Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

28 de setembro de 2020 | 03h00

Cenário institucional

Eterno berço esplêndido

Nosso modelo partidário-eleitoral está debilitando as nossas instituições. Os partidos políticos, equivocadamente abastecidos com dinheiro público, mantêm seus “donos”, que repetem velhas candidaturas porque novas lideranças lhes tirariam o poder financeiro e o domínio político. E a falsa democracia persiste, permitindo-nos votar uma única vez e nos deixando quatro anos de mãos atadas diante dos inaceitáveis descalabros. Como resultado temos um presidente completamente despreparado para gerir o País, porém com poderes para nomear ministros que interferem na vida de todos e integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) que podem afetar o perfil decisório dessa Corte. Além de encaminhar projetos descabidos, como esse relacionado às habilitações de motoristas. Os Legislativos federal, estaduais e municipais sãos os exemplos mais gritantes da desordem nacional. Com estruturas caríssimas, seus participantes se comportando como príncipes de reinos que afundam em vergonhosa pobreza. E pior, guiando suas decisões para atenderem à elite econômica, nunca ao interesse da maioria. E assim, graças às lideranças políticas (sic), o Brasil segue pequeno em seu eterno berço esplêndido, recusando-se a alcançar a maturidade.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO

HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Servidores públicos

Sempre em causa própria

Não estão nem aí conosco. Portanto, penso que seria o caso de pagarmos apenas taxas de educação, saúde e segurança, deixando de contribuir para esse descalabro de self-service do alto funcionalismo público. Primeiro, o ministro Ricardo Lewandowski, como presidente do STF, em plena crise de 2016 exigiu aumento de 16% nos proventos, porque não conseguia viver então com R$ 34 mil mensais, fora 60% de penduricalhos e todas as despesas pagas. A seguir, Jair Bolsonaro segurou a aprovação do congelamento de salários do funcionalismo por causa da crise econômica para permitir o aumento dos soldos da Polícia Militar do Distrito Federal. O STF ainda decidiu pela irredutibilidade dos salários do funcionalismo, mesmo que este trabalhe apenas metade das 200 horas de praxe. Na quarta e na quinta-feira da semana passada fomos brindados com “promoções” em série na Advocacia-Geral da União e no Tribunal de Contas da União, modo pouco sutil de aumentar vencimentos. Finalmente, na sexta-feira a Procuradoria-Geral da República aprovou uma incorporação de 30% aos vencimentos dos procuradores para equipará-los ao Judiciário. Isso decorre da aprovação pelo Conselho Nacional de Justiça da incorporação de 30% aos proventos de juízes que atendem a mais de uma vara judicial – importante notar que esses senhores despacham processos e não trabalham nem um minuto a mais além do normal no atendimento da vara extra, diferença limitada ao cabeçalho dos processos, e se essa estiver em outro município são devidamente indenizados com diárias para cobrir eventuais despesas. Por último, mas não menos grave, o ministro da Economia, Paulo Guedes insiste na CPMF, imposto cumulativo, que vai tributar até as mesadas transferidas por pais a seus filhos. Sendo assim, como todos operam em causa própria, caberia a nós, o povo, que sustenta tudo isso, fazer o mesmo e, como em qualquer contrato, estabelecer nossas condições para aceitar tais servidores e seus custos, de modo que toda remuneração dos Poderes da República seja previamente submetida a plebiscito.

ALBERTO MAC DOWELL DE FIGUEIREDO

AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Extrema direita

Lá como cá

A escolha de Donald Trump para ocupar a vaga na Suprema Corte dos EUA deixada pela grande juíza Ruth Bader Ginsburg é desoladora e um prenúncio do perfil que seu pupilo Jair Bolsonaro escolherá para substituir o ministro Celso de Mello, do STF, que se aposenta em outubro. Amy Coney Barrett, a escolhida por Trump, é uma ultraconservadora, fanática ideológica contrária ao aborto, à assistência médica universal e às causas ambientalistas.

LUIZ M. LEITÃO DA CUNHA

LUIZMLEITAO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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No STF

Direito ao esquecimento

Minha opinião respeita, evidentemente, as que se opõem a ela, mas considero que, se há um direito muito mais plausível do ponto de vista humano, é o direito ao não esquecimento. Argumentar o contrário me parece questão absolutamente estapafúrdia. Seria desprestigiar a própria História. Que tal esquecer o que fizeram Hitler e tantos outros seres humanos execráveis (alguns patrícios contemporâneos incluídos)? Livrar da memória exatamente o que pode servir para não se tornar recorrente. Nosso STF, já tão desgastado com envolvimentos irrelevantes, bem faria se não perdesse tempo com isso, quando demandas gravíssimas permanecem engavetadas por anos a fio.

