Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

27 de outubro de 2020 | 03h00

Domínio do crime

Brasil narcomiliciano


Milicianos e traficantes interferindo nas eleições na Baixada Fluminense e dominando 33% do território do Rio de Janeiro, esse é o trailer do filme de horror bandido que ameaça a democracia no Brasil. A destruição de uma nação começa com a liberação de armas, discursos de ódio contra a oposição, desconstrução da educação e da saúde pública, ataques aos demais Poderes, militarização do Estado e controle dos meios de comunicação. Ainda resta algum tempo para a tomada de consciência do que está acontecendo pelas pessoas responsáveis que não desejam ver nosso país mergulhar no caos e na morte das liberdades em nossa frágil democracia.


PAULO SERGIO ARISI

PAULO.ARISI@GMAIL.COM

PORTO ALEGRE


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Improbidade administrativa

Lei da impunidade


Lamentável, para não dizer criminoso, o que se pretende fazer com a Lei de Improbidade Administrativa. Oportuno e esclarecedor o artigo A lei da impunidade (26/10, A2), em que, com muita propriedade, Mário Luiz Sarrubbo, Wallace Paiva Martins Junior e Beatriz Lopes de Oliveira analisam os termos do Projeto de Lei 10.887, que altera a Lei 8.429, cujo objetivo é desconstruir esse instrumento de fiscalização, controle e punição de agentes, autoridades e servidores que burlam o interesse público em proveito próprio ou de terceiros, muitas vezes enriquecendo ilicitamente. É assunto que deveria ser explorado pela mídia para alertar os cidadãos, a fim de cobrar dos parlamentares a rejeição dessa proposta, que só atende às conveniências dos maus gestores.


CARLOS ROBERTO BARRETTO

CRBARRETTO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Desgoverno Bolsonaro

Balbúrdia


Análise criteriosa constata problemas diversos no governo federal. No Ministério do Meio Ambiente temos, além da incerteza na sua condução, a opção por rumos que fazem o País colidir com a ordem internacional. Na pasta da Educação vemos uma direção sem rumo e sem se aplicar sobre os problemas graves que o Brasil enfrenta no ensino. Na Saúde, o general que passou de ministro provisório a definitivo vem de ser humilhado e desautorizado publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro no tocante a aquisições provenientes da China. No Ministério da Justiça predomina a tese de que tudo o que provenha de Bolsonaro é justo e deve ser acatado. Nas demais pastas e assessorias imediatas reina a expectativa de a qualquer momento virem a desautorização e o veto a providências. Enfim, todos trabalham com medo e o clima de incerteza domina todos os servidores do entorno presidencial. Administrar assim é desconhecer rumos e optar pela desordem. Afinal, a reeleição deixou de ser trabalho pouco aparente para se tornar a viga mestra governamental. Diante desse quadro, por quanto tempo ainda este governo poderá resistir?


JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO

CARNEIROJCC@UOL.COM.BR

RIO CLARO


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Incivilidade


“Bolsonaro, baixa o preço do arroz, por favor. Não aguento mais.” Resposta: “Vai comprar lá na Venezuela”. Esculacho de alguém que demonstra não ter tido o básico da educação na infância. Respeito é fundamental, mas não dá para esperar isso de um sujeito bronco.


FILIPPO PARDINI

FILIPPO@PARDINI.NET

SÃO SEBASTIÃO


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Servos da gleba


O Brasil está sendo (des)governado pelo grupo Bolsonaro & Filhos. Por isso nós, a população, somos tratados como empregados dessa empresa familiar que tomou conta do País.


LAÉRCIO ZANINI

SPETTRO@UOL.COM.BR

GARÇA


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Pandemia

Exposição da pesquisa


Em meio à feroz discussão sobre a possibilidade, necessidade e até obrigatoriedade de vacinação contra a covid-19, resta desconhecida até o momento a eficácia da Coronavac. Para clarear o debate e orientar a comunidade, os resultados da pesquisa em curso em São Paulo, ainda que parciais, devem ser imediatamente expostos. A divulgação dos resultados parciais não compromete o desenrolar da investigação e ajudaria muito na decisão sobre a compra de insumos para produção da vacina, solicitada pelo Instituto Butantan. Avaliações parciais de resultado de pesquisa são frequentes na área médica, há casos de decisões precoces favoráveis e contrárias, antes de completado o protocolo de investigação. Em vez de gritaria, necessitamos de transparência nos resultados, para avaliação pela comunidade e pelos colegiados científicos na área da epidemiologia e da vacinação, amplamente qualificados no País. As decisões dos nossos dirigentes estarão, assim, alicerçadas.


