Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2020 | 03h00

BNDES

Revelações da caixa-preta

Saint Exupéry já dizia: “O essencial é invisível aos olhos”. A auditoria feita no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) parece que se concentrou nos aspectos formais dos contratos e deixou de lado o essencial: os critérios políticos das decisões que propiciaram os crimes cometidos. E assim o País gastou R$ 48 milhões para descobrir o que todo brasileiro consciente já sabia: nos últimos anos a corrupção foi legalizada no País. Esse é o fruto maior de nossa vergonhosa cultura política. Somente uma radical transformação cultural nos fará entrar no rol dos países sérios. E uma condição essencial para tal transformação será a participação crescente de pessoas novas, com idealismo, coragem e ética, entrando para a política.

Manoel Loyola e Silva

magusfe@onda.com.br

Curitiba

Informações sonegadas

A auditoria feita no BNDES, por R$ 48 milhões, que prometia abrir a caixa-preta das operações feitas com a JBS deixou claro que não teve acesso a alguns tipos de informações. Quer dizer, então, que se gastou tamanha fortuna sonegando informações? Evidentemente, isso torna a auditoria incompleta, inconclusa e absolutamente inócua. Além disso, a maneira como Gustavo Montezano, presidente do BNDES, procurou justificar tais gastos demonstra de maneira insofismável o pouco-caso com a opinião pública, ainda mais quando ele afirmou, ao fim da entrevista, que o banco de fomento não tem mais nada a declarar. Parece que essa é, na verdade, uma caixa lacrada!

Mario Miguel

mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

Corrupção legalizada

A respeito da caixa-preta, o presidente do BNDES disse que o País legalizou a corrupção. Disse-o bem, essa é a verdade. O PT legalizou a corrupção em conluio com o Legislativo. Fizeram leis que favoreciam tais práticas. Ou se passa este país a limpo, como é o desejo da população, ou vamos continuar enxugando gelo.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Governo Bolsonaro

Conciliação na Cultura

A principal função da nova secretária de Cultura, a atriz Regina Duarte, é equilibrar e alinhar os costumeiros chororôs da classe artística com o habitual ímpeto negativo do presidente Jair Bolsonaro com relação à área cultural. Conciliação é preciso. Nenhum país sobrevive sem cultura.

Arcangelo Sforcin Filho

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

Carta branca de Moro

Que Regina Duarte, como se diz, ponha as barbas de molho, porque já vimos esse filme. A respeito da sua investidura na Secretaria Especial de Cultura o presidente Bolsonaro declarou, entre outras coisas, que ela poderá trocar lá quem quiser, sem problema nenhum. Lembremo-nos da carta branca do ministro Sergio Moro...

Eden A. Santos

edensantos@uol.com.br

Barueri

Certezas

Incrível como a palavra do presidente Jair Bolsonaro é confiável. Só que não...

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

‘Design criativo’?

Para presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é nomeada pessoa que não aceita a evolução, leia-se darwinismo. E se proíbe a participação de mais de um pesquisador de cada instituição em reuniões científicas (congressos, simpósios), mesmo com recursos próprios. Agora falta “desenterrar” Lysenko!

Carlos H.W. Flechtmann

chwflech@usp.br

Piracicaba

Aviões da FAB

Mordomia

Os Decretos Presidenciais n.ºs 4.244/2002, 6.911/2009, 7.961/2013 e 8.432/2015 estabeleceram as regras de uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) e quem tem autorização para neles viajar. E que regras são essas? Por ordem de prioridade, os critérios são os de segurança e emergência médica, viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente. E quem pode viajar? O vice-presidente, os presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal, ministros de Estado e demais ocupantes de cargo público com prerrogativas de ministro de Estado, os comandantes e o chefe do Estado-Maior conjunto das Forças Armadas. Mas quem de fato fiscaliza os reais motivos? No momento em que se deseja passar este país a limpo, não deveria haver um controle rígido sobre o uso abusivo desses aviões? E essas autoridades não deveriam dar bom exemplo, usando aviões de carreira, cujas passagens, aliás, são bancadas pelo contribuinte?

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Serviço público

Mérito e distorções

No Estado de São Paulo existem carreiras no funcionalismo que preveem evolução por mérito. No entanto, as distorções entre os salários dão motivo a interpretações errôneas, tendenciosas e disparatadas sobre os ganhos do conjunto do funcionalismo público. As diferenças salariais e as exigências para as mesmas funções no Estado podem ser gritantes. Caso típico é o da carreira de pesquisador científico (Butantan, Adolfo Lutz, Pasteur, Agronômico, Florestal, Biológico, etc.), na qual a evolução salarial exige novo concurso público periódico (a cada três, quatro anos) de títulos e prova, depois de ter sido admitido também pelo mesmo critério. Apesar do regime de dedicação exclusiva e em tempo integral, porém, talvez pelos critérios rigorosos, elas são “punidas” pelo salário inicial de R$ 4.500, já com mestrado e doutorado.

