Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2012 | 03h05

Aula de civismo

Que aula de civismo proferiu o nosso ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a corrupção! O ministro finalizou enfatizando que quem paga por ela são os cidadãos comuns. Pena que 81% dos brasileiros não saibam nem o que é a Ação Penal 470. E são eles, justamente, que pagam essa corrupção, com menos escolas, creches e hospitais. Como são inocentes úteis na mão desses corruptos!

CIRO BONDESAN DOS SANTOS

cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

Lição de ética

O discurso do ministro Celso de Mello em seu voto de ontem foi a maior aula de civilidade e de ética que todos os brasileiros de 10 a 120 anos de idade deveriam ouvir, seguir e ensinar a seus pares, amigos e filhos. Se seguida por todos, independentemente de cargos e funções públicas e/ou privadas, poderemos considerar-nos um povo evoluído e ciente de suas responsabilidades.

MARCO AURÉLIO REHDER

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

Voto magistral

O voto do ministro Celso de Mello na 30.ª sessão do julgamento do mensalão pelo STF foi simplesmente magistral. Não entro no mérito das condenações ou absolvições, mas o voto em si foi uma aula de Direito, de civilidade e um cala-boca naqueles que acusam a Suprema Corte de agir influenciada pela mídia ou de forma política. Se fosse professor de Direito, transcreveria o voto de S. Exa. e o distribuiria a todos os meus alunos. Penso que os brasileiros de bem lamentarão profundamente caso o ministro queira antecipar sua aposentadoria, como é sua prerrogativa, antes dos 70 anos.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Um patriota

Mais uma magistral aula de Direito Penal, desta vez proferida pelo ministro Celso de Mello. Mais que uma aula, reflexões de um patriota. Após extensa e cansativa leitura blá-blá-blá de assuntos já lidos e relidos, feita pelo "estagiário" ministro Dias Toffoli, e as tentativas de justificar a brandura dos votos que viriam do ministro Marco Aurélio, que se apequena perdendo tempo até em tentar se convencer que quadrilha só pode ser formada por três ou mais - e quadrilha de dois, portanto, não é quadrilha -, surge uma luz maior no cenário do Supremo. Obrigado, ministro Celso de Mello, por trazer a esperança aos homens de bem que ainda acreditam que vale a pena lutar contra os canalhas que insistem em destruir a frágil República que sobrevive neste país. As reflexões de Celso de Mello deveriam ser editadas em cartilhas didáticas para serem distribuídas e sabatinadas em todas as escolas e faculdades do País, também a todos os funcionários públicos e, principalmente, a todos os políticos desta nação.

OTONI GALI ROSA

otoni.ogrcom@uol.com.br

São Paulo

Dia de glória

Ontem foi um dia de glória para o STF. Quero homenagear o ministro Celso de Mello pelo brilhante pronunciamento que antecedeu seu voto no julgamento da Ação Penal 470. Sua exposição reaviva o orgulho dos brasileiros, que podem ver nesse homem culto e decidido a manifestação de repulsa a atos de baixeza, falta de caráter e de compostura, além de desonestidade, praticados por indivíduos ativos e passivos no lesa-pátria levado a efeito por alguns canalhas políticos e agregados. Uma verdadeira aula de civilidade e cidadania.

ADIB HANNA

adib.hanna@bol.com.br

São Paulo

Salve o 1º de outubro

Tudo levava a crer que seria um dia de tristeza e saudade pela morte da querida Hebe Camargo. Mas eis que o pronunciamento, firme e incontestável, do juiz Celso de Mello lavou a alma de todo brasileiro que ama este país. Sinto-me pleno de orgulho e alegria.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Semana vital

Estamos numa semana de importância capital para o País, porque, no decorrer dela, já poderemos saber, em parte, como a nossa Suprema Corte vai julgar José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Os olhos da Nação estão voltados para o voto do relator e dos demais ministros, embora sabendo-se desde já quais serão os votos de Ricardo Lewandowski e Dias Toffolli, salvo difícil engano. A Ação Penal 470, a Lei da Ficha Limpa e a Lei de Acesso à Informação realmente constituem a trilogia das mudanças por que o País precisa passar para nortear, em especial, os jovens sobre ética, moral, dignidade e punibilidade. E o julgamento do mensalão está aí para mostrar aos jovens deste país que não só ladrões de galinha vão para a cadeia!

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

ELEIÇÃO EM SÃO PAULO

Insultos

É constrangedor ver o modo como Lula diariamente insulta José Serra. Movido por um acendrado ódio contra a oposição, dirige-se a seu adversário político indireto com grosseria gratuita e desmedida. O ex-presidente comporta-se como se a coisa fosse pessoal ou como se a luta política se transformasse numa banal briga de moleques de rua. O último dos insultos foi sugerir a Serra que se aposentasse, referindo-se com malícia à senectude do ex-governador paulista. Talvez, no caso, quem se devesse aposentar fosse ele, já que parece estar perdendo o siso e o tino. Afinal, seus apadrinhados, empurrados à força goela abaixo dos eleitores, parecem estar condenados ao absoluto fracasso nas próximas eleições.

