Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2020 | 03h00

Juízes na política

Quem tem medo de Moro?

Quanto temor demonstra o sr. Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), de uma eventual candidatura de Sergio Moro à Presidência da República em 2022, chegando a propor uma quarentena de oito anos para magistrados se lançarem na política. A rigor, todos os políticos e outros com a consciência pesada por seus delitos temem o retorno do verdadeiro combate à corrupção, que neste inepto e inexistente governo foi apenas teatro. A ver os próximos capítulos.

CELIA CANHEDO

CECANHEDO@GMAIL.COM

VINHEDO

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Manobras persecutórias

É desolador ver as manobras movidas pela mediocridade para, escancaradamente, perseguir um símbolo da luta contra a corrupção que corrói nosso país. Para o presidente do STF, um desterro de oito anos seria a medida justa para estancar idolatrias, coibir estrelismos, lapidar dimensões e estabelecer a equanimidade. Vindo de um advogado que defendeu os companheiros de partido e pulou altíssimos degraus para vestir a toga, a postura franciscana surpreende. A miopia, também.

HELENA RODARTE COSTA VALENTE

HELENACV@UOL.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Inversão de valores

Afinal, que mensagem Dias Toffoli pretende passar à sociedade ao sugerir a inelegibilidade de juízes e promotores pelo mesmo prazo de oito anos conferido aos políticos condenados?

MÁRCIO CAMARGO FERREIRA DA SILVA

CFSMARCIO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Represália

Interessante a política. Ela é como uma droga viciante. Que eu saiba, aqui, no Brasil, existem três Poderes: um que faz as leis, o Legislativo, outro que as executa, o Executivo, e um terceiro que deveria ser apenas o que vela pela justa aplicação dessas leis, o Judiciário. Agora vem a grande questão: por que o presidente do STF defende uma quarentena de oito anos para ex-juízes ingressarem na política? Estranha e curiosamente, fala-se amiúde na possível candidatura de um ex-juiz, o dr. Sergio Moro, à Presidência da República. Para corroborar essa desazada proposta, fora da competência institucional do proponente, vem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dizer que está plenamente de acordo com ela. Não é estranho esse medo de juízes entrarem na política? Ou será uma represália? Há algo de podre no reino do Brasil.

NELSON CEPEDA

FAZOKA@ME.COM

SÃO PAULO

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Supremo nas urnas

Analisando o quadro das instituições democráticas brasileiras, não seria interessante, e até mesmo necessário, os cargos de ministro da Suprema Corte serem submetidos ao sufrágio popular? O escrutínio das urnas daria legitimidade inquestionável a suas votações e sentenças, bem como fortaleceria a democracia. Da forma que é hoje, cada um faz o que quer, muitas vezes em flagrantes manobras nada republicanas de entendimentos monocráticos constitucionalmente questionáveis. O fim da indicação política de ministros para o STF aumentaria a confiança dos brasileiros nessa instituição, que está carecendo de tal sentimento da Nação.

EDUARDO CAVALCANTE DA SILVA

CAVALCANTE_1000@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Combate à corrupção

Aras x Lava Jato

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou na terça-feira que “é hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”. Segundo ele, a força-tarefa de Curitiba é uma “caixa de segredos”. E insinuou que dados armazenados no sistema daquela unidade sobre mais de 38 mil pessoas possam ser usados para “chantagem e extorsão”. Aras, é bom lembrar, foi indicado por Jair Bolsonaro para chefiar o Ministério Público Federal mesmo sem fazer parte da lista tríplice apresentada pelos membros da instituição. Embora fanáticos sejam cegos à razão, é um mistério que eleitores que votaram em Bolsonaro seduzidos por seu discurso anticorrupção continuem a apoiá-lo, ao mesmo tempo que promovem campanhas difamatórias contra Sergio Moro ou qualquer outro ex-integrante de seu governo que ouse apontar que o rei está nu.

SERGIO RIDEL

SERGIOSRIDEL@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Terabytes

O sr. Augusto Aras, em vez de centrar esforços na investigação de ilícitos e no combate à corrupção, está mais preocupado com a quantidade de terabytes da força-tarefa da Lava Jato. O Brasil realmente é um país desconcertante.

