Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

02 de agosto de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

A bomba do seu Zé

Chegou como doutor em tudo, reunindo numa pasta todos os setores da área econômica para ter unicidade e coerência. Com a conversa de economista liberal, bastava equilibrar as contas públicas e fazer as reformas da Previdência, tributária e administrativa para se fazer a luz, levando a uma revoada de ávidos investidores. Privatizaria tudo, acabando com os malefícios herdados da social-democracia, para apurar R$ 1 trilhão já no primeiro ano. Só que se esqueceu de combinar com os russos (o presidente, seu chefe). A reforma da Previdência, graças ao Congresso, passou no regime geral, mas a das grandes corporações públicas, incluindo militares, que caíram para cima, ficou na saudade. A proposta de reforma tributária da “semana que vem” é uma piada sem princípios, conceitos como justiça tributária nem passam perto da questão central da regressividade. Insiste na tributação sobre operações financeiras, mero utilitarismo arrecadatório que, além de cumulativo, concentra a imaginação da equipe na busca de apelido palatável, diante da contrariedade geral. Enfim, a reforma administrativa, que traria eficácia e produtividade aos processos burocráticos, privilegiando as atividades-fim e a necessária folga fiscal pela redução dos gastos de custeio, não passa de ficção, pela visão corporativista do chefe, que não se cansa de presentear seu time. Finalmente, uma oportuna pandemia veio em auxílio para desculpar tanta incompetência e insensibilidade social. Em suma, o “posto Ipiranga” mostrou não passar da bomba do seu Zé.

ALBERTO FIGUEIREDO

AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

Tudo errado!

Na contramão de todas as recomendações médicas brasileiras e internacionais, o presidente Jair Bolsonaro continua dando mau exemplo, não usando máscara, promovendo aglomerações e até desincentivando o isolamento, fazendo apologia da cloroquina, que já teve sua inutilidade comprovada no combate à covid-19 por vários estudos muito bem realizados. Tudo isso no momento em que a pandemia no Brasil está no auge e as vacinas são remotas. Até agora, as únicas ações disponíveis são isolamento social, uso de máscara e medidas higiênicas, como lavar as mãos. Bolsonaro não tem assessoria médica para aconselhá-lho?

LUIGI VERCESI

LUIGIAPVERCESI@GMAIL.COM

BOTUCATU

Triste retrocesso

Na campanha eleitoral, o presidente era a favor da Lava Jato, contra a reeleição e o “toma lá dá cá”. Agora não é mais. O que temos presenciado são atitudes contrárias a tudo o que prometeu antes da eleição: não manteve o afirmado prestígio de Sergio Moro, quando ministro da Justiça, no combate à corrupção; atacou logo de cara o bom desempenho do Coaf e da Receita Federal; vem se aliando aos setores mais retrógrados da política nacional; nomeou como procurador-geral um personagem fora da lista tríplice e, ao que parece, já não morre de amores pela Lava Jato. E por aí vai, sempre decaindo na direção contrária a tudo o que prometeu. Diante disso, resta a pergunta: Bolsonaro acredita mesmo que todos os brasileiros responsáveis por sua vitória eleitoral estariam dispostos a sufragar de novo o seu nome, em eventual reeleição? Veremos.

AURÉLIO QUARANTA

RELYO.QUAR@GMAIL.COM

SÃO PAULO

Claras intenções

Está cada vez mais claro por que Bolsonaro escolheu o procurador-geral da República fora da lista tríplice sugerida pelos procuradores. Augusto Aras é de confiança dele e vai obedecer-lhe em tudo o que for necessário para acabar com a Lava Jato e restaurar o que sempre foi comum neste país: a corrupção. E milhões acreditaram no seu discurso de campanha. Para onde caminhamos?