ADEMIR VALEZI

ADEVALE@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Gastos militares

Os caças Gripen

A aquisição dos 36 caças Gripen para Força Aérea Brasileira trouxe à baila a discussão sobre a necessidade de tal gasto, pois, argumenta-se, não precisaríamos de Forças Armadas por não termos com quem guerrear. Ainda mais quando os recursos dessa compra poderiam ser utilizados em outras áreas necessitadas. Essa visão é equivocada, não considera o que um projeto desse porte agrega ao desenvolvimento do País, pois gera empregos, aumenta o conhecimento científico e tecnológico e cria parcerias entre instituições de ensino superior particulares e militares, entre outros aspectos positivos. Não conheço um único país economicamente desenvolvido e detentor de conhecimento científico-tecnológico com uma Força Armada desqualificada.

ANTONIO MANOEL VASQUES GOMES

AMAVAGO@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

PEGO NA MENTIRA


No discurso na Assembleia-Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro disse que havia dado a cada um dos mais vulneráveis na pandemia cerca de US$ 1 mil como auxílio emergencial. Como mentira tem perna curta, já existem brasileiros interpelando judicialmente o governo sobre essa declaração, pois simplesmente foram excluídos do programa. Afinal, mentir em público, especialmente na ONU, traz problemas para quem diz. Ora, por enquanto, só está sendo questionada essa mentira. Já, já serão as outras inverdades e omissões.


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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MENTIRA


O presidente Jair Bolsonaro falou muitas mentiras e meias verdades em seu discurso na ONU, uma delas passou quase despercebida: o Brasil não alimenta o mundo, simplesmente porque a agricultura brasileira não é voltada para produzir alimentos. Os dois produtos agrícolas mais importantes que o País produz não são usados como alimentos: a soja é usada como ração animal, alimenta os porcos na China, e a cana-de-açúcar é usada para produzir álcool combustível. A crise de abastecimento do arroz deixa claro que a ganância cega para produzir cada vez mais soja e cana está prejudicando o abastecimento de alimentos no País. Bolsonaro deveria ter uma assessoria muito melhor, deveria ser informado do que acontece no País. Este discurso na ONU não foi de improviso, poderia ter sido revisado, o que evitaria o vexame e as eventuais consequências de todas as bobagens proferidas.


Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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A APROVAÇÃO DO PRESIDENTE


Sobre o editorial Elogio à irresponsabilidade (27/9, A3), parte do aumento da popularidade de Bolsonaro se deve ao comportamento irresponsável, porém espontâneo. Os atos irresponsáveis do presidente podem levar à morte, mas transmitem vida, normalidade (que não vigora) e uma sensação (falsa) de que a morte não está ali, na esquina. Já a mídia se empenha para mostrar a triste realidade, esquecendo-se de que o excesso de cores não atrairá admiradores de vitrine de funerária. A sabedoria popular diz que o medo é péssimo conselheiro. Um lado exagera divulgando uma vida sem temores, o outro lado exagera enfatizando os temores da vida. Quem estuda o ser humano e marketing sabe que tristeza não dá ibope.


Celso Francisco Álvares Leite celso@celsoleite.com.br

Limeira


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O USO DOS 40%


Exceto o auxílio prestado mensalmente (R$ 600 e R$ 300), maior que o valor despendido por Lula, não existe motivo para Bolsonaro conquistar 40% da opinião pública, em pesquisa, sobre ser seu governo ótimo ou muito bom. Cheio de tropeços, opções absurdas, intromissões indevidas e aconselhamentos inadequados, o governo Bolsonaro não tem como contar com a porcentagem conquistada. Aliás, como bem salienta o editorial Elogio à irresponsabilidade (27/9, A3), a irresponsabilidade de Bolsonaro pode até lhe render algum apoio entre brasileiros incapazes, mas o porcentual comentado não serve para conquistar investimentos nem posições empresariais que diminuam o desemprego. Entretanto, o porcentual bem serve para Bolsonaro continuar seu governo de escusas e de atribuições de culpas a outros. Ou não?


José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro


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PESQUISA IBOPE


Espetacular o editorial Elogio à irresponsabilidade, na edição de ontem (27/9). Parabéns!


