Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

12 de março de 2020 | 03h00

Governo Bolsonaro

Despautérios presidenciais

O presidente Bolsonaro divaga em seus pensamentos e por isso emite montes de asneiras, dizendo que a imprensa é a culpada pela crise do petróleo, que o coronavírus não é tudo isso e, agora, que a eleição de 2018 foi fraudada. Ora, a cada dia ele cria cada vez mais constrangimento com assuntos de extrema importância, deixando transparecer que está brincando de presidente do Brasil. Haja paciência para aguentar tudo isso!

DARCI TRABACHIN DE BARROS

DARCI.TRABACHIN@GMAIL.COM

LIMEIRA

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Gabinete do ódio

Só queria entender: o sujeito é morador no Rio de Janeiro – a mil quilômetros de Brasília –, onde recebe subsídio dos combalidos cofres municipais como vereador. Em Brasília dá expediente no Palácio do Planalto, órgão público federal, de onde comanda funcionários públicos nomeados pela Presidência da República. E quem é o responsável por coibir essa flagrante quebra de organização institucional e até mesmo de segurança nacional? A Casa Civil? O Gabinete de Segurança Institucional? A Polícia Federal? O próprio presidente? Em Repúblicas bananeiras essas aberrações acontecem...

RENZO GALUPPO

RENZO.GALUPPO@GMAIL.COM

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

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Manifestações de apoio

O Brasil, como nação, pode, sim, transformar a crise numa oportunidade. Oportunidade de demonstrar ao mundo suas potencialidades, sua vocação para a paz. E que, longe da instabilidade jurídico-institucional, os problemas são resolvidos com atitudes construtivas, os três Poderes, com serenidade, resolvendo cada um a sua parte. Gesto de grandeza e maturidade seria o presidente pedir calma à população, deixar de lado seus interesses eleitorais e tratar de liderar um movimento em prol das reformas de que o País tanto precisa. Aí, sim, teríamos fortes motivos para ir às ruas.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

NOO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Urgência das reformas

Para minimizar a crise econômica é imprescindível que o governo encaminhe com a máxima urgência as reformas administrativa e tributária ao Congresso e que os parlamentares, recebendo-as, se sensibilizem e tenham consciência da grande responsabilidade que carregam neste momento.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

JWLCOSTA@BOL.COM.BR

SÃO PAULO

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O poder do Legislativo

Reza a Constituição que os Poderes devem atuar em harmonia, de modo a atender às justas aspirações do povo. Causa-me espécie ver o Legislativo quase sempre no aguardo de iniciativas do Executivo para começar a agir na tarefa que lhe cabe, a feitura de leis. Nossos representantes devem ser proativos, ter iniciativa própria e competência para buscar soluções para os graves problemas do País.

PAULO EDUARDO GRIMALDI

PGRIMALDI@UOL.COM.BR

COTIA

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Momento econômico difícil

Além dos problemas com o coronavírus e da atual situação econômica brasileira, fica difícil alavancar a economia nacional porque a permuta de ofensas, intrigas e demonstrações de ódio, especialmente no segmento internacional, trazem incerteza e incutem desconfiança nos investidores, afastando a credibilidade necessária para a utilização de capital em nosso país. O momento não é para debates sobre questiúnculas e muito menos para a viralização de ódios, mas de pacificação dos opostos para se atingir o objetivo nacional perseguido até agora: o progresso e o desenvolvimento.

JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO

CARNEIROJCC@UOL.COM.BR

RIO CLARO

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Desenvolvimento regional

Uma ideia

A propósito do artigo Uma ideia para o desenvolvimento regional, de Maílson da Nóbrega (10/3, A2), não há dúvida que os incentivos fiscais de ICMS contribuíram de forma decisiva para o desenvolvimento das Regiões Nordeste e Centro-Oeste, destacadamente ao tornarem viável a instalação de centenas de indústrias, gerando emprego e renda, contribuindo para a redução de desigualdades, em comparação com as Regiões Sul e Sudeste. São diversos os exemplos, envolvendo indústrias de bebidas, de alimentos, têxteis, de materiais de construção, calçadistas e automobilísticas, entre outras. O mencionado “convênio” no artigo do brilhante economista Maílson da Nóbrega nunca foi considerado pelos governadores, premidos pela necessidade de atrair empresas para seus Estados, principalmente por inexistir projeto do governo federal para as regiões mais carentes. Acredito que o Fundo de Desenvolvimento Regional poderá ser a solução adequada para os Estados, desde que criado com regras claras, gestores competentes e prestação de contas periódica, para avaliação dos resultados. E por último, de suma importância, sempre considerando a vocação da região, os recursos naturais disponíveis e a infraestrutura, para não repetirmos erros já cometidos.

