Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2020 | 03h00

O capitão no Planalto

A volta do ‘toma lá dá cá’

Extinguir o “toma lá dá cá” foi um dos itens da bandeira ética do candidato Jair Bolsonaro em sua campanha eleitoral para o Planalto. Mas parece que se esqueceu e volta a praticar o “franciscano” princípio, a bem de seus interesses e dos desejos dos mais íntimos no seu entorno. Aos poucos vamos vendo o mito sendo desnudado e posto como é diante dos brasileiros. Quantos tombaram acreditando? Era só bravata ou promessa de conveniência?

JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO

CARNEIROJCC@UOL.COM.BR

RIO CLARO

*

Regresso ao ninho

O presidente Jair Bolsonaro, que sempre foi do Centrão, está de volta ao ninho. Lá atrás já pregava a intervenção no Supremo Tribunal e no Congresso Nacional, mas pegou a bandeira de ocasião e se desligou desse gueto político, passando a desdizer o que dizia na época da política de vacas magras. Conseguiu votação expressiva das pessoas de bem para a sua condução ao Palácio do Planalto. Agora, na iminência de sofrer impeachment e perdendo apoio celeremente, resolveu voltar ao ninho abandonado, lançando mão do velho “toma lá dá cá”. Bolsonaro nunca foi um líder, todavia era a única pessoa disponível para afastar o PT do “pudê”. Em resumo, o capitão simplesmente está de volta às suas origens.

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

JROBRISOLA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

*

Apoio duvidoso

Lendo o editorial Coalizão frágil (6/5, A3), não posso deixar de me manifestar sobre a jogada do presidente da República de chamar para o seu lado partidos do chamado Centrão, em especial o PSD e o PTB, loteando cargos do governo, até mesmo com a possibilidade, já cogitada, de demitir o ministro da Ciência e Tecnologia para substituí-lo por algum apadrinhado. Esquece-se, porém, o sr. presidente de que, mesmo com a distribuição de cargos, em se tratando do Centrão, nunca há garantia de seus votos no Parlamento, até mesmo para defendê-lo em eventual processo de impeachment. O Brasil está de novo à deriva, valha-nos Deus!

JOSÉ CLAUDIO BERTONCELLO

JCBERTON10@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

*

Medo da verdade?

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). Por que, então, o sr. presidente não entrega os resultados reais dos seus exames de covid-19 e também o vídeo da reunião citada pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro? Quem não deve não teme.

TANIA TAVARES

TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

*

Tempos críticos

Nós, brasileiros, vivemos de bandeira a meio pau, tanto pela mortandade impiedosa que assola a Pátria como pela insciência de um presidente obscurecido pelo propósito de, a qualquer custo, jogando todas as cartas na mesa, imiscuir-se até mesmo nos rumos da Polícia Federal, para tolher-lhe os passos de independência e imparcialidade. Jair Bolsonaro quer a Polícia Federal na soleira da sua porta, a serviço de seus humores deletérios e perniciosos. A Constituição da República é clara: o poder é do povo. E o povo, na sua gritante maioria, repudia in limine as agressões criminosas a jornalistas e as manobras mesquinhas e imorais registradas nos últimos tempos. Os Poderes Judiciário e Legislativo têm de agir na mesma velocidade com que esse senhor nomeia seus paus-mandados para deixar a Polícia Federal de joelhos e atravancar provas, pouco se importando com as graves e decisivas consequências para os passos futuros da Nação. Estes tempos críticos exigem a presença das instituições de maneira firme, corajosa e constante para que os valores da Pátria e a democracia sejam preservados.

ANTONIO BONIVAL CAMARGO

BONIVAL@CAMARGOECAMARGO.ADV.BR

SÃO PAULO

*

Jogo de assombrações

Jair Bolsonaro é um cérebro atormentado. Qual Dom Quixote caboclo, o presidente fantasia inimigos a exterminar e elege “traidores” entre seus auxiliares, tarefa para a qual conta com o apoio do chamado gabinete do ódio, composto por familiares e amigos próximos. Pelo visto, um dos que estão na sua mira parece ser o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, e a “justificativa” para tê-lo como “traidor” seria o fato de que ele não atua politicamente nem endossa as insinuações de intervenção militar de Bolsonaro. Como os bolsonaristas consideram que escalões subalternos da tropa já estão convertidos à dialética presidencial, tentam solapar os comandantes. Essa tática não é nova na História do Brasil. Foi tentada, e muito malsucedida, no governo João Goulart, quando houve movimentos de sublevação de escalões inferiores nas Forças Armadas. O resultado é conhecido de todos: o movimento cívico-militar de 31 de março de 1964, cujo desvirtuamento desaguou na ditadura militar, encerrada em 1985.

