Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

30 de janeiro de 2020 | 03h00

Economia

‘Por que não crescemos?’

O sr. Josef Barat, economista, consultor e coordenador de estudos urbanos, em artigo no Estado (29/1, B2) faz sua análise da situação econômica do Brasil e responde à sua pergunta: por que não crescemos? Ora, todos os motivos expostos são plausíveis, mas o economista esqueceu-se do principal: o Brasil não investe em educação. O povo, na sua grande maioria, mantém-se ignorante, sem escolaridade suficiente para contribuir para o desenvolvimento e o crescimento do País. Há uma “tradição” de empregos mal pagos, de baixa valorização, que é mantida pela falta de acesso à escola e à boa educação. Por exemplo, empregados domésticos. Essas pessoas não conseguem progredir por não terem acesso à educação de qualidade e se conformam em ter empregos com baixos salários. O articulista menciona a “inclusão social”, mas não se detém especificamente na questão da oportunidade de educação e na sua modernização. Infelizmente, somente um pequeno porcentual da população pode frequentar as melhores escolas e continuará a carregar nas costas a economia do nosso país.

TÂNIA MAZZILLO

TMAZZILLO@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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BNDES

Suspeitas continuam

Fundador do escritório que fez auditoria no BNDES foi testemunha de Lula da Silva no processo do triplex. Só em razão desse fato, tal auditoria, que atestou não haver irregularidades, já é, no mínimo, suspeita. Então, as suspeitas sobre as operações de empréstimo/financiamento continuam.

PANAYOTIS POULIS

PPOULIS46@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Caixa de Pandora

Diante do bilionário imbróglio da abertura da chamada caixa-preta do BNDES, será preciso contratar uma nova auditoria para investigar a auditoria contratada por nada menos que R$ 48 milhões (!), cujo suspeitíssimo relatório não apontou nenhuma irregularidade nos empréstimos de pai para filho a fundo perdido concedidos a empresas ditas “campeãs nacionais”, falidas, e a ditaduras mundo afora, nos desgovernos cleptopetistas. Essa caixa de Pandora precisa ser aberta e investigada a fundo. Basta de tanto desperdício de dinheiro público!

J. S. DECOL

DECOLJS@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cidade de São Paulo

‘Ruas em estado lastimável’

Oportuno o editorial sobre o estado das ruas da cidade de São Paulo (29/1, A3). Há buracos onde cabem pneus em vias rápidas como a Washington Luís e até mesmo no corredor norte-sul. São buracos crônicos, que só aumentam a cada chuvarada. Há buracos em corredores de ônibus que são tapados por uma camadinha fina de asfalto, que dura poucos dias. Serviços mal feitos que parecem ser realizados dessa forma para alimentar o caixa das empresas “tapa-buracos” a serviço da Prefeitura. Mas, por outro lado, garantem o emprego de seus funcionários e também para mecânicos que consertam veículos. A cidade tem outras mazelas que não encontram respostas dos administradores: vemos bicicletas trafegando à noite na contramão e sem faróis. Nesta semana vi um adulto numa bicicleta com uma criança na garupa subindo na contramão a Rua Juriti, em torno das 18 horas. Já tínhamos de cuidar das motos em alta velocidade entre as filas de carros, agora é preciso triplicar a atenção, pois de repente podem aparecer bicicletas e patinetes na frente de nossos veículos. Urge melhorar a trafegabilidade em nossas ruas e definir regras claras para o uso de veículos alternativos.

NELSON MATTIOLI LEITE

NELSONMLEITE@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Situação insustentável

Nada justifica a demora no reparo das vias públicas. A situação das ruas está se tornando insustentável, com enormes prejuízos para os contribuintes. Há sobra de dinheiro para investir no recapeamento, caso contrário verbas não estariam sendo gastas em faixas e recuperação de ciclovias que nem sequer são utilizadas pelos ciclistas.

ALVARO AUGUSTO FONSECA DE ARRUDA

ALVARO.ARRUDA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Trampolim político

A falta de aptidão para a zeladoria da cidade não respeita partidos nem ideologia. Há muito tempo a cidade de São Paulo assiste às suas ruas e calçadas se deteriorando e a desculpa é sempre a mesma: falta de recursos financeiros para a devida manutenção. Bares e restaurantes ocupam o espaço de pedestres, as rampas de acesso de cadeirantes e pessoas com restrições de locomoção, idosos, etc. Carros param em cima das faixas de segurança sob a orientação de manobristas desses estabelecimentos. Bicicletas e patinetes disputam o espaço nas calçadas, pondo os pedestres em risco, e por aí afora. Infelizmente, a Prefeitura de São Paulo é vista somente como trampolim político para esferas mais altas de poder, a cidade é um mero detalhe.

