Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Exoneração e fuga

Seria bom se pudéssemos ter um esclarecimento do presidente da República sobre a conveniência de se manter a indicação para o Banco Mundial do sr. Abraham Weintraub. É que, ao seu lado e na presença de jornalistas, ao informar sobre a decisão de deixar o cargo de ministro da Educação, esse senhor mentiu à Nação ao dizer: “Nos próximos dias eu passo o bastão ao ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo”. O fato é que já estava de malas prontas e, no dia seguinte, embarcou para os EUA, com passaporte diplomático, de ministro de Estado. Inadmissível tal atitude, que mais parece caracterizar uma fuga, de vez que ele responde a processos na Justiça brasileira.

MARCOS CANDAU

CARVALHOCANDAU@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Para escapar do xerife

Só nos faltava, para completar as algaravias deste governo, um ministro da Educação investigado, provavelmente processado, que atravessa as fronteiras do Brasil para fugir das sanções de nossa jurisdição. Weintraub vai precisar escolher um país que não mantenha tratado de extradição com o nosso ou onde vilipendiar a honra de autoridades e instituições não seja crime, para não ser remetido de volta à pátria que pisoteou. Impunidade buscada com o apoio do presidente da República!

AMADEU GARRIDO

AMADEUGARRIDOADV@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Tapa sem luva

Magoado pela necessidade de demitir o boquirroto Weintraub, Jair Bolsonaro, em resposta ao que considerou um desafio a seu poderio, desferiu um tapa na cara dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de todos os brasileiros que não comungam a sua maneira de ser, ao indicar o dito cujo para um cargo no Banco Mundial representando o Brasil. Esperamos uma reação geral contra tamanho absurdo.

LAÉRCIO ZANINI

SPETTRO@UOL.COM.BR

GARÇA

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Covardia

Weintraub dá uma banana para todos os brasileiros, pois “caiu para cima”: só lucro$! Chamar os ministros do STF de bandidos numa reunião ministerial foi fácil; já enfrentar as consequências aqui, nem pensar!

TANIA TAVARES

TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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A salvo

Com a saída honrosa e a promoção mundial do ex-ministro da Educação, os ministros do STF deixam de ser “vagabundos” e não correm mais o risco de serem todos eles presos?

CARLOS GASPAR

CARLOS-GASPAR@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Que país é esse?

O ex-ministro da Educação conseguiu desagradar a todos os setores, não deixou nenhum legado na sua área e ofendeu ministros do STF, chineses e judeus. E ainda é premiado com um cargo nos EUA, ganhando o triplo do salário que recebia! Que país é esse? Como explicar isso aos jovens? Assim fica difícil de educar nossos filhos, com perdão do trocadilho.

LUIZ ROCHA

DRLUIZROCHA@UOL.COM.BR

GUARULHOS

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Representação no exterior

Para um país, como o nosso, que já teve como representantes um barão do Rio Branco, um Rui Barbosa, um Osvaldo Aranha, um Sérgio Vieira de Mello e muitos outros do mesmo gabarito, ser representado por um destemperado, iletrado, fanático, etc., que só piorou as condições do Ministério da Educação, é lamentável. Só mesmo num governo de fanáticos liderados por um falso guru.

CARLOS GONÇALVES DE FARIA

SHERIFFFARIA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Corrupção

Olavobolsasneirices

A Terra é plana, o nazismo é de esquerda (embora o discurso seja muito afinado com o do governo atual), paralisação se escreve com z, tudo o que termina com ismo não presta, como comunismo, socialismo, assistencialismo, paraquedismo, ciclismo, etc... O feminismo é igual ao machismo e a China não é um país comunista! Queria entender: onde eu errei? Pois nada disso faz o mínimo sentido para a minha pessoa. A propósito, enfim encontraram o Queiroz. E ele não estava com a mãe daquele cara, como respondeu o sr. presidente certa vez, estava na casa do advogado da família presidencial.

