Fórum dos Leitores

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

O Estado de S.Paulo

09 Junho 2012 | 03h08

Liderança em dúvida

Ao que parece, Lula, o imperador dos imperadores, aos poucos está perdendo a liderança no PT. Ao tratar o partido e filiados como os coronéis de antanho, começa a sofrer um processo interno de enfraquecimento político e moral. Político porque sofreu revezes públicos quando quis impor unilateralmente sua vontade - exemplos: a senadora Marta Suplicy, que corajosamente não se curvou à vontade do rei, e seu Estado natal, Pernambuco, onde o PT o desafiou, recitando palavras de ordem contra seus desmandos, por querer, como em São Paulo, impor goela abaixo seu candidato a prefeito do Recife. Moral por sua atitude cada dia mais arrogante, autoritária, desrespeitosa ante as instituições e, como dizem os jovens, "estar-se achando". Começa assim, pelas beiradas, a futura derrocada do imperador. Quem viver verá.

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

Duro de aturar

Lendo no Estadão sobre o reprovável comportamento do ex(?)-presidente, lembrei-me das três importantes atitudes citadas por Barbara Tuchman: o ignorar o crescente descontentamento dos outros, a primazia da autoexaltação e a ilusão de um status invulnerável são aspectos constantes da insensatez.

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

Santos

Marta Suplicy

"O Inferno não conhece fúria como a de uma mulher rejeitada." O PT, Lula e o candidato Fernando Haddad também não.

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Apoio a Haddad

Comentaristas políticos têm aventado na mídia explicações para o pouco envolvimento de Marta Suplicy na campanha de Fernando Haddad. Entretanto, não se menciona a razão mais plausível: a senadora está se recusando a embarcar em canoa furada.

FLÁVIO J. RODRIGUES DE AGUIAR

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

De saudades

Sobre a afirmação de Fernando Haddad de que duvida que alguém tenha saudades dos tempos de Fernando Henrique Cardoso, quero manifestar a falta que sinto de um presidente com classe, voltado para os problemas do País, e não para a autopromoção e mitificação, como ocorre nos governos petistas. Naquela época eu podia ler o meu jornal, tomando o café da manhã, sem me irritar com bazófias, egos obesos, manipulações de quinta categoria, falta de ética, de educação, de senso crítico e de autoconhecimento. Haja estômago!

SUELI MARIA FONSECA RICHERS

sueli.richers@uol.com.br

São Paulo

Namoro ou amizade?

Depois de ouvir de Lulla que é "um político de ontem com ideias de anteontem", parece que José Serra resolveu modernizar-se e seguir seus ensinamentos: já está flertando com Paulo Maluf!

JOSÉ CARLOS DEGASPARE

degaspare@uol.com.br

São Paulo

CRIMINALIDADE

O que é mais prioritário?

São Paulo registrou terça-feira o 14.º assalto a restaurantes, e nos sofisticados Jardins. Mas o perigo agora está em mudar de uma faixa de rua/avenida para outra. Os despreparados marronzinhos estão distribuindo multas adoidados = 5 pontos na carteira e falta gravíssima. Em vez de pegarem essa bandidagem (assaltantes, estupradores, sequestradores, etc.), as autoridades preferem pegar os motoristas numa infração idiota dessas! Mas fiquem felizes que tudo isso vai acabar com a Copa Mundial de Futebol no Brasiiil.

NELSON DO NASCIMENTO CEPEDA

fazoka@terra.com.br

São Paulo

Está difícil...

Viver em São Paulo agora é assim: o cidadão não tem mais o direito de sair de casa para ir a uma cantina, um barzinho, um restaurante, uma pizzaria... Se o fizer, estará por sua própria conta e risco no que diz respeito à segurança. JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