ROBERTO AILY

AILY@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Centro abandonado

Ao ser entrevistado, segunda-feira, num programa de TV, o prefeito Bruno Covas afirmou que o centro velho de São Paulo hoje está melhor do que 30 anos atrás, o que não corresponde à realidade. Quem percorre as ruas do centro e constata o estado de abandono e total miserabilidade, espantando visitantes e turistas, percebe que as autoridades nada fazem, fomentando uma situação crescentemente degradante, com centenas de pessoas deitadas nas ruas, dormindo nas portas de estabelecimentos e prédios com placas de vende-se e aluga-se. Sem um projeto sério e eficiente de remodelação do centro velho, o coração da cidade, o Pátio do Colégio e adjacências, tudo isso vai pondo a perder a importância histórica da maior cidade do Brasil. O prefeito precisa andar a pé pelo centro e verificar o caos in loco.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

ABRAOC@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

PLANO DE PAZ

 

Novamente surgiu uma sugestão de plano de paz entre palestinos e israelenses. Esta, dos EUA/Trump. Cada vez que o assunto surge, vem à tona todo tipo de objeções, fazendo com que as boas intenções resultem apenas numa nova rodada de acirramento do conflito. Assim, as últimas décadas têm passado sem que nada de positivo ocorresse nesta frente. A novidade, agora, foi a introdução da parte econômica no plano de paz americano. O objetivo era dar aos palestinos um nível de vida exponencialmente melhor e uma perspectiva de futuro interessante. Se o que buscam os palestinos fosse dignidade, prosperidade e um ambiente adequado e seguro para criar sua família, teriam, em tese, muito que conversar a respeito, pois havia boas chances de conseguirem exatamente isso por meio do que se propõe. Mas, se o que buscam é eternizar o ódio, preservar as feridas bem abertas e semear novas guerras, podem não ter percebido, mas do jeito que está já conseguiram atingir esse objetivo.

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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ORIENTE MÉDIO

 

É claro que a proposta dos Estados Unidos para a paz entre israelenses e palestinos precisa de ajustes. Mas abriu-se uma janela de oportunidades. No entanto, para os líderes palestinos demonizar Israel traz mais dividendos políticos. Se fosse impossível, não teria havido paz com o Egito e a Jordânia.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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A ‘CAIXA-PRETA’ DO BNDES

 

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmou em entrevista que transparência é “atributo fundamental” para qualquer instituição financeira. Pode até ser que as explicações de Montezano sejam suficientemente convincentes, não somente com relação aos gastos exorbitantes com a auditoria da chamada “caixa-preta” do banco, como também pelo fato de não ter sido encontrada qualquer irregularidade contábil na apuração dos financiamentos. Agora, que o chefe no Brasil da empresa de consultoria jurídica internacional contratada para a auditoria, Gabriel Giráldez, deveria ter se retirado – ou mesmo solicitado a se afastar – do processo após ter sido convocado como testemunha de Lula no caso do triplex do Guarujá, não há dúvida alguma. Só nisso a transparência já foi vilipendiada.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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GOLPE DE MESTRE

 

Chega a ser risível a mídia em sua grande parte não destacar o principal absurdo do parecer dos auditores que auferiram o volumoso ganho em sua “conclusão”. Ora, está perfeitamente claro que o generoso contrato agora considerado “concluído” não contemplou os financiamentos relativos à Odebrecht com países estrangeiros e, não menos importante, o último parágrafo da página 2 do relatório final não deixa dúvidas: “Ressalte-se que alguns fatores restringiram o escopo da investigação”. Será que ninguém vai, aí sim, abrir essa caixa-preta? E, por fim, foi um verdadeiro “golpe de mestre” não percebido pelo jovem presidente do BNDES o pagamento da “última parcela” no governo Bolsonaro a fim de colocarem todos no mesmo balaio.

 

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

 

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BEM FEITO

 

Não sou economista nem advogada, mas tenho pleno entendimento do que se passa no Brasil. O que mais me chamou a atenção foi o fato de a auditoria “internacional” não ter descoberto nada de irregular nos empréstimos do BNDES. Com certeza, os trâmites foram bem feitos. O banco tem empregados de altíssimo nível. E não foram culpados de receberem ordens para emprestar a países falidos. Então a auditoria tem de ser feita é na conta dos governantes e políticos.

