Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Reformas superficiais

A exemplo de governos anteriores, o Executivo encaminha ao Congresso propostas reformistas superficiais, preservando a barafunda em que vivemos. Foi assim com a reforma da Previdência, continua na tributária e quanto à administrativa, bem, essa é tabu falar nela. O Legislativo, por sua vez, atende primeiramente aos interesses das bancadas do boi, da Bíblia e da bala. E também busca se equilibrar com o poder econômico, de forma que continuemos como o país mais desigual do mundo. No mesmo sentido, o Poder Judiciário, por seu órgão maior, o Supremo Tribunal Federal, brandindo a Constituição, recentemente proclamou um cruel divisor de direitos: para 12 milhões de brasileiros servidores públicos, seus rendimentos são irredutíveis; para os restantes 200 milhões é permitido reduzir, suspender, alterar e tudo mais que for possível. O insano dessa decisão é constatar que a maioria, que paga à minoria, recebe cada vez menos em serviços públicos. Dessa forma, podemos afirmar que, em teoria, somos todos iguais, mas, de fato, alguns são mais iguais... E assim, guiados por esses ditos homens públicos, continuamos a vivência de séculos rumo ao caos.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO

HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Nova CPMF

Impressiona a incapacidade da equipe econômica de buscar alternativas para o equilíbrio fiscal. Toda vez que fala no assunto, reacende a esperança da volta da famigerada CPMF. Em nenhum momento, principalmente no atual, agravado pela pandemia, foram vistas da parte do governo medidas que promovessem de fato o equilíbrio fiscal. Na totalidade das vezes joga-se o ônus para o consumidor, com a volta desse tributo que onera toda a cadeia produtiva, dificultando a retomada da economia e, por conseguinte, a criação de empregos. Ora, não há clima para aumento de impostos numa economia moribunda, obsoleta e acostumada a benesses de Brasília. É chegado o momento de cortar na carne, reduzir as despesas, como todos os cidadãos tiveram de fazer com a chegada da covid-19.

MARCOS NOGUEIRA DESTRO

MDESTRO@AMCHAM.COM.BR

SÃO PAULO

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Confisco

A relação entre desoneração da folha de pagamento de empresas e tributação sobre operações financeiras é uma ignomínia no que tange a esta última. Não basta a defasagem, beirando os 100%, quanto à correção da Tabela do Imposto sobre a Renda, mais um confisco indireto dos rendimentos da pessoa física?! Espera-se que a equipe econômica do governo reflita melhor sobre isso, desistindo de mais um achaque ao bolso do cidadão contribuinte.

GERALDO C. MEIRELLES

GMEIRELLES.ADV@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Massacre dos serviços

Após a tímida proposta de unificação do PIS e da Cofins, na tão aguardada reforma tributária apresentada pelo governo federal, o já massacrado setor de serviços, fundamental na empregabilidade, reagiu, com toda a razão, na videoconferência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, pois precisa subir uma estrada muito íngreme para conseguir chegar ao fim do mês vivo. E a carga de impostos que o governo põe nas suas costas já é tão pesada que o faz chegar exaurido e se arrastando. E, então, vem o eloquente Paulo Guedes, o nosso “posto Ipiranga” desabastecido, e quase triplica esse peso, com a ridícula promessa de mais à frente oferecer um copo d’água, para compensar o verdadeiro castigo imposto ao setor?!

ABEL PIRES RODRIGUES

ABEL@KNN.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Do mesmo bolso

O ministro Paulo Guedes parece não conhecer o velho ditado, ou advertência: você tem dois bolsos na calça, se tirar o dinheiro de um bolso, sobra no outro e vice-versa. Porém não adianta na economia de um país querer tirar de um lado e dar ao outro. Ou seja, não tirou do bolso das empresas e dos bancos e tirou do bolso da prestação de serviços! Assim não dá. O que tem de fazer é diminuir as despesas da casa, e não tirar dos dois bolsos o que não pode.

NELSON CEPEDA

FAZOKA@ME.COM

SÃO PAULO

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Apesar dele

Enquanto o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com o Instituto Butantan, dá início à fase 3 de testagem do desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus, a Câmara dos Deputados aprovou a PEC que não somente torna permanente o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), como aumentou o porcentual de contribuição da União de 10% para 23%. O que esses dois fenômenos têm em comum é a quase total ausência da participação do governo federal na discussão de temas tão essenciais e caros à Nação. Se, por um lado, isso é trágico, por outro não deixa de ser animador que o País consiga criar mecanismos próprios de resolução de certos problemas, apesar da inação do governo federal. Ou seja, com, sem e apesar de Jair Bolsonaro, o Brasil caminha.