HABITAÇÃO

Inclusão social e urbana

Parabéns à equipe do caderno Metrópole pelo interesse, raro na imprensa, pelos problemas habitacionais de São Paulo e pelas políticas desenvolvidas pela Prefeitura para solucioná-los. Na reportagem Casa popular da Prefeitura tem problemas (4/6, C6) nota-se a transformação por que passaram as famílias moradoras em áreas cuja urbanização foi concluída. Em vez de lamentarem a perda da moradia em enchente ou desabamento, reclamam do azulejo descolado, da trinca na parede; em vez de exigirem áreas de lazer, pedem à subprefeitura que cuide melhor das que agora existem. Há queixas até de poluição sonora. Ou seja, a favela virou bairro. Para lidar com os desafios da pós-ocupação a Sehab tem um conjunto de iniciativas, como o conselho gestor do novo bairro, formado por moradores, os plantões sociais, em que assistente social recebe reclamações da população, a exigência em contrato de que a empreiteira conserte eventuais defeitos da construção e curso para os futuros síndicos dos condomínios construídos, em parceria com a Universidade Secovi. A Sehab oferece ainda programas de educação ambiental aos moradores e eventos como a Jornada da Habitação. Durante todo o primeiro semestre comunidades paulistanas puderam trocar experiências com assentamentos de outros países, como recentemente o Bamburral fez com a favela de Mathare, das maiores do Quênia, Heliópolis com comunidades de Moscou e os cortiços do centro farão com Bagdá. Chamado de São Paulo Calling, o evento não tem atraído o interesse da imprensa paulistana, mas mobiliza os mais importantes estudiosos de urbanização do mundo. Os programas de Urbanização de Favelas e Mananciais chegarão ao fim do ano beneficiando cerca de 200 mil famílias, escala nunca antes vista em São Paulo. O desafio maior, porém, não são as dezenas de obras executadas em cada assentamento, da construção de equipamentos públicos ao saneamento básico, mas a mudança de mentalidade dos paulistanos sobre inclusão social e urbana dessa população, não como obra de uma gestão, e sim como uma conquista de toda a cidade.

SÉRGIO DURAN, assessoria de Imprensa da Sehab

sergio@popcom.net.br

São Paulo  

AGRADECIMENTO

Em meu nome e do meu marido, leitores assíduos do Estadão por mais de quarenta anos, queremos agradecer o convite para participar da promoção QUER SABER, ESTADÃO, o que muito nos orgulhou e nos honrou. A foto foi publicada no Caderno Metrópole - página inteira C5 – em 8/6/2012. Parabenizamos e também agradecemos à W//McCann na pessoa do sr. Ricardo Lívio/Art buyer e ao Estúdio Miro nas pessoas dos srs. Miro e Irceu pelas atenções dispensadas e ao excelente trabalho realizado,e ao Estadão os nossos votos de muito sucesso por essa magnífica promoção.

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

e Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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MASSACRE NA SÍRIA

Mais um massacre de civis na Síria foi cometido pelas forças do ditador Assad. Até quando a ONU permitirá que isso ocorra, impunemente? E o Brasil, continuará de braços cruzados e apostando na boa vontade e no “diálogo” com um ditador sanguinário? A ingenuidade cristã de Paulo Sérgio Pinheiro e Kofi Annan e a pusilanimidade e covardia de Patriota são inadmissíveis num momento como esse. Se nada for feito, mulheres e crianças inocentes continuarão sendo trucidadas covardemente. Tiranos como Mubarak, Ghadafi, Assad, etc. só conhecem a lei da força e só respeitam armas e bombas. A comunidade internacional precisa agir imediatamente na libertação e defesa do povo sírio.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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EM TEMPO REAL

O mundo assiste à matança de cidadãos sírios, mulheres e crianças entre eles, indefesas, brutalmente assassinadas pelo governo sírio. O mundo assiste à história como quando assistia à matança de judeus e cidadãos alemães massacrados pelo governo de Hitler. A diferença é que hoje assistimos a todo esse massacre em tempo real, pela internet, celulares e TV. Que tristeza!

David Volyk

São Paulo

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GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

O “esclarecimento” do reitor da Unifesp neste Fórum dos Leitores, na edição de quarta-feira (6/6), apenas ratifica o teor do editorial As universidades de Lula (4/6), no qual o Estado vergasta a forma demagógica com que o desgoverno do ex-presidente pretendeu tratar o ensino superior, inaugurando campi universitários a toque de caixa, cheios de deficiências, sem a mínima preocupação de bem atender aos corpos docente e discente das instituições. Na missiva, diz ele que “já foram deferidas” (pelo MEC) as verbas para “locação de um imóvel” situado em frente ao campus da Unifesp de Guarulhos “para transferência de setores administrativos e consequente liberação de 18 salas para uso acadêmico, incluída a instalação da biblioteca”. Mas é, professor ? Ora, diabos, se Lula inaugurou um campus novinho em folha, com pompa, circunstância e fogos de artifício, o mínimo a se exigir seria de que ele estivesse equipado e em total condição de operar sem que precisassem dar nó em pingo d’água para viabilizar a vida acadêmica após o “habite-se”... se é que os prédios os têm ! Tudo, enfim, confirma a extrema improvisação e açodamento com exclusiva preocupação político-eleitoral, desnudando o verdadeiro fim de Lula que foi o de “mostrar serviço” sem se preocupar em qualificar o ensino superior, já que descurou do conforto dos estudantes e docentes – coitados – submetidos a todo tipo de provações e privações – tanto que estão em greve! É o conhecido “jeito petista de governar”: propaganda engana-trouxa, jogo de aparências, demagogia e nenhuma efetividade.

