Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

05 de março de 2020 | 03h00

Saúde pública

Ilações alarmistas

Do ponto de vista epidemiológico, o comportamento do novo coronavírus parece estar atingindo a estabilidade. A taxa de letalidade (mortes) diminuiu dos iniciais 3% no início de janeiro para os atuais 2%, o que já é considerado baixo perante outras doenças que matam muito mais. Mesmo assim, o biólogo Fernando Reinach muito bem considerou na sua coluna de 15/2, Coronavírus: China admite que perdeu a 1.ª batalha, que essa taxa pode ser bem menor, pois, embora se saiba o número de mortes, o “de casos deve estar grosseiramente subestimado”. Isso por causa de situações subclínicas, pessoas infectadas que não apresentam sintomas ou não estão sendo devidamente diagnosticadas ou notificadas. Ou seja, como bem apontou o médico Drauzio Varella em entrevista ao Estado, esse vírus, ao que tudo indica, “é de rápida disseminação e de baixa mortalidade”. Portanto, em vista desses fatos, não há motivo para pânico e qualquer ilação alarmista é, neste momento, pura ladainha.

LUCIANO HARARY

LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Meio ambiente

Fernando de Noronha

Imaginem se Bolsonaro e seus filhos dessem pitacos na economia com a mesma desenvoltura com que palpitam em outros assuntos. Um dos filhos do mito resolveu jogar no lixo o plano de manejo de Fernando de Noronha e vai lotar a ilha com navios de turismo. Não contente, vai encher o mar de Noronha com naufrágios artificiais. Para atrair mais turistas, claro. E para facilitar o acesso de mais turistas quer voos noturnos para lá, pouco se importando com o distúrbio que isso vai causar nos milhões de aves que fazem da ilha seu dormitório. Saturar Fernando de Noronha com turistas tem sido uma verdadeira obsessão da família Bolsonaro desde a posse, o mito não vai descansar enquanto não transformar a ilha em Ipanema ou no piscinão de Ramos num domingo de sol.

MÁRIO BARILÁ FILHO

MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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‘Nós e eles’

O afeto que se encerra

Além de título de um livro, a frase acima faz parte do Hino à Bandeira Nacional, de inspiradas belas letra e música de Olavo Bilac e Francisco Braga, que traz a terna lembrança dos tempos de escola, da infância, adolescência e juventude de outras gerações, de amor à Pátria que esse hino encerra. Título apropriado para começar e permear o artigo sobre a situação que vivemos (Fabio Giambiagi, 4/3, A2). O que fazer para conviver com a perda de sentimento por um lugar, pessoas, país de origem? Vivemos hoje um Brasil maniqueísta. Perdemos a noção de nação. Ainda pode demorar algum tempo para que “o afeto que se encerra em nosso peito juvenil” volte a florescer. Para tal é preciso alimentação, educação e saúde. Enquanto isso não se concretizar, vale lembrar a máxima cruel, dura e real: “terra é onde se vive, se trabalha, se come”, com todas as suas mazelas.

ELITON ROSA

ELITONROSA@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Representação política

A culpa não é do eleitor

Brasileiro não sabe votar. Essa falácia é desmontada pelo artigo A crise na representação que ainda assola o País, de José Nêumanne (4/3, A2). Conforme aponta o articulista, 93% dos deputados ocupam seus cargos graças aos puxadores de votos do seus partidos. Aponta também que o voto de um eleitor em Roraima vale 13 vezes mais que o de um eleitor paulista. Adicione-se o fato de que nosso sistema político não aceita candidatos independentes, mas só os que são aprovados pelos partidos, que em sua maioria têm donos, que ainda distribuem as verbas eleitorais – por si sós injustificáveis – aos candidatos de sua preferência. Esses e outros fatos evidenciam que o erro está no sistema político, e não no coitado do eleitor. A questão é: como mudar isso, se os maiores interessados na manutenção desse sistema injusto são exatamente os que têm poder para fazer a mudança?

MARCOS LEFEVRE

LEFEVRE.PART@HOTMAIL.COM

CURITIBA

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Em São Paulo

Previdência

A França de Emmanuel Macron passa por grande instabilidade diante da tentativa de reforma previdenciária. O Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, foi depredado e invadido por servidores públicos contrários à aprovação da tão necessária reforma da previdência estadual. O Estado de bem-estar social é coisa do passado, hoje o servidor público dos três níveis precisa contribuir para uma previdência privada se quiser vestir o pijama com um mínimo de conforto. Essa é a realidade do Brasil e dos demais países no mundo de hoje.