FÁBIO AULISIO

FAULISIO@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Ligações perigosas

Sendo a Lava Jato a maior e mais bem-sucedida investigação de corrupção da História do Brasil, qual o sentido de a atual PGR se juntar ao PT para depreciar seus resultados e métodos? Da parte dos criminosos é natural o movimento de combate a essa operação, que só engrandece o Judiciário brasileiro. Mas partindo de uma instituição de procuradores é estarrecedor! Seria a mediocridade manifestando o seu ciúme ou haveria outras explicações?

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

NOO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Não basta criticar

Gostaria de saber qual é a proposta do sr. procurador-geral da República para combater a corrupção que assola o nosso país. Penso que a quantidade de informações coletadas pela Operação Lava Jato demonstra grande produtividade e responsabilidade dos que trabalharam, incansavelmente, nos processos dessa operação. A corrupção premia poucos e aniquila muitos brasileiros. Os desvios de verba, os superfaturamentos, os privilégios de algumas “castas” impedem que o Brasil melhore a educação, a saúde, a segurança e as oportunidades de maneira igualitária e justa para todos os cidadãos. Ah, se não fosse a Lava Jato...

RUBENS MORAIS

RUBENSDIASMORAIS2020@GMAIL.COM

SÃO PAULO

JUÍZES EM QUARENTENA?

 

proposta do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, de quarentena de 8 anos para magistrados que queriam disputar eleições não é somente exagerada, como bem apontou a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). Chega a ser patética. Lembra mais a punição com cassação de direitos políticos para presidentes que sofrem impeachment. Além disso, a argumentação do ministro de que a “medida evitaria a ‘demagogia’ de juízes que utilizam do cargo para ‘aparecer’ e ‘se fazer candidato’” deveria, então, ser aplicada também a pessoas públicas como, por exemplo, Luciano Huck. Pois o apresentador, que aparece constantemente na mídia, não poderia igualmente fazer demagogia e aproveitar sua popularidade para se fazer candidato? É compreensível que deva haver um período de inelegibilidade para magistrados, mas a proposta de 8 anos parece mais intencionada a que o candidato desista de se candidatar.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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LEI SÉRGIO MORO

 

O ex-juiz Sérgio Moro seria um excelente e fortíssimo candidato à Presidência da República, e as forças políticas já estão se unindo para evitar a entrada desse novo nome na disputa eleitoral. Será criada uma lei, que deverá se chamar Lei Sérgio Moro, para obrigar juízes a ficarem 8 anos de quarentena antes de poderem se candidatar. Analfabetos, assaltantes de bancos, militares fracassados, cacarecos e palhaços continuarão a poder disputar a Presidência da República, desde que pertençam a alguma das quadrilhas criminosas que se apresentam como partidos políticos. Não há solução de continuidade, para tirar o Brasil das mãos dos corruptos será preciso uma ruptura institucional.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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CLARA INTENÇÃO

 

Se a proposta do presidente do STF, Dias Toffoli, de quarentena política de 8 anos para ex-juízes prosperar, então estará clara a intenção declarada de afastar o ex-juiz Sérgio Moro da próxima disputa eleitoral, o que, por si só, irá também deixar bem claro o conluio político entre Dias Toffoli, ou STF, e Jair Bolsonaro, ou governo federal, assim com restará clara a demagogia moderna da democracia brasileira que, como o Saci Pererê e a Mula sem Cabeça, existe sem jamais ter sido vista.

 

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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PENA PARA JUIZ

 

Dias Toffoli, presidente do STF, a nossa suprema corte, defendeu enfaticamente que juízes e promotores só podem concorrer a uma eleição, depois de oito anos afastados de seus respectivos cargos. Como quase tudo que vem de Toffoli tem forte apego a interesses com segundas intenções, a tese defendida tem indícios de ter como alvo o ex-juiz, Sérgio Moro, que se consagrou no comando da maior operação de combate a corrupção e lavagem de dinheiro público, no país. Instantaneamente a fala do ministro Toffoli, soou como música nos ouvidos do mundo político e um de seus importantes interlocutores, Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, reverberou na direção dessa quase indisfarçável finalidade, sugerindo que a proposta  deva ser votada em breve, já valendo para 2022. Em um país onde um politico gestor abandona um cargo, para o qual foi eleito, para ser candidato a governador ou presidente, no mesmo ano, propor 8 anos para juiz não é carência é numa verdadeira pena.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

 

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PULGA

 

“Toffoli e Maia defendem carência para juiz-candidato.” De tudo o que vem dessas duas “excelências”, é pra ficarmos com as pulguinhas ouriçadas pulando atrás de nossas orelhas: tudo isso é paúra, no mínimo, não?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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HIPÓCRITAS!