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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EM ANO ELEITORAL...

Se a nossa Carta Magna, em seu artigo 37, inciso VII, reconhece o direito de greve do servidor público em busca de melhor remuneração, leis posteriores que limitam, preventivamente, o teto a ser reivindicado em anos de eleições deveriam ser consideradas inconstitucionais.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DIREITOS IGUAIS?

Até agora ninguém se perguntou por que tantas greves? Parece que o Brasil nunca foi também assim com todos lucrando: supermercados, lojas, comércios em geral, aeroportos, construtoras, prefeitos, vereadores, deputados, senadores, juízes e governadores, etc.! Só algumas classes não tiveram estes privilégios, motoristas, metroviários, professores, enfermeiros e funcionários públicos, etc. É um direito justo é, mas como não atingir a sociedade? Talvez uma comissão popular com auxílio da OAB e ONGs internacionais. Só assim haveria uma justiça justa, sem interesses particulares de qualquer natureza política ou exploração!

Reginaldo de Paula reg.paula@hotmail.com

Campinas

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SEM CONDIÇÕES

Mais uma greve das universidades federais. Farta divulgação, inclusive pelos grevistas, da precariedade das instalações, do número insuficiente de professores e funcionários e do péssimo salário. E mesmo assim o ex-presidente apresenta seu ex-ministro da Educação (por sete longos anos), como o novo (apesar de ter sido chefe de gabinete do secretário de finanças na administração Marta), o mais indicado para administrar São Paulo. Por que é “bonitão”?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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NOVOS PROFESSORES

Com os salários que os professores recebem para ministrar aulas nas importantes universidades federais, não há outra opção a não ser utilizar o recurso extremo da greve. Talvez o pessoal que trabalha na Câmara Municipal de São Paulo pudesse substituir os professores nesta tarefa que, certamente, eles tirariam de letra. O garagista que ganha quase R$ 12mil reais poderia ministrar aulas de transportes no curso de Engenharia Civil. A biblioteconomista que ganha mais de R$ 24 mil poderia ser a diretora na pós-graduação e o técnico administrativo da equipe de protocolo que ganha mais de R$ 23 mil poderia orientar algumas pesquisas científicas importantes para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia no Brasil. Que tal?

Luiz Antônio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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ILUSÃO NÃO ENCHE A BARRIGA

Quem estuda nas tão propaladas universidades federais sabe que 47% delas estão em greve, por falta de condições mínimas de funcionamento, com esgoto a céu aberto e aulas em prédios ou salas improvisadas. Vivemos encantados por ilusionistas. O problema é que sonho e fantasia não enchem barriga.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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O LEGADO DE HADDAD

Há 46 universidades federais e dois institutos técnicos em greve e não sabemos quais as providências que o novo ministro irá tomar. Os professores e alunos reivindicam melhores condições de trabalho, há cursos funcionando em barracões, há até esgoto a céu aberto, e em algumas não há laboratórios entre outros problemas do legado deixado pelo ex-ministro da educação Fernando Haddad nos seus seis longos anos a frente dessa pasta; aquele que foi cunhado como “o maior ministro da Educação que este país já teve” segundo o Lula na campanha que fez de seu pupilo no programa do Ratinho para prefeito de São Paulo. Como não é uma greve programada pelo PT e seus sindicatos quase não se lê ou ouve notícias alarmantes por parte da imprensa. Imaginem se fosse tratasse de uma USP, Unicamp e Unesp? O circo já estaria armado.