ÁLVARO CARDOSO GOMES

alcgomes@uol.com.br

São Sebastião

Ofensas e besteirol

Em comício a favor de seu apadrinhado, Lula mandou aviso a Serra, dizendo que ele está velho e deveria aposentar-se. Inacreditável a falta de compromisso de Lula com a lógica e a verdade. Serra tem só três anos mais que ele... Numa clara demonstração que está mesmo perdendo o juízo, dizer a uma pessoa de 70 anos que ela está acabada é uma sandice, sem falar na falta de educação e polidez. O conhecimento e a experiência que essas pessoas têm podem acrescentar muito em qualquer área, tendo até sido objeto de discussão a aposentadoria compulsória dos juízes do STF quando chegam a essa idade. Pessoas que carregam tanto saber obtido em tantos anos de trabalho e estudo estão em plena forma para exercer um trabalho produtivo e inteligente. Por querer eleger o seu candidato, que nem se provou competente no Ministério da Educação (aliás, não soube chefiar nem administrar aquilo direito), Lula ofende grande quantidade de brasileiros que estão beirando ou acima dos 70 anos. Mais uma vez falou besteira.

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

 

DILMA NO PALANQUE DE HADDAD

A vinda da Sra. Dilma Rousseff a São Paulo, para participar do comício do seu candidato à Prefeitura, não é crime e a democracia lhe faculta esse direito. Porém a oposição e o Ministério Público têm a obrigação de fiscalizar quem patrocinou esse deslocamento, tais como avião, veículos, seguranças, etc. O contribuinte não pode arcar com esse ônus, uma vez que essa viagem não teve caráter oficial.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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DESPESA DE CAMPANHA?

Perguntar não ofende: A vinda de Dilma a São Paulo, a mando de Lula, para participação em comício pró-Haddad, terá as despesas pagas pelos petistas ou por nós, contribuintes?

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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JORNADA DE TRABALHO

Dilma, como presidente da República, deve voltar toda a sua atenção para os problemas do País. Campanhas eleitorais nos municípios não devem fazer parte de sua jornada de trabalho.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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É IMORAL

É bom o eleitor ficar atento à forma com que nossa funcionária pública n.º 1 participou de palanque com o candidato à Prefeitura de São Paulo Fernando Haddad. Não está licenciada do cargo, portanto gazeteou o serviço aos olhos dos milhares de patrões, que não poderão sequer lhe dar uma advertência por uma falta tão grave. A oposição, no mínimo, deve denunciar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) essa prática ilícita e imoral de fazer política, e cobrar uma punição.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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'LULICES'

Muito desagradável para nós, brasileiros, termos uma presidente que sobe em palanques. Uma situação totalmente deselegante e paradoxal. Sua Excelência precisa ser lembrada de que está no topo do comando do País, portanto, deveria preocupar-se tão somente em governar seus problemas, que já são muitos, e de preferência imparcialmente. Chega de "lulices" absurdas que já nos envergonharam bastante.

Elaine Navarro elainenavarro.pa@hotmail.com

São Paulo

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INDECOROSO

Dilma subiu no palanque de Fernando Haddad em São Paulo. Estaria tudo muito bem, se segunda-feira não fosse um dia de trabalho normal e ela não tivesse um país para governar, e também se ela fosse até São Paulo por seus próprios meios. Usando o AeroDilma, ela faz uso da máquina pública, em horário de sua função, para fazer campanha partidária. No mínimo, antiético e indecoroso.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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ASSIM NÃO VALE

Lula (com a ajuda da pupila Dilma, que desce da Presidência para cumprir sua ordem) quer impor aos paulistas o que eles não querem, mas talvez vão acabar engolindo: Fernando Haddad. Aquele que não conseguiu administrar nem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Vale tudo para isso, até dar cargo de ministra àquela que seria a candidata natural do PT, Marta Suplicy, evidentemente comprada vergonhosamente no esquema de Lula, após se negar a apoiar Haddad. Se é o Poderoso Chefão não se sabe, porque ele próprio nunca sabe de nada, mas utilizando esses métodos, pelo menos se aproxima muito da Cosa Nostra. Assim a eleição não vale, até com a presidente como cabo eleitoral...

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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COITADO

Coitado do Haddad. Se perder, foi por culpa dele mesmo. Se ganhar, foi pela capacidade do Lula.

Fausto Ferraz Filho faustoferrazfilho@hotmail.com

São Paulo

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ÍDOLO CAÍDO

É lamentável a atitude do ex-presidente Lula participando da campanha eleitoral de seu poste em São Paulo. No seu último comício, ele, palanqueiro de carteirinha, sugeriu que José Serra pedisse aposentadoria, como se ele mesmo já não estivesse aposentado politicamente, ainda que a contragosto. Em vez de se comportar como um ex-presidente que realizou muito em favor dos menos favorecidos, mas perdeu o bonde da História não aproveitando a boa fase da economia mundial favorável ao País durante seus dois mandatos, fica agora tendo um comportamento incompatível com sua posição de ex-presidente. De fato, recebeu o País do governo FHC com as finanças acertadas, que chamou de herança maldita, entretanto deixou a infraestrutura do País aos frangalhos e a agora sua sucessora tem de se virar para equipar o País com um mínimo dos mínimos, para atender aos encargos da Copa de 2014, aliás, outra megalomania de sua autoria. Aparentemente, nem ele acredita mais na sua capacidade de eleger seus cupinchas, como bem lembrou recente editorial do Estadão de 30/9, sob o título Lula está definhando?. No Nordeste jogou o chapéu e saiu da cena de fininho para tentar fincar seu poste em São Paulo, mas para tanto pediu socorro à presidente Dilma Rousseff, já que sozinho não está dando conta. Tanto que se sujeitou a um beija-mão ao Paulo Maluf para conseguir seu apoio e os conhecimentos para eleger um poste, como este fez para eleger Pitta. E tal apoio vai custar caro aos paulistanos. Alguém duvida? O escândalo do mensalão, a transposição frustrada do Rio São Francisco, as linhas de transmissão de eletricidade, usinas hidrelétricas na Amazônia mal planejadas, em prejuízo dos direitos dos indígenas e da maior floresta do planeta, o desmanche das usinas de cana-de-açúcar, enterrando o álcool etílico, são as mais significativas "heranças" do seu governo. Ainda no dia 30/9 o Estadão publicou no caderno de Economia que 32 parques eólicos licitados em 2009 estão prontos, mas não podem ser utilizados porque as linhas de transmissão simplesmente não existem ainda. E, o pior, já oneram os cofres públicos (leia-se "nosotros que nos queremos tanto"), por força contratual, até o presente, e já consumiram R$ 370 milhões. Como se diz no popular, "vai planejar mal lá na casa do chapéu!". Elle deveria anunciar este malfeito em seus comícios, ou melhor, deveria aproveitar o conselho que deu a FHC e ir para casa cuidar dos netos.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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APOSENTADORIA

