Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

PG na corda bamba

Depois de jogar Sergio Moro pra escanteio, agora o presidente Jair Bolsonaro dá sinais de querer incinerar seu (im)posto Ipiranga. Os dias de Paulo Guedes parecem contados. Em menos de dois anos os eleitores de Bolsonaro que acreditaram em sua plataforma de governo se veem estupefatos com tamanho estelionato eleitoral. Tudo o que o mi(n)to prometeu faz questão de não cumprir. Bolsonaro vai acabar por se livrar de PG para poder levar avante seu programa de gastança, nos mesmos moldes da ex-presidente Dilma Rousseff. Depois de termos aturado os terríveis anos de Dilma, que era um Lula de saias, agora temos Bolsonaro, uma Dilma de calças. Parafraseando o grande Roberto Campos, de fato o Brasil não tem a menor chance de dar certo.

ARNALDO LUIZ CORREA

ARNALDOCORREA@HOTMAIL.COM

SANTOS

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Já faltou mais

A fritura de Paulo Guedes segue o roteiro vivido por Moro. Em resposta à afirmativa de Guedes sobre a lentidão nas privatizações e na reforma administrativa, Bolsonaro declarou: “Vai no ritmo que eu quiser, eu sou o presidente, eu que tive o voto. Se você quiser, você sai”. O presidente não deixa por menos, comportou-se assim com os ministros da Saúde e com Moro. Dias atrás Paulo Guedes disse que “furar” teto de gastos é caminho para o impeachment de Bolsonaro. O presidente precisa ter cuidado, seu dia pode estar chegando...

CLÁUDIO MOSCHELLA

ARQUITETO@CLAUDIOMOSCHELLA.NET

SÃO PAULO

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Cai-cai

Nas eleições presidenciais de 2018 eu e JB “votamos” em Sergio Moro e Paulo Guedes, mas por motivos muito diferentes. Os de Jair não foram só uma jogada eleitoreira, mas também uma escolha de interesse pessoal. De Moro ele esperava a defesa cega dos negócios misteriosos de seu clã familiar, que inevitavelmente viriam à cena. Mas Moro não traiu seus princípios e JB virou-lhe as costas. De Guedes esperava que fornecesse o verniz liberal para seu perfil antiquado e nacionalista e a economia decolasse. Embora experiente na política, JB não teve o alcance de se dar conta da real força dos lobbies e não anteviu o quanto o poder abre o apetite e a necessidade de perpetuá-lo. A questão é: quem cairá primeiro, Paulo ou Jair?

SANDRA MARIA GONÇALVES

SANDGON46@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pauta liberal de reformas

Paulo Guedes está jogando sua biografia no lixo. Será que ele é o único a não perceber que está sendo fritado lenta e sistematicamente pelo presidente?

JORGE SPUNBERG

JSPUNBERG@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Toma lá dá cá

Ao defender a negociação de cargos por apoio a Bolsonaro, disse o novo líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros, que “é assim que funciona o Brasil”. Errata: é assim que funciona parte do Congresso Nacional, em Brasília, e não o Brasil, de gente batalhadora, sem mamata, que sobrevive com salário mínimo e hoje depende de R$ 600 para respirar.

MARCO DULGHEROFF NOVAIS

MARCODNOVAIS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cargos em conselhos

Ao tomar conhecimento do poder do novo responsável pela área de privatizações do governo para indicar 300 cargos em conselhos de estatais (Estado, 13/8), com salários que podem chegar a R$ 120 mil mensais (!), conclui-se que o Brasil é de fato um país muito rico. Aí não dá para entender por que o salário mínimo é de meros mil e poucos reais. Quem recebe esse montante precisa trabalhar dez anos para ganhar o que ganha em um mês um conselheiro de estatal, para trabalhar ocasionalmente em empresas como bancos públicos, BNDES, BNP, Casa da Moeda, e por aí vai. Quem não quer? Como chegar lá? O problema é que o pessoal que vive como pode é que banca esses megassalários e é o elo mais fraco dessa corrente obscena. Pior, não tem a quem reclamar. Por isso somos totalmente a favor das privatizações das estatais – como disse o ex-secretário Salim Mattar, “a burocracia é muito lenta”... –, uma vez que assim acabam esses absurdos privilégios, em favor de melhores condições de vida e salário mais digno de outros 200 milhões de conterrâneos.

HERMANN GRINFELD

HERMANN.GRINFELD@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Auxílio emergencial

R$ 1 bilhão pago indevidamente a 680 mil funcionários públicos! Vai ficar por isso mesmo? Onde está a lei? Não serve só devolverem os recursos, se devolverem. Com a palavra nossas autoridades, se é que se dignarão a responder à Nação.