Frederico Fontoura Leinz, pesquisador científico vi, aposentado

fredy1943@gmail.com

São Paulo

CRISE NO ATENDIMENTO DO INSS

Uma lista de quase 2 milhões de pedidos de concessão de benefícios adormece em sono profundo das gavetas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Pródigo em decisões substituíveis, o governo decidiu derrubar o presidente do INSS, Renato Vieira. Seu substituto será o atual secretário de Previdência, Leonardo Rolim, que terá de descobrir a pedra filosofal da Previdência, que desde sua criação tem fornecido aos jornais crises geradas por irregularidades na administração. Que o senhor Leonardo “pinte” um INSS livre das interferências políticas. Até transformar o INSS numa “caserna previdenciária” o presidente tentou, mas recuou. Outras ideias estapafúrdias aparecerão, pois haverá tempo de sobra, com cheiro de locupletação de cargos numa seção do governo que sempre “acomodou” cadeiras por pedidos políticos.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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AO LÉU

Mais uma vez o governo deixa a população ao léu. Fez a reforma da Previdência e assustou muita gente, que correu ao INSS, que não tinha estrutura para o atendimento – como se isso não pudesse ser previsto. Aí vem o presidente/sindicalista e diz pretender contratar militares para ajudar no atendimento, explicando que contratando militares fica mais fácil de demitir do que civis. Bateu uma dúvida: como é que o IBGE contrata enorme contingente de pessoas (civis) para fazer o recenseamento e não tem esse tipo de problema? O cara sempre foi sindicalista (de militares) no Congresso e não perdeu a mania na Presidência. Nosso Jair Messias Lula Bolsonaro perde o pelo, mas não o vício.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais


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2 MILHÕES DE PREVIDENTES

A reforma da Previdência, necessária, por questões atuariais, casais com nenhum ou poucos filhos e velhos imorríveis, mas muito penalizante aos aposentados, provam 7 mil funcionários do próprio INSS e 2 milhões de contribuintes que se apressaram em encaminhar seus pedidos de aposentadoria.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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MAIS UM ANO PERDIDO

O atual governo completou no começo de janeiro um ano à frente dos destinos da Nação. Os resultados, numa análise fria, são muito aquém do que esperavam seus aliados. Isso acontece porque Bolsonaro perdeu tempo em demasia falando de ideologia, agredindo jornalistas, presidentes, diplomatas e a mídia em geral. Disseminou ódio sem se preocupar em demonstrar conhecimento, sem estabelecer metas e um bom planejamento para a condução dos negócios do País. Embora tente disfarçar, suas atitudes são quase que exclusivamente para beneficiar grupos empresariais, segmentos ligados ao agronegócio, latifundiários, especuladores imobiliários em detrimento do povo, dos índios e do meio ambiente. Enquanto isso, a Saúde agoniza, o Ministério da Saúde é uma pasta decorativa. O MEC não conseguiu fazer sequer uma prova de Enem, trazendo consequências desastrosas para os estudantes brasileiros. E, o INSS afundou em crise, sem que ninguém do governo tivesse a percepção de entender o que estava acontecendo em tempo real. Essa inépcia e a falta de diálogo com o Congresso a sociedade vão custar caro ao governo e ao País. 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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COMO MUDAR ESSA REGRA?

Lamentável e estarrecedor: entra ano, sai ano e a história se repete no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Sisu é o sistema no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para participantes do Enem, criado em 1998 como ferramenta de avaliação de qualidade do ensino médio. Foi apenas em 2009 que o exame passou a ser adotado como ferramenta de acesso ao ensino superior, tornando-se o maior vestibular do Brasil e o segundo maior do mundo. Com isso, além de avaliar a qualidade, contribui com a democratização da educação do exame. O Sisu já apresentou falhas anteriormente nos governos Lula e Dilma, e os impactos promovidos por Bolsonaro também no ensino superior embolaram o meio de campo dos estudantes. As últimas notícias sobre o tema apontam que a Justiça manteve liminar que suspendia a divulgação dos resultados, porém na tarde do dia 28/1 o governo federal conseguiu derrubar no Superior Tribunal de Justiça a decisão que impedia a divulgação da classificação dos alunos, cujas inscrições foram encerradas no último domingo. Chama a atenção que o primeiro Enem realizado pelo atual governo tenha tido falhas inéditas, prejudicando quase 6 mil alunos que receberam notas erradas. A divulgação das inscrições no Sisu, portanto, seguem suspensas até que o problema seja corrigido. Há pouco mais de dez anos, para realizar as provas, o candidato interessado em determinado curso tinha de viajar até a cidade da universidade que pretendia frequentar, o que tornava o processo extremamente dispendioso. Além de questões relativas à qualidade do ensino público e à dinâmica das famílias, este era mais um fator impeditivo para que filhos da classe trabalhadora frequentassem o ensino superior. Isso é fato concreto, e não factoide.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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DEMISSÃO NA CASA CIVIL