J. A. MULLER

JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ

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Articulação política

Apesar dos protestos realizados pelos servidores estaduais, a Assembleia Legislativa paulista, após a aprovação em primeiro turno do projeto de reforma da previdência do Estado, com 57 votos favoráveis e 31 contrários, acabou sacramentando o projeto em segundo turno (3/3) com 59 votos a 32. Eis aí um exemplo da importância da boa articulação política entre o Executivo e o Legislativo para levar adiante projetos de interesse público. Que sirva de exemplo aos demais Estados brasileiros. Parabéns à Assembleia e ao governo do Estado.

EDGARD GOBBI

EDGARDGOBBI@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Reforma vital

A Assembleia paulista demonstrou entender o momento ao aprovar o projeto de reforma da previdência, vital para o Estado de São Paulo. Esperemos que outros Estados sigam seu exemplo. O País tem “categorias” de servidores com benefícios gigantescos e injustos. Chegou a hora, enfim, de enquadrá-los na realidade.

JOSÉ PERIN GARCIA

JPERIN@UOL.COM.BR

SANTO ANDRÉ

BRASIL DE OURO E BARRO

 

As grandes cidades brasileiras são ilhas de riqueza cercadas de miséria por todos os lados. Neste mar da desigualdade chafurdam 50 milhões de abandonados. Este é o cenário em que morrem os pobres que são vistos nos noticiários de televisão sempre que acontece uma tempestade, como as deste verão de grandes chuvas. As vítimas destas tragédias morrem de desigualdade, de falta de saneamento básico, de corrupção, de má administração. Como a estátua bíblica, somos um país com cabeça de ouro e pés de barro.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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UMA TRAGÉDIA POR DIA

As recentes e sucessivas tragédias causadas pelas enchentes e deslizamentos de terra no Espírito Santo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo (e no resto do País) têm causas comuns. De acordo com as autoridades municipais, sendo teimosas, as pessoas de baixa renda insistem em construir suas modestas moradias em áreas de elevado risco de enchentes e deslizamentos. Sendo maldosas, constroem à noite, nos fins de semana e nos feriados, quando os vigilantes fiscais do município não estão trabalhando. Apesar da coleta regular do lixo, limpeza contínua dos bueiros, canalização dos riachos e campanhas educativas sobre o meio ambiente, este pessoal insiste em jogar o lixo na rua, o que aumenta o tamanho de cada tragédia. Por essa teimosia, apesar de toda a atenção dispensada pelo poder público, merecem, ou não, o comentário admirável do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de que os cariocas gostam de morar perto de áreas de risco para “se verem livres dos esgotos” e gastarem “menos tubos para colocar cocô e xixi”? É uma vergonha que o carnaval valha muito mais que a vida dos pobres.

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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‘A CULPA É DO POVO’

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, colocou a culpa pelos problemas que a cidade enfrenta nas chuvas nos moradores que “jogam lixo na rua e que gostam de morar em áreas de risco”. O prefeito – que lá atrás abandonou a cidade para ir à Europa – não sabe por que a população “não aceitou as moradias, doadas pela prefeitura, para que morem com dignidade, evitando as encostas dos morros”. Na verdade, essa hipótese jamais existiu e o prefeito, muito ridículo, não percebeu que mentira tem perna curta.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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O FOLCLORE POLÍTICO CARIOCA

“A culpa é do povo carioca.” E é, mesmo, por eleger governos bandidos, corruptos, escroques, incompetentes, moleques, etc., como Brizola, Cabral, Pezão, Crivella e outras figurinhas do folclore político carioca.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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CHEIRO DE POVO

Crivella tem razão ao culpar parte da população pelas enchentes. É inaceitável as pessoas jogarem lixo nos rios e bueiros. A falta de educação, de respeito ao próximo e à própria cidade onde se vive é um comportamento próprio da patuleia que exala o cheiro característico de quem não preza pela higiene, vive em pocilgas e não se incomoda com o lixo. Agora eu entendo o general Figueiredo, que dizia que preferia o cheiro de estrebaria ao cheiro de povo.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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INADEQUAÇÃO VERBAL

Impressionante a inadequação verbal de certas lideranças quando abordam assuntos relevantes de nosso cotidiano. Tais figuras nem se dão conta do peso das palavras que pronunciam, muitas vezes maculando a postura do cargo que ocupam. Um pouco de comedimento ao se pronunciarem em público, em temas polêmicos, é o mínimo que se deve exigir dessas autoridades.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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RESPONSÁVEIS

Entre as manifestações (infelizes) do prefeito do Rio de Janeiro, Marcello Crivella, a respeito das últimas chuvas intensas sobre várias partes da município, que desabrigaram famílias e destruíram boa parte de seus pertences, uma não se relaciona diretamente com as referidas catástrofes, mas, se verdadeira, deve constituir objeto de reflexão pela população. Indagado sobre a interrupção de obras ilegais encravadas em várias áreas de preservação ambiental e derrubadas das edificações clandestinas já concluídas, declarou que as da Muzema e muitas outras já deveriam ter sido demolidas há muito tempo, e só não o foram porque esbarravam recorrentemente em ordens emanadas da Justiça, rapidamente acionada pelos construtores contraventores. É chegado o momento de nominar todos os reais responsáveis pelas mazelas da cidade.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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ESCULHAMBAÇÃO

