Fórum dos Leitores

NA SÍRIA DE ASSAD

O Estado de S.Paulo

19 Julho 2012 | 03h06

Massacre

É impressionante a passividade da comunidade internacional em face do massacre em massa da população civil na Síria. O ditador Bashar Assad está no poder há 12 anos, tendo sucedido a seu pai, Hafez, que, por sua vez, comandou o país com mãos de ferro por 30 anos. A China e a Rússia, que têm o poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, opõem-se a uma intervenção armada para resolver o conflito, que vem matando milhares de pessoas, chegando a mais de 16 mil vítimas. O ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan foi enviado à Síria para tentar uma solução diplomática que evitasse mais derramamento de sangue com a saída de Bashar Assad do poder. A posição da Rússia, contrária a uma intervenção militar, é explicada por motivos econômicos, ou seja, é uma grande fornecedora de armas a Damasco, onde também mantém um porto militar. Por outro lado, espera-se que o Brasil determine o retorno do seu embaixador, para que não fique conivente com esse estado de coisas que envergonha o mundo civilizado. Não podemos continuar indiferentes ao sofrimento do povo sírio.

MARCOS TITO

marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte

O horror

A humanidade assiste, estarrecida, ao horror na Síria perpetrado pelo cruento Bashar Assad, da mesma "família hitleriana" de nosso tempo. É necessário que a humanidade não permita que esse massacre continue, sob pena de passarmos ao porvir com a fama de uma civilização incapaz de impedir que tiranos sanguinários permaneçam no poder a seu bel-prazer assassinando quem quer que seja, como se fossem baratas desprezíveis. A nova ordem mundial deve impedir para sempre que fatos como esses ocorram.

ALBERTO NUNES

albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

Genocídio

Crime cometido com a intenção de aniquilar um grupo humano, nacional, étnico, racial ou religioso, o genocídio é cometido mais frequentemente por grupos organizados, geralmente por governos, do que por indivíduos. A palavra genocídio vem do grego génos, que significa família raça ou tribo, e do latim caedere, que significa matar. A inércia do secretário-geral da ONU, sr. Ban Ki-moon, que talvez só tome uma atitude quando o número de civis mortos ultrapassar os milhões, está levando-o ao banco dos réus da História juntamente com Bashar Assad, Vladimir Putin, Hu Jintao e o Mahmoud Ahmadinejad.

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

ECONOMIA

Mais eficiência

As políticas promovidas pelo governo federal que explicam o significativo aumento das despesas de custeio nos últimos anos foram rotuladas por alguns analistas como "bem-intencionadas" - só no primeiro semestre deste ano, conforme atestou o Estado ontem no editorial Gastança e ineficiência (A3), foram mais R$ 40,6 bilhões em gastos correntes do que no mesmo período do ano anterior, ante um montante previsto de R$ 42,6 bilhões para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2012. Tais medidas, na verdade, são políticas oportunistas e eleitoreiras. A presidente Dilma, o ministro Mantega e os demais membros da equipe econômica evidentemente sabem, no recôndito de seus pensamentos, que todo esse festival de benesses surte limitado efeito no longo prazo, período em que a atividade produtiva só pode ser sustentada por um esforço permanente do governo em investimentos. Não se sabe se por preguiça ou falta de habilidade administrativa, o PT vem condenando o País a um atraso sistemático em comparação com os demais emergentes porque simplesmente não investe - a taxa de investimento público como proporção do PIB, no Brasil, é das menores do mundo. Em vez de buscar na crise europeia e na desaceleração chinesa as razões para o tombo da economia em 2011 e agora em 2012, Dilma e Mantega deveriam enfim se mexer para alavancar as despesas públicas de investimento, além de estimular os gastos privados. De políticas "bem-intencionadas" o Brasil já está saturado. Faltam, mesmo, políticas eficientes.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Gastos do governo

O economista Mansueto Almeida, que não se perca pelo nome, declarou que o aumento das despesas de custeio ocorre "por causas bem-intencionadas", não por roubo. Tal declaração me fez lembrar o velho ditado: o inferno está pavimentado de boas intenções. Quanta mansuetude e boa-fé!

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

A gerentona e a lojinha

O PIB caindo (o que não tem nenhuma importância); o PAC empacado, não se conseguindo sequer realizar os gastos empenhados; a greve infinita nas universidades públicas federais (o que conta mesmo é o futuro de nossas crianças e adolescentes); a corrupção à solta (Valec-me Deus!)... Tudo isso faz me lembrar aquela lojinha de R$ 1,99 que foi à falência. Lembram-se?