E não é que, no meio de afirmações controversas sobre imoralidade nas artes e nas escolas, Bolsonaro surpreendeu e uniu o Brasil ao proferir “o que ele fez não é ilegal, mas é completamente imoral”? Valores morais são transmitidos pelos pais, depois pela escola e, depois, pela sociedade, “locus” onde a imprensa tem papel fundamental. Não necessitam de legislação, pois estão inscritos em nosso sentir. Sabemos o que é “certo” e o que é “errado”, e é muito bem-vinda a indignação do presidente com a atitude incorreta do secretário-executivo da Casa Civil Vicente Santini. Oxalá Bolsonaro continue assim. Vamos ficar de olho.

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

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A CASA DA MARIA JOANA

A irresponsabilidade chegou a tal ponto que ninguém mais se preocupa com o País. Desta vez foi o número 2 da Casa Civil do governo Bolsonaro, Vicente Santini, que extrapolou e requisitou avião da FAB para levá-lo a Nova Délhi, na Índia. Bastou o ministro Onyx Lorenzoni – que também está na corda-bamba e muito cansado – sair de férias que tudo vira “a casa da Maria Joana”.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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EMPREGOS EM 2019

No primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro foram criados 644 mil empregos com carteira assinada (Estadão, 24/1). O Planalto falava num número maior, mas se esqueceu de que as demissões após festas de final de ano historicamente são altas, e neste ano foram demitidos 307.311 trabalhadores. De qualquer forma, este resultado divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é melhor que os 529 mil que foram criados em 2018, na gestão Temer, governo que com competência tirou o Brasil da grave recessão econômica, herança petista. Porém, entusiasmo à parte, o Planalto estima que em 2020 será criado 1 milhão de empregos com carteira assinada, mas especialistas indicam que, para chegar a esse importante número, o País precisa crescer 3%, e não os estimados 2,5% neste ano. Se Bolsonaro ajudar, não agindo afoito por mesquinharias e pessoalidades, o Brasil pode até crescer 3% este ano. É o que no mínimo os 12 milhões de desempregados esperam.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O PRIMEIRO EMPREGO

Reportagem diz que em 2019 o País criou 644 mil vagas de emprego. Quando é divulgado este dado, para mim significa que o desemprego aumentou, senão vejamos: em 2019 2 milhões de jovens completaram 18 anos, ou seja, chegou para eles a hora de entrar no mercado de trabalho, arranjar o primeiro emprego. Se só foram geradas 644 mil vagas, significa que 1.356.000 jovens não conseguiram entrar no mercado de trabalho. Ou seja, o número de desempregados aumentou 1.356.000.

Renato Maia casaviaterra@hotmail.com

Prados (MG)

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REFORMA ADMINISTRATIVA

Salientou-se no tópico Condicional, na Coluna do Estadão de 28/1, que Rodrigo Maia é o grande protetor da extensamente protegida categoria dos funcionários públicos. Eis uma das razões por que a União e o atual Executivo não evoluem como a sociedade precisa na correção das notórias distorções que temos na administração de nosso Estado, aqui compreendido federal, estadual e municipal. Não é de parlamentares com tal espírito que a sociedade precisa. Tomara, em futuras eleições, o voto elimine parlamentares com tal índole. No caso de Maia, até fica mais fácil: ele obteve somente 74 mil votos e ficou em 13.º lugar entre 46 deputados eleitos.

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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POLÍTICA PESSOAL

Se o governo está dependendo do Congresso Nacional para aprovar o fim dos privilégios políticos, como os já famosos “penduricalhos”, pode esquecer, daquela cambada de malfeitores nada sairá que possa beneficiar o povo. Lá só se faz política pessoal, eles lutam desesperadamente desde o dia de sua posse pela reeleição. Se, por acaso, a chuvarada que está caindo em Minas Gerais fosse desviada para o Congresso Nacional, creiam, prezados leitores, o Brasil não perderia absolutamente nada.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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SERVIDOR PÚBLICO

“Bom aluno não vai à aula sempre” (Estadão, 24/1, A8), frase de autoria do nobre deputado José Priante (MDB-PA). Entretanto, nobre deputado, o senhor é um servidor público. Mal comparando: fosse empregado em empresa privada, o patrão o demitiria sem dúvida. Bem, ao menos o senhor ficou conhecido. Seus eleitores poderão, no próximo pleito, “reavaliar” se o querem como representante. Perdeu!