Leila E. Leitão

São Paulo

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TUDO O QUE O MESTRE MANDAR

O Partido dos Trabalhadores mostrou, na indicação do candidato a prefeitura da cidade de São Paulo, que longe de ser uma agremiação pluralista onde a discussão é o melhor caminho de atingir o melhor ponto, predomina a palavra inicial e final do ex-presidente Lula. Na exibição da sua megalomania desvairada, sentindo-se uma deidade iluminada, desclassifica como candidata no combate a José Serra, a senadora Marta Suplicy, que já foi prefeita da cidade, é uma das vice-presidentes do Senado. Portanto, com uma bagagem bem substancial em relação ao ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, cujas obras pouco condizentes tem o carimbo das mancadas do Enem e a distribuição nas escolas de material escolar que ensinava a desaprender, sem falar no desastroso “kit gay”. Essa é uma estratégia burra. Na possibilidade remotíssima de vitória de Haddad, o PT iria espezinhar Marta. Na derrota que é certa seria eleita o bode expiatório e a culpa recairia no colo da senadora. Em São Paulo já chegou o “Mene, Mene Tekel” do PT.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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ETERNAS ENGANAÇÕES

No programa do Ratinho, Lula disse que o pobre não pode ter o tratamento que ele teve no Sírio-Libanês porque em seu governo foi extinta a CPMF. Impressionam sempre os caminhos mentirosos utilizados pelo ex-presidente para passar ao povo a ideia de que ele, o todo poderoso, é sua única salvação. Não percebe este povo que é fácil massa de manobra em suas mãos. Aplaude Lula dentro de qualquer circo montado para sua veneração. Naquele mesmo mês da extinção do tributo, uma vez mais houve recorde de arrecadação de impostos, fora que outro imposto, o IOF, sofreu considerável aumento para compensação, ou seja, não foi por falta de dinheiro que a saúde piorou tanto no Brasil. E eu vou dizer por que foi. Foi porque políticos que chegaram cheios de ideologia no poder há dez anos prometendo mudar “tudo o que estava aí”, em vez de mudar, associaram-se ao que de pior existe em nosso país: aos corruptos, ao fisiologismo barato e aos coronéis que produzem ininterruptamente a miséria mais miserável, mais desumana. E a indústria da seca, que já fez muitos desses coronéis bilionários, vai deixar mais miserável ainda uma população – é possível? - que enfrenta a pior seca em 40 anos e que vai ter de se virar nos trinta do bolsa-família para sobreviver miseravelmente a sua desgraça. É a esse lixo que Lula se aliou e anda de mãos dadas, bem grudadas. É responsável também pela miséria desse povo, pois não trouxe nenhuma solução, só promessas. E distribuiu dinheiro. Para gerar riqueza, é necessário investir pesado, dar educação, fazer dinheiro, mas Lula sempre entendeu que só distribuindo-o é que resolveríamos o problema aqui. Cadê a saúde beirando a perfeição? Cadê o sertão virando mar, como prometeu em 2005? Mentiras! Lula não desceu do palanque enquanto presidente e não investiu, não deu educação, não deu segurança nem infraestrutura nem saúde, só tratou de fazer muita propaganda e inaugurar intenções, como o São Francisco a inundar o sertão. Hoje só pensa em inocentar os fora da lei mensaleiros e enfiar goela abaixo dos paulistanos seu fantoche mais recente, Fernando Haddad, com as mesmas mentiras de sempre. Quantas universidades federais em greve no momento? Obra do “melhor ministro da educação que este país já teve”, seu candidato à prefeitura de São Paulo. Ah, se o povo lesse ou entendesse o que vai nos bastidores das mentiras que Lula apregoa. Não tem ninguém nesse Brasil capaz de estancar a verborragia mentirosa de sua excelência Lula da Silva?

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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‘LULA E O NOSSO FUTURO COMUM’

Muito boa a crônica Lula e o nosso futuro comum (A2, 8/6) de Fernando Gabeira. Avivei minha memória sobre preciosidades do Lula, como quando disse que a mãe nasceu analfabeta e que se a terra fosse quadrada a poluição não circularia pelo mundo. E o seu ministro da Educação era o Fernando Haddad, esse mesmo indicado para ser prefeito da maior cidade do “Paiz”.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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UM FRACASSO COMPLETO

Surpreendente Lula querer empurrar para prefeito de São Paulo o seu ex-ministro que demonstrou imensa incapacidade funcional no trato com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O ex-ministro foi um fracasso completo e, pior, em três tentativas. Como pode um cidadão tão limitado querer resolver os problemas infernais que afogam a nossa principal cidade.

