Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

28 de junho de 2020 | 03h00

Ministério da Educação

Falsidade ideológica?

Que decepção o professor Carlos Alberto Decotelli da Silva, nomeado para o Ministério da Educação em substituição ao famigerado Abraham Weintraub: acolhido por todos na esperança de que pudesse ressuscitar essa área fundamental para o futuro do País, inicia o primeiro ato de sua gestão com uma mentira! Como declarar-se doutor sem sê-lo? Qualquer doutorando sabe muito bem que o título de doutor somente é concedido quando, após a obtenção de todos os créditos necessários, se apresenta a tese, que é defendida em arguição para aprovação da banca examinadora. Caso a tese seja reprovada, é claro, não se obtém o grau de doutor e, portanto, não se pode usar esse título. Como, então, Decotelli se apresenta como doutor? E mais: como pode ele ter conseguido o título de pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha, se nem sequer doutor ele é? Quem mente para si mesmo com certeza não terá escrúpulos em mentir para a Nação.

FILIPPO PARDINI

FILIPPO@PARDINI.NET

SÃO SEBASTIÃO

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Rolando Lero

O reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, informa que Carlos Alberto Decotelli da Silva cursou as disciplinas, mas a versão escrita de sua tese foi reprovada e ele não chegou a fazer a defesa oral. Não é a primeira vez que ministros do governo Bolsonaro enfrentam polêmicas por turbinarem seus currículos. O ex-ministro da Educação Ricardo Vélez apresentava vários "erros" em seu currículo Lattes, como mostrou o site Nexo Jornal. Já o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não é mestre em Direito Público pela Universidade Yale, título atribuído a ele há anos em seus artigos, como revelou o Intercept Brasil. E o jornal Folha de S.Paulo mostrou que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, tampouco é "mestre em Educação", como afirmava em discursos. Parecem o Rolando Lero da Escolinha do Professor Raimundo.

CLÁUDIO MOSCHELLA

ARQUITETO@CLAUDIOMOSCHELLA.NET

SÃO PAULO

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Doutores fajutos

Não vou defender o "equívoco" de Jair Bolsonaro sobre as credenciais acadêmicas do novo ministro da Educação, Carlos Decotelli, que, na verdade, não concluiu o doutorado anunciado pelo presidente. Mas, por coerência, quem o critica deve criticar também Dilma Rousseff, que fez exatamente o mesmo ao colocar em seu currículo um doutorado que não concluiu. Mentira da esquerda, mentira da direita são igualmente e tão somente mentiras.

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL

AUTOMATMG@GMAIL.COM

POUSO ALEGRE (MG)

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Embusteiros

Neste país deputados mentem, senadores mentem, advogados de políticos mentem, ministro nomeado mente e não acontece nada. Como pode um mentiroso assumir cargo tão importante nesta serena República, ainda mais para cuidar de algo tão nobre como a educação? Este é realmente o país da mentira, que nós conhecemos bem. E o pior: parece que a sociedade está narcotizada, já nos acostumamos a tudo isso e nada nos causa perplexidade.

PAULO SÉRGIO PECCHIO GONÇALVES

PPECCHIO@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Lulopetismo

Pior que a pandemia

Será que temos hoje acontecimento tão sério e grave quanto a covid-19? Na reportagem Com Lula, Fernández pede integração regional (27/6, A11), lê-se a declaração do petista: "O que vai salvar a América Latina depois dessa pandemia é uma palavra: democracia. Precisamos recuperar a democracia na América Latina, porque um Estado eleito forte cuida do seu povo. O mercado não resolve nada, o mercado só cuida do seu umbigo. Quem cuida do povo é o Estado". Pois é, ele não perde a oportunidade de falar besteiras. Na Argentina já estão expropriando! Graças à ideia desse Estado "forte", que Lula tentou implementar por 13 anos, o PT tudo fez para retardar a aprovação do marco legal do saneamento básico, aprovado somente agora. Será que Lula e os lulopetistas já fizeram as contas das centenas e milhares de crianças que morreram por diarreia e outras doenças causadas por falta de saneamento? Não creio.