Geder Parzianello gederparzianello@yahoo.com.br

São Borja (RS)


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POPULARIDADE


Antes de o presidente Bolsonaro espocar fogos de artifício e deitar falatório em comemoração ao crescimento de sua popularidade para inacreditáveis 40%, segundo pesquisa CNI/Ibope, sobretudo entre os brasileiros de quase nenhuma escolaridade e que ganham um salário mínimo, convém lembrar que na metade de seu mandato Dilma Rousseff chegou a incríveis 63% de aprovação, em março de 2013, despencando para 31% em julho do mesmo ano e parcos 10% em abril de 2016, um mês antes da admissão de seu pedido de impeachment na Câmara dos Deputados.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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APROVAÇÃO DE 40%


O comportamento da imprensa ao comentar e criticar qualquer fala ou patacoada absurda de Bolsonaro está fazendo exatamente o jogo dele. Ele quer exatamente isto, manter-se sempre no centro do debate político, pois de tanto bater nele a imprensa o vitimiza (que é ótimo para sua popularidade). Qualquer comentário absurdo feito por ele é comentado à exaustão na imprensa escrita e nos telejornais, dando um destaque excessivo a mais um factoide ou sandice deste presidente sem noção. Não quer dizer que a imprensa não deva investigar e denunciar atos do seu governo, deve, sim, porém fazer um jornalismo mais investigativo e menos ideológico. Enfim, parar de servir de escada para elevar o índice de popularidade do presidente populista e sem qualquer plano de governo deste país. Quando se para de aplaudir, o palhaço perde a graça.


Hélio Araújo Cardoso hacardoso@uol.com.br

São Carlos


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BOLSONARO POPULAR


O motivo mais importante deve ser que não ocorrem escândalos de corrupção no Executivo federal e que há expectativas de mudanças em relação ao que acontecia antes. Os antigos não têm como se desvencilhar de suas pechas. Novas denúncias, investigações e processos estão na ordem do dia. E, por mais que sejam tímidas e desfiguradas pelo Congresso, algumas reformas fatalmente ocorrerão e a economia só tem a melhorar. A imprensa parece ter um “osso duro de roer” para assumir uma postura mais objetiva. A cena favorece uma estabilidade de um processo de mudanças “da forma que dá”.


Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo


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‘ESTOU AQUI’


“Estou aqui”, diz Luciano Huck, na reportagem de 22/9 (página A4). Por que Huck precisa ser candidato à Presidência da República? Há muitos caciques incentivando esta candidatura por ser um nome novo, sem as contaminações dos atuais político$. Sou contra, ele é novo e pode esperar. Num trecho de sua fala com políticos destaquei: “Temos neste ano um ciclo eleitoral nas cidades e a política começa nas cidades”. Exatamente, e é daí que vem a minha indagação: Por que não começou sendo candidato a prefeito do Rio de Janeiro, um caldeirão de problemas, tão carente de governança responsável, e mostrar sua capacidade para administrar? Seria uma ótima escola e nos mostraria do que realmente é capaz.


Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


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MAIS DO MESMO


Triste a situação da política do Brasil. Dominada por partidos sem nenhum interesse pelo destino do País. Basta ver a lista de candidatos escolhido para disputar a Prefeitura de São Paulo. Chega! Não saio mais de casa para votar este ano. Não é possível que não haja pessoas diferentes para fazer com que as coisas aconteçam na minha cidade. Revoltante ver que o atual prefeito já enviou a campo funcionários para pintar as guias das ruas da cidade. Estratégia velha, como também é velha a lista de candidatos a prefeito. Precisamos de uma reforma eleitoral urgente, ou partidos classistas e corporativistas continuarão a ditar os desmandos do País. Chega!


Alexandre Paiva Rio Troise alextroise@gmail.com

São Paulo


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COVID-19 E ELEIÇÕES


Não resta a menor dúvida de que o comparecimento às urnas neste ano será bastante reduzido. Por um lado, as pessoas a partir dos 70 anos não precisam votar e não podemos nos esquecer de que a campanha massiva “fique em casa” ainda persiste na cabeça de muitos brasileiros, os considerados fatores de risco, principalmente. Se para voltar às aulas é preciso vacinar, por que as pessoas vão se expor? Mas há outra questão que explicam o desinteresse do eleitor, as mentiras sucessivas dos candidatos, a leniência e a falta de vontade com que prefeitos e vereadores administram as cidades. São Paulo, a maior cidade da América Latina, tem tantas pessoas morando embaixo de viadutos e calçadas, fazendo com que o contribuinte ande pelas ruas, mas o poder público não vê.  Horário político para quê?


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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DISCURSOS


Para confirmar seu discurso, o presidente Bolsonaro vai apoiar Celso Russomanno para a prefeitura de São Paulo. Tudo contra a velha política! Ah, ah, ah...