LUCIANO HARARY

LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pandemia

Vacina

O mundo inteiro desesperado por uma vacina contra a covid-19 e duas empresas farmacêuticas, gananciosamente, vendem toda a sua produção deste ano de 2020 ao governo americano. Pode isso? O que leva um país como os EUA a, egoisticamente, menosprezar o resto do mundo, quando bem poderia resolver seus problemas com uma parte da produção vacinal, deixando o restante para outros povos? Vai ser egoísta assim...

LUIZ FRANCISCO A. SALGADO

SALGADO@GRUPOLSALGADO.COM.BR

SÃO PAULO

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Terceiro teste positivo

O presidente Bolsonaro ainda está com covid-19. E a cloroquina, quando vai fazer efeito?

ROBERT HALLER

ROBELISA1@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

A BOMBA DO SEU ZÉ


Chegou com a empáfia de doutor em tudo, reunindo numa pasta todos os setores da área econômica para ter unicidade e coerência. Com a conversa de economista liberal, bastava equilibrar as contas públicas e fazer as reformas da Previdência, tributária e administrativa para se fazer a luz, provocando uma revoada de ávidos investidores. Privatizaria tudo, acabando com os malefícios herdados da social democracia, para apurar R$ 1 trilhão já no primeiro ano. Só que se esqueceu de combinar com os russos (o presidente, seu chefe). A reforma da Previdência, graças ao Congresso Nacional, passou no regime geral, mas as grandes corporações públicas, incluindo os militares, que caíram para cima, ficaram na saudade. A proposta da reforma tributária da “semana que vem” é uma piada sem princípios e conceitos, como justiça tributária, nem passa perto da questão central da regressividade com a prevalência dos impostos indiretos, como se num país com imensa diferença de renda fosse pecado taxar renda e patrimônio. Insiste numa tributação sobre operações financeiras, mero utilitarismo arrecadatório que, além de acumulativo, concentra a imaginação da equipe na busca de um apelido palatável ante a contrariedade geral. Enfim, a reforma administrativa que traria eficácia e produtividade aos processos burocráticos, privilegiando as atividades-fim, e a necessária folga fiscal pela redução dos gastos de custeio, não passa de ficção pela (falta de) visão corporativista do chefe, que não se cansa de presentear o seu time. Finalmente, uma oportuna pandemia veio em auxílio para desculpar tanta incompetência e insensibilidade social ao sem projetos, pois o “Posto Ipiranga” não passa da bomba do seu Zé.


Alberto Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos


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REQUERIMENTO


Eu, abaixo assinado, brasileiro, casado, 80 anos, engenheiro industrial mecânico formado em 1963 pela E.E.U. Mackenzie, São Paulo (SP), aposentado, vem mui respeitosamente à presença do Exmo. Sr. Paulo Roberto Nunes Guedes, economista que tem como Alma Mater a Universidade de Chicago (EUA) e é o atual ministro da Economia do Brasil, requerer – considerando que os bancos, esteja o País em expansão ou depressão econômica, sempre apresentam lucros monumentais que chegam a ser escandalosos; considerando que os bancos operam sem custos, pois estes são repassados integralmente aos seus correntistas através de “cestas de serviços” ou taxas equivalentes; considerando ainda que os bancos não têm patrimônio próprio em risco, uma vez que todos os seus empréstimos são feitos com capital de terceiros captado no mercado a taxas iguais, em média, a um décimo das que cobra de seus clientes quando emprestam – que ele se digne a explicar, sem rodeios, por que na reforma tributária encaminhada ao Congresso para análise e deliberação os bancos terão uma alíquota de impostos igual a 5,5%, enquanto os demais setores da economia terão de recolher 12% aos cofres públicos. Nestes termos, P. Deferimento


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


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REFORMA TRIBUTÁRIA


Tenho lido muito sobre esta tal reforma tributária, que no frigir dos ovos vai aumentar os impostos para quem já paga e aliviar para quem já não pagava. Já vivi muito e sei que, no fim, será assim mesmo. Mas eu gostaria – ou, melhor, eu exijo – que se faça a reforma administrativa. Que acabe a privilegiatura (Fernão L. Mesquita) imediatamente! Estou farto de sustentar este povo!


Marcos Prado Vilela vmarcosprado@gmail.com

Vila Velha


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NÃO VOU PAGAR O PATO


É ensurdecedor o silêncio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em relação à nova CPMF. Na semana passada, eu visitei o site www.naovoupagaropato.com.br. Mas, ao tentar novamente hoje, para minha surpresa, foi retirado do ar. A CPMF não era um engodo que atrapalharia o crescimento do País? Não teremos mais a distribuição daqueles patinhos nem o grande inflável pato amarelo na Avenida Paulista? Apesar de terem retirado o site do ar, o YouTube guarda bons momentos dessa memória que deve incomodar.