Lula, ao recomendar a Serra que se aposente, tocou num dos poucos assuntos de que realmente entende. Além de greves, chantagens, subornos e mentiras, aposentadoria é também um assunto que Lula pode falar de cátedra. O ex-presidente é aposentado desde 1988 como anistiado político, apesar de nunca ter sido exilado, preso político ou torturado. Lula tem também a aposentadoria por invalidez do dedo mindinho da mão esquerda e, finalmente, recebe uma polpuda mesada do Partido dos Trabalhadores, que equivale a uma terceira remuneração sem nenhuma contrapartida de trabalho. Portanto, o ex-presidente entende muito do assunto. Só acho que Serra, diferentemente de Lula, vai se aposentar, quando o fizer, por puro merecimento.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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REI MORTO...

A recomendação do Lulla pode até ser boa, mas elle precisa pensar em deitar, pois morto está.

Ardiles Ulhoa Filho adriles@uai.com.br

Belo Horizonte

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SERRA X LULA

Neste momento é surreal verificar que José Serra insinua que o Lula é o "Poderoso Chefão", esquecendo-se de que nas últimas eleições presidenciais, quando o mensalão já era sobejamente conhecido, fugiu do FHC como o diabo foge da cruz e teve o desplante de fazer propaganda utilizando-se da foto do Lula. A sua dissimulação é tanta que recebe o apoio do mensaleiro Valdemar Costa Neto e contesta o apoio do Maluf ao PT nas eleições municipais, quando na esfera estadual o PP apoia o PSDB, recebendo em contrapartida a presidência da CDHU no governo Alckmin.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

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O NOVO ELEITOR

A campanha eleitoral está terminando. O eleitor sabe que ainda lhe restam alguns dias para escolher o melhor para governar o município e integrar a Câmara de Vereadores. É uma oportunidade a cada quatro anos. Os eleitos de agora tomarão posse no dia 1.º de janeiro de 2013 e permanecerão até 31 de dezembro de 2016. Se a escolha for boa, a cidade vai progredir e o povo viver bem. Mas, se os eleitos forem ruins ou tiverem problemas, a crise poderá se abater sobre toda a comunidade. O mais importante é que hoje o eleitor vem procurando conhecer o candidato antes de decidir o seu voto. Primeiro, para saber se não existe nada que o desabone e se reúne as credenciais para ocupar o cargo pretendido. O eleitor brasileiro tem evoluído, e muito! Hoje prefere votar mais no candidato do que no partido, pois está provado que partido político é coisa que não funciona neste país. Cada um dos brasileiros pode, com a sua decisão, melhorar a situação de sua cidade e, se isso acontecer em nível nacional, melhorará o País. Por isso, antes de decidir o seu voto, lembre-se que aquele em quem votar deverá ser o seu representante na Prefeitura e na Câmara de Vereadores. Pesquise bastante para ter a certeza de que o escolhido está à altura de atuar em seu nome. Depois desse exame, certamente, você produzirá um bom voto e um Brasil melhor.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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REAÇÃO NAS URNAS

Tendo a alta cúpula do PT se envolvido em comprovadas ilicitudes, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), à Nação resta aguardar a manifestação do eleitorado, para triunfar sobre as forças que "aparelharam" o nosso Estado.

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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A QUADRILHA DO MENSALÃO

Sei não, mas começo a sentir cheiro de absolvição futura do trio petista comandado pelo Zé Dirceu, o maior de todos os petistas envolvidos no "mensalão", quando alguns componentes do STF, como a ministra Rosa Weber, não querem caracterizar como quadrilha esse bando de políticos e empresários que durante um bom tempo "trabalharam" com farto dinheiro de origem ilícita, mas que de uma forma ou outra foi desviado dos cofres do erário. Minha esposa chateou-se reclamando de justo a parte feminina do STF dar bola-fora e juntar-se ao Lewandostra e PToffoli quase que dando maioria para absolver o bando como quadrilheiros. Como chamar, então? Grupo de pessoas interessadas no bem do Brasil e com os fins justificando os meios? Ora, ora, ministros, suas excelências são um grupo de ingênuos? Não posso acreditar que pessoas maduras convivendo tantos anos com processos de todos os tipos possam ser tão inocentes ao ponto de não ver os envolvidos no "mensalão" como quadrilheiros dançando música em ritmo de moeda sonante. Até agora, o único ministro (com M maiúsculo) que não decepcionou em momento algum foi Joaquim Barbosa, o relator do processo, que não tem dúvida alguma em chamar de quadrilha este bando de malandros. Noutro dia, o tal Lewandostra, que teima em enrolar o tempo todo para vencer pelo cansaço os demais e trabalha para descaracterizar como quadrilha o mensalão, sub-repticiamente insinuou o "mensalão mineiro" como que um modelo e justificativa para a existência do criado por Zé Dirceu e Lula. Também não concordo em inocentar vários dos envolvidos no processo, proclamando esses como ingênuos ou chamando-os de simples mensageiros. Ora, ora, no meio em que este pessoal transitou, o mais bobo "dá nó em pingo d'água" junto com aqueles que "num piscar de olhos lê uma Bíblia inteira". A convicção de que aqui pessoas importantes não vão para a cadeia deixou-os à vontade para fazer tudo sem nenhuma preocupação em esconder, acostumados com a maldita impunidade quando do envolvimento de malfeitores ditos importantes, cabendo a este grupo de ministros a oportunidade única de acabar com essa tradição, porque, fosse numa China, por exemplo, os principais envolvidos num processo tipo "mensalão", como um Zé Dirceu, ganhariam uma bala na nuca em espetáculo montado num estádio com plateia. Aqui, no final do processo, talvez ainda peçam desculpas a ele.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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DE MARTA PARA DIRCEU, COM CARINHO

