Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Fissura democrática

São incompreensíveis os reais objetivos da atual administração federal. Jair Bolsonaro mostra-se sem rumo, perdido em heresias e devaneios. Ora diz, ora desdiz. Ora se compromete, ora se perde ao defender miraculosas teorias estapafúrdias de sua base mais feroz, sedenta por valores estranhos aos ideais preconizados pela Carta da República. Um (des)governo como esse tem um alto custo, hoje representado pela irreparável perda de quase 120 mil vidas, levadas tanto pelo novo coronavírus como pela incompetência em gestão da coisa pública e pela completa falta de aptidão para a liderança do País. Enquanto as incertezas circundarem o Planalto, dificilmente será possível enxergar um caminho que nos faça superar a crise provocada pela covid-19. Do mesmo modo, enquanto não ficarem claras as reais intenções da gestão Bolsonaro, soará cada vez mais perceptível a tentativa de seu clã de provocar uma fissura democrática (como ele próprio acredita). Não permitamos retrocessos institucionais e democráticos!

RENATO MENDES DO NASCIMENTO

LAW@RENATONASCIMENTOLAW.COM.BR

SANTO ANDRÉ

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Motivos de impedimento

Diante de tudo de errado que já se sabe sobre o governo Bolsonaro, podemos dizer que o Brasil está sendo presidido por uma espécie de "cadáver insepulto". O envolvimento da família Bolsonaro nas rachadinhas fica cada vez mais evidente, bem como o papel de contador do peculato desempenhado por seu braço direito, Fabrício Queiroz. E o imbróglio do advogado "Anjo" com o pagador de propinas da JBS, fazendo negócios com o procurador-geral da República a mando do próprio presidente? Sem falar no esquema de espionagem ilegal montado no Ministério da Justiça, desbaratado e proibido pelo Supremo Tribunal Federal. Qualquer desses escândalos já é motivo de sobra para o impeachment de Jair Bolsonaro.

MÁRIO BARILÁ FILHO

MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Milicianos?

A Polícia Federal autoriza até quatro armas por pessoa no Brasil (22/8, A12). Por quem nos tomam, por milicianos?

LEANDRO FERREIRA

SILVAALEANDRO619@GMAIL.COM

GUARULHOS

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Pátria armada

Conforme publicado no Estado, com base em decreto do governo a Polícia Federal afrouxa e agora autoriza quatro armas por pessoa. É difícil acreditar que, mesmo o Brasil estando entre os dez países com os maiores índices de criminalidade do mundo, o governo autorize a compra de quatro armas de fogo pela população. Isso só vai aumentar o número de homicídios, os crimes contra a mulher, os assassinatos em brigas de trânsito, os acidentes domésticos e outras situações de risco letal. E mais: o decreto autoriza a venda a qualquer pessoa, seja um cidadão de bem ou um membro de milícia. Ah, mas com essa facilidade vai aumentar o número de votos dos milicianos em Jair Bolsonaro nas próximas eleições...

CLÁUDIO MOSCHELLA

ARQUITETO@CLAUDIOMOSCHELLA.NET

SÃO PAULO

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Hierarquia

Não há que reclamar, elegeram um capitão para comandar generais. Nesse contexto a ordem dos fatores altera o produto!

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

FRANSIDOTI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Meio ambiente

Amazônidas

Parabéns ao doutor Evaristo de Miranda pelo artigo Amazônia – realidade e soluções (22/8. A2). É o melhor texto sobre a Amazônia publicado nos últimos tempos. Os brasileiros, todos, precisam saber que a Amazônia não é um jardim botânico ou zoológico, nem terra de ninguém. Lá vivem mais de 25 milhões de brasileiros, em mais de 500 cidades, que trabalham, produzem e devem ter assegurados todos os direitos consagrados na Constituição. Menos folclore e mais realidade. Menos mentiras e mais verdades. Não é apenas um paraíso verde intocável, muito menos uma área devastada à beira de se transformar em deserto. Esse sugerido relatório anual deveria ser obrigatório, por lei. Há gente demais falando bobagens e difamando o Brasil, com sérios danos à nossa imagem no exterior. Nós, brasileiros, precisamos conhecer melhor a Amazônia, para defendê-la com eficiência e eficácia. Na minha opinião, já é mais do que tempo de disciplinar e regularizar os garimpos na região, como determina a Constituição federal (artigo 20, IX e XI, artigo 21, XXV, e artigo 174, § 3.º).

