Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

07 de novembro de 2020 | 03h00

Eleição nos EUA e o Brasil

Mau perdedor


Diz o velho ditado que o pior cego é o que não quer enxergar. E também o pior perdedor é aquele que não sabe admitir a derrota. O presidente Donald Trump, candidato à reeleição, ao pedir recontagem de votos – aliás, só em Estados onde as urnas não lhe pareciam favoráveis – realça o quanto os estadunidenses fazem bem para seu país e para o mundo em defenestrar essa patética figura da Casa Branca. Nada como ouvir o democrata Joe Biden, ainda que não confirmada a sua eleição, que governará para os americanos, independentemente de cor, simpatias, partidos, etc. Será que o pai do “zero um”, do “zero dois” e do “zero três” vai tomar juízo agora? Difícil de acreditar, mas quem sabe? Além de palpitar em assuntos internos de outros países, como muito bem apontado por Zeina Latif, um (des)governo que, em vez de tomar as medidas necessárias para sairmos do abismo, fica preocupado com a reeleição do “amigo” é muito vazio...


RENATO AMARAL CAMARGO

NATUSCAMARGO@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO


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‘Depois de mim, o dilúvio’


O discurso de Trump sobre as eleições americanas lembra aquele do rei Luís XIV da França: eu devo ganhar ou as eleições foram roubadas. Esse discurso ofensivo, ridículo e mentiroso é do suposto homem mais poderoso do mundo? Esperamos que Jair Bolsonaro não tenha ideia parecida na próxima eleição presidencial.


OMAR EL SEOUD

ELSEOUD.USP@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Avanço de Biden


Trump não aceita que cortem o seu topete e pede intervenção do VAR.


CARLOS AVINO

CARLOSAVINO.JAKS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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O fator pandemia


Geralmente, a economia indo bem, o governante vai bem. Que fatores estão levando à derrota de Trump, então? A pandemia parou o mundo e o fez pensar mais profundamente no sentido da vida. E quem está morrendo? Em geral, os mais pobres, os que mais sofrem na doença. Os EUA não dispõem de um sistema como o nosso SUS, os cidadãos não são atendidos pelo poder público. E o que faz o governante? Simplesmente ignora a pandemia, não toma medidas preventivas, nem pra si mesmo, pois sabe possuir recursos para tratar esse mal. Quem mais observa esse desleixo, essa ignorância, são as mulheres, com seu agudo senso de proteção dos filhos. E elas estão sendo decisivas nesta eleição, bem como os idosos, que estão passando por uma situação de desamparo ímpar nesta pandemia. Não é à toa o grande número de eleitores que compareceram, decerto indignados com o comportamento egoísta do governante e seus seguidores. Essa situação se repete em outros países, onde governantes intolerantes e egoístas não veem nada além do próprio umbigo.


GILBERTO DE LIMA GARÓFALO

GILGAROFALO@UOL.COM.BR

VINHEDO


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Enrascada


O Brasil está de calça curta com nossos dois principais parceiros comerciais. Bolsonaro apoiou a reeleição de Trump e abomina a vacina chinesa, a Coronavac. E agora, Jair?


HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

HS-SOARES@UOL.COM.BR

VILA VELHA (ES)


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Delirante


A afirmação de Eliane Cantanhêde na sua coluna Caindo na real (6/11) expressa muito bem a opinião de muitos brasileiros: “Se Trump perder, arrasta junto a política externa e os delírios internacionais de Bolsonaro”. Parabéns!


JORGE DE JESUS LONGATO

FINANCEIRO@CESTADECOMPRAS.COM.BR

MOGI-MIRIM


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No tapetão


Para o presidente Jair Bolsonaro, se Donald Trump perder a eleição é mais do que normal ele recorrer à Corte Suprema dos EUA para reverter o resultado, sem nenhuma prova ou evidência de fraude. Essa é a visão de democracia do presidente dos brasileiros.


LUIZ FRID

FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Politiqueiros


Só ao cidadão com formação de homem virtuoso cabe prestar à sua pátria as honras que ela possa reconhecer. Nem Trump nem Bolsonaro fazem parte do grupo dos estadistas.


MOACYR FORTE

MOFORTE@GLOBO.COM

SÃO PAULO


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Lado escuro


No Brasil, o senador Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz são denunciados por organização criminosa, o que desnuda a hipocrisia da extrema direita tupiniquim, capitaneada pelos bolsonaristas. Nos EUA a derrota do presidente Donald Trump representará duro golpe para a extrema direita mundial, formada por supremacistas brancos, neonazistas, evangélicos fundamentalistas e fascistas em geral. Pelo visto, como que parafraseando Star Wars, o “lado escuro da Força” está sendo duramente abalado.