CLAUDIO BAPTISTA

CLABAP45@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Contra lei do saneamento

O Lula e seu PT sempre diziam governar para os pobres. Mas na votação histórica do novo marco regulatório do saneamento básico, tanto na Câmara dos Deputados como no Senado os petistas votaram contra essa legislação de suma importância para o País. E mandaram às favas os mais de 100 milhões de brasileiros que não são servidos por coleta e tratamento de esgoto e os 35 milhões sem água potável encanada. A bem da verdade, no Senado o PT não ficou sozinho contra esse projeto, foi seguido pelos partidos satélites, como PDT, PROS, RR, PSB e Rede. Diante disso mais uma vez se constata que pobre, para esses irresponsáveis, só é importante na hora de ir às urnas.

PAULO PANOSSIAN

PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS

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Falta de grandeza

O ex-presidente Lula tem demonstrado ressentimento ao não aderir a nenhum movimento em defesa da democracia, alegando a injustiça que fizeram com ele por ter passado 580 dias preso numa "cela do estado-maior"(?!) na Polícia Federal em Curitiba, recebendo visitas e repórteres quase que diariamente. Nelson Mandela, em quem ele diz se espelhar, ficou 27 anos preso numa ilha quebrando pedras e saiu de lá para unir a África do Sul, perdoou a seus algozes racistas e governou seu país sem nenhum ressentimento, mostrando uma grandeza que Lula jamais terá. Imaginemos: se Joseph Stalin, Winston Churchill e Franklin Roosevelt tivessem lavado as mãos na luta contra o nazismo, no século passado, em que mundo hoje viveríamos?

SANDRO FERREIRA

SANDROFERREIRA94@HOTMAIL.COM

PONTA GROSSA (PR) 

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ESTICANDO A CORDA

O advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, está esticando a corda e abusando da santa paciência de todos com mentiras cada vez mais ridículas sobre Fabrício Queiroz. A torcida do Corinthians inteira já sabe que Queiroz sumiu para atrapalhar as investigações sobre o esquema de peculato que ele operava para o filho de Bolsonaro. Resta saber até onde irá a paciência da Justiça com este advogado falastrão.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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VERDADE?

A esta altura do obscuro e nebuloso imbróglio envolvendo a famiglia Bolsonaro e Fabrício Queiroz, cabe perguntar ao advogado Frederick Wassef: Jura dizer a verdade, somente a verdade, nada mais do que a verdade?

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PARADEIRO

Cheio de perplexidade, descubro que certo instituto de pesquisa de opinião concluiu que 64% dos entrevistados, em resposta ao questionamento sobre o fato de Jair Bolsonaro saber do paradeiro de Fabrício Queiroz ou não, afirmaram positivamente. Uma questão vazia e desprovida de significado, formulada somente para alimentar uma rede de intrigas que não vai levar a lugar algum, pois é evidente, para qualquer mente normal, que o presidente tinha conhecimento durante todo o tempo da localização do assessor. Da mesma forma, é lícito acreditar que o órgão coordenador da enquete - longe de constituir pesquisa séria - estava convencido da inutilidade da pergunta e a colocou ali somente para confirmar a sua intenção de esvaziar gratuitamente o governo. Um tiro na própria credibilidade.  

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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O FIM DE BOLSONARO