ADILSON ABREU DALLARI

ADILSONDALLARI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Preservação da natureza

Nosso vice-presidente, general Hamilton Mourão, e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, parecem estar participando de um campeonato sinistro para ver quem consegue liquidar mais hectares nas áreas preservadas da Amazônia, da Mata Atlântica e do Pantanal. Esses biomas eram destinados à proteção, preservação e conservação da vida, da flora e da fauna desses santuários. Mas, pelo que se tem visto, ambos executam uma política perversa para ver quem consegue destruir mais em menos tempo, seja na base do fogo ou da motosserra.

MARIZE CARVALHO VILELA

MARIZECARVALHOVILELA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Planos de saúde

Reajustes

Até onde irá a irresponsabilidade deste (des)governo com a saúde dos brasileiros? Além de um interino no Ministério da Saúde há meses, temos também um presidente interino na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que entre outras funções cuida dos reajustes dos planos de saúde. Depois de um pronunciamento do presidente da Câmara dos Deputados sobre reajustes abusivos, ele determinou a suspensão de setembro a dezembro de novos aumentos. Muito tarde. A maioria dos planos foi reajustada em julho e agosto. O meu sofreu reajuste de 19% este ano. Estamos ao deus-dará.

SYLVIO FERREIRA

SYLVIOFERREIRA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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EDUCAÇÃO OU CANHÃO?

O governo federal, por intermédio da Polícia Federal, está facilitando a compra e a posse de armas de fogo no País. Todos sabemos que tal atitude aumenta a violência, ainda mais num país socialmente desigual como o nosso. Precisamos de mais educação ou de mais canhão? Essa escolha deve ser feita pelo eleitor na próxima eleição.

Valdomiro Trento valdomirotrento@hotmail.com

Santos 

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TAXAÇÃO DE LIVROS

É totalmente incompreensível e controvertido a vazia justificativa da equipe econômica e do próprio ministro Paulo Guedes que buscam subterfúgios para o retorno da taxação de livros e afins. Que a reforma tributária será (assim espera-se) um mecanismo de desburocratização e correção das injustiças tributárias isso é um fato esperado. Agora, melhor sorte não acompanha o argumento do governo para taxação dos livros. Livro, contra-argumentando o ministro, não é objeto restrito a elites que se valem dele para alargar as desigualdades sociais e econômicas, do contrário, livros são portas para mitigar e para auxiliar a construção de um futuro mais justo e igual para nossa República. Taxá-los não apenas dificultaria o acesso a eles pela população mais vulnerável economicamente, como também serviria a tributação deles de desincentivo à leitura, criando assim uma barreira ao conhecimento, e aí, sim, elitizando o produto ao restringi-lo pelo valor a algumas pessoas que disponham de recursos para adquiri-lo. Existem inúmeros outros objetos "de elite" passiveis de tributação e que já encontram fundamento constitucional para sua taxação, a exemplo das grandes fortunas. Ao invés de tributar o conhecimento, deveria o governo Bolsonaro se preocupar em tributar o armamento, que, ao contrário dos livros, gera flagrantes malefícios e interrompe prematuramente vidas e sonhos de um país e uma República melhor e mais justa.

Renato Mendes do Nascimento law@renatonascimentolaw.com.br

Santo André

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NADA ALÉM DA OBRIGAÇÃO

Há pelo menos um analista político que, ao reportar a não derrubada pela Câmara dos Deputados do veto de Jair Bolsonaro que restringe o reajuste de salários de servidores, acrescenta, no mesmo fôlego, que o chefe do Executivo, ao agradecer a setores do Congresso pelo desfecho, não citou especificamente o nome de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa e principal responsável, segundo o mesmo comentarista, pelo resultado. A mais importante parcela dos representantes do povo, ao se manifestar em benefício da sociedade e retificar uma decisão equivocada anteriormente tomada pelo Senado federal, como ocorreu, nada fez além de sua obrigação e agiu, dentro do que se espera, como um colegiado consciente, sem necessitar, portanto, de reconhecimentos pessoais específicos. Afinal, não é justo desejar que seja replicada, no nível superior de atividade parlamentar típico do Congresso Nacional, a atitude menor de partidários de vereadores e deputados estaduais quando fixam faixas com os  nomes dos políticos aos quais servem, em locais visíveis dos respectivos municípios, em tom de agradecimento por determinadas obras públicas, o que, evidentemente, irrita  os outros habitantes, meros eleitores.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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O PODER DO VOTO E DO VETO

Placar histórico na Câmara dos Deputados: 316 a favor do veto ao aumento do funcionalismo público contra 165 deputados que votaram contra o veto. Vitória da Câmara, que fez bonito, vitória de Jair Bolsonaro e do povo em geral. Agora vamos listar os nomes do 165 insensíveis aos problemas do Brasil, para que nunca mais sejam reeleitos. Urna eleitoral não é lata de lixo!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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MAIA & DAVI

O primeiro demostrou força na aprovação do veto de Bolsonaro ao reajuste dos servidores. O outro sumiu... Alcolumbre está de olho na reeleição do Senado (por isso aprovou o aumento dos funcionários públicos durante a pandemia). E, também, está de olho na eleição de Josiel Alcolumbre para prefeito de Macapá (AP). 