 

Vejam bem, se a quarentena não impediu Sérgio Moro de ser ministro de, pasmem, Jair Bolsonaro, por que cargas d’água impediria o mesmo (“herói”) de se candidatar à Presidência do Brasil? Segundo o ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto, Sérgio Moro teria de ser submetido a uma quarentena de verdade, e não Mandrake. Senhores, a ideia é ótima, porém atrasada em dois anos, logo, sem hipocrisia. Sérgio Moro deve ser livre para se candidatar ou não, uma vez que a vista grossa impediu o que muitas democracias veriam na hora. O homem central do caso Lula na boca do Lobo do opositor. Hipócritas!

 

Leandro Ferreira silvaaleandro619@gmail.com

Guarulhos

 

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NÃO É MÁ IDEIA

 

Sobre o projeto de lei que defende a quarentena para juízes, sabe que não é má ideia? Quem sabe assim a gente se livra dessa excrescência de 8 anos de carência para que um juiz – leia-se Sérgio Moro – possa se candidatar? Perguntar ofende? E advogado que trabalhava para partido PolíTico, nunca teve competência para juiz, defendeu o chefão do tal ParTido e, quando foi designado para o Supremo Tribunal Federal, tirou da cadeia o ex-chefe, leia-se José Dirceu. Isso pode?

 

Marisa Bodenstorfer

Lenting, Alemanha

 

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MORO METE MEDO?

 

Impressionante, todo mundo está com medo do ex-juiz Sérgio Moro se tornar candidato em 2022 à Presidência da República. A impressão que se da é de que ele será um pretendente imbatível. O primeiro a dificultar os passos do ex-juiz da Lava Jato foi Jair Bolsonaro, ao demiti-lo do Ministério da Justiça e Segurança. Depois, foi Augusto Aras, da Procuradoria-Geral da República (PGR), demonizando o grupo da Lava Jato. Agora, Dias Toffoli, presidente do STF, e Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, querendo aumentar o tempo de quarentena de seis meses para seis anos aos juízes e membros da Justiça que forem candidatos a cargos políticos. Isso é perseguição aos membros da Lava Jato, outrora elogiados e badalados como heróis. Muito estranho, por que esta mudança de 180 graus em pouco tempo? A resposta todo mundo sabe, mas é vergonhosa, inacreditável! A medida poderia ser adotada em qualquer país do quarto mundo, não no Brasil.

 

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

 

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COMO NO FUTEBOL

 

Se observarmos o que se passa hoje com a Operação Lava Jato, percebe-se uma semelhança muito grande com os fatos do mundo da bola no Brasil. Senão vejamos. Quando um time de Curitiba começou a atrapalhar a campanha dos demais clubes, ameaçando-os com o descenso para as divisões inferiores (as masmorras, no caso da operação anticorrupção), o time mais forte do torneio, sediado em Brasília, uma espécie de Flamengo, convidou o craque de Curitiba para fazer parte de seu elenco. Uma vez atingido o objetivo de enfraquecer quem os estava ameaçando, o goleador foi colocado na reserva, na geladeira. Inconformado, ele deixou o time e hoje se encontra sem clube, procurando onde jogar. Simultaneamente, o procurador da Federação começou e continua a ameaçar outros jogadores do time de Curitiba com expulsão de campo, alegando motivos pífios como, por exemplo, tirar a camisa na comemoração de um gol ou chutar a bandeirinha de escanteio inconformado com uma marcação do juiz. A última agora: temendo que o goleador e craque atualmente sem clube possa vir a ocupar a posição de titular no time mais forte de Brasília, acionaram um “cartola” de toga do supremo tribunal esportivo e outro “cartola” que preside a mais alta câmara legislativa da Federação (da corrupção) para evitar que isso aconteça, criando uma quarentena, melhor dizendo, uma octoanosena, impedindo por oito anos que a possibilidade que lhes tira o sono ocorra. É ou não é tudo muito parecido?