 

É uma enorme temeridade andar pelas ruas do Rio de Janeiro em dias de vento forte ou temporal. Impressionante o número de pedaços grandes de árvore que caem das árvores durante esses dias, num verdadeiro atentado contra a vida humana. Recentemente, na Rua Hilário de Gouveia, em Copacabana, duas toras caíram da árvore, durante ventania, em plena faixa de pedestre. O Rio é, realmente, uma grande esculhambação.

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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SEM VERÃO

O presidente Bolsonaro deu de dar fim ao horário de verão, apreciado por muitos, e a natureza deu de avacalhar o verão deste ano. Com muitas chuvas e temperatura bem mais baixa do que o normal para esta época iluminada do calendário, ficamos todos a ver o verão que não deu as caras, o calor e o sol. Triste!

J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo

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DESRESPEITO

A atitude do presidente Bolsonaro ontem, ao colocar um humorista distribuindo bananas aos jornalistas na porta do Palácio da Alvorada, foi uma atitude desrespeitosa, ridícula e infantil (Bolsonaro usa humorista para evitar responder sobre PIB fracoEstadão, 4/3). Nunca, na história da República, um chefe de Estado teve essa postura agressiva e descontrolada, justamente numa época de crise econômica, humanitária e, principalmente, com uma epidemia devastadora derrubando bolsas de valores e causando pânico. O presidente Bolsonaro não desrespeitou apenas os jornalistas, mas a humanidade e, principalmente, aqueles que o elegeram.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

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CARTILHA

Pobre, hilária e frágil democracia brasileira, que precisa, com pompa e trombetas, editar cartilha defendo os direitos dos jornalistas. O óbvio virou notícia.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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CORONAVÍRUS E A ECONOMIA MUNDIAL

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), importante organização internacional, alerta que o mundo pode sofrer mais uma grave recessão na área econômica, provocada pela crise do coronavírus. E, no Brasil, os riscos são ainda maiores, com a desorganização do governo quanto aos procedimentos adequados tanto em relação ao combate ao vírus como também à falta de uma agenda de reformas econômicas, principalmente no campo tributário. É uma situação preocupante e que exige ampla mobilização dos mais diversos segmentos sociais.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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URUBUS

A Drogaria Farmenos da Rua São Roque do Paraguaçu, n.º 454, Vila Quintana, São Paulo (SP), está vendendo uma embalagem de 50 máscaras cirúrgicas por R$ 70. Antes da ameaça do coronavírus, essas máscaras custavam cerca de R$ 6. São os urubus do comércio aproveitando para roubar o povo sem nenhum tipo de constrangimento.

 

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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INFLAÇÃO NA CHINA

Na coluna Direto da Fonte, de Sônia Racy, edição de 4/3/2020, do Estadão, lá quase no rodapé, com o subtítulo Ponta-cabeça 5, consta uma observação bastante pertinente sobre o coronavírus. Quietinha, bem quietinha, como alerta a coluna, “sem que muitos leigos dessem importância, o país (China) resolveu seu grave problema de inflação com essa confusão toda (...)”. Interessante. Já havia lido ou ouvido um comentário no início da crise, agora não me lembro onde, de que a China, sempre que atravessa algum percalço em sua economia, surge algum princípio de pandemia viral e, ao fim, após causar instabilidade no mercado global, sua economia e seu PIB sempre saem fortalecidos. Acho que essas coincidências deveriam ter maior atenção entre os analistas, para confirmar ou desmentir tais casualidades.

Léo Monte leo.mm.25@gmail.com

São Pedro

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A REVOADA DA TROCA PARTIDÁRIA

Será aberta hoje, 5 de março, a “janela” em que os vereadores poderão mudar de partido sem o risco de perder o mandato. O período de mudança vai até 4 de abril. Os descontentes e quem não vê possibilidade de reeleição nas atuais legendas vão mudar. Este ano, pela primeira vez, estão proibidas as coligações para a eleição de vereador. Em vez de vários partidos se reunirem para montar uma chapa, cada um terá de fazer a sua. Com 33 partidos já registrados, muitos deles ficarão fora das Câmaras de Vereadores, pois a maioria dos municípios possui apenas nove vereadores. Mesmo cheios de dinheiro – liberado pelos fundos oficiais –, os partidos são discutíveis. Só servem para o registro das candidaturas, porque a filiação é obrigatória. Costumam impingir o voto partidário a seus parlamentares, o que é antidemocrático. Fatalmente, um dia vamos ter uma nova regulamentação de partidos quando vier a reforma política e eleitoral. Além dos já registrados, ainda existem 77 partidos já fundados à espera de registro no Tribunal Superior Eleitoral. É muita sigla para pouco político. Do jeito que fazem, sempre haverá dois ou três fortes, secundados por dezenas, talvez até mais de uma centena, de insignificantes pigmeus.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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LULA EM PARIS

