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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2020 | 03h00

Pandemia e desgoverno


100 mil mortos

A pandemia do novo coronavírus atingiu ontem, no Brasil, 100 mil mortes e 3 milhões de pessoas contaminadas, com letalidade de 3,3%. O platô na curva mostra estabilidade de mais de mil mortes por dia e projeta dobrar o total de vítimas até a eleição municipal, em novembro. A flexibilização do isolamento social, com reabertura do comércio, só deveria ser feita com medidas muito restritivas, para evitar uma segunda onda, que poderia agravar ainda mais o quadro epidemiológico.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

LRCOSTAJR@UOL.COM.BR

CAMPINAS


Cultura macabra

Na situação atual, essa estarrecedora cifra de 100 mil mortos e o descaso de algumas de nossas autoridades nos fazem lembrar a tristemente famosa exclamação de um general franquista durante a Guerra Civil Espanhola: “Viva la muerte!”.

HARRY RENTEL

HARRY@FLORAROME.COM.BR

VINHEDO


Sem palavras

A capa em branco do Estado de ontem expressa com exatidão a tristeza das famílias dos mortos pela covid-19, que não conseguem encontrar palavras para expressar o que sentem.

M. DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO

ZAFFALON@UOL.COM.BR

BAURU


Para evitar tragédia maior

Em resposta à pergunta no centro da primeira página do Estado de ontem – em branco como sinal de protesto e respeito aos 100 mil mortos no Brasil pela covid-19 –, respondo, sem volteios e nenhuma sombra de dúvida, que o melhor meio de evitar uma tragédia ainda maior é exercermos cidadania virtuosa republicana e tratarmos do impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro, que já se faz tarde. Os que, como eu, em sua maioria, votaram em Jair Bolsonaro, hoje indignados e desenganados, estão largados à própria sorte, entretanto mais maduros para decidirem pela construção de um Brasil com governo responsável, que desejamos para todos. Impeachment, sim, pelo bem maior do povo brasileiro!

HERBERT SÍLVIO A. PINHO HALBSGUT

H.HALBSGUT@HOTMAIL.COM

RIO CLARO


Exterminador do presente

Lembrei-me um dia destes do filme O Exterminador do Futuro, que me fez pensar em nosso presidente. Certamente ele merece ser chamado de exterminador do presente, agora que chegamos aos 100 mil óbitos, quando a educação de nossas crianças está abandonada, nossa diplomacia em frangalhos já nos afastou da Argentina, um de nossos principais mercados, e nos afastará dos EUA quando Joe Biden for eleito. Não temos projeto de reforma administrativa, que poderia levar à redução de despesas com a burocracia estatal, e a “famosa” reforma tributária está se tornando um aumento de impostos para financiar a campanha à reeleição em 2022. Assim, Bolsonaro consegue exterminar o presente. E também o nosso futuro.

ALDO BERTOLUCCI

ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO


Crimes contra o Brasil

O governo de Jair Bolsonaro entrará para a História como aquele que, por omissão, descaso, individualismo e ideologia, permitiu a maior matança de brasileiros durante uma epidemia, que até ontem já matou mais de 100 mil pessoas, número maior que o causado por muitas guerras no planeta. Também será reconhecido, juntamente com seu ministro Ricardo Salles, como o maior destruidor da nossa Amazônia, da fauna e da flora ali existente. O Ministério do Meio Ambiente, no governo Bolsonaro, tem como missão proteger desmatadores, garimpeiros, caçadores e incendiários. Enfim, elegemos um governante individualista, alijado de sentimentos, que tem como premissa o desdém pela vida e pelo meio ambiente.

DARCI TRABACHIN DE BARROS

DARCI.TRABACHIN@GMAIL.COM

LIMEIRA


O maior responsável

Jair Bolsonaro é responsável direto pelo descontrole da pandemia de covid-19 no Brasil. O líder máximo da Nação até hoje reluta em usar máscara e promove aglomerações, receita remédios sem ter gabarito para isso e deixou o País sem ministro da Saúde durante a pior crise de saúde pública da História. Bolsonaro é o maior responsável pela explosão de desmatamento e queimadas na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado. Ele deixou bem claro que quer derrubar as florestas para aumentar a produção agropecuária e, também, que vai tolerar a mineração ilegal. Sem mudar as leis, o governo Bolsonaro tem punido sistematicamente os fiscais que ainda se atrevem a cumprir o seu dever. O Brasil já teve péssimos governantes, mas nunca houve quem trabalhasse com tanto afinco para destruir o País e matar brasileiros como Bolsonaro. A Nação espera que as instituições acordem e façam o que tem de ser feito para afastar Bolsonaro da Presidência da República. Pois, além de péssimo governante, ele está se revelando o chefe do esquema das rachadinhas.