 

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

 

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PÁRIA

 

Os três Poderes constituídos da República Federativa do Brasil se uniram para tornar inviável a candidatura de Sérgio Moro à Presidência da Republica. Executivo, Legislativo e Judiciário decidiram boicotar a candidatura de Moro à Presidência num ato raro de acordo de cúpula, para não dizer de cópula, contra um juiz que deixou de montar o cavalo que passou encilhado em 2018. A OAB não permite que ele sequer exerça a advocacia, imaginem a Presidência da República. Temos no Brasil um pária político por todos temido. Por que será?

 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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PROCURAÇÃO

 

Rodrigo Maia está feliz da vida por Augusto Aras estar se expondo no seu lugar contra a Lava Jato.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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A QUEM ARAS DESEJA SERVIR?

 

A quem deseja servir com este circo o procurador-geral da República, Augusto Aras, que pelo jeito tenta enfraquecer as ações da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, que desde 2014 conseguiu desbaratar várias quadrilhas formadas por empresários, doleiros, políticos, etc. que surrupiavam recursos das nossas estatais? Muitos deles, inclusive o ex-presidente Lula, foram parar na cadeia! E bilhões de reais, felizmente, foram recuperados dos desviados por esses vis. Certamente, Aras, com esta briga fora de curva, vai privilegiar os corruptos do País, que não são poucos – até filhos do presidente Jair Bolsonaro, como o investigado pelas “rachadinhas” senador Flávio Bolsonaro. Existe até promessa do presidente Bolsonaro de nomear Aras, em novembro, para o STF, na vaga do decano Celso de Mello. Porém, se existem correções a serem feitas na atuação da força-tarefa, que se faça de forma republicana, e não apelando para a desmoralização do excelente trabalho feito no combate à corrupção, reconhecido no mundo inteiro e aplaudido pelo povo brasileiro. Nesse sentido, não adianta Augusto Aras falar grosso para uma minoria formada por políticos e outros que não desejam ser investigados pelos seus crimes. Nem criticar membros da Lava Jato bradando “República não combina com heróis”, como se fosse Dom Pedro II nas Colinas do Ipiranga...   

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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GOL CONTRA

 

Está fácil definir o procurador-geral Augusto Aras: ele é o jogador que chuta no próprio gol dolosamente. Simples assim.

 

Eduardo Cavalcante da Silva cavalcante_1000@hotmail.com

São Paulo

 

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ARAS, OS BISPOS E A CORRUPÇÃO

 

Augusto Aras trabalha claramente para a liquidação da Lava Jato. Ao seu time não interessa o “lavajatismo”, não importando, pois, o que desejam os brasileiros. Os 152 bispos, em carta aos brasileiros, criticam o governo e atacam o convívio com a corrupção. O Ministério Público pode agir contra Aras? Que ajam. Os arquivos da Lava Jato servem para demonstrar o universo da corrupção no País? Não seria bom o vazamento de fatos comprovados?

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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AS CRUZADAS

 

Augusto Aras, procurador-geral da República, mostrou suas garras e sua verdadeira face. No comando da PGR e levando a reboque os congressistas, o STF, a OAB e todos aqueles que são favoráveis e beneficiários do dinheiro público, quer desmontar a “República de Curitiba” responsável pela Operação Lava Jato, autora da descoberta e punição do maior esquema criminoso da história brasileira. A cruzada de Augusto Aras tem dois objetivos principais: crucificar Sérgio Moro e inocentar Lula da Silva, o “honesto”.

 

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

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DE OLHO NO SENADO

 

Constituição federal, artigo 52, XI., Art.52. Compete privativamente ao Senado Federal XI – aprovar, por maioria absoluta e por voto secreto, a exoneração, de ofício, do procurador-geral da República antes do término de seu mandato. Senadores, de que lado vocês estão? Contra a Lava Jato – e a corrupção – ou a favor de quem quer destruí-la? Estamos de olho!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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LAVA JATO AMEAÇADA

 

A Lava Jato é um orgulho para o Brasil. Um trabalho de procuradores, Polícia Federal e juízes que trabalharam incessantemente para punir bandidos do colarinho branco. Inacreditável que o sr. Aras esteja querendo minar essa operação, que escancarou ao mundo a cara dos criminosos e ladrões do dinheiro público. A quem interessa a morte da Lava Jato? Hora de ir para as ruas.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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PAVIMENTAÇÃO