Joubert Treffis jotatreffis@hotmail.com

Rio de Janeiro

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DONO DO PT

Embora não seja adepto ao "petismo", nem concorde com seus métodos, procedimentos nem maneiras desastrosas e mentirosas de governar o País que se tornou um verdadeiro caos político, corrupto, sujo, com cada um querendo roubar e desviar cada vez mais para rechear seus "pés de meias”. Temos que concordar com Marta Suplicy pelas suas atitudes mediante o comportamento de Lula por se considerar "dono" do PT. Ele, com suas manobras sujas, evitou a realização de prévias para definir o candidato a prefeito em São Paulo. Desta forma impôs seu preferido Fernando Haddad. É isso que Lula chama de democracia? Ainda se deu ao luxo de se irritar com sua ausência.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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OU DÁ OU DESCE

É isso aí, dona Marta, no PT não tem essa de "democracia" não. Ou dá ou desce, e se for mais, fácil ir para o cemitério mesmo. Politicamente, entretanto, não se perde nada.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PARABÉNS, MARTA!

Confesso que nunca fui muito fã de Marta Suplicy.

Porém, espero que ela tenha dado esses

“recados” ao PT, criticando e faltando aos encontros

do partido em represália ao senhor Lula que,

despoticamente tirou o que seria  talvez,  sua

última chance de vir a ser mais uma vez a prefeita

de São Paulo. Como brasileiro decepcionado com

a política, quero parabenizá-la dizendo que a senhora

é um exemplo de fibra e caráter. Se estivesse em seu

lugar aproveitaria o ensejo para abandonar esse barco de vez.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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MÁGOAS

A senadora Marta anda muito ressentida com o PT, tanto que não tem comparecido nas aparições do candidato a prefeito Haddad. Ela poderia aproveitar e se candidatar a vice de Serra. Então implodiria esta candidatura. Como em política nada é impossível...

Francisco Xavier fcoxav@gmail.com

São Paulo

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VELHA É A...

A ausência de Marta Suplicy na consagração de Fernando Haddad como candidato do PT a prefeito de São Paulo tem uma explicação bem prosaica. Marta, como toda mulher que "se acha", recusou-se a encarar o slogan da campanha de Haddad, que se baseia no "novo". Ser preterida por Lulla até que ela aguenta; já ser chamada de "velha" e fazer cara da paisagem, jamais.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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MARTA X HADDAD

“Marta comete grave erro quando o PT mais precisa dela”, publicou o Estadão de 4/6. Mas não foi Lula o responsável pela atitude de Marta ao substituí-la por um ilustre desconhecido para Prefeito de São Paulo?

Antônio Ferreira Batista afbatista@terra.com.br

São Paulo

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PT REFÉM

Quem diria, o PT em São Paulo refém da vontade da senadora Marta Suplicy. Será que toda encenação vai render frutos? Para os petistas, Lula matou sua galinha dos ovos de ouro ao implodir a candidatura da senadora à Prefeitura de São Paulo. Convém lembrar que Marta Suplicy deixou a prefeitura mal avaliada, levou a pecha de Martaxa e não se reelegeu. Isso mostra que o eleitor amadureceu? A conferir em outubro.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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QUEM ENTENDE?

Em um dia Fernando Haddad ironiza a ausência de Marta no lançamento de sua candidatura. No outro, diz que não tem mágoa por ela não haver comparecido. Dá para entender?

Maria Do Carmo Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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MARTA, MELHOR QUE A ERUNDINA?

Edinho Silva o presidente do PT paulista, afirmou que Marta Suplicy foi a melhor prefeita de São Paulo e eu acredito: ela foi melhor que a Luiza Erundina.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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UM JUBILEU E UMA COROA