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, concedeu ao ex-presidente Lula o título de cidadão honorário da capital francesa e, na cerimônia, Lula discursou em português, lembrando os dias na cadeia e se referindo ao ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, como criminoso. Que belo espetáculo deve ter sido! À altura deste nosso mundo midiático contemporâneo, caracterizado pela glamorização de celebridades polêmicas e repleto de pós-verdades, autossuficientes e cheias de si mesmas. E o que é, mesmo, a glamorização de calúnias e difamações que levam de roldão, em seu bojo, a desfaçatez com todos os justos sentimentos de uma nação inteira, ou, pelo menos, da grande parte que lutou pela queda de corruptos e demagogos?

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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CIDADÃO PARISIENSE

 

Lula foi agraciado com o título de cidadão parisiense, por falar mentiras contra Justiça brasileira.

Lourdes Migliavacca lourdesmigliavacca@yahoo.com

São Paulo

 

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VERGONHA

Cada vez que ouço os discursos de Lula, mais me envergonho do Supremo Tribunal Federal.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FUNESTA FIGURA

Como o nosso lamentável Judiciário permite que o funesto chefão, ladrão condenado, saia pelo mundo denegrindo as atuais principais figuras deste país? Só porque o derrotaram politicamente, unidas ao povo, agora mais esclarecido? Ainda bem que foi vaiado quando tentou denegrir a figura de Sérgio Moro. Tem de continuar preso, agora incomunicável.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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CEGOS

O ex-presidente Lula viajou para a França, onde foi condecorado como cidadão honorário concedido por integrantes do Conselho de Paris. Cá entre nós, só há uma explicação para tal honraria, aquele conselho não tem a mínima ideia dos significados dos termos “mensalão” e “petrolão”, só para citar dois gravíssimos eventos de que se sabe hoje foram claramente planejados e executados pelo sr. Lula e sua gente, com incalculáveis e danosas consequências para a Nação como um todo. Avisa lá. Sem ironia, por favor!

 

Gildete Nascimento eleonorsamara@bol.com.br

São Paulo

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O BOM NOME DOS PAULISTANOS

E se a cidade de São Paulo concedesse o título de cidadão honorário a Jacques Mesrine? Seria uma prova de falta de juízo e uma total inversão de valores. Felizmente, a cidade de São Paulo não irá fazer isso pois quem tem um nome a zelar não age assim. O Brasil, diferentemente da França atual, é um país sério.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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REPÚDIO

O atual governo brasileiro deveria soltar uma nota de repúdio violento à honraria prestada pela prefeita de Paris ao nefasto Lula. Um bandido, um corrupto condenado e ladrão recebendo honraria de uma prefeitura obtusa e ignorante acerca da figura Lula deve, sim, merecer repúdio violento da nação brasileira, não apenas do governo, mas de todos os brasileiros.

Paulo Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

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INDIGNAÇÃO

Eu, como cidadão brasileiro, estou indignado com a permissão dada por nossas autoridades ao sr. Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente condenado a mais de 17 anos de prisão por corrupção, para ir para a Europa com quatro assessores pagos à nossa custa para falar mal do nosso país e de nosso atual governo. Quem permitiu que esse abuso acontecesse foram alguns indivíduos que ainda ocupam cargos no Congresso Nacional e no STF e remam contra a nossa prosperidade e nossa democracia. Por isso sou completamente a favor de a população brasileira ir para a rua no dia 15 de março, num ato democrático a favor de nosso presidente e contra estes indivíduos que ainda ocupam cargos de poder e vão contra a vontade do povo brasileiro.

Alberto Cosulich al.cosulich@gmail.com

São Paulo

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PRIMÁRIAS NOS EUA

escolha do candidato Joe Biden para disputar a presidência com Donald Trump terá sabor de derrota para os democratas, pois o único que pode derrotá-lo num confronto direto é Bernie Sanders.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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FALTA BOM SENSO

Falta bom senso ao candidato Bernie Sanders. Com quase 80 anos de idade, recém-saído de um infarto, Sanders simplesmente não tem mais condições físicas para desempenhar por quatro anos as funções exigidas pelo cargo que ele pleiteia. Sanders faria um favor a si mesmo e ao mundo se abrisse mão de sua candidatura e apoiasse alguém que tenha de fato condições de presidir os Estados Unidos da América.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

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