BERNARDO EJZENBERG

BERNARDOEJZENBERG@YAHOO.COM

SÃO PAULO


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Vacinas politizadas


Será que o presidente só vai aceitar liberar vacina se for a que ele apoia, ou apenas em 2022? Vão continuar morrendo muitos brasileiros!


TANIA TAVARES

TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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Baboseiras


O presidente declarou que a vacinação é obrigatória somente para os cães. Quer dizer, então, que as crianças brasileiras seriam pets?


JOSÉ PAULO CIPULLO

J.CIPULLO@TERRA.COM.BR

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO


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Em São Paulo

Fiscalização urbana


Importante a reportagem sobre a falta de fiscais em São Paulo (Fiscalização de rua sofre queda contínua na capital, 25/10, A4), demonstrando a falta de compromisso dos gestores com a zeladora urbana, posturas e atividades econômicas. A responsabilidade do fiscal, porém, vai além da multa, que só deve ser aplicada em último caso. O fiscal é o responsável pelo ordenamento urbano. Quem cuida da cidade cuida das pessoas.


MARIO ROBERTO FORTUNATO

FORTUNATOMARIO1955@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



O ARROZ E A VACINA


Ao ser perguntado sobre o preço do arroz, o presidente Jair Bolsonaro respondeu, irritado: “Vai comprar lá na Venezuela”. Se alguém lhe perguntar sobre a vacina CoronaVac, é bem provável que ele responda: “Vai tomar na China!”.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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CHEF BOLSONARO


Bolsonaro mandou o cidadão comprar arroz na Venezuela. Ele bem que poderia ter mandado o “chef” plantar batatas. E, depois, assá-las no braseiro do ministro Ricardo Salles. Damares seria a garçonete certa para servi-las ao Centrão...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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TIRO NO PÉ


Com a “obrigação” de ceder cargos ao Centrão para salvar a sua pele, o presidente Jair Bolsonaro escalou seu ministro atrapalhado Ricardo Salles para dar início ao desmonte das Forças Armadas no seu governo. Como os presidentes do Senado e da Câmara saíram em defesa de Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria do Governo, a intenção foi frustrada. Ora, segundo Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, o ministro do Meio Ambiente já conseguiu destruir o meio ambiente do Brasil e, agora, resolveu ofender publicamente o ministro Ramos, o que não é saudável. Na verdade, foi um autêntico tiro no pé da dupla Bolsonaro e Salles.


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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AVACALHAÇÃO TOTAL


A avacalhação e a esculhambação no governo federal verde-oliva-amarelo é de tal ordem que o impensável acontece na cara do País e deixa todos boquiabertos e de cabelo em pé. Há pouco, o ministro da Saúde, general da ativa Eduardo Pazuello, ao ser desautorizado grosseiramente diante da imprensa pelo ex-capitão (expulso) do Exército Jair Bolsonaro, no caso da vacina CoronaVac, disse com ar patético que “as coisas são assim mesmo, um manda e o outro obedece”. Na mesma semana, o ministro negacionista do Meio Ambiente, Ricardo Salles, chamou de “Maria Fofoca” o general da ativa Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo. Só mesmo neste surreal e macunaímico país de cabeça para baixo, pois não? Militares, quem os viu, quem os vê... Pobre Brasil.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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TEM RAZÃO


O deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara federal, colocou de forma positiva que o “ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, resolveu destruir o próprio governo”.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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A CORAGEM DE NOSSOS GENERAIS


Se a coragem de nossos generais for medida pela postura que ostentam diante do presidente Bolsonaro e seus acólitos, podemos dar-nos por felizes de não estarmos ameaçados por nenhuma guerra.


