Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2020 | 03h00

SUS

Números astronômicos

Fiquei muito satisfeito com o que li no editorial O SUS precisa ser cuidado (1.º/6, A3) e assinaria embaixo. O Estado coloca ali tudo, mas tudo mesmo, o que tenho falado, escrito, trabalhado e batalhado há décadas. Cada palavra, cada frase, resume a grandeza e a penúria do SUS. Plano de saúde público de 150 milhões de brasileiros, o SUS amarga um subfinanciamento e muitas vezes, desvios de gestão, desde que foi criado. Mesmo com tudo isso, o SUS tem números astronômicos de atendimento ao povo. Nem quero imaginar o que seria do Brasil nesta pandemia se não fosse o SUS. Parabéns pela opinião.

GILBERTO NATALINI, médico, vereador (PV)

LUCIANAFELDMAN@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Patinho feio

O Sistema Único de Saúde (SUS) – tão abandonado pelos órgãos públicos –, salvou milhares de vidas, especialmente nestes tempos de pandemia, tão desdenhada pelo presidente Jair Bolsonaro como um “gripezinha”. O SUS mostrou toda a sua pujança com uma equipe de frente de fazer inveja. Que os governos atual e futuros deem mais atenção a esse imprescindível serviço, sempre tratado como um patinho feio.

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

JROBRISOLA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Um olhar de usuário

O SUS, como nosso sistema de saúde universal e gratuito, padece dos mesmos males do serviço público. Ainda que o investimento brasileiro em saúde seja inferior ao de muitos países, o desperdício é enorme, não só em perdas materiais, mas também com a remuneração de servidores que, em sua maioria, prestam serviços de baixa produtividade por carência de supervisão de qualidade. Por exemplo, grande parte dos médicos faz seus horários, critérios quantitativos de atendimento e duração da consulta. O fato de serem supervisionados por colegas torna a supervisão inócua, dado o corporativismo. O mesmo se verifica com os serviços médicos e hospitalares comprados pelo SUS. Nesse modelo, para que trabalhar por um salário fixo, se o profissional ganha por produtividade? Ou para que instalar serviços de exames complementares e leitos hospitalares públicos, se estes podem ser remunerados pelo volume de serviços prestado? Ficando só no exemplo inglês, lá os médicos do serviço público são remunerados e têm um sistema de carreira em que, ao final do tempo de serviço, chegam a ganhar até dez vezes o valor inicial. O resultado é um atendimento gratuito de saúde pública de altíssima qualidade, que, mesmo com filas, é reconhecido pela população como eficiente e eficaz. Aliás, é o que estão fazendo os planos de saúde: estruturando-se com serviços próprios.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO

HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Corrupção

Barbaridade

Excelente a coluna Mistura grossa, de J. R. Guzzo, publicada ontem no Estado. Ele foi direto, claro e absolutamente verdadeiro ao tratar da posição do procurador-geral da República, Augusto Aras, com relação à Lava Jato. É realmente inacreditável que haja no País alguém a favor da corrupção, principalmente Aras. Como aceitar uma barbaridade dessas?

LÚCIA MENDONÇA

LUCIAMENDONCA@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Justiça para todos

Realmente excelente o texto de J. R. Guzzo questionando a direção de Augusto Aras, tentando favorecer os corruptos. O que melhor poderia acontecer agora ao Brasil seria o término do foro privilegiado e a prisão após condenação em segunda instância. Justiça para todos e eficiente. Os projetos de lei já existem. Que a Câmara dos Deputados e o Senado façam seu trabalho e os ponham em votação.

VALESKA GADELHA

VALESKA.GADELHA@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Correção de rumo

Está mais do que claro que o sr. Augusto Aras procura o estrelismo, quer ser a cereja do bolo. Ele quer acabar com a Lava Jato para agradar a seu patrão e se cacifar para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) que será aberta em novembro com a saída do ministro Celso de Mello, que vai se aposentar. Simples assim.

KÁROLY J. GOMBERT

KJGOMBERT@GMAIL.COM

VINHEDO

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De herói a vilão

Para Augusto Aras, o problema do Brasil não são os corruptos, é a Lava Jato, ou melhor, é Sergio Moro. O ex-ministro da Justiça tem de desaparecer do mapa. É persona non grata para os petistas, bolsonaristas, OAB, PGR e até para o presidente do STF, que lançou a proposta de quarentena de oito anos para ex-juízes se lançarem candidatos a cargos políticos eletivos, proposta que imediatamente foi encampada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. É bom lembrar que todas as decisões de Moro na Lava Jato foram confirmadas por tribunais superiores. Mas de repente ele passa de herói a vilão. Moro é o adversário a ser batido.