TÚLLIO MARCO SOARES CARVALHO

TULLIOCARVALHO.ADVOCACIA@GMAIL.COM

BELO HORIZONTE


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Violência e crime

Caso Mari Ferrer


Uma vergonha para o mundo jurídico o episódio envolvendo o empresário André Aranha, acusado de estuprar a jovem Mari Ferrer, de 23 anos. Apesar das provas contundentes nos autos, o juiz do feito absolveu o acusado do crime. Figuram no processo contra o empresário o promotor de Justiça Thiago Carriço e o juiz Rudson Marcos, da 3.ª Vara Criminal de Florianópolis. Além da sentença de absolvição, a jovem vítima foi insultada pelo advogado do réu, Cláudio Gastão. E o juiz nada fez para impedir os insultos à vítima! O comportamento do juiz de Direito e o do promotor vão sofrer investigação dos órgãos competentes, por sua atuação no caso, que envergonha o Poder Judiciário e o Ministério Público na capital de Santa Catarina.


MARCOS TITO

MARCOSTITOADVOGADOS@GMAIL.COM

BELO HORIZONTE



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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



UM PAÍS DIVIDIDO


Impressionante o mau exemplo que a maior democracia do mundo está dando neste pleito presidencial que se desenrola nos Estados Unidos da América. O atual mandatário conseguiu, com seu comportamento estapafúrdio, dividir a grande nação americana semeando ódio entre a população que ele ainda governa. Ao afirmar que as eleições estão sendo roubadas, sem nenhuma prova evidente, Trump tenta desacreditar a lenta apuração em andamento, enquanto Biden, ao pedir calma ao país, tenta pacificar a população. O que está acontecendo na grande nação do norte é o que esperamos não aconteça por aqui entre nós, no pleito que dentro de dois anos teremos para semelhante decisão eleitoral. Oremos.


José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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O MUNDO PERPLEXO


Donald Trump deveria ser preso e sofrer impeachment sumário, por incitar seus eleitores e as milícias fascistas que o apoiam à desobediência civil e à guerra civil, ao acusar, sem prova alguma, que a eleição de seu oponente Joe Biden se dará por meio de fraude eleitoral. Atitude típica de canalha sem caráter, como ele, que foi eleito atacando sua oponente com acusações torpes e com o apoio de hackers russos. Uma vergonha para a grande nação americana. O mundo está perplexo com a atitude cafajeste do presidente dos Estados Unidos. 


Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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POUCO-CASO DAS INSTITUIÇÕES


Donald Trump, em plena apuração, pede à Justiça para parar a contagem dos votos, o que lhe foi negado. Fez pouco-caso das instituições americanas e de sua lisura. Num futuro não muito distante, espero que seja julgado pelas autoridades pelo prejuízo que causou às instituições americanas, e a História dará conta de ter sido o pior presidente americano de todos os tempos.


Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca


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DEMOCRACIA


Donald Trump: “Ou eu ganhei ou fui roubado”. Esta é a maior potência democrática do mundo?


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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RUBOR


Se Donald Trump continuar dizendo asneiras, a Casa Branca vai ficar vermelha de vergonha...


Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo


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ENERGIA


Até certo ponto exagerado o enaltecimento que a maioria dos órgãos de imprensa está reservando à vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais americanas, evidência de uma preferência que beira, em alguns casos, a uma espécie de paixão. Na verdade, o quadro que está prestes a se materializar é preocupante, pois não houve, da parte da sociedade americana, demonstração, mesmo que ínfima, de uma maioria palpável pendendo para qualquer um dos candidatos. Tal fato explicita a sua enorme divisão, talvez inédita ao longo de toda a história do país. Em virtude dessa gigantesca cisão, o cenário que o quase certo vencedor herdará será tão desafiador que, após algum tempo do novo termo, não será de admirar que ele se encontre à beira de um ataque de nervos e seja obrigado a se recolher durante longo período para refletir sobre o que fazer e até se terá valido a pena se eleger. Deus o ajude e lhe dê a quantidade de energia de que certamente necessitará desesperadamente.