Sérgio C. Rosa sergiorosa@uol.com.br

Belo Horizonte 

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GOL CONTRA DO SENADO

O Brasil em crise e o Senado derruba o veto de contenção de reajuste salarial para o servidor público até o final 2021, quando hoje poucos no Brasil têm emprego garantido. Com desemprego desenfreado, receitas em baixa e despesas em alta, era preciso que a Câmara tivesse bom senso e não seguisse o Senado, senão a situação complicaria ainda mais.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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UMA NO CRAVO, OUTRA NA FERRADURA

Os partidos PSB, Rede e Podemos foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a circulação das cédulas de R$ 200, sob a alegação de facilitação de atos criminosos e de corrupção, além de ser inconstitucional. Os senadores se sentiram ofendidos pela fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, que chamou de "crime contra a Nação" a derrubada do veto presidencial na questão do aumento salarial dos servidores públicos. A Câmara dos Deputados, neste caso, foi mais sensata e responsável e manteve o veto - num momento em que milhares morrem, de desemprego, fome e corte de salários. Mas, por outro lado, os parlamentares aprovaram o vergonhoso Fundo Eleitoral de R$ 2,03 bilhões para bancar campanhas eleitorais. É uma no cravo e outra na ferradura!

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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INUSITADO

Em mais uma inusitada jogada midiática, os partidos PSB, Rede Sustentabilidade e Podemos foram ao Supremo para impedir a circulação da nova nota de R$ 200. Por economia processual, que tal o STF montar "tendas" nas áreas de comércio popular Brasil afora, entre elas as Ruas Uruguaiana, no Rio de Janeiro, 25 de Março, em São Paulo, e o Mercado Modelo, em Salvador, disponibilizando, no varejão, as planetárias decisões monocráticas de seus membros? Liberação de alvarás e escrituras públicas em exigência, de festas rave em reservas ambientais, habeas corpus para síndicos venais, por exemplo, tudo que ver com o atual modus operandi da Corte, não mais demandariam deslocamentos de suplicantes políticos à Praça dos Três Poderes, por consequência. Em conexão, para os doutos ministros, nada mal, vez que, além da milhagem contabilizada, diárias e afins lhes seriam concedidas para cobrir as despesas nos dias de plantão nas tendas, sem contar a visibilidade advinda dos holofotes e câmeras da mídia sensacionalista. "Garçom, fecha a conta e passa a régua, por favor!"

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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A PROPÓSITO

A Rede Sustentabilidade, o Podemos e o PSB ingressaram juntos com ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender ato do Conselho Monetário Nacional (CNM), vinculado ao Banco Central, que aprovou o lançamento e circulação da nota de R$ 200, alegando que a introdução de uma nota com alto valor de face pode favorecer crimes de ocultação e lavagem de dinheiro, pois o transporte de numerário por fora do sistema financeiro e dos controles estatais ficará facilitado. Não seria o caso, então, de também pedirem na ação que se limitem as velocidades dos carros em 50 km por hora, evitando-se acidentes, retirem-se os sofás das salas, para que ali não haja quaisquer traições, e que peçam, ainda, a revogação da lei da gravidade em prédios residenciais para que não caiam mais pessoas de suas janelas?

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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SECOS E MOLHADOS

Se acolhida a ação dos birrentos partidos PSB, Rede Sustentabilidade e Podemos, impetrada no Supremo para barrar a circulação das novas notas de R$ 200, difícil não confundir o STF com os Armazéns e Quitandas de Secos e Molhados, dos tempos de meus avós, que vendiam de tudo. STF, a que ponto chegamos!

Bruno P. David de Oliveira brunopdavid@gmail.com

Rio de Janeiro

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ONDE ESTÁ A LEI?

No Rio de Janeiro, o crime controla 1.400 favelas, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe o Estado de enfrentá-lo alegando risco de vida aos moradores. Afinal, de que lado está a Justiça?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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STF X POLÍCIA

Graças às decisões do Supremo Tribunal Federal, e conforme relatório da gestão Witzel, o controle do Estado do Rio de Janeiro está mudando de mãos, ou seja, o crime está vencendo ou já venceu. Não demora muito, assumirão vagas na Suprema Corte. Ou será que já assumiram?