 

No Brasil, o “jeitinho” pavimenta o “caminho das pedras”. No que leva ao STF, num futuro próximo, talvez usem as resultantes da implosão da Lava Jato...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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ANTIFASCISTA

 

O Ministério da Justiça, por meio de autorização do ministro André Mendonça, montou um dossiê, no mesmo estilo do governo militar, que monitorou 579 “opositores” ao governo Bolsonaro, denominados de “antifascistas”. O tal dossiê inclui professores, ex-secretários de Segurança, entre outros. O Ministério Público Federal pediu explicações ao ministro André Mendonça no prazo de dez dias. O ministro André Mendonça está em palpos de aranha, lembrando que será ele o nome indicado ao Supremo Tribunal Federal na substituição ao decano, que se aposenta em novembro. Além disso, por dedução, se o Ministério da Justiça investiga os antifascistas, pondera-se, então, que este seja um governo fascista. Ou não?

 

Lucia Helena Flaquer lucia.flaquer@gmail.com

São Paulo

 

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DESCULPAS, O QUE É ISSO?

 

Desembargador xinga advogada durante julgamento em vídeo (Estado, 30/7). Sr. José Ernesto Manz, desembargador presidente da 3.ª Câmara do TRT-SC, a sua explicação sobre a agressão explícita gratuita (em sessão da 3.ª Câmara do TRT-SC, sob sua presidência) é simplesmente ridícula. Quem precisa de três páginas, 753 palavras, 3.970 caracteres para justificar o injustificável sem conseguir simplesmente está tentando engabelar para se safar. Sr. desembargador, bastava uma única palavra  sua de o caracteres: “Desculpe”. Mas, infelizmente, como sempre, magistrados são superiores aos míseros mortais e não precisam pedir desculpas a ninguém.

 

Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião

 

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MICHELLE BOLSONARO COM COVID-19

 

Logo após o marido “atleta” ter sido contaminado pela covid-19, a primeira-dama Michelle Bolsonaro também testou positivo. Como diria o presidente da República, “e daí?”.

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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COVID – PROTOCOLOS

 

Algumas seitas e religiões tem ritualística específicas, precisando de protocolos específicos das autoridades sanitárias. Dirigentes das seitas e religiões não são autoridades sanitárias e podem ser responsabilizados. Caso das seitas ayhauasqueiras. Após a ingestão da bebida, náuseas, disenteria, estado alterado da consciência trazem riscos diferenciados e imprevisíveis para os participantes. É preciso protocolos específicos das autoridades.

 

Carlos Alberto camadaui@gmail.com

São Paulo

 

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VELHAS E NOVAS VIDAS

 

O paradoxo dos tempos. A Nasa busca vida em Marte; a Saúde perde vidas na Terra.

 

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

 

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OBRA PARADA

 

Como proprietário de uma casa no Condomínio Santa Rita, na Praia do Perequê Mirim, em Ubatuba, tanto eu como demais moradores gostaríamos de informações sobre a obra de interligação que está sendo executada na Serra de Caraguatatuba (obra maravilhosa!) visando ao caminho para o Porto de São Sebastião, para Ilha Bela e Ubatuba. Observamos que o braço de saída para Ubatuba está parado há anos! Nenhuma obra está sendo executada no momento. Temos necessidade urgente do prosseguimento dessa obra, tanto moradores como turistas, que são o braço locomotor de nossa economia.

 

Drausio N. G. Pinheiro soniapotenza@gmail.com

São Paulo

 

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CORREIOS

 

Sobre o artigo Correios: discutindo o fracasso, de Zeina Latif, achei extremamente pertinente e em boa hora falar sobre este tema. Os Correios não se reinventaram durante a pandemia e parece que também não pensam em fazê-lo no futuro. Está parecendo que eles se tornaram uma pedra nos sapatos do governo. Sério que em 2020 ainda esperamos de 3 a 15 dias para receber uma encomenda que sai do bairro do Pacaembu com destino Taboão da Serra? Eu imagino que em alguns anos os Correios vão se enxugar a tal ponto, que só os lugares onde o courier não atende os Correios ainda vão existir.

 

Rodrigo Ibraim rodrigoibraim@gmail.com

Taboão da Serra

 
 
 
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