Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Ninguém se mexe

Assustador o editorial Torpor moral (15/8, A3), mostrando quanto o brasileiro é apolítico. Leitores, neste Fórum, mostram-se indignados com tanto descalabro. E o que fazemos? Protestar só não basta. Mas de onde deveríamos esperar uma atitude mais concreta – cadê a oposição? – ninguém se move. Aqueles que deveriam formar uma frente ampla a favor da democracia, da governabilidade, da transparência e da probidade estão mais preocupados com sua exposição na mídia, em ser “o dono da ideia”, do que em se unir por uma solução. E assim, com 37% de aprovação, é grande a possibilidade de termos pelo frente pelo menos mais seis anos de desgoverno e absurdos... Triste País, que sofre com o descaso sistêmico dos seus líderes!

M. Cristina Cardoso de Oliveira cristina@marcabr.com.br

Carapicuíba

Torpor moral

Título de editorial do Estado, torpor moral pressupõe um povo instruído, bem informado e com visão crítica do mundo que habita. Infelizmente, não é o caso da maioria dos brasileiros. Como há 2 mil anos, a multidão vive de pão e circo. No mundo todo. A internet, que deu “voz aos imbecis”, como observou Umberto Eco, revelou a brutal alienação e obtusidade da maioria da população mundial, notadamente no Brasil, que vive ainda na “caverna de Platão”, a metáfora sobre o mundo obscuro das pessoas que só enxergam as sombras de si mesmas, projetadas nas paredes de seu quadrado mental. Uma minoria vive no século 21, do conhecimento científico e da alta cultura. Um bom número de pessoas tem instrução para entender como funciona a sociedade atual. Mas a maioria, antes silenciosa e eternamente manipulada, habita o planeta dos tempos mágicos, da indigência mental e infantil, carente de paternalismos populistas e messianismos salvadores. O mundo é dividido em compartimentos mentais de pessoas que vivem em séculos distintos.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Atraso x desenvolvimento

O povo brasileiro rico, médio ou pobre mostra-se mais atrasado do que se poderia imaginar, não há como negar, tendo em vista os dados da última pesquisa Datafolha. Jair Messias Bolsonaro é mera consequência de uma sociedade conservadora e saudosista, que prefere manter o establishment, embora fale em mudanças. Derrotá-lo, dentro das regras democráticas, significaria um salto civilizatório. Pois o que o País está vivenciando transcende a questão política, trata-se de uma etapa do nosso desenvolvimento humano, ético, moral e social. Tudo o que não precisamos e não podemos aceitar é sequer um vislumbre, caricato que seja, do nazi-fascismo, que se alimenta da idolatria muito vocacionada para a barbárie. Como nação, é mister que avancemos, escolhendo alguém a quem se possa chamar de estadista. Oxalá!

Eliana França Leme efleme@gmail.com

Campinas

Vitória do ‘establishment’

Os últimos acontecimentos na política brasileira fizeram ressurgir com força a palavra establishment no seu pior significado: o que designa uma elite social, econômica e política que exerce forte controle, autoridade e influência sobre o conjunto da sociedade, formando um grupo informal que tem como única intenção manter sua posição dominante e seus privilégios. De repente, forças políticas que pareciam ser antagônicas se uniram para preservar as condições vigentes nos últimos 30 anos. Se antes havia algum esforço para confrontar o status quo, reduzindo o tamanho do Estado e procurando encontrar um caminho para reduzir a corrupção e a leniência da Justiça, agora passa a vigorar o velho “toma lá dá cá”, em que os poderosos de plantão encontram sua paz. O cidadão comum, mal informado e dependente, comporta-se como súdito que dá graças a essa situação, em que é cortejado com pequenas benesses da pseudonobreza. Mas ao mesmo tempo se estabelece entre os cidadãos conscientes um clima de desânimo, pois enxergam nessa movimentação mais um passo para fortalecer o atraso do País. Não há outro caminho para a necessária correção de rumos: vai ser preciso transformar o cidadão comum em cidadão consciente, com interesse e participação na política. E para isso é necessário um programa de educação para a cidadania, de longo prazo.

Manoel Loyola e Silva magusfe@onda.com.br

Curitiba

Reeleição para fazer o quê?