Eduardo Cavalcante da Silva cavalcante_1000@hotmail.com

São Paulo

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ESTRANHOS DEPÓSITOS

Nesta época digital, está ficando cada vez mais difícil de explicar o porquê dos depósitos em espécie. Foram 1.512 depósitos entre 2015 e 2018, feitos em favor de Flávio Bolsonaro e sua loja de chocolates. É exemplo clássico da máxima da Lei de Murphy, "as denúncias sobre rachadinha vêm na pior época possível, para causar o maior estrago".

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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CHOCOLATE, UMA BOA ALTERNATIVA

A pandemia fez com que muitos empreendedores na área do comércio fechassem as portas. Estabelecimentos que há décadas funcionavam a todo vapor ficaram na lembrança. Empresários perderam tudo e não sabem como recomeçar. A vida é, mesmo, assim, uns fecham as portas e outros abrem as portas. Muita gente que antes da pandemia não pensava em investir no ramo do comércio agora está se arriscando. Como diz o ditado, na dificuldade podem surgir grandes oportunidades. Àqueles que pensam numa nova vida, um conselho: busquem informações sobre setores que mostrem boas expectativas neste momento.  Estudem as possibilidades de sucesso. Façam um planejamento detalhado e sigam em frente. A imprensa tem mostrado que loja de chocolate dá muito dinheiro. Pode ser uma boa dica. É o cacau proporcionando muito "cacau".

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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AS VOLTAS DA LEI

Todo governo que está no poder é alvo de críticas e sempre são descobertas as falcatruas. A Operação Lava Jato expôs ao máximo como o governo do PT, seguido de partidos como PSDB, MDB e outros, roubou os cofres públicos. Agora Flávio Bolsonaro é o alvo. Tempo e dinheiro serão consumidos para provar o envolvimento dessas pessoas. Não tenhamos o sonho de vê-las punidas. Depois de tantas investigações em que se provou a corrupção no governo Lula, tudo voltará ao normal com uma canetada do STF anulando tudo o que foi feito. O mesmo acontecerá com Flávio Bolsonaro x Queiroz. Mesmo os crimes sendo provados, sempre teremos advogados recorrendo e tornando os atos da Justiça anulados. Já vimos esse filme tantas vezes. Ouvi de um advogado que toda sentença pode ser reformada. Ou seja, nada é definitivo. O que é crime hoje amanhã será visto como boa ação. Triste Brasil.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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AS AVES DA MESMA PLUMAGEM

O guru americano e ex-conselheiro de Donald Trump e da família Bolsonaro, Steve Bannon, foi preso nos Estados Unidos, por fazer a conhecida rachadinha, por fraude bancária, por falsificação de documentos, por lavagem de dinheiro e por disseminação das famosas fake news. Pagou US$ 5 milhões de fiança para responder em liberdade. Pelo retrospecto, muita semelhança com o que está acontecendo não só no governo Trump, mas também com o governo Bolsonaro. Como dizia aquela sábia senhorinha de Taubaté: "Meu filho, são as aves da mesma plumagem!" 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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LIBERDADE CONDICIONAL

Que exemplo nos dá a terra do ídolo de Bolsonaro, os Estados Unidos. Steve Bannon fez campanha para arrecadar fundos para a construção do muro da vergonha, entre EUA e México, embolsou US$ 1 milhão e, agora, para responder em liberdade, paga US$ 5 milhões, sem direito a passaporte, viagem de avião ou barco e sem poder visitar a família Bolsonaro! E lá não tem o Gilmar!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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O LULA DE SEMPRE

Lula disse que errou ao dar refugio a Cesare Battisti, mas, como é próprio da sua índole, jogou a culpa em Tarso Genro, que acreditava ser ele inocente. Devia estar com problemas de audição, pois não ouviu 60 milhões de italianos dizendo que Battisti era um assassino. É o velho Lula de sempre, inocente, que não viu nada, não ouviu nada, não sabe nada e culpa os outros. Conforme o tempo passa, os bons vinhos ficam melhores. Lula virou vinagre, não de mesa, mas de desentupir ralos.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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CESARE BATTISTI & LULLA

Ninguém sabia que Tarso Genro foi o responsável pela permanência do Battisti no Brasil. Só o Lulla...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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$.O.$.

Neste macabro, sombrio e tenebroso 2020 pandêmico, o câmbio já teve uma depreciação de nada menos que 38% (!) até agora. A continuar assim, de vento em proa, onde a economia do País vai parar? Quem sobreviver verá...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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