Ele começou errando em não reconhecer quem fez campanha para elegê-lo presidente, preferiu governar o Brasil com os filhos, como se fosse uma monarquia. Na cabeça pequena dele, ele ganhou a eleição sozinho e foi ele quem elegeu os parlamentares da turma dele. Sentindo a falta de consideração, os muitos parlamentares simpáticos a ele o abandonaram, inclusive eu, um simples militante. Ele não quis governar o Brasil com a ajuda do PSL, partido pelo qual foi eleito, preferindo comprar apoio de parlamentares corruptos. Brigou com o PSL e não conseguiu fundar o próprio partido por falta de capacidade e de apoio popular. Nos primeiros meses de governo, pelo comportamento e pelas atitudes, revelou o seu transtorno de personalidade e mau caráter. A dificuldade de relacionamento e comunicação é evidente, bem como o humor instável. Vive com os filhos num mundo de fantasia perseguido por comunistas, e quem discorda dele é agredido e tachado de comunista. Não soube escolher e comandar os seus próprios ministros. Em alguns meses, trocou um monte de ministros, e a maioria saiu criticando a pessoa do presidente. Muitas vezes, criticou e discordou de seus ministros em público. Nas reuniões, preocupava-se mais com os interesses privados da sua família do que com os interesses da coisa pública. Revelou-se um falso nacionalista colocando o Brasil submisso ao império americano. Deu parte estratégica do território nacional aos EUA em troca de nada, e na cabeça dele o Trump é seu amigo. Não tem um plano nacional de desenvolvimento, colocando o Brasil na dependência da vontade de investimento estrangeiro. Coloca o bandido de Chicago no comando da economia para vender o patrimônio nacional e atender aos interesses do grande capital apátrida. Na sua pouca cultura, ele não entende que não dá para ser nacionalista e liberal ao mesmo tempo, que para enfrentar o poder do grande capital apátrida só existe a estatização. O que ele está fazendo sem saber é a política de desenvolvimento dependente de FHC. Ele não passa de mais um presidente preposto do império americano sionista e que vai perder o emprego por falta de capacidade intelectual. Eleito com a bandeira contra a corrupção, ele se mostrou um pequeno ladrão, falso moralista. A família roubava o dinheiro da gasolina e ficava com parte do salário dos funcionários públicos - a rachadinha -, e só não roubou mais por falta de capacidade. Com um comportamento desequilibrado, brigou com o seu partido, brigou com os seus subordinados, brigou com o Parlamento, brigou com a Justiça, brigou com a imprensa. A sua última tentativa para se manter no poder é a guerra civil, faz pequenas manifestações de rua e corteja as Forças Armadas. Eleito num estelionato eleitoral, faz com que milhões de brasileiros arrependidos quisessem o voto de volta. Os únicos que ainda o apoiam são os cegos evangélicos dominados pelo demônio do norte. Com pouca cultura e um astrólogo na cabeça. Ele não conseguiu manter os seus eleitores, comandar o seu governo e governar o Brasil. Não teve capacidade intelectual para ser presidente da República. A vaca foi para o brejo. Como disse Marco Antônio Villa, Bolsonaro e os filhos vão acabar presos na cadeia, em Bangu 8. E eu acrescento: o STF não vai dar um jeitinho.

Francisco Anéas franciscoaneas66@gmail.com

São Paulo

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FLÁVIO BOLSONARO

A Justiça carioca decidiu, por 2 a 1, encaminhar ao órgão especial  do Tribunal de Justiça o processo da rachadinha contra Flávio Bolsonaro, uma opção já esperada quando se trata de políticos com foro privilegiado, e mais ainda quando se trata de um filho do presidente da República. O processo ficará "morcegando" em alguma gaveta da Justiça e cairá no esquecimento, até que pressões farão com que termine no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o resultado mais esperado será favorável ao réu por 6 a 5, ou até mais, mesmo porque em setembro haverá uma vaga neste órgão com a aposentadoria do ministro Celso de Mello e certamente o presidente Bolsonaro indicará alguém compromissado com ele, e não com a Justiça, afinal, é assim que as coisas funcionam no Brasil.

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

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ESTRATÉGIA?

Flávio Bolsonaro comemorou a ida de seu processo para a 2.ª instância. No entanto, o Ministério Público deve recorrer e o processo deve voltar à 1.ª instância, caso o entendimento do STF sobre o tema seja mantido e aplicado. Logo, a tese da defesa é natimorta. Possivelmente, ela foi criada apenas para atrasar as investigações e adiar a provável denúncia contra Flávio Bolsonaro. No entanto, como bem mostrou a Coluna do Estadão de 25/6/2020, a PEC da prisão após condenação em segunda instância somente será aplicada para quem for denunciado após sua promulgação. Flávio Bolsonaro, postergando a denúncia contra si, não estaria dando mais tempo para a promulgação dessa PEC? Soa, no mínimo, estranho. Aguardemos os próximos passos da defesa.

