Fórum dos leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos leitores, O Estado de S.Paulo

02 de janeiro de 2020 | 03h00

SERVIÇO PÚBLICO

Reforma administrativa já

Estudo feito pelo Partido Novo na Câmara dos Deputados mostra a discrepância da carga de trabalho entre funcionários do Poder Judiciário, do Ministério Público (MP) e do Tribunal de Contas da União (TCU) e os trabalhadores da iniciativa privada (31/12, A4): verificou-se que os servidores desses órgãos trabalham 20% menos. Está explicado por que o funcionalismo público é contra as reformas. Urge uma ampla mudança. Funcionário público é trabalhador como qualquer outro. Logo, não correspondeu, deve estar fora. Por que termos uma categoria tão privilegiada, que, sabedora disso, não produz a contento? Eles sabem que têm estabilidade – que o trabalhador celetista não tem –, então se acomodam e sua produtividade é praticamente zero. E nós, contribuintes, pagamos!

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Ninguém é de ferro...

Os 20% menos de trabalho apurados no Judiciário, no MP e no TCU em relação à iniciativa privada, na minha opinião, até são muito módicos. No caso dessas carreiras, tal porcentual é resultado do obsceno regime de férias a que têm direito por lei, além dos feriadões e longos recessos autoinstituídos. Acontece que no setor público brasileiro, em todos os níveis e esferas de governo, só trabalha quem quer. Há milhares de servidores, principalmente nos Estados e ainda mais nos municípios, que passam os dias de “trabalho” aplicando na bolsa ou exercendo atividades particulares que podem ser conduzidas pelo computador ou celular, além dos que simplesmente não aparecem para trabalhar.

HERMAN MENDES

hermanmendes@bol.com.br

Blumenau (SC)

Fora da realidade

Em análise criteriosa pode-se verificar também que a fixação das remunerações no serviço público federal está fora da realidade. Pesquisas já apresentaram o resultado de que, em resumo, as remunerações de cargos federais importantes correspondem ao dobro do que é pago na iniciativa privada ao primeiro escalão. Não é justa nem aceitável essa situação, porquanto tudo é pago pelos contribuintes brasileiros. Resulta, então, que se torna necessária uma revisão sensata das remunerações, como forma de se adequarem os estipêndios à realidade mercadológica, sempre seguida na iniciativa privada.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

Os diferenciados

Além dos penduricalhos nos salários dos funcionários públicos, existem outras excrescências, tal como acréscimo de produtividade nos proventos dos servidores aposentados. É, realmente, uma elite.

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugenioalati13@gmail.com

Campinas

‘Metas de desempenho’

A lei que cria o contrato de metas para órgãos da administração pública federal direta e indireta (31/12, A3) é mais um avanço do governo Bolsonaro, com o importante diferencial de que o alcance das metas não estará vinculado a gratificações. Isso se explica pelo fato de, ao longo dos anos, diversas categorias de servidores haverem pleiteado e conquistado o absurdo da incorporação dessas gratificações aos salários. Ou seja, o que era para ser um fator de motivação no trabalho e melhoria da qualidade dos serviços públicos acabou se tornando apenas mais uma conta para o contribuinte brasileiro pagar. A Lei 13.934/19 previne essa distorção e impulsiona o bom desempenho do governo federal.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

Ilha de excelência

Os competentes no serviço público sempre serão reconhecidos. Como fez com maestria o editorial Mais trabalho, menos ideologia, (30/12, A3), que destacou a excelência do trabalho desenvolvido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Polido, jamais criou polêmicas e, se tudo correr bem, projeta para 2020 realizar de 40 a 44 leilões, como os de duas ferrovias, sete rodovias, incluída a Via Dutra, 22 aeroportos e vários terminais portuários. Essas concessões podem render R$ 100 bilhões para investimentos nos próximos anos, como bem cita o editorial. Outro evento importante é o leilão da chamada BR do Mar, que deve alavancar o transporte de cabotagem no País, ainda muito pouco utilizado. Sem alarde, em 2019 o ministro comandou leilões de concessão como os de 13 terminais portuários, trecho da Ferrovia Norte-Sul, duas rodovias e 12 aeroportos nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, arrecadando R$ 2,37 bilhões. Esse editorial deveria servir de orientação para o presidente Jair Bolsonaro, que, rodeado de bajuladores, é avesso a críticas construtivas, demonstrando forte queda para o autoritarismo, embora se diga um liberal. Parabéns ao ministro Tarcísio de Freitas.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