CARLOS AYRTON BIASETTO

CARLOS.BIASETTO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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INSS parado

Milhares de pessoas, muitas delas em situação de penúria, aguardam angustiadas que suas urgentes demandas sejam atendidas pelo INSS, que mantém as agências fechadas, apesar da enormidade de processos pendentes já antes da pandemia. Aposentadorias, auxílio-doença, afastamentos, comprovação de invalidez, tudo só pode ser feito via internet. Supõe-se que todas essas pessoas tenham celular inteligente ou computador, além de internet banda larga e competência digital. E que o site funcione sempre. Os funcionários do INSS estão em home office, não podem expor-se ao vírus. Hospitais estão cheios, médicos, enfermeiros e outros servidores trabalham até a exaustão em ambiente altamente perigoso. Bancos estão abertos, até com imensas filas de quem precisa do auxílio emergencial. Farmácias e supermercados estão funcionando sem interrupção e as pessoas que lá trabalham pegam ônibus e trens lotados todos os dias. Restaurantes e shoppings estão abrindo, assim como as lojas de rua. E o INSS permanece fechado! Quem dele precisa está morrendo ou vivendo dos favores dos outros. Até quando?

CÉSAR GARCIA

CFMGARCIA@GMAIL.COM

SÃO PAULO


TRISTE NOTÍCIA


Ontem fiquei triste, muito triste, ao saber que o Brasil é realmente um país de pobres. O Datafolha divulgou que o prestígio do presidente Jair Bolsonaro subiu durante a pandemia, passou de 32% para 37% desde junho a agosto, justamente na pior fase da covid-19. Pasmem, o motivo da subida na pesquisa, segundo analistas na imprensa, é o pagamento do auxílio emergencial a mais de 50 mil pessoas. Se, de um lado, a ajuda foi providencial às famílias agraciadas com a decisão do governo, o reflexo dessa medida na avaliação do presidente tem um significado nada comemorável. Isso mostra que o presidente depende muito do apoio dos pobres. Se, ao contrário, a subida do índice fosse causada por melhora na economia e pelo crescimento do País, ficaria contente e motivado a apoiar o atual presidente.


Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba


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FIGURAS MITOLÓGICAS


No meio de uma pandemia com gestão federal trágica e reconhecida  mundialmente também em números como a pior possível, economia e empregos em queda e uma política econômica deixando de cumprir as bandeiras de seu eleitorado privatista, assistimos à expressiva melhora da popularidade de Jair Bolsonaro. Inevitavelmente, vem à mente a figura mitológica que se tentou criar de Lula como o homem do povo. O romantismo da esquerda em exaltar seu ídolo acima de tudo e de todos cai, definitivamente, pela infâmia de ver em Bolsonaro um fenômeno idêntico de aumento de popularidade intimamente ligado à distribuição de recursos e apoio à população carente rasos e sem alcance, apesar de necessários. Se a esquerda quiser voltar ao poder, precisará enxergar este momento com lucidez e humildade, esquecer o romantismo e viver a realidade, cientes de que o momento é de união de forças.


Ivan Torretta ivanlatorretta@gmail.com

São Paulo


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CAMPANHA


Será que o “mito”  agora vai ser  promovido a beato?


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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NEGACIONISMO E POPULISMO


O comportamento sistematicamente negacionista do presidente Bolsonaro parece não estar influenciando de forma negativa a opinião pública. Ao contrário, a mais recente pesquisa Datafolha mostra melhora significativa dos índices de aprovação e de rejeição ao governo. Não é de estranhar. O negacionismo dele em relação a inúmeras questões (desmatamento, pandemia, etc.) é tanto reflexo do mesmo fenômeno que acontece em boa parte da população, como também influencia e convence outros a se comportarem da mesma maneira. Ignorância e negacionismo só se combatem com educação e boa informação. Tarefa árdua, de longo prazo, a perder de vista. Até lá, populistas espertos continuarão fazendo a festa.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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COMO LULA


Pesquisa aponta melhor desempenho do governo Bolsonaro desde o início de seu governo. Está fazendo como Lula, com uma diferença: não é ladrão.


Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas


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CASO QUEIROZ


Façam suas apostas: qual será o ministro gente fina do STF que vai dar habeas corpus ao coitadinho do Queiroz e sua esposa? Gilmar, Toffoli, Lewandowski, Marco Aurélio ou Alexandre de Moraes?


Emerson Luiz Cury  emersoncury@gmail.com

Itu


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PREPARADO


Gilmar pediu informações ao STJ e à Justiça do Rio sobre caso Queiroz. Seria eventualmente para providenciar a soltura do investigado?