O que é isso companheiro, tá nervoso? Relaxa e g... Provável conselho da companheira Marta Suplicy, convidando companheiros que terão em breve seu destino modificado pela voz da justiça, a encararem o sexo como uma saída relaxante, mesmo que diante de uma provável condenação que os levara para trás das grades, onde acertarão suas contas com a lei.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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PEQUENA HISTÓRIA DO MENSALÃO

Delúbio Soares, tesoureiro do PT, devotado petista, estava preocupadíssimo com o seu chefe Lula, que chegara à Presidência da República, mas sem uma base parlamentar suficiente para aprovar os projetos do novo governo que haviam sido prometidos em campanha. Depois de muito raciocinar, Delúbio lembrou-se que Lula havia dito que na Câmara dos Deputados havia uns 300 picaretas. Encorajado com isso, Delúbio encontrou-se com um conhecido e experiente trambiqueiro mineiro, Marcos Valério. Dentro do maior sigilo, os dois superdotados elaboraram um ardiloso plano de como conseguir um retirar do Banco do Brasil, através do também companheiro petista diretor de marketing Henrique Pizzolato, volumosos recursos a fim de com esse dinheiro comprar deputados para que eles aprovassem sem pestanejar os projetos enviados por Lula. O habilidoso Marcos Valério, a troco de comissãozinha - quem trabalha de graça é relógio -, criou um esquema de lavagem de dinheiro passando a dinheirama de um banco para o outro a fim de não levantar suspeitas. Tudo foi feito dentro do maior segredo, sem que ninguém soubesse, nem mesmo o Lula nem o Zé Dirceu e nem o presidente do PT José Genoíno. O mensalão foi distribuído através de Marcos Valério entre alguns daqueles 300 picaretas e os projetos enviados por Lula ao Congresso foram aprovados. Inocentes, Lula, Zé Dirceu e Genoíno ficaram embasbacados diante da rápida aprovação dos parlamentares. Perguntavam como isso foi acontecer? Vaidoso, Lula achou que a aprovação se deu pelo seu carisma. Zé Dirceu e Genoíno continuaram perplexos com o que vinha acontecendo, pois eles não sabiam absolutamente de nada. Dá para acreditar nesta história? Nem eu nem os ministros do Supremo.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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QUE SURPRESA!

Estou absolutamente "surpreso" com o voto do ministro, com minúscula mesmo, Dias Toffoli. Realmente não houve formação de quadrilha. Os Zés, Delúbio e os outros aloprados se reuniram para tomar uma cervejinha e jogar palitinho, para não usar um outro termo corriqueiro para este tipo de "jogo". Eu é que deveria ser julgado por formação de quadrilha, afinal, participei de uma, numa festa junina há uns três meses. Socorro! Devolvam este rapaz para o curso de Direito ou ao lugar onde deveria estar, que é bem longe dos colegas de toga e notório saber jurídico. Com mais uma exceção, claro, que dispensa apresentações.

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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NÃO FAZ DIFERENÇA

A grande verdade (boa para o povo brasileiro) é que o Toffoli, estando ou não no STF, não faz a menor diferença. Só sai na foto. Ainda bem!

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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COMPARAÇÃO

Partindo da exposição do seu voto, comparar o nível de Dias Toffoli com os demais ministros do STF é lamentável e dá pena!

Nereu Domingues nvci@ig.com.br

São Paulo

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AINDA SOBRE A 'FARSA'

Mas nem o ministro Dias Toffoli conseguiu negar que houve mensalão?! Será que Lula vai chamar este de traidor também?

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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MENSALÃO

Parabéns à ministra Rosa Weber por não se deixar levar pelo advogado de defesa dos réus e amigo pessoal do sr. Lulla, o eminente ministro Lewandowski, que está julgando como quer os acusados, porém não vai conseguir, pois os ministros que votam agora não têm de agradecer pela nomeação.

Roberto Durval Bunemer robertobunemer@hotmail.com

São Paulo

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A PREPOTÊNCIA

Certa vez, uma das deusas do cinema norte-americano, Ava Gardner, junto com a não menos Kim Novak, param em posto de combustíveis para abastecer. Foi quando Ava se engraça com um garotão frentista e diz que o levaria para casa. Kim pergunta se ela tinha ficado doida - o que iriam dizer se ele contasse por aí tal história?! E Ava responde: Quem iria acreditar numa coisa fantasiosa contada por um pobre frentista? O deus Lula e seus seguidores, por aqui, estão tratando juízes como pobres frentistas...

Nelson Mendes nelsonmendes2009@bol.com.br

São Bernardo do Campo

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'ENQUANTO ISSO, NO SENADO...'