RODRIGO IBRAIM

RODRIGOIBRAIM@GMAIL.COM

TABOÃO DA SERRA

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Cabeças vão rolar

Bolsonaro deve estar fulo de raiva, seu esquema de proteção ao Queiroz, sob a guarda do Anjo, caiu. E a prisão não foi detectada por sua “agência pessoal de inteligência”, de que ele se gabou na famigerada reunião ministerial de 22 de abril.

FLÁVIO MADUREIRA PADULA

FLVPADULA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Papo-furado

O advogado de Flávio Bolsonaro, Frederick Wassef, disse que nunca conversou com Fabrício Queiroz, mesmo tendo-o hospedado/escondido em sua chácara em Atibaia. Começa mal a tentativa, claramente mentirosa, de esconder fatos notórios.

MARCOS BARBOSA

MICABARBOSA@GMAIL.COM

CASA BRANCA

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Outro Ronaldinho dos negócios

O mágico das finanças Fabrício Queiroz deveria ser aproveitado no Ministério da Economia para ajudar o ministro Paulo Guedes na recuperação do País. O cara é bom...

RICARDO FIORAVANTE LORENZI

RICARDO.LORENZI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Mar de lama

Confrontado com o mar de lama provocado por sua atuação política ao longo de muitos anos, Getúlio deu um tiro no coração. Achou que sairia da vida, mas entraria bem na História. A lama da política atual é tão espessa que impede qualquer ato de lucidez. Porém o sol é o melhor desinfetante, dizem médicos e pensadores.

MARIZE CARVALHO VILELA

MARIZECARVALHOVILELA@GMAIL.COM

SÃO PAULO


A TRAGÉDIA DE 1 MILHÃO DE INFECTADOS


A manchete da primeira página da edição impressa de sábado, 20 de junho, destaca que o Brasil passa de 1 milhão de infectados. É um triste marco desta tragédia e mostra a magnitude da pandemia entre nós. Com base no insuspeito e confiável site worldometers.info/coronavirus, que disponibiliza informações de mais de 200 países, podemos, no entanto, ver que, apesar das disputas políticas entre os governantes, da troca de ministros da Saúde e da pouca disciplina da população em geral para respeitar um confinamento pouco racional, o Brasil não está entre os países com pior desempenho. No número absoluto de casos (1.038.568 em 20/6), somos, infelizmente, o segundo colocado, atrás somente dos EUA (2.297.842). Esta situação se repete também no caso de total de mortes: 1.º EUA (121.414), 2.º Brasil (49.090). Os números absolutos não são, no entanto, a forma mais isenta e racional de analisarmos a pandemia, pois estaremos comparando países com populações com enormes diferenças na quantidade de pessoas que poderão ser infectadas pela covid-19. A análise dos números mundiais considerando os casos por milhão de habitantes de cada país revela situações bem diferentes do que a simples visão dos números absolutos por país e evidencia de forma mais isenta e justa o desempenho dos sistemas de saúde dos países. Nesta análise podemos destacar: 1) no número de mortes por milhão de habitantes os EUA são o 9.º (367) e o Brasil é o 17.º (231); 2) países europeus, que já passaram a pior fase, tiveram um desempenho bem pior, com destaque negativo para a Grã-Bretanha (4.º, com 626 mortes por milhão), bem superior à Espanha (5.º, com 606), Itália (6.º, com 572), Suécia, que não fez nenhum confinamento (7.º, com 500), e França (8.º, com 454). Estes resultados colocam em evidencia que o sistema de saúde inglês, fortemente governamental, teve um desempenho bem inferior ao de Itália, França, Portugal e Alemanha. 3) Os destaques positivos na Europa foram Portugal (24.º, com 150) e Alemanha (31.º, com 107).