Para que Bolsonaro quer ser reeleito? Até agora o único objetivo por ele ostensivamente declarado, além de sua reeleição, é a defesa de sua família e seus amigos. Contrariamente a suas promessas eleitorais de 2018, no governo tem discreta e ardilosamente defendido os interesses do corporativismo estatal, por meio de bloqueios e retardamentos de todas as iniciativas que toma o Congresso visando a reformar a administração pública, a legislação tributária e a legislação eleitoral, além de introdução de melhorias no combate à corrupção, como a prisão após condenação em segunda instância. É isso o que Bolsonaro pretende continuar fazendo num segundo mandato na Presidência? Acha mesmo que o País precisa disso? Se acha, por que, então, não expõe de modo claro as razões por que tem atuado assim por mais de ano e meio? E não se considera aqui o seu absurdo alheamento quanto à pandemia que já levou mais de 100 mil brasileiros.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

Corrupção

Rachadinha

A propósito da já famosa e até hoje inexplicada rachadinha, lembrei-me de uma canção do imortal mestre Noel Rosa:

“O seu dinheiro nasce de repente/ E embora não se saiba se é verdade/ Você acha nas ruas diariamente/ Anéis, dinheiro e até felicidade/ E o povo já pergunta com maldade/ Onde está a honestidade? Onde está a honestidade?”.

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

O BRASIL TEM URGÊNCIA

Jair Bolsonaro veio a público, diante da nação brasileira, explicar que terá respeito pelo teto de gastos e compromisso com a responsabilidade fiscal (13/8, B1) e com ele estava o presidente da Câmara federal, Rodrigo Maia, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O que isso representou? Bem, ninguém poderá dizer que ele está governando sem apoio do Congresso. Disse, ainda, que “o governo irá destravar a economia  e que os poderes se guiarão juntos na busca de soluções”. Tanto Maia como Alcolumbre, em suas falas, deram apoio ao presidente e disseram que estão prontos para votar quando o governo enviar um projeto de reforma dos servidores aos parlamentares. Por que estou citando tudo isso? É hora de o presidente Jair Bolsonaro aproveitar o momento e enviar o mais rápido possível o projeto de reformas, pois o Brasil precisa andar. O povo brasileiro está sem emprego e a vida, muito difícil, muitos querem trabalhar, mas não têm empregos. A pandemia trouxe uma grande dificuldade para todos, mas os mais pobres estão passando fome. Não dá para ficar discutindo posições políticas, é preciso colocar a mão na massa. O Brasil não pode esperar mais. A cada dia que passa muitas pessoas morrem, e entre essas pessoas não há somente mortos pela covid-19, mas de fome! Quero acrescentar o seguinte: precisamos socorrer urgentemente as pequenas e médias empresas, pois são elas que empregam milhões de pessoas.

Elisiario dos Santos Filho  elisantosfilho@uol.com.br

São Paulo

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DÁ PARA ACREDITAR?

Presidente Bolsonaro, Rodrigo Maia e David Alcolumbre, presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente, se posicionaram pomposamente para declarar que respeitarão o teto de gastos, que estarão alinhados para fazer as reformas necessárias, assim como lutarão para fazer as privatizações. Eles assumiram os compromissos solenemente diante dos ministros, imprensa e povo presente à solenidade no Palácio do Planalto. Depois, vieram os cumprimentos mútuos com tapinhas nas costas, uma bateção que chamou a atenção... Tudo isso foi bonito, muitos sorrisos e esperança de um Brasil melhor. O problema é saber se tudo isso foi para valer ou foi apenas para enganar a plateia. Já vimos muitas cenas assim, mas depois... decepção!

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

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O RISCO DA BANCARROTA

Forma o governo força-tarefa para levar ao Congresso demonstrações do perigo dos gastos ultrapassando o teto. As demonstrações são amplas, inclusive o estado em que se encontra a dívida pública, quase 100% do PIB, além de outras implicações, como gastos sem fonte que, segundo o representante do Santander, podem levar o País à bancarrota. É hora de cuidado com gastos, como no orçamento doméstico: só se gasta até o limite do que se tem ou se pode. É de salientar que a reforma administrativa poderia auxiliar muito na economia dos gastos públicos.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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A REFORMA ADMINISTRATIVA