Lendo o editorial do Estadão intitulado Enquanto isso, no Senado... (30/9, A3), onde os senadores se valem do próprio erário para não terem de pagar do próprio bolso aquilo que lhes é cobrado, não me senti surpreso com tal audácia, devido ao já conhecido "jeitinho brasileiro" de que Suas Excelências se valem para burlar a lei e a ordem e afrontar a moralidade administrativa. O lamentável que o editorial expõe é que, mais uma vez, aqueles que deveriam dar o exemplo ao povo que os elegeu mostraram à população que ela é ré de sua própria passividade e estoicismo diante dos fatos que influem no contexto político-econômico-social brasileiro. Em suma: Enquanto nos deleitamos com o pão e o circo, Suas Excelências desfrutam do erário (leia-se, nosso dinheiro), numa espécie de socialismo com a coisa alheia. Na Europa, pessoas saem às ruas para protestar contra medidas governamentais de arrocho contra a classe trabalhadora. No Chile, estudantes protestam contra arbitrariedades do governo. Na Argentina, mães vão às praças exigir direitos e combater arbitrariedades cometidas pela ditadura local de alguns anos atrás. Aqui, divagamos acerca do próximo capítulo da novela ou de quem será o campeão do BBB. Enquanto ignoramos os fatos, por desconhecimento e/ou comodismo, senadores, deputados e outras Excelências que mais parecem Majestades loteiam a máquina pública com apaniguados políticos e pessoas de competência e/ou índole duvidosa, em total desrespeito a princípios constitucionais, ao mesmo tempo que perseguem, punem e ridicularizam quem é, de fato e por direito, prata da casa. E o que pior: quem é da casa é quem assume o papel de vilão, como se tivesse cometendo um erro em ficar na frente dos pés e dos olhares de apaniguados e Excelências. Com isso, quem paga por esse favorecimento, que só causa ineficiências que resultam em desperdícios de dinheiro público, somos nós. Enfim, só tenho a lamentar mais essa imoralidade administrativa que se refletirá no meu, no seu e nos nossos bolsos, enquanto disparidades econômicas e sociais persistem em nosso país.

Pedro Papastawridis ppapastawridis@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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CHEGA DE 'CORDEIRICE'

Os "inocentes" senadores da República das Bananas sonegaram Imposto de Renda (IR) devido referente à indecência dos 14.º e 15.º salários recebidos desde 2007 e, agora, querem que o Senado pague por eles. Se algum cidadão comum receber uma verba "extra", deverá, por força de lei, pagar o imposto devido ao Fisco. Por que os senadores acharam que estariam isentos e se beneficiaram de aproximadamente R$ 65 mil cada um? Os cidadãos pagantes deveriam deixar de ser cordeirinhos e exigir que cada representante de seu Estado no Senado devolva o que é devido e não aceitar que paguemos mais essa conta. Chega de "cordeirice", não dá mais para aguentar roubo do dinheiro público mascarado de direitos para alguns.

Leila E. Leitão

São Paulo

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O IMPOSTO DOS SENADORES

A hermenêutica jurídica pressupõe essencialmente a liberdade de pensamento do intérprete da norma. Todavia, principalmente a liberdade perde sua condição de absoluta e se restringe aos limites da ética. Interpretar os por si já escandalosos 13.º e 14.º salários, vencimentos acrescidos ao rendimento anual dos senadores desta não poupada República como títulos "indenizatórios", como justificativa para que não tenham recolhido o Imposto de Renda, abala a formação de qualquer calouro de direito.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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JUROS E TARIFAS BANCÁRIOS

Recentemente, o Estadão tem produzido exemplares para colecionador, pela profundidade, lucidez, e qualidade das matérias publicadas. No sábado, no entanto, este veículo trouxe matéria que deixou muito a desejar e só faz merecer crítica. Trata-se do texto redigido por Leandro Modé (Pressão para reduzir juros e tarifas faz bancos perderem R$ 35 bi na Bolsa, página B1). Os bancos neste país jamais perderam, ou deixaram de ganhar, pois é o Brasil um dos países com as taxas de juros e serviços mais elevadas do mundo, e isso não é recente. Qual banco europeu, norte-americano ou asiático que, em seus países de origem, praticam taxas de juros e serviços como as praticadas na Terrae Brasilis? Se fizerem lá o que fazem cá, certamente esses banqueiros iriam para um presídio. Há que se convir que "os papéis" perderam valor na Bolsa por serem instrumentos de especulação, e não de produção, ou seja, papéis que jamais gerarão empregos, produção de alimentos, bens de consumo e duráveis, tratando-se apenas de instrumentos de agiotagem. Cabe ainda lembrar que essas instituições são as que pior remuneram seus colaboradores, desrespeitam tudo e todos. Cabe ainda lembrar que somos "um país emergente", (subdesenvolvido), portanto, as taxas como Selic, por exemplo, deveriam ser idênticas ou próximas de nações em estado de desenvolvimento semelhante, assim, cabendo à Exma. Sra. presidente Dilma Rousseff e sua equipe econômica praticar taxas equivalentes as da Índia, ou seja, 0,9% ao ano, o que para a paupérrima população brasileira já é um exagero. E os banqueiros aqui residentes deveriam seguir o exemplo e o comportamento do Sr. Muhammad Yunus (um Prêmio Nobel da paz).

Carlos Nelson Horrocks carloshorrocks@yahoo.com.br

São Paulo

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A VEZ DAS TARIFAS

Há pouco tempo atrás li um artigo sobre a entrevista de um presidente de grande banco brasileiro a respeito de taxas de juro. Segundo ele, naquela oportunidade, caso houvesse uma redução muito grande nas taxas, ele não se importaria, porque para garantir seus ganhos e de seus acionistas ele aumentaria o custo das tarifas. É o que estaremos presenciando, porque o banco tem o poder discricionário para essa prática.

