressão ante a necessidade de conclusão de obras de grande peso popular em tempo hábil. Então, os fins justificam os meios: vamos fazer o que éramos contra, pois podemos ter prejuízo em nossa imagem. Afinal, trata-se de Copa do Mundo, o esporte das multidões, muitos votos podem ser perdidos. Assim é a ambição pelo poder, que seduz, entorpece, faz rasgar princípios... Idealistas? Os radicais do PT agora o que dizem?

LUIZ EDUARDO ANDRADE

eduriodocampo@gmail.com

Rio do Campo (SC)

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Diferenças

É claro que as privatizações do PT são diferentes e só visam a defender os interesses da população mais pobre e sofrida. E viva a companheira Thatcher!

DANIEL DAYAN

dayan@danieldayan.com.br

São Paulo

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Sinais de fumaça

Se o presidente Fernando Henrique Cardoso não tivesse privatizado a Telebrás em 1998, hoje estaríamos usando orelhões com aquelas indefectíveis fichas de lata e enviando sinais de fumaça, em vez de usar a internet. Valha-me Deus!

JOSÉ EDUARDO VICTOR

je.victor@estadao.com.br

Jaú

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GREVE DA PM

Comparações

É evidente que não concordo com a forma de que os PMs da Bahia se estão valendo para reivindicar melhores salários. No entanto, imagino a revolta ao saberem que um policial do Senado recebe salário de R$ 15 mil, sem contar as outras gratificações, para, de terno e gravata, em ambiente refrigerado, eventualmente "espantar", na base do choque elétrico, algum cidadão mais afoito que tente manifestar-se contra a bandalheira corrente no País. Correr atrás de bandido? Nem pensar!

FREDERICO FONTOURA LEINZ

fleinz@terra.com.br

São Paulo

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Só ele é esperto...

Jaques Wagner parece habitar outro planeta. Sua visão de ação "inaceitável" não supera os 30% de aumento salarial reivindicado pelos mal pagos policiais baianos. Não vê que o aumento da criminalidade se dá exatamente porque policiais cansados de ouvir promessas não cumpridas reivindicam um pouco de dignidade "aceitável" para suas famílias e para o povo que elegeu o sr. Wagner. E este não é capaz de prever o desfecho de todo o imbróglio: artesãos sem clientes, turismo desfalcado, hotéis com cancelamento de reservas, turistas sem segurança mínima, como todos os que dependem dela (menos o governador, que já tem segurança até de ministro apoiando suas decisões) para sobreviver neste país de políticos irresponsáveis. Isso, sim, inaceitável! Mas parece que segurança pública não é preocupação de ninguém: o modo de tratar a própria segurança nacional, pelas aquisições que se fazem para as Forças Armadas, e o carinho em facilitar a vida dos nossos muy amigos hermanos nos deixam ver o que parece "aceitável" para o (des)governo atual.

JOSÉ JORGE RIBEIRO DA SILVA

jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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Bahia...

Que o Senhor do Bonfim e os orixás abençoem e protejam a Bahia, que é de todos os santos, mas virou "terra de ninguém". Axé!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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NOVE ANOS FRAUDANDO

Antes de o PT assumir o poder central, a imprensa divulgava casos de corrupção como eventos isolados. Do lulismo até a Dilma, no entanto, tudo mudou para pior! Ou seja, as manchetes do noticiário, e com muita razão, refletem este horrível cenário como se houvesse uma epidemia (e existe...)! Reparem na chamada do Estadão (7/2/2012) com relação a mais um caso tenebroso de roubalheira por camaradas do Planalto: Foco de fraudes, convênios da pasta do Turismo desviaram R$ 56 milhões. E, como mais um exemplo de desfaçatez nestes ministérios de Dilma: este foco, que poder ser alcunhado de peste, endemia ou até surto, os picaretas de plantão compraram mochilas que seriam destinados a alunos da rede pública, por preço superfaturado! Ou seja, de um valor unitário que custa no mercado R$ 5,76, pagaram R$ 80 cada, e ainda por sacolas de poliéster... E é dentro destas mochilas que nós, brasileiros otários, nos escondemos silenciosamente, misturados com os lamaçais do mensalão, das obras superfaturadas do Pan, do PAC, do Minha Casa Minha Vida, certamente da Copa, da Olimpíada e dos desvios milionários das ONGs fantasmas, etc., alimentadas pelo petismo. Esse é o preço que pagamos por elegermos dirigentes para este país que utilizam somente propaganda rasteira, aproveitando o sono profundo da oposição.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PROVEITO

R$ 56 milhões foram para o ralo na pasta do Turismo. Não é bom viajar de primeira classe com dinheiro público?

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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O SAMBA DOS MINISTÉRIOS

Se gritar “pega ladrão”, não fica um...

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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GOVERNO PODRE

Decapitaram o picareta do Ministério da Cidade e nomearam outro que, levando-se em conta a sua capivara, seria melhor ter permanecido no cargo o anterior. Isso deixa claro como é difícil, quase impossível, encontrar na base alugada do governo, alguém com ficha limpa. Eu, em um gesto de cidadania, poderia indicar para dona Dilma alguns nomes de pessoas honestas que conheço, não sei se eles iriam aceitar trabalhar no meio de tanta podridão.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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CONSULTA

No momento atual, a imprensa é o melhor veículo de informação de que os brasileiros dispõem para se manter informado, sobre os acontecimentos em Brasília. Com o esquema atual de governo de coalizão, já se tornou rotina a troca de ministros, como agora na nomeação do novo ministro das cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP) que logo de início é alvo de acusações pela sua "ficha malcheirosa". O melhor caminho, para não correr o risco de escolher um candidato desqualificado, é a assessoria da presidente Dilma Rousseff consultar a imprensa bem antes da nomeação. Não é uma boa ideia?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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O CORRUPTO É PARTE DO POVO