Há 60 anos, Elizabeth Alexandra Mary assumiu, após o falecimento de seu ainda jovem pai, a chefia da Casa de Windsor e o trono daquele que foi, por muito tempo, o “império onde o sol nunca se punha” e a maior influência no campo das relações internacionais, na indústria e inovação nos últimos 400 anos. A celebração do Jubileu de Diamante, ocorrido nestes dias, é um ponto importante do encontro e do relacionamento entre a soberana, de 86 anos, e seu povo. Muitos, certamente, afirmarão que a monarquia é ultrapassada e imprópria para os dias atuais. Maior equívoco não poderia haver: trata-se de uma instituição milenar, que tem sabido atualizar-se aos novos tempos, sem incorrer nos modismos tão peculiares e característicos àqueles que atualmente se entendem representantes da essência do Estado e tentam alterar as sociedades baseados na necessidade de agradar a opinião pública. A Rainha Elizabeth II é um exemplo de respeito, dignidade e preservação dos melhores valores da sociedade britânica. Ao exercer a chefia do Estado, não só do Reino Unido, mas de 16 países, além da Chefia da Comunidade Britânica de Nações, ela tem, de modo discreto, sido um elemento essencial na estabilidade de uma Grã-Bretanha que enfrentou guerras e viu seu poder – porém não o seu prestígio – ser reduzido com o fim do colonialismo e da autodeterminação dos povos, este sendo um dos princípios basilares da ONU, da qual o próprio Reino Unido é um dos países-fundadores. De Winston Churchill a David Cameron, 12 primeiros-ministros, incluindo a Dama de Ferro, lady Margaret Thatcher, tiveram a oportunidade única de aconselhar-se com a soberana britânica, algo por eles considerado fundamental para o sucesso de suas administrações. Com sua perspectiva de longo prazo, a monarca, logra instilar, em cada chefe de governo, a compreensão de que a sociedade britânica não deve ser reduzida somente ao ganho da próxima eleição ou aos números variantes da pesquisa e do sabor eleitoral do momento. Houve momentos difíceis nestes últimos 60 anos, no entanto. A morte de seu pai foi um destes, assim como os vários problemas matrimonias de seus filhos. No entanto, Elizabeth II soube enfrentar os inúmeros desafios com recato, elegância e atenção à mudança dos tempos, sem banalizar a instituição à qual tem dedicado sua vida. O Reino Unido tem sido grandemente beneficiado pela serenidade da Rainha, que também empresta seu apoio a mais de 600 instituições, incluindo centenas de organizações de caridade, incentivando a benemerência e a generosidade dos seus compatriotas para causas de melhor excelência. Com a celebração do Jubileu, a monarquia britânica, sem dúvida, retoma, nestes dias, o seu brilho e esplendor, além da percepção de que, em que pesem as críticas de maior ou menor relevância, Estado e governo são coisas distintas e não devem ser confundidas. O Reino Unido é muito mais do que um governo conservador ou trabalhista. Governos vêm e vão. O Estado é perene. Esta é a mensagem da celebração. Em seu 21.º aniversário, Elizabeth II afirmou que devotaria toda sua vida, longa ou curta, ao serviço do povo britânico e à família imperial. Este compromisso, assumido em tão tenra idade, evidenciaram o seu amor pelo dever e significado de ser soberana. Para nós, brasileiros, ainda há muito por aprender quanto à consolidação democrática e visão de longo prazo. Infelizmente, ainda não compreendemos que políticos pensam nas próximas eleições, enquanto estadistas pensam nas próximas gerações. O porquê de não produzirmos mais estadistas deveria constituir uma preocupação de toda a sociedade brasileira. Talvez, ainda nos falte saber, claramente, a diferença entre Estado e governo. Para isso, podemos sempre recorrer à imagem serena e competente da Rainha Elizabeth II, que, servirá sempre como modelo de dedicação à vida pública e ao Estado. Longa vida à Rainha!

Marcus Vinícius de Freitas mvfreitas@faap.br

São Paulo

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RAINHA

Um dos povos mais inteligentes do mundo comemorou os 60 anos de reinado de Elizabeth, a rainha da Inglaterra. No mega evento, os súditos lotaram as ruas de Londres. O sistema de governo é o parlamentarismo, onde o chefão é o primeiro-ministro! Então manter o sistema de monarquia (rainha e príncipes) com todas as mordomias deve ser um negócio extremamente lucrativo! Ou não?

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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REPENSANDO FESTAS E FERIADOS

As solenidades pelo jubileu de diamante da rainha da Inglaterra, com quatro dias de feriados, é um emblemático de uma nova realidade na economia globalizada de nossos tempos. O antigo dito, repetido por vozes defasadas, que feriados sempre dariam prejuízos a um país, está sendo desmentido pelos ingleses, que tiveram lucros pela alta demanda turística, que por sua vez realimentou setores da indústria britânica, afora o incrível potencial propagandístico gerado por tal festança. Repensar essa realidade entre nós, as vésperas da Copa do Mundo e da Olimpíada, é mais do que necessário para o sucesso e lucratividade de tais eventos