ANTONIO CARLOS MORO

AC.MORO@TERRA.COM.BR

OSASCO

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Corrupção

Turismo europeu

Lula livre na Europa, a meu ver, é puro fracasso do nosso sistema de Justiça. Ou não?

CARLOS EDUARDO BARROS RODRIGUES

CEB.RODRIGUES@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Em São Paulo

Minhocão

Faz meses que estão instalando novos gradis no Minhocão e para isso fecham uma das pistas a partir das 7 da manhã, causando supercongestionamentos. Não dá para entender uma obra dessas ser feita durante o dia, prejudicando tanto a população. Já escrevi para a Secretaria de Obras e para o prefeito, sem efeito.

HENNING STEINHOFF

HENNING@EQUIPA.COM.BR

SÃO PAULO

PAÍS MACUNAÍMICO


Só mesmo neste macunaímico país de cabeça para baixo pode ocorrer tal bizarrice: em vez de o candidato derrotado nas eleições dizer que o sistema eleitoral eletrônico não é confiável, quem o fez foi o candidato que saiu eleito presidente da República. Pode?!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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CRIME ELEITORAL


Ao dizer que houve fraude nas eleições, que foi vencedor no primeiro turno e que tem provas disso, o presidente Jair Bolsonaro tem de mostrar essas provas, caso contrário, comete crime de responsabilidade e também denunciação caluniosa contra a Justiça Eleitoral. O silêncio dos ministros não pode sequer existir, é preciso que à luz da honestidade do Judiciário o presidente apresente suas provas.


Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca


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PROVAS


Que o presidente Bolsonaro mostre as provas que possui sobre as alegadas fraudes!


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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APURAÇÃO MEIA-BOCA


De fato, as eleições de 2018 foram fraudadas. Todos os votos contra o roubolullopetismo foram computados para Bolsonaro...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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DESCONFIANÇA


Muita gente boa desconfiou, à época, de fraude, especialmente nos Estados nordestinos. Provas? Quem as tem? O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nega, o que era esperado. Mas a votação que Haddad teve é inacreditável e inaceitável. Houve fraude? Será?


Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo


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QUESTÃO DE CONFIANÇA


Sobre e declaração do presidente de que houve uma possível fraude nas eleições de 2018 que o impossibilitou de vencer o pleito no primeiro turno, fica a pergunta: por que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se recusou a implantar o voto impresso, quando cada voto é registado e conferido pelo eleitor em papel impresso? Uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) conseguiu descobrir uma falha na forma como a urna embaralhava o registro dos votos. Segundo especialistas, na prática, é como se alguém soubesse antecipadamente a ordem de votação em que era possível determinar, também, em quem você votou. O TSE ignorou as denúncias fundamentadas em método científico realizadas em 2015. Na pratica, é mais ou menos como se alguém fizesse uma compra no cartão de crédito e recebesse a fatura sem estar discriminados os produtos e estabelecimentos. No canhoto da urna eletrônica, não aparece em quem votamos. Esse problema não é recente! As afirmações do então candidato Bolsonaro às vésperas da eleição sobre a vulnerabilidade das urnas levaram a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, a dar uma declaração pública afirmando que as urnas eletrônicas são absolutamente confiáveis. Dúvida: a turma que também garantia que a presidente Dilma sofreria o impeachment com a perda de direitos políticos (solenemente ignorados pelo Supremo Tribunal Federal e TSE) merece confiança?


Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo


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É CONFIÁVEL?


O TSE rebateu a declaração do presidente Bolsonaro, que disse que houve fraude na eleição de 2018, dizendo que o sistema é confiável e seguro. Já a presidente do órgão, ministra Rosa Weber, disse que a Justiça Eleitoral não compactua com fraudes. Menos, ministra, menos. Se é confiável, por que outros países não o adotaram? Os EUA, por exemplo. Então, por que não explica as eleições de 2014, quando o então senador Aécio Neves, que liderava a contagem com boa margem de votos, perdeu na última meia hora? Se é confiável, aceitem o desafio do presidente Bolsonaro.


Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro


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AUDITORIA


Diante da afirmação de Rosa Weber de que o TSE não compactua com fraude, surge-me uma pergunta: por que não se admite auditoria no sistema eleitoral? Refiro-me à auditoria externa e independente. Sistema tão seguro, como apregoado, deve estar aberto a auditorias sempre. Nada melhor para comprovar a lisura do sistema do que isso. Seria um “cala a boca” em todos aqueles que investem contra o sistema implantado.


Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas


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DÚVIDAS


Por mais que a Justiça Eleitoral jure de pés juntos que o sistema é confiável, sempre perdurarão dúvidas, pois a tentação de manipular resultados eleitorais sempre existirá, porque o ser humano é o que é, infelizmente. Caso não se consiga implantar o sistema de resultados impressos, pois juízes se consideram acima do bem e do mal e sempre defenderão o sistema atual, não auditável, sugere-se que as forças políticas montem um sistema paralelo, que recolham uma amostragem para auditar pelo menos 10% das urnas, pois depois de encerrada a votação registre-se fotograficamente o boletim de urna, que é afixado à porta da junta eleitoral, via telefone celular, e depois a remeta a uma central que a comparará aos resultados oficiais por amostragem estatística.                     


Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)


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URNAS ELETRÔNICAS E FRAUDE


Sem entrar no mérito das acusações de fraude eleitoral feitas por Jair Bolsonaro, é fato que as urnas eletrônicas têm vulnerabilidade na ocasião da votação. Em 14/1/2020, propus ao TSE uma solução para permitir ao eleitor a conferência de seu voto, mantendo o sigilo eleitoral e sem a impressão do voto: ao votar, seria gerada uma senha e informada ao eleitor. Essa senha, vinculada ao voto, seria divulgada pelo TSE. Isso daria total transparência ao processo eleitoral, eliminando qualquer possibilidade de fraude. Infelizmente, o TSE a recusou, sem nem ao menos a analisar. Disponibilizei na internet um vídeo esclarecendo a proposta, e os convido a assistir: https://youtu.be/WH39Lt_b6Q0 Acredito que a imprensa prestaria um grande serviço ao País se cobrasse do TSE alterações no processo eleitoral que dessem mais segurança e transparência.


Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)


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CPI


Diante da denúncia do presidente Bolsonaro de que houve fraude comprovada nas eleições presidenciais de 2018, o Congresso deveria criar uma CPI para apuração dos fatos e, se for o caso, modificar as regras para dar segurança e confiabilidade aos novos pleitos eleitorais.


Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim


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JAIR BOLSONARO


O presidente Bolsonaro tem tudo para se o tornar o mais importante nestes 130 anos de presidencialismo. Tem as provas de fraude nas eleições, pode provocar a anulação do pleito para todos os níveis, desde presidente da República até governadores, parlamentares estaduais e congressistas. Assim, acabaremos com a corrupção. Por economia, as eleições de 2020 serão gerais, não só para presidente, como para todos os demais cargos eletivos até vereador. Aproveitando o trâmite do processo, o presidente Bolsonaro, com o respaldo do homem mais poderoso do mundo, das Forças Armadas mais poderosas do planeta, do ministro Guedes, “Posto Ipiranga”, com ajudinha do coronavírus, do cartomante famoso e de sua equipe inteligentíssima – e com Queiroz fora de combate –, teremos um Brasil próspero e feliz. Amém.


Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo


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A ‘MAROLINHA’ DE BOLSONARO


Devemos reconhecer, de maneira geral, as importantes atitudes tomadas pelo presidente Jair Bolsonaro que surtirão efeitos mais consistentes com o passar do tempo, pois nada se muda num passe de mágica, muito menos no estalar de dedos. O que nos aflige em determinados momentos é a maneira como se manifesta especialmente perante a imprensa, em determinadas ocasiões até agressivamente. Por exemplo, no presente momento, ele está se comportando como o ex-presidente Lula quando, na recessão brutal de 2008, a classificou como sendo uma “marolinha”, enquanto o mundo já a comparava a um tsunami – e realmente foi causando muitos danos. Agora Jair Bolsonaro, um dia após as bolsas no mundo desabarem diante da epidemia do coronavírus, com inúmeros países adotando métodos severos para controlá-lo, como na Itália, por exemplo, que decretou quarentena restringindo a população de sair em público, Bolsonaro afirma que a imprensa é culpada por estar tumultuando. A realidade é outra: ela está simplesmente divulgando os fatos, sua principal tarefa e intenção. Convenhamos, presidente, sua afirmação extrapolou, né não?


Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo


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CULPA DA IMPRENSA


Quando o presidente Bolsonaro vai se ater aos fatos e parar de culpar o “mensageiro”?


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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GOVERNO BOLSONARO


Pelas afirmativas de Bolsonaro, a imprensa virou saco de pancadas.


Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá


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O MESMO DO MESMO


Se tudo o que a mídia já publicou até hoje do governo Bolsonaro, das desgraças, dos despautérios, das inconsistências, dos erros, das adversidades e dos descalabros, tivesse efetivamente ocorrido, o coronavírus seria fichinha ante a propagação desses horrores previstos. Já a eliminação dos apadrinhados, da corrupção, do governo de coalizão, a retomada da ética e da moral, da ordem e do progresso, este vírus do bem, nenhuma palavra. Esta é a nossa democracia límpida, clara, transparente, totalmente imparcial.


Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão


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BOLSONAVÍRUS


Bolsonaro está certo ao minimizar os riscos do coronavírus.  Realmente, terrível é o bolsonavírus, que espalha burrice, boçalidade e discórdia.


Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo


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O CORONA E SEUS VÍRUS PARES


Inexiste ano sem que o Brasil seja flagelado por mosquito, vírus, bactérias, vermes do larvário da Praça dos Três Poderes, com mandato parlamentar, toga ou ternos de fino corte. Como tudo o que sopra da China desde 1949 é motivo de alerta mundial, desconfio ser o alarido em torno do coronavírus desproporcional ao risco, se comparado com a mortandade do tipo da pandêmica febre espanhola de 1918. Sob lupa ou microscópio político institucional brasileiro, o coronavírus é um micuim perto da espécie registrada nos protocolos da infectologia como ‘toffolialcolumbremaia’.


José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém


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COVID-19 E RESPEITO


Tem me incomodado muito escutar que o Covid-19 “só mata idosos” e “pessoas doentes”. O idoso é você amanhã, é um ser humano que, como todo mundo, não quer partir, poderá ser seu pai, sua mãe... tudo bem, se morrerem de corona? E as pessoas doentes? Quantas conhecemos, lutando para viver, passando por tratamentos difíceis porque querem permanecer vivas? Além de todo o cuidado que devemos tomar, o respeito é mais um deles.


Fabiana Gonçalves fabifabigon@gmail.com

São Paulo


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‘UM HOMEM DOENTE’


Sobre o editorial Um homem doente (Estadão, 11/3, A3), o presidente Bolsonaro não quer educação, meio ambiente, relações internacionais, direitos humanos, nada que interfira em sua plataforma do ódio e da ignorância. Abraham Weintraub sair seria apenas um detalhe, caso quisesse acenar com alguma lucidez, o que não é o caso. O título do editorial é um perfeito epíteto para o conjunto nomeado-governante, que também se traduz como anátema para o povo brasileiro.


Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas


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MEC


O ministro da Educação, Abraham Weintraub, parece ou é um homem doente. Falta acrescentar “mental” ao “doente”.


Fausto Ferraz Filho faustoferraz15@gmail.com

São Paulo


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EDUCAÇÃO


A falta de educação com a qual o “ministro da Educação” trata os brasileiros seria cômica, não fosse trágica. Como sempre, lúcido, o editorial Um homem doente (11/3, A3) mais uma vez apontou a educação como mola mestra do crescimento do País. Sendo assim, a ONG Todos pela Educação vem fazendo a sua parte, cumprindo um papel essencial à sociedade, de forma consciente e responsável, o contrário do que Brasília tem mostrado ser. Que sua presidente, Priscila Cruz, fique bem logo. O Brasil precisa dela.


Lucas de Oliveira lucasocia@uol.com.br

São Paulo


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TODOS PELA EDUCAÇÃO


Gostaria de questionar, aqui, o Movimento Todos pela Educação e perguntar: depois de tantos anos dedicados a debater políticas educacionais, quais foram as mudanças efetivas que este grupo trouxe à educação? Sinceramente, conhecendo de perto a sala de aula, não se vê melhora alguma. Nossos alunos terminam o Fundamental II sem saber ler e escrever. Pioraram a disciplina e o respeito aos professores. Poucos são aqueles que querem enfrentar uma sala de aula, pois a desvalorização à classe é cada vez mais notória. Sugiro a este movimento que procure assistir a aulas em diversas escolas, preferencialmente públicas e à noite, e veja o nível em que elas se encontram. Se já o fez, qual o diagnóstico? E, se for o de sempre – alunos violentos, “vítimas da sociedade”, a falta de professores e, consequentemente, sem aulas, escolas destruídas, ou seja, onde deveria ter tudo tudo falta –, qual a saída? Há mais de 50 anos espero o discurso virar prática. Não é um ministro que muda a Educação, mas todo o País, quando entender que sem educação não sairemos do quinto mundo, e, se um dia sairmos, poderemos dizer: a Educação mudou o Brasil.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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DESCONTO NA CONTA


A justiça determinou que a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) conceda desconto de 25% nas contas de água até a comprovação de regularização do fornecimento do produto. A água que nos foi fornecida não estava com 25% de comprometimento, e sim totalmente inadequada. Não há por que pagar por um produto de péssima qualidade que nos obriga a gastos extras com a compra de água mineral.


Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro


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ROBERTO DAMATTA


O texto Quando morre o coração, publicado nos Estadão de 11/3 (coluna de Roberto DaMatta, página C5), contendo uma mensagem deixada por seu avô ainda em vida, é de uma beleza, sensibilidade, espiritualidade – eu poderia colocar muitas outras palavras fantásticas aqui. Foi uma das ou a mais linda matéria deste jornal. Parabéns, é imperdível não lê-la.


Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo

 

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