O anúncio da debandada da equipe econômica – com coragem dito publicamente pelo frustrado ministro Paulo Guedes – vai render muita pressão sobre Jair Bolsonaro. Como presidente, infelizmente, ele não passa de um engavetador de bons projetos para o País. Se Guedes disse, sobre a não entrega da reforma administrativa ao Congresso, que era uma questão política, o vice Hamilton Mourão põe mais lenha nesta fogueira quando diz que essa reforma, para chegar ao Congresso, depende só do presidente da República. Então Bolsonaro, sentindo o golpe, convidou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para um encontro no Planalto e, com a faca no pescoço, sem entusiasmo e convicção, afirmou aos jornalistas que é a favor da reforma administrativa. Conta outra, presidente! 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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LOBBIES

A reforma administrativa e as privatizações não saem por causa dos lobbies do funcionalismo no Congresso. As benesses acabarão!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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FUNCIONÁRIOS INVISÍVEIS E CAROS

Pelo número de funcionários públicos e o valor absurdo gasto com salários, deveriam nos mostrar quantos são por Estado, datas de admissão e “padrinhos políticos”. Quem sabe não apareçam casos de raspadinhas e pessoas amigas sem função. Não é possível ter tanta gente associadas a governos que parecem sempre estar em “banho-maria”, não propõem modernizações e inovações, não relatam corrupções e passam anos nos mesmos lugares, e aparecem apenas para reivindicar aumentos e benefícios.

Carlos Gaspar  carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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VIDÃO

Acabo de descobrir que posso ter uma vida tranquila livre de preocupações financeiras até o fim dos meus dias e ainda deixar pensão para minha esposa e filhos. Basta conseguir um emprego público. Não um daqueles que exige nível universitário com um salário de R$ 2 mil. Eu quero um com salário de R$ 30 mil e primeiro grau incompleto, mais auxílios e penduricalhos. Posso garantir em troca 300 votos nas próximas eleições. Alô, candidatos, alguém se habilita?

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo


BAIXAS NO MINISTÉRIO DA ECONOMIA


Quanta tristeza, na semana que passou houve mais baixas de atores importantíssimos no projeto de reconstrução do País, os secretários Salim Mattar e Paulo Uebel. Tais baixas se explicam não somente pelo “establishment” de um Estado inchado, que se serve dos impostos, ao invés de servir a população por meio deles, mas também como consequência das más escolhas do presidente Jair Bolsonaro, que estabeleceu alianças com agendas políticas contrárias aos ajustes nas contas públicas pelos “cortes na carne”, ou seja, a redução do Estado por meio de privatizações e da reforma administrativa, essenciais para a nossa recuperação e retomada do desenvolvimento econômico e social. As alianças com grupos que lutam, na “contramão”, por um Estado inchado e ineficiente, que muito favorece a corrupção, tem colocado por água abaixo o projeto de reconstrução do País. O que justifica o presidente colocar esse projeto de reconstrução a perder ao estabelecer tais alianças? É urgente que o presidente corrija o seu posicionamento para resgatar a sua proposta de “colocar o País nos trilhos da recuperação e da prosperidade”.


Silvia R. P. Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo


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DESCRENTE


SCRENTE

es

orial ão entrar em Lemissu o.Um dos demissionários da equipe de Paulo Guedes, Salim Mattar, afirmou a existência de mais de 600 estatais, a maioria sendo cabide de emprego e corrupção de políticos. Quando percebeu que nada ia mudar, foi embora. Mais um que acreditou no presidente Bolsonaro.


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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REFÉNS DO ‘ESTABLISHMENT’


Não só o presidente Jair Bolsonaro, mas também todos os demais presidentes anteriores pouco fizeram em prol da privatização das empresas públicas e se tornaram reféns delas. Afinal, essas empresas são o que sustenta os “acordos”, as maracutaias e o toma lá, da cá. Ora, se privatizadas, a politicalha não teria mais onde fazer a boquinha nas tetas do governo. Como explicou o Estadão (A debandada, 13/8, A3), o establishment nada mais é do que a presença maciça do Estado em todas as áreas da economia nacional. Se privatizadas, não haveria mais “aquela” conhecida moeda de troca!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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TRADUÇÃO


Sobre o editorial A debandada, disse o demissionário ex-secretário que “o establishment não quer a transformação do Estado”. No Brasil real, soa como uma minoria corrupta organizada é uma maioria conivente impune...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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QUANDO


Pelo andar da carruagem, vai sendo desenhado no horizonte que a saída de Paulo Guedes do Ministério da Economia não é uma questão de se, mas apenas de quando. Está vazando combustível do “Posto Ipiranga”. Se surgir uma faísca, vai para os ares. A ver nos próximos capítulos...