Marcos Antonio Scuccuglia marcos@consupar.com.br

Santo André

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A MÃO VISÍVEL

Começou com a caça do boi no pasto e continua com a caça às tarifas bancárias.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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NUNCA MUDA

Baixaram os juros, aumentaram as tarifas bancárias. Do couro sai a correia! E os banqueiros nunca deixam de ganhar. Brasil, país dos banqueiros!

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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GOLPE CONTRA O FGTS

Em período eleitoral e com as atenções dispersas, a subcomissão do Fundo de Garantia por (sic) Tempo de Serviço (FGTS) prepara um impiedoso golpe contra os direitos do trabalhador em geral, excluindo milhões de trabalhadores em idade mais avançada do direito pleno ao FGTS, através de anteprojeto de lei preparado às pressas pela senadora Marta Suplicy, às vésperas de sua indicação para o Ministério da Cultura, que, por constar em anexo do relatório preliminar da subcomissão, é também de responsabilidade dos demais senadores integrantes daquela comissão. Dentre as diversas alterações da legislação vigente propostas, pretende a senadora incluir um parágrafo oitavo ao artigo 15 da Lei n.º 8.036/90, para limitar e excluir um direito social garantido aos trabalhadores pela Constituição federal, mediante a redução da contribuição ao FGTS, hoje fixada em 8% (oito por cento) da remuneração mensal do empregado, para 6% (seis por cento) quando no contrato de trabalho figurar trabalhador com idade superior a 50 anos; 4% (quatro por cento), no caso de trabalhadores com mais de 55 anos; 2% (dois por cento), no caso de trabalhadores com mais de 60 anos; e 0% (zero) para trabalhadores acima de 65 anos. A justificativa adotada pela histriônica senadora e relatora parece risível: "Com isso, reduzimos o custo de empregar trabalhadores em idades mais avançadas e para os quais a acumulação forçada pelo FGTS já não faz mais sentido". Essa justificativa, por si, demonstra que a Senadora desconhece o assunto de que trata e sobre ele somente se debruça para colher resultados eleitorais. Ao contrário do que afirma a senadora, é exatamente nas idades mais avançadas que o trabalhador conta com a acumulação de recursos do FGTS para poder enfrentar a queda salarial decorrente da aposentadoria oficial. O FGTS é um patrimônio do trabalhador brasileiro, pela oportunidade de formar um pecúlio que pode ser sacado em momentos especiais, como o da aquisição da casa própria ou da aposentadoria e em situações de necessidade, que podem ocorrer com a demissão sem justa causa ou em caso de algumas doenças graves, além de ser um direito social e fundamental para a própria sobrevivência do trabalhador.

Mauro Antônio Rocha mauroantoniorocha@gmail.com

São Paulo

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PREVIDÊNCIA

Fabio Giambiagi (Contrarreforma na Previdência II, Estadão, 29/9, A2) alerta há muito sobre o déficit da Previdência e o perigo de no futuro não haver dinheiro para pagar mais ninguém. Difícil é chegar a um consenso sobre sua reforma quando tem funcionário público com aposentadoria de mais de R$ 20 mil e a maioria dos aposentados do INSS recebe salário mínimo. O Congresso deveria fixar um teto para aposentadorias.

Helga Hoffmann helga-hh@uol.com.br

São Paulo

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FATOR PREVIDENCIÁRIO

O fator previdenciário não influi na aposentadoria do Sr. Fabio Giambiagi, porque ele é um dos 980 mil funcionários públicos (BNDES) que se aposentam com o salário integral, sem teto, como os demais mortais do INSS. São esses 980 mil que geram um rombo de R$ 56 bilhões aos cofres da previdência. O fator previdenciário foi criado para achatar ainda mais os benefícios daqueles que se aposentam após terem contribuído por 35 anos, e ainda limitado ao teto do INSS (não o ultimo salário da ativa). Por fim, lembro ao Sr. Giambiagi que, se consideradas as aposentadorias ditas urbanas (aqueles que contribuíram), não há rombo no INSS. Sr. Fabio, não coloque todos no mesmo saco, desiguais não podem ser tratados como iguais!

Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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O IMPEACHMENT, 20 ANOS

As rememorações do impeachment de Collor, como noticiado pelo Estadão, dizem que o mesmo só passou "porque o voto foi aberto". Houve um outro fator importante, a par da ânsia de vingança do PT e associados. Os deputados, ao se dirigirem para dar o seu voto, tinham de passar por um ameaçador "corredor polonês", onde certamente os indecisos ou até contrários se sentiam obrigados a aderir ao voto pelo impeachment. Essa cena foi mostrada, então, pela televisão.

Mario Helvio Miotto mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

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FARSA

O Brasil recorda, entre tapas e beijos, os 20 anos da maior empulhação da História política brasileira, o impeachment do presidente Collor. Textos recheados de mágoas e pilhérias não diminuem a importância de Collor para o desenvolvimento do Brasil. Na chefia da Nação Collor teve a coragem de acabar com cartéis, feudos, vícios e mamatas de setores que sempre estiveram contra o legítimo crescimento do País. Foi arrancado do cargo porque não adotou a prática de mensalões e mensalinhos. Seguramente, Collor não cairia, se contasse com sustentação política no Congresso Nacional. Como tinham Sarney, Lula, FHC e, agora, Dilma. O impeachment foi uma colossal farsa, do princípio ao fim. Grupos políticos derrotados nas urnas por Collor rasgaram e violentaram a Constituição.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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20 ANOS DEPOIS...