DJALMA GOMES

djalmamgomes@terra.com.br

São Paulo

GOVERNO ALCKMIN

O filho de Paulinho

Alexandre Pereira da Silva, filho do Paulinho da Força Sindical, saiu da Secretaria do Trabalho depois da reportagem do Estadão. Engraçado como entre os políticos a coisa rola nos bastidores. Há menos de dois anos o pai comandava uma passeata nada pacífica em frente ao Palácio dos Bandeirantes, com comparsas agindo de forma truculenta contra a Polícia Militar, que impedia a invasão da sede do governo por professores estaduais. Nada contra uma manifestação pacífica, mas aquela estava longe disso. Foram dias de agressividade de toda forma contra o governo do Estado, tradicionalmente opositor de tudo o que Paulinho da Força até hoje representa. Mas, nos bastidores, quando se fala em empregar familiares de políticos tudo se acerta e quando se descobre a trama vem a demissão, não é? Como a política brasileira se tornou promíscua! Na frente faz-se o teatrinho, por trás tudo se acerta. Dá nojo!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Conluios

Infelizmente, está muito difícil saber quem é quem na administração pública. O PSDB vem dando mostras de que também adora um conluio, haja vista a situação complicada e não explicada do governador de Goiás. E é de dar náuseas a reportagem do Estado que ilustra como o filho do Paulinho da Força operava dentro da Secretaria do Trabalho. Nada mais provoca indignação nessa gente do meio político, por isso o País está sendo triturado pela corrupção de maneira impiedosa, em prejuízo de um povo carente de educação e saúde. Que período triste estamos vivendo...

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

SÓ O PODER INTERESSA

É triste, mas é a realidade! E como prova de que a educação no País é caótica, o Instituto Paulo Montenegro divulga pesquisa segundo a qual 38% dos nossos estudantes universitários não sabem ler nem escrever adequadamente. É verdade também que nem todo esse retrocesso que existe na educação dos nossos filhos pode ser atribuído somente aos dez anos de gestão petista. Mas o Lula, quando decidiu construir muitas universidades federais pelo País, talvez até porque tenha estudado apenas quatro anos do fundamental, não teve sensibilidade para dimensionar a gravidade do problema. Salutar e inteligente seria se o Palácio do Planalto tivesse investido esses bilionários recursos para dar prioridade à melhor formação pedagógica das nossas crianças e adolescentes, tanto na pré-escola como no ensino fundamental e também no ensino médio. A multiplicação das universidades federais é um tiro no escuro. Uma irresponsabilidade do petismo, porque eles deveriam saber que uma universidade não é a casa da mãe Joana! O aluno, para entrar pelo portão de um câmpus, precisa, no mínimo, ter bom domínio do nosso idioma, para que lhe propicie absorver bem todas as outras matérias curriculares e, como consequência, depois de formado, servir com qualidade e produtividade ao mercado de trabalho. Mesmo porque custa muito para nós, contribuintes, e para a Nação manter esses milhares de estudantes desqualificados de conhecimento básico. Isso sem falar na nefasta criação das cotas pelo petismo, em que se obriga a conceder vagas nas universidades mesmo que o aluno beneficiado não tenha alcançado a média ideal para tal e, lógico, em detrimento dos mais competentes. Mas como o objetivo do PT, pelos exemplos citados acima, não é preparar o jovem brasileiro para galgar um futuro promissor na vida profissional, o seu populismo e sua demagogia desprezível iludem, infelizmente, essa juventude, aliciando-a somente para as urnas... Porque só o poder lhes interessa!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PIBINHOS E MENTIRINHAS

No ensino superior deste país, 38% dos alunos não sabem ler e escrever plenamente. Pode significar que 62% dos universitários saibam que o que a presidente fala não se escreve.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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ANALFABETISMO NAS UNIVERSIDADES

O fato é que estamos no país do PT, cujo governo em 2004 criou o Programa Universidade para Todos (Prouni). Seus resultados estão sendo colhidos: mais de um terço dos universitários não está devidamente alfabetizado. Entretanto, se analfabetos funcionais podem ser eleitos para qualquer cargo público, e até mesmo chegar à Presidência da República, por que não poderiam ter acesso à universidade?

