Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2020 | 03h00

Pandemia

Filantropia

Fiquei muito feliz ao tomar conhecimento da iniciativa de bilionários brasileiros que buscam criar a “cultura da doação” no País (9/8, B1): “A elite brasileira sai do anonimato e vem a público falar sobre aportes pessoais para o combate à pandemia de covid-19”. Felicito essas pessoas que têm em mente que muita gente precisa de ajuda e não tem a quem procurar. Importante frisar que atitudes como essa valorizam ainda mais o ser humano. O projeto deve buscar mais pessoas que possam doar, incluídas as que fazem questão do anonimato. Elas podem estender a mão aos muitos brasileiros que não têm sequer a possibilidade de contar com alimento. Filantropia está na ordem do dia e sua divulgação pode mudar a consciência das pessoas e a atitude de desperdício de quem prefere jogar fora itens essenciais aos nossos irmãos mais carentes, em vez de pensar em doá-los.

ELISIÁRIO DOS SANTOS FILHO

ELISANTOSFILHO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Em defesa da ciência

Simplesmente brilhante o artigo Na ciência não há atalhos (11/8, A2), do dr. Luiz Fernando Lima Reis. Nossos governantes, em especial na esfera federal, precisam ler e tomar providências para que mais recursos sejam destinados à ciência e possamos avançar em pesquisas sobre a saúde do nosso povo tão necessitado e sofrido.

GERALDO NILSON DE AZEVEDO

GERALDONILSONFPOLIS@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Condescendência

O pesquisador Luiz Fernando Lima Reis foi feliz ao defender a ciência brasileira, que vem sendo praticada há muito tempo, e não apenas agora com a covid-19. Mas foi condescendente com o governo federal, que não só desdenhou da pandemia, mas atuou sistematicamente para tornar o quadro pior ainda. Dadas tais dificuldades, o que melhor reflete nosso aprendizado é o ditado sobre trocar pneu com o carro em movimento.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES

PRODOMOARG@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Lamento e repúdio

Impossível não responsabilizar alguém pelas mais 100 mil vidas perdidas para a covid-19. A mais lamentável marca atingida na contemporaneidade por nossa República impõe dois distintos sentimentos: o lamento profundo pela irreparável perda de tantas famílias e o repúdio veemente às mais altas autoridades do Estado brasileiro, que insistem ora em negar, ora em minimizar o efeito letal do vírus. Tais autoridades são, por atos e omissão, responsáveis, ainda que indiretamente, por cada vida perdida e pela incerteza de um plano nacional unificado de combate à covid-19 e mitigação dos seus efeitos. Não é tolerável que a mais alta autoridade do País aja de forma imprudente, propondo a adoção de medicamento sabidamente ineficaz. Atitudes como essas caracterizam desdém e falta de compromisso – ou total incompetência para liderar. Tais atos e omissões estão custando a vida de milhares de brasileiros!

RENATO MENDES DO NASCIMENTO

LAW@RENATONASCIMENTOLAW.COM.BR

SANTO ANDRÉ

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Falta de empatia

Quando o Brasil já ultrapassa as 100 mil mortes e contabiliza mais de 3 milhões de casos de contágio de covid-19, não vemos nenhum ato de verdadeira consternação da parte do presidente da República. Nenhuma palavra de sincera solidariedade aos milhares de famílias que perderam entes queridos. Bolsonaro age como se não tivesse culpa de ter virado as costas à ciência, de não ter feito o menor esforço para coordenar seu ministério no controle da propagação do vírus. Demitiu dois ministros da Saúde e mantém a pasta acéfala no meio da pandemia. E tratou o luto com escárnio e desrespeito. “E daí? Eu não sou coveiro.” Só psicopatas são capazes de tamanha falta de empatia.

ARNALDO LUIZ CORRÊA

ARNALDOCORREA@UOL.COM.BR

SANTOS

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Corrupção

Esperando explicações

O editorial Os cheques para a primeira-dama (11/8, A3) menciona que o presidente deveria ser mais convincente a respeito dos cheques depositados na conta de dona Michelle Bolsonaro, que, verificou-se, não se restringiram a um empréstimo de R$ 40 mil a Fabrício Queiroz, como ele alegou. Pelo que se viu, o montante conhecido até agora é mais que o dobro e inclui até cheques da mulher do “faz-tudo” também na conta da primeira-dama. Até o momento Jair Bolsonaro age como se não tivesse tomado conhecimento da repercussão dessas estranhas transações e nenhuma satisfação devesse à Nação. E o mais desconcertante é que absolutamente nada acontece em razão disso. Afinal, seus fanáticos apoiadores não lhe cobram coerência nem provas da honestidade que ele sempre se autoatribuiu. Passam direto sobre esses “pequenos detalhes” para não enxergar que Bolsonaro nunca passou de um deputado do baixo clero, do tal Centrão, conhecido por práticas e condutas nada abonadoras. Portanto, querer que Bolsonaro explique exatamente como tudo se deu, seria decretar seu fim político, criando, aí, sim, plenas condições para o seu impeachment.