Espero que tenham a paciência de ler! É interessante a forma que se aborda o tema da corrupção. Numa reflexão bem apurada, conclui o quanto somos corruptos. Alguns dirão, "eu não sou corrupto", e na primeira blitz policial de uma rodovia, sendo flagrado com um problema qualquer, seja de documentação ou com os acessórios do veículo,  já pensa o que fazer para subornar o guarda rodoviário; na fila que gostamos de furar, no carteiraço que gostamos de usar, no troco que nos foi dado a maior e pensamos: "que se dane, essa empresa fatura muito". No imposto que o empresário sonega e se rotula de "homem de bem". No imposto que se apura e que não se recolhe por que um funcionário público, com cargo, dá um jeitinho e quebra o valor a ser recolhido; o empregado que rouba ou sabota a empresa e sai falando que é perseguido (e a imprensa costuma apoiar o mais "fraco" mais para fazer uma média do que por uma análise real dos fatos). E por ai vai!! No final todos posam de honesto. Eu costumo falar com as pessoas que convivem comigo que na classificação de honesto deveria existir o "meio-honesto", que é o que, de fato, todos nós somos. Vamos falar de pessoas que a imprensa costuma rotular de "gente boa": Uma pessoa por que é pobre materialmente é classificada de humilde, quando na verdade quer comer, ou não comer, mortadela e arrotar peru; Um guia espiritual, seja de qualquer religião, posa de "santo" e, logo em seguida, se descobre que se trata de um pedófilo. Todas essas pessoas integram um povo, seja aqui no Brasil ou em outro país, e todos os dias cometem algum tipo de falcatrua. Imagine uma dessas pessoas com poder na mão, seja com um cargo público ou como um parlamentar. Você diz que você não é assim? Reflita os momentos do seu dia, seus pensamentos e pequenos atos. Ah! são pequenos?! A corrupção para ser extirpada tem que ser trabalhada no cerne das pessoas. A campanha da Estadão-ESPN, se realmente for séria deve mostrar uma pessoa vivenciando o dia as situações citadas e ascendendo ao poder, seja como político ou com um cargo público. A campanha deve levar as pessoas a se identificar com o corrupto e levá-la a perceber que não existe um santo no seio da sociedade. Dessa forma, ela perceberá que no dia a dia ela não é diferente do corrupto, seja em maior ou menor grau. E não adianta bancar o fariseu da velha parábola do "O Fariseu e o Publicano"! Em resumo, temos que trabalhar o "ser humano" e, como consequência a corrupção vai diminuir, e muito!

 

Jonas Lima jlima06@hotmail.com

São Paulo

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LEITORES

Acompanho as manifestações dos leitores do Estadão e fico indagando de só existirem críticos ao PT e ao governo Dilma. Já passa da hora de os diletos leitores aproveitarem melhor o espaço para criticas produtivas e até elogiar algo de bom no atual governo. É no mínimo estranho que um dos maiores jornais do país dedique diariamente uma coluna para os leitores difamarem indistintamente a classe política.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

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OPOSIÇÃO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso certamente fez seu papel na coluna Crer e preservar de domingo (5/2, A2). Focado na causa raiz do aparente silêncio da oposição que é a falta de uma causa que a identifique com a população. Entendo que a política é a única linguagem que nos separa dos bárbaros e dos ditadores e acredito que somente a política pode nos salvar das nossas contradições, mas acrescento, faltam à classe política atual duas ferramentas fundamentais: uma agenda e um meio. Falemos primeiro do meio. A imprensa imparcial e comprometida faz parte do processo político, sempre fez. Nossa imprensa falada ou escrita limita o seu conceito de imparcialidade à limitação do espaço (tempo de TV, rádio, ou número de linhas do jornal) em igual proporção. Demonstra o seu compromisso de forma fragmentada, sem dar continuidade ao debate. É fundamental à imprensa enquadrar a classe política no debate em torno da agenda de temas mais importantes para o país e forçar que a mesma classe política demonstre profundidade. O político que participa do debate inócuo superficial, não pode sair impune. Falemos agora das agendas. Falo agendas no plural, porque é fundamental separar a agenda de estado da agenda de governo. Na agenda de estado estão temas fundamentais como: uma reforma política que nos dê o direito como eleitores de “recall” nossos candidatos, uma reforma da previdência que nos salve da encruzilhada fiscal em que estaremos em 10-20 anos – como a Europa de hoje - e finalmente uma reforma tributária que imponha a progressividade real dos impostos e taxe mais a pessoa física e menos a pessoa jurídica que investe e gera empregos. Na agenda de governo, chega de superficialidade na discussão do nosso modelo de educação. Educação custa caro e educação de boa qualidade custa mais caro ainda. Sem esse investimento, pagaremos o preço no futuro que pagamos hoje pela desqualificação generalizada da mão de obra “educada” ou “não educada”. Saúde, Política Industrial, Mobilidade Urbana, Investimentos estatais em infra-estrutura. Segue infindável a agenda de governo. É preciso que a oposição proponha uma agenda e convença os meios, porque quem está no governo – e isso já está mais que provado por PT e PSDB – perde todo o incentivo para manter essa agenda viva quando convive com o patrimonialismo da política nacional. E não somos nós que vivemos 2h por dia no trânsito e trabalhamos outras 8-10h que iremos articular os argumentos de forma produtiva.

Felipe Bomfim felipe_bomfim@hotmail.com

São Paulo

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‘CRER E PERSEVERAR’

Quero registrar meus cumprimentos pelo artigo escrito pelo presidente Fernando Henrique. O PSDB não aproveitar este patrimônio cultural, político deste grande brasileiro é lamentável.