Flávio José Rodrigues de Aguiar flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

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EDUCAÇÃO

Seja sempre uma pessoa honesta e decente, com isso você pode até não salvar o mundo, mas com certeza contribuirá decisivamente para que haja um canalha a menos no Brasil. Analfabeto funcional é a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frases, sentenças, textos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos e de fazer as operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o indivíduo maior de 15 anos que tem escolaridade inferior a quatro anos, embora essa definição não seja muito precisa, já que existem analfabetos funcionais com nível superior de escolaridade. Esses índices tão altos de analfabetismo funcional no Brasil se devem à baixa qualidade dos sistemas de ensino público, à falta de infraestrutura das instituições de ensino (principalmente as públicas) e à falta de hábito e interesse de leitura do brasileiro. Em alguns países desenvolvidos e/ou com um sistema educacional mais eficiente, esse índice é inferior a 10%, como na Suécia, por exemplo. Como podemos ver, o analfabetismo funcional não depende de escolaridade, já que muitas pessoas com nível superior têm dificuldade de interpretar um texto. O pior é que, além de não interpretar corretamente o texto, o cidadão ainda tenta iniciar um debate e faz julgamentos com base num entendimento equivocado. Essa situação se tem repetido com freqüência, e em vários temas, principalmente nas questões que envolvem figuras no poder e quando são abordados temas políticos polêmicos e que ferem interesses. Mas esta situação se deve ao péssimo nível da educação no Brasil e à falta de interesse dos políticos em melhorar o quadro, afinal, quanto mais analfabetismo em todos os níveis houver no Brasil, menos consciência política, menos fiscalização e mais fácil é enganar o povo.

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br

São Paulo

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CONSEQUÊNCIAS

Se não investirem pesado na qualidade do ensino no Brasil, dia virá em que o povo será governado pelos jovens alunos que hoje, cursando ensino superior, mal conseguem interpretar o que leem.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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DEFICIÊNCIAS NO APRENDIZADO

É permanente a discussão sobre a educação no Brasil e em cada campanha eleitoral o assunto entra na agenda dos candidatos. O movimento mais recente é o que está defendendo a aprovação de uma alteração constitucional que obrigue o governo a destinar 10% do PIB à educação. É impossível imaginar tamanha impropriedade. Eu entendo como educação a soma de conhecimento com comportamento ético. Mas não quero tratar do comportamento ético em face do que ocorre, no Brasil, justamente com as pessoas de detêm maiores conhecimentos. Restrinjo-me a considerar a educação como o processo de angariar saber. E tal desenvolvimento no Brasil está deixando muito a desejar. A grande maioria dos alunos considerados aptos no ensino fundamental não consegue se expressar, tem dificuldades para fazer cálculos e é extremamente deficiente em ciências. Tais fatos são notórios e diversas são as sugestões para a melhoria do ensino e do seu aproveitamento. Entendo que o sistema educacional deveria sofrer algumas alterações na sua estrutura. Por exemplo, defendo a ideia de que o ensino fundamental fique sob responsabilidade dos municípios, com a fiscalização dos Estados. A sobreposição de operação pelos Estados e pelos municípios cria sérias distorções didáticas, de qualificação dos professores e de suas respectivas remunerações. A proposta já existe e está sendo implantada lentamente porque se fundamenta numa alteração por adesão. O que considero correto. O problema são as resistências que ocorrem, principalmente a partir do comando sindical do corpo docente estadual. É preciso um grande esforço de parlamentação para convencer aquelas lideranças a convergirem para o objetivo proposto.

Hélio Mazzolli mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

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ANALFABETOS FUNCIONAIS

No Fórum dos Leitores de ontem destacavam-se as mensagens das leitoras sras. Maria Tereza Murray e Mabel Correa Franco Guimarães, entre outras, pois a educação oferecida pelos petralhas não poderia ser melhor mesmo. O que esperar de um governo que apresenta entre universitários 38% de analfabetos funcionais?! A história vem de longa data, pois nós, que trabalhamos nas escolas estaduais e municipais, a conhecemos bem, desde que passaram a usar a metodologia pregada por Paulo Freire, que aceita a fala e a escrita dita popular, e não a forma culta, culminando com o último ministro da Educação, atual candidato a prefeito de São Paulo. E que falar do atual ministro dessa mesma pasta, que delegou ao Ministério do Planejamento a negociação com os professores grevistas das universidades federais? Interessa aos atuais governantes que a greve continue, pois assim o governo não precisa investir em educação. Quem perde muito com isso são os alunos, mas muito mais perde o Brasil. Dessa forma continuaremos a ter analfabetos funcionais, já que alunos bem formados podem virar uma arma contra os governantes atuais. É tão poderosa que pode destruí-los, pelo voto.

