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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Mais um cai fora

Impressionante a incompetência desse (des)governo! Mais um ministro pede as contas, justo o mais importante neste momento. Os eventuais bons gestores da saúde que certamente temos neste triste país, antes de aceitarem convite desse zelador de condomínio quem tem o temporário cargo de presidente, pensem na frase de Jack Welch, ex-CEO da General Electric: “Toda vez que um executivo de boa reputação deixa uma empresa de péssima, a única reputação que permanece inalterada é a da empresa”.

PAULO SÉRGIO PECCHIO GONÇALVES

PPECCHIO@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Inabilidade

Nelson Teich nem completou um mês no primeiro escalão do governo Bolsonaro. Aos poucos o tirânico presidente vai perdendo, um a um, os seus ministros. Está provado que Bolsonaro não sabe lidar com uma crise de verdade, como esta da covid-19. O Brasil sai perdendo mais uma vez. A falta de rumo é a principal característica desse governo. As promessas de campanha foram esquecidas: reforma tributária com a unificação de impostos, privatização de empresas estatais e reforma política, entre outras. O tosco e inábil Jair Bolsonaro mostra mais fraqueza a cada dia.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE

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Vacas de presépio

A saída do dr. Nelson Teich da pasta da Saúde vem nos mostrar que o presidente não quer pessoas competentes em seu Ministério, e sim pessoas que concordam com ele em tudo, mesmo sabendo que está errado. É uma vergonha para o Brasil o que acontece em Brasília. Enquanto isso, na realidade brasileira, atrasos no pagamento de ajuda para os mais necessitados, pessoas sendo presas por roubos na área de saúde aproveitando-se da situação, compras de empresas que não existem... Neste momento fico realmente em dúvida se aquele velho dito de que “Deus é brasileiro” continua a ser verdade. Porque somente Deus para ter compaixão do povo brasileiro.

ANTENOR APARECIDO STABILE

ANTENOR.APARECIDO@GMAIL.COM

VINHEDO

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Futuro ministro

O médico Nelson Teich pediu exoneração do cargo de ministro da Saúde por não aceitar as imposições do presidente. Que tem mostrado não ter a mínima preocupação com encaminhamentos de especialistas da área da saúde. Como se vai comportar o novo indicado para o cargo? Se especialista ou não na área, vai seguir as indicações científicas ou se limitará a assinar as determinações do ocupante do cargo maior da República? Até quando vamos conviver com esses procedimentos?

URIEL VILLAS BOAS

URIELVILLASBOAS@YAHOO.COM.BR

SANTOS

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Questão de princípios

Fiquei orgulhosa da atitude tomada pelo ex-ministro Nelson Teich. Provou que tem convicção do que fala e não aceita imposições para o contrário.

M. DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO

ZAFFALON@UOL.COM.BR

BAURU

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Insulto

A obsessão de Jair Bolsonaro com a cloroquina é um insulto à ciência e aos cientistas. Não haverá ministro da Saúde que aguente ficar no cargo. Melhor deixá-lo vago.

LUCIANO HARARY

LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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O rei está nu

Temos um presidente enlouquecido com sua “roupa nova do rei” a desfilar diante de um povo atônito em meio a um cenário de pandemia pantagruélica. Em resumo, essa é a essência do cenário atual no Brasil. O mais grave, porém, é a plateia não se dar conta da extrema gravidade do “andar da carruagem”. Uma real e cruel sinopse. Uma paralisia movida a “pudores”. Um espanto contido. Expressões acabrunhadas. E uma sensação de Armagedom no ar intoxicado. A ver...

NELSON M. DE ABREU SAMPAIO JR.

N.SAMPAIO@HOTMAIL.COM

CURITIBA

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Hamilton Mourão

‘Limites e responsabilidades’

Decepcionante o artigo do vice-presidente Hamilton Mourão Limites e responsabilidades (14/5, A2), esperava atitude mais sensata. Primeiro, antes de olhar a sujeira no quintal do vizinho, devemos olhar e limpar o nosso. Minha saudosa mãe sempre dizia: quando um não quer dois não brigam. Resumindo, o Brasil não é uma República de bananas, onde o Executivo tudo pode. Creio que seria melhor o sr. Mourão se preservar para no futuro praticar o que prega. Como dizia Cora Coralina, “feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Será que é preciso desenhar?

MÁRCIO PASCHOLATI

MARCIO.PASCHOLATI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Seis por meia dúzia

Nesse artigo o vice-presidente aborda quatro pontos que, na sua visão, vêm causando um “estrago constitucional”, mas omite o principal, que é o próprio Executivo federal. Não adianta tentar pôr a culpa nos outros Poderes da República, pois todos nós sabemos qual é o cerne desse problema. Se essa é a visão do general Mourão, trocar o Bolsonaro pelo vice seria o mesmo que trocar seis por meia dúzia.

AZOR DE TOLEDO BARROS FILHO

AZORTB@GLOBO.COM

SÂO PAULO

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Lição de Tocqueville

Ainda com respeito ao artigo de general Hamilton Mourão (confesso que acendeu uma fagulha de esperança no meu peito ao ler a chamada na primeira página do Estadão, mas ao ler o artigo propriamente, este jogou um caminhão de água fria sobre essa fagulha), cito Tocqueville: “Permitir-lhes punir os agentes do Poder Executivo quando estes violam a lei não significa conceder um privilégio particular aos tribunais. Proibi-los de fazer isso é que significa retirar-lhes um direito natural” (em A Democracia na América: Edição integral, Alexis de Tocqueville, autor, com tradução de Julia Rosa da Simões).

M. CRISTINA CARDOSO DE OLIVEIRA

CRISTINA@MARCABR.COM.BR

CARAPICUÍBA


 

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