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

Santo André

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O MINISTRO E O STF

Novamente, em entrevista, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, deixou bem clara a sua vontade de ser indicado, pelo presidente Jair Bolsonaro, para ocupar a vaga que será aberta em breve no Supremo Tribunal Federal (STF), após a aposentadoria, em novembro, do ministro Celso de Mello. Grande parte dos brasileiros, que há tempos assistimos às decisões paradigmáticas da Suprema Corte, deseja que assim se proceda, pois, realmente, a Constituição federal é tudo aquilo, e somente aquilo, que o STF diz que ela é. E nós, brasileiros, queremos tanto que ela seja o baluarte da promoção da justiça, que nada melhor que passar a integrar o STF aquele em quem os brasileiros confiam, pelo seu passado de lutas e pelo melhor futuro, de todos.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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EVIDÊNCIA

Interessante: ficou claro para o presidente Bolsonaro que ele tornou-se “dono” do futuro de Sérgio Moro. Ou ministro do STF ou presidente da República. Parece que ficou fácil a escolha...

Luiz Frid  luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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AS ENTREVISTAS DE LULA

Lula tem concedido várias entrevistas e, na maioria delas, feito várias críticas ao governo federal e, como era de esperar, ao presidente Bolsonaro, que, na visão do condenado em todas as instâncias – e, também, como era de esperar, devidamente libertado pelo STF –, “tem a obrigação de governar para a população, principalmente a mais pobre”. A propósito, tese da qual comungam todas as pessoas decentes deste país. Engraçado ver Lula posando de arauto da justiça e defensor dos menos favorecidos. Logo ele, que foi e – não nos esqueçamos – está sendo acusado de roubar tanto dinheiro de todas as classes. Mais engraçado ainda vê-lo praticando a velha política, falando impropérios, sendo redundante, cara de pau e hipócrita, e encontrando algumas caixas de ressonância que tanto ajudaram a destruir o Brasil.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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VOZ A QUEM IMPORTA

Difícil entender, com tanta gente honesta e bem intencionada, por que dar voz aos condenados e aos enterrados até o pescoço na lama? Quem desejará ouvi-los, senão incautos, desinformados e comprometidos?

Paulo Tarso J. Santos ptjsantos@bol.com.br

Guarujá

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UM FUTURO PARA LULA

Gostaria de sugerir ao ex-presidente Lula que esqueça estas caras viagens que não atraem público e parta para um novo desafio que garanta os holofotes que procura, tenha destaque na mídia e fale para fiéis seguidores que lhe deem donativos de campanha. Basta pegar um pouco do seu suado dinheirinho guardado em algum lugar deste planeta, comprar horários noturnos nas TVs pagas e criar uma tenda partidária para os milagres ao povo brasileiro, rebanhando os velhos companheiros que estejam em liberdade. Boa sorte para o Brasil.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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CARVÃO ATIVADO

Segundo o noticiário, após a emergencial aplicação de carvão ativado na Estação de Tratamento do Guandu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o mau cheiro, o sabor e a coloração da água fornecida pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) à população do Rio e a outros municípios estão se esvaindo. Será que após a aplicação de uma overdose de carvão ativado nos gabinetes do Supremo Tribunal Federal os doutos ministros voltarão a ser insípidos, inodoros e incolores de ofício? A República recomenda.

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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CORONAVÍRUS

Em época de globalização, o mal também engloba o planeta. Após infectar cerca de 6 mil pessoas e causar 132 mortes na China, o agente viral “corona” tem pacientes confirmados em mais 15 países, com 3 casos suspeitos no Brasil. Atualmente, até o vírus é made in China. S.O.S.!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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TRANSPORTE PÚBLICO

Não ouso opinar sobre as outras metrópoles brasileiras, mas sobre o Rio de Janeiro, cidade onde nasci e vivi a maior parte de minha já longa vida, a sensação que tenho é de que o transporte público, hoje em estado terminal, nunca mereceu uma classificação próxima do que se poderia enquadrar como digno para servir a população. Sempre figurou, porém, entre os temas recorrentes de promessas de campanhas políticas, ao lado da saúde, da educação e da segurança, que são relegados pelas autoridades após eleitas.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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