LUIZ FRID

LUIZ.FRID@GLOBOMAIL.COM

SÃO PAULO

Corrupção

Indignação represada

O Brasil é um país atrasado. Em quase todos os rankings mundiais de condições socioeconômicas ficamos situados muito abaixo do nosso potencial. Por exemplo, o Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional colocou o Brasil na 106.ª posição, em 2019, entre 180 países. A redução da corrupção a níveis minimamente civilizados é condição necessária (mas não suficiente) para sairmos do atraso. No entanto, estamos andando para trás nesse tópico essencial para o nosso progresso. A Lava Jato, que representou nossa maior esperança de evolução, vem sendo atacada por instituições que deveriam proteger a sociedade. O que vemos, com indignação, é o establishment do atraso tentando se impor a um esforço de transformação na direção certa. Não é de admirar que a operação em Curitiba tenha descoberto, a partir das investigações do petrolão, que a relação entre corruptos abrangia o nome de 38 mil pessoas. Foram tantos escândalos, com tantas ramificações, que em qualquer cálculo matemático logo atingimos cifras da ordem de 50 mil pessoas. Note-se que não significa que todas tenham cometido crimes, mas que tinham ligações com os criminosos. Se não estivéssemos em meio a esta pandemia, com certeza estariam sendo organizadas grandes manifestações em defesa da Lava Jato. Mas a indignação está sendo represada. Estaremos em nova encruzilhada em 2022 e a sociedade consciente saberá manifestar-se, promovendo renovação do Congresso ainda maior que a de 2018.

MANOEL LOYOLA E SILVA

MAGUSFE@ONDA.COM.BR

CURITIBA

A quem aproveita?

A campanha contra a Lava Jato só interessa aos corruptos!

JOSÉ PAULO CIPULLO

J.CIPULLO@TERRA.COM.BR

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

Fim da Lava Jato

Srs. advogados de porta de mansão, colaborando com o fim da Lava Jato, V. Exas. estão matando a galinha dos ovos de ouro!

CARLOS ALBERTO ROXO

ROXO.SETE@GMAIL.COM

SÃO PAULO

PÁ DE CAL NA LAVA JATO

Em nota no dia 30/7 (O incrível arquivo da Lava Jato, A3), o Estadão abordou o pronunciamento do procurador-geral da República, Augusto Aras, no que toca aos ataques do sr. procurador aos juízes e membros do Ministério Público, notadamente, da conhecida e prestigiada força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, que de tabela respingaram no ilustrado ex-magistrado Sergio Moro, bem como nos demais integrantes daquele trabalho jurídico sério e insano que desenvolveram e foi devidamente prestigiado pelo povo brasileiro. Ora, as investigações fecundas e responsáveis dos procuradores da Lava Jato levaram à condenação e prisão de notórios políticos, ladrões, corruptos e delinquentes, notadamente o chefe das quadrilhas criminosas, o ex-presidente Lula da Silva. À época, o magistrado Sergio Moro aplicou as penas previstas no Código Penal Brasileiro, e as sentenças foram estudadas e confirmadas praticamente in totum por Tribunal Federal em Porto Alegre. Todo o mundo sabe que o procurador Aras com grande ênfase manifestou total indignação com os 38 mil nomes de pessoas que constam nos arquivos do Ministério Público de Curitiba – como se se tratasse de um abuso de autoridade e de usurpação de direitos das pessoas que ali figuram. O que a Procuradoria Federal não esclareceu devidamente é que esse número de 38 mil é, de fato, uma lista (relação) de pessoas que constam nos arquivos do antigo Coaf e que apresentavam indícios de possíveis delitos financeiros, portanto passíveis de investigações pelo Ministério Público de Curitiba. Não se queira confundir este órgão como, no caso, intruso, sem competência legal e jurisdicional para ter acesso àquela relação fornecida pelo extinto Coaf, senão quem teria exorbitado seria este. Mas também não o foi. A propósito, na mesma edição de 30/7 do Estadão (página A4), noticiou-se que o ministro Dias Toffoli e o deputado Rodrigo Maia já estão articulando uma lei que exija uma quarentena de oito anos para que um juiz seja candidato em alguma eleição. Então, nota-se mais uma vez a má intenção dos “donos do poder”: evitar uma possível candidatura do ex-juiz Sergio Moro. Claro que já estão tremendo nas bases essas autoridades. Seria, na concepção deles, a pá de cal na Lava Jato. Horror dos horrores. Que nossa imprensa continue livre, liderada pelo Estadão, fiscalizando toda e qualquer tentativa de embrulhar e acobertar os atos condenáveis daqueles que se julgam donos da Pátria.