O artigo é um guia do que se deve fazer, e o que deveria ter sido feito em termos de postura e atitudes política do Sr. José Serra na última eleição. Enfim, águas passadas não móvel moinhos... Crer e preservar é um roteiro para a vitória. Parabéns para o jornal O Estado de S. Paulo, que nos presenteia com a coluna do presidente. Um grande jornal tem grandes colaboradores. Meus comprimentos da todos os profissionais deste grande jornal e baluarte da democracia no Brasil.

Osvaldo Cruz osvaldo.cruz@entecpolimeros.com.br

São Paulo

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FHC E A OPOSIÇÃO

Se entendi bem, FHC condiciona a uma mudança da conjuntura internacional a reversão da situação sombria da oposição política no Brasil, independentemente de candidatos. Em nenhum momento atribui a si mesmo as omissões que levaram o PT a assumir de forma esmagadora o poder.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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ADENDO

Coberto de razão está FHC no seu artigo Crer e perseverar (5/2, A2) Talvez, na conclusão, tenha faltado um pequeno adendo. O destino da água mole não deveria se limitar em bater em pedra dura, deveria, com inegável proveito, se destinar também à fogueira das vaidades que assola nossa brava e desunida oposição.

 

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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VER PARA CRER

 

Antes tarde do que nunca. Ler FHC (5/2) defender, no seu artigo Crer e Perseverar, uma atuação mais firme do PSDB como oposição, apontando as falhas e falácias do governo dos "malfeitos" (PT) é alentador. Esquece, porém, que já devia ter feito isto há muito mais tempo, desde o mensalão, onde já se prenunciava a que vieram PT e aliados. Mas FHC "passou" a mão na cabeça do Lula e deu no que estamos vivendo. Ele precisa combinar com todos  os "pavões" do seu partido que estão é preocupados com seus umbigos, digo, suas eleições, para que mostrem as embromações, falhas e propagandas enganosas do adversário.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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DEFESA DE CONQUISTAS

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nos recomenda Crer e perseverar (5/2, A2).  O que nós, os eleitores do PSDB,  gostaríamos é que ele, José Serra e demais caciques, desse atualmente fracionado partido, defendessem com mais afinco as conquistas realizadas com tanto sacrifício em seus mandatos:  Plano Real, Lei da Responsabilidade Fiscal e, principalmente, as privatizações.  Infelizmente, em suas campanhas, essa defesa  praticamente inexistiu, o que possibilitou sr. Lula e seus comandados fixarem na mente do povão uma "herança maldita" (sic) supostamente recebida  por ele.  Em vez de crer e perseverar, queremos é mais ânimo na defesa do que foi realizado.   Agora que o PT está dando as cartas e alcançando uma crescente hegemonia política, está cada vez mais difícil "crer", e, muito menos, "perseverar"!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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KAMIKASES TUCANOS

Serra já afirmou e reafirmou que não vai concorrer à eleição para a Prefeitura em 2012 porque vai passar a campanha inteira escutando a pergunta: "Se eleito o senhor vai abandonar o cargo para concorrer à presidência em 2014?" E se disser que sim...não é eleito. Se disser que não, estará dizendo uma inverdade.  Não obstante, Alckmin continua dizendo que descarta  apoio a  Afif e que ainda  espera Serra para esta campanha...e com isso, está empurrando ainda mais Kassab para os braços do PT. Que estratégia ilógica... Aliás, a única lógica que vejo nesta atitude tucana é tentar atrair Serra para a Prefeitura sob o prévio juramento sagrado de que cumprirá o mandato de maneira integral...e assim satisfazendo a vontade de FHC  (e parece também de Alckmin) de livremente indicar Aécio para concorrer em 2014.  Serra já demonstrou que não é manipulável... e neste jogo de braço de ferro os grandes perdedores serão os paulistanos se caírem nas garras do PT. O panorama  da campanha tucana me remete aos aviadores kamikazes que.morriam lutando contra os adversários e mesmo assim perderam a guerra! Imagine o que pensar então dos kamikazes tucanos que lutam entre si!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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DÚVIDAS NOS AEROPORTOS

O cinismo petista não tem limites. Depois das três últimas campanhas eleitorais, nas quais o partido execrou os tucanos pelas privatizações realizadas no governo FHC, eis que Dilma Rousseff concede os terminais de Guarulhos, Viracopos e Brasília à iniciativa privada. Como se não bastasse a cara de pau, ficamos sabendo que as empresas vencedoras já levantam dúvidas a respeito da sua capacidade de levar melhorias de eficiência na operação aos usuários dos aeroportos, a exemplo dos processos de concessão de rodovias federais ocorrido durante a gestão Lula e conduzido de perto pela atual presidente – as estradas privatizadas, em sua maioria, ainda se encontram em estado muito aquém do ideal. Parece que o modelo de privatizações de Dilma também padece do mal crônico que nos assola dia após dia, a saber, a retumbante incompetência administrativa do governo do PT.

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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PRIVATIZAÇÕES

Decola, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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POBRE FHC

Ele ainda acha que o embate está em uma possível visão ideológica sobre privatizar ou não? Tolinho! Mas será o possível que ele ainda não compreendeu que o cerne de tudo está é na ideologia do inimigo? O rapaz da Sorbonne já foi mais esperto...