MÁRIO BARILÁ FILHO

MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO


Desfecho inevitável

Logo será atingido um clímax de oposição ao governo trânsfuga de Bolsonaro e família, liderada pelos cidadãos mais capazes deste país. Oposição a um governo canhestro, patrimonialista, estimulante do individualismo desconstrutivo e confinado a uns poucos interesses corporativos que ainda o apoiam, embalado pelo surrado discurso

da extrema direita ensandecida de violência contra o homem e a natureza. Período malsinado durante o qual fomos abatidos pela pandemia, pelo desmatamento da Amazônia e outros sítios de obrigatória preservação e por agressividade antissocial que atiça olhares de ratazanas radicais. A maioria, porém, anseia pela volta a uma sociedade de equilíbrio. Chafurdamos no pântano mais lodoso da História. Mas o povo demonstrará que é o legítimo dono do poder, não compactua com o ódio e se imporá, ainda que em ritmo lento, determinado pela gravíssima crise sanitária.

AMADEU ROBERTO GARRIDO DE PAULA

AMADEUGARRIDOADV@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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100 MIL MORTOS

Quando o País chega à impensável marca trágica de 100 mil óbitos pela pandêmica covid-19, quando 100 mil famílias pranteiam a perda de seus entes queridos, o presidente Bolsonaro, depois de dizer há algum tempo “e daí?”, disse agora que “é preciso tocar a vida”. Sem comentários.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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VERGONHOSO

Chegamos à marca de 100 mil mortes pela pandemia da covid-19 com um governo sem ter um ministro da Saúde; que não toma medidas orientadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter a doença com o isolamento; que propaga o uso da cloroquina, não aceita cientificamente, como o remédio para o combate à doença; que veta o uso de máscara como determinado pelo Congresso; que nega auxílio financeiro aos profissionais de Saúde que se arriscaram e contraíram a doença; com um presidente da República que só coloca um ministro sanfoneiro como “homenagem” aos mortos, depois de alcançar números absurdos, e diz absurdos como “e daí?”, “não sou coveiro”, “a vida continua”. E, se não bastasse, assistimos pela televisão a uma peça de propaganda do governo pelas imensas ações do governo na saúde e no controle da doença. Tudo isso é vergonhoso e mostra a total falta de empatia do governo pelos mortos e pelas famílias atingidas. Aguardamos a atitude do presidente da República ao atingir a marca dos 100 mil mortos. Virá agora uma banda completa?

Lucia Helena Flaquer lucia.flaquer@gmail.com

São Paulo

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NÃO É UMA GRIPEZINHA

Estamos vivendo um momento de grande preocupação. O que era uma simples “gripezinha” já pôs cerca de 100 mil brasileiros no caixão. Muita gente embarcou na irresponsável consideração, ignorou o uso da máscara e não evitou a aglomeração. Muitos foram advertidos dos riscos que corriam, mas duvidavam do número de mortos e às vezes até sorriam. Tenhamos muito cuidado. A covid-19 é assunto muito sério. É melhor passar um tempo isolado do que ir para o cemitério. Quase 3 milhões de brasileiros já foram infectados, o que era uma “gripezinha” deixa o mundo atordoado. Torçamos para que em breve possamos ser vacinados e que chegue ao fim o cotovelo com cotovelo e volte o abraço acalorado.

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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PERDA DE TEMPO

O eterno ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, recebeu em seu gabinete, na última segunda-feira, um grupo de defensores de mais um tratamento contra a covid-19 sem fundamento científico algum, nem aqui, nem na China, nem em qualquer outra parte do planeta. Literal perda de tempo destes cidadãos ávidos por protagonismo a qualquer custo, inclusive ao da própria seriedade científica, e de um ministro que ainda não sabe o que faz no cargo. Enquanto isso, “vamos tocar a vida”...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DE VOLTA À IDADE MÉDIA

Prefeito de Itajaí sugere aplicação retal de ozônio para covid (Estadão, 4/8). Todos dão palpites infundados, ninguém escuta a ciência e, pior, gastam dinheiro à toa. É só ver o que o governo federal gastou com cloroquina, imposta pelo “doutor” Bolsonaro. Só falta ressuscitar a bruxa Catherine Deshayes (queimada em público no centro de Paris em 1680) para fazer as aplicações.

Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião

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TOTAL ABSURDO

O prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, recomendou a aplicação de ozônio pelo ânus, para os pacientes contaminados pela covid-19. Morastoni é um médico pediatra e trabalhou como vereador e deputado estadual. A sugestão de Morastoni causou uma chuva de troça e zombaria nas redes sociais. Já havíamos escutado as ideias bizarras de Bolsonaro e sua turma quanto à utilização de vermífugos e hydroxicloroquina para combater o coronavírus. Em lugar nenhum no mundo civilizado existem propostas tão incoerentes quanto essas. Os políticos do Brasil não param de macular a imagem da nossa República. No meio de toda esta bagunça, a “gripezinha” já matou 100 mil brasileiros. É um total absurdo.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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PROPAGANDA PRESIDENCIAL

Tá aí algo que eu queria ver: o presidente da República fazer propaganda da ozonioterapia assim como ele faz da cloroquina. “Eu confio. E você?”

Rodrigo Ibraim rodrigoibraim@gmail.com

Taboão da Serra

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PANDEMIA & TERAPIA

Muitos dos “machões” aderiram de imediato ao uso da máscara. É o primeiro efeito da tal “terapia do ozônio”...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MALDITO FRUTO QUE COLHEMOS

O lulismo deu crédito consumista sem reformas gerais, enquanto roubava com 40 partidos aliados. Mudou-se a quadrilha no poder. Agora é a do amigo das milícias, antinação, antilei, antidemocracia, etc. Graças a ele, em cinco meses, 100 mil mortos e parte do povo, por pânico, pressa e egoísmo, imita seu descaso pela ciência, aglomera, acha que contágio e morte são só com estranhos e esquece a ética, o bom senso ou o tal amor ao próximo, que tanto diz faltarem, quando o errado é feito pelos outros.

João Bosco Egas Carlucho boscocarlucho@gmail.com

Garibaldi (RS)

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NOVA CONCEPÇÃO DE CIDADANIA

A covid-19 acrescentou ao conceito e concepção de cidadania os atos de solidariedade, resumindo, assim, a definição: cidadania é o conjunto de atos civis expostos em manifestações de interesse das comunidades e em atuações solidárias para conseguir objetivos satisfatórios e eficientes.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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‘A COVID NA AMAZÔNIA PROFUNDA’

Oportuno o recente alerta de Virgílio Viana sobre as más condições de atendimento das populações que habitam a Amazônia profunda (A covid na Amazônia profunda, Estado, 27/7, A2). Sao nossos irmãos ainda esquecidos pelo Estado. Urge resgatar sua dignidade!

Jose Eduardo Bandeira de Mello josedumello@gmail.com

Itu

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O ROTO E O ESFARRAPADO

Em evento do Aspen Security Forum, o ministro Paulo Guedes disse aos norte-americanos que investem altos recursos na Amazônia legal, que os EUA, lá atrás, desmataram suas florestas, mataram e escravizaram seus índios e que a Amazônia é problema do Brasil. Pensa o ministro que, assim, obteria um salvo-conduto para continuar agindo de forma reprovável, como os americanos fizeram. No final, pediu para que os investidores americanos sejam amáveis, como o País também o é. Como dizia aquela senhorinha de Taubaté: “Meu filho, chumbo trocado não dói”. É o típico caso do roto falando do esfarrapado!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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CONHECIMENTO

Em evento organizado pelo Aspen Institute, um centro de estudos de Washington, o ministro Paulo Guedes (Economia) subiu o tom ao ser questionado sobre a política ambiental do governo Jair Bolsonaro. A Amazônia é assunto que diz respeito ao Brasil, e americanos “desmataram suas florestas”, disse o ministro. Falou, ainda, sobre escravidão e matança de índios. Se lhe perguntarem como sabe de tudo isso, possivelmente dirá que assistiu a todos os filmes de John Waine, o maior matador de índios que os Estados Unidos conheceram. Ou será que não?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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TOM

A notícia no jornal é “Guedes sobe o tom”. Sobe coisa nenhuma. A única coisa que sobe é o descaso num país desgovernado e sem rumo. O que subiu foi a falta de educação, de decência e a falta de argumentos para justificar o desmatamento da Amazônia, a corrupção e a crise sanitária. Guedes baixou o tom e caiu no nível dos boquirrotos, dos ignorantes, dos mal educados do Planalto. Foi difícil para ele se manter em nível de economista de Chicago: seus colegas de “trabalho” no são abaixo da crítica.