 

Iria de Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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CALVÁRIO DE CORRUPÇÃO

 

O BNDES, saqueado e desmoralizado nos governos petistas, parece que continua em seu calvário de corrupção, até mesmo quando o banco se articula, sob nova direção, para abrir a caixa-preta dessa era sombria e tenebrosa da sua história. O presidente Bolsonaro precisa mesmo ouvir as explicações de Gustavo Montezano, atual presidente da instituição, para que este explique o porquê de o contrato da auditoria para investigar operações passadas com o matreiro Grupo J&F tenha sido aditivado em R$ 4,8 milhões. A finalidade do expressivo contrato com a empresa Clear é de abrir a caixa-preta da instituição, mas não pode haver a dúvida se para isso estejam criando uma caixa negra.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

 

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RECORDE

 

A atual direção do BNDES contratou auditoria alienígena, sob os protestos legais da OAB, para auditar determinadas transações ocorridas no banco. O resultado dos trabalhos custou a vultosa soma de R$ 48 milhões, tendo os auditores apresentado um dossiê com oito folhas, sem nada apurar ou determinar culpabilidades. Assim, cada folha custou R$ 6 milhões, o que faz o trabalho ir para o Guinness como a folha escrita mais cara até o momento. Até muito mais cara que as das palestras de Lula pelo mundo afora...

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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BALBÚRDIA NO MEC

 

O ministro Abraham Weintraub (Educação) deve dispor de considerável tempo livre, apesar das numerosas e complexas atribuições referentes ao cargo que ocupa e da crise deflagrada com as supostas irregularidades na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que resultou na suspensão, em caráter liminar, da divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nos últimos dias, em meio a tamanha crise no MEC, o ministro achou um tempinho para sugerir ao professor Marco Antonio Villa o uso de água sanitária e anunciar a demissão do jornalista Reinaldo Azevedo do Grupo Bandeirantes, fato este que não ocorrera. Como mero cidadão que desconhece a fundo os problemas educacionais brasileiros e as políticas públicas a eles direcionadas, posso estar equivocado, mas não me parecem ambas aparições de Weintraub tratarem de questões de relevo das quais deveria se ocupar. Ademais, não me parece agir o ministro de acordo com a institucionalidade que o cargo lhe exige. Suspensão do Sisu, revisão de nota atendendo a pedido via rede social, vídeos agressivos se valendo de vocabulário chulo, propagação de fake news pelo próprio ministro... Pelo visto, tal “balbúrdia” não se restringe às universidades.

 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

 

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TRISTE RETRATO

 

É trágico para o Brasil termos um analfabeto de pai e mãe no comando do Ministério da Educação. Os danos causados a toda uma geração de jovens brasileiros são gravíssimos. Além do péssimo exemplo dado pelo ministro, vemos erros crassos e primários sendo cometidos no Enem, no Sisu e o sucateamento do ensino público no País. São gafes, trapalhadas, burrice e incompetência que se sucedem, desmoralizando ainda mais a já sofrível Educação brasileira, algo que deveria ser prioridade número um de qualquer país sério. É um triste retrato de um antigoverno formado por pessoas completamente despreparadas e desqualificadas, verdadeiros inimigos de suas respectivas áreas de atuação. O prejuízo causado aos nossos jovens é incalculável e de difícil reparação.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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DESAFIO NOBRE

 

Eis um desafio nobre para o ministro Abraham Weintraub, ao invés de insultar ex-presidentes (no episódio da cocaína contrabandeada no avião presidencial) e degradar a imagem das universidades federias (onde se planta maconha e sintetizam drogas ilícitas): apresentar um plano factível para que as melhores quatro universidades federais mudem na classificação mundial (por exemplo, de Times Higher Education) do atual patamar de 601-800 para 200 a 300!

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

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FARRA SEM FIM

 

O presidente Bolsonaro exonerou o secretário-executivo da Casa Civil Vicente Santini, após ele usar avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar à Índia. Infelizmente, se depender do Congresso Nacional, a farra em curso dos voos da FAB vai continuar. Várias propostas que estabeleciam regras mais rígidas para o uso das aeronaves foram arquivadas. Para os senhores Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, está tudo maravilhoso. Táxi aéreo FAB à disposição! Quem não gosta de moleza? E nós pagando esta farra!