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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QUE TIPO DE LIBERALISMO? 


A filosofia política do liberalismo nasceu e ascendeu nos séculos 17 e 18, respectivamente, em um movimento de reação ao Estado absolutista, bem como à justificativa divinal para ação arbitrária dos monarcas. Neste sentido, o liberalismo representou, no curso da história, a fixação da estaca dos direitos civis, da limitação da ação arbitrária do Estado frente aos cidadãos – iguais perante a lei. No campo econômico, a controvérsia sobre o que de fato possa definir liberalismo é quase que inesgotável. Grosso modo, pode-se compreender liberalismo econômico pela atuação do Estado na garantia dos contratos, orientando o mercado pelas decisões políticas macroeconômicas, ao passo que a regulação microeconômica (sobretudo das atividades concorrenciais) fica resguardada aos agentes privados. Sempre que esses dois conceitos são revisitados, fico por entender que tipo de liberalismo é este apregoado pelo governo Bolsonaro. Suas ações concretas representam esses conceitos? O que dizer da intenção de instituir imposto nos moldes da antiga CPMF, de caráter conhecidamente regressivo e que venha a elevar a parcela de renda dos contribuintes abocanhada pelo Estado? O que pensar acerca de uma investigação arbitrária, conduzida por órgão do Executivo e direcionada injustificavelmente aos opositores do governo? Tal qual os conceitos, as ações importam e o governo de então cada vez mais se aproxima das experiências fascistas do século passado. 


Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte


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TOLERÂNCIA ZERO NO GOVERNO BRASILEIRO


Foi o que afirmou Jair Bolsonaro a respeito de crimes ambientais em declaração pública a outros 7 líderes mundiais. O fato que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou na semana passada, que o desmatamento na Amazônia aumentou mais de 30% neste último ano, não o impediu de contar aquela mentira. Aliás, se a fábula de Pinóquio se aplicasse a ele, certamente teria desenvolvido uma bela tromba por todas as mentiras que já falou.


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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NOVO LÍDER DO GOVERNO


Deputado federal Ricardo Barros é acusado de receber mais de R$ 5 milhões em propina da Galvão Engenharia. Mas será que ainda existe algum político no Brasil que não tenha culpa no cartório?


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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INDENIZAÇÃO


Que país desigual e imoral o que aceita  que a União (o povo) pague a indenização de ministro de Corte Suprema (Gilmar Mendes) devida a procurador (Deltan Dellagnol). Até quando esta gente insaciável vai saquear o País com seus privilégios? Até mesmo com os seus erros o povo deve arcar? Isso é uma indecência!


Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo 


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IMPUNIDADE LEGAL


Improbidade administrativa no poder público é merecedor de punição e ressarcimento do prejuízo, mas está em vias de caducar. Seis ministros da Suprema Corte votaram pela prescrição no caso de não ajuizada antes de cinco anos do malfeito. Se tal acontecer, será um acintoso caso de impunidade legalmente consentida.  


Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)


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PODER DO POVO


Em mais um delírio, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que “toda tirania deve ser afastada, inclusive a tirania que elege o Executivo e o Congresso Nacional”. Incrível constatar que Sua Excelência esqueça que o parágrafo único ao artigo 1.º da Constituição federal preceitua que “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente nos termos da Constituição”. Que tirania é esta que só o ministro é capaz de conceber? Nunca é demais lembrar que o povo não existe por causa do rei, mas o rei existe por causa do povo!


Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro


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COBRANÇA INDEVIDA E CONSTANTE


A empresa Claro me envia mensagens constantes cobrando faturas já pagas. Nas últimas, dizendo que as do mês 7 e 8 estão em aberto, mas estão devidamente quitadas. Confesso que estou revoltado com mensagens infundadas contínuas. Seria interessante fazerem o devido levantamento nos controles e me deixarem em paz.


Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo


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CEM ANOS DA LUSA DO CANINDÉ


É lamentável que a gloriosa Portuguesa de Desportos esteja completando seu centenário em situação tão difícil, quer nos campos de futebol, quer em termos administrativos. Vamos lutar para que ela se erga novamente.


Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

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