Juliane R. P. Moraes juproencamoraes@gmail.com

São Paulo


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MAIS IMPOSTOS JAMAIS


Criar impostos e aumentar alíquotas no Brasil, além de absurdo, seria imperdoável, injustificável pela carga já muito alta. Antes de tomar essa atitude, deveriam nossos governantes revisar os salários pagos ao pessoal da alta esfera pública, assim como também se livrar – repito, livrar-se mesmo – das empresas em que possui controle acionário. Se não conseguir vendê-las, que as doe, que com certeza será bom negócio. Portanto, antes de aumentar impostos, nossos economistas e congressistas deveriam se colocar no lugar de quem produz e paga essa conta.


Itamar C. Trevisani itamartrevisani@gmail.com

Jaboticabal


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CPMF INDÉBITA


O que Paulo Guedes tinha de estar preocupado no momento não é com recriar a CPMF, e sim fazer o Banco Central agir a favor do povo brasileiro, que está de bruços nesta pandemia, tendo de aguentar os grandes bancos ameaçarem e intimidarem seus correntistas momentaneamente devedores, diretamente ou através da empresa de nome Recuperação, que só se preocupa em recuperar a apropriação financeira indébita!


Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo


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‘UMA OPORTUNIDADE HISTÓRICA’


Excelente, como sempre, o artigo do cientista político Luiz Felipe D’Ávila (22/7, A2). Temos 15 milhões de pessoas vivendo com menos de US$ 1,90 por dia! Segundo o cientista político, é necessário que o Estado abandone suas políticas clientelistas e foque atenção e recursos para socorrer a população carente! É necessário que todos os políticos leiam este artigo!


Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo


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PROPAGANDA COM O NOSSO DINHEIRO


Por acaso, assisti ontem pela TV a um comercial da Caixa Econômica Federal (CEF). Indignação e inquietação foram o que me provocou. Fez-me lembrar dos tempos do PT, quando éramos massacrados diuturnamente na mídia com massivas propagandas dos bancos estatais (CEF e Banco do Brasil), além da Petrobrás. Sentia-me revoltado que os impostos com os quais eu contribuía eram gastos em propaganda daqueles governos. Hoje chegamos ao ponto em que o atual governo mais se parece com governos petistas. Na ânsia de recuperar o cacife eleitoral perdido após as incontáveis besteiras que perpetrou, o atual presidente vê-se compelido a apelar às classes menos favorecidas, com mais uma bolsa populista e eleitoreira, alardeando o feito em propagandas estatais. Sem entrar no mérito se é apropriado ao Estado possuir bancos, entendo que essas estatais não deveriam exibir propaganda. Os bancos estatais estão acima da concorrência, detendo um filão considerável do mercado, se contarmos, somente para exemplificar, as contas de todo o funcionalismo público, do INSS e o setor de crédito imobiliário. Deixem as propagandas com os bancos privados, que gastam com elas o dinheiro dos correntistas que, de forma espontânea, aplicam suas rendas neles.


José Roberto dos Santos Vieira jrdsvieira@gmail.com

São Paulo


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‘RETRATAÇÕES’


Veríssimo escreveu (23/7, H6): “Você não constrói a sociedade mais desigual do mundo sem que isso seja uma obra de anos, deliberada, com a notória ausência de qualquer tipo de grandeza moral”. Desde quando? Desde 2019? De 2003? De 1988? De 1964?


Helcio Veronesi helcioveronesi@hotmail.com

Santo André


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TERCEIRO POSITIVO


O terceiro teste de covi-19 do presidente Jair Bolsonaro deu positivo. Se a cloroquina e o vermífugo fossem eficazes no tratamento do vírus, o mundo inteiro teria utilizado a dupla de medicamentos preferidos de Bolsonaro. Não existe mágica no mundo real, onde existem mais de 15 milhões de casos confirmados e 624 mil óbitos registrados. As vacinas ainda estão em fase de testes e, enquanto não estiverem disponíveis para a maior parte da população, deveremos tomar todos os cuidados necessários. A gripezinha é mais severa do que pensávamos.


José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte


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E A CLOROQUINA?


Pela terceira vez o presidente Bolsonaro submete-se a teste de covid-19 e é comprovada a permanência virótica que o vem acompanhando desde o primeiro exame, revelado em 7 de julho, quando descobriu a doença. Isso o fará permanecer no Alvorada, reportando-se e aos ministros de forma eletrônica. Tão grave quanto a situação de Bolsonaro é o fato de ele continuar contaminado, o que enfraquece o uso da cloroquina ou hidroxicloroquina, que ele tanto apregoa, inclusive em vídeos na TV, como medicamento de efeito, mas na realidade, como já se esperava, mostra-se realmente inútil, como indicam as autoridades especializadas, e ele ostensivamente ignora. Como presidente, Bolsonaro deveria ser mais cuidadoso, lembrando que também serve de exemplo, o que pelo visto pouco adiantou para Sua Excelência o aviso da inutilidade medicamentosa, Se ele continuar insistindo, sabe-se lá no que poderá dar. Na cura, ao que tudo indica, com certeza não.


Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo


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POSITIVO


Pela terceira vez Jair Bolsonaro testou positivo para a covid-19. Quando é que vai testar positivo para exercer a Presidência?


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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INTERINO FAVORITO


O fato de o ministro da Saúde ter ignorado o estudo técnico do próprio Ministério de que sem isolamento social os efeitos da covid-19 durariam até 2 anos mostra por que ele é elogiado por Jair Bolsonaro. Eduardo Pazuello faz exatamente o que manda a cartilha bolsonarista: nega a Ciência. Nada de novo no planalto central. Infelizmente.


Lucas Dias lucas_sandias@hotmail.com

Rio Verde (GO)


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PAZUELLO VAI ENCARAR DOIS ANOS DE CRISE?


Bastante alertado ele foi. Irá optar pelo isolamento ou vai deixar os brasileiros sofrerem dois anos? Não é melhor que Bolsonaro perca a guerra sozinho?


José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro


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BOLSONARICES CLOROQUINO-PAZUELLADAS


É muita gente nas ruas. Em todos os lugares, contrariando os insistentes, mas quase inúteis, alertas da Ciência. Livres como o vírus, as ruas reverberam certas autoridades de que no gráfico pandêmico, a curva se achata e cai. “Uma gripezinha não pode parar a economia” é o “jeitinho” otimista de justificar a inconsequência e irresponsabilidade pelo relaxamento e quase suspensão de normas médicas preconizadas contra o contágio. É o otimismo da ignorância. Que esse estado de espírito seja mantido pelos infectados quando procurarem atendimento nas unidades de saúde...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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JOSÉ SERRA E O STF


Como sói acontecer, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) se aproximando de cabeças coroadas do PSDB, o Supremo Tribunal Federal (STF) já adota as medidas “corretivas”. Claro que para isso basta uma canetada de qualquer um dos 11 soberanos dessa nossa “republica de faz de conta”. Se algum dos pagadores de impostos (e que impostos!) que sustentam as três ditaduras que nos governam pensa que algum político do Brasil vai ser condenado pelos crimes cometidos, pode tirar os rocinantes da chuva. A rigor, é melhor pensar como vai quitar o IRPF de 2021, pois a carga vai ser brutal, afinal, com o dólar a mais de R$ 5, os acepipes e vinhos finos importados custarão mais caro. Ah... antes que eu esqueça, os hotéis cinco estrelas e os  bilhetes de primeira classe para a Europa – Lisboa, por exemplo – ficarão muito mais caros também.


Joao Paulo de Oliveira Lepper jp@seculovinteum.com.br

Rio de Janeiro


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TUCANOS


Enfim, vamos ver até quando, a Lava Jato chegou aos tucanos, Serra e Alckmin, que teria recebido milhões da Odebrecht, e lembremos que ainda há muita coisa a ser investigada e denunciada: Rodoanel, metrôs e trens. É preciso que o combate à corrupção não tenha viés partidário e que todos os que desviaram o dinheiro público, que paguem por isso na Justiça.


Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca


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REALIDADE


Mais uma mala cheia de dinheiro suspeito apareceu, agora na casa de Agnelo Queiroz (PT-DF). Até pouco tempo atrás, imaginava mala de dinheiro só em filmes de Hollywood.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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PIOR A EMENDA QUE O SONETO


A incrível nota do #TutorCarteirada (Alberto Carlos Dias, presidente da Comissão de Direito dos Refugiados e Migrantes da OAB/SP subseção Santo André) em apoio ao #DesembargadorCarteirada (desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, do Tribunal de Justiça de São Paulo), em que ele tenta inverter o ônus da agressão, demonstra a total desqualificação de certas pessoas em cargos cruciais para a democracia brasileira. Tanto o #DesembargadorCarteirada quanto seu #TutorCarteirada conseguiram demonstrar seu total desequilíbrio de formação: arrogância, agressividade gratuita, atitude escravagista, postura rancorosa. Este é o mau exemplo que eles dão, como autoridades inconfiáveis, aos brasileiros de bem. Todos nós esperamos que a OAB de Santo André, o Tribunal de Justiça de São Paulo e o Conselho Nacional de Justiça façam justiça contra essa truculência.


Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião


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RESTOS DE NAUFRÁGIO EM SANTOS


Salvo coincidência, os restos de um naufrágio na Praia do Embaré, em Santos, já estavam lá quando eu era criança, 80 anos atrás. Só que a parte visível naquele tempo era um mastro. Se agora estão emergindo peças do casco, é porque as correntes marítimas estão subtraindo a areia daquela praia.


John Coningham Netto maria.coningham@gmail.com

Campinas

 

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