J. A. MULLER

JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ

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Quarentena geral

O principal objetivo da proposta de oito (!) anos de “quarentena” para juízes e promotores se candidatarem a cargos políticos eletivos é, de fato, absolutamente claro: impedir a candidatura de Sergio Moro a presidente em 2022. Não fosse isso, teria sido acompanhada pela indispensável ressalva: somente entraria em vigor após a próxima eleição presidencial. E ainda, se o objetivo fosse evitar o uso de “importantes cargos públicos” para angariar popularidade, essa quarentena deveria estender-se a todos os outros “importantes cargos públicos”! Não só na área do Judiciário, mas também nos outros dois Poderes. A começar pela Presidência da República, ministros de Estado, senadores e deputados, todos eles só poderiam disputar eleições após uma longa “quarentena”. Afinal, ou à moralidade...

LUIZ ANTONIO RIBEIRO PINTO

BRASILCAT@UOL.COM.BR

RIBEIRÃO PRETO

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A NOTA DE R$ 200

A quem interessa a nova nota de R$ 200? Em primeiro lugar, interessa à Casa da Moeda, que verá a privatização se afastar um pouco na imagem do seu retrovisor. Depois, aos carregadores de mala com dinheiro de corrupção, pois fica garantida a metade do volume e do peso em suas criminosas tarefas. E, por fim, ao próprio leão-guará, que se redimirá de ter perdido as vagas para as merrecas cédulas de R$ 2 e de R$ 20, respectivamente para a tartaruga marinha e o mico-leão-dourado. A nova nota não interessa a mais ninguém, incluindo aí o comércio e a população, que são os seus mais importantes usuários finais e que já encontram enormes dificuldades nas transações com a nota de R$ 100.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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MOTIVO TEM

Nota de R$ 200, numa pandemia destas? É para facilitar o transporte de dinheiro vivo nas “viagens”, nas malas, em apartamentos e na cueca? Aí tem!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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ESTAPAFÚRDIO

O lançamento da nota de R$ 200 é não só estapafúrdio nestes tempos de cartões e transações digitais, como nocivo. O valor é alto para o povo que depende do papel-moeda, mas excelente para a lavagem de dinheiro e a corrupção, pois permite o uso de malas menores para o transporte de propinas. Essa é mais uma medida deste (des)governo a favor dos corruptos. Deveriam é recolher as notas de R$ 100!

Radoico Câmara Guimarães radoico@gmail.com

São Paulo

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O PORCO CHINÊS

A nova nota de R$ 200 deveria trazer a estampa de um porco chinês, e não do lobo-guará. O Brasil está destruindo seus biomas para alimentar os porcos da China, o lobo-guará é só um estorvo sem importância que está sendo dizimado e logo mais terá desaparecido da face da Terra, extinto, junto com seus biomas, o Pantanal e o Cerrado. As gigantescas áreas do agronegócio são um deserto sem vida, todos os animais que viviam lá são erradicados para abrir espaço para a soja. O maior consumidor de soja brasileira é a China, que compra essa vitamina barata e de gosto horrível para alimentar seus porcos. Nada mais justo que o porco chinês seja o homenageado na nota de R$ 200.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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‘AS POÇÕES DO MASCATE’

Sobre o editorial As poções do mascate (juntando as partes ao bicho), “há algo no ar além dos aviões de carreira”, diria o inesquecível gaúcho Apparicio Torelly. Esse jabuti que Paulo Guedes pretende “pôr na arvore” cheira muito esquisito: será que essa mixórdia de pandemia com reforma tributária desmiolou o ministro da Economia ou o Barão de Itararé estaria certo? Burrinho que sou, a sensação de que nota graúda de R$ 200 nunca passará pelas mãos da esmagadora maioria dos brasileiros fez surgir uma fantasia nos meus pobres neurônios... É a seguinte: será possível que, eventualmente, essa “notona de 200 pila” viesse a calhar com a eventual ressurreição da saudosa CPMF? Haveria algum nexo causal entre o imposto maldito e os 100% a mais de facilitação para transporte físico de dinheiro em espécie? Como dizem atualmente, tipo assim: “Transporte sua grana viva ao vivo e em cores! Agora com 50% do volume anterior e metade do risco! Aproveitem, daqui em diante sua fraude criminosa passa a ter o dobro de vantagem!” Lembrete: não se esqueçam de ajudar a reeleger JB, o Grande. Sem ele e sem o pandemônio dele, nem a cloroquina nem este mimo do “duzentinho” teriam surgido.