Ubiratan de Oliveira Uboss20@yhaoo.com.br

São Paulo

CASUÍSMO VERGONHOSO

Durante uma sessão no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Dias Toffoli defendeu uma quarentena para juízes e promotores que queiram se candidatar, chamando de demagogia eleitoral, como forma de evitar a utilização da magistratura para “aparecer para a opinião pública” e depois se candidatar. Os argumentos de Toffoli são uma indecência. Rodrigo Maia, cuja profissão é político, gostou da sugestão e prometeu colocar em votação na Câmara esse casuísmo vergonhoso. Para votar a prisão em segunda instância e derrubar o foro privilegiado não há espaço, não é? Sempre assim. Quando é para beneficiar e moralizar este Brasil, a gaveta é o caminho, mas para votar benefícios próprios sempre há espaço. Que deboche, senhores parlamentares! Depois querem ser respeitados.

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas

AS PRIORIDADES

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, manifesta a necessidade de quarentena de oito anos aos membros do Judiciário para candidatura a eleições. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, se alinha e diz que colocará ainda para a eleição de 2022. A Câmara deveria focar no fim do foro privilegiado; na prisão após a condenação em segunda instância; na escolha de ministros para o STF desvinculados de cargos ministeriais e procuradorias, cabendo somente àqueles que tivessem efetivamente servido em tribunais; temas mais que desejados pela sociedade. Enquanto isso, somente o temor de possível candidatura de Sergio Moro importa aos parlamentares envolvidos em crimes e denúncias.

Lucia Helena Flaquer lucia.flaquer@gmail.com

São Paulo 

QUARENTENA MAIS LONGA

No meio de tantos problemas graves, tramita na Câmara dos Deputados projeto que aumenta de seis meses para seis anos o prazo para deixar a carreira e se lançar como candidato para cargos eletivos. Poucos reparos: o projeto deve ter caráter retroativo para não permitir que um certo juiz se lançar como candidato. Não deve incluir o Ministério Público para permitir que um certo Procurador Geral da República ser indicado ao STF, para a satisfação da turma da Lava Jato. Capisce?

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

ALGUÉM ME EXPLIQUE 

Se todos os que criticam a Lava Jato o fazem por dela ter medo, fica difícil de entender a lógica das posições de Augusto Aras e Rodrigo Maia sobre a operação. Eu ficaria muito grato a quem me explicasse.

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

O QUARTO PODER

Os lobistas da corrupção estão preocupados com a entrada de magistrados na política, e estão pedindo oito anos de quarentena, após se aposentarem. Deve ser muito bom mesmo ser corrupto neste país. Com a palavra, os autores, ou pensadores, da frase “é hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”. É brincadeira pedirem o fim da Lava Jato. Realmente, a corrupção é o quarto poder!

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

‘DUAS CAIXAS DE SEGREDOS’

Irretocável o artigo de Eliane Cantanhêde no Estado de 31/7 (A6)!

Albino Bonomi acbonomi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

ENGANO

As cartas dos leitores a favor de Sergio Moro e contra a atitude do sr. Augusto Aras, da PGR, cometem um engano. O responsável por ele estar lá tem nome e sobrenome, é o presidente Jair M. Bolsonaro, que o escolheu justamente para fazer o que está fazendo, denegrir a Lava Jato e atacar futuros candidatos à Presidência, por exemplo, o juiz Moro. Acompanha-o o ministro Toffoli, do STF, que nunca foi juiz, para ajudar nesta empreitada- 8 anos. Há saídas para o sr. Sergio Moro.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

JOGANDO SUJO

Imaginem como seria um debate entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro, valendo a Presidência da República. O presidente Bolsonaro é incapaz de discorrer por cinco minutos sobre qualquer assunto de interesse nacional; se ele falar de improviso sobre economia, saúde, educação, cultura e meio ambiente, a casa cai, seu governo acaba. Tirar o ex-juiz Sergio Moro do páreo é a única solução, mesmo que para isso Bolsonaro tenha de se alinhar com Dias Toffoli, anistiar Lula, devolver o dinheiro de Geddel Vieira Lima e dar novas obras públicas à Odebrecht. Bolsonaro tem o apoio incondicional do PGR, tem um aliado de peso no STF, e o Brasil terá de entrar em campo com tudo, povo na rua, assim que a pandemia passar, para mostrar que o País não quer mais a corrupção no poder.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Todos os candidatos declarados à eleição presidencial em 2022 estão muito preocupados com a possível candidatura do Sergio Moro. Ora, se fossem honestos como ele, não precisariam se preocupar com a disputa.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