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo


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MINISTRO DA SAÚDE


Mais estarrecedor do que a decisão do presidente Bolsonaro ao cancelar o protocolo com vistas à aquisição da vacina CoronaVac foi o comportamento do signatário do citado Protocolo, seu ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um general (pouco importando se da ativa ou da reserva) cujo acesso a essa elevada patente do nosso Exército, com certeza, não se deu por acaso, mas por méritos próprios. Sim, porque, ao longo destes quase dois anos, já nos vamos habituando às destrambelhadas e desalinhavadas deliberações presidenciais, mesmo porque o mandato conquistado em 2018, não lhe tendo conferido poderes para, sem nenhuma sustentação científica, optar por esta ou aquela vacina, a ser aplicada nos brasileiros, o problema certamente, no momento oportuno, desembocará no Judiciário, quando será devidamente resolvido. Estarrecedora e lamentável foi a cena da visita do “todo-poderoso” a Pazuello, quando este, numa absurda simplificação dos fatos, disse: “É simples assim, um manda e o outro obedece”. O holocausto que o diga! Sua Excelência, data venia, ao não “pedir as contas”, não só tisnou sua biografia, como ainda jogou ladeira abaixo sua respeitabilidade.


Junia Verna Ferreira de Souza juniaverna@uol.com.br

São Paulo


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‘VACINA X CLOROQUINA’


J. R. Guzzo (Estado, 25/10, A8) alerta corretamente para a politização do debate em torno da vacina, o que não interessa ao conjunto da cidadania. Contudo, comete um erro comum atualmente na imprensa, o de tentar equiparar de qualquer maneira as atitudes dos contendores, em qualquer discussão. Neste caso, não dá para comparar a abordagem do governador de São Paulo, apoiada em evidências científicas, com a do presidente, apoiada em delírios.


Marcelo Kawatoko marcelo.kawatoko@outlook.com

São Paulo


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TRUMP TROPICAL


J. R. Guzzo costuma costurar bem seus argumentos, mas na questão das vacinas acho que não foi tão bem. Ninguém sabe se alguma vacina vai funcionar, e só o saberemos no fim do ano, após a publicação dos resultados das fases 3, em andamento. Jair Bolsonaro fala num celular e usa um relógio de plástico que, se não são totalmente chineses, o são em grande parte; investe na vacina de Oxford, que tem insumos e parte de sua produção na China, mas vem com um papo furado de que não vai dar dinheiro para São Paulo produzir a vacina no Instituto Butantan pois é a China uma ditadura. Pouco importa se investir no Butantan pode levar à imunização mais rápida da população brasileira. O que importa é bancar o Trump tropical.


Flávio Madureira Padula flvpadula@gmail.com

São Paulo


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PERIGOSO


Na coluna do sr. J. R. Guzzo (25/10, A8), num determinado trecho, o autor questiona a validade da medicina e dos médicos escrevendo que estes não sabem mais da covid-19 do que sabiam em janeiro e que é problemático procurar médicos quando o assunto é covid-19. Isso não apenas não é verdadeiro, como é bastante perigoso. Mesmo que seja desejável ter pontos de vista distintos, a ciência e a verdade deveriam ser a base de qualquer artigo ou coluna de jornal.


Daniel Holzhacker dan.holzhacker@gmail.com

São Paulo


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VACINAÇÃO


Presidente: Não tomem a vacina, usem cloroquina e saiam de casa. Médicos: Tomem a vacina, não usem cloroquina e fiquem em casa. Fico imaginando a cena do Borat e o presidente, os dois caçando e matando o vírus com uma lupa e uma frigideira...


Rodrigo Ibraim rodrigoibraim@gmail.com

Taboão da Serra


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DITADURA BRANCA


A Constituição brasileira ainda está valendo, ou é o Bolsonaro quem manda?


Etelvino José Henriques Bechara ejhbechara@gmail.com

São Paulo


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BOA SORTE


Os chilenos decidiram, em plebiscito realizado no domingo (25/10), elaborar uma nova Constituição. Com comparecimento recorde, a presente resolução faz parte do elenco de exigências explicitadas na onda de protestos que espocaram no país no ano passado e que, de certa forma, surpreenderam o governo e até o mundo, na medida em que seu modelo econômico vinha sendo enaltecido por vários órgãos internacionais de análise conjuntural, ao privilegiar o empreendedorismo e exibir como uma de suas principais estrelas o sistema de seguridade social baseado em capitalização individual, que se revelou, no entanto, ao fim dos 40 anos da vigência da atual Carta Magna, firmada pela ditadura Pinochet, como nitidamente desatualizado e corrosivo ao segurado. Estima-se que o documento que emergirá do processo ora iniciado esteja concluído nos próximos dois anos, que também serão mesclados por novas eleições presidenciais. É óbvio que as mudanças substanciais previstas terão custos, provavelmente a serem bancados por um aumento generalizado da carga tributária. Boa sorte aos nossos irmãos sul-americanos. A propósito, nós também precisaremos dela.