ELIANA FRANÇA LEME

EFLEME@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Educação cívica

Estado tem publicado editoriais que deveriam merecer a consideração de todos, principalmente quando se refere ao Poder Executivo, infelizmente dirigido pela família Bolsonaro, que notoriamente está acima da lei em nosso país. Sim, tanto fazem o presidente e sua família, com toda a proteção de seu entorno de consagrados bajuladores, incluindo militares interesseiros por todos os lados, que salta à vista que possivelmente a Justiça nunca os alcançará. Ao contrário, a popularidade parece favorecer Bolsonaro cada dia mais e ninguém se insurge contra seu único objetivo: reeleger-se e a seus filhos e continuar eternamente desfrutando o poder. Educação cívica no Brasil é uma miragem inalcançável. E o povo mais esclarecido mostra-se completamente alheio ao que se passa.

ADEMIR VALEZI

VALEZI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


A VACINA RUSSA


O mortal coronavírus (covid-19) surgiu na China, criado em laboratório ou sequestrado da natureza por um povo que precisa se alimentar de alguma forma, consumindo carne de animais silvestres muitas vezes sem cozimento. O fato é que o vírus está entre nós e a Rússia, agora, afirma ter a vacina. Se tudo isso for uma grande e trágica peça de teatro, sabemos quem são os principais atores, como coadjuvantes temos até parentes de Vladimir Putin. Maquiavel deve estar morrendo de inveja.


Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco


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TRAGÉDIAS


Em meio à maior e inédita pandemia, da covid-19, que a população brasileira está sofrendo, vamos tomando conhecimento por todas as mídias de tantas outras tragédias que nos afetam. Entre estas, a omissão abúlica e esquizofrênica das nossas principais lideranças no poder, que se comportam como se estivéssemos num período de normalidade – o que absolutamente é desmentido pelos fatos de que cotidianamente vamos tomando conhecimento. Substituir tais líderes omissos, nos próximos pleitos que teremos, é o grande desafio que teremos de enfrentar no futuro que se aproxima.


José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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O PRESIDENTE E SUA NECEDADE


Não é nenhuma novidade que o presidente Jair Bolsonaro se encontra a anos-luz de uma razoável compreensão dos fundamentos de nossa Lei Fundamental, que são seculares e universais, elaborados ao longo de dedicados esforços acadêmicos e pragmáticos durante o evoluir civilizatório da humanidade. Se conhecesse, pelo menos, dispersos pontos do pensamento dos “pais” americanos, saberia como funciona um sistema federativo e compreenderia a lição que lhe foi passada por nosso Supremo Tribunal Federal. Em sua habitual leviandade incandescente, atribui as mortes por covid-19 aos governos estaduais, obviamente seus adversários. Provavelmente, deve considerar que “competência concorrente” entre União e Estados federados é aquela que “concorre”, não a que se distribui harmonicamente. A necedade, mais uma vez, ecoa da boca de um presidente que nos envergonha por sua boçalidade.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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SEMPRE NA CONTRAMÃO


O presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez, está na contramão do combate à pandemia da covid-19. Ora, teve a coragem de dizer que os mais de 100 mil óbitos no Brasil se deram por causa do isolamento social. Especialistas, autoridades sanitárias e as recentes pesquisas sobre o assunto mostram claramente que, se não houvesse o isolamento social, o número de óbitos saltaria para mais que o dobro. Afinal, Bolsonaro fala tanta asneira por ignorância, por má-fé ou por ambas as coisas? A Justiça vai julgá-lo logo, logo por este crime hediondo.


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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VIAGENS PRESIDENCIAIS


A rotina presidencial agora tem como destaque maior as viagens, que por certo têm como objetivo a ocupação de espaço visando às eleições de 2022. Uma situação inaceitável, diante da crise da pandemia da covid-19, que tem reflexos na economia e na área social. E são mais despesas, com verbas que poderiam ser destinadas ao atendimento médico necessário para salvar vidas. Mas essa, por certo, não é a preocupação do chefe de governo. Uma situação lastimável.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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LUPA BORRADA


Está difícil, mesmo! O presidente Bolsonaro não achou no País nenhum médico competente para assumir o Ministério da Saúde, apesar de já termos ultrapassado as 100 mil mortes pela covid-19. Também não identificou ninguém melhor que Michel Temer para representar o Brasil na crise do Líbano. Ou a lupa da Presidência está borrada ou o Brasil não tem nenhum cidadão qualificado para ocupar a pasta da Saúde, bem como ninguém digno de representar o País no exterior, como agora se faz necessário. É inacreditável e inaceitável que isso seja verdade.


