Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2020 | 03h00

Reforma administrativa

Empurrando para a frente

Belo espetáculo o proporcionado por nossos políticos! Encenaram medidas que aliviariam o peso da folha do funcionalismo no orçamento público, mas não deixaram claro que as medidas só valeriam para os novos concursados. Isto é, seriam mantidos para os servidores atuais os absurdos vistos nos seus holerites: salários, penduricalhos e vantagens inimagináveis na iniciativa privada. Estão empurrando o problema para a frente, pois vão aposentando um contingente enorme de pessoal que gozará esses absurdos até a morte. E nós pagando para esses mesmos políticos serem reconduzidos ou reeleitos, bem como arcando com os altos salários que irrigam contas bancárias de milhões de apaniguados.

ITAMAR C. TREVISANI

ITAMARTREVISANI@GMAIL.COM

JABOTICABAL

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Proposta desidratada

Provavelmente por não concordar com a manutenção dos incontáveis privilégios do alto funcionalismo na ativa, o secretário Paulo Uebel, autor da reforma administrativa, pediu as contas e deixou o Ministério da Economia no mês passado. Uebel fazia parte da equipe de Paulo Guedes desde o início do governo e a proposta estava pronta fazia tempo, mas só após sua saída e a consequente desidratação da reforma, fazendo-a valer apenas para novos servidores, é que o presidente se dispôs a submetê-la ao Congresso. Mais uma “arregada” de Jair Bolsonaro, que não teve coragem de mexer no bolso da privilegiatura, parte considerável formada por seus amigos militares.

HERMAN MENDES

HERMANMENDES@BOL.COM.BR

BLUMENAU (SC)

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INSS para todos

Considerando a proposta de poupar os servidores em atividade, que significa a extinção do sistema atual quando o último servidor sair da atividade, o mesmo poderia ser feito com os Regimes Próprios de Previdência Social. Aprovada a reforma, todos os servidores públicos obrigatoriamente fariam parte do Regime Geral de Previdência Social e todos os demais regimes seriam extintos e assim a população não arcaria com suas despesas administrativas. Os novos funcionários seriam segurados pelo INSS, aumentando sua carteira de clientes.

FRANZ JOSEF HILDINGER

FRZJSF@YAHOO.COM.BR

PRAIA GRANDE

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Pandemia

Vacina ou cloroquina?

Contrariando a Lei 13.979, artigo 3.º, que trata da vacinação compulsória contra a covid-19, assinada pelo presidente Bolsonaro, agora ele mesmo diz que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. Espera-se, diante disso, que seja feita pelo governo propaganda intensiva sobre a necessidade da vacina – foram gastos bilhões de reais para estabelecer parcerias e investir na sua produção – para sustar as mortes causadas pelo novo coronavírus, que já passam de 122 mil, e ajudar o País a voltar ao normal. Torçamos para que o presidente se corrija e fale tanto sobre isso, obsessivamente, como tem feito com a tal cloroquina. É apavorante a possibilidade de Bolsonaro, contestando o planeta, continuar acreditando mais na cloroquina do que na vacina.

ENI MARIA MARTIN DE CARVALHO

ENIMARTIN@UOL.COM.BR

BOTUCATU

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Ignorância ilimitada

Eu não ficaria desconfortável se o sr. Jair limitasse sua ignorância aos chegados dele. Mas ele é um transtornado e dissemina sua ignorância, a exemplo da deseducação, do desrespeito ao distanciamento e ao uso de máscara e da propaganda da cloroquina. Tudo o que é ruim pode piorar e ele agora está usando a Secretaria de Comunicação da Presidência para desqualificar a vacina. Pena que a ignorância não cause dor...

SÉRGIO BARBOSA

SERGIOBARBOSA19@GMAIL.COM

BATATAIS

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Lava Jato

Início do fim

A queda do procurador Deltan Dallagnol marca o início do fim da Operação Lava Jato, para felicidade dos corruptos e decepção de quem execra a corrupção. O procurador-geral da República, Augusto Aras, mostra-se empenhado em desmantelar a força-tarefa de Curitiba, sob as graças da choldra que se empapuça com o dinheiro público, em detrimento de milhões de brasileiros necessitados de saúde, educação, etc. Lamento viver este momento da História do Brasil, que me entristece e vai permitir a continuidade das velhas maracutaias.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

MARIONEGRAO.BORGONOVI@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Vitória da corrupção

Sergio Moro foi enganado e saiu da cena do combate à corrupção. Deltan Dallagnol, afastado do comando, não volta mais. E Lula da Silva será inocentado, pois jamais foi corrupto e ainda será coroado como o Rei Inocêncio deste país.