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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NOVA CONSTITUIÇÃO


Os chilenos acabam de nos dar um belo exemplo ao aprovarem uma mudança na Constituição, agora a ser redigida por uma Assembleia Constituinte não exclusiva de parlamentares, como mostra matéria Primeiros resultados indicam que chilenos aprovam nova Constituição (26/10, A7). A nossa Constituição foi redigida apenas por políticos e num momento não muito feliz, pois antes das grandes mudanças verificadas nos anos 90. Além disso, a nossa Constituição não se ateve a conter apenas princípios, mas acabou agregando uma série de penduricalhos que são próprios de leis comuns, sem contar os privilégios concedidos à poderosa Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos


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MUDANÇAS


Em plebiscito, Chile substitui Constituição. Quem sabe se isso não é uma solução? A sociedade é mutável. A velocidade das informações, novas tecnologias, etc. obrigam a mudanças. A Constituição brasileira, por exemplo, atualmente trava o País. Claro que há que ter cuidado no capítulo dos direitos, deveres, liberdade, proteção, etc. A Constituição brasileira, de tantas PECs, já está toda desfigurada. Já foi promulgada incompleta, ou seja, já começou errado. Não sei se um plebiscito poderia substituir a Constituição brasileira, mas, sendo possível, seria uma solução até a elaboração de outra.


Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro


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CHILE


A Constituição chilena de 1980 perdeu sua legitimidade, durante os protestos do ano passado. O contrato social entre a sociedade e o governo representativo foi rompido por falta de políticas públicas que atendessem às demandas sociais. O resultado do plebiscito foi a vitória pela redação de uma nova Constituição por Assembleia Constituinte. Um novo marco legal será estabelecido e entrará em vigor com a posse do futuro presidente, em março de 2022. A democracia triunfou pelo voto nas urnas.


Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas


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O CONSTITUCIONALISMO DESPERTA A ALMA CHILENA


Visto o resultado do histórico plebiscito chileno (78% a favor de uma nova Constituição, elaborada por um Poder Constituinte puro e não miscigenado – Assembleia inteiramente eleita pelo povo, sem a participação de parlamentares), redobra-se nossa esperança pela salvação dos povos via constitucionalismo. Visto que em 9 meses haverá um referendo para aprovar ou não o novo texto, tínhamos receio de que não fosse aprovado e tudo voltaria ao problemático status quo ante. Entretanto, essa votação massacrante – um bálsamo para quem confia na democracia vinculada a um supremo texto de lei – e as festas comemorativas que se seguiram mostram que, embora teórica, é improvável a rejeição do novo texto por esse mesmo povo. O Chile não tem povo I e povo II, somente um, politizado, culto e confiante na solução jurídico-democrática dos dramas dos povos, guiada pelo arquétipo dos mais velhos, como se pronunciou o presidente Sebastian Pinéra: “Creio na sabedoria dos que têm o cabelo grisalho”.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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O TRÁFICO DE DROGAS E O STF


Sobre a matéria PCC movimentou R$ 1,2 bilhão com o tráfico internacional de drogas (Estado, 23/10), o ministro Marco Aurélio Mello anotou direitinho o nome dos citados, não é?


Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo


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O SUCESSO DO PCC


O PCC tem comando e liderança, daí seu sucesso financeiro, suporte judicial milionário e poucos presos. Na política, cada um comanda sua área, procura caminhos para riquezas fáceis e, dependendo do poder de pagamento para defesa judicial, ou fica solto ou vai preso e logo é liberado, ou pega sua cueca e vai para casa. Aos que têm família poderosa não acontece nada.


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo


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‘OS NÚMEROS DA SEGURANÇA PÚBLICA’


Parabenizo o Estadão por destacar em editorial de ontem (26/10, A3) Os números da Segurança Pública, chamando a atenção para o fato inconteste de que “União e Estados seguem repetindo os erros de sempre, e o crime organizado se reinventa”. Com base nos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o jornal destaca a conclusão dos coordenadores do estudo, no sentido de que o aumento da violência, no primeiro semestre deste ano, se deu nos Estados onde ocorreram greves de policiais por reivindicações corporativas. Seria bom que os governantes atentassem para esse fenômeno e vissem que o policial é um servidor diferenciado e como tal deve ser tratado: com dignidade.


Jarim Lopes Roseira ipa.saopaulo@ipa-brasil.org.br

São Paulo

 

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