Lucas Dias lucas_sandias@hotmail.com

Rio Verde (GO)

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BAGUNÇA GENERALIZADA

A 3.ª câmara criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro retirou do juiz Flavio Itabaiana o julgamento do caso envolvendo a rachadinha do senador Flávio Bolsonaro. Tal decisão foi muito criticada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF, que afirmou "é o Brasil", "é o faz de conta", "faz de conta que o STF decidiu isso, mas eu entendo de outra forma". Este país é uma bagunça generalizada, cada juiz faz o que quer e ponto final. É muito poder para poucas pessoas.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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KAFKA

Nem o escritor Kafka conseguiria pensar num enredo como este envolvendo o sistema judiciário brasileiro. No livro O Processo, o personagem Josep K. tentar descobrir do que é acusado e onde está o processo, durante todo o enredo da história. Por aqui, um deputado estadual é eleito senador. O Supremo Tribunal Federal considera que as acusações da época de deputado estadual são anteriores ao mandato de senador e, portanto, devem ser apreciadas em 1.ª instância no Rio de Janeiro. Entretanto, o Tribunal de Justiça daquele Estado decide que ele é competente (foro especial do ex-deputado) e leva a tramitação do processo para a segunda instância, em discordância com a Suprema Corte do País. Todos sabem qual é a acusação, mas ninguém sabe onde fica o processo. Se houver alguma conexão com o atual mandato de senador, o processo poderia voltar para o STF numa surpreendente reviravolta kafkiana.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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RETROAÇÃO

Sem freios, de ré, o Estado fluminense vai ladeira abaixo. E junto vai a Justiça. Desembargadores do Rio inventaram agora o foro privilegiado "retroativo"...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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NÃO FALHA

Sabemos, pois, que a Justiça do Rio de Janeiro nunca falha, aos seus.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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NO TJ DO RIO DE JANEIRO

A lei não pune os grandes criminosos, admira-os!

Lourdes Migliavacca lourdesmigliavacca@yahoo.com

Sao Paulo

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OS BOLSONAROS E O PT

A família Bolsonaro está fazendo o que o PT com Lulla e Dillma nunca conseguiram: parar a Justiça. O PT sempre tentava comprÁ-la. Mas agora temos milícias... Não esquecer o que Dias Toffoli fez com o Coaf em favor de Flávio Bolsonaro.

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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LEI EM CAUSA PRÓPRIA

Já falei neste Fórum várias vezes: você já viu alguém fazer algo de ruim em causa própria? Como que vai acabar a tal rachadinha, se a lei que eles fazem (deputados e senadores) dá abertura para contratar 10, 20 ou mais assessores sem a mínima comprovação da real necessidade de cada um? O sr. Flávio Bolsonaro vai se livrar do problema atual, assim como a grande maioria dos demais. É a lei.

Nelson Cepeda fazoka@me.com

São Paulo

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INCONCEBÍVEL

Inconcebível a prática da rachadinha! Mesmo se totalmente incentivada pelas leis feitas sob medida para tal. De igual modo, os voos em aviões da FAB para tratamentos de implantes capilares, os cartões de crédito corporativos sem limites e compensações, os cabides de emprego que não cobram trabalhos efetivos de seus dependurados nas tetas da mãe pátria, e, ainda, as aposentadorias integrais após qualquer tempo de serviço por parlamentares, as aposentadorias compulsórias remuneradas integralmente de juízes e desembargadores corruptos, etc., etc. Mas que jamais atentem contra a democracia brasileira! Pois, aí, o buraco é mais embaixo.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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DECEPÇÃO

Eu havia adquirido um tremendo respeito pelas nossas Forças Armadas após a redemocratização do País. Mas, quando vejo militares da reserva e até da ativa servindo de forma tão subserviente a este governo, chegando a participar de atos contra a democracia junto com um presidente alienado e perdido em meio a seus delírios, e lembrando que as Forças Armadas têm a função constitucional de ser uma instituição do Estado, e não de governo, me pergunto onde estão elas que não se constrangem em aceitar fazer parte de um governo como este, que nem sequer pode ser definido ideologicamente de direita, mas sim de extremista, que ultrapassa todos os limites da ética e da ordem? Francamente, que triste decepção! 

Eliana França Leme efleme@gmail.com

Campinas 

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QUESTÃO DE Q.I.