Vera Lucia Lahoz veralahoz@terra.com.br

São Paulo


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BOLSONARO EM CAMPANHA


Bolsonaro está em plena campanha eleitoral. Mede o que fala e defende o que realmente lhe interessa. Vamos aguardar o que mais fará até 2022.


José C. de Carvalho Carneiro jcdecarvalhocarneiro@hotmail.com

Rio Claro


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ACABAR COM A REELEIÇÃO


FHC fez muita coisa boa em seu mandato, mas deixou um atraso muito grande, a reeleição. Temos visto que a primeira coisa que os políticos pensam quando tomam posse é a reeleição. E tudo vai num crescendo até que no último ano só se pensa nisso. O Congresso nos daria um grande presente se extinguisse a reeleição que nos atrapalha tanto. Poderíamos até conceder mandatos de 6 anos que dariam mais tempo para realizar um bom trabalho.


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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A PUNHALADA ELEITORA


A História é rica em atentados mortais que mudaram o destino de países e até do mundo. Brutus e os senadores romanos matando Júlio Cesar na Roma ainda republicana e Gravilo Princip assassinando o arquiduque austríaco Francisco Ferdinando e sua esposa Sofia, em Sarajevo – estopim da 1.ª Guerra Mundial – são exemplos bem conhecidos. Adélio Bispo de Oliveira concorreu para abalar o rumo do regime democrático brasileiro, a duras penas conquistado, ao apunhalar Bolsonaro. O covarde atentado, além de afastá-lo dos mais importantes debates pré-eleitorais nos quais teria mostrado o seu despreparo para tão importante investidura, conferiu-lhe aura de mártir. Assim ele chegou ao segundo turno como a única opção contra a maléfica coalizão política petista que institucionalizou a corrupção no Brasil. Agora estamos vendo o resultado desta tragédia, quando o presidente, em plena pandemia com mais de 100 mil vítimas fatais, além de irresponsável e constantemente menosprezá-la, não hesita em provocar crises político-institucionais para “salvar sua pele” e a da sua família.


Arnaldo Amado Ferreira Filho amado1930@gmail.com

São Paulo


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‘OS CHEQUES PARA A PRIMEIRA-DAMA’


A propósito da ação civil pública apresentada pelo Ministério Público Federal contra o presidente Bolsonaro por suas costumeiras, despropositadas e descabidas posturas desrespeitosas e declarações discriminatórias em relação às mulheres, ferindo o respeito à dignidade da pessoa humana, previsto na Constituição, cabe perguntar o que tem a dizer a respeito a primeira-dama. Pode aproveitar o ensejo e falar também sobre os 21 cheques depositados em sua conta por Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de seu filho Flávio, de 2011 a 2016, num total de R$ 72 mil. Com a palavra, Michelle Bolsonaro.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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DIA DO ADVOGADO


Ontem se comemorou no Brasil o Dia dos Advogados. O que essa classe tem a comemorar? Sobral Pinto, advogado respeitadíssimo nos meios jurídicos, disse a milhares de pessoas: “Todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido”. E por que os advogados não conseguem votar diretamente no presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)? Por que a Lei 8.906, de 4 de julho de 1994, não pode ser revista? Vemos diariamente decisões sendo alteradas, reformadas, e os advogados, considerados os defensores da democracia, ficam calados? Estranho.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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DESMATAMENTO, TOLERÂNCIA ZERO


Senhores presidente e vice, se querem mesmo acabar com os incêndios na Amazônia, é só esperar, porque neste caso os criminosos definitivamente voltam ao local do crime, pois o lucro, objetivo desses larápios, é jogar a semente da forrageira, quando as chuvas chegarem e explorar a área com bovinocultura. Neste caso o governo ficaria com os bois de presente, além de promover o reflorestamento, que no caso ocorreria naturalmente.