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

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GREVE

O governo federal não tem dinheiro para reajustar os salários dos servidores públicos federais, mas tem dinheiro para mais uma secretaria: a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), criada em maio de 2012. Com certeza o Brasil deixaria de existir se essa secretaria não fosse criada. Dona Dilma, por favor, pare de inchar a máquina pública, criando secretarias desnecessárias, apenas para empregar os "cumpanheros".

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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INOVAÇÃO E DESINFORMAÇÃO

Fala-se muito de inovação, mas não são muitos aqueles que sabem exatamente do que se trata. Ao mesmo tempo se faz muito pouco para difundir o conhecimento das tecnologias que representam a introdução de um novo bem, de um serviço ou de um processo, assim como não está claro quem é que coordena ou deveria coordenar e incentivar essa importantíssima atividade. As inovações mais conhecidas têm que ver com a energia alternativa e renovável produzida pelo sol e pelo vento, em contraposição à nuclear, a respeito da qual pairam sérias dúvidas relacionadas com a segurança. Assim como pode ser constatado grande interesse pelas diferentes alternativas no tratamento dos resíduos urbanos, área na qual existem opiniões divididas entre a coleta diferenciada e a reciclagem, o uso de termos valorizadores, a incineração, seguidos pela utilização das células estaminais e dos organismos geneticamente modificados. As inovações são vistas, geralmente, com pavor, mas também com espírito crítico, pelo fato de que não é suficiente uma vantagem econômica para que sejam adotadas, sendo necessário que se realize um concreto melhoramento na vida das pessoas. Um exemplo é a questão dos alimentos geneticamente modificados, que se de um determinado ponto de vista parecem poder resolver o problema da fome no Terceiro Mundo, não é bem aceita no quintal de casa. É a síndrome do efeito "Nimby", que se manifesta também no caso de algumas tecnologias do tratamento dos resíduos urbanos, com a afirmação "disponho-me a aceitar somente se a localização for longe de onde moro". De um ponto de vista geral, existe o convencimento de que as alternativas tecnológicas deveriam sempre ser acopladas a comportamentos virtuosos. O argumento inovação é vastíssimo, pois, além das inovações radicais, existem também as incrementais, que consistem numa melhoria ou adaptação a uma tecnologia já existente (trens de alta velocidade, internet, telefonia móvel, fármacos inteligentes, nanotecnologias, etc.), assuntos que, além da participação específica da comunidade científica, merecem ser divulgados e discutidos com a sociedade por causa dos riscos e benefícios que podem proporcionar.

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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A QUEDA DO PIB

A presidente Dilma Rousseff, para infelicidade da Nação, não sabe que sem um PIB forte o País não dará garantias a nenhuma criança, a nenhum pai de família e a nenhuma empresa? A queda do PIB é o reflexo desses anos em que o governo deu prioridade às commodities chinesas, coreanas e de outros países, importando muito e menosprezando a indústria brasileira, dando emprego no exterior e desempregando nas nossas indústrias. Não adianta desonerar a empresa nacional nem adiantará promover a baixa dos juros. A população, cautelosa, não irá às compras, pois sabe que há uma crise financeira muito grave no mundo que poderá levar de roldão tudo e todos. A ordem é economizar, enquanto a ordem do governo é gastar!

Alberto Nunes Alberto albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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NOVO ÍNDICE

O Banco Central do Brasil, que é lacaio do gabinete da Presidência da República, aponta para a estagnação econômica do País. Mas a presidenta, como Dilma gosta de ser chamada, retrucou dizendo que o mais importante é "a capacidade do País de proteger seu presente e seu futuro". Assim, a populista Dilma minimizou o nosso PIB fraquíssimo, mandando-o às favas! Já que o Brasil é o país da piada pronta, aconselho os nossos economistas a medir o PIB com as medidas das lingeries da presidente e de suas ministras. É só somar as medidas e dividir pelo número de senhoras que ocupam atualmente os ministérios. Com isso a média será o PIB do nosso amado e idolatrado Brasil. Garanto que será o maior PIB do planeta Terra!