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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NOVO MINISTRO DO STF


Muitos eventos com consequências graves acontecem nos piores momentos possíveis para o Brasil. Foi assim nos acidentes fatais de Ulysses Guimarães, Teori Zavascki, Eduardo Campos e a morte de Tancredo Neves por infecção hospitalar. Com dificuldade visível de se locomover após sua operação, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipou sua aposentadoria, justamente quando a Corte precisa de suas opiniões e posições firmes na defesa da democracia. Oportunidade para o presidente Jair (cloroquina) Bolsonaro para indicar uma pessoa “terrivelmente evangélica” no seu lugar. Se for homem, esperamos que seja contra a criação de “guardiões” (Marcello Crivella) e a elaboração de dossiês secretos contra cidadãos antifascistas (André Mendonça). Se for mulher, esperamos que não compartilha as ideias “coloridas” da Damares Alves, e não tolera atos de bagunça e corrupção, mesmo que sejam praticados pelos exaltados seguidores do capitão.


Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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ATÉ A APOSENTADORIA, UM GRANDE JURISTA


O ministro Celso de Mello, vindo das Arcadas do Largo de São Francisco, que amiúde as registra como sua celula mater, templo do saber jurídico que está para o Brasil como Coimbra para Portugal, decano do Supremo Tribunal Federal, entrega à Nação sua última manifestação pedagógica sobre o Estado de Direito e a democracia, não por meio do verbo, mas por uma conduta. Ao antecipar sua aposentadoria, permite que o procedimento averiguatório sobre a conduta do presidente Jair Bolsonaro de ter sob suas amarras autoritárias a Polícia Federal seja redistribuído a um atual ministro da Corte, não ao indicado pelo averiguado, seguramente seu súcubo no campo jurídico que o livrará das amarras da lei. O Supremo Tribunal Federal e o Direito brasileiro perdem um de seus maiores valores, mas sem ser submetido a um estratagema de fuga de seu império.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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TERRÍVEL


Para o Supremo Tribunal Federal um ministro terrivelmente evangélico e para a Suprema Corte de Justiça americana uma juíza terrivelmente católica. Nada contra juízes que sejam religiosos, mas, nestes dois casos, terão sido escolhidos por serem terrivelmente reacionários, preconceituosos, antitodos os avanços conseguidos pelas mulheres e minorias ao longo do século 20 e neste início de século, em que as conquistas da ciência e da tecnologia tiveram como contrabalanço um retorno ao atraso de um passado tenebroso nas conquistas de direitos sociais e humanos, com um viés terrivelmente fascistoide.


Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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UMA BOA ESCOLHA


Celso de Mello antecipou a sua saída do STF em um mísero mês por uma razão bem simples: percebeu que seria derrotado no caso da audiência presencial de Bolsonaro e não suportaria um revés depois de glorificado pela demagógica imposição na saída. Seus argumentos não modificariam a tendência que percebeu, na maioria dos seus colegas, de não sujeitar o presidente da República a uma humilhação banal, sem sentido. Se o agravamento do seu estado de saúde fosse o motivo real da antecipação, estaria numa UTI. Não deixará saudade, considerado por todos um pretensioso. Que venha Janaína Pascoal, a melhor candidata para sua vaga: jovem que não se dobra sequer ao presidente que apoiou e apoia nas causas justas, mas de quem corajosamente diverge, quando não convencida da causa. A meu ver, tem o respeito de Bolsonaro, que, se enxergar além do seu tempo, a escolherá, e, neste caso, não sofrerá contestações.


Roberto Maciel rovisa681@gmail.com

Salvador


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CHEGOU A HORA!


Faltando 17 “minutos” para acabar a peleja, finalmente, o lesionado supremo ministro Celso de Mello “pediu pra sair”. Cabalístico o número 17, que simboliza a autodisciplina, compaixão, responsabilidade, consciência espiritual e sabedoria. Nada que ver com 7 a 1! Com compaixão e sabedoria, a equipe Brasil agradece pelo sacrifício. Em obediência à  paciência da torcida, seja igualmente sábio, senhor decano, poupando-nos das sonolentas palestras e entrevistas que o tentarão. O que passou passou. Resiliência!


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


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APOSENTADORIA ANTECIPADA


O ministro Celso de Mello jogou sua brilhante biografia no lixo.


Artur Topgian topgian@terra.com.br

São Paulo


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INDICAÇÃO


Bolsonaro está com a caneta e a sabedoria nas mãos. Para a vaga do ministro do STF Celso de Mello, que se aposentará dentro de alguns dias, escolherá o ilibado e inatacável jurista Frederick Wassef. Figura de muitas funções e múltiplo talento.


Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília


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‘FAMÍLIAS DESAJUSTADAS’


Concordo com os comentários dos leitores Mariza Muzy Villela Andrigueti e João Paulo Garcia (Fórum dos Leitores, 27/9), se o Nobel for ganho, deve ser igualmente distribuído aos funcionários do SUS, nem que seja R$ 1,00 para cada, é parte indissociável do todo, mas agora, quanto ao ministro da (Des)Educação, pela sua opção religiosa pessoal, terá de acertar seu carma quando chegar sua hora, é certo.


Márcio Marcelo Pascholati marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

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