EDUCAÇÃO

Cobrança do Fies

Incoerente, para não dizer absurda, a ideia do Ministério da Educação de cobrar na Justiça os cerca de 584 mil estudantes inadimplentes com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). É evidente que se os alunos, em plena crise econômica e, portanto, com baixa oferta de trabalho, não têm condições de honrar a dívida, não é a judicialização da cobrança que resolverá o problema. Ao contrário, vai agravar mais ainda a vida já precária dessas pessoas. Renegociação da dívida e aperto das regras, privilegiando a meritocracia, são soluções viáveis, mas de longo prazo. O rombo, que chega a R$ 12 bilhões e dificilmente se resolverá, é resultado da leniência de sucessivos governos com essa bolha, que vem crescendo há tempo, com sinais claros de insustentabilidade. Penalizar o estudante é piada de mau gosto.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

TERCEIRA DÉCADA

Só em 2021

Voltamos ao mesmo problema numérico do ano 2000. A segunda década só termina em 31 de dezembro de 2020. O segundo milênio terminou em 31 de dezembro de 2000. A explicação é simples: a década vai de 1 a 10. O ano 1 só termina em 31 de dezembro. E o ano 10, também. O ano 2000 foi o último do milênio, que só terminou em 31 de dezembro. O século 21 e o terceiro milênio tiveram início em 1.° de janeiro de 2001. A terceira década deste século, portanto, só começará em 1.° de janeiro de 2021. Feliz 2020, último ano da segunda década!

PAULO SERGIO ARISI

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

“Não posso negar que tivemos muitos avanços no primeiro ano do governo Bolsonaro. Apesar de Jair...”  

LUIZ FRID / SÃO PAULO, SOBRE O BALANÇO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL EM 2019

luiz.frid@globomail.com

“Só nos resta acionar o ‘APP’ pessoal e seguir em frente!”  

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI / SÃO PAULO, SOBRE O QUE NOS AGUARDA EM 2020

fransidoti@gmail.com

Ano novo, vida nova

Bem vindo, ano de 2020! Restam-nos a fé e a esperança de sempre, um ano verdadeiramente de ordem e progresso, como é a mensagem de um dos nossos símbolos máximos, a Bandeira brasileira. O que passou passou, entre vitórias e derrotas em todas as áreas do País, avanços e retrocessos, justiça e injustiças cometidas pelos políticos, juízes, governos passados e presentes. O Brasil continua firme e forte, embora opiniões contrárias, pois ninguém tem a capacidade de destruí-lo, como foram e estão ainda em curso maneiras, manobras para acabar de vez com a Nação. Os exemplos recentes estão aí para provar ações da polícia, do Ministério Público e o Ministério da Justiça contra os maus atos praticados. Como no caso da Lava Jato, por exemplo, que mesmo golpeada por políticos, juízes e outras entidades, além de parte da mídia, comprometidos com a corrupção que assola nosso País, ainda assim colheu resultados cima do esperado, apesar dos pesares. Um legado a operação vai nos deixar, isso é imutável, e por analogia faz lembrar o moleque que teve tatuado na testa “ladrão” após ser apanhado roubando. Isso é o que os envolvidos no esquema terão registrado em seus currículos e na sua vida para sempre, mesmo soltos por aí.

ELITON ROSA elitonrosa@gmail.com

Rio de Janeiro

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No mínimo, feliz 2020

Vamos desejar o mínimo para 2020. Por exemplo, que os supermercados não cobrem R$ 0,08 por sacolinha, obrigando até idosos a carregarem suas compras nas mãos. Que os bancos atendam seus clientes em até 30 minutos quando seus juros ultrapassarem os 12% ao mês. Que os postos de saúde não deixem doentes por horas em bancos, ou sem atendimento em corredores. Que a conta de luz só tenha a bandeira na cor que possamos pagar. Que políticos e ministros do STF trabalhem de segunda a sexta-feira, já que lhes pagamos as mordomias, além de seus salários. Que os governantes olhem para os brasileiros como seus patrões, não como empregados. O pouco que pedimos pode começar a ser muito. Pensar positivo ajuda a somar coisas boas.