EUGÊNIO IWANKIW JUNIOR

IWANKIWJR@HOTMAIL.COM

CURITIBA

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Derrota da decência

Enfim Deltan Dallagnol está fora da Lava Jato. A decência é derrotada mais uma vez. Exultam os canalhas!

RICARDO HANNA

RICARDOHANNA@BOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Amargo despertar

A Nação continua dormindo, mas o sonho acabou. Foi interrompido pelo ronco da corrupção, de há muito deitada em berço esplêndido.

A. FERNANDES

STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Marcelo Crivella

Impeachment

O prefeito do Rio de Janeiro – cidade perdida em insegurança, onde a saúde está um caos, o transporte público é caótico e a corrupção sai pelo ladrão (sem trocadilho) – paga com dinheiro público agentes para ficarem em frente aos hospitais e não deixarem que a imprensa denuncie o caos. Se isso não for motivo suficiente para o impeachment desse que é considerado o pior prefeito do Rio, nada poderá tirar a cidade do caos.

MARCOS BARBOSA

MICABARBOSA@GMAIL.COM

CASA BRANCA


REFORMA ADMINISTRATIVA


O presidente Jair Bolsonaro promete encaminhar hoje ao Congresso Nacional a proposta de reforma administrativa. As mudanças deverão valer só para os novos servidores federais, estaduais e municipais (Estado, 2/9, B5). Os atuais 9,77 milhões de funcionários, que equivalem a 21% da massa de trabalhadores formais do País, continuarão como estão. Isso tranquiliza o setor e encaminha a solução do problema na transição da aposentadoria dos atuais para a contratação dos novos concursados. Embora abrigue mazelas que escandalizam a Nação, por altos salários, vantagens e outras impropriedades de alguns, a grande parte do funcionalismo não tem salário exagerado e cumpre seus deveres. Os problemas que o setor apresenta foram desenvolvidos por séculos, desde o tempo do Brasil-Colônia. Resolvê-los em uma ou duas gerações nos parece adequado. Será melhor do que mergulhar a classe no terror que fatalmente levaria a uma enxurrada de ações judiciais.


Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

        

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REFORMA DO NADA


Fazer uma reforma administrativa que não inclua os atuais servidores públicos e nada não é a mesma coisa, mas é quase. Não foi para isso que Bolsonaro foi eleito. Procura-se um estadista.


Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


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O DEDO NA FERIDA


A já por demais atrasada reforma administrativa, se realmente acontecer, não pode deixar de contemplar certos aspectos das atuais regras, sobretudo no que tange aos privilégios. Licenças-prêmio, por exemplo, são verdadeira aberração que não têm mais razão de ser em plena e grave crise econômica. Além disso, tão ou mais importante é a famigerada estabilidade de emprego, pois demitir um funcionário público pelas regras atuais, só se for por falta gravíssima. Estes e outros privilégios geraram, com raras e justas exceções, a velha e conhecida indolência do servidor público e, por conseguinte, a qualidade ruim dos serviços prestados. Reforma administrativa sem tocar o dedo na ferida, como quer o presidente Bolsonaro, não terá valia alguma.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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PRIVILÉGIO DE SERVIDORES


Espero que com a reforma acabem com um monte de cargos que só sugam dinheiro público, abrigam quem não comparece ao trabalho e só bate ponto – ou quem tenta impedir a imprensa de trabalhar na frente de hospitais públicos, como no Rio de Janeiro. Nós, servidores públicos, não temos direito a FGTS, estudamos muito para passar em concurso e nos dedicamos para servir a população, ter estabilidade e direito a uma aposentadoria justa. É pedir muito?


Fabiano da Silva fabianodasilva09@yahoo.com.br

São Paulo


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O JOIO E O TRIGO


A propalada reforma administrativa não acaba com privilégios dos agentes políticos, assessores que acompanham os políticos eleitos, os tais cargos comissionados, verdadeiros gafanhotos do dinheiro público, como são os políticos. No Estado de São Paulo, direitos foram surrupiados dos policiais, professores, servidores da saúde e de todo o funcionalismo. No Judiciário, em ações que levam anos, o direito é reconhecido. Não é privilégio, e sim direito que o legislador estabeleceu. Na verdade, quem trabalha e cumpre com sua obrigação é roubado pelo Estado. Separe-se o joio do trigo. A imprensa se faz de besta e não trata o assunto devidamente. Aliás, regra para atender a interesses.