Nelson Sampaio Jr. n.sampaio@hotmail.com

Curitiba

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REFORMA TRIBUTÁRIA

Os brasileiros pagaram R$ 2,5 trilhões em impostos em 2019. É o que aponta o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Por outro lado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a “nova CPMF”, que terá o nome de Imposto sobre Transações Financeiras, poderá arrecadar R$ 150 bilhões por ano. Fazendo uma conta simples, temos que os R$ 150 bilhões do Paulo Guedes divididos pelos R$ 2,5 trilhões da ACSP dão 0,00006. Ou seja, bastaria aumentar linearmente todos os impostos pagos no Brasil em 0,00006%. A distribuição proporcional do reajuste ficaria para uma segunda etapa.

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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NARCISISMO DE MORAES

O ministro Alexandre de Moraes, ao decidir o bloqueio nacional e internacional dos perfis investigados no inquérito das fake news, todos bolsonaristas, demonstrou ter um suposto transtorno de personalidade narcisista, já que tem um senso inflado da própria importância. Que direito tem ele de querer se prevalecer da importância de sua toga para impor medidas que ultrapassam os limites de seu “poder” e do território brasileiro? Na questão de bloqueio internacional, o Facebook e o Twitter recorreram da decisão baseados no fato inconteste de que a lei brasileira reconhece limites à sua jurisdição e a legitimidade de outras jurisdições. Quanto ao âmbito nacional, o Twitter afirmou também considerar a determinação do ministro desproporcional sob a ótica da liberdade de expressão vigente no Brasil. Alexandre de Moraes extrapola e colabora para amplificar a sensação de ditadura da toga que os ministros da atual composição do Supremo Tribunal Federal (STF) conseguiram incutir na população. Essa é a preocupante verdade!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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GILLES LAPOUGE

Quando já estávamos prontos para organizar um protesto na porta do Estadão pela falta dos artigos de Gilles Lapouge, recebemos a triste notícia de seu falecimento. Com sua cultura enciclopédica e seu raciocínio intelectual refinado, Gilles Lapouge era sempre mais amoroso e paciente com o Brasil e ferino com os demais acontecimentos e personagens mundiais. Ao tratar de sua França natal, às vezes trocava sua ironia sofisticada por um senso de humor que nos levava às gargalhadas. O que mais surpreendia em seus artigos é que, ao mesmo tempo que fazia uma crítica incisiva, não deixava de levantar alguns aspectos notáveis de seus personagens, trazendo uma dualidade para reflexão. E, ao final do artigo, ao invés de decretar uma sentença simplista, sempre deixava espaço para apreciação dos “próximos capítulos” da história. Infelizmente, vamos assistir aos próximos capítulos sem o grande Gilles Lapouge.

Alberto Maurício Caló amc@bancomaxima.com.br

São Paulo

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Em 10/11/1970, o Estadão publicou em manchete e foto de capa Morre de Gaulle, França está viúva, artigo assinado pelo brilhante jornalista e intelectual Gilles Lapouge, falecido no último dia 31/7, em Paris. Parodiando o título de sua cobertura, pode-se escrever que morre Lapouge, o jornalismo está viúvo. Um minuto de pesaroso e respeitoso silêncio em honra a este gigante da escrita, um verdadeiro amigo apaixonado pelo Brasil, que por longas sete décadas ajudou a enriquecer as páginas do Estadão nosso de cada dia com seus escritos únicos, de grande sabedoria, humor cáustico e refinamento ímpar. Adieu, monsieur Lapouge. Repose en paix.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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Lamento a morte do colunista Gilles Lapouge. Antigo assinante do Estadão, habituei-me à leitura dos lúcidos artigos que há décadas enriqueciam as páginas do jornal. Gilles Lapouge integrava o restrito time dos grandes jornalistas, a serviço da informação e da democracia.

Almir Pazzianotto Pinto pazzianottopinto@hotmail.com

São Paulo

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Minhas condolências à família e ao Estadão. Os artigos de Gilles Lapouge serão sempre lembrados, uma perda incomensurável e insubstituível.