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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CONTRASSENSO

É ou não é um absurdo? O Banco Central reduziu a taxa de juros Selic para o menor patamar dos últimos tempos: 8% ao ano. Muito bem, só quem paga essa taxa de juros é o desgoverno. Que redução, hein? Estranho e irônico é que a taxa de juros paga pelas pessoas jurídicas e físicas aumentou. Que contrassenso! Deve ser a matemática econômica dos petralhas para incentivar a "economia" dele$. Mas esperem para a$$istir à "propaganda eleitoreira enganosa", para passar ao povo menos avisado, sobre a redução da taxa de juros. O pouco ou quase nada que fazem, ou o que deveriam fazer, promove por antecipação, para colherem os frutos eleitoreiros e se manterem no poder, enquanto não acaba o dinheiro público. Até quando continuarão maquiando os números da verdadeira economia?

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

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OUTRO INDICADOR

Dilma, diante da decadência econômica brasileira, refletida no PIB, menosprezou e quer ignorar tal indicativo financeiro, adotado mundialmente. Bem que poderia inovar e adotar como novo indicador a corrupção, que está sempre em alta e não vai decepcioná-la.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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PREVISÃO OU CHUTE?

Sempre a mesma lorota: ano que vem o PIB vai ser de 5,5%. No ano que vem, viu?

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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CARTÃO DE CRÉDITO

É absurdo que o Brasil tenha a maior taxa de juros de cartão de crédito da América Latina, astronômicos 323% ao ano. O Peru vem em segundo, com apenas 55% ao ano, ou seja, seis vezes menos do que é cobrado no Brasil. Não se admite que as empresas de cartão de crédito tenham lucros estratosféricos no País, à custa do empobrecimento de milhões de seus incautos clientes. As pessoas deveriam eliminar ou reduzir ao máximo o uso de cartão de crédito, cheque especial, etc.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ORGULHO E VERGONHA

Se eu fosse um servidor público da Aeronáutica, do Exército ou da Marinha, sentiria orgulho; mesmo ético, fora dessas instituições sentiria vergonha.

Silvio Rangel silviofrangel@yahoo.com.br

Jarinu

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PODER PARALELO

Como em tudo no Brasil e na política brasileira, o que predomina é o apadrinhamento para levar vantagens e se beneficiar. É o caso do PDT, operando como poder paralelo na Secretária do Trabalho do Estado de São Paulo, a qual até ontem era comandada por Alexandre Pereira da Silva, filho do deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, candidato do PDT à Prefeitura paulistana. Secretaria essa que recebe prefeitos, decide sobre aplicação de recursos, toma todas as decisões, comanda 243 postos de atendimento ao trabalhador no Estado e movimentou R$ 10 milhões só em 2011. Absurdo, vergonhoso e descabível tal comportamento. No entanto, a população insiste em mantê-los no "pudê".

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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LIGAÇÃO CLANDESTINA

O Paulinho é da "Força", mas o emprego do filho é "gato"?

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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FIQUE LIGADO

O momento agora é uma grande oportunidade para o exercício da cidadania. E isso deve ocorrer tanto da parte dos candidatos, seja qual for o cargo pretendido, como também da parte do eleitor. Na situação atual, que não se vote em candidatos que fazem propaganda enganosa. Basta lembrar que José Serra chegou a registrar em cartório que cumpriria, se eleito, o mandato de prefeito. E renunciou ao cargo, com menos de dois anos. O mesmo Serra, quando candidato a presidente, teve o desplante de inaugurar a maquete de uma ponte ligando Santos ao Guarujá. Mas a promessa agora é construir um túnel. E, por fim, seu aliado Geraldo Alckmin prometeu rediscutir os pedágios das rodovias paulistas. Mas foi anunciado há alguns dias que nos trechos urbanos dessas rodovias também serão cobrados pedágios. Eleitor, fique ligado.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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FARINHA DO MESMO SACO?

Depois do excelente artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, neste jornal, no qual exalta as crenças da classe média paulista de só subir na vida à custa de muito trabalho, estudo e honestidade, vem o seu partido, na contramão desses valores, dar apoio público a um governador que representa tudo, menos isso (18/7, A7). Há algo (mesmo) de podre no reino da Dinamarca.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

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LISTA NEGRA

Que vergonha! Cerca de 200 parlamentares respondem a processos na Justiça, segundo levantamento da revista Congresso em Foco. Os processos vão desde crimes eleitorais e contra a administração pública até acusações de homicídio, sequestro e tráfico. Se o Brasil fosse um país sério, primeiro impediria que todo cidadão que tem a ficha suja entrasse na política; segundo, aqueles que em vista do cargo fossem apanhados em algo ilícito teriam seus processos julgados rapidamente, para que mais depressa deixassem o mandato. E pensar que esses mesmos senhores cujos nomes figuram na lista de processados na Justiça se acham no direito de cassar seus pares... Uma indecência sem tamanho. Alguma coisa precisa ser feita para que a honra e a decência sejam restabelecidas.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ENQUANTO ISSO...