Edmar Augusto Monteiro eamonteiroea@hotmail.com

São Paulo


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DELTAN DALLAGNOL


O procurador da República Deltan Dallagnol está deixando a equipe da Operação Lava Jato e será substituído pelo procurador Alessandro José Fernandes de Oliveira, que atualmente faz parte do grupo de trabalho da Lava Jato da Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiado pela subprocuradora-geral Lindôra Maria Araújo. E assim tal é mais uma vitória para os interesses políticos do presidente Jair Bolsonaro e de alguns desafetos de Dallagnol, como, por exemplo, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. E é uma grande pena que não se possa dizer o mesmo sobre os interesses políticos da população brasileira, pois, neste ponto de nossa história, os interesses de alguns grupos privilegiados, escudados pelos próprios governo e STF, diferenciam-se dos interesses da população, sendo que os parâmetros dessas diferenças de interesses têm que ver com as noções de Direito e de justiça misturadas numa resultante que confunde o legal e o legítimo, o espírito da lei com a letra da lei, interpretando-se esta a bel-prazer dos interesses dos poderosos de plantão e em desfavor dos interesses da população.


Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro


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VITÓRIA DA CORRUPÇÃO


Ao cumprimentar o procurador Deltan Dallagnol pelos excelentes serviços prestados à Nação no combate a esta ferida mortal chamada corrupção, estendo meus agradecimentos aos demais procuradores e juízes da mesma estirpe. Por outro lado, lamento a perda para esta missão de um baluarte da pátria, do nível do ex-juiz Sergio Moro, que, com coragem e fibra, sem nenhuma mácula até agora revelada, se expôs à sanha de corruptos que tiveram sua boquinha revelada. Entendo muito bem suas agruras porque, no idos anos de 1992 a 1995, tive a oportunidade de gerir vultosos recursos públicos como superintendente do Hospital das Clínicas de São Paulo, da ordem de US$ 360 milhões/ano, dos quais US$ 120 milhões para as despesas do dia a dia. Em dois anos, com o indispensável apoio do governador Luiz Antonio Fleury e do secretário do governo Claudio Alvarenga – que destinaram recursos suficientes – e de assessores probos e competentes, economizamos US$ 30 milhões, além de zerar a dívida de US$ 12 milhões de quando assumi o cargo. Mas não ficou barato. Já na minha gestão fui perturbado por pegadinhas e, após minha exoneração pelo governo Covas, tive de me defender no Tribunal de Constas do Estado de São Paulo (com sucesso) e no Tribunal da Justiça, por não enviar um prontuário de um paciente a uma juíza. Custou-me uma condenação. Portanto, meu caro Dallagnol, o agradecimento de quem sabe, por vivência nesta área, que combater corruptos custa caro, muito caro.


Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo


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AFINAL CONSEGUIRAM!


Decretado o fim da Lava Jato, Deltan Dallagnol foi “aposentado”. Vitória das oligarquias corruptas de plantão.


Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião


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VAI FAZER FALTA


Durante seis anos, Deltan Dallagnol comandou a força-tarefa da Lava Jato, que desvendou o maior esquema criminoso da República. Agora se afasta, motivado por forças ocultas – diga-se Augusto Aras, da Procuradoria-Geral da República (PGR). A bandidagem comemora e, se houver punição, será pela justiça divina, porque a dos homens é uma verdadeira piada.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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REPUGNANTE


A notícia da reunião do procurador-geral da República com um ministro do STF para defender o foro privilegiado do senador Flávio Bolsonaro é repugnante. Contrariando as normas da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, que prevê a atuação do procurador somente nos casos de interesses individuais indisponíveis, quais sejam: direito à vida, à liberdade, à saúde e à dignidade – o que não se aplica no caso do senador.


Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim


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FAUSTO E MEFISTÓFELES


Merece ser ministro dos excelsos tribunais, como o STF, quem está disposto a praticar o mais reles servilismo para ocupar tal cargo? Tal comportamento abjeto e vexatório, por si só, já não deveria desqualificar seu praticante para tomar assento nas altas esferas do Poder Judiciário? Fausto, que vendeu sua alma a Mefistófeles, o demônio das lendas germânicas, só foi imortalizado na literatura por Goethe e Thomas Mann, geniais escritores alemães, porque negociou sem perder certa altivez.


Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte


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VENEZUELIZAÇÃO


O desastre é muito, muito grande. A famiglia Bolsonaro, sob apoio, senão complacência, das Forças Armadas, está montando estrutura de máfia: um protetor na chefia do Ministério Público, um protetor no Ministério da Justiça, um protetor na direção da Polícia Federal; protetores no Superior Tribunal de Justiça, alguns protetores no Supremo Tribunal Federal – e, certamente, mais dois até o fim do mandato; protetores no Congresso Nacional; e agrados e mais agrados às Forças Armadas e às polícias militares. Quem poderá com a famiglia Bolsonaro? Começaram com rachadinhas e já chegaram ao rachadão com um certo advogado. É daí para cima. É a venezualização do Brasil.


Milton Bonassi mbonassi@uol.com.br

São Paulo


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‘THE NEW YORK TIMES’


famiglia Bolsonaro está fazendo história, também internacionalmente. Ora, foi notícia de destaque no jornal americano The New York Times, especialmente sobre os R$ 89 mil depositados na conta corrente da primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo gestor da rachadinha, Fabrício Queiroz, e sua esposa Márcia Aguiar, a mando de Flávio Bolsonaro. Na conclusão da matéria jornalística, afirma-se que as investigações ameaçam o presidente Jair Bolsonaro. Na verdade, não seria mais producente que o presidente abrisse o jogo, ao invés de ficar na posição de ema com a cara enfiada na terra e o resto do corpo exposto? Fica a dica!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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‘CIDADE LIMPA’ EM RISCO


Li com perplexidade a matéria publicada na terça-feira (1/9) sobre o enfraquecimento da Lei Cidade Limpa. Decisão retrógrada, antiga, danosa para a cidade e na contramão do combate a todo tipo de poluição que hoje é tão corriqueiro nas grandes metrópoles. A emenda do vereador Eduardo Tuma nos remete aos anos 80, com a cidade escondida embaixo ou atrás de imensa poluição visual.


Andrea Matarazzo, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSD

São Paulo


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RETROCESSO


Parece uma incongruência dizerem que campanhas em São Paulo vão incorporar pauta verde quando a Câmara paulistana votou recentemente flexibilização da Lei Cidade Limpa, PL de autoria do vereador Ricardo Tuma. Um retrocesso inimaginável do que foi implantado na primeira gestão de Gilberto Kassab, que assumiu a prefeitura quando José Serra pulou fora para concorrer à Presidência. Há que dizer que toda a excelente equipe de Serra permaneceu, inclusive Andrea Matarazzo, que ocupou cargos como secretário de Serviços e de Subprefeitura e também como subprefeito da Sé. Foi nessa época que foi posta em prática a Lei Cidade Limpa, mudando a paisagem de São Paulo, poluída por cartazes, faixas penduradas em qualquer lugar e lambe-lambes colados em postes e muros. Isso causou insatisfação naqueles que viviam da propaganda e que tiveram de se reinventar para atender à lei e não poluir visualmente a cidade. Mas valeu muito a pena e o paulistano experimentou orgulho pela sua cidade. A verdade é que na segunda gestão de Kassab, reeleito pelo sucesso da primeira, tudo começou a desmoronar e em 2009 Andrea Matarazzo saiu da Prefeitura. Mas as raízes da Cidade Limpa foram plantadas, e agora tudo isso pode sofrer um retrocesso se não impedirmos que essa lei seja confirmada numa segunda votação e, depois, ser sancionada pelo prefeito Bruno Covas. Temos de impedir que tal aconteça. Que tal mandar mensagens para nossos muy produtivos vereadores para que não destruam aquilo que mostrou ser um sucesso de uma gestão bem feita?


Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo


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BEM-VINDO


Muito bem-vindo o projeto de modificar a Lei Cidade Limpa, de 2006, já aprovado na Câmara Municipal, permitindo a instalação de outdoors no topo de prédios em São Paulo. O primeiro deles deveria ser no icônico e histórico Conjunto Nacional, informando hora e temperatura.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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CIDADE LIMPA


A desculpa é arrecadar mais para a Prefeitura, mas no fundo é ano eleitoral e quem nos garante que os vereadores que aprovarem este descalabro não serão beneficiados? Espero que o prefeito e candidato à reeleição Bruno Covas vete esta aberração dos vereadores, que, em vez de continuarem a despoluir São Paulo, não sei com quais interesse$, votam para emporcalhar o alto dos edifícios. Sou totalmente contra, é retrocesso. Apenas os vereadores contrários se manifestaram. São as bancadas do PT e do PSOL, além dos vereadores Claudio Fonseca (Cidadania), Daniel Annenberg (PSDB), George Hato (MDB), Gilberto Natalini (PV), José Police Neto (PSD), Mario Covas Neto (Podemos), Rodrigo Goulart (PSD), Soninha Francine (Cidadania) e Xexéu Tripoli (PSDB).


Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


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MODERNIZAÇÃO


Cumprimentamos pela modernização da marca do Estadão, que fica mais digital, juntamente com o reposicionamento “vem pensar com a gente”, caracterizando uma nova postura e diálogo com seus leitores. Outrossim, enviamos-lhe as nossas congratulações pela disposição manifestada de criação de um diálogo aberto sobre os temas mais relevantes da atualidade brasileira.


Luiz Gonzaga Bertelli, diretor presidente da União dos Juristas Católicos de SP (Ujucasp) lgbertelli@uol.com.br

São Paulo


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DEBATE


Com 145 anos de vivência jornalística, o Estadão galgou a posição de líder da imprensa brasileira não só pela sua postura moral e conduta ética, como também pela vocação de estar sempre pronto a se modernizar e a se atualizar. Agora, teremos o Vem pensar com a gente, que tem como finalidade congregar a sociedade desejosa de participar de debates, em nível concorrente com as manifestações das redes sociais, mas em elevado patamar cultural. O Estadão fomentará o diálogo e se disporá a ouvir, em processo inovador na imprensa brasileira, de tal sorte que satisfará o desejo dos leitores e apreciadores do bom jornalismo em manter convívio e comunicação com o jornal. Sucesso na certa.


José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro


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‘VEM PENSAR COM A GENTE’


Parabéns ao Estadão pela iniciativa! O Vem pensar com a gente me fez lembrar do meu livro Vem passear comigo, lançado no ano passado.


Lucia Melchert luciamelchert@gmail.com

São Paulo


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NOSSO GARIMPO


Vem pensar com a gente é um convite tentador. Aliás, ao aceitá-lo, o cidadão automaticamente se torna um LEITOR com letras maiúsculas. Foi através da campanha Quer saber? Estadão que muitos leitores ingressaram nestas páginas seculares, se apaixonando por cada matéria. Muito importante essa renovação, vem muito a calhar. O Estadão precisa fazer o convite, afinal o produto ele tem e de sobra. Vem pensar com a gente é sair da bolha da polarização, é um projeto ganha-ganha, em que todos nós ganhamos, pensando juntos. Valores no fim das contas, ser e tornar-se um bom cidadão. O convite é salutar: “um passo à frente, e você não estará mais no mesmo lugar”. Retomada verde, este é o tema, tão caro ao desenvolvimento do País: Angela Merkel expressa sérias dúvidas sobre o acordo sobre o Mercosul (Estadão). Lendo estas páginas, sabemos o porquê. Não podemos ficar inertes, temos como melhorar o poder de opinião através desse convite e, através dele, desenvolver e agregar nas redes sociais da vida. O Estadão está na palma da mão, assim como tudo o que é imprescindível. A informação é ouro, a multiplataforma Estado é o nosso garimpo. Vem pensar com a gente é moderno (desenvolvimento), não entrega pronto, convida para tal.


Leandro Ferreira silvaaleandro619@gmail.com

Guarulhos


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VOZ


Respondendo à pergunta “já pensou?”, feita pelo Estadão ontem (2/9, B12), em página titulada O Estadão é feito para você, eu, como sou assinante há várias décadas do jornal Estado, ouso incluir-me no “para você”. Quero fazê-lo porque tenho tido a honra de ter várias cartas minhas publicadas no seu digno Fórum dos Leitores, portanto, com a devida vênia, a expressão “a nossa voz é a sua”, também contida na aludida página, com todo respeito quero que este determinativo contenha também minha voz. Esta inclusão, para mim, é quantum satis, o quanto basta, o suficiente.


Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

São Paulo

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