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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VEROSSÍMIL NOVA SECESSÃO AMERICANA


Vitória de Biden e uma nova guerra de secessão, sangrenta e prolongada. É verossímil, a perspectiva média entre o possível e o provável. Não querida pelo Partido Republicano, comunidade politicamente organizada, mas pelos extremistas odiosos da direita. O centro, que nunca se demorou a criar uma viável e sólida filosofia (não é o “centrão”) do democrata Joe Biden é comunista... Nosso mundo caiu? Não. Ainda que a trancos e barrancos, o homem sempre caminha.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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DEMOCRACIA SÓLIDA


Colocar em dúvida a lisura de uma eleição não é nenhuma novidade, em se tratando de líderes populistas. Tanto o discurso derrotista patético de Donald Trump, na noite de quinta-feira, como as reiteradas acusações de Jair Bolsonaro de que houve fraude no pleito que o elegeu presidente são claros exemplos disso. O que importa, na realidade, é que estes líderes não hesitam, quando bem lhes convém, em ofender a democracia, essa mesma democracia por meio da qual foram eleitos. Mas não há motivo para desânimo. A própria solidez democrática, manifestada pela opinião pública, pela imprensa livre e pelos Poderes Legislativo e Judiciário, se encarrega de fazer frente a esses populistas irresponsáveis que, cedo ou tarde, apesar dos estragos feitos, terminam por sucumbir.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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UMA ELEIÇÃO ESCALAFOBÉTICA


Parece que apenas a palavra escalafobética classificaria esta eleição norte-americana, um adjetivo pouco usado hoje e que significa esquisito, confuso. No Brasil e em muitos países do mundo, o vencedor é quem obtiver o maior número de votos dados pelo eleitor que vai às urnas fazer sua escolha, mas não é assim nos EUA. Lá, quem realmente elege o presidente é o chamado Colégio Eleitoral, que tem apenas 538 membros, e cada Estado americano tem um número deles: por exemplo, a Califórnia tem 55, a maior quantidade, e outros Estados têm apenas 3, como o Alaska. O candidato que fizer os primeiros 270 representantes leva o prêmio, mesmo perdendo em milhões de votos populares, como foi na última eleição. Ontem pela manhã, fazia 48 horas que o candidato Joe Biden já havia vencido em alguns Estados, que lhe davam 264 votos ante 214 de Donald Trump, portanto bastavam mais 6 votos e Biden estaria eleito presidente dos EUA. Mas, atenção, era uma projeção da Associated Press com base em estatísticas, porque faltavam ainda o resultado final de cinco Estados. Simples, mas não é, basta somarmos os delegados já apurados e teríamos a equação: 264 + 214 = 478 delegados. Então, tirarmos esse número do total de delegado, e teríamos: 538 – 478 = 60 ainda não definidos. Pode ser absurdo, mas se estes 60 fossem para Donald Trump, ele terminaria com 274 e seria reeleito, basta fazer a equação 538 – 274 = 264 votos para o derrotado Biden.


Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo


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TERCEIRO MUNDO


Parece inacreditável que, em pleno século 21, os EUA, a maior potência econômica, tecnológica, militar e científica do planeta, ainda tenham uma eleição presidencial com um sistema de votação e contagem de votos tão primário e demorado. Em comparação, o processo eleitoral brasileiro, rápido e confiável, com a apuração do resultado final poucas horas após o fechamento das urnas, parece de Primeiro Mundo, e o deles, de Terceiro. Francamente!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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É PRECISO REVER


Fica difícil de entender o motivo pelo qual os adoradores de Trump e de Bolsonaro usam o termo “comunistas” e outras adjetivações não publicáveis para se referir àqueles que não concordam com essa visão simplista e dual da realidade. Quer dizer que quem defende o direito das minorias de serem consideradas iguais como seres humanos, quem acha injusto um sistema que se alimenta da injustiça social, quem almeja a preservação do meio ambiente com vistas a manter o equilíbrio ecológico, impedindo assim desajustes do clima e da vida na Terra, quem se preocupa com o destino dos refugiados e suas crianças em profundo sofrimento, quem, enfim, entende que é possível viver num mundo mais solidário e compassivo deve ser considerado um desprezível “comunista” ameaçador da liberdade, que precisa ser excluído a todo custo? Mas que logica é esta? Onde ficam os valores éticos e judaico-cristãos? Devemos viver sob uma ótica de sinais trocados, é isso? Que uma possível derrota de Trump nos traga a esperança de que muitos estão acordando desta confusa dicotomia que absorveram por talvez não entenderem que somos todos iguais na essência e que a vida não é um jogo de ganha e perde, mas sim uma oportunidade de evoluirmos para um mundo mais justo e solidário, onde o outro seja percebido e sentido como semelhante, e não opositor. Oxalá uma possível vitória de Biden nos ajude a enveredar por uma nova rota no sentido da compreensão e da revisão de nosso papel nesta existência.