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PRESENTE PARA A RAINHA

Enquanto o Brasil se afunda na lama da fétida política tupiniquim, a Inglaterra comemora, elegante e festivamente, o jubileu de diamante do reinado da rainha Elizabeth, o que também deveria provocar, pelo menos, a menção de um fato especial, aqui, neste país sem memória. Há 60 anos, diante do advento da coroação e pelo que se comentava, dentro da saudosa casa inglesa, Mappin & Webb, não havia perspectiva de o governo Vargas honrar a cerimônia com uma representação do Brasil no evento quando. No entanto, por iniciativa do empresário Assis Chateaubriand, foi encabeçada uma lista junto à alta sociedade para a confecção do célebre colar de esmeraldas com o qual foi presenteada a rainha, em nome de governo brasileiro, cujo trabalho foi executado nas oficinas do Sr. Leoni, no terceiro andar da referida loja. No dia de sua apresentação à imprensa, se não me falha a memória, foi convidada uma princesa – seria Fátima? – para servir de modelo, ostentando o belo trabalho. Um fato esquecido que só foi mencionado, de passagem, por ocasião da visita oficial da rainha ao Brasil, ao usá-lo em cerimônia oficial. É o Brasil que pouca importância dá aos seus artistas anônimos, mas de valores, como o foi o saudoso Sr. Leoni que, curiosamente, com um pequeno toque, curava o torcicolo de qualquer funcionário da casa.

João Roberto Gullino jrgullino@oi.com.br

Petrópolis (RJ)

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QUEM VAI PAGAR A CONTA?

Primeiro o Banco Cidade de Santos, um pouco depois o Banco Panamericano e agora o Banco Cruzeiro do Sul. Segundo a imprensa, o rombo do Banco Cruzeiro do Sul é de R$1,3 bilhões.Gostaria de fazer duas perguntas,qual é o órgão federal que fiscaliza esses bancos? Segundo, quem irá pagar os prejuízos causados por essas instituições? Presumo que seja aqueles que pagam impostos!

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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COISA DE ÍNDIO

Se Serra tivesse sido eleito presidente desta República, a quebra do Banco Cruzeiro do Sul seria "coisa de índio" e iria dar "muito pano pra manga".

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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AUDITORIA NO CRUZEIRO DO SUL

Toda instituição financeira tem que contratar auditoria com registro na CVM para envio de relatórios frequentes ao BC. A auditoria que "não viu" 300 mil empréstimos fictícios precisa ser imediatamente denunciada e sumariamente cassada. Quem comprou papéis do banco confiou tanto em sua gestão como em sua auditoria.

Leonardo Rodrigues da Cunha leo.alphaville@gmail.com

São Paulo

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SALVANDO O BANCO

A diretoria do banco Cruzeiro do Sul, para salvá-lo, precisa apenas contratar qualquer conhecido apresentador de TV e mandá-lo falar com o Presidente. No dia seguinte, o Banco Central passa a enxergar um excelente negócio e entra de sócio do banco, salvando a instituição (mas não a Pátria). Fácil, fácil. Já deu certo antes...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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CASO RONALDINHO

O trio do Flamengo que deu uma coletiva para falar sobre a ação de Ronaldinho na Justiça do Trabalho, com todo respeito, mas eles pareciam os três patetas. Lamento por ali estar se sujeitando àquele papel o Zinho, que pelo seu passado como jogador e campeão mundial não merecia aquilo. Disse que acabou a bagunça, então antes havia, não? A presidente Patricia Amorim querendo mostrar comando disse que a instituição Flamengo tem que ser respeitada e que tudo fará para resguardar seus direitos, etc. Lembra o general Figueiredo, da ditadura militar, que disse uma vez "eu prendo, eu mato, eu arrebento". Vamos por partes. Respeitar a instituição ela nunca o fez. Sempre se omitiu, nunca deu apoio a ninguém e deixou a bagunça se generalizar. Nunca mostrou pulso firme. Não será agora. Quanto ao clube resguardar os seus direitos é o mínimo que ela ou qualquer presidente pode fazer. Era só o que faltava, não defender os direitos do clube. E quanto ao vice-jurídico dizer que o clube está preparando um tiro de canhão, acho que está mais para tiro de espoleta. Lamentável a fanfarronice. Não me recordo do Flamengo ter tido uma diretoria com tamanha incompetência.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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CONTRATOU, TEM DE PAGAR