Itamar C. Trevisani itamartrevisani@gmail.com

Jaboticabal


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GARIMPAGEM NA AMAZÔNIA


Na semana passada, lá foi o pessoal das Forças Armadas, mais o ministro do Meio Ambiente e mais jornalistas para parar as operações de garimpagem de ouro no Rio Teles Pires, em reserva indígena no sudoeste do Estado do Pará. Na visita, interromperam a garimpagem e destruíram equipamentos. Os garimpeiros, que no caso eram índios que habitavam a área, reclamaram. Nos dias seguintes, o Ministério da Defesa mandou parar com aquilo. Em verdade, todos os grupos e personagens que mencionei nessas linhas acima mostraram que não entendem da legislação mineira nem de garimpagem de ouro na Amazônia. Claramente, ignoram que todas as reservas minerais existentes no País pertencem à Nação e para serem lavradas dependem de autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM), que examina e fiscaliza a metodologia de lavra e de tratamento que será aplicada. O uso de mercúrio na recuperação do ouro é proibido e a lavra deve ser feita de forma a possibilitar a recuperação ambiental, após a exaustão das reservas. Considerando esses aspectos, da comitiva que fez a visita deveriam fazer parte técnicos da ANM, os quais nem foram cogitados para comparecer. Tudo indica que a ação foi programada pelo ministro do Meio Ambiente para tentar melhorar sua imagem.


Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia


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PANDEMIAS


Urge que os senadores e deputados federais, no exercício de sua competência atribuída pela Constituição da República Federativa do Brasil, dotem o País de legislação específica compatível com a necessidade de resistência a e erradicação de ulteriores conjunturas de pandemia que vierem a se manifestar, a fim de minimização de contaminação e extinção de vidas humanas.


Carlos Eduardo Pellegrini Di Pietro dipietra@uol.com.br

São Paulo


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PRODUTIVIDADE DO SENADO


Coluna do Estadão de 10/8/2020 registrou que o Senado trabalhando virtualmente está mais produtivo do que na normalidade presencial. “Desde 20 de março, foram 49 MPs, 102 projetos de lei, 4 PECs, totalizando 155 textos.” Não sei se são números a comemorar ou lamentar, pois significam um turbilhão legislativo indicando que ou está tudo errado nas nossas leis ou o País está em eterna reconstrução ou só se faz algo se houver lei o determinando.


Radoico Câmara Guimarães radoico@gmail.com

São Paulo


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REFLEXÃO


De todas as matérias da edição de 11/8/2020, uma pequena nota foi a que mais chamou a atenção. O click sobre o nascimento da filha da senadora Mailza Gomes. O fato de em 2020 termos a primeira senadora a engravidar durante o mandato diz muito sobre nossa sociedade. Mostra que a participação da mulher na política ainda é muito pequena e que o ambiente amplamente masculino inibe, ainda que inconscientemente, as poucas mulheres a serem mães durante a legislatura. O sentimento pelo acontecimento é ambíguo. De um lado, a tristeza por constatar mais um fato de desigualdade entre homens e mulheres. Do outro, porém, a satisfação por saber que mais um paradigma começa a ser descontruído. No mais, vida longa e saudável à pequena Theodora.


Lucas Dias lucas_sandias@hotmail.com

Rio Verde (GO)


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EDUCAÇÃO CÍVICA


Congratulo-me com o editor do Estadão pelo editorial A imprescindível educação cívica (10/8, A3). Como ex-professor e ex-diretor de Faculdade de Medicina, mas acima de tudo brasileiro de coração verde-amarelo, lapidado pelo civismo ensinado pelo meu finado pai Nilo Gomes da Silva e reafirmado quando fiz o CPOR, agradeço por contar com editoriais desse quilate.


Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo


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ENEL


Diariamente na mídia vemos milhares de pessoas reclamando da Enel (antiga Eletropaulo) e não serem atendidas. Sugestão ao presidente Jair Bolsonaro: use a Aneel e o Ministério de Minas e Energia para fazer uma intervenção e posterior expropriação da empresa que trata a população com tanto descaso.


Moyses Cheid Junior jr.cheid@gmail.com

São Paulo


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PCD


O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) vai mudar as regras a partir de 2021 para compra de carros zero quilômetro para as pessoas com deficiência (PcD). Terão direito as isenções de IPI e ICMS pessoas com grau moderado ou grave. A realidade é que a legislação permitiu que muitas doenças se enquadrassem no direito as isenções. E por tal, as vendas PcD dispararam. Vivemos num país onde mais de 50% têm alguma deficiência física, que não quer dizer ser amputados, sem pernas, braços, etc., e sim pessoas fisicamente limitadas! O assunto é delicado, pois as oportunidades criam os oportunistas.


Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré


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EDIÇÃO DE ESPORTES


Cumprimento o Estadão pela belíssima edição de esportes de segunda-feira 10/8, falando sobre o título do Palmeiras, além do pôster. Em tempos em que a mídia impressa vem diminuindo a cobertura dos esportes, é muito legal ainda poder ver um caderno tão bom quanto aquele. Ficará guardado para sempre. Parabéns! Por essas e outras que o Estadão é o melhor jornal do País.


Leandro Amorim leandro.amorim85@hotmail.com

São Paulo

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