Roberto Jefferson e Pedro Collor tiveram papéis importantes na nossa história, mas com desfecho diferente. Collor foi "impitimado" por uma Elba e o jardim da casa da Dinda; o "cara" Lulla não sofreu impeachment por covardia da oposição, e, segundo Marcos Valério (o PC Farias do governo Lulla), o rombo foi de R$ 350 milhões - quantas Elbas e jardins daria para fazer com este dinheirinho? O interessante é que Dirceu e outros petistas que participaram do processo contra Collor, há 20 anos, hoje são réus no mensalão, ou Ação Penal 470.

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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PRAÇA ROOSEVELT

A notícia é, digamos, impactante: no dia seguinte depois de inaugurada, a Praça Roosevelt amanhece com pichações. À vista do espírito da coisa existente na cabeça dos pichadores e daqueles que os defendem e defendem também a arte (?) deles, parece-me que a ousadia indicava que a praça iria ser pichada. Afinal, o deleite ególatra dos pichadores não tem limites. Mas, onde estava a imprescindível segurança? A Guarda Municipal, onde estava? E a Polícia Militar, o que fazia? É isso, as autoridades públicas municipais não pensam... continuam não pensando, pois carecem do raciocínio mínimo necessário para salvaguardar as finanças e os bens públicos.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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VÂNDALOS

A Praça Roosevelt foi inaugurada para dar prazer e proporcionar atividades aos moradores da região e do centro em geral. Não sou advogado do prefeito Gilberto Kassab nem de nenhum político, mas a praça já foi pichada no domingo? Será que ninguém consegue acabar com essa babaquice, estupidez e falta de consideração com os moradores que pagam pesados impostos para poderem usufruir daquilo que é deles, e eles merecem isso? Já passou da hora de deixarmos de ser condescendentes com vândalos! As subprefeituras deveriam solicitar à Guarda Civil para ficar em cima desses idiotas travestidos de gente. Na Avenida Paulista são os idiotas dos skatistas quebrando as guias plásticas dos cegos, sem o menor constrangimento. Respeito é bom e todos gostam, mesmo os vândalos.

Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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HEBE CAMARGO

Por mais que saibamos que uma das certezas que temos ao nascer é a morte, não nos conseguimos acostumar que ela faz parte da vida de todos - ricos, pobres, famosos, negros e brancos. Quando chega a hora da partida para a eternidade, a ciência e a medicina continuam engatinhando à procura de uma resposta para a morte. Sábado pela manhã, tivemos a notícia da morte da apresentadora e estrela da televisão brasileira Hebe Camargo, uma verdadeira diva da televisão brasileira. Como disse Jô Soares em entrevista à Globo News, por telefone, "Hebe Camargo era uma pessoa que estava acima do bem e do mal". Que não deixa uma substituta à altura para substituí-la na TV. Ela tinha uma virtude que a fez permanecer por tantas décadas fazendo sucesso, por várias emissoras por onde passou desde a Tupi. Mesmo sabendo que sua doença seria difícil de ser tratada, não se deixou abater, sempre alegre e sorridente e de bem com a vida. Seu legado, carisma e alegria ficarão marcados nos corações do povo brasileiro para a eternidade. Para mim, quem morreu não foi uma pessoa rica e famosa, apresentadora de TV, mas, sim, uma pessoa que fazia parte da gente, da família brasileira, uma pessoa do bem e, acima de tudo, transparente, alegre, divertida e, ao mesmo tempo, elegante. Onde quer que ela esteja, com certeza a essa hora deve estar divertindo outras almas com seu carisma e bondade. Você será eterna em nossos corações, descanse em paz, Hebe!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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CORAÇÃO ENORME

Eu não a conheci, mas, mesmo assim, aprendi a admirá-la. Mulher forte, de garra, guerreira, respeitava e tratava com carinho tanto o presidente como o porteiro, enorme coração. Orgulhava-se de sua origem humilde de menina pobre do interior (Taubaté). Seus olhos nunca me viram, nunca a vi pessoalmente, mas isso não me impediu de admirá-la, um verdadeiro exemplo de comportamento, espontânea e verdadeira, o que me permitiu aceitar tudo o que dela vinha, sem nenhuma dúvida uma grande perda para todos nós, brasileiros... A rainha da televisão brasileira se foi, juntou-se ao elenco celestial. Descanse em paz, Hebe Camargo, com certeza os céus estão em festa com sua chegada, um novo sofá te espera. Que tal estrear com Elis Regina, Tom Jobim, Vinícius de Morais ou, então, Ronald Golias? Que Deus a tenha.

Arnaldo Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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VÁ COM DEUS, GRACINHA!

Eis que Hebe Camargo se despede da vida sem avisar. Uma brasileira de garra que, na sua simplicidade e elegância, sabia mandar seus recados a todas as classes sociais, e por isso foi muito respeitada. Hebe não deixa substituta, porque seu lugar jamais será ocupado. Seu estilo e maneiras eram só seus. Vá com Deus, gracinha!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ESTRELA

A televisão perdeu um pouco de sua cor. O sorriso fechou-se um pouco. A alegria entristeceu por instantes. Hebe, a Estrela de São Paulo, agora é Estrela do Universo.

José Ivanil S. Mattédi jacynil@globo.com

São Paulo

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LUTO E FESTA

O País está de luto, mas tenham certeza de que o céu está em festa, por ter recebido a ícone da televisão brasileira Hebe Camargo, com seu jeito extrovertido de ser transbordando alegria e felicidade a todos que, sem dúvida, a estarão rodeando: Ronald Golias, Nair Belo, Consuelo Leandro, etc.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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HEBE NÃO MORREU

Parodiando Guimarães Rosa: Não há vida sem morte. Hebe não morreu. Ficou encantada.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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QUE SORRISO!