O Flamengo através de sua Presidenta (irresponsável), fala que vai ser implacável com Ronaldo Gaúcho. Aparece na TV em horário nobre para execrar o jogador. Agora não vem a público falar do salário em atraso que tem com o mesmo jogador e outros do mesmo elenco. Quando contrata um jogador do nível dele, é porque tem caixa para pagar. Mas não é o que acontece com estes clubes, os chamados “grandes” do futebol brasileiro. Eles contratam jogadores e técnicos com salários astronômicos, acabam com as finanças do clube e vão embora deixando dívidas impagáveis. E ao mesmo tempo deixam de pagar os impostos, milhões de reais devem ao governo, que também não faz nada. É preciso criar uma lei, onde o clube que não pagar em dia aos jogadores será rebaixado de divisão no campeonato que disputar.

É preciso criar um teto salarial como na NBA. Do jeito que está, não dá mais para continuar.

Tiago Homem de Melo de C Esilva tihmcs@ig.com.br

Campinas

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PÉSSIMO EXEMPLO

É péssimo o exemplo dado pelo Flamengo, quando retalia Ronaldinho, seu ex-jogador, mediante um suposto e invasivo exame positivo de alcoolemia, que comprovaria a sua desídia como trabalhador. A jurisprudência trabalhista, corroborando posição da Organização Mundial de Saúde (OMS), já reconhece o alcoolismo como doença e o trabalhador dependente do álcool como um doente que merece licença para tratamento e recuperação da sua capacidade laborativa, ao invés de rompimento do seu contrato de trabalho. A inabilidade da diretoria flamenguista, em mais esse episódio, contraria avanços sociais e trabalhistas que tiraram o alcoólatra do papel de algoz e o reconheceram como vítima de uma droga legalizada, cujo consumo é insuflado por descabida e ostensiva publicidade. Parodiando o próprio hino do Flamengo é imperativo afirmar que "uma vez alcoólatra, nem sempre alcoólatra".

Túllio Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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QUE SE FAÇA JUSTIÇA

Sou radicalmente antiflamenguista, mas o que o Ronaldinho Gaúcho, o dentuço, fez com o clube é algo que não podemos deixar passar em brancas nuvens.O cara não joga nada,o irmão canalha rouba camisas para levar vantagem e depois entra na justiça? E a atitude de torcedores crápulas do Grêmio há algum tempo? No mundo atual fica difícil se conhecer as pessoas mesmo convivendo com elas por anos a fio, pois tomam atitudes intempestivas que, na verdade, são atitudes canalhescas. Espero que a justiça ao invés de acatar o pedido do safado dentuço o faça pagar as camisas garfadas. Isso sim seria a atitude sensata.

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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SEMPRE REI

Ronaldinho, merecidamente, nunca ficará descamisado para sofrer as agruras do tempo (sem contrato) enquanto tiver preparo e condições físicas para exercer seu profissionalismo. Ainda é um craque que deu muitas glórias para o nosso esporte bretão. Quem é rei nunca perde a majestades!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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PAGODE EM MINAS

Atlético Mineiro vai montar grupo de pagode?

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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VALEU, VALEU!

Os palmeirenses agradecem ao Atlético Mineiro a contratação de Ronaldinho.

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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PROVAS COM PRAZO DE VALIDADE

O caso R10 ainda vai dar pano pra manga. Contra o Flamengo, é claro. Estão jogando para o público e a Flapress tem municiado a advogada do ex-atleta com uma infinidade de declarações com as quais restará provado o dano moral. Essa questão sub judice, na qual o ex-atleta obteve uma liminar que foi mantida, é apenas com relação à rescisão contratual. Portanto, exames de sangue (desaparecido), mulher em hotel, etc., tudo isso é irrelevante, apesar de apenas duas advertências por escrito, conforme divulgam. São amadores. A própria advogada do ex-atleta disse que o canhão de provas do Flamengo está enferrujado. Motivo de chacota para os adversários.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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QUEM VIVER VERÁ!

Esse bla-bla-bla com o R10 na imprensa não para. Agora é uma briga de foice do clube que comete as maiores besteiras do planeta a tentar jogar na mídia provas da insubordinação do seu ex-atleta. Jamais o advertiram. Jamais o multaram. A advogada dele vai ganhar mais grana de honorários do que o advogado do Carlinhos Cachoeira. Podem apostar. Quanto mais jogam para a torcida, mais se ferram. Quem viver, verá.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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