Marta Lawson lawsonmv@hotmail.com

São Paulo

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SURPREENDENDO O MUNDO

O ministro Paulo Guedes disse que o Brasil irá surpreender o mundo. Na minha opinião, o Brasil já surpreendeu o mundo, pena que foi pelo desmatamento de nossas florestas e pela maneira errada de conduzir as estratégias para o combate ao coronavírus.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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QUINTETO DA MORTE

O Quarteto de Aloprados do Ministério Bolsonaro, reunindo Abraham Weintraub, Ernesto Araújo, Ricardo Salles e Damares Alves, agora com novo titular na Deseducação, recebe a adesão definitiva do quinto e novo líder, Paulo Guedes, muito mais perigoso que todos os outros, por ter a chave do cofre. Mistificador e sofista, defende aumentar impostos, tributos, CPMFs mascaradas, desculpando nosso desmatamento, acusando europeus e norte-americanos de desmatarem suas florestas. Defendeu o indefensável, acusando países que reflorestaram suas matas, que somadas não passam de um bosque perto da Floresta Amazônica e sua importância para o Brasil e para o mundo. Uma conversa de mitomaníaco compulsivo. Agora, o Quinteto da Morte tem dois banqueiros, com o Banco Mundial também a perigo.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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CARA, CHEIRO E COR DE CPMF

O ministro Paulo Guedes disse que ninguém quer colocar a digital nesta nova modalidade de imposto sobre transações eletrônicas que ele propõe para arrecadar. Ocorre que, se passar alguma criação de tributo/imposto, ela terá, sim, a digital do governo e dos parlamentares que ajudaram a criá-la. Para o governo, este novo imposto é sua espinha dorsal. E com o fim do auxílio emergencial, que é pago pelo povo, esse mesmo povo esfolado pelos governos será taxado quando sacar, transferir, fizer pagamentos, além de pagar para usar o cartão de crédito? Os argumentos são os de sempre: atingir aqueles que não pagam impostos e que nunca são alcançados. Um Estado inchado não incomoda o governo? Seja qual for o nome que terá esse ISTED (Imposto Sobre Transações Eletrônicas Digitais), ele tem a cara, o cheiro e cor da CPMF. Já vimos este filme.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ANTES DE TUDO

Continuando sobre os últimos assuntos políticos e econômicos, gostaria de ressaltar que, segundo as declarações do nosso ministro da Economia, o custo para reajustar a tabela do Imposto de Renda na fonte seria de R$ 22 bilhões. Esta é mais uma prova de que a sociedade contribuiu o suficiente para o governo e não merece ser mais uma vez punida com aumento e ou criação de impostos. Portanto, chegou a vez de os beneficiados pelas mordomias colaborarem. Redução dos funcionários de gabinete, que promovem as “rachadinhas”, auxílio-aluguel, auxílio-paletó e outros. Quanto à suspeição levantada contra Sergio Moro, o que falar das decisões de ministros do STF que foram advogados de facções criminosas e de partidos políticos, especialmente o corrupto PT? Sem acabar com as mordomias do setor público e dos políticos, aumentos e ou criação de impostos, não!

João Ernesto Varallo jevarallo@hotmail.com

São Paulo

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ESTAMOS PERDENDO

Preocupante a notícia de que a China ultrapassou o Brasil e virou o maior parceiro comercial da Argentina. Afora a crise sanitária, podem ter pesado nessa ocorrência as declarações do presidente Bolsonaro de que os argentinos escolheram mal o atual presidente daquele país e o fato de o ministro Paulo Guedes ter declarado que o Brasil não precisa da Argentina para crescer. Na mesma linha, a aposta e o apoio incondicional do clã Bolsonaro na reeleição do presidente Trump poderá ser prejudicial nas relações comerciais com os EUA, caso Trump não se reeleja.

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim

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DISPLICÊNCIA MORTAL

O desastre do Líbano na semana passada mostra o quanto a displicência pode ser mortal, destruindo inteiramente um país que já foi um paraíso no Mediterrâneo. Conhecendo os políticos que temos no Brasil, parte dos burocratas do poder público e também os empresários que aprenderam a mamar nas tetas do governo, quão mortal pode ser para nós essa displicência que estamos enxergando?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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