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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SERIEDADE


Acho muito estranho mandarem prender novamente Fabrício Queiroz, quando os grandes bandidos que causaram um grande estrago na política financeira deste nosso Brasil estão soltos.  Não há, mesmo, seriedade nenhuma por aqui, só ladrões e aproveitadores são os privilegiados. Palmas aos que os deixam soltos.


Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo


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LAVA JATO RECUPERA R$1 BI


Mais um bom exemplo da eficiência no combate à corrupção e contra o crime organizado da força-tarefa da Operação Lava Jato.  Na delação premiada homologada pela Justiça Federal com o “doleiro dos doleiros” Dario Messer, ele vai devolver R$ 1 bilhão à Lava Jato.  Messer é o doleiro que, depois de foragido por 14 meses, foi preso em abril deste ano. E que, conforme investigações, movimentou entre 2011 e 2016 R$ 1,6 bilhão, espalhados por 52 países. Por fazer parte de uma organização criminosa, foi-lhe possível, como foragido que era, fugir do Brasil e do Paraguai. Seu esquema era sofisticado, envolvia evasão de divisas, crimes contra o sistema financeiro, corrupção e lavagem de dinheiro, além de esquema de contrabando de pedras preciosas. Este acordo de delação prevê uma pena para Dario Messer de 18 anos e 9 meses de prisão. É bom enaltecer que, em quase seis anos de atuação da força-tarefa no combate à corrupção, foram homologados acordos de delação que vão permitir, junto com este R$ 1 bilhão de Messer, a recuperação de R$ 15 bilhões. Deste valor, já foi devolvido aos cofres públicos algo próximo de R$ 5 bilhões. Porém, é de estarrecer que dentro das nossas instituições, inclusive entre a classe política e no governo de Jair Bolsonaro, se faça tanto esforço para acabar com a Lava Jato. Por quê?


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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ATUALIDADE


Nunca foi tão atual como hoje o comentário enviado para o Fórum dos Leitores do Estadão em 4/4/2020 com o título A nova farra do boi, onde se lê: “Dá para ouvir, a quilômetros de distância, os gritinhos de excitação emitidos pelos políticos ‘patriotas’ com a aprovação dessa PEC que cria o chamado ‘orçamento de guerra’. Trata-se de um orçamento ‘paralelo’ ao outro que está em vigor mas com a ‘vantagem’, segundo um deputado, de tirar todas ‘as amarras’ do governo (ou deles, congressistas?), permitindo inclusive que se passe por cima da ‘regra de ouro’ que impede o governo de se financiar para pagar gastos correntes como salários e benefícios (aí está o ponto importante para os pilantras) e vai se transformar em ‘regra de corrupção’. Adeus ao ‘teto de gastos’ que eles vinham tentando violar a qualquer custo, mas não conseguiam. Outro aspecto importante (para eles) é o caráter emergencial desse orçamento, que vai permitir novamente a pratica de ‘tenebrosas transações’ uma vez que todos os novos contratos poderão ser celebrados sem concorrência, por dispensa de licitação. Vejam que a coisa está do jeito que os diabos, ou melhor, que os safados gostam. Para sentir o verdadeiro frenesi que essa PEC causou nos ‘patriotas’ é só comparar a tramitação da importante Reforma da Previdência com a dessa PEC. A primeira levou 5 meses e foi aprovada em segundo turno por 370 votos a favor e 124 contra. Já a PEC do “orçamento de guerra’ foi aprovada em dois turnos depois de apenas 4 horas de discussão por 423 votos a 1 contra. Quando interessa ‘ao bolso’ os malandros se mobilizam rapidinho”.


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


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COVID-19


A doença do século não poupa classes sociais, haja vista a quantidade expressiva de políticos que contraiu o vírus. Entretanto, ao contrário das classes menos favorecidas, nenhum deles veio a óbito.


Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo


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SEM CULTURA


Triste notícia: Grupo de teatro sofre ação de despejo (Estado, 14/8, A2). Trata-se da Cia. Pessoal do Faroeste, com dificuldades de pagar seu aluguel. O País tem obrigação, por intermédio do Ministério da Cultura e suas secretarias estaduais e municipais de cultura, de auxiliar estes grupos. Eles nos enriquecem com suas mensagens culturais. Fácil perceber que num país onde se apura uma fraude de R$ 1 bilhão, para ficar mais claro, R$ 1.000.000.000, realmente não sobra para cultura, educação e saúde. Triste Brasil...


Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo


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VINHOS E LAGOSTAS


Barbaridade! Em razão da queda da arrecadação decorrente da pandemia, que demandará redobrados esforços para a retomada da economia, o governo, inexoravelmente, deverá sacrificar o orçamento de alguns ministérios para 2021, entre eles a Educação, com redução de R$ 4,2 bilhões. Na contramão, alienado da quebradeira do empresariado, da redução de salários do trabalhador, etc., o perdulário Supremo Tribunal Federal (STF), com 1.783 servidores (162 por ministro), sem incluir salários e vencimentos, fechou a sua proposta orçamentária para 2021com R$ 25 milhões a mais em relação a 2020. Deve ser para bancar os vinhos premiados e as lagostas, sem os quais a Casa não funciona. É o Supremo mostrando a cara. Qual é o teu negócio, o nome do teu sócio? Não confio em ti.


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


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CRISE ONDE?


Em plena crise, com elevação de desemprego, coronavírus exaurindo recursos, receita escada abaixo e despesas subindo de elevador, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), indiferente à calamitosa situação, propôs para 2021 elevação dos seus gastos em R$ 6,8 bilhões, de R$ 12,3 bilhões para R$ 19,1 bilhões, 55% de acréscimo para fazer face às suas despesas (cerca de 360 desembargadores, 2 mil juízes e 43 mil servidores – salário médio atual de R$ 22.600,00, salário médio futuro de R$ 35.100,00). O Judiciário é um oásis no deserto brasileiro.


Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)


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DESPESAS DO JUDICIÁRIO PAULISTA


Por favor, Justiça Paulista, tenham seus integrantes os olhos voltados para a situação econômica do País. Pensem nela e na pandemia até 2022.


José Carlos de Carvalho Carneiro jcdecarvalhocarneiro@hotmail.com

Rio Claro


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DEUSES JUÍZES


É estarrecedor ver a notícia de que em meio à pandemia o Tribunal de Justiça de São Paulo propõe aumento orçamentário de 55% de suas despesas. Já não bastam suas benesses como possuir o direito de chamar um guarda municipal de “analfabeto”, de conceder habeas corpus às lideranças do PCC (vide Capuava) e ter uma pena infame de aposentadoria compulsória, de terem salários vultosos que ultrapassam o teto constitucional? Será que essas excelências poderiam abdicar de 60 segundos do Olimpo e pensar um pouco nos salários dos professores, policias (que nem estão recebendo férias), coletores de lixo, dos serviços essenciais e dos milhões de desempregados? Enquanto todos os setores abrem mão de algo, o judiciário (minúsculo mesmo) não se cansa de solapar o povo. Existe algum país no mundo como este?


Jorge V. S. Ferreira viniwho@gmail.com

São Paulo


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FRAUDES BANCÁRIAS


Nesta época de confinamento doméstico, principalmente para idosos de alto risco de infeção pela covid-19, o aumento das fraudes bancárias é óbvio. Pessoas idosas sem conhecimento de informática se tornam vítimas fáceis para fraudadores profissionais. Porém esses idosos confinados em suas residências sofrem ainda mais pelos departamentos de segurança bancária que incompetentes para prevenir, bloquear e combater as fraudes bancárias, principalmente de clonagem de cartões de débito/crédito, culpam o próprio(a) titular do cartão de negligência e cooperação com a fraude por ter seus dados fisgados na internet, e dessa forma monocrática e ditatorial investigam, julgam e condenam o titular do cartão punindo com os custos das transações fraudulentas debitado na própria C/C do titular do cartão. Como a vítima duplamente aviltada: pelos fraudadores e pelo SS Bradesco (Serviço Secreto Bradesco), pode recorrer?  Impossível registrar o BO eletrônico que sequer tipifica "fraudes bancárias". Registrar um BO na delegacia? Passar horas se arriscando ser infectada, e fatalmente morrer? Resta apenas aceitar a condenação e punição do banco.


Vagner Ricciardi vb.ricciardi@gmail.com

São Paulo


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É DE PARAR NA ESPORA


Inacreditável, mas retiraram parte dos medicamentos e outros suprimentos do avião que foi a Beirute, em missão humanitária, para que coubesse políticos ou qualquer outro tipo de gente inútil para o fim a que destinava a viagem. Falhamos como sociedade, permitindo que os nossos empregados/representantes se sentissem os seres mais importante do planeta.


Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais


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REPATRIAÇÃO DE BRASILEIROS NA ÁFRICA DO SUL


Louvável o auxílio do governo brasileiro ao povo libanês. No entanto, quando se trata de auxiliar brasileiros retidos na África do Sul e em outros locais do continente africano, o governo não tem se mostrado tão interessado.


Raul Jorge Mesquita Pinto raul.mesquitapinto@gmail.com

São Paulo

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