SERGIO RIDEL

SERGIOSRIDEL@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

*

Arrependimento

A cada dia cresce o número de pentiti se manifestando neste Fórum. Saíram de camisa amarela e, somando-se aos fanáticos, elegeram essa figura que nos governa. Ignoraram o lado escuro, mas não oculto, da biografia do capitão, com sua atuação pífia nos seus seguidos mandatos parlamentares, declarações públicas impublicáveis, seu gosto pela ditadura e seu torturador de estimação, além do paternalismo patológico, a cada dia mais escancarado. Fica a lição: embarcar na canoa do candidato favorito e não tentar politicamente encontrar uma terceira via está custando muito caro à Nação.

FLÁVIO MADUREIRA PADULA

FLVPADULA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

*

Impeachment

No presidencialismo, para mim, o descaso do presidente da República diante de uma pandemia já deveria ser motivo para o impeachment.

EUCLIDES ROSSIGNOLI

CLIDESROSSI@GMAIL.COM

OURINHOS


MALANDROS


Até policiais legislativos escaparam do congelamento de salários em projeto de socorro a Estados (Estadão, 6/5). Os malandros que infestam a Câmara dos Deputados impediram o congelamento dos salários de diversas categorias de servidores que não se encontram em qualquer “linha de frente” do combate ao coronavírus. Atitude previsível de quem não respeita sequer a maior desgraça a atingir o contribuinte brasileiro desde a fundação da República.


Herman Mendes hermanmendes@bol.com.br

Blumenau (SC)


*

REAJUSTE DE SERVIDORES


Lendo a manchete de primeira página do Estadão de 7/5, acho que entendi o significado do que é regime feudal, ignorante que sou em história, sociologia, política, etc. É uma nação com um rei (tão ignorante quanto eu), muitos ministros, áulicos aos milhões, nobres que cag... ops... fazem e aplicam regras boas para eles e que chamam de leis (são 594+11), e – nem poderia ser diferente – a plebe ignara que paga os tributos para a alegria e sustento de todos os anteriormente citados. Talvez, um dia, quem sabe, será proclamada a res pvblica e todos ficaremos felizes, tocando harpas, vestido túnicas brancas e correndo juntos por campos verdejantes em direção ao Éden (ops... cuidado! Pode ser que haja, antes, um precipício camuflado).


Hélcio Veronesi helcioveronesi@hotmail.com

Santo André


*

BARAFUNDA


Sr. Paulo Guedes, ministro da Economia (?), o sr. está sendo atropelado sistematicamente pelo #PresidenteMorte e ainda não se convenceu de que não dá para fazer nada de sério nesta barafunda que virou o governo brasileiro capitaneado por este simulacro de Nero? Acorde! E salve-se, não compactue com a ignorância.


Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião

  

*

BARNABÉS


Com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, o Congresso aumentou a lista de servidores que vão continuar a ter seus reajustes anuais. Não sem razão, todo domingo de manhã tem aquela aglomeração de apoio ao presidente na frente do Palácio do Planalto em Brasília, a terra dos barnabés.


Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo


*

TÁ FALTANDO ALGUÉM


Uma das energumices vociferada por um energúmeno palaciano poderia ter sido proferida usando a letra de uma marchinha carnavalesca adaptada para “Oi zum-zum zum-zum zum-zum zum, tá faltando um... cabo e um soldado para fechar o STF”. Uma estultice dessa não mereceria o destaque que foi dado a ela pela mídia. Um absurdo atentado contra a “democracia e suas instituições”, segundo a avaliação dos “democratas de plantão”. Entretanto, a graciosa marchinha poderia ainda voltar a ser usada se adaptada para “Oi zem-zem zem-zem zem-zem zem, tá faltando alguém...”, para pôr cobro a esta pouca vergonha, esta verdadeira canalhice patrocinada pelos mesmos “democratas de fancaria e suas instituições”, que – em meio a uma pandemia brutal, com milhares de vítimas fatais, ameaçando desembocar numa crise econômica mais avassaladora ainda, que levará não milhares, mas milhões de brasileiros de volta à miséria absoluta, com incalculáveis vítimas fatais decorrentes – tiveram a coragem de embutir um “jabuti” no projeto de auxílio financeiro a Estados e municípios que vai permitir reajustes generalizados para servidores públicos. É um escárnio numa hora em que milhares de empresas privadas estão falindo ou negociando com seus empregados não aumento, mas redução salarial para manter empregos. Fica, aqui, uma cobrança para que os eternos “arautos da democracia”, os democratas (se é que existem), indiquem o “alguém” que vai se encarregar democraticamente de pôr ordem neste galinheiro.