 

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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O PSDB E O MOMENTO

Enquanto o PT expõe suas incompetências na Bahia e se regozija com as privatizações que tanto denegriu nas eleições, o PSDB de FHC, Serra, Alckmin e Aécio continua se colocando fora das oportunidades e se perdendo na espera de que este ou aquele se decida (7/2, A10). Essa atitude faz lembrar que "enquanto D. Quixote quebrava lanças por Dulcinéia, esta aquecia a cama com um cavaleiro menos andante e mais positivo" (Albino Forjaz)... Assim não dá!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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A CHAPA ESTÁ ESQUENTANDO

É inacreditável o que está acontecendo na Bahia de Dorival Caymmi, Caetano Veloso, Gil, Gal e Maria Bethânia. A menos de 10 dias do início do carnaval, policiais militares resolveram deflagrar uma greve por aumento de salário e melhores condições de trabalho. Até aí tudo bem, porém, quando essas reivindicações parte para o radicalismo e truculência por parte dos grevistas e líderes do movimento alguém acaba perdendo. Ninguém deve ser contra que, qualquer categoria faça suas reivindicações desde que respeite o direito de ir e vir das pessoas. Mas determinadas categorias de profissionais quando passaram a fazer parte de um serviço essencial deveria saber deveria saber que a greve é o último recurso a ser usado para que suas reivindicações sejam atendidas. Porém, agindo de maneira como estão fazendo os policiais baianos usando a truculência e violência, um pouco já ultrapassado nos dias atuais, vão acabar perdendo a simpatia da população e dificilmente serão atendidos e ainda terão o repúdio da sociedade que clamam por segurança. Nos últimos dias Salvador foi sacudida por uma onda de saques, furtos, incêndios e mortes na capital dos baianos. O número de mortos devido a violência chega a quase 100, e o clima é de total insegurança que paira pelas ruas. Mais uma vez o episódio traz de volta um antigo problema: serviços essenciais não podem ser paralisados. Nesse caso com todo o serviço da policia militar paralisado o prejuízo é incalculável, tanto do ponto de vista financeiro quanto psicológico. Entretanto, como o povo brasileiro se acostuma com qualquer situação, os baianos aceitaram que a cidade fosse invadida por um contingente de 3.100 homens da força de nacional de segurança e do exército, para reforçar a vigilância na cidade. A polícia federal também está atuando com o serviço de inteligência, para tentar evitar ações, como pequenos roubos e saques. Preocupa-nos pensar que dentro em breve seremos sede de uma copa do mundo e das olimpíadas, dois mega eventos que demandam estrutura que em nosso país ainda engatinha, se não conseguimos contornar greve em apenas um Estado, imaginem o que ainda pode vir por aí. E mais um problema para os organizadores dos eventos resolverem. Ainda dá tempo!

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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INSURREIÇÃO DA PM

A mais perfeita tradução de nosso estado de espírito: o quadro de Edvard Munch, O Grito. Um grito de horror, asco, ojeriza mesmo, por esse governo que é só desmandos, conivências, sem-vergonhices por todos que dele participam e são da mesma espécie! Fomos assaltados pela escória que fará de tudo para se perpetuar no poder... e nós, cidadãos mero pagadores de impostos que sustenta esse obsceno regabofe? Por enquanto, parece que apenas merecemos um "top-top-top" das excelências que se lixam para todos que não pertecem à mesma laia! Somos Nada! Por enquanto... só observar o "motim" dos PM  para perceber que nem tudo está sob controle nessa nau dos insensatos, insensíveis, assassinos da democracia tão duramente conquistada! Vada a bordo, Dilma! Se é que pode, se é que quer...

 

Gloria de Moraes Fernandes glorinhafernandes@uol.com.br

São Paulo

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POLÍTICA SALARIAL

As greves espocam e vão se tornando perigosas. Só repressão não vai resolver. É hora de usar a autoridade para impor uma política salarial com fundo conceitual claro. Uma freada para arrumação, que represente uma verdadeira política de repartição de rendas articulada com o crescimento sustentado da economia. O fulcro dessa política tem que ser o salário mínimo. Como agente eficiente da repartição capital-trabalho, o salário mínimo tem que corresponder à “produtividade-padrão” da economia (não à “média”, mas à “moda” da distribuição da produtividade do trabalho no conjunto do sistema econômico; o IBGE pode determiná-la com rigor). Antes das qualificações (“capital humano”) diferenciadas que agregam, todos são igualmente trabalhadores-simples. Como tal, todos os salários compõem-se de uma parcela, igual para todos, correspondente ao trabalho-simples (salário mínimo), mais um adicional diferenciado, na proporção das qualificações de cada um. Se o salário mínimo aumenta, a parcela de trabalho-simples tem que aumentar para todos. A produtividade-padrão da economia brasileira hoje é de umas quatro vezes o salário mínimo vigente (fala, IBGE). A lei do aumento do mínimo está errada: ao invés do salário mínimo crescer 14% e os demais salários nada, o mínimo tinha que ter passado para coisa de R$ 2.180,00 (545 x 4) e todos os salários superiores terem o mesmo adicional de R$ 1.635,00 (2180-545), sem direito a reclamações. Um “Plano Real para o Salário”, que realinhasse os preços relativos em torno dessa nova referencia salarial, como se fez em torno da URV contra a inflação, é não só possível como geraria uma profusão de lucros, investimento e empregos. Além de apontar uma saída para a crise econômica mundial, pelo realinhamento da repartição em escala global, na proporção de cada economia nacional.