Francisco Paulo Uras francisco@uras.com.br

São Paulo


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ERRO CIVILIZATÓRIO


A crise da covid-19, com suas lesões e mortes nefastas, enterros vis e sofrimento atroz das famílias, demonstra que a humanidade, envolventes tanto países democráticos como autoritários, não se houve bem no encaminhamento do processo civilizatório. A prioridade das prioridades das ciências, impulsionadas pelos governos, deveria consistir no aperfeiçoamento de fórmulas de defesa e ataque a um microorganismo capaz de produzir tais dores inaceitáveis ao homem. Essa prioridade estava mesmo à frente do enriquecimento de urânio, ainda que para fins pacíficos, e das aventuras espaciais. Como pensar em conquistar o cosmos, se não nos preservamos em nosso próprio planeta? Desde já os orçamentos dos países deveriam ter contenções para formar reservas destinadas a subsidiar as atividades científicas de limpeza da Terra em relação a seus inimigos mortais.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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FALTA DE COMANDO


Reportagem no Estadão de sábado (20/6) nos revelou um absurdo imperdoável: a possibilidade do cancelamento da compra de 12 milhões de exames rápidos contra a covid-19. Anunciada em 20/4, a compra emergencial, sem licitação, está travada no Ministério da Saúde e pode ser cancelada devido a possíveis irregularidades. Ainda na gestão do ex-ministro Nelson Teich, que pediu demissão em 15/5, alguns gestores chegaram a pedir a sua anulação. Uma das razões seria a entrega de dados da compra para pessoas que acompanham as disputas, que creio serem os representantes das empresas interessadas. Ou seja, em plena pandemia de um vírus mortífero, já se passaram dois meses para uma compra emergencial, com dispensa de licitação! Segundo a reportagem, “o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, tem dito a interlocutores que para vencer a ‘guerra’ contra a doença, o ‘mais importante’ é melhorar a triagem de pacientes e medicá-los o quanto antes, até mesmo com a cloroquina” – medicamento sem eficácia comprovada. Mais adiante, outra informação da matéria: “O próprio Bolsonaro, quando cobrado sobre o avanço da covid-19 nos Estados, tem dito que já fez a sua parte. Ele atribui a gestores locais a culpa pelo aumento de casos”. “Já ajudamos com dinheiro.” Porém, sabemos que tal não é verdade. O presidente é o maior culpado por este caos na Saúde, pois cometeu um ato imperdoável e deverá responder por isso: não só desmontou por completo a equipe do Ministério da Saúde, substituindo-a por servidores estranhos à área, em plena pandemia, como vem desrespeitando a quarentena continuamente. Isso não tem cabimento e muito menos explicação. Aquisições na administração pública não é assunto para jejunos, muito pelo contrário. E, quando ocorre dispensa de licitação, é mais complicado ainda. Faz-se necessária a presença de servidores não só acostumados com os equipamentos, ou suprimentos a serem adquiridos, como também com experiência em licitação pública. A especificação técnica deve ser elaborada com cuidado e precisão, pois nos casos de dispensa de licitação a possibilidade de adquirir gato por lebre é grande. Estamos assistindo através da mídia em geral às barbaridades que estão ocorrendo em diversas partes do País. E só existe uma explicação para tanto: a falta de um comando geral. E a responsabilidade maior é do presidente Bolsonaro, que acredita em palpites, em detrimento da ciência.


Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo


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O PRINCIPAL PROBLEMA BRASILEIRO


Parece que, para Jair Bolsonaro, ele se chama “Queiroz”. Pandemia? Que é isso?


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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POIS É


O advogado Frederick Wassef, em entrevista de 20/6, lembra aquela anedota de uma pessoa que saía de uma chácara com um porco vivo carregado nos ombros e, quando o dono de lá chegou gritando “ladrão! Você tá roubando meu porco!”, o larápio responde: “Porco? Que porco? Nossa, tira esse porco daí!”.