Demóstenes Torres foi cassado como senador, mas continua na sua função de procurador de Justiça, trocando-se apenas seis por meia dúzia. Eita, brasileiros bonzinhos...

Antonio Rochel Jr. antoniorochael@gmail.com

Iguape

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AGUARDAR E CONSTATAR

Pelo andar da carruagem, e em se confirmando tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado, ou seja, o Congresso Nacional, presididos (ambos) pelo PMDB, aí, sim, de fato, e definitivamente, a presidente Dilma será refém desse partido. E todas as suas consequências, em breve, todos nós sentiremos. Quem viver verá!

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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SPREAD 171

O Judiciário especula com o dinheiro do funcionário público por meio da retenção dos pagamentos de precatórios. Isso configura um estelionato oficial, que o CNJ está tentado acabar. Se o Brasil não fosse um país tão corrupto, não existiria precatório. Enfim, o brasileiro, sem ou com pouco dinheiro, é lesado por juízes, promotores, advogados, deputados, senadores e presidentes. Vivemos numa porcaria de país onde qualquer um, por meio do voto popular ou de concursos públicos fraudulentos, conquista a posição de poderoso, que sempre está acima da lei.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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'A OBRA E O ARTISTA'

O artigo de André Meloni Nassar com o título acima (18/7, A2) me surpreendeu. Pelo título, achei que se tratava de uma abordagem cultural e me deparei com uma defesa esclarecida do etanol brasileiro. Concordo totalmente com o texto: o Brasil passou a ser respeitado internacionalmente por conciliar uma política de bicombustíveis com aumentos da exploração de petróleo, além de interferir pouco na produção de alimentos, em sua busca energética. A política para o setor tem seus diferenciais, como o diesel, que tem custo de produção mais alto que o da gasolina, mas é vendido nos postos a um preço mais baixo em função de uma política de desonerar o transporte de bens. Precisamos acordar para o etanol.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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FALÊNCIA

Durante o governo do PT, que já dura quase dez anos, foi dito que somos autossuficientes em produção e refino de petróleo, o que não é verdade; que a dívida externa foi paga e emprestamos dinheiro ao FMI, o que é mentira, pois a dívida externa hoje gira em torno de U$ 300 bilhões - R$ 600 bilhões. A dívida interna é de aproximadamente R$ 1,9 trilhão - dívida total em reais, 2,5 trilhões. O que mais espanta é que a dívida não se deve a investimentos em infraestrutura, saúde ou educação, pois está tudo sucateado e serão necessários vários trilhões para que os problemas atuais sejam solucionados. O que aconteceu com o dinheiro arrecadado? Sumiu e não fizeram nada? Quantos novos milionários surgiram no Brasil com o dinheiro desviado? Um velódromo de R$ 35 milhões pode ser demolido para se fabricar um novo por R$ 50 milhões ou reformar o antigo por R$ 70 milhões. Sejam honestos pelo menos uma vez na vida. Se o COI não aprovar o velódromo, cancelem a modalidade. O evento vai ser um fiasco, um a mais, um a menos...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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TOTEM BRASILEIRO

Para mim, o sr. Lula é o totem brasileiro: reverenciado pelos mal informados (infelizmente, a maioria) e interesseiros; é creditado a ele o que "deu certo" - pífio, se comparado a nações diversas - e o errado é culpa de variados "outros". Agora, mostra-se como totem pintando com cores variadas.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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LOTERIAS

É possível constituir, legalmente, empresa para exploração de loterias, a exemplo da CEF? Só para entender.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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FGV

Ainda a propósito da mudança de nome de logradouros públicos (16/7, C4) - ruas, avenidas, viadutos, parques, praças, bibliotecas, escolas e que tais - que homenageiam militares ligados à ditadura, causa espécie que uma das mais prestigiadas faculdades particulares do País se chame Fundação Getúlio Vargas, ditador de triste memória para o Brasil e paulistas em particular.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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TRAGÉDIA EM CONGONHAS