Rogério Antonio Lagoeiro de Magalhães rogeriolagoeiro@gmail.com

Niterói (RJ)

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ALERTA

A greve do sistema policial militar da Bahia é um alerta para os outros Estados que devem agir preventivamente para que não aconteça o mesmo. É preciso levar em conta que esta  atividade  precisa   remunerar condignamente seus profissionais,   E esta é uma questão  que o Governo do Estado de São Paulo deve  levar em consideração tomando as medidas preventivas, negociando com os representantes dessa categoria um nível salarial adequado  e com isto estimulando com a atitude  um policiamento cada vez mais eficiente.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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TUCANOS ARMADOS

Primeiro, o governador Jacques Wagner afirmava que não negociaria, em nenhuma hipótese. Depois, dada a gravidade das circunstâncias, seus assessores sustentam a tese insólita de que a renitência ao entendimento é proveniente de tucanos armados, o que é outra esdruxularia absolutamente inverossímil. Está escrito nas estrelas da política nacional que, se há um Partido da paz e, por vezes, até mesmo da timidez em confrontos verbais, como se deu na disputa pela Presidência, é o PSDB. Dizer que os amotinados estão a estremecer a sociedade e o Estado brasileiro são da oposição se insere na pauta do festival do saudoso Stanislaw Ponte Preta.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DIGA LÁ, EXCELÊNCIA

O que o D. D. Gilberto Carvalho tem a dizer agora sobre a Bahia? Criticar São Paulo é fácil...

 

Renata Velludo Junqueira rvjun@hotmail.com

São Paulo

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GREVE E JUSTIÇA

Sempre fui contrário à greve, pois sendo o Brasil um Estado Democrático de Direito, no Judiciário deveriam ser travadas todas as discussões sobre os reajustes para qualquer categoria, servidores públicos ou não. Revejo meu entendimento por vários fundamentos, mas tomo o mais recente: a greve dos policiais do Estado da Bahia. Lá, um soldado recebe mensalmente R$ 1.188,85 para defender a sociedade com sua vida. Com esse salário ele arca com o pagamento de sua moradia, com os gastos com alimentação, vestuário, lazer enfim, todas as despesas essenciais de qualquer trabalhador. Alguém acredita que com menos de 2 salários mínimos por mês alguém consiga viver com dignidade? Nem se diga que o Brasil está em recessão e por isso do sacrifício. Não duvido que toda a sociedade faria qualquer esforço se, de fato, fosse necessário. Mas não é essa a situação. Na própria Bahia, estão abertas inscrições para juiz de direito, com remuneração inicial de R$ 18,3 mil; no Distrito Federal, o Tribunal de Contas abriu concurso para procurador, com salário de R$ 22,9 mil; juízes paulistas receberam “auxílio para adquirir tablets” de R$ 2,5 mil, e assim vai. Ainda que no STF (Supremo Tribunal Federal) tenha vencido o entendimento de que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pode investigar juízes, pelo apertado placar de 6 a 5, e com isso evitar o corporativismo das corregedorias dos tribunais, tenho dúvidas se podemos confiar realmente na justiça. Esse sentimento, ademais, conforme pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, e divulgada no jornal “Folha de São Paulo” de 07 de fevereiro, é partilhado por duas de cada três pessoas, que acreditam ser o Poder Judiciário “pouco ou nada honesto” e “sem independência”. No comparativo com outras instituições, o Judiciário ocupa a 6ª colocação, na frente do governo federal, Congresso Nacional e partidos políticos. Na Bahia, o judiciário declarou a greve dos policiais militares ilegal. A Constituição Federal, que estabelece a “dignidade da pessoa humana” a todos e uma série de tratados internacionais ratificados pelo Brasil foram rasgadas, pois para a Justiça é legal que policiais vivam com pouco mais de R$ 1,1 mil por mês (isso é quase 17 vezes menos que um juiz). Por comportamentos do tipo, fica fácil compreender o porquê da avaliação negativa. Outras greves virão, pois muitos outros servidores são tratados sem dignidade. Pena que tenha de ser assim.

 

Vladimir Polízio Júnior vladimirpolizio@gmail.com

São Paulo

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CARNAVAL BRASILEIRO, A FESTA

Cabral e Wagner, nada a haver e tudo a haver. A Bahia de hoje é o Rio do Cabral . O crime prolifera nas duas sedes do samba e do carnaval, igual, tem muita droga, tem muito crime, tem desaforo para o turista, tem muita mutreta em todo o lugar, são governos gêmeos, um petista da pura, outro petista, para exemplo fiel . Coincide com a gestão petista a derrocada social da Bahia, droga crescendo, crime aviltando e baderna generalizada, nem a Policia mais respeita o estado de coisas normais,, mormente quando um mundão de gente vem usufruir as festas, o carnaval e a beleza da s cidades. No Rio, nem há o que falar, desde os morros, as linhas vermelha e amarela, os bueiros, os ônibus, os desmoronamentos, os prédios que caem, tudo de ruim e estranho acontece ali, sob as saias do Cristo iluminado. A Bahia amarga a vertente populista partidária do petismo, nem mãe de santo, nem pai de afoxé, nem as milionárias farras dos blocos criativos, não sobra para ninguém, as patas da desgovernança de da ideologia fétida que não consegue assumir São Paulo avança nordeste afora, contamina mais uma sede mundial de representação do nosso Brasilzinho tão maculado, tão desprestigiado nesta fome petista de assacar, denegrir, retroceder e contaminar tudo pela droga, pelo crime e pela impunidade. È a face ideológica do partidão da miséria que avança, corroendo tantos anos de investimento cultural, sofrido desenvolvimento, para cair no colo e nos bolsos destes agentes da fartura pessoal e partidária, com o assassinato da cidadania. E, brinquem o carnaval, se puderem. Fantasiem-se com as mascaras da presidenta e presidente, uma de peruca, outro agora careca, como está o povo  cansado de ser passado para trás. Ah, os turistas também tem direito, afinal pagaram caro para curtir esta festança enganosa, já que a comemoração fica restrita aos barões do nordeste e seus cupinchas barbudos de aqui e acolá, sem direito a passista ou tamborim, é apenas imagem global para encher os olhos lá fora, enquanto aqui dentro a cobra fuma, come e se deleita enquanto os moleques furtam o que podem nas praias, nos desfiles, nos bailes e nos camarotes, e ninguém será preso por isso. Viva o Brasil!