Eliana França Leme efleme@gmail.com

Campinas


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O VERDADEIRO BOLSONARO


O presidente Jair Bolsonaro está se revelando um autêntico “conciliador” – para salvar sua pele do impeachment. Enalteceu o interesse do denunciado Fernando Collor de Melo pelo Brasil. Enalteceu o senador Renan Calheiros, que responde a vários procedimentos criminais. Enalteceu, reciprocamente, o condenado Lula da Silva. Enalteceu e ofertou cargos a vários investigados e denunciados do Centrão. Afinal, este é o verdadeiro Bolsonaro. Pobre Brasil!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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GRAVE PECADO


É lamentável que um povo pacífico e ordeiro como o nosso eleja presidentes da estirpe de Collor, Lula, Dilma e Bolsonaro. Que grave pecado teria cometido este povo para ser punido dessa forma?


Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo


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90% DO SALÁRIO NA RACHADINHA


Luiza Souza Paes, ex-assessora de Flávio Bolsonaro na época em que era deputado estadual no Rio de Janeiro, complica ainda mais a situação do hoje senador filho do presidente da República. Em depoimento ao Ministério Público (MP) do Rio, Luiza afirmou que repassava 90% do seu salário a Fabrício Queiroz, operador das rachadinhas supostamente em favor de Flávio Bolsonaro. Para não restar dúvidas no seu bombástico depoimento, entregou ao MP extratos bancários nos quais comprova que, entre 2011 e 2017, transferiu R$ 160 mil para este esquema criminoso das rachadinhas. Ela era obrigada a transferir também 90% do valor do 13.º que recebia. São provas mais que contundentes. E foi com base nessas esclarecedoras revelações de Luiza Souza que Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e mais 12 envolvidos neste crime foram denunciados esta semana. Eis uma das razões por que Jair Bolsonaro não deseja, como prometeu, combater a corrupção. Seu lema é salvar os filhos acima de tudo.


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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EM FRENTE


Em depoimento, ex-assessora de Flávio confessa rachadinha e repasses para Queiroz. Será que agora o processo vai caminhar?


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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POESIA PARA NEGACIONISTAS


Há que enaltecer a verve poética de Eugênio Bucci, que plasmou um alerta à boa ciência usando deleites literários seus e de outrem (A Terra plana, assim cantou José Miguel Wisnik, 5/11, A2). Conhecimento científico não é tudo, mas a sua negação é deletéria para qualquer sociedade; confirmamos isso na prática, infelizmente. Uns foram ao espaço para saber as cores reais, outros que nos governam se escondem atrás de uma cegueira presumida. Além dos livros queimados, citados pelo articulista, breve estaremos novamente queimando pessoas.


Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas


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COVID-19 NA EUROPA


Dinamarca matará cerca de 17 milhões de animais para conter nova mutação do coronavírus (Estado, 5/11). Crueldade desnecessária. Século 21, era da tecnologia. A civilização continua passando longe, infelizmente.


Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo


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NOVA ORDEM MUNDIAL


Um pouco antes de Lula assumir o poder pela primeira vez, começou a circular na internet a notícia do Foro de São Paulo, do qual ninguém nunca tinha ouvido falar. Comecei a enviar cartas às seções de leitores dos jornais, mas nunca foram publicadas, como se eu estivesse falando tolices. A verdade é que os jornais, mancomunados com a esquerda e Lula, principalmente, não queriam levantar a lebre enquanto o tal Foro não estivesse consolidado e dando frutos, como deu: governos de esquerda na Venezuela, no Brasil, Uruguai, Chile, Equador. A América Latina era a nova incubadora do comunismo internacional. Hoje não há jornal que não trate naturalmente do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro depois da queda do regime comunista na União Soviética. Hoje o assunto é a Nova Ordem Mundial (NOM), cujo termo refere-se ao surgimento de um governo mundial totalitário, e é tratado no Wikipédia como uma teoria da conspiração e com o desprezo idêntico com que foi tratado o tema Foro de São Paulo no início deste século. Mas, em 3 de junho de 2020, Klaus Schwab, fundador e presidente do World Economic Forum, em Davos, anunciou o The Great Reset como tema anual deste foro, explicando que nossos velhos sistemas não são mais adequados para o século 21. As implicações decorrentes da implantação do The Great Reset são tão amplas e profundas que afetarão a vida da população mundial em todas as áreas. E nos serão impostas por um grupo de poderosos biliardários. Um governo totalitário mundial parece ficção científica, mas não é e já estamos sentindo seus primeiros efeitos durante a pandemia. Quem não sentiu as incoerências do trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS)? O tema não cabe num simples texto palatável por ser curto. É apenas um alerta! Convido todos a se informarem sobre ele, para que tenhamos tempo hábil para nos rebelarmos contra isso, o que não aconteceu com o Foro de São Paulo. O tempo urge!


Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo


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MARADONA OPERADO


La mano de Diós em La mano de Diós (Cirurgia no cérebro de Maradona: entenda o que foi, seus riscos, tratamento e causas, Estado, 4/11).


Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz


 

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