CARLOS GASPAR

carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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Ano-novo na Austrália

Agravado por ventos de 120 km por hora, o fogo descontrolado já atingiu quatro Estados na Austrália, queimou 5 milhões de hectares, causou 10 mortes e levou à destruição de dezenas de propriedades. Com temperaturas acima de 40 graus, esse evento catastrófico é provocado pela mudança climática. As celebrações de ano-novo foram canceladas em várias comunidades. Entretanto, a queima de fogos foi mantida na Baía de Sydney, cartão-postal do país – a expectativa era de 1 milhão de visitantes. As duas imagens correm o mundo, mostrando a dualidade da realidade do planeta.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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Queimadas

Cadê a pirralha na Austrália?

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA ggveiga@outlook.com

São Paulo

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Feitos e desfeitos

O governo Bolsonaro está completando um ano de muitas realizações. De amplo conhecimento, apenas duas: a reforma da Previdência e o pagamento do 13.º salário aos beneficiários do Bolsa Família, medida populista que passou quase despercebida durante os 14 anos da farra petista, não sei como. Alguns feitos prometidos e cumpridos: privatizações de aeroportos, portos, estrada de ferro (Norte-Sul, R$ 2,7 bi), pavimentações – merece destaque a BR-163, no Pará –, continuidade das obras de transposição do Velho Chico, a um custo infinitamente menor que os praticados na era petista. Na área econômica, o PIB reviveu, depois de dois anos abaixo de zero. A estimativa de crescimento para este ano é de 1,16% e para o que se inicia, 2,28%. Desemprego em queda, índice atual, 11,2%. Taxa básica de juros, a Selic, em 4,5% e com viés de baixa, a menor da história. A Bolsa de Valores fechou em alta pelo quarto ano consecutivo, neste exercício, 31,58% de lucratividade. E o mais cruel dos impostos, a inflação, que corrói o bolso do trabalhador, está estabilizada. A reaproximação com grandes potências, como China e Estados Unidos, e o tratado de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia (UE) atestam que a credibilidade do País está voltando, tanto que o risco Brasil atual é de 117 pontos, o menor patamar desde maio de 2013. Este resumo mostra que o Brasil tem jeito. Se tivéssemos um Congresso consciente das necessidades nacionais, onde os interesses tivessem como meta o Brasil, e não fossem mesquinhos e individuais, hoje as reformas administrativa e tributária já teriam sido aprovadas e teríamos um Brasil mais enxuto, beneficiando empresários e trabalhadores, castigados por essa carga absurda de impostos. Nem tudo são flores. Bolsonaro apresentou muitas falhas nesse período à frente do governo, que vão desde palavras impensadas dirigidas a jornalistas, ausência de uma política de boa vizinhança com congressistas, às vezes necessárias, e de jogo de cintura com alguns chefes de Estado. As questões familiares também tiveram grande peso para sua baixa aprovação, segundo agências de pesquisas. Mas como notícias ruins chegam depressa, estas chegaram primeiro e ofuscaram as boas ações realizadas. Todavia, no balanço final, os créditos do senhor presidente superam os débitos, sinal de que o Brasil está sendo bem gerido.

SÉRGIO DAFRÉ sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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Mais claro e mais aberto

Cruzamos 2019 sentindo as dificuldades e colecionando as expectativas para 2020 e seguintes. Vimos um governo federal mais aberto e que discute com clareza seus pontos de vista. Erros existem, mas é claro o desejo de acertar e de alçar a Pátria ao patamar que todos os brasileiros esperam. Não se pode criticar que um governo seja liberal na economia e tradicional nos costumes e nas posturas, porque manipular finanças não é o mesmo que julgar ou considerar costumes e princípios éticos e morais. Quem deseja muito a exatidão de conceitos pode pecar pela estreiteza de visão ou muita liberalidade onde a ética e a moral não permitem. Bolsonaro é muito melhor que o populismo anterior. O Brasil, como vimos, pode caminhar para um futuro satisfatório e esperançoso.

JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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A primeira pergunta do ano

O presidente Jair Bolsonaro foi duramente massacrado ao facilitar a posse de armas de fogo nas regiões urbanas e, praticamente, liberar nas regiões rurais. Apocalípticos previram uma explosão de violência com tais atos. Contudo está próximo de ser divulgado o índice que constata redução de entorno de 20% nos assassinatos, que eram mais de 60 mil por ano. Matematicamente, então, 12 mil vidas foram poupadas. No campo, por tanto tempo ficamos indignados com a invasão de terras produtivas, plantações destruídas, máquinas destroçadas, sedes de empresas e casas incendiadas, mas em 2019 não se soube de caso expressivo algum, enfim há paz no campo. Então, pergunto qual o motivo de tal mudança, além de algumas alterações burocráticas que, de fato, existiram. Com a palavra os que têm uma visão diferente da minha.

MARCIA MEIRELLES marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

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Qual a diferença?

Fico imaginando e tentando saber qual a diferença que existe entre o ex-presidente Lula da Silva e o atual presidente, Jair Bolsonaro. Então, pelo mediano conhecimento que tenho das realizações de ambos, concluo o seguinte: o Lula fez o porto de Cuba e Bolsonaro fará o de Santa Catarina, o maior da América Latina. O Lula fez a ponte do Rio Orenoco, na Venezuela, e Bolsonaro a do Rio São Francisco. O Lula levou o nosso dinheiro para vários ditadores comunistas e Bolsonaro está furando poços artesianos no Nordeste. O Lula construiu aeroporto e rodovia na Guiné-Bissau e Bolsonaro asfaltou a Rodovia 163, Pará-Cuiabá. Sem falar da estrada de ferro Norte-Sul. O Lula loteou os ministérios, 40, entre os partidos, Bolsonaro diminuiu-os para 22 e indicou técnicos especializados para cada um. Um ano depois da posse, não houve denúncias de corrupção nos ministérios do atual governo. E no tempo do Lula? Alguém tem dúvidas dessa diferenças e por que parte da mídia não sabotava o PT e Bolsonaro é a maior pedra no sapato?

BENONE AUGUSTO DE PAIVA benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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Calúnia?

Ficamos sabendo que o ex-presidente Lula processou o dono da Havan por faixa “difamando-o” como “cachaceiro”. O que é certo: seus advogados terão problemas para montar estratégia desmontando essa afirmação. Sei, não, o melhor seria ficar quieto...

JOSÉ PERIN GARCIA jperin@uol.com.br

Santo André

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Fenômeno dos negócios

Parabéns a Carlos Alberto Di Franco (30/12, A2), falou o que todos falam, reprovam e não são ouvidos! O “homem” é mesmo um fenômeno do mau exemplo de pai. Que a nossa Justiça abra os olhos e seja igual para todos, de forma transparente e clara.

JAIME EUFRASIO SANCHES jaime@carboroil.com.br

São Paulo

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Lulinha

Lulinha, considerado pelo pai, Lula da Silva, o “Ronaldinho dos negócios”, está na alça de mira da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Afinal, sua ascensão nos negócios foi meteórica e em poucos meses: de colaborador no Zoológico de São Paulo agora é sócio de empresas de grande porte, às quais “aportou” quando o demiurgo de Garanhuns era governo. Não se sabe por que as empresas de telefonia Oi e Telemar instalaram, por coincidência, uma antena repetidora de celular bem ao lado do sítio em Atibaia... Aliás, como diria aquela senhorinha de Taubaté, “filho de lula lulinha é”!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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Dia da mentira 2020

A notícia mais aguardada para o 1.º de abril deste novo ano, que acaba de nascer: anulados todos os processos contra Lula.

ROBERTO TWIASCHOR rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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Um sucesso

O único lugar no qual o Lula faz sucesso é na cadeia.