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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CARNAVAL 2012

Você já foi à Bahia, nêga?

Não? Nem vá!

Atrás do trio elétrico

Só vai quem quer morrer

Quem já posou prá rachar

Aprendeu, que é do outro lado

Do lado de lá do lado

Que é de lá que vão atirar...

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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CASA DA MOEDA – INVESTIGAÇÃO

Segundo a Polícia Federal, o ex-chefe da Casa da Moeda fez movimentações financeiras milionárias típicas de um especialista em lavagem de dinheiro. Meu Deus, é dá milho para o bode mesmo, agora pobre só lava dinheiro quando esquece uma nota de 2 reais no bolso da calça e coloca para lavar. E segundo a Receita Federal, oculta a variação do seu patrimônio, um apartamento em Copacabana pelo valor de (R$ 0,10), então o pobre espanca a mulher porque perdeu 20 apartamentos na maquina de lavar. Ta danado esse País. O pior é que todos sabem como iludem os brasileiros em tudo, ou é ingenuidade de nossa parte, acho que pode ser, ou vocês já viram alguma propaganda na TV de lâmina ou creme de barbear com aquele cara sorrindo, em que a barba já não esteja feita embaixo daquela espuma quando a lâmina desliza. Todo mundo sorri em todo tipo de propagandas já notaram, marketing puro. É igual aos nossos 3 poderes, o que eles aprontam sorrindo, pouca gente enxerga pois está debaixo da espuma, quando vê a barba já esta feita. eu disse a barba em.

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com  

Casa Branca

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ISSO NÃO É PIADA!

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não sabe quem indicou o presidente da Casa da Moeda, que teve que ser demitido, porque fez uma poupançazinha de R$ 25 milhões num paraíso fiscal...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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EXPLICAÇÕES

O povo brasileiro gostaria muito de saber quando vai acontecer a presença  do ministro da Fazenda Guido Mantega e do ex-presidente da Casa da Moeda Luiz Felipe Denucci na Comissão de Assuntos Econômicos, para prestarem esclarecimentos das ilicitudes que apareceram na imprensa envolvendo os seus nomes.  Luiz Felipe com suspeita de recebimento de propina, Mantega denunciado por saber das irregularidades desde 2011 e ficar calado. Já existe protocolado para esse fim, um requerimento do deputado Mendonça Filho do DEM/PE Esperamos  que eles ainda não tenham sido blindados pela turma do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma Rousseff.  Acorda presidente da Republica. Acorda Deputados e senadores. Estamos cansados dos conchavos que são armados para garantir a vida mansa dos ladrões do dinheiro do povo. 

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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‘CASA DA MOEDA OU DA MÃE JOANA?’

Em casa de mãe Joana, só se pode encontrar casas de mãe Joana.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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LUCRO ITAÚ

O Banco Itaú bateu o recorde histórico dos bancos, com lucros de R$14,6 bilhões, em 2011. Triste que, no Brasil, sejam os bancos – e não o povo – que fazem a festa e obtêm lucros bilionário graças a altíssima taxa Selic e aos juros mais altos do planeta. 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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IRONIA DO DESTINO

Quem diria! Em pleno governo petista, os banqueiros tem lucros fabulosos, cobrando despesas e juros altíssimos, "como nunca antes na história deste país". Parodiando o capitão Zé Dirceu: "O PT ganha muito dinheiro, e deixa ganhar". Obviamente, tudo pelo bem do povo!

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br

São Paulo

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‘VAZAMENTOS DE PETRÓLEO’

O editorial de domingo (Vazamentos de petróleo, 5/2, A3) elucida o fato de nós, brasileiros, estarmos em uma “Seara” técnica da qual podemos sofrer alguns percalços. Concordo que o Brasil não dispõe de um plano de contingência para vazamentos, mas não é só isto. Nós não possuímos plano de contingência para toda a operação e também não sei se este deve ser este o único foco do problema, nós estamos importando muitas embarcações para exploração na nossa costa, existe uma estimativa que em 8 anos teremos cerca de 400 embarcações atracadas na exploração e mais de 1200 embarcações em apoio. Todas sem padronização oficial que deveria ir da origem do material, fabricação do material e montagem, algo como minério de ferro XX cozido YYY montado co ZZZ. Uma prova disto é a recente embarcação da OLX que teve que ser readaptada para atender as nossas normas trabalhistas. Se algo tão banal como isto foi esquecido o que dirá do controle de solda feito, por exemplo, em Abu Dabi (Emirados)  a mais de 50 graus na sombra por indianos sem preparo, e fiscalizado por técnicos novatos com 2 anos de curso de marinha mercante? Os Estados Unidos tem a sua agencia que regula a entrada de aviões e agencia que regula embarcações de navegação. Nos não temos, e o pior ninguém fala nisto o que se fala  na possibilidade de acidente (Que certamente ocorrera) mas não vamos a fundo na analise técnica das embarcações. Enquanto toda a construção do que for usado na nossa costa não for rastreada e fiscalizada, vai mal!