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


*

OPERAÇÃO BATE E VOLTA


Trágica e bizarra a decisão do presidente Jair Bolsonaro de ir até o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) tentar emparedar o ministro Dias Toffoli junto com cinco empresários, para conseguir apoio na flexibilização do isolamento social adotado em nível nacional para combater a covid-19. Um dos empresários citou que a Ásia já está liberando as empresas, só que ele não sabe – ou ninguém o avisou – que lá eles agiram rápido com relação ao isolamento e ao distanciamento social, o que não acontece aqui, principalmente nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste, que podem entrar em lockdown, recolhimento total. O presidente do STF deu o bate e volta rapidamente, jogando água no chope do Jair, do ministro Paulo Guedes, outrora Posto Ipiranga, e dos empresários, dizendo que teriam de antes formar um gabinete de crise, que até hoje não foi formado pelo governo, o que decepcionou todos na operação bate e volta ao Supremo, que teve vários generais estrategistas, além do capitão, que não pensaram que ela poderia dar errado, e deu. Pobre Brasil, sem rumo e sem estratégias para vencer o coronavírus. E os pobres das periferias pagam a conta.


Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba


*

COMITIVA AO STF


Após derrotas no STF, Bolsonaro pressiona Corte e tenta dividir ônus da crise (Estadão, 7/5). Na ida ao STF, só faltou o presidente levar um cabo e dois soldados. Cruzes!


Tania Tavares taniatma7@gmail.com

São Paulo


*

ATÉ QUANDO? QUEM VIVER VERÁ


Enquanto o Ministério da Saúde divulga que o Brasil tem 114.715 casos de coronavírus (6/5/2020), um estudo da Universidade de São Paulo (USP) se extrema desse número, ao revelar que temos 1.657.756 casos, o que nos eleva à posição dramática de ser o epicentro da pandemia, superando os EUA. Enquanto isso, manobras diversionistas diárias de um presidente da República irresponsável desviam a atenção dos brasileiros para uma insólita crise política.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


*

PEIXE FORA DO AQUÁRIO


Será que fui só eu que reparei que o ministro da Saúde, Nelson Teich, nunca olha diretamente para nada nem ninguém enquanto fala? Seus olhos estão sempre virados para cima. Alguém sabe do que se trata? Sempre parece estar buscando dados num infinito particular dele. Um peixe completamente fora do aquário.


Carlos E. Coutinho Ribeiro drcarloseduardoribeiro@gmail.com

Recife


*

A CASCA DA MAÇÃ


Pelo governo, temos hoje aproximadamente 115 mil contaminados pelo coronavírus no Brasil. Se considerarmos um erro (exagerado) de 10 vezes em razão das subnotificações, passaremos para aproximadamente 1 milhão de contaminados no País. A população do Brasil é estimada em 210 milhões de habitantes, então 1 milhão de contaminados é aproximadamente metade de 1% do total. Menos da metade de 1%, e já estamos afundados nesta explícita crise de falta de leitos e até de covas! Proporcionalmente, é como se o vírus estivesse comendo apenas a casca da maçã. Quem é o temerário que disse que o coronavírus vai se acalmar e frear após comer a casca da maçã de forma tão facilitada e furiosa?


Ricardo Gonzalez peribanezg2015@gmail.com

Brasília


*

COVID-19


Na minha opinião, o presidente do País hoje, de fato, é a covid-19, cujo mandato poderá se estender até 2022, e o vice-presidente, talvez, são dois: depressão e suicídio. Gente, vamos viver na paz, com paz interior, com boas ideias e boas Atitudes. Pratique sua fé!


Arcangelo Sforcin Filho despachante2121@gmail.com

São Paulo


*

HORROR


Acordo todas as manhãs cada vez mais horrorizado com o futuro do Brasil. Não me preocupo comigo, entrando na faixa dos 80 anos, mas com meus filhos e netos. Quando vejo todo santo dia o presidente da República engajado numa escalada de violência e destempero verbal e moral, fico desanimado com o que nos espera. Até quando financiaremos um vereadorzinho do Rio de Janeiro que foi agraciado com um gabinete no 3.º andar do Palácio do Planalto? Até quando ficaremos calados quando um presidente manda um repórter calar a boca? Um horror!


Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo


*

ATAQUE A JORNALISTAS


Entendo a preocupação do leitor sr. Edgard Silveira Bueno Filho (Senda do autoritarismo – Noite dos Cristais, Fórum dos Leitores, 6/5, A3), mas comparar o que aconteceu em Brasília recentemente com a Noite dos Cristais de 1938 é mais do que um exagero. É uma comparação descabida. No patético e esdrúxulo ataque a jornalistas do Estadão no domingo, obviamente condenável, não houve um mínimo de organização ou maquiavelismo. Mais parecia uma agressão ao árbitro por uma pequena torcida de futebol enfurecida. Vejamos. A caçada aos judeus alemães e austríacos de novembro de 1938 (chamada de Pogrom também), maquinação da alta cúpula nazista (Goebbels & Cia.) e muito bem executada pela Gestapo e SA, aconteceu num panorama diametralmente oposto ao que temos no Brasil atualmente.  Não havia mais (desde 1935, digamos) imprensa que não fosse subordinada ao regime de Hitler. Os jornalistas que não se curvaram aos ditados do nacional-socialismo estavam presos, mortos ou tinham fugido. Algo parecido, porém em menor escala, está acontecendo na Turquia hoje. Não havia nenhum resquício de oposição no Parlamento. A grande maioria dos 30 mil homens presos em 9 e 10 de novembro era de classe média, pacatos burgueses que haviam lutado pela Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Alguns ficaram dias, outros semanas, outros meses nos campos de concentração Buchenwald, Sachsenhausen e Dachau. Nenhum saiu ileso. Mesmo os que conseguiram fugir para o exterior com sua família a seguir. Alguns perderam a razão, outros ficaram com doenças do coração e sequelas múltiplas. De resto, concordo inteiramente com o senhor leitor no que se refere ao “dou a mão à palmatória”. E endosso sua advertência: “Não podemos ficar apáticos”.


Irene Gebhardt

São Paulo


*

MEDO


Em 1964 o presidente João Goulart gostava de participar de manifestações populares, que incluíam soldados e marinheiros não graduados, geralmente coordenados pelo Cabo Anselmo. No dia 31 de março do mesmo ano, o general Olímpio Mourão Filho, comandante em Juiz de Fora (MG), juntou uma tropa, pouco maior que “dois soldados e um cabo em um Jeep”, e desfilou pela Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, respeitando até os inúmeros semáforos. Quando o presidente percebeu, seu assento presidencial já estava ocupado pelo general Humberto de Alencar Castello Branco, seu fiel ministro da Guerra (do Exército). Hoje, o presidente Bolsonaro, também eleito democraticamente, tem o hábito de participar em manifestações públicas até às portas de quartéis. Embora seu governo seja repleto de generais, incluindo o vice, general Hamilton Mourão (não é aquele de 1964), tenho medo das coincidências.


Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo


*

RUMO INCERTO


É muito comum ouvirmos pessoas reclamando da forma como o presidente Bolsonaro está conduzindo nosso país, porém, no meu modo de pensar, ele não mentiu em nada. Para aqueles que souberam interpretar o palavreado que ele utilizava em seus discursos durante a campanha eleitoral, ele deixou claro como iria governar, ou, melhor, desgovernar. Brigas com a imprensa, demissões de ministros, truculência e desconhecimento. Agora só nos resta esperar para ver, até porque, em meio à crise que o Brasil atravessa motivada pelo coronavírus, a forma de conduzir a Nação com um presidente como Jair Messias Bolsonaro só nos deixa como opção rezar.


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


*

PROPOSTA INDECENTE


Independentemente do recuo do presidente Bolsonaro na recondução do presidente da Funarte Dante Montavane, demitido na chegada de Regina Duarte à Secretaria Especial de Cultura, e do resultado da reunião que teve com Bolsonaro, uma conclusão já pode claramente ser admitida: Bolsonaro não queria uma esposa para colocar na Cultura, na realidade, queria uma garota de programa, que lhe servisse conforme suas necessidades políticas. Pelo visto, Regina já percebeu a verdadeira intenção do presidente com ela em sua equipe e não vai topar a proposta indecente. Pode não ser agora, mas o divórcio não deve durar muito para acontecer.


Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


*

SINHOZINHO MALTA


O Sinhozinho Malta, Jair Bolsonaro, nomeou, renomeou e depois cancelou a renomeação de Dante Mantovani, mais conhecido como “o piradão da Funarte”. Ora, como a viúva Porcina, Regina Duarte, “achou” indícios de que seria demitida, Sinhozinho Malta entendeu a mensagem e respeitou a vontade da viúva Porcina, evitando mais um desgaste para ele, Sinhozinho Malta. Assim, até amanhã, ainda não há razões para o divórcio litigioso.


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


*

DESCASO DO MINISTÉRIO DA CULTURA


O nosso Ministério da Cultura nem se dignou a enviar uma mensagem de pesar pela morte do nosso Aldir Blanc. É inacreditável. Isso, sim, é uma “Dor assim pungente”...


Cláudia Ciscato claudiaciscato@hotmail.com

São Paulo


*

PIADA DE PORTUGUÊS


Sempre contam piadas de português como se este fosse pouco inteligente, mas, então, vemos o governador de São Paulo, tão dedicado a diminuir a curva da pandemia, não permitindo a abertura do comércio, enquanto comerciantes estão enfartando e se jogando de prédios, empregados perdendo seu emprego e bancos e lotéricas com quilômetros de filas, além do trânsito travado com a medida de bloqueios de vias – coisa mais imbecil que vi no mundo. Que Deus nos ajude, porque, se depender do governador chiquérrimo, estamos “ferrados e mal pagos”.


Roberto Moreira da Silva  rrobertomsilva@gmail.com

São Paulo


*

RODÍZIO EM SÃO PAULO


Covas cria novo esquema de rodízio de veículos em São Paulo para conter avanço do coronavírus (Estadão, 7/5). O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, é incansável nas suas propostas com falta de inteligência. As duas últimas tentando sabotar os paulistanos que não têm outra alternativa a não ser trabalhar, inclusive os profissionais de saúde. Bruno está caminhando a passos largos para ser rejeitado nas urnas em outubro.


Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


*

RISCO MAIOR PARA MUITOS


Colaboro com empresa que produz equipamentos de proteção individual (EPIs), e, com este novo esquema de rodízio, funcionários terão de utilizar transporte público, correndo um risco maior de contaminação. É fácil governar de canetada! Será que alguém sabe quantas pessoas saem para trabalhar em atividades essenciais e na construção civil, por exemplo? Quantas se deslocam para receber auxílio emergencial? Pagar contas? Se abastecer uma vez por semana? Duvido. Exigiria um mínimo de competência de quem nem sabe quantas pessoas faleceram em cada dia, mas sim quantas mortes foram confirmadas.


Paulo Abdala pauloabdala875@gmail.com

São Paulo


*

DIREITO


Bruno Covas, ex-aluno da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, perdeu o bom senso ao impedir o sagrado direito de ir e vir a todos garantido pela Constituição de 1988. O Estado Democrático de Direito deve afastar esta espúria atitude. Bruno Covas toma atitude ditatorial e que exige imediato repúdio da sociedade.


Luiz de Camargo Fidelis camargofidelis@aasp.org.br

São Paulo


*

BLOQUEIO ABSURDO


O que será que este secretário municipal Edson Caran tem na cabeça? Talvez esterco. Eis seu argumento: “Estamos criando bloqueios para incomodar quem está na rua, mas poderia estar em casa”. Pergunto: e quem sai de carro para passear? Ou será que ele pensa que o carro também transmite o vírus? Que mente fértil. Atrapalhou a vida de milhares de pessoas que precisavam ir ao trabalho usando seu próprio veículo, e não depender de um transporte deficiente e lotado. Que Deus nos ajude.


Miguel Russo Jr., médico mrussojr@uol.com.br

São Paulo


*

‘PREVIDÊNCIA E CIDADANIA’


Ótimo artigo publicado no Estadão do dia 6/5/2020, de autoria de Fábio Giambiagi. Concordo que o jovem no ensino médio deveria ter matérias relacionadas com matemática financeira, mescladas com noções de planejamento econômico-financeiro e educação previdenciária, que ajudariam a nortear um cidadão em formação sobre seu futuro como cidadão, ou seja, chegar aos 65 anos com sua casa própria e uma renda complementar digna.


Carlos K. Higuchi ckenro05@gmail.com

São Paulo

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.