EUGÊNIO JOSÉ ALATI eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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Marx era brasileiro

Em 30/12/2019, no Caderno2, em “Bem pensado”, o Estadão brindou-nos com uma das mais brilhantes frases de um brilhante comediante, Groucho Marx. Numa simples frase, a mais completa definição que se pode fazer da política, principalmente a praticada em terra tupiniquim: “A política é a arte de procurar problemas, encontrá-los em todos os lados, diagnosticá-los incorretamente e aplicar as piores soluções”. Simplesmente genial e terrivelmente verdadeira. Deus não é brasileiro, mas Groucho era.

RENATO OTTO ORTLEPP renatotto@hotmail.com

São Paulo

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Vale-refeição de juízes

Tenho visto o “combativo” senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) vociferar contra o governo federal, de forma às vezes truculenta. Mas não diz nada sobre esse escândalo que é o vale-refeição para juízes em seu Estado, entre R$ 3.200 e R$ 3.546. Por que não arruma a sua casa antes de falar dos demais? É medo? Enquanto isso metralha o governo federal, que não pode responder no mesmo nível. Arrume primeiro o seu “quintal”, para falar dos demais.

ADILSON PELEGRINO adilsonpelegrino52@gmail.com

São Paulo

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Penduricalhos

O sr. Paulo Guedes deveria incluir na pauta de reformas dos tributos a extinção desses penduricalhos – verdadeiras excrescências –, pagos à margem dos salários para ficarem isentos do Imposto de Renda. Sou professor em São Paulo e não recebo esse benefício porque, segundo o governo, meu salário está acima da margem (sei lá o que eles querem dizer com isso). Ou seja, na visão deles o meu salário, totalmente tributado pelo IR, não é usado para comer. Vergonha!

LUIZ ANTONIO AMARO DA SILVA zulloamaro@hotmail.com

Guarulhos

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Porta dos Fundos

Os humoristas do Porta dos Fundos confundem liberdade de expressão com falta de respeito e ofensa. O que fizeram com Jesus é, sem dúvida, um desrespeito às religiões cristãs. Seria o mesmo que afirmar que Oxalá é um ente divino impuro: desrespeitaria o candomblé. A liberdade de expressão não pode ser um salvo-conduto para desacatar as pessoas, suas crenças, e afrontar a fé de quem quer que seja. O que se mata no mundo em nome de Deus é o exemplo da expressão sem freios e sem limites. O Porta dos Fundos humilhou a fé cristã com gracinhas sem graça de humoristas arrogantes.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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Desafio

Faço minhas as palavras do pastor Malafaia, mesmo não sendo evangélico. E quero que o Porta dos Fundos do machão Duvivier e outros petistas faça uma gozação ou filme de Maomé gay. Já que estamos num país democrático, por que não?

MARIA M. J. SIMÕES mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

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Ayrton Senna!

Muito oportunismo do Rio de Janeiro, agora que pretende ter a Fórmula 1 lá, inaugurar uma estátua em homenagem ao Ayrton Senna, 25 anos depois da sua morte!

TANIA TAVARES taniatma@hotmail.com

São Paulo

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Governador generoso

Nota da Coluna do Estadão afirma que o governador do Estado transferiu aos 645 municípios de São Paulo cerca de R$ 30 bilhões de recursos oriundos do ICMS, em 2019, 8% mais que no ano anterior. Destaca que o fato se deve à “generosidade” do chefe do Executivo, maior do que de seus antecessores. Nada mais falso: o montante de ICMS repassado é um porcentual estabelecido em lei, vinculado ao montante arrecadado, e não depende da discricionariedade do governador. A informação certamente não partiu de João Doria, mas de algum áulico de plantão.

JOSÉ CARLOS TONIN jctonin@terra.com.br

Indaiatuba

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Trânsito mal gerado

A preocupação de toda a população desta cidade, dada a tenebrosa a gestão de Fernando Haddad e Jilmar Tatto no trânsito de São Paulo, para dizer o mínimo, é que se esperava, como prometido, que haveria desfazimento, ao invés de construção de novas ciclovias, sabido que muitas das já existentes só servem para prejudicar o caótico trânsito, pois nelas não se vê a passagem de uma única bicicleta, como bem observou um leitor neste Fórum. De fato, faltam zeladoria e governança na Prefeitura e no DSV.

ALVARO AUGUSTO FONSECA DE ARRUDA alvaro.arruda@uol.com.br

São Paulo 

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