Jairo de Almeida Machado Junior jama55@terra.com.br

São Paulo

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MULTAS NÃO RESOLVEM

O oceanógrafo David Zee comenta fatos conhecidos antes da "descoberta" do pré-sal. Isto é, não concentra a sua notabilidade de conhecimentos sobre diagnósticos técnicos que envolvem principalmente a Engenharia dos materiais, os processos de fabricação e o rigoroso exame da qualidade dos equipamentos, tubos, conexões, válvulas, etc. Todos fatores que devem ser completados por inspeções periódicas. Multas não resolvem nada, antes atrapalham a pesquisa. Escrevi sobre os pontos técnicos em 3/2/2012, mas eles não interessam para a publicação, continuamos no bá-blá-blá do inútil!

 

Jürgen Detlev Vageler vatra_ind@yahoo.com.br

Campinas

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ENERGIA DEMOCRATIZADA

Finalmente o governo federal vai avançar no desenvolvimento e uso de energia alternativa através da chamada micro geração. A regulamentação vai permitir a transformação de cada residência do país em uma micro usina de energia elétrica. A regulamentação em estudo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) se baseia na instalação de painéis fotovoltaicos para captação da energia solar para geração complementar de energia elétrica. Também vai será proposta a permissão para a instalação de mini torre eólica. A mudança permitirá que o cidadão continue a consumir a energia fornecida pela distribuidora, mas o medidor de sua casa também passa a contabilizar a potência gerada pelos seus painéis solares ou suas mini torres eólicas. No fim do mês a concessionária de energia elétrica abate da conta de luz o volume gerado pelos equipamentos do consumidor. Numa situação em que a casa de um consumidor chegue a gerar energia excedente, essa potência extra será enviada para o sistema integrado nacional, ou seja, o cidadão passará a “vender” energia. Quando isso ocorrer o consumidor terá um tipo de crédito em sua conta, que será abatido do consumo dos meses seguintes. De ano em ano poderá haver a devolução em dinheiro. Hoje as eólicas são a segunda fonte mais barata de energia. O preço estimado do MW/h gerado por uma usina solar oscila entre R$ 300 e R$ 500, enquanto as eólicas alcançam valores na casa dos R$ 100. É de se prever que ocorrerá uma queda exponencial desses preços, tal como ocorreu n o campo dos computadores. A decisão poderá criar imensas oportunidades no mercado para as Escolas Técnicas, fabricantes, revendedores e instaladores. Mas não será fácil conseguir a aprovação da regulamentação sem burocracia centralizadora.

Hélio Mazzolli mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

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LULA NO MENSALÃO

Em sua defesa por ocasião de envolvimento do Lula em favorecimento ao banco BMG no citado caso do "mensalão", a Advovacia-Geral da União argumentou que "O MPF confunde publicidade institucional com publicidade 'pessoal' do governante". Ou seja além de tratar de incapaz e ineficaz o Ministério Público Federal, tratam de "trouxa", "burra" e "ignorante" a população.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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TRATAMENTO DIFERENCIADO

O BMG continua diferenciado no tratamento a nós, aposentados. Na última semana recebi pelo menos 2 ligações desse banco "oferecendo" empréstimo, mesmo tendo meu telefone "proibido" para tais situações em órgão com essa finalidade. O BMG se acha superior a tudo e a todos e não respeita nossos direitos.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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A LISTA DE FURNAS

O PSDB está certíssimo quando procurou um perito americano para investigar a forma rasteira e medíocre com que os petralhas forjaram a tal “Lista de Furnas” na tentativa de mostrar que todos são ladrões no “Reino do Brasil”! Por isso os petralhas odeiam tanto os americanos. Porque lá foram criadas as melhores e mais modernas máquinas que investigam crimes de toda ordem e não poderiam deixar de mostrar a forma grosseira e primaria com que os petralhas falsificaram documentos. Foram constatadas colagens sobre folhas diferentes, enxerto posterior de nomes e aposição de assinaturas grotescamente coladas e até rubricas falsas, tudo feito pela mesma pessoa. Quer dizer, o mesmo falsário de péssima categoria a mando da quadrilha. Ainda bem que dia menos dia as inverdades ditas em tons coléricos e as  falsidades criadas pelos “pseudo- socialistas” para confundir os incautos brasileiros cairão por terra e os brasileiros verão a verdadeira face dessa quadrilha que nos comanda há nove anos, que de socialista não têm nada. O método rasteiro de fazer futrica continua o mesmo quando hoje, voltam suas garras ao governador de São Paulo, mas continuam sem desculpa para desmistificar o mensalão.  Não passam de reles ladrões do dinheiro público!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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FALSIFICAÇÃO

A falsificação da "Lista de Furnas" provada e comprovada mostra muito bem na mão de quem vive o Brasil há nove longos e inesquecíveis anos de obscurantismo. Que vergonha!

Leila E. Leitão

São Paulo

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FALHA COM O KIT ESCOLAR

Foi só um "pequeno" atraso na licitação e cerca de 700 mil alunos da rede municipal iniciaram as aulas em 6/2 sem ter recebido o material escolar e uniforme, que absurdo! Pior foi o prefeito inventar uma desculpa para a lamentável falha, em afirmar que entregar o "kit escolar" já no início das aulas "não é correto". É o mesmo que querer justificar o injustificável, vai mal mesmo! Não "inventa" Kassab.

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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PATUSCADA

O prefeito Kassab ou é um pândego ou perdeu o juízo de vez. Ele justificou o atraso na entrega do kit escolar a 700 mil crianças do município, no início do ano letivo, argumentando que o material "é desnecessário" agora "porque os alunos ainda estão se ambientando". Que patuscada!