Faz cinco anos que o trágico acidente com o avião da TAM em Congonhas carbonizou 119 pessoas. Analisemos os três principais responsáveis, com um terço da culpa cada um. 1) TAM: Não treinou seus pilotos suficientemente para a emergência que ocorreu; não atendeu à diretiva da Airbus que recomendava instalação de detector de posição equivocada de comandos; carregou desnecessariamente o avião em Porto Alegre com excesso de combustível para pousar em Congonhas com chuva. 2) Infraero: Responsável pelo estado da pista com relação à quantidade de água na hora do pouso, não procedeu à medição requerida, tornando a pista liberada com relação à eventual aquaplanagem; falhou ao não monitorar o coeficiente de atrito da pista que vinha causando problemas. 3) Anac: Presidida pelo sr. Zuanazzi e tendo como diretora a dra. Denise Abreu, amiga do então poderoso José Dirceu, ambos jejunos em aviação. O petista Zuanazzi, da área de turismo, foi nomeado por Lula por indicação de Dilma Rousseff. Denise foi processada por falsidade ideológica ao levantar, perante a Justiça, restrição a operações em Congonhas em condições adversas. Como de costume, Lula não sabia de nada e, em vez de vir a São Paulo para tomar providências e prestar solidariedade aos atingidos pela tragédia, fugiu para o Nordeste e mandou Nelson Jobim no seu lugar.

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

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ACIDENTE DA TAM

Já se passaram cinco anos desde a tragédia do acidente com o avião da TAM em Congonhas. Um traço muito perigoso da personalidade brasileira é que aqui tudo é fogo de palha, ou seja, quando acontece um fato dessa natureza, as autoridades se agitam, prometem mundos e fundos, mas, passado algum tempo, as coisas vão esfriando e tudo retorna ao estado anterior. Não me admiraria se hoje houvesse algum avião voando por aí com o reverso travado, ainda mais se considerarmos a crise que se vem abatendo sobre as empresas aéreas. Depois do fato ocorrido, de nada vale para as vítimas a apuração de responsabilidades. O importante é fiscalizar para que o fato não se repita.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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PLANOS DE SAÚDE

Operadoras de saúde estão proibidas, pela Agência Nacional de Saúde (ANS), comercializar novos planos por não cumprirem suas determinações, entre elas, Seisa e Unimed, ambas que considerávamos (digamos) menos ruins. Engano, são também incompetentes. Parabéns à ANS pela iniciativa.

Benedito Raimundo Moreira br_moreira@terra.com.br

Guarulhos

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IGUAIS AO SUS

Moro em Fortaleza há mais de 20 anos. O plano de saúde de minha mãe vem de Brasília, onde papai foi funcionário público por mais de 30 anos. Necessitando de atendimento de emergência, visitei dois hospitais conhecidos em Fortaleza e constatei um atendimento deficitário, longas filas de espera para quem tem plano de saúde. Fiquei a imaginar o que já sabemos: quem não tem plano sofre mais. Mas quem tem plano sofre também. A superlotação é originária do crescimento do número dos associados e da não contratação de novos médicos e prestação de novos serviços. Ouvi o comentário: "Quem tem plano está na mesma situação dos usuários do SUS". Ou melhoramos o atendimento nos grandes planos ou será melhor usar os serviços das cooperativas médicas e abandonar os planos de saúde que não suprem a necessidade quando mais necessitamos. Uma consulta particular com um médico cooperado resolveu melhor que pagar um plano de saúde por longos anos e não ser bem atendido. Plano de saúde está igual ao SUS!

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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REGRAS PARA TODOS?

Gostaria de fazer uma pergunta ao ministro da Saúde. Se eu for a qualquer hospital ou ambulatório público, vou ser atendido nos mesmos prazos que ele impõe aos planos de saúde? Não quero defender as empresas de saúde, mas se o governo estivesse fazendo o justo com a saúde pública, que pela qual pagamos impostos - e não são poucos -, não estaríamos passando por situações como essa. Muitas empresas abusam pela omissão do Estado. Hospitais mal aparelhados, mau atendimento, meses para se conseguir fazer cirurgias, faltam remédios, médicos, higiene e muito mais no serviço público de saúde, mas disso o governo não fala. Poupe-me. Olhe para seu próprio umbigo antes de punir as empresas privadas pelo serviço que é obrigação do Estado.