 

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro

 

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VOOS DA FAB

 

O uso de avião da FAB para ir de Davos, na Suíça, onde participava do Fórum Econômico Mundial, para a Índia, onde estava o presidente Bolsonaro, motivou a demissão do secretário da Casa Civil. Cabem algumas observações, ou seja, o avião foi usado por quantas pessoas que foram à Suíça? Quem autorizou a FAB? E os demais integrantes do governo que foram e voltaram de Davos, usaram voos comerciais? Como se percebe, esta questão exige muitas explicações.

 

Uriel Vilas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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CONSELHO DA AMAZÔNIA

 

O Conselho da Amazônia sai ou não sai? Enquanto se pensa e se discute, as invasões e desarvoramentos (corte de árvores) avançam a todo vapor, e neste ano de 2020 não se poderá culpar ONGs.

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

 

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PELA RAIZ

 

Para melhorar a política do meio ambiente, com perdão do trocadilho, é extirpar o mal pela raiz ceifando ervas daninhas, combatendo as pragas. Fora Ricardo Salles.

 

Marisa Bodenstorfer

Lenting, Alemanha

 

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DESPAUTÉRIO

 

“As pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer.” Assim falou Paulo Guedes em Davos. Parece que os despautérios bolsonaristas são altamente contagiosos.

 

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

 

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FALTA DE IDEIAS

 

A fala do ministro Paulo Guedes sobre a Amazônia em Davos deixou uma única certeza: o Brasil não sabe o que fazer com a Amazônia. Desmatar não é a solução, grande parte da floresta não serve para a agricultura e as mudanças climáticas da Amazônia desmatada seriam catastróficas. A solução não virá do presidente Bolsonaro, nem de Paulo Guedes, nem tão pouco do ministro Ricardo Salles. O conselho da “pirralha” ambientalista Greta Thunberg parece bem razoável: ouçam a Ciência, consultem especialistas antes de continuar errando tudo na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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MELHORAMOS

 

Com que alegria vimos o nosso ministro da Economia em Davos.    Depois de Lula bêbado e todo urinado, e de Dilma estocando vento, é sinal de que evoluímos muito em um ano.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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POTÊNCIA AGROAMBIENTAL

 

Mais do que uma superpotência agrícola que atualmente alimenta mais de 200 milhões de brasileiros e 1 bilhão de pessoas mundo afora, o Brasil deve se comprometer com as gerações futuras e a preservação do planeta, tornando-se uma potência agroambiental por meio não só do combate intransigente ao criminoso desmatamento da Amazônia, mas, sobretudo, pelo incentivo a importantes projetos agrossustentáveis. Muda, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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AMAZÔNIA

 

Urge, mesmo, uma quebra de paradigmas comportamentais de todos, não só do governo, mas dos professores, dos cientistas, de funcionários, de juristas, de militares, de organizações, de comentaristas e jornalistas e dos cidadãos roubados do patrimônio nacional em geral – eleitores e contribuintes – para mudar o costume da omissão. Omissão resulta em culpabilidade por conivência. Com atitudes intransigentes e decididas, os desflorestamentos e as queimadas relacionadas cessariam num átimo. Quando há vontade não faltam os recursos.

 

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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DE IDEIAS À PRÁTICA

 

Como é fácil falar, teorizar... e como os intelectuais e pensantes de vários tipos discursam de forma estupenda ideias, teorias e soluções. Mas de boas intenções o inferno está cheio. Na prática, quantos amigos intelectuais, tão defensores da democracia, oprimem de forma monárquica filhos e esposas? Como a ética é facilmente detectável quando se relaciona ao outro, e como se torna subjetiva na autoanálise. Defender a Amazônia é bico, já recolher o próprio lixo... Cada vez me convenço mais de que a única revolução viável é a que começa dentro do próprio indivíduo. Não são as leis que transformam os preconceitos, apenas os impedem, o que é bastante válido. Somente a consciência de si próprio pode levar a humanidade a se tornar melhor para si e para o planeta. O resto nada mais são que belos artigos.

 

Christiana Pires da Costa chripc@uol.com.br

São Paulo

 

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IPTU

 

Recebi o IPTU relativo a 2020 e causou-me surpresa o aumento de 9,13%, quando o senhor prefeito havia informado que seria próximo dos 3,26%. Onde está a verdade da informação, pois a quem recorrer, se nunca condiz com o que é dito? São só bravatas e alegações mentirosas. Já estava mais do que na hora de rasgar meu título de eleitor, pois já me cansei de tantas mazelas vindas dos políticos deste país.

 

Alberto José Caram albertojosecaram@gmail.com

São Paulo

 

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