Harry Rentel harry@florarome.com.br

Vinhedo

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Inclinamo-nos a não confessar nossas emoções, por recato ou respeito às alheias. Contudo, não posso não registrar a que me causou o jornal a propósito da morte de Gilles Lapouge. Se ele amou tanto o Brasil, país de sol e paz – e contradições – que conheceu quando também o conheci, ao nascer (1951) como seria bom transmitir-lhe nos céus a admiração que causou a um adolescente ao ler seus textos – num jornal sensato e circunspecto com o Estadão. A percepção de que o estilo fantástico dos literatos românticos é uma poção mágica para bem compreender os fatos veiculados pelo jornalismo. A verdade é resgatada além da realidade óbvia e tosca. É sua adequação ao íntimo da história. Não o conhecia nem por fotos, apesar de servo de sua verdejante verve por meio século. Ao vê-lo, por meio das imagens publicadas na edição de ontem, lembrei-me de Vitor Hugo quando disse que os homens dotados de duas rugas verticais e paralelas entre as sobrancelhas são os especiais. E outra no terreno das revelações biológicas: olhos pequenos e convergentes se dirigem ao valor fundamental: a justiça. Claro que ele não reivindicaria esses elementos dos dons imaginários, em detrimento de outros homens, de características diferentes e valores comparáveis. Mas é o complemento, como disse, de minha emoção. E a tristeza de constatar a procedência do que foi dito por Ruy Mesquita Filho: Seu refinamento não existe mais em nossos dias, onde a boçalidade impera.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Eu nasci em 1951 e Gilles Lapouge já era colunista do Estadão. Até breve, meu eterno professor.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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Manifesto meu profundo pesar pela morte do grande jornalista e correspondente do Estadão Gilles Lapouge, tanto à equipe do jornal quanto aos filhos. Suas reportagens no passado e, mais recentemente, sua coluna sempre me marcaram muito. Seu texto era único. Havia uma sincronia entre o que significa este jornal para a formação de opinião pública no Brasil e o trabalho desenvolvido por Lapouge. Não é exagero dizer que a morte dele é como arrancar um membro deste jornal. Apesar de seus 96 anos, não me passava pela cabeça que ele não estaria escrevendo nos últimos tempos por qualquer razão de saúde, mas sim porque estaria de férias. E de uma forma um tanto egoísta eu diria que um grande homem como ele deveria ser proibido de morrer.

Rui Tavares Maluf rtmaluf@uol.com.br

São Paulo 

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Gilles Lapouge deixará saudades. Fica o seu modelo de vida – escrevendo lucidamente e vivendo intensamente até os 97 anos de idade. Se ele fosse brasileiro, nos seus últimos 37 anos, seu nome e identidade já teria sido substituído pelo codinome “idoso”, e, ainda, todos – conhecidos e desconhecidos – se permitiriam meter o bedelho em sua vida exigindo que só saísse de casa com babá, fosse administrado por terceiros, e outros equívocos criados pelo Estatuto do Idoso sabe-se lá por que e para que; um quadro assim criado dificulta aos brasileiros guardar a boa saúde física e mental a partir dos 60 anos. Descanse em paz, Gilles Lapouge, grande articulista do Estadão, e grande modelo de vida para todos nós.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

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Gilles Lapouge era uma instituição. Li e aprendi em seus artigos como se consultasse uma enciclopédia. Atemporal e sempre atual. Ruy Mesquita Filho disse tudo ao afirmar que Gilles era “homem de um refinamento e de uma Cultura que não existem mais em nosso tempo, onde impera a boçalidade”. Em sua ponte França/ Brasil, Lapouge estabeleceu uma vereda por onde transitou durante 70 anos o emblemático conhecimento jornalístico que deve pautar a verdadeira imprensa livre. Ao mestre Gilles nosso eterno agradecimento e carinho.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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Estou de luto, profundamente triste.

Monica de Queirós Mattoso mqmattoso@gmail.com

Ilhabela

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Gilles Lapouge. Jamais o perderemos de vista. Legou-nos uma herança indelével: a delícia das letras.

Érika Terrell Ferreira Laranjeira erika@airzap.com.br

São Paulo

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Sou leitor do Estadão há mais de três décadas e os textos de Gilles Lapouge sempre me encantaram pela elegância do estilo e amplitude das referências culturais – isso tudo sem abrir mão da clareza e necessária concisão que a mídia impressa exige. Um mestre que dificilmente será substituído à altura.

Raul Corrêa da Motta raulmotta1961@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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