Nosso presidente, na opinião de muitas pessoas, de órgãos de comunicação, de comentaristas e adversários políticos, já recebeu um sem-número de adjetivos pejorativos, como falastrão, boquirroto, grosseiro, tosco, agressivo, homofóbico, misógino, etc., mas nenhum deles pode caracterizá-lo melhor do que inepto, que, como dizem os dicionários, é aquele que demonstra pouca inteligência. Antes de seguir a carreira política, quando ainda era militar no Exército, certamente ele teve oportunidade de conhecer e aprender com Tancredo Neves, senador por Minas Gerais à época e "professor" em matéria de política. No entanto, não aprendeu nada. Se Tancredo tivesse podido exercer a Presidência, como o "capitão" exerce, e tivesse tido igualmente um filho enrascado com a Justiça por malfeitos, como o caso do atual número 01, o que ele faria? Na primeira entrevista que concedesse à imprensa, diria solenemente que a suspeita que recaía sobre seu filho teria de ser investigada e, se fosse o caso, ele deveria ser denunciado, julgado e, se condenado, teria de cumprir a pena estabelecida, porque todos são iguais perante a Lei (sic), conforme estabelece a Constituição. Exatamente o contrário do que fez o presidente atual, que desde o início procurou abertamente, às claras, proteger o filho com manobras grosseiras e comprometedoras. Outra diferença é que Tancredo, depois da declaração solene feita, provavelmente pediria discretamente a seus assessores que procurassem nos bastidores "resolver" o problema do filho. Ou seja, Tancredo simplesmente faria uso da inteligência, que faltou no caso atual por uma questão de Q.I. Baixo. "Reforma política já, com constituinte, fim da partidarização obrigatória nas eleições municipais, voto distrital puro e recall de eleitos."

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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PAZ E CALADOS

Jair Bolsonaro calado, se autocontrolando e formando uma base partidária, até porque seu filho nunca vai ser condenado neste país. E ele pode indultar quem desejar! Ministro da Educação respeitoso. Ministro de fato da Saúde e das Relações Exteriores também. Supremo Tribunal Federal sem desmandos, por enquanto. Legislativo trabalhando como nunca. Ministro da Economia atuando com seus projetos. Demais ministros atuando bem. Vice-presidente esclarecendo sobre a Amazônia e sobre um Brasil onde mais se preserva sua ecologia. E ele até se esqueceu de mencionar a preservação de grande parte da Mata Atlântica, além do Pantanal, que compõem uma área equivalente a 1/3 da Amazônia brasileira. Imprensa finalmente começou a dar notícias positivas e informativas. Creio que assim, em paz e trabalhando calados, vamos sair bem rápido das crises e da própria pandemia. Rezo para que se calem e apenas trabalhem!

Jose Rubens de Macedo Soares joserubensms@gmail.com

São Paulo

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'PAZ E AMOR' FAKE

Não há dúvida de que a recém-inaugurada fase "paz e amor" do presidente Jair Bolsonaro dá um respiro à Nação após meses seguidos de incansáveis ameaças e ataques sistemáticos à democracia por ele e seus seguidores. Mas é preciso cautela. O ex-presidente Lula, após iniciar seu segundo mandato com a mesma proposta pacificadora, não tardou a voltar à carga com o famigerado "nós e eles", mais intensamente do que antes. É preciso ficar claro que para presidentes populistas não existe paz, tampouco amor. Apenas conveniência. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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ALTERNATIVAS

Quando um ato virtual contra Bolsonaro reúne Ciro, Marina, Haddad e convida Lula, Dilma e os 13 presidentes de partidos, eu repenso e ainda acho que é melhor ficar com Bolsonaro.

Sueli da Rocha suelidarocha@uol.com.br

Jandira

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AS REDES SOCIAIS E O VOTO

Por tudo o que vi, ouvi e aprendi, penso não errar se disser que a novidade das redes sociais na internet permitiu que grande parte do eleitorado brasileiro fosse submetida a uma verdadeira lavagem cerebral por ocasião das eleições de 2018. É preciso que o problema esteja sanado na próxima eleição de 2022.

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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