Neson Monteiro de Abreu Sampaio Jr. n.sampaio@hotmail.com

Curitiba


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O IMPOSSÍVEL E ALÉM


O advogado de Jair Bolsonaro teve a inacreditável cara de pau de afirmar que não sabia que Fabrício Queiroz estava escondido no seu escritório de advocacia em Atibaia. Faltou combinar com o seu caseiro, que já falou que os dois se encontraram na tal casa. Claro que Jair Bolsonaro nunca ouviu falar do Queiroz, dos crimes do seu filho e muito menos do seu advogado. Rodrigo Maia, por sua vez, continua achando que não é o momento propício para falar em impeachment, ainda tem muitos ministérios para serem criados e muitas emendas para serem aprovadas. O procurador-geral da República continua procurando um pouco de coragem para cumprir o seu dever. Resta saber até onde irá a paciência do povo brasileiro antes de partir para a ignorância contra este governo criminoso.


Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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BOLSONARO E A POLÍCIA


A indecência política é tão descarada hoje em dia que me faz lembrar o Pasquim dos anos 70. O cronista confessava que ele não se vexava: “Se minha mulher me pegar na cama com outra, eu saio gritando afasta que é briga”.


Marize Carvalho Vilela marizecarvalhovilela@gmail.com

São Paulo


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O SISTEMA FALHOU


Mais uma vez o sistema de informações confidenciais do presidente Jair Bolsonaro falhou. Como se já não bastasse a troca na diretoria da Polícia Federal (PF) carioca, por não lhe fornecer informações privilegiadas, Bolsonaro montou um sistema próprio para abastecê-lo – serviço considerado ilícito e irregular –, especialmente para saber das investigações sobre seus filhos. Só que, mais uma vez, o presidente ficou chupando o dedo, pois enquanto o advogado de sua família, o “anjo”, pensava que o seu tutelado, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro – o da rachadinha –, estava em segurança, Queiroz foi preso num pseudoescritório do próprio advogado do clã Bolsonaro, em Atibaia – aliás, perto do sítio do condenado Lula da Silva. E agora, presidente, do que valeu tanto desgaste para interferir na PF, se nem mesmo seu sistema pessoal é eficiente?


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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A ‘BÍBLIA’ PREVIU


Fabrício Queiroz, “diga-me com quem andas e te direi quem tu és” e quantos anos poderás pegar em regime fechado.


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo


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A RATOEIRA


A Alerj não responde pelas Assembleias Legislativas de outros Estados, embora seja levado a crer que todas sejam semelhantes – lembram uma ratoeira cujos operadores, eleitos pelo povo, pobre povo, sempre esquecido após as posses, transportam em grande maioria nas respectivas costas vetores de transmissão de várias pestes, uma das quais a apelidada de rachadinha, que, pela virulência repentinamente revelada, é alvo de investigações que visam à produção de vacina eficiente, a exemplo do que ocorre no momento em relação a membros da família Bolsonaro e uma de suas ramificações, Fabrício Queiroz. Trata-se de instituição que não merece o mínimo crédito de confiança, sendo modelada pela  democracia malhada em vigor nesta Terra de Pindorama. Se, num rompante coletivo de autocrítica, os deputados se dispusessem a recuperar um nível mínimo de dignidade daquele labirinto hermético que caracteriza o comportamento demagógico de seus membros, certamente seriam levados a efetuar um processo de higienização, do qual voltariam oxigenados e imbuídos de um novo espírito de representação popular.


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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MEQUETREFE


Visível a frustação de Fabrício Queiroz ao ser preso. Devia estar pensando “eu fazia extorsão de merreca de uns mortos de fome e descobriram minhas trapalhadas rapidinho. Sou ladrão, não nego. Mas sou um mequetrefe. A gangue do PT, em especial a o filho do Lula, só ao perder a virgindade, levou R$ 5 milhões. Oh, vida! Oh, céus!”.


Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro


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FILHOS


O poema Enjoadinho, de Vinicius de Morais (Filhos... Filhos? Melhor não tê-los!), vem bem a calhar com Bolsonaro e Lula, dois boçais e chulos iguais.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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VÍRUS NACIONAL


Uma pesquisa recente detectou a presença do vírus Corrupt-00 nas águas próximas a Porto Seguro (BA) na semana de 22 de abril de 1500. A doença causada por ele se espalhou rapidamente por todo o território nacional e ainda não há remédio ou vacina contra ele. Cientistas dizem que isso é por causa da acelerada mutação do vírus. Por motivos ainda desconhecidos, o vírus tem um impacto muito menor em países do Hemisfério Norte e em alguns outros.


Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo


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A SAÍDA É O AEROPORTO


Li que o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub viajou para os EUA usando seu passaporte diplomático. De fato, esse passaporte abre portas, mas não é sobre isso que quero falar, e sim sobre um governo que prometeu fazer diferente de tudo o que vivemos nestes últimos 20 anos. Infelizmente, sua atitude é mais do mesmo. Saída pelo aeroporto. Pobre de quem não tem essas mesmas benesses e ainda tem de pagar a conta. Quando vamos mudar este país?


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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UM CARGO PARA WEINTRAUB


As deliberações do presidente Bolsonaro mostram um descompasso com a importância do Brasil como nação. Isso se repete com a divulgação do nome do ex-ministro da Educação para um cargo no Banco Mundial. Ele foi afastado pelo seu comportamento inadequado para a função e a indicação do seu nome pode nos marcar como “o país da piada internacional”. Como ele vai atuar numa organização de tamanha importância? Cabe a reflexão: que país é este?


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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COMPENSATÓRIO


O sr. Weintraub foge do País com seu passaporte diplomático, para não ser preso, e ganha cargo altíssimo no Banco Mundial. Como o crime compensa neste nosso triste e ridículo Brasil.


Eliana Pace pacecon@uol.com.br

São Paulo


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VAGA NO BANCO MUNDIAL


Vou mandar meu curriculum vitae para o Planalto. Adianto que não entendo nada de Economia, mas me candidato a uma vaga no Banco Mundial e sua modesta retribuição monetária. Não votei na esquerda, sou a favor da cloroquina e, principalmente, sou amigo do Flavinho, do Carlinhos e da Sara. A respeito do salário, gostaria de saber se o valor é integral ou se tem algum desconto por fora...


Lauriberto Duarte lauriberto@uol.com.br

São Carlos


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OS MILITARES NO GOVERNO


Será que seria possível encaminhar o artigo O Exército dos brasileiros (19/6, A2), do general Alberto Cardoso, aos generais e demais patentes que estão de plantão no governo para que, como bons alunos que com certeza o foram, recordem o abecedário, tão bem explicitado no artigo, que creio terem se esquecido?


Márcio Marcelo Pascholati marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo


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PIOR QUE O GOVERNO BOLSONARO


Realmente, pior que o governo Bolsonaro são as ameaças que remetem, via e-mail, aos colaboradores mais antigos deste Fórum dos Leitores. A intenção é desqualificar o ambiente e setor jornalístico e meter medo nos seus colaboradores. Coisa feia, não?


José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro


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PROVÁVEL


É a palavra que mais usamos – e o “pode ser”, seu primo pobre, também. Infelizmente, tornaram-se ainda mais presentes em nossas falas e escritos com o novo coronavírus. Telefonei para três hipermercados Extra (Aeroporto, Morumbi e Chácara Santo Antônio), cujos números (5091-4600, 3755-2802 e 3755-2802), anunciados com grande destaque nos sites publicados pelo Google, ficaram calados. Nenhum deles foi atendido por gente ou gravação. Tentei várias vezes, pois todos os três indicavam “aberto” no site. No caso do da Chácara Santo Antônio, tentei somente duas vezes, apesar de gravação informar que o número 3755-2802 “não existe”. Liguei ainda uma última vez depois das dez horas, pois “pode ser” que a flexibilização da quarentena tenha exigido isso. Ninguém respondeu. Senti-me feikado! Google, Hipermercados Extra, governos, empresas de telefonia são os culpados? Não, o novo coronavírus, “provavelmente”.


E. J. Daros daros@transporte.org.br

São Paulo

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