Afanasio Jazadji www.afanasio.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA NAS ESCOLAS

Quem mora na zona oeste conhece bem o finalzinho da Avenida Higienópolis onde estão duas escolas tradicionais: O Colégio Sion e o Colégio Rio Branco. As duas instituições, mantém funcionários organizando a saída para evitar algum problema com o trânsito de veículos, bem como seguranças particulares. Esses funcionários trabalham nos moldes do antigo “guarda civil” que com o seu chapéu branco organizava educadamente  “o horário da saída” de escolas. O acúmulo de veículos nestes horários de pico nunca ultrapassa quinze minutos, pois os pais e mães tem seus afazeres e não necessitam, tampouco desejam ficar parados na porta das escolas. Na contra mão do bom senso, cidadania e educação, a CET e a Polícia Militar, fornecem “elementos”, que chegam exatamente na hora da “saída”, não para orientar, mas com o propósito específico de lavrar multas  nos veículos de pais e mães que pacificamente buscam os filhos nas escolas. Enquanto isso a quatro quadras dali, o crack campeia à luz do dia, assaltantes e malfeitores agem à vontade e os motoristas alcooolizados atropelam e matam. Este é o policiamento da nossa cidade!

Luiz Felipe de Camargo Kastrup lfckastrup@gmail.com

São Paulo

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RECONHECIMENTO

Merece atenção a matéria sobre a homologação dos Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADE) pelo MEC, publicada no O Estado de S. Paulo, no dia 6/2/2012. Nós, do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa, já articulamos municípios em prol da melhoria da qualidade da educação há mais de uma década, utilizando a metodologia das redes colaborativas. Por isso, é uma alegria imensa assistir ao reconhecimento do Ministério sobre os resultados trazidos pela mobilização conjunta dos gestores locais, suas equipes e comunidade.

Cybele Amado, diretora executiva www.institutochapada.org.br

Palmeiras (BA)

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‘GUERRA  ÀS  DOENÇAS TROPICAIS’ (6/2, A3)

Não deixa de ser uma boa notícia a informação de que serão destinados  US$ 785 bilhões para erradicação de dez doenças tropicais que afligem em todo o mundo em torno de 1 bilhão de pessoas. Os recursos virão de fundações e bancos internacionais, em parceria com os governos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Emirados  Árabes Unidos.  O volume de recursos, contudo,  ainda é inferior ao faturamento  anual das indústrias farmacêuticas que, em 2010, levantaram US$ 850 bilhões. Apenas 10% desse total foram investidos em pesquisa de desenvolvimento e inovação. Mas as grandes indústrias do setor  começam a se interessar pelas chamadas “doenças de pobre”, porque perceberam que  melhora a imagem negativa do setor. O Brasil ainda está longe de receber volume de verbas suficiente para pesquisas nessa área. A situação começou a mudar a partir de 2006 quando foram definidas as prioridades do programa e cresceu um pouco o investimento federal. Há interesse dos pesquisadores em obter novas moléculas e o problema  crucial é menos de tecnologia do que de dinheiro. Como aumentar a arrecadação para as pesquisas? Os especialistas do setor tem pensado em  soluções para resolver o impasse: a) pode se falar em patente quando o produto descoberto é considerado “bem público?”  b) Separar o custo da pesquisa, do desenvolvimento do produto e dos gastos em “marketing “ do preço final da medicação produzido pela “big pharma”. c) criação de um fundo internacional que será repassado para a indústria que vender medicação comprovadamente eficiente  contra  as doenças negligenciadas a preço de custo. d) cada vez que a “big-pharma” investe em produto novo com sucesso de mercado, repassaria parcela de recursos desse lucro para pesquisadores em doenças negligenciadas. E) criar uma espécie de pedágio da remessa de lucros dos laboratórios para o exterior.

Rubens A. Zaidan zaid@uol.com.br

Ribeirão Preto

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RESPOSTA ABRADEE

Em relação à carta do professor Heitor Scalambrim publicada neste Fórum dos Leitores, no dia 6 de fevereiro, a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) esclarece: 1 – A proposta apresentada pela Abradee constitui-se num aperfeiçoamento do modelo institucional vigente no Setor Elétrico com suspensão temporária dos contratos em função da conjuntura, trazendo benefícios para as empresas e os consumidores, ao mitigar repasses dos custos de sobras de energia nas tarifas. 2 – Não há erro de projeção de mercado e sim uma conjuntura de crise internacional que reflete no crescimento econômico do Brasil, com conseqüências severas no mercado de energia. As sobras de energia no mercado regulado são agravadas pela migração dos chamados “Consumidores Especiais” para o ambiente de comercialização livre.

Nelson Fonseca Leite, presidente fernando.teixeirense@fsb.com.br

São Paulo

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ADEUS A WANDO

Boletim médico de 3ª feira "Wando se recupera bem". Na 4ª feira: "Morre o cantor Wando". A morte é uma "calcinha" de surpresas.

Roberto Soares Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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DE NECROLÓGIOS E LOAS

Cena bizarra assistiu-se no Senado Federal, ontem, 8/2/2012, quando o quixotesco senador Eduardo Suplicy (PT-SP) usou da tribuna, por longo tempo, primeiro para fazer um necrológio do cantor da MPB, Wando, falecido recentemente. Enalteceu o cantor da ''calcinhas'',  comentou dezenas de músicas do falecido, como se, guardadas as devidas dimensões, o senado, com tantos projetos a discutir, e diante da fortuna gasta com seu funcionamento, pudesse ofender a inteligência do cidadão brasileiro. E não ficou por aí. Logo após elevou a cantora Rita Lee ao Olimpo da MPB, que protagonizou um vexame sem igual, numa apresentação na Paraíba. Desalentados ficamos nós quando constatamos que esta cena  foi produzida por um senador que tem toda a sua vida pautada por eleições e reeleições garantidas. Isso é o resultado da falta de escolaridade, É preciso qualidade para o direito de votar.Por que não voltar a Lei da Mandioca? Delenda PT.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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