TERRAS DE BANANAS PODRES

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, por suas últimas atitudes, decisões e intenções, reforça cada vez mais suas ligações políticas com o governo federal, atentando continuamente contra a reputação da mais alta Corte judicial do País, transformando-a num puxadinho do Palácio da Alvorada em meio a tantas polêmicas que surgem atualmente sobre a qualidade da democracia brasileira. Inequivocamente, há uma imensa distância entre os sentimentos nacionais e aqueles que animam grande parte de nossos dirigentes políticos, incluindo aqui os membros dos Três Poderes da República. E, pior, não há mais como afastar, como muitos parecem desejar, a Operação Lava Jato de todas as consequências trazidas por ela ao cenário nacional, mormente aquelas que dizem dos esforços de tantos pelo fim das corrupções diversas e, ainda, dos esforços de tantos outros para que tudo termine em pizza, como sempre o foi nestas terras de bananas podres, tetas suculentas e pretensos paladinos das justiças mais espertas que cegas.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

CORRUPÇÃO

A corrupção é um dos piores males de um país e, no Brasil, onde é endêmica, elementos do próprio governo que deveriam apoiar o combate a ela, reforçando com punições severas, querem denegrir e desmontar o que funciona e deu esperança de um Brasil menos corrupto. É o que está acontecendo com a Operação Lava Jato.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

ARRANHÕES NO EQUILÍBRIO INSTITUCIONAL

O vice-presidente, Hamilton Mourão, diz que o Judiciário tem sido usado como linha auxiliar dos partidos que perderam as eleições ou não conseguem vencer as votações no Congresso. A se tomar isso como verdadeiro, o momento exige reflexões e providências para recolocar as coisas no rumo certo, sob pena de, não o fazendo, podermos desaguar na crise institucional. A República e o Estado Democrático têm de ser íntegros para poderem dirimir dúvidas, solucionar os problemas da sociedade e conduzi-la à paz e estabilidade. Tornou-se moda, congressistas e entidades provocarem a Justiça em busca de soluções que não conseguem alcançar através do diálogo e da ação legislativa. E o Judiciário abraçou as causas, tornando-se, perigosamente, parte no embate político. Juízes, desembargadores e ministros viram-se, com o tempo, na condição de agentes políticos togados. Como resultado, hoje se questiona a origem política dos ministros das cortes superiores, pregando-se que o lugar seja ocupado a magistrados em fim de carreira. A atual democracia brasileira enfrenta problemas e exige rápida solução. A principal delas é que cada ocupante de funções públicas eletivas ou de carreira cumpra à risca suas obrigações e jamais avance sobre atribuições alheias. Sem isso, rompe-se o equilíbrio institucional e o regime não se sustenta.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

         