A única certeza desta nossa vida é a morte! E, aos 83 anos, Hebe morreu. Difícil encontrar alguém nesta vida que usou e abusou tanto do ato de sorrir! Hebe profissionalmente é sem comparações! O céu deve estar em festa, e claro, com muitos sorrisos!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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MINHA HOMENAGEM

Se um dia me dissessem que uma senhora foi contratada para um novo programa de televisão aos 83 anos, eu gostaria de saber quem seria, apesar de achar que essa contratação seria impossível nos dias de hoje. Se um dia me dissessem que uma senhora, aos 83 anos, se vestisse como aos 30, com uma vaidade tão simples que, ao invés de despertar a inveja, despertava o interesse e a admiração, eu diria que isso seria impossível numa sociedade em que poucos têm e muitos almejam. Se um dia me dissessem que uma senhora, aos 83 anos, distribuía, publicamente, beijinhos na boca, os famosos estalinhos, em mulheres e homens de todas as classes sociais e raças, eu deveria pensar que essa senhora ultrapassou todos os limites do preconceito e abraçou o amor ao ser humano. Se um dia me dissessem que uma senhora, aos 83 anos, sofreu de câncer e não perdeu a vontade de viver, eu deveria acreditar que, mesmo na saúde e na doença, as pessoas podem transformar a vida de qualquer um com a própria atitude ao encarar a dor e a alegria. Mas incrível de tudo isso seria me dizerem que esta mulher existiu e se chama Hebe Camargo. Quando, aos 83 anos, seus planos começaram, enquanto muita gente se esqueceu de viver aos 30. Minha pequena e singela homenagem para a imensidão que foi e é Hebe Camargo. Um beijo, Hebe!

Fabiana Bentes fabianabentes@me.com

Rio de Janeiro

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O ENTERRO DE HEBE

Impossível pensar que uma pessoa como Hebe possa se encerrar num cemitério, aonde todos vamos da mesma forma, para baixo da terra, como meros organismos materiais. Sem a existência do espírito, não seríamos de fato nada, com ele, continuamos a ser o que de fato somos na outra vida, onde vai continuar onde se parou antes de "surgir na Terra" como outro ser vivo, por um breve momento.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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LUTO NACIONAL

Com a morte de Hebe Camargo, a mais espontânea artista brasileira de todos os tempos, o País fica mais triste e pobre. Que seu exemplo de vida digno e exuberantemente alegre sirva de paradigma para atravessarmos este ciclo atual de nossa política antiética, coisa que ela em vida nunca deixou de combater.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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ACEITE MEU SELINHO

A TV brasileira está de luto. O Brasil perdeu a primeira dama da televisão brasileira. Com pesar, lamento o passamento da nossa querida e eterna rainha, Hebe Camargo. Desde a implantação da televisão no Brasil (1950), ela vinha alegrando nossos lares, com brio, simpatia, carisma, bom humor, inteligência, contagiosa alegria, desenvoltura, irreverência e competência, frutos de duras lides vivenciada à frente das câmeras de TV. Neste momento de comoção e dor, rogo a Deus que lhe dê o amparo divino e que lá do céu o seu espírito esteja sempre voltado aqui, para a Terra, sob as bênçãos do nosso bondoso pai eterno, protegendo seus fãs, súditos e admiradores contra as injustiças praticadas pelos inescrupulosos. Que multipliquem mulheres guerreiras como nossa saudosa, querida e inesquecível apresentadora Hebe Camargo, para que os órgãos, entidades e instituições possam encontrar remédios, complementos e suplementos capazes de encurtar os caminhos entre o desejável e o alcançável. Descanse em paz, Hebe, vai ser muito difícil substituir o seu legado. O Brasil está de luto e chora a sua triste partida. Aceite o meu selinho.

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

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MAIS UMA ESTRELA

O Brasil perde Hebe Camargo e o céu ganha mais uma estrela.

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

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PENINHA

Que peninha, aquela que tinha uma alma linda de viver se foi... Adeus, Hebe, seja feliz!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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DA FAMÍLIA

Não só a televisão, como toda a nação brasileira, ficou enlutada com o passamento de Hebe Camargo. Além de excelente apresentadora, Hebe Camargo nunca se omitiu quando necessário fosse "descer o reio", principalmente nos políticos corruptos. Embora não a tenha conhecido pessoalmente, meu sentimento é como se tivesse perdido alguém da minha família.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O ADEUS A HEBE

Foi-se um patrimônio da televisão brasileira. Fica um extenso legado que compreende autenticidade, comunicabilidade, simpatia e muito humor. Hebe entrou na casa de cada um de nós e nos permitiu sentirmo-nos na dela, através do jeito confortável, informal e receptivo com o qual recebia seus convidados e falava com seus telespectadores. Vá com Deus.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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EXAGERO

Claro que todos nós ficamos sensibilizados e respeitamos a morte da Hebe Camargo, mas, com todo o respeito que o momento merece, houve um certo exagero. Utilizar o Palácio de Governo, carro dos bombeiros e batedores considero um verdadeiro absurdo - talvez pela ausência de verdadeiros "heróis" (Senna). Somente pessoas que elevaram o nome do Brasil mereceriam tais homenagens. E, pelo que sei, a homenageada nada fez pelo País. Nem uma pessoa integralmente idônea ela foi. Enfim, isso é o nosso Brasil atual, que na falta de heróis faz essa homenagem absurda.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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LÁGRIMAS DE CROCODILO

Hebe Camargo foi execrada pelos colegas porque apoiou Maluf. Agora todos vêm chorar lágrimas de crocodilo em seu enterro. Êta povão!

João Carlos Ângeli j.angeli@terra.com.br

Santos

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