Vera Oguma vera.oguma@uol.com.br

São Paulo

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ECONOMIA PORCA NA VACINAÇÃO SUÍNA

Não é piada, não! O governo federal limitou o universo dos brasileiros a ser vacinado contra a influenza tipo A. E ninguém disse nada. O número de mortes no sul do Brasil este ano já foi de 103, ante os 27 de 2011. E Ninguém disse nada. Se pensou, não disse. As crianças de até 2 anos, as gestantes, os profissionais de saúde e os idosos foram protegidos. E o restante da nossa população, em sua fase mais produtiva, merece adoecer e morrer? É esse o "Brasil que dá certo"?

Cléa Corrêa cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

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RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

Parabéns ao dr. Antonio Carlos Lopes pelo artigo A importância da relação médico-paciente (17/7, A2). Há mais de 30 anos conheço um médico, clínico-geral, que nunca viu a necessidade de pedir para a maior parte de seus pacientes qualquer exame laboratorial. Após uma anamnese e um minucioso exame em consultório, diagnostica corretamente a patologia e prescreve os medicamentos. Infelizmente, é impossível às escolas de medicina darem ao aluno o que ele mais precisa para se tornar um bom médico, o altruísmo e a vocação.

Leda Baston ledabaston@gmail.com

São Paulo

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HUMANIZAÇÃO DA MEDICINA

O professor Antonio Carlos Lopes aborda nesse artigo a importância da humanização da medicina na conduta médico-paciente e sua eficácia nos diagnósticos produzidos nessas ações. Conhecer, como nós conhecemos, a sua conduta de profissional consciencioso é conhecer um ser humano dedicado à sua causa maior: a medicina. Receba nossa admiração e respeito

Ricardo C. Cury consuladomyanmarsp@terra.com.br

São Paulo

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CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS

O professor Antonio Carlos Lopes aponta questão fundamental, inicial e "esquecida", em geral. Ainda que intrinsecamente ligada à medicina, penso que todos estamos à procura dessa relação também com muitos outros profissionais e até na vida, no dia a dia. O ser ouvido e ter atenção permanecem essenciais.

Geraldo Bourroul gbourroul@uol.com.br

Carapicuíba

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GOSTAR DE GENTE

Quão surpresa fiquei ao saber que ainda existem médicos exercendo a profissão com amor ao paciente e com diálogo e sinceridade. O dr. Antonio Carlos Lopes foi feliz ao resumir que para ser médico é preciso gostar de gente. Parabéns!

Regina Célia Belia reginabelia@uol.com.br

São Paulo

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MAIS RESPEITO

Senhor João Ubaldo Ribeiro, seu talento como jornalista e escritor não lhe permite injunções em áreas que lhe são desconhecidas. Pior ainda, injunções com uma pretensa fleuma sabe-tudo e discorrer sobre um sério assunto de saúde mental e tratamento, como um elefante numa cristaleira. O senhor deve andar muito em botecos para achar que os psicanalistas os frequentam também. Lamento a sua falta de seriedade no trato de algo tão sério, tão envolvido por preconceito. Não se pode banalizar o diagnóstico. Mas esses diagnósticos existem, as doenças são reais e cruéis se não tratadas. E se hoje existem mais diagnósticos e tratamento, é pela evolução da medicina, e não pelo desvario das pessoas. Lamentável a sua bizarra concepção de falsas descobertas de diagnósticos de doenças mentais. Descobertas de exames e tratamentos em bebês para alguma anomalia cardíaca ou similar são festejadas. Descobertas no campo da doença mental já vêm com o estigma de "cuidado, os laboratórios só querem ganhar dinheiro!". Contesto seu lamentável artigo de domingo, fico triste com uma posição tão tacanha e preconceituosa. Não tenho ligações com nenhum laboratório, não sou psiquiatra ou psicóloga. Sou portadora de transtorno bipolar, que sofreu demais com uma mãe também portadora que não teve tratamento porque antigamente não havia diagnóstico. Sou portadora que só conseguiu estabilidade na vida após recorrer ao tratamento psiquiátrico e psicológico. Tomo remédio, agradeço por ter sido diagnosticada e tratada. Agradeço por ter consciência da minha doença. Mais respeito, senhor Ubaldo.

Cristina Oliveira cristinaoliveira@ipe.com.br

São Paulo

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AINDA ROSANE COLLOR

Se a entrevista da ex-primeira dama concedida ao Fantástico no domingo foi tão desinteressante, imaginem o livro. Se a estratégia da entrevista era a de aumentar as vendas, podem se preparar para um enorme encalhe nas livrarias.

Maurício Rodrigues de Souza mauriciorodsouza@globo.com

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