CASA DE LOUCOS

O presidente do STF, que não conseguiu por duas vezes passar no exame para magistratura, suspende o processo de impeachment do governador do Rio de Janeiro e processo na Justiça contra o senador José Serra; o prefeito de São Paulo, até então defensor férreo do não uso da cloroquina, agora diz que a droga está no cardápio para o tratamento da covid-19; o procurador-geral da República se junta a um grupo de advogados e ataca a Lava Jato abertamente, quando poderia fazê-lo de forma mais restrita, se fosse o caso; um ministro do STF faz um live com um youtuber que produz comentários baixos e desconexos sob o ponto de vista da sociedade familiar; o presidente da República continua a não usar a máscara quando em contato com a população; a polícia continua a ser atacada pela imprensa, sob o argumento de que mata demais bandidos (substantivo este que não é usado nas reportagens), mas não contabiliza as mortes dos policiais; o trabalhador da iniciativa privada perde emprego ou tem salário reduzido conforme lei aprovada, e o STF (parece que julgando em causa própria) diz que salário de funcionário público não pode ser retroagido; o presidente da República concede benefícios monetários às Forças Armadas enquanto as despesas do governo explodem e a população tem de viver com R$ 600,00 mensais porque a relação despesas/PIB está atingindo o limite máximo para um bom gerenciamento deste país; o presidente do STF (outra vez) é denunciado por uma empreiteira por receber um dinheirinho por fora, e a mídia se faz de desentendida; ele também recebia uma ajuda da esposa de R$ 100mil/mês (?!), e tudo continua como antes; um outro ministro se sente ameaçado e decreta que ninguém pode falar mal dele ou da turma dele; querem aprovar uma lei anti fake news quando já existe legislação sobre o assunto; e, para finalizar, o ministro Toffoli (outra vez ele) acha que ex-ministros da Justiça e procuradores devem ter uma quarentena de 8 anos antes de poderem se candidatar a um cargo eletivo, bem no momento em que um certo ex-ministro da Justiça é cotado para as próximas eleições. E isso acima é somente parte do que se lê e se vê nesta República, enquanto se curte uma quarentena. Viva o Brasil!

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso49@gmail.com

Santos

PIOR QUE ROUBAR

No nosso país, a palavra corrupção ficou restrita a roubo e roubo de dinheiro. Roubar é crime, roubar de um povo é um crime maior ainda, pois envolve saúde, educação, segurança e infraestrutura.  Mas, ainda assim, não é o pior dos crimes. Dá para saber o quanto foi roubado e a falta que fará por um determinado período. O termo é abrangente, pois refere-se a deterioração, decomposição, depravação de hábitos, suborno, privilégios excessivos, informações ilegais, prevaricação, indecência, mau exemplo, etc. Isso para dizer que no governo do PT houve várias corrupções, e não só roubo, e para alertar que no atual governo estão acontecendo coisas piores do que roubar, pois estamos vendo muita deseducação, o que influi negativamente nas pessoas; omissões diversas, que causam até mortes; uso indevido de mídias sociais para mentir, difamar e insuflar desentendimentos; desobediências diversas, dando péssimos exemplos; desqualificação de valores republicanos; apadrinhamento de incompetentes e até de maldosos; inapetência para o labor; atitudes revanchistas e perseguições, podendo existir até mais. Tudo isso é deterioração e corrosão na mentalidade dos desinformados e puxa-sacos, por tempo indeterminado.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais 

WEINTRAUB NO BANCO MUNDIAL

Meu Deus! Abraham Weintraub conseguiu: será diretor executivo do Banco Mundial com salário de R$ 110 mil! E, pasmem, ele foi eleito e, sendo assim, só nos resta aceitar e engolir mais esta aberração, mesmo depois de todo o desserviço por ele prestado aqui, no Brasil. Menos mal que o mandato já termina em outubro. Amém! 

Luiz Rocha drluizrocha@uol.com.br

Guarulhos

BRASIL DELENDA EST PERANTE O MUNDO

Weintraub é confirmado no Banco Mundial. Fugiu do Brasil, com passaporte diplomático ao qual não tinha mais direito, para não ser preso e foi ganhar seu salariozinho de R$ 110 mil mensais como prêmio por ter acabado com o Ministério da Educação, ridicularizado a China e avacalhado as instituições, como seu chefe lhe pediu e pelo que o cumprimentou. Bravos, #PresidenteMorte e #MinistroCPMF! 

Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião 

GILLES LAPOUGE

É com triste emoção que recebemos a notícia do passamento de Gilles Lapouge, grande jornalista e comentarista de escol. O Estadão e seus leitores perdem seu profícuo convívio de 50 anos, permeados pelo perfume de sua vasta cultura humanista.

Francisco Falsetti fsfalsetti@falsetti.com.br

São Paulo

JORNALISMO DE LUTO

Gilles Lapouge, escritor e jornalista brilhante, de textos objetivos, que conhecia e analisava como ninguém os movimentos políticos da Europa e do Oriente Médio, infelizmente, aos 96 anos de idade, veio a falecer, em Paris. Amigo dos brasileiros, desde 1951 